Dicas de estocagem de alimentos

Os locais destinados à estocagem devem estar rigorosamente limpos (lavados e desinfetados), sem resíduos de alimentos ou sujeira. Os materiais fora de uso (inclusive estrados) devem ser retirados das áreas de armazenamento, para evitar a presença de insetos, roedores e pássaros.

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1 – Toda mercadoria deve ser retirada da embalagem secundária, como caixas de papelão ou sacos de papel.

2 – As embalagens de todos os produtos devem ter identificação. Caso contrário deverão ser colocadas etiquetas com as seguintes informações: nome, marca, fabricante, data de fabricação, prazo de validade, composição do produto e registro em órgão competente.

3 – Produtos descartáveis também devem ser mantido separados dos itens citados anteriormente.

4 – Devem estar afastados pelo menos 10 cm da parede e 60 cm do teto, para permitir a circulação de ar entre os alimentos.

5 – O empilhamento no estoque devem ser alinhado e em altura que não prejudique as características do produto. As pilhas devem ser organizadas em forma de cruz para favorecer a circulação de ar entre os produtos e evitar acidentes.

6 – Os alimentos industrializados (conservas, enlatados, etc) devem ser mantidos afastados dos grãos e cereais para evitar infestação por insetos.

7 – Os alimentos que tiverem suas embalagens abertas ou danificadas devem ser transferidos para recipientes adequados (de plástico), lavados e desinfetados, ou embalados em plástico transparente. Além disso, devem ser devidamente etiquetados com o nome do produto, fornecedor, datas de abertura e de validade. Após a troca de embalagem ou manipulação, a validade será de 30 dias.

8 – Produtos de fabricação mais antiga devem ser posicionados de forma a serem consumidos em primeiro lugar. A data de validade deve ser observada e nunca podem ser utilizados produtos vencidos.

9 – Os alimentos devem ser porcionados com utensílios exclusivos e higienizados. Após o porcionamento, as embalagens devem ser fechadas adequadamente.

10 – Os alimentos não devem ficar armazenados junto a produtos de limpeza, químicos ou de higiene.

11 – Não devem ser colocados diretamente no chão. Devem estar apoiados sobre estrados ou prateleiras das estantes (os estrados devem estar a 25 cm de altura do chão).

12 – Não se deve armazenar vidros de “cabeça para baixo”, porque favorece o aparecimento de ferrugem nas tampas.

13 – Não devem existir caixas de madeira ou papelão em nenhuma área do serviço de alimentação.

Fonte: Mesa Brasil – SESC

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Nova York aprova veto a refrigerantes ‘gigantes’

O conselho de saúde da cidade de Nova York aprovou nesta quinta (13) uma regra que proíbe a venda de refrigerantes gigantes e outras bebidas adoçadas em restaurantes, cinemas, lanchonetes, cafés e estabelecimentos similares.

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A norma, proposta pelo prefeito Michael Bloomberg e aprovada por um painel de especialistas em saúde, impõe um limite de 473 ml em copos e garrafas de refrigerante não dietético, chás adoçados e outras bebidas com alto teor calórico.

A medida se aplica a lanchonetes, teatros, cinemas, cantinas em escritórios e outros locais que vendem comida pronta e refeições. Assim, não estão incluídos os supermercados e as lojas de conveniência.

A indústria de bebidas e de restaurantes diz que o plano é equivocado. Eles dizem que os especialistas estão exagerando o papel das bebidas adoçadas no aumento da obesidade nos EUA.
Alguns moradores da cidade também ridicularizaram a nova norma. Muitos acham que o veto é uma intromissão indevida do governo na vida do cidadão e dezenas de milhares assinaram uma petição, circulada pela indústria, declarando oposição à medida.

A medida é mais uma de uma série proposta por Bloomberg. Algumas foram seguidas em outras regiões dos EUA, como fazer as redes de fast food colocar a contagem de calorias dos sanduíches em local visível nos cardápios.

Nesta quarta, o McDonald’s anunciou que vai começar a apresentar as calorias nos letreiros luminosos nos EUA e na América Latina. Uma lei federal americana vai obrigar todas as redes a fazer o mesmo em 2013.

Nova York também vetou gorduras trans artificiais em restaurantes e tomou medidas duras para desencorajar o tabagismo.

Neste mês, dezenas de hospitais vão pedir às mães de recém-nascidos para escutar argumentos pró-amamentação, para evitar o uso de leite artificial.

A mudança nos refrigerantes pode reduzir o consumo de calorias, dizem os defensores da medida. Uma coca de 473 ml tem 200 calorias. A de 590 ml tem 240 calorias. Para alguém que toma um copo por dia, a diferença é de 14.600 calorias em um ano, ou 70 barras de chocolate, o suficiente para acrescentar 1,8 kg de gordura no corpo de uma pessoa.

Especialistas em nutrição e médicos dizem que a proposta estimula um debate que pode levar a mudanças de hábito alimentares. Ainda que haja muitos fatores influenciando a obesidade, “no fim, é uma questão de cultura e de dar os primeiros passos”, afirmou Jeffrey Mechanick, professor da Escola de Medicina Mount Sinai que estudou o efeito de regulamentações do governo sobre a epidemia de obesidade.

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Fabricantes e vendedores dizem que o plano põe, de forma injusta, a culpa do problema de obesidade dos EUA em cima dos refrigerantes, além de ser um excesso do governo na regulamentação do comportamento das pessoas. A regra seria cheia de furos e inútil, segundo eles. Por exemplo, o veto se aplica a um refrigerante vendido em um estádio mas não um vendido em uma loja de conveniência.

A aprovação da norma não deve ser a palavra final sobre a proposta.

Um grupo patrocinado pela indústria de refrigerantes chamado New Yorkers for Beverage Choices, que afirma ter juntado 250 mil assinaturas contra o veto, diz que estuda abrir um processo na Justiça e procura opções na legislação para contestar o plano.

A nova regra não se aplica a bebidas com baixa caloria, como água ou refrigerante diet, a bebidas alcoólicas ou que tenham mais de 50% de leite ou 70% de suco sem açúcar. Uma violação da norma, que entra em vigor daqui a seis meses, pode render multa de US$ 200.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Dicas “quentes” para comprar um forno combinado

Hoje vamos falar um pouco sobre fornos combinados. Para muitos o forno combinado é algo totalmente desconhecido. Se você não sabe o que é um forno combinado leia nossa matéria publicada sobre o tema neste link http://www.gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2010/06/10/forno-combinado/ . Mas para você que já ouviu falar e está pensando em adquirir um forno combinado a GR colheu a opinião de várias pessoas e restaurantes que já tem  experiências com fornos combinados e publicaram suas opiniões em nosso fórum de discussão.

0309bO forno combinado é um equipamento bastante eficiente, isso é inegável. Mas na hora de adquirir seu forno é preciso pesquisar bastante, afinal o investimento é elevado. As dúvidas dos interessados em adquirir estes fornos são das mais diversas.

Qualidade no preparo

Uma das dúvidas é sobre a qualidade das comidas preparadas no forno. Muitos fabricantes garantem que é possível fazer batata frita, polenta frita, assados, tortas, arroz, ovo frito. Mas será que o resultado final como sabor, textura e aparência destes preparos se iguala aos preparos convencionais?

Na opinião de muitos os assados de carnes, legumes e arroz ficam excelentes e com sabor característico bastante acentuado. Uma das maiores críticas é com o ovo frito que segundo os usuários ficam com textura de emborrachado. Outros enfrentam dificuldades no preparo de pudins

Assistência Técnica

Como o forno combinado é um equipamento com bastante tecnologia é importante comprar o equipamento de empresas que oferecem assistência técnica do produto, que no caso a maioria das empresas oferece, mas fique atento à localização da assistência técnica. Se não houver assistência técnica localizada em sua cidade um pouco de paciência para o deslocamento de um técnico será necessária. O ideal é que se dê a preferência para marcas sólidas no mercado.

Treinamento

Os fornos combinados são de fácil manuseio, mas isto não quer dizer que não exija treinamento. É importante manter mais de uma pessoa treinada, para que eventuais surpresas possam ser evitadas no caso da ausência de algum funcionário. O ideal é que o gerente ou proprietário também passe pelo treinamento a fim de manter a equipe sempre treinada. certifique-se de que a empresa oferecerá treinamento para sua equipe.

Preços

Existem fornos combinados com as mais diversas funcionalidades e tipos de tecnologia, além do tamanho é claro. Por este motivo os preços podem variar bastante. O ideal é procurar bastante e adquirir um forno que atenda à sua demanda com folga, afinal é preciso pensar num possível crescimento da produção. Você encontrará no mercados fornos de R$ 10.000 a R$ 100.000 por isto avalie bastante.

Por fim é importante dizer que muitas empresas oferecem aulas show para você conhecer o funcionamento do forno combinado sem compromisso.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Alimentos congelados: como conservar os nutrientes

A praticidade da comida congelada é o que mais chama atenção, porém, ainda é questionada por muitos, se é saudável ou não.

Para o espanto de alguns, os congelados são saudáveis sim, mas somente se a comida for congelada da maneira correta. De acordo com a nutróloga Liliane Oppermam o congelamento em alguns alimentos gera o dobro de nutrientes.
“O alimento congelado se torna rígido, tornando mais difícil a proliferação de microrganismos causadores de doenças. O feijão verde, por exemplo, quando ele é congelado a vitamina C concentrada no feijão multiplica. Outra vantagem é que evita o desperdício dos produtos, pois eles podem ser armazenados por muito mais tempo no congelador”, explicou.

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É necessário ficar de olho em todos os detalhes do produto, validade e embalagens. Escolher bem os alimentos e conservá-los corretamente faz toda a diferença não só na hora de consumi-los, mas também para saúde. Embalagem, qual eu escolho? A embalagem tem uma importância muito grande durante o congelamento.
Ela permite que o alimento se mantenha com todas as suas características, incluindo a textura e o sabor. Antes de iniciar qualquer procedimento, analise a embalagem e identifique se tem furos ou se é fácil de rasgar. Evitando que o alimento tenha contato com o ar do freezer e perda nutrientes. A embalagem ideal para o congelamento de carnes, por exemplo, é o saco plástico ou de papel aderente.

Já o papel alumínio é muito utilizado pela dona de casa para embalar, no entanto corre o risco de não soltar a carne podendo ressecá-la. Conheça os passos para congelar os alimentos corretamente conservando todos os nutrientes:
Potes plásticos, de vidro ou sacos próprios para o armazenamento de alimentos são os mais recomendáveis para o congelamento. Além de ser, ideais para o consumo de uma refeição.

1° passo – Etiqueta: Para o congelamento o primeiro passo é identificar a etiqueta do alimento como data de fabricação e validade.
2° passo- Temperatura: Esteja atenta à temperatura do freezer, o ideal é abaixo de 18° C, é possível congelar o alimento por três meses mantendo essa mesma temperatura.
3° passo – Frutas: Retire os caroços e armazene somente a quantidade que será consumida.
4° passo – Hortaliças: O congelamento das hortaliças é preparado de acordo com a técnica chamada branqueamento, que consiste em lavar e separar as partes estragadas do alimente, depois lavar em água fervente e logo em seguida colocar em água fria. Provocando um choque térmico, eliminando as bactérias.
5°passo – Carnes: Qualquer tipo de carne pode ser congelada, mas é recomendável que ela esteja fresca. Limpe as partes comestíveis, sem temperar e armazene as partes que serão ingeridas.  Caso, a carne já foi congelada crua, ela só pode ser recongelada novamente sob forma de prato pronto.
6°passo – Alimentos que não podem ser congelados: Maionese, banana, pêra, macarrão sem molho, creme de leite, tomate, batata, pepino, salsão, pudins, queijos cremosos, ovos e iogurte. Esses alimentos perdem a textura e o sabor se for congelado.

Quero descongelar, como eu faço? Como para congelar cada alimento exige de algum cuidado, na hora de descongelar também existem algumas regras. Doces em geral e frutas, após retirar do congelador devem ser mantidos fora da geladeira, em temperatura ambiente. Sendo descongelados ainda embalados. Já as carnes e queijos podem ser mantidos na geladeira até o descongelamento total. O único tipo de alimento que pode ser descongelado na hora e consumi-lo são os pré-prontos. Eles podem ser levados diretamente ao micro-ondas ou fogão.

Fonte: Terra – 19/08/2012

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Culinária local e slow food são tendências do mercado de food service

É fato que o mercado  da alimentação está em expansão e as pessoas gastam uma parcela maior do orçamento com alimentação fora do lar.  Entre as principais tendências, Nilton Peccioli, consultor especialista em meios de alimentação do Sebrae, aponta a busca por alimentos saudáveis, diet/light, a preferência por alimentos premium, culinária local, produtos artesanais, slow food ao invés de fast food e ainda certificação de origem. “Já do ponto de vista da gestão, as redes sociais se constituem armas mortíferas para o consumidor comunicar e partilhar suas opiniões num  boca a boca virtual”, revela.
Lucro de até 20%

O bom nível de emprego e o aumento da renda no Brasil estimulam o desenvolvimento do food service. A boa fase da economia está estimulando o setor de serviços no Brasil e uma das áreas mais beneficiadas é a de alimentação. O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) estima que já existam 1,5 milhões de bares/restaurantes no país, que geram 4,5 milhões de empregos.

barrestSegundo Karyna Dantas, consultora especialista para alimentação fora do lar do Sebrae-SP, se bem administrada uma empresa pode ter lucratividade variando entre 10% a 20%. “Mas é preciso ter uma gestão bem assertiva e um gestor participativo”, ressalta.
Ela orienta que antes de pensar em custos é preciso elaborar o cardápio. O interessante é que o futuro empreendedor analise o que vai ofertar ao cliente para depois prever todos os custos de investimentos, abertura e implementação do negócio.
A informalidade é sempre dúvida: pode-se pagar menos impostos, mas o empresário não tem acesso a financiamentos, fica fora das regras legais e por isso pode se acomodar e não pensar em crescer. Uma alternativa é o Empreendedor Individual, do Ministério do Desenvolvimento, que formaliza os negócios com o pagamento de um valor fixo mensal de R$ 36,10. Veja mais em www.portaldoempreendedor.gov.br

Fonte: Rede Bom Dia

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Restaurantes apostam em consumo light

saladEmpresas cortam gorduras e incluem opções mais saudáveis nos cardápios para atender a um consumidor preocupado com a saúde e os hábitos alimentares
A busca por uma alimentação mais saudável tem aberto novos caminhos para quem quer investir no setor de restaurantes. Atentas à tendência das refeições lights, algumas empresas crescem no mercado com opções menos gordurosas e mais nutritivas. É o caso do restaurante Jakaru Peixes, o primeiro de Manaus a oferecer peixe regional “express”. O empreendimento foi inaugurado no último dia 19 na Praça de Alimentação do Amazonas Shopping Center (segundo piso) pelo empresário Ricardo Di Carli e mais dois sócios, que investiram R$ 300 mil.

Ele explica que a “casa” quer dar aos clientes a opção de comer peixes sem ter que gastar muito tempo e dinheiro. Assim como faz em outros restaurantes de shopping, o consumidor terá no cardápio opções variadas, que ficam prontas em até 15 minutos. A diferença é que os pratos principais serão filé de peixe (pirarucu, aruanã, tucunaré e pescado, por exemplo) e costela de tambaqui grelhada. Outro diferencial do Jakaru (que em tupi-guarani significa “vamos comer”) é que nenhuma das refeições será feita com óleo. Os alimentos serão grelhados ou preparados no vapor. “Não trabalhamos com fritura. Comprei um forno importado, o mesmo usado no casamento do príncipe William, da Inglaterra.

Nesse forno preparamos 80% da comida. Até a batata será feita sem fritura”, explicou. Além das guarnições tradicionais, o Jakaru oferece também opções regionais, como baião de dois, farofa de ovos com banana, pirão e caldinho de peixe. Para compor o prato, o cliente pode escolher até três delas. “Os preços das refeições são acessíveis. Eles variam de R$ 16,90 a R$ 24,90”, disse. Embora tenha optado por um formato de atendimento rápido, Di Carli não classifica o restaurante como fast food porque quer evitar uma possível associação com outras empresas que fornecem comidas gordurosas.

De olho

No Sudeste Um dos objetivos de Ricardo e dos sócios é estudar o mercado e expandir o negócio pelo Brasil, com foco em Manaus, Boa Vista, Belém e na região Sudeste. Para tanto, os empresários esperam ter o retorno desse primeiro investimento no prazo de dez meses. “O modelo de franquia é o mais viável hoje e uma tendência no País. Em Manaus o comércio está muito aquecido, temos outros shoppings com potencial para o nosso tipo de empreendimento”, avaliou. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o número de franquias de alimentação cresceu 201% no Brasil entre 2001 e 2010. No Amazonas, o segmento de alimentação fora do lar, que abrange diferentes tipos de restaurantes, emprega 80 mil pessoas, aproximadamente, conforme dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/AM).
Arab Café

Beirutes, kaftas, esfirras e kibes que utilizam trigo integral, grão de bico, beringela, alface, tomate e outros legumes. A combinação desses ingredientes com temperos importados do Líbano e com itens regionais fez o amazonense apreciar o cardápio do Arab Café. Já instalado no Manauara Shopping, o restaurante terá uma segunda unidade no Manaus Plaza Shopping, a partir da próxima terça-feira (29). “Montamos um cardápio para mostrar ao amazonense o sabor original da comida árabe. Temos um público árabe, que é muito numeroso, mas os manauaras também apreciam, até porque os alimentos têm bastante fibra.

Os vegetarianos são frequentadores assíduos”, comentou Salim Sultan, proprietário do restaurante. O empresário libanês pretende instalar uma unidade delivery no prazo de três meses, na zona Centro Sul. Sultan também estuda a possibilidade de investir no Amazonas Shopping até o fim do ano. “Nosso carro-chefe é a esfirra de carne. Em segundo lugar está a esfirra de tucumã com queijo, que é uma invenção nossa”, afirmou.

Fonte: A Crítica

 

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Falta de higiene fecha 607 restaurantes em São Paulo

imageAlimentos mal armazenados ou sem refrigeração, além de moscas e baratas, causaram interdições

Flagrados por apresentarem condições precárias de higiene, 607 restaurantes, lanchonetes e mercados, entre outros estabelecimentos, foram interditados pela Vigilância Sanitária da cidade de São Paulo no ano passado. O número é 20% maior do que em 2010, quando ocorreram 505 fechamentos temporários. Os agentes sanitários chegaram a esses locais após denúncias da população e inspeções de rotina.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), as interdições ocorrem quando são identificados problemas como alimentos com a validade vencida ou estocados em locais sem ventilação ou refrigeração adequada ou ainda infestados de insetos, principalmente baratas e moscas.

A multa ao estabelecimento vai de R$ 100 a R$ 50 mil, dependendo da infração. Em casos de interdição, a reabertura só é permitida após a situação ser regularizada. A SMS não soube informar o motivo do aumento, mas afirma que um local pode ter sido alvo de mais de uma blitz.

A Vigilância Sanitária atua, muitas vezes, em conjunto com o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), que prende em flagrante quem estiver vendendo comida estragada e sem origem de fabricação. No último dia 7, mesmo sem apresentar falhas de limpeza, o restaurante Ritz, na Alameda Franca, Jardins, foi acusado pelo DPPC de armazenar comida com prazo de validade vencido. Foram recolhidos 280 quilos de peças como queijos, pancettas e leite de cabra impróprios para consumo. Um gerente foi preso. Procurada pelo JT, a assessoria do restaurante não respondeu.

A professora Avany Bon, coordenadora da Faculdade de Nutrição da Universidade Anhembi Morumbi, alerta que alimentos vencidos ou armazenados de forma imprópria podem provocar infecção e intoxicação alimentar, causando diarreia e vômito. Em casos graves, podem levar à morte por desidratação. “Um alimento vencido ou que foi malconservado pode conter um número maior de micro-organismos, bactérias, vírus, ou fungos, que podem causar um distúrbio gastrointestinal.”

O delegado Marcelo Jacobucci, titular da 1ª Delegacia de Saúde Pública do DPPC, diz que o que mais se apreende são queijos estragados. E, segundo ele, foi detectado que quem mais guarda comida estragada são mercados, padarias e restaurantes. “Só no ano passado foram 110 toneladas de comidas assim”, lembra Jacobucci.

Fonte: O Estado de São Paulo – 10/02/2012

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Restaurantes inovam e oferecem até condução aos clientes em Manaus

Novo serviço começa a ser adotado em Manaus para fidelizar e aumentar clientela

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Restaurantes de Manaus começam a investir em um novo serviço que oferece comodidade e economia aos clientes, o traslado. Tendo principalmente executivos como público-alvo, o sistema garante transportar o consumidor em qualquer lugar da cidade para o restaurante e deixar no local de origem sem custo extra.

Aumentar o fluxo de clientes foi o que motivou a adesão do traslado pelo restaurante Naia, localizado nas dependências do hotel Holiday Inn Manaus.

“A ideia era melhorar o ponto de venda e desmistificar o paradigma, identificado por uma pesquisa, de que restaurante de hotel pode ser frequentado somente por hóspedes”, explicou o diretor de vendas e Marketing, David Pressler.

A promoção consiste na redução do preço do buffet executivo do almoço de R$ 45 para R$ 29 e na oferta de traslado em uma van das 11h às 14h30 de segunda a sexta-feira, transportando de uma a 13 pessoas, sem restrição. “Os sinais são de que vamos manter a promoção por tempo indeterminado, apesar de já conseguirmos obter o nosso objetivo”, disse. Segundo o diretor, funcionários das empresas do Distrito Industrial têm sido os principais usuários do serviço. 

De acordo com Pressler, essa é a primeira iniciativa de um restaurante de um hotel no Brasil. “Hotéis da rede oferecem traslado para aeroporto, metrô e shoppings, além disso, principalmente, grandes churrascarias de São Paulo e Rio de Janeiro já oferecem esse sistema”, afirmou. Para divulgar o serviço gratuito disponível há pouco mais de um mês, o Naia tem apostado em mídias (outdoor, rádio e TV) e redes sociais (Twitter e Facebook).

Serviço vai ganhar novas vans

No restaurante Picanha Mania, o sistema que oferece transporte gratuito tem dado certo com o aumento da frota de veículos para o traslado.

“Há quase um ano iniciamos com uma van, hoje já são três e se continuar do jeito que está vamos ampliar com mais uma ou duas, porque tem semana que três carros é pouco”, afirmou o gerente geral da rede, Ivan Souza, que não deu detalhes sobre o número de clientes que aderiram ao serviço.

O atendimento é em todos os dias das 9h às 21h (almoço e jantar) e o serviço no Picanha Mania também é gratuito. “Atendemos principalmente empresas do Distrito e hóspedes de hotéis”, informou. Ligando para a central de atendimento, o cliente executa o cadastro e recebe o serviço em qualquer parte da cidade.

Fonte: D24am – 18/09/2011

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Projeto exige que restaurantes informem calorias

Empresário de restaurante diz que proposta pode onerar o setor, já que precisaria de mais nutricionistas. O projeto de lei prevê multa e cassação

 

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Ir a um restaurante e saber exatamente as calorias de tudo aquilo que vai consumir. Isso pode ser possível se deputados federais e senadores aprovarem um projeto que obriga todos os estabelecimentos do País a colocar no cardápio os valores calóricos dos produtos. A proposta, que tramita na Câmara, em Brasília, prevê que quem descumprir a regra fique sujeito a punições previstas no Código de Defesa do Consumidor, a exemplo de multa, suspensão do fornecimento de produto e até cassação da licença de funcionamento.

Autor do projeto de lei, o deputado Mendes Thame (PSDB-SP) alega que, muitas vezes, o cliente ingere alimentos gordurosos por falta de informação. Ele cita estudo do Ministério da Saúde que mostra que 40% da população está acima do peso.

Com quatro unidades na Câmara, o restaurante Naturetto expõe, desde maio, cartazes com informações nutricionais. Segundo Igor Alves, nutricionista da rede, a medida foi adotada após exigência da própria Câmara.

Cliente do Naturetto, a consultora de marketing Camila Polycarpo, 29, diz achar a proposta desnecessária e não mudou seus hábitos após saber a quantidade de calorias consumida. Para ela, quem realmente está preocupado com isso procura um nutricionista.

Jaime Recena, presidente no Distrito Federal da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, acha que a medida pode onerar muito os restaurantes, já que precisariam de mais nutricionistas. “A educação alimentar tem que começar de outras formas, como no colégio”, afirma.

Atualmente, muitas redes de fastfood seguem um termo de conduta proposto, no ano passado, pelo Ministério Público de Minas Gerais e pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A obrigatoriedade para rotulagem nutricional acontece apenas para alimentos e bebidas embalados.

O projeto, que aguarda parecer na Comissão de Defesa do Consumidor, tem caráter conclusivo, ou seja, não precisa passar pelo plenário da Câmara. Se for aprovado, segue para o Senado. (da agência Follhapress)

ENTENDA A NOTÍCIA

Pesquisa do Ministério da Saúde divulgada no último mês de abril informou que 48% da população brasileira está acima do peso, sendo que 15% tem obesidade. Em 2006, os percentuais eram de 42,7% e 11,4%, respectivamente.

Fonte: http://www.opovo.com.br

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Pisando em brasa: Carvão, lenha ou gás?

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Com a procura por fornos a gás para pizza, chefs se dividem quanto à melhor opção.
A boa pizza não sai mais do forno a lenha, como antigamente, nem o churrasco de verdade é feito no carvão. A novidade agora é o gás, cada vez mais usado em churrascarias e pizzarias – sem qualquer prejuízo do ponto de vista do sabor, segundo os defensores da mudança. Eles apoiam essa defesa em questões como preservação ambiental, higiene e temperatura mais uniforme, que permitiria um controle maior do cozimento da comida. De um lado, um número crescente de empresários de restaurantes vem aderindo a fornos "flex" (no qual o calor é gerado pelo gás) para assar pizza e grelhar churrascos em pedras vulcânicas. É o que faz Ademar Sguissardi, do Barbacoa, antecipando-se à escassez da lenha.

Insubstituível
Do outro, alguns acreditam que nada substitui o calor e o defumado típicos das brasas vegetais. No Baby Beef Rubaiyat, Francisco Laerte usa carvão há 22 anos: "Dá um cheiro gostoso e influi muito no sabor da carne". Já para o especialista em carnes Sylvio Lazzarini, do Varanda Grill, o carvão não altera o sabor do alimento: "O mais importante é a qualidade da matéria-prima e sua procedência."
Na ala das pizzas, Roney Moreira, da Forno Flex, procura quebrar o mito de que a lenha deixa a massa com sabor defumado. "A fumaça sobe e a pizza está no mesmo nível da lenha", diz.

A questão ambiental tem sempre um peso importante na hora de optar entre gás ou madeira, mas não há resposta simples para essa escolha.
Embora a lenha vinda de reflorestamento possa ser considerada fonte de energia renovável, pesam contra ela as dificuldades de armazenamento e os incômodos da fumaça, que exigem investimentos altos em filtros para reduzir os impactos nocivos.

Carbono – Equipamentos que utilizam gás, por outro lado, "têm maior eficiência energética, porém o balanço de carbono é negativo [relação entre a quantidade de carbono emitida e o reflorestamento feito para compensar a emissão]", diz Carlos Eduardo Beduschi, da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo.

Lenha: forno alcança 600°C e a madeira de eucalipto não dá aroma
Discípula de Francis Mallmann, "o rei do fogo" atraído pelos usos do calor na cozinha, Paola Carosella cresceu numa casa ajardinada de imigrantes italianos, na Argentina, rodeada de lenha: churrasqueira, chapa, forno.
Manteve viva sua fixação pela chama. E é no forno a lenha que faz um trabalho preciso (e precioso) com peixes, carnes, legumes e afins.

Revestido de tijolo, sobre uma laje com camada de vidro e areia, alcança temperatura de 600ºC e retém o calor com eficiência. Por outro lado, segundo ela explica, o eucalipto não interfere no sabor das receitas, como a lenha de árvores frutíferas. "Galhos e folhas secas de videiras perfumam a carne como se fosse tempero."

Ao colocar uma carne no forno, diz, a peça doura e a água interna ferve e evapora. Ainda cru, o bife é colocado a descansar a uma temperatura mais amena na porta do forno, para que não queime.

Nesse processo, "o sangue se espalha, relaxa, e a peça fica suculenta por inteiro".
Na Bráz, o forno é alimentado com briquete – madeira prensada – para o preparo das pizzas, em temperaturas mais amenas. Para o sócio André Lima, no entanto, "a labareda de fogo é o que dá sabor".

Carvão – Toque defumado no sabor divide os cozinheiros
Francisco Laerte, o Chicão, pisou a primeira vez no Baby Beef Rubaiyat há 22 anos. Ali começou como ajudante, incumbido de preparar a grelha para que o churrasqueiro pudesse assar a carne. Acendia o fogo, espalhava lentamente a brasa, apagava a chama, lavava as grelhas.

Hoje, é ele quem coordena as cozinhas do grupo, que usam o carvão no preparo de carnes. E o sabor da matéria-prima, de seu ponto de vista, é sim alterado pela ação do carvão. Isso, mesmo com fumaça contida: a gordura expelida pela carne não cai nas brasas e levanta fumaça, ela escorre por uma canaleta que a armazena em um reservatório e depois é coletada.

Para Sylvio Lazzarini, do Varanda Grill, o tipo de grelha "não faz tanta diferença", embora faça uso do carvão, que lhe permite ter uma superfície mais extensa para acomodar as carnes.
"É preciso ter uma grelha aquecida e uma matéria-prima de qualidade", diz. "O carvão dá um toque defumado, mas não interfere tanto no sabor da carne."

Gás – Clientes não sentem a diferença, afirma união de pizzarias
As pizzarias de São Paulo estão substituindo o uso da lenha por forno a gás. Um dos motivos é evitar empecilhos como o armazenamento, que exige muito espaço e é chamariz de bichos.
Outro é eliminar a emissão de fumaça que, mesmo depois de passar por processos de filtragem, ainda exala odor característico.

De acordo com Adilson Barboza, diretor da Associação de Pizzarias Unidas (SP), a mudança de método não altera o sabor da pizza: "os clientes nem percebem".
Ainda assim, há resistência nessa transformação – para esses casos, o Forno Flex, que combina gás, fonte do calor, e lenha, tem se fortalecido como possibilidade.
Ademar Sguissardi, dono do Barbacoa, sempre esteve entretido com o ramo das churrascarias. Passou a usar pedras vulcânicas por necessidade.
Deixou o carvão de escanteio para poupar conflitos com o prédio residencial construído ao lado de seu restaurante.

E, com o tempo, descobriu vantagens do sistema a gás, sem emissão de fumaça. "Nos EUA nenhuma ´steak hous` usa carvão. Os americanos desenvolveram o ´char-broiler` (uma espécie de grelha sobre pedra vulcânica)."
Entre os benefícios que Sguissardi identifica, está a uniformidade de calor que emite, "equilibrado de forma rigorosamente igual" pela chapa, e o sumo da carne que derrete sobre as pedras e volta para as peças como vapor.
Salamandra
Na Hamburgueria Nacional, a carne é assada em uma salamandra de aço, também alimentada a gás, que emite calor constante pela parte superior, facilitando, segundo o dono, Sergio Nakata, o trabalho com diferentes pontos da carne.
Nesse processo, a gordura do hambúrguer derrete, escorre pela chapa e depois é retida em um aparador.

No St. Louis, a gordura da carne derrete, pinga na grelha e, quando bate no ferro em alta temperatura, gera uma labareda de fogo que dá o típico sabor do churrasco ao hambúrguer.

Fonte: Folha de S. Paulo

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