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Mudanças no cardápio do restaurante podem incentivar consumo saudável e aumentar lucro

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Alimentos saudáveis no cardápio podem aumentar lucro do restaurante

20082014Simples mudanças feitas nos cardápios dos restaurantes podem incentivar o consumo de alimentos mais saudáveis e ainda aumentar o lucro do negócio, segundo Brian Wansink, autor do livro Slim by Design e diretor do Food and Brand Lab da Universidade Cornell.

Em artigo publicado pelo International Journal of Hospitality Management e comentado no site da Fast Company, Wansink defende que dar destaque para as opções saudáveis, com margens de lucro maiores, impactaria positivamente sobre a saúde dos frequentadores do restaurante e ainda na saúde financeira da indústria de alimentos.

O desafio é chamar a atenção para os itens menos calóricos – muitas vezes o consumidor já pega o cardápio com o prato que pretende pedir na cabeça. Segundo o especialista, existem pesquisas que mostram como os estabelecimentos podem usar cores mais ousadas e gráficos para chamar a atenção dos clientes para as opções mais saudáveis.

Um dos “truques” para chamar a atenção é colocar entradas com preços mais baixos ao redor dos pratos mais caros. É uma forma de fazer com que o cliente compare os preços dos pratos e se estiver em busca de uma opção mais barata, a pessoa pode ser influenciada pelo preço.

Wansink também aponta que o cliente lê o cardápio do mesmo jeito que lê revistas. Por isso, colocar opções saudáveis nos quatro cantos pode ser uma forma de chamar a atenção do cliente. O especialista destaca ainda o poder das palavras – alguns estudos indicam que as palavras usadas para descrever um prato podem impulsionar as vendas em até 27%. Ou seja, os donos de restaurantes poderiam usar descrições mais elaboradas para os pratos mais saudáveis e não deixar os melhores adjetivos apenas para as comidas menos saudáveis.

Em relação ao aumento das margens de lucros, o especialista afirma que os alimentos mais saudáveis tendem a ser mais fáceis de preparar e ainda têm margens maiores. Uma salada Ceasar pode ter o mesmo preço de um cheeseburger, mas o custo do preparo é menor.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/

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Restaurantes se adaptam para atrair clientes “sozinhos”

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Até algum tempo atrás, jantar sozinho era praticamente sinônimo de pedir qualquer coisa gordurosa para viagem ou escolher um prato no serviço de quarto do hotel.

Com tais opções, evitava-se o constrangimento de se sentar para comer em um restaurante sem companhia – e o risco de ser visto como um “fracassado, sem amigos”.

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Mas com um número crescente de pessoas morando sozinhas, alguns restaurantes nos EUA, Canadá e Europa já estão se adaptando para atrair esses clientes e acabar com o estigma associado àqueles que pedem “mesa para um”.

Só nos Estados Unidos, hoje um em cada sete adultos vive sozinho.

Aaron Allen, especialista de uma empresa da Flórida que presta consultoria para restaurantes de diversos países, diz que são crescentes os esforços para tornar os estabelecimentos mais acolhedores para esse público.

Entre as estratégias adotadas com tal objetivo estariam, segundo Allen, a instalação de mais assentos de frente para o balcão do bar ou cozinha e o treinamento de funcionários para que sejam mais atenciosos com os clientes desacompanhados.

Prazer de comer
Para o empresário restaurateur Stephen Beckta, de Ottawa, um cliente sozinho é “o maior elogio que um restaurante pode receber”.

“Os clientes desacompanhados escolhem nossos estabelecimentos pelo simples prazer de comer – e não porque marcaram um encontro com alguém ou estão participando de uma celebração. Então porque não acolhê-los?”

Seus três restaurantes – o Beckta, o Play e o Gezellig – estão entre os que mais atraem pessoas desacompanhadas na capital canadense.

Além de contar com um grande número de assentos ao balcão, os três estabelecimentos também têm menus degustação, que permitem aos clientes desacompanhados se entreter com pequenas porções de até oito pratos durante o almoço ou jantar.

No Top of the Market, os cozinheiros fazem um “show” para os clientes sentados ao balcão

Os garçons estão sempre prontos para uma conversa com quem está sozinho – mas também evitam incomodar quem não está para muito papo.

“Se você vai jantar sozinho, minha sugestão é que deixe claras suas preferências”, diz Beckta.

“Uma mesa num canto discreto? Um lugar no balcão? Está disposto a conversar ou não quer ser incomodado? Um bom restaurante sempre quer agradar o cliente.”

Mudanças sociais
Allen diz que há uma série de fenômenos sociais por trás do aumento no número de clientes desacompanhados.

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“As taxas de divórcio estão crescendo e as pessoas estão esperando mais tempo antes de se casar”, observa.

“(Como resultado), não só há mais sozinhos no mercado como eles têm mais para gastar com alimentação e a vida em geral.”

Os dados oficiais confirmam que o potencial poder de compra dos que vivem sozinhos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o Escritório de Estatísticas do Trabalho calcula que eles gastem US$ 1,9 trilhão por ano.

Em Nova York e Paris, mais da metade das casas é ocupada por apenas um morador. Em Londres, essa taxa é de quase um terço. Em Estocolmo, quase 60% dos habitantes moram sozinhos.

É claro que muitas dessas pessoas também saem para comer com amigos e parentes, mas cada vez mais são frequentes os que não se importam de reservar uma mesa “para um”.

Show no balcão
O chef Ivan Flores foi contratado no ano passado pelo restaurante Top of the Market, em San Diego, nos Estados Unidos, para fazer mudanças com o objetivo de aumentar o número de pessoas que jantam sozinhas no estabelecimento.

A impressão que ele tinha era que, apesar de o restaurante já ter uma série de assentos em um balcão do qual se podia observar a cozinha, eles não eram muito requisitados porque não havia interação entre os chefs e os clientes.

Hoje, segundo Flores, as pessoas desacompanhadas se sentam nesses lugares para comer “vendo um show”, que inclui demonstrações de técnicas de culinária, degustações gratuitas e conversas com os chefs.

“Nossos clientes sozinhos adoram assistir aos cozinheiros profissionais em ação. E quando há uma pausa, eles começam a fazer perguntas como: ‘Eu fiz esse prato outro dia, mas como posso evitar que queime?’”, diz Flores.

O chef conta que às vezes ele e seus colegas anotam o e-mail de clientes para passar informações nas quais eles estão interessados.

“Fazemos de tudo para que tenham uma noite memorável”, diz Flores.

“Nossos clientes desacompanhados se esquecem de que estão sozinhos. Na realidade, deixam de estar sozinhos no momento em que pisam em nosso restaurante.”

Só mesas individuais
Já para aqueles que realmente querem se sentir sozinhos, há o Eenmaal, um restaurante em Amsterdã que só tem mesas para uma pessoa.

Criado pela designer holandesa Marina van Goor, o restaurante lotou todas as noites desde que foi inaugurado, no ano passado.

Ainda este ano, serão abertas filiais na Antuérpia, em Londres, Berlim e Nova York.

Fonte: http://economia.terra.com.br/

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O segredo para aumentar a receita do seu restaurante pode estar na palma da sua mão

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Os smartphones vieram para fazer uma revolução no modo como as pessoas comunicam entre si. Com os smartphones, houve uma mudança de comportamento no estilo de vida do brasileiro.

 

10072014Desde a substituição do antigo despertador para o alarme do celular, até mesmo a checagem de e-mail e incontáveis aplicativos desenvolvidos para os mais diversos objetivos. A interatividade propiciada pelos smartphones despertou também o interesse das empresas que descobriram com esta nova tecnologia uma importante alternativa para estreitar o relacionamento com seus clientes e aumentar o faturamento do estabelecimento utilizando o seu próprio aplicativo. Mas de que forma seu restaurante pode ser beneficiado com um aplicativo para celular?

Os aplicativos para smartphones oferecem uma grande interação com o usuário, seja para editar fotos, ler notícias ou até mesmo acessar sua conta bancária. Para restaurantes os benefícios são muitos. A GR teve acesso a um aplicativo feito exclusivamente para restaurantes, desenvolvido pela empresa Neemo que nos disponibilizou mais detalhes sobre seu funcionamento e benefícios.

Segundo Lucas Marcomini, da Neemo, o aplicativo proporciona uma série de funcionalidades fazendo assim uma interação entre cliente e restaurante, proporcionando desta forma uma serie de benefícios para ambos. Outra vantagem para bares e restaurantes é a personalização de telas, botões e ícones com a marca e identidade da empresa.

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O app, como vamos chamá-lo a partir de agora, disponibiliza todo o cardápio do restaurante para o cliente e como não bastasse é possível ainda habilitar um recurso que permite que sejam feitos pedidos e pagamento (via PayPal) pelo smartphone. O cliente tem também acesso a uma série de informações como agenda e programação do restaurante, fotos dos pratos e do local, informações como endereço e horário de funcionamento e um canal exclusivo com o restaurante, que pode ser acessado para enviar sugestões ou críticas. Outra funcionalidade muito interessante oferecida pelos smartphones é a “Push Notification” que permite enviar notificações para o usuário do smartphone. No caso deste app, os clientes podem receber informações sobre promoções ou sobre a programação do seu estabelecimento e o melhor de tudo é que não há nenhum custo para o envio destas mensagens.

Para o restaurante as vantagens são muitas, afirma Lucas, da Neemo. A disponibilidade de um cardápio sempre à mão do cliente independente de onde ele esteja abre um novo leque de mercado para o restaurante. Outra grande vantagem é atrair o cliente para seu estabelecimento em dias de pouco movimento enviando mensagens diretamente para o celular informando sobre promoções exclusivas. Por fim, a possibilidade de fornecer ao cliente um canal de comunicação direto com seu estabelecimento permite receber informações importantes para avaliar a satisfação dos clientes com o seu empreendimento.

A utilização do app é bem fácil e intuitiva, tanto para o cliente quanto para o gerenciamento das informações pelo restaurante.

Ter a tecnologia como aliada para fortalecer a marca do seu empreendimento, aumentar seu mercado ou fidelizar clientes já é uma realidade e está ao alcance de todos, ou melhor, na palma da sua mão.

Neemo ainda nos enviou dois cases que mostram os detalhes de como ficam o resultado da personalização dos aplicativos para um bar ou restaurante.

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“A GR conseguiu junto à Neemo um desconto especial para seus leitores neste mês da Copa. Na contratação do aplicativo on-line, será concedido um desconto de R$ 100,00. Para receber o desconto basta digitar a palavra “HEXACAMPEÃO” na página de contratação do aplicativoclicando aqui.”

Colaboração:
imageNEEMO – DESENVOLVIMENTO MOBILE SOB MEDIDA
Site: http://www.neemo.com.br
E-mail: comercial@neemo.com.br
Tel: (014) 3274-2087

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10 Dicas para aprimorar o cardápio do seu restaurante

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Aprenda técnicas para manter um cardápio com boa apresentação para vender mais.

 

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Pesquisas de satisfação. Uma grande aliada do seu restaurante

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Quando as vendas estão indo bem, sentimos que estamos no caminho certo na gestão do nosso empreendimento. Obviamente o volume de vendas é um bom indicador, mas e quando as vendas começam a cair gradativamente e você começa a se perguntar: “Não é possível, estava tudo indo bem alguns meses atrás. O que está acontecendo?”

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As situações que podem levar o restaurante a uma queda de faturamento consecutiva são diversas, como economia, concorrência, preços, má prestação do serviço. Deixar o tempo lhe mostrar que o seu faturamento vem caindo gradativamente é a grande falha cometida por muitos empresários. O padrão de qualidade do seu restaurante deve ser constante e ninguém melhor do que o seu cliente para lhe dizer isto.

Uma pesquisa de satisfação não deve ser feita só quando as coisas vão bem, ou só quando as coisas estão mal. O objetivo de uma pesquisa de satisfação é manter o padrão de excelência do seu estabelecimento. Realizar uma pesquisa de satisfação a cada 3 meses é essencial para sentir como anda seu negócio na percepção dos clientes.

Muitos empreendedores se esquivam de realizar pesquisas de satisfação, parece que até têm medo do resultado da pesquisa. Outros evitam por achar muito difícil realizar a pesquisa e avaliar seus resultados. É preciso  ouvir quem mais interessa para o seu negócio, o seu cliente, ou então deixar que o medo de perder sobreponha à sua vontade de ganhar.

Há diversas formas de se realizar uma pesquisa de satisfação para avaliar constantemente como está a qualidade do atendimento, dos pratos, do ambiente, dentre outros. Veja a seguir como podemos de forma simples, obter um feedback do nosso cliente.

1 – Distribua cartões de opinião. Dê a sua equipe de garçons estes cartões de opinião para serem distribuídos no ato do fechamento da conta. Se preferir deixe os cartões na mesa, ao lado dos guardanapos. Os cliente devem ser orientados a deixarem a pesquisa numa caixa localizada na saída do estabelecimento. Assim o cliente não ficará intimidado para responder algo negativamente sobre o próprio atendimento do garçom.

Estes cartões podem apresentar questões específicas relacionadas com elementos do seu restaurante que você está curioso para saber. Você também pode estabelecer uma grau de satisfação em cada categoria, com notas de 0 a 10 por exemplo. Assim numa próxima pesquisa será possível avaliar se o padrão caiu, permaneceu constante ou aumentou.

2. Crie um formulário de comentários em seu site. Disponibilize a pesquisa de satisfação em seu site e peça a seus clientes para preenchê-lo.  Você pode utilizar mídias sociais como facebook para obter estes feedbacks também.

3 – Faça pesquisas via e-mail enviando uma newsletter solicitando a opinião do cliente referente à sua última vista. se você não tem um banco de e-mails de seus clientes já está na hora de começar a montar um, pois ele pode ajudá-lo muito nas pesquisas de satisfação ou até mesmo para o envio de promoções, eventos, etc.

4 – Modificações recentes também merecem uma avaliação mais criteriosa. Seu restaurante fez modificações no cardápio? Mudou o ambiente? Pergunte ao cliente o que ele achou destas modificações e avalie se as modificações foram positivas.

Evite oferecer descontos ou promoções para que os clientes respondam às pesquisas. Apesar deste método colaborar para o aumento de respostas, podem interferir no resultado da pesquisa pois clientes que não tem nada a dizer sobre seu negócio podem respondê-las apenas para receber o desconto.

Um estabelecimento que realiza pesquisas de satisfação é sempre bem visto por seus clientes, pois eles sabem que suas opiniões serão utilizadas para melhorar suas experiências futuras.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

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Garçom não poderá mais servir nada sem a autorização do cliente no Rio

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Nova lei proíbe que garçom sirva pratos e bebidas que não foram pedidos. Produto colocado na mesa a contragosto do cliente não precisará ser pago.

No Rio de Janeiro, uma nova lei proíbe que os garçons de bares e restaurantes coloquem na mesa dos clientes comidas e bebida sem serem chamados. Geralmente, isso é quase automático. O cliente chega e o garçom começa a servir.

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“Linguiça, pão, carne e cerveja. Vários tipos de bebida estão sendo oferecidos na mesa. Realmente, é um pouco complicado nesse sentido porque, por vezes, a gente não pede e eles já estão trazendo”, aponta o consultor imobiliário Pedro Abecassis.

No estado do Rio de Janeiro, esse incômodo acabou. Incômodo? “Eu, como consumidora, não me sinto agredida pelos garçons oferecerem bebida e petiscos. Eu acho que é um comportamento bem carioca dos bares”, confessa a jornalista Janaína Cardoso.

Anova lei começou a valer na quinta-feira (29). O garçom não pode mais servir nada sem a autorização do cliente, como couvert, bebida e sobremesa.

Segundo a nova lei, o produto que o cliente receber na mesa sem ter pedido será considerado cortesia ou amostra grátis e o consumidor não será obrigado a pagar. Para ser atendido, só da maneira tradicional: gritando “garçom!”.

Em São Paulo, uma lei semelhante proíbe a cobrança pelo couvert se não for um pedido do cliente.

A nova lei não incomodou o sindicato que representa os bares e restaurantes do Rio. “Eu acho que esta lei é boa porque ela vem para dar mais transparência na relação entre o cliente e o restaurante”, afirma Fernando Blower, vice-presidente do Sindicato dos Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro.

A polêmica rendeu entre os consumidores. “Se tiver vontade, realmente você pede”, acredita a vendedora Tuane Matos. “Vai fazer a gente ficar agora toda hora chamando o garçom para ele vir até a mesa”, fala o arquiteto Diogo Malfi.

Agora, vai ser preciso ficar toda hora chamando o garçom para vir até a mesa. O garçom Antonio, acostumado a servir generosamente à clientela, terá que se adaptar. “O cliente chega e já sirvo a linguiça, tradicional, que é o nosso couvert da casa”, conta o garçom Antonio Paulo Araújo.

Fonte: http://g1.globo.com/

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Culinária slow food agrada e conquista clientes

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Pratos são preparados com calma e ao gosto do freguês. No Brasil, apenas alguns restaurantes adotam o estilo pouco conhecido

Comum na Europa, a culinária no estilo slow food é pouco difundida entre os brasileiros, embora alguns estabelecimentos invistam no estilo. Trata-se de um restaurante que tem um outro olhar sobre a gastronomia e a relação com o cliente. Ele se distancia do foco estritamente comercial e oferece um ambiente intimista, onde os chefs abrem as portas de suas casas para receber clientes como se fossem visitas para preparar suas próprias receitas.

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Neste tipo de restaurante, como o nome já indica, é importante não ter pressa. Como o serviço é personalizado, os pratos são preparados com calma, especialmente para o cliente e para aquela ocasião específica. Músicas tranquilas em um clima exclusivo e acolhedor embalam a refeição. A quantidade de clientes é limitada, pois não há funcionários suficientes para atender uma grande demanda. Em alguns casos, o próprio dono do estabelecimento se desdobra como anfitrião e dentro da cozinha, preparando as refeições. Por isso, sempre é necessário ligar e reservar com antecedência.

Na Região dos Lagos, Rio de Janeiro, há ao menos dois restaurantes que seguem este estilo. Em Armação dos Búzios, o Baroque, de culinária europeia, é propriedade do maitre alemão Michael Muller e da chef tcheca Ivana Brozeo, sua esposa. Com sotaque típico de seus países de origem, o casal recebe os clientes pessoalmente. A casa decorada no estilo barroco, com móveis trazidos de seus países de origem, como num antiquário, é o cenário para uma refeição diferenciada. Talheres de prata e cadeiras do início do século passado, à meia luz, transformam o jantar em um evento. A chef Ivana faz questão de ouvir os anseios do cliente para, juntos, decidirem o que será servido no jantar. Na área externa, um quadro escrito à mão mostra os pratos mais vendidos, o que ajuda bastante na hora da escolha. O alemão completo, a costela defumada ao molho barbecue e o goulash estão entre o mais pedidos.

Em Cabo Frio, a Casa da Leela trabalha com cardápios fechados e temáticos. Inaugurado em 2011, em uma simpática casa hexagonal no estilo mediterrâneo um pouco afastada do centro o estabelecimento é a antiga casa de veraneio da proprietária, adquirida na década de 60. “Tudo é feito com muito carinho e o tratamento é personalizado. Como chef, eu posso pensar no cardápio direcionado ao cliente que vou receber”, afirma a dona, Laura Bucovich. Sempre com reservas, ela prepara um menu fechado, diferenciado a cada semana, para grupos de clientes. Alguns temperos utilizados são da horta que Leela cultiva no jardim da casa. “Eu gosto muito de fazer jantares temáticos, como indiano, espanhol, grego, árabe e francês. Adoro criar novos pratos, então acredito que não conseguiria manter um cardápio fixo no restaurante”. Laura Bucovich, a Leela, resume bem o espírito de seu empreendimento: “Eu digo que eu não tenho um restaurante, e sim, uma casa onde recebo meus amigos que pagam”

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