Precisando renovar? Veja o estilo de alguns balcões de restaurantes e bares

Pensando em renovar o seu bar? Veja algumas opções de balcões dos mais diversos tipos. Veja o que mais combina com seu restaurante ou bar tire algumas idéias.

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Restaurantes com minicozinhas exigem ‘malabarismos’ diários

“Ela não tem glamour, são apenas duas bocas de fogão e um pequeno forno. Nem sinal de lava-louças. Acho que as pessoas gostam do meu programa porque se identificam com a minha cozinha”, diz à Folha a apresentadora Rachel Khoo.

Simples e descontraído, seu programa, “A Pequena Cozinha em Paris”, estreou no canal GNT no mês passado.

 

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Miniatura de cozinha feita em madeira

Essa inglesa de 32 anos que desembarcou em Paris para se dedicar à gastronomia ensina receitas francesas em uma minúscula cozinha.

No flat, onde acontecem as gravações, ela estende diariamente o colchão para dormir porque não há espaço suficiente para uma cama. Afinal, são só 21 m2 (uma mesa de sinuca profissional, por exemplo, tem cerca de 5,5 m2).

Sua cozinha também exige adaptações (e paciência): sem poder acomodar uma segunda (ou terceira) câmera, Rachel precisa gravar cada uma das receitas até três vezes.

Mas os pequenos espaços não a incomodam. Pelo contrário. É possível preparar “quase tudo” neles, diz.

No embalo da estreia de seu programa no Brasil, o “Comida” visitou quatro restaurantes cujas cozinhas têm entre 4,5 m2 e 18,5 m2.

Conheça os “malabarismos” praticados nesses espaços, que chegam a atender até 140 pessoas por turno -almoço ou jantar. Depois de um sofrimento inicial e com algum planejamento, é possível superar o aperto.

 

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Na minicozinha do restaurante Suri, três funcionários trabalham em 11,4 m2

Assim que alguém grita “queima”, os funcionários da cozinha do restaurante Bravin, em Higienópolis, interrompem os movimentos bruscos e não dão sequer um passo à frente. Ou atrás.

A “palavra de guerra” significa que uma frigideira carregada de óleo fervente ou uma bandeja fumegante recém-saída do forno podem estar a caminho. O “queima” pretende evitar acidentes.

Códigos como esse são usados com frequência na cozinha de quase todos os restaurantes. Mas eles têm mais importância quando se trata de uma área de trabalho de dimensão restrita, como as visitadas pelo “Comida”.

São espaços com medidas de, no máximo, 18,5 m2 -para ter ideia, o tamanho médio das cozinhas da rede Ráscal é de 40 m2. Outros restaurantes, como o La Casserole, na República, e o Pobre Juan, em Higienópolis, têm cozinhas com cerca de 100 m2.

Não é o caso do Suri, em Pinheiros. Ali, o espaço para preparar pratos quentes é de apenas 11,4 m2. Receitas como o salteado de filé-mignon com limão e pimenta-amarela são feitas em um corredor de… 1 m de largura.

Para andar pela cozinha de ponta a ponta, é preciso se esgueirar entre os três funcionários que trabalham ali. E, vez ou outra, as trombadas são inevitáveis.

Já na Tenda do Nilo, no Paraíso, as três ocupantes da cozinha parecem pouco se mover. Simples, não há espaço. Elas têm cerca de 1 m2 de área útil para preparar as cobiçadas receitas árabes da cidade.

“A cozinha da minha casa é maior. Mas prefiro trabalhar aqui porque tudo está à mão”, conta Xmune Isper, a sócia responsável pelo cardápio da Tenda do Nilo.

 

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PLANEJAMENTO

Para atender aos quase 120 clientes que comparecem ao almoço dos sábados, Isper apronta parte das receitas previamente. É o caso da coalhada e do homus.

Preparar com antecedência molhos e caldos, porcionar carnes, processar cebola e alho são ferramentas importantes nessas cozinhas para economizar tempo e espaço.

Outro recurso é planejá-las. Flávio Miyamura, do Miya, em Pinheiros, contratou um arquiteto com experiência em cozinhas pequenas para projetar a sua. E, no final das contas, até acoplou gavetas refrigeradas debaixo do fogão.

Como não há espaço de sobra para estocar ingredientes, a dimensão reduzida da cozinha pode se refletir nos menus. “Não posso ter um cardápio longo de cantina. Estamos limitados pelo nosso tamanho”, afirma o chef Miyamura.

Mesmo assim, a boa organização dessas casas pode fazer fama. Na Tenda do Nilo, certa vez, um cliente disse a Xmune Isper: “Vou trazer minha mulher para ver a sua cozinha. Quem sabe assim ela valoriza a dela”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

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Confira as diferenças entre cantinas e pizzarias

Saiba o que fazer para ganhar espaço no segmento

Quando o assunto envolve o mundo dos negócios, retire da cantina e da pizzaria o sotaque italiano e você não encontrará muitas outras semelhanças entre as duas operações.

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Segundo empresários do ramo, a gestão desses empreendimentos exige do interessado recursos financeiros e estratégias de mercado tão distintas como as culturas que separam o norte do sul da Itália, país que é o berço gastronômico desses restaurantes. E o sucesso no setor, dizem, vai depender da plena compreensão dessas regras.

O ponto mais dissonante entre cantina e pizzaria versa sobre as estratégias adotadas para cada uma das operações. Segundo Adri Vicente Junior, diretor da consultoria Food Service Company, especializada no assunto, enquanto a pizzaria exige do empreendedor investimentos e uma busca constante por inovação (tanto na gestão quanto na concepção do cardápio), a cantina, pelo menos da cozinha para fora, demanda o apego fiel às tradições, que vão do clima de festa regado a vinho e canções típicas até o atendimento personalizado e informal feito pelo dono na porta de entrada.

“A pizzaria tem de investir em uma operação de delivery ágil e profissional, hoje fundamental para o negócio que tem de vender três mil pizzas por mês para sobreviver em meio a muita concorrência”, afirma Adri. “Já a cantina tem muito da tradição, de gerações de familiares acostumados ao mesmo ambiente.”

Trocando em miúdos, o consultor aconselha o empresário do ramo a seguir o que já fazem na prática donos de estabelecimentos antigos da capital paulista. É o caso de Jefferson Puppo, conhecido como Fininho. Ele é dono de quatro casas na cidade – três cantinas tradicionais (Cantina do Piero, L´Osteria do Piero e Originale Tratoria) e um restaurante de origem italiana que também é pizzaria no turno da noite (Famiglia Puppo´s).

“A pizza te dá mais flexibilidade para criar. Já a cantina, é assim: tem de ter a participação do dono e o apego às tradições”, ensina Fininho. Ele divide seu tempo entre a burocracia do negócio, que organiza no intervalo entre o almoço e o jantar, e a representação típica do papel de ´cantineiro´, que envolve a circulação constante por entre as mesas e sessões de apertos de mãos dos fregueses. “Eu faço hoje as mesmas coisas que aprendi lá atrás, como garçom”, confessa, para a satisfação de um de seus concorrentes, Fábio Lellis.

Fábio é outro empreendedor apegado com as raízes de ser dono de um negócio familiar. Ao lado do irmão Adriano, Fábio representa a segunda geração no comando da Lellis Trattoria, cantina inaugurada há 30 anos pelo pai, João Lellis. “Nossa única novidade nesses últimos anos tem sido a introdução de alguns processos e tecnologias de produção”, conta ele, que hoje pilota uma rede com três unidades: a da capital paulista, onde tudo começou, outra em Campinas e mais uma em Curitiba. “Aos poucos, implementamos mudanças que o público não vê, como sistemas operacionais para todo o tipo de controle, além de máquinas para embalar as massas e os condimentos”, revela Fábio, que namora opções para abandonar a produção artesanal de massas. “Vi umas máquinas numa feira e, se comprarmos, vamos triplicar nossa capacidade de produção.”

Inovação

Esse apego ao passado, contudo, não é visto entre os donos de pizzarias da cidade. Um exemplo é Cláudio Costa Ávila, que há mais de duas décadas trabalha com restaurantes e, há um ano, adquiriu a Forneria do Santa, lançada há oito anos por outros empresários.

“Eu me interessei pela casa por ela já ter um jeito diferente, de casa do interior”, conta o empreendedor, que passou a investir em inovações tanto no cardápio quanto no serviço prestado aos consumidores.

“O público quer novidade. Temos recheio de queijo brie com agrião e serviços como um kit para as crianças preparem sua própria pizza, além de um mágico que fica interagindo com as mesas”, destaca Cláudio Costa.

Fonte: Estadao.com

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De portas e cozinhas abertas

Restaurantes que permitem a visitação do público às suas cozinhas fazem disso uma forma de transmitir segurança aos clientes e fidelizá-los

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Conhecer a cozinha onde são preparados os alimentos que consumimos fora de casa parece improvável, mas existem leis municipais – nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo – que torna obrigação de restaurantes, bares e outros estabelecimentos do food service abrirem suas cozinhas à

visitação do público.

Alguns restaurantes, além de se adaptarem à lei, adotaram um diferencial: o fato de não só permitirem a visitação dos clientes, como também incentivá-la. Esses locais utilizam isso como uma forma de transmitir mais segurança e confiança aos consumidores e, consequentemente, fidelizá-los.

Comprometimento com o cliente

O Ghee Restaurante, localizado em São Paulo e baseado no conceito comfort food, abre a cozinha para visitação do público desde agosto de 2011, quando foi inaugurado. O diferencial do Ghee é o fato de o local não apenas permitir a visitação, como também incentivá-la.

Oghan Teixeira, sócio-proprietário e gastrônomo da casa, explica o motivo da inovação, que é pensada “para garantir a qualidade do serviço, já que contamos com uma cozinha bem equipada, organizada e higienizada”, afirma. Segundo ele, todos os clientes devem procurar saber como os alimentos que consomem em restaurantes são manuseados, armazenados e preparados.

Para convidar os clientes a conhecer a cozinha, o Ghee Restaurante utiliza uma placa. “Quando um cliente mostra interesse, nosso maitre o acompanha até a cozinha e responde todas as dúvidas que possam surgir”, explica Teixeira.

De acordo com ele, a maior vantagem de incentivar a visitação à cozinha do Ghee Restaurante é aumentar a confiança dos clientes em relação ao restaurante. “Mostra nosso comprometimento com a procedência de todos os ingredientes, fazendo com que nossos clientes sintam-se muito mais seguros e à vontade para provar de nossos pratos”, afirma.

Teixeira conta que são poucos os clientes que mostram interesse em fazer a visita e, por esse motivo, o Ghee Restaurante não tem uma média mensal desse público para tal atividade. “Quando a mídia aborda o assunto, por exemplo, o número de interessados aumenta um pouco, mas logo volta a diminuir”, diz.

Os comentários dos clientes após visitarem a cozinha do Ghee Restaurante variam muito. Segundo Teixeira, alguns dizem que nunca haviam visitado uma cozinha de restaurante antes, e a experiência é interessante. “Tem muita gente que nunca entrou numa cozinha profissional. A imagem que tinham da cozinha de um restaurante era aquela que viam em novelas e filmes”, diz. Há ainda, os clientes – a minoria – que contam que, sempre que têm tempo, gostam de conhecer a cozinha dos lugares onde comem, por curiosidade e segurança. “A visitação atrai mais os curiosos do que os preocupados”, afirma Teixeira.

Prazer em atender

O Joaquina Bar & Restaurante, que privilegia a culinária brasileira, abre a cozinha para a visitação do público em suas duas unidades, desde a inauguração. Na Cobal, isso acontece há cinco anos, e no Leme, há um ano e sete meses.

Por meio de placas que informam que a cozinha está de portas abertas, o Joaquina Bar & Restaurante convida os consumidores. “Sempre incentivamos o cliente a visitar. Principalmente clientes que, por algum motivo, ponham em dúvida a higiene na produção dos pratos”, diz Marcos Gélio, um dos sócios da casa.

Nas visitas, os clientes recebem a companhia do gerente, supervisor ou chef de cozinha do Joaquina Bar & Restaurante. “Ao entrar, eles recebem uma touca para proteger os alimentos de qualquer fio de cabelo que possa vir a cair. São levados para ver a área das saladas, da saída dos pratos, a parte quente – fogão, forno, chapa e fritadeiras -, ou seja, fazem um pequeno tour pela cozinha”, explica Gélio.

De acordo com ele, a principal vantagem de incentivar a visitação é proporcionar segurança ao cliente em relação à higiene do restaurante, dos funcionários que lá trabalham e dos produtos oferecidos.

Gélio conta que é difícil mensurar o número de pessoas que desejam conhecer a cozinha do Joaquina Bar & Restaurante, pois isso não acontece com frequência, já que a maioria dos clientes que visitam a casa é antiga e fiel. “Mas quando alguém solicita, fazemos com o maior prazer”, afirma. Segundo ele, todos que visitam a cozinha ficam bastante satisfeitos. “Temos uma preocupação muito grande com a higiene do local e dos funcionários, e o cliente percebe isto”, diz.

Entre abril e dezembro de 2011, ano de inauguração da loja do Leme, o Joaquina Bar & Restaurante obteve um crescimento – relacionado a número de clientes e faturamento – de, aproximadamente, 28%. Na unidade da Cobal, o índice foi de cerca de 25%. “Continuamos com uma expectativa de crescimento em torno de 20% e de abertura de uma terceira loja”, finaliza Gélio.

Iniciativa e segurança

O restaurante Patuscada, localizado em Belo Horizonte, tem como nome uma expressão portuguesa que significa “encontro de amigos para comer e beber bem”. A cozinha da casa é aberta para visitação desde sua inauguração, em 2002, com o objetivo de transmitir segurança aos clientes.

De acordo com o chef Clóvis Viana, a cozinha do Patuscada é muito pequena, e por ser aberta, é possível visualizá-la do salão do restaurante. Ele conta que a maior vantagem de deixar a cozinha à vista é a satisfação dos frequentadores. “O cliente gosta de ver o pessoal trabalhando”, diz.

Aproximadamente, 30% do número total de clientes que visitam o Patuscada desejam conhecer sua cozinha, segundo Viana. Ele diz que todos acham a iniciativa da cozinha à vista “bacana”, além de diferente.

O Patuscada cresceu, de acordo com o chef, 30% em relação ao último ano.

Encantamento com a cozinha

O restaurante Sollar Búzios, localizado na cidade que lhe dá nome, no Rio de Janeiro, abre as portas de sua cozinha para os clientes desde a inauguração, em abril deste ano. “A cozinha do Sollar está à vista do público. Foi uma decisão minha, desde o primeiro momento”, afirma Danio Braga, chef da casa, italiano com mais de 30 anos no Brasil e especialista em alta gastronomia.

Ele decidiu incentivar a visitação, pois acredita ser algo muito bom, capaz de transmitir aos clientes o carinho e o cuidado que o restaurante tem no preparo dos alimentos. Braga diz que a cozinha aberta gera muitos benefícios, pois significa que o Sollar Búzios não tem receio de mostrar as práticas realizadas dentro desse local. “Incentivamos os colaboradores a se situar perante o público de uma forma mais profissional e não às escondidas”, diz.

De acordo com o chef, cerca de 10% dos clientes gostam de visitar a cozinha do restaurante, que faz questão de mostrá-la. “Normalmente, as pessoas que gostam de ver as cozinhas sempre pedem na entrada e nós fazemos questão de acompanhar e mostrar tudo”, conta. Os visitantes, segundo ele, ficam bastante encantados, e não poupam elogios. “Ordem, limpeza e arrumação são os comentários que se destacam”, finaliza.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br

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Como escolher aparelhos de Buffet para restaurantes Self-Service

Montar um restaurante não é tarefa fácil. O nível de detalhes a serem pensados é bastante elevado tanto para o projeto arquitetônico, operacional e equipamentos. Os aparelhos de buffet merecem uma atenção especial, pois devem ser práticos, eficientes e adequados ao ambiente. Baseado nisto a GR elaborou um pequeno guia para não errar na escolha do aparelho de buffet.

Apresentação:

Há dois tipos básicos de buffet: quente e refrigerado. O buffet quente na sua grande maioria funciona com aquecimento em banho-maria e é composto por GNs. GNs são as cubas de aço inox que se encaixam no buffet. Elas possuem tamanhos padronizados, mas é possível mudar no buffet a disposição das GNs.

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Há também restaurantes que preferem trabalhar com rechauds ao invés de buffets quentes. Os rechauds proporcionam uma apresentação mais elegante do buffet, mas requerem mais atenção na manutenção das chamas individuais e normalmente ocupam um pouco mais de espaço.

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Já os buffets refrigerados, para saladas possuem em sua grande maioria uma pista fria onde são dispostas as saladas. Normalmente dá-se a preferência para vasilhames de vidro ou plástico para a apresentação das saladas. As cubas de aço inox costumam “congelar” os alimentos em contato com elas.

Serviço

Alguns tipos de buffets podem variar com relação ao fluxo proporcionado para o  cliente se servir. Existem buffets em linha com lado único, buffet em linha com dois lados e buffet em ilha. A escolha deste tipo de buffet irá depender do layout físico disponível no local

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Pronto ou sob medida?

Existem vários buffet pronto para comprar em diversas lojas em todo o Brasil. Muito com boa apresentação e boa qualidade, mas quando comprar um buffet pronto ou sob medida? Alguns fatores podem colaborar para tomar esta decisão. O primeiro deles é relacionado ao investimento. Um buffet pronto requer um investimento menor do que um buffet sob medida. Em contrapartida um buffet sob medida pode ser completamente desenvolvido para se adaptar ao espaço disponível e o acabamento também se aproximará mais do conceito do estabelecimento, limitações estas frequentes na compra de um buffet comprado pronto.

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Características técnicas

Ficar atento há algumas características antes de fechar o negócio pode evitar algumas dores de cabeça. Verifique se o buffet possuem rodas para deslocamento, isto facilita bastante no momento da limpeza. Verifique a tensão disponível para o aparelho e veja se você possui disponibilidade no seu imóvel. Na grande maioria dos buffet a tensão é de 220V. O buffet deve também possuir um aquecimento ou resfriamento uniforme por toda a sua superfície. As luminárias devem ser protegidas com acabamento plástico para evitar acidentes como a quebra da lâmpada.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

Autor: Alison Alves Figueiredo

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Trocando o piso do restaurante

Posso instalar um piso por cima do antigo no meu restaurante?

0309f“Vou reformar meu restaurante e a ideia é revitalizar a casa para caracterizar a mudança de administração. O piso do salão está perfeito, mas muito sujo e encardido. Posso colar outro piso por cima sem quebrar o atual? A fachada é toda de vidro blindex dos dois lados e pretendo fazer uma mureta em todo o perímetro, deixando apenas uma porta de cada lado. É possível cortar o vidro blindex para reduzir o tamanho e aproveitar em cima da mureta? Os banheiros são revestidos de fórmica, que está estragada, e pretendo retirar e colar cerâmica para ganhar tempo.”
Celso Sant’A’nna Mello,

 

É possível colar um novo piso sobre a cerâmica atual, porém, precisam ser analisadas as interferências do piso do salão com as demais áreas do restaurante, pois haverá uma elevação do nível do piso de no mínimo 1cm e isso poderá gerar um ressalto inconveniente. Além disso, as soleiras do piso também serão perdidas e pode ser necessário recortar as portas. Se o piso está perfeito, o melhor é contratar uma limpeza industrial e substituir alguma peça quebrada. É possível cortar as janelas de vidro temperado, mas isso requer mão de obra especializada e, mesmo assim, existe um considerável risco de quebra. E mesmo se a peça cortada não se quebrar durante a instalação, poderá vir a estourar após algum tempo. Nos banheiros, se o prazo é importante na definição do revestimento, recomendamos instalar novas placas de fórmica, o que com certeza demandará um tempo muito menor do que o preparo e o assentamento de cerâmica, além de não interferir com a profundidade das peças e metais já instalados.

Fonte: http://es.lugarcerto.com.br

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Jogos americanos vão muito além de aparência.

Os jogos americanos além de úteis ajudam na decoração do estabelecimento correto? Acontece que os jogos americanos desempenham uma outra função e muitos estabelecimentos utilizam os jogos americanos para levar informações relevantes a seus clientes. Podemos dizer que é uma estratégia de marketing diferenciada que visa promover algo dentro do estabelecimento, seja um novo produto, a valorização da mão de obra ou até mesmo informações turísticas. Veja alguns exemplos de jogos americanos encontrados pelo Brasil a fora.

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Fonte: Gestão de Restaurantes

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Informando o cliente com estilo

Veja abaixo alguns modelos de lousas para deixar seu restaurante com um estilo original.

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Boas ideias para decorar bares e restaurantes usando garrafas de vidro já usadas

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Em razão de serem grandes os volumes de materiais usados e resíduos gerados em restaurantes, alguns deles podem com alguma imaginação serem posteriormente utilizados para incrementar o local e dar um toque pessoal na decoração.
Um destes materiais são as garrafas. Aliás, o envio de vidros para a reciclagem ainda é um problema, pois são escassos os prestadores de serviços que se dedicam a esta atividade.

Vamos ver alguns exemplos ?
Paredes de bar decorada com garrafas luminosas…

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Parede cenografada com fundo de garrafas espetadas…

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Garrafas de vinho pintadas e customizadas…

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Garrafas com desenho e depois iluminadas…

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Garrafas que viram lustre..

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Mesa decorada com fundos de garrafas..

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Atualmente decoração em bares, restaurantes e baladas não é mais homogeneizada como antes e exige sempre toques pessoais e exclusivos, que apenas a imaginação de cada um pode conceber. Ao usar materiais que seriam jogados fora, como garrafas usadas, a vitória é dupla: pela criatividade e pelo bem de diminuir o lixo

Fonte: http://www.gastronomiaverde.com.br

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Ideias que podem fazer o seu negócio brilhar

Integrada ao projeto de arquitetura, a iluminação correta proporciona bem estar e conforto, além de criar o ambiente ideal para o seu restaurante

Quando o assunto é alimentação, uma imagem pode valer mais que mil sabores. Não basta somente oferecer comida saborosa, é preciso produzir pratos de encher os olhos e ter um ambiente aconchegante, com visual atrativo. Primeira impressão da arquitetura, a iluminação pode ser um bom e eficiente instrumento para isso, possibilitando criar climas, valorizar detalhes e desenhar ambiências em bares e restaurantes.

Resultado de diversos fatores estéticos, o que é uma fórmula de sucesso para um, nem sempre se aplica aos demais. Uma atmosfera para o jantar não pode ter tanta luminosidade quanto um espaço destinado ao café da manhã. Nem um barzinho à beira da praia deve ter um projeto de iluminação tão elaborado quanto o de um restaurante luxuoso. “É como colocar muita pimenta na comida errada”, compara o lighting designer Guinter Parschalk, diretor do Studio Ix, escritório especializado em percepção visual e luminotécnica. Ele ressalta que o resultado do aproveitamento da luz deve ser uma equação que leva em consideração quanta luz é ideal para o exercício de determinada atividade no ambiente. “Excesso de luz é tão prejudicial quanto sua ausência”, observa.

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O especialista lembra que a receita ideal para se criar um projeto de iluminação leva mais que a medida certa de luz. É preciso entender o público do estabelecimento, levar em conta aspectos arquitetônicos para a definição do conceito e considerar questões técnicas e elaboradas, como, por exemplo, a luz que incidirá sobre o alimento ou sobre o ambiente como um todo. “Depois de relacionar a necessidade do cliente com o ambiente que ele possui, precisamos tornar o sonho realidade, inovar e, até, causar certa surpresa”, revela. Na hora de definir a iluminação ideal para um bar ou restaurante, Guinter diz que além de conhecer o espaço e suas necessidades, o empresário deve buscar modelos de ambientes que têm a ver com o seu desejo e escolher um bom profissional. “Um serviço dessa natureza, que qualifica o seu restaurante, não pode ser feito por alguém por quem não se tem empatia. Esse profissional precisa entender a relação entre sabor e comida, pois a luz é algo que está muito relacionado a isso tudo. Esse elo é fundamental para se criar fotografias vivas dos ambientes”, reforça.

Um aspecto fundamental, de acordo com o designer, é estar atento aos detalhes, como o horário em que o restaurante funciona. Se o estabelecimento opera de dia, as condições de luz são completamente diferentes. “Para se criar um clima de bistrô na hora do almoço, por exemplo, não se pode ter janelas grandes. Durante o dia, o cliente tem um timing diferente, está energizado, vibrante. À noite, ele está mais relaxado, e essa circunstância deve definir a ambiência de luz do restaurante”, explica.

Se a luz é a primeira impressão da arquitetura – capaz de criar o clima ideal para um ambiente – sem a iluminação adequada, qualquer investimento em reformas, decoração e bom atendimento cai por terra. Pesquisas demonstram que a luz influencia no comportamento dos consumidores. Níveis mais baixos de iluminação provocam uma diminuição de ruídos, já que as pessoas tendem a falar mais baixo nestes ambientes. Em restaurantes, o tempo de permanência dos clientes também pode ser determinado pelo tipo de iluminação. Para locais onde se espera que o consumidor fique pouco tempo, como restaurantes de fast food, a iluminação é forte, pois estimula a refeição de curta duração. Em cafés e restaurantes de serviços à la carte, os projetos de iluminação buscam propiciar relaxamento e conforto e estimular a permanência prolongada dos clientes.

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Para quem pretende criar ambientes aconchegantes, o ideal é procurar um profissional especializado em luminotécnica. Mas vale lembrar que são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Até para quem não tem dinheiro para investir. “Os recursos de iluminação devem condizer com o espírito da casa. Basta ter certo conhecimento técnico e alguma noção estética, mas o que deve prevalecer é a alma do lugar”, conclui Guinter.

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Fonte: Revista Bares & Restaurantes

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