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5 dicas para quem deseja investir em um food truck

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Empreendedores listam recomendações para quem quer investir em um negócio gastronômico sobre rodas

São Paulo – Seja em uma kombi, uma van ou um furgão, muitos empreendedores sonham em ter o seu próprio negócio sobre rodas. Para Mauricio Schuartz, idealizador do Butantan Food Park e da Feirinha Gastronômica, o mercado de comida de rua está em plena expansão, mas oempreendedor precisa pesquisar muito antes de investir capital no negócio. “O foco inicial de qualquer pessoa que deseja investir em um food truck deve ser no produto. Ninguém abre um restaurante, por exemplo, sem saber o que vender”, afirma.

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Em junho desse ano, a prefeitura de São Paulo divulgou uma lista com mais de 700 pontos autorizados para a comercialização de comida de rua na cidade. É preciso fazer uma solicitação à subprefeitura para obter o TPU (Termo de Permissão de Uso) para ficar com os pontos.

Rolando Vanucci, proprietário do Rolando Massinha, alerta que o dia a dia na rua não é fácil. “Leia pelo menos um livro para saber qual é a realidade de trabalhar nas ruas. A leitura pode ajudar porque fala sobre a parte poética e filosófica de ter um food truck, e das técnicas operacionais”, completa Marcio Silva, chef e sócio do Buzina Brasil.

Para Alan Liao, um dos sócios do Temaki Navan, contratar uma empresa contábil, ter auxílio de um profissional de advocacia, ter um capital de giro mensal e registrar funcionários são alguns passos indispensáveis. “Esse mercado exige mão de obra com horários flexíveis, pois é uma ideia itinerante”, completa Hermes Bernardo, sócio do Fichips Food.

Arturo Herrera lançou o La Buena Station, unidade móvel do restaurante de comida mexicana La Buena Onda, no ano passado. Para ele, é muito importante ter o apoio de uma cozinha central. Veja algumas recomendações para quem deseja ter um negócio sobre rodas.

1. Pesquise muito

A pesquisa de mercado é indispensável para começar qualquer tipo de negócio. “Antes de gastar um centavo, faça uma pesquisa na internet e existem vários livros em inglês sobre ter um food truck”, ensina Silva, do Buzina Brasil. Além disso, Bernardo, do Fichips, recomenda o interessado a conversar com empreendedores do ramo para buscar informações e sanar dúvidas.

2. Invista na estrutura

O seu veículo não servirá só como meio de locomoção, mas também será o local da montagem dos pratos ou lanches. Por isso, o ideal é avaliar se tudo está de acordo com a maneira como você trabalha e com o produto que você deseja oferecer. Para Liao, do Temaki Navan, para evitar perder tempo em oficinas, o recomendável seria investir em um veículo novo.

3. Cuide da cozinha

Diferente de um restaurante, em um food truck os clientes estarão acompanhando de perto como você manuseia os alimentos. Para Bernardo, do Fichips, os cuidados com higiene e conservação dos produtos são indispensáveis.

Verifique também quais são as documentações essenciais para capacitar os seus funcionários. A recomendação do Herrera, do La Buena Station, é de ter um lugar de apoio e com condições de higiene exigidas para armazenar o estoque.

4. Prepare-se emocionalmente

Trabalhar na rua não é fácil, além de lidar com os clientes é preciso ficar de olho na meteorologia. “Estou há sete anos na rua e é preciso lidar com sol, chuva, vento e frio. É para poucos e muitas pessoas estão se iludindo”, afirma Vanucci, do Rolando Massinha.

Além disso, há outros fatores como o trânsito para se deslocar até o ponto de venda. “Mesmo já tendo experiência com restaurante, trabalhar na rua exige um esforço físico muito maior”, resume Silva.

5. Busque parcerias

Eventos e feiras gastronômicas são boas oportunidades para quem está começando a divulgar o seu produto. Além disso, Silva explica que há também uma demanda de comércios que desejam promover eventos em parceria com food trucks em estacionamentos privados, por exemplo.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

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Restaurantes se adaptam para atrair clientes “sozinhos”

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Até algum tempo atrás, jantar sozinho era praticamente sinônimo de pedir qualquer coisa gordurosa para viagem ou escolher um prato no serviço de quarto do hotel.

Com tais opções, evitava-se o constrangimento de se sentar para comer em um restaurante sem companhia – e o risco de ser visto como um “fracassado, sem amigos”.

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Mas com um número crescente de pessoas morando sozinhas, alguns restaurantes nos EUA, Canadá e Europa já estão se adaptando para atrair esses clientes e acabar com o estigma associado àqueles que pedem “mesa para um”.

Só nos Estados Unidos, hoje um em cada sete adultos vive sozinho.

Aaron Allen, especialista de uma empresa da Flórida que presta consultoria para restaurantes de diversos países, diz que são crescentes os esforços para tornar os estabelecimentos mais acolhedores para esse público.

Entre as estratégias adotadas com tal objetivo estariam, segundo Allen, a instalação de mais assentos de frente para o balcão do bar ou cozinha e o treinamento de funcionários para que sejam mais atenciosos com os clientes desacompanhados.

Prazer de comer
Para o empresário restaurateur Stephen Beckta, de Ottawa, um cliente sozinho é “o maior elogio que um restaurante pode receber”.

“Os clientes desacompanhados escolhem nossos estabelecimentos pelo simples prazer de comer – e não porque marcaram um encontro com alguém ou estão participando de uma celebração. Então porque não acolhê-los?”

Seus três restaurantes – o Beckta, o Play e o Gezellig – estão entre os que mais atraem pessoas desacompanhadas na capital canadense.

Além de contar com um grande número de assentos ao balcão, os três estabelecimentos também têm menus degustação, que permitem aos clientes desacompanhados se entreter com pequenas porções de até oito pratos durante o almoço ou jantar.

No Top of the Market, os cozinheiros fazem um “show” para os clientes sentados ao balcão

Os garçons estão sempre prontos para uma conversa com quem está sozinho – mas também evitam incomodar quem não está para muito papo.

“Se você vai jantar sozinho, minha sugestão é que deixe claras suas preferências”, diz Beckta.

“Uma mesa num canto discreto? Um lugar no balcão? Está disposto a conversar ou não quer ser incomodado? Um bom restaurante sempre quer agradar o cliente.”

Mudanças sociais
Allen diz que há uma série de fenômenos sociais por trás do aumento no número de clientes desacompanhados.

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“As taxas de divórcio estão crescendo e as pessoas estão esperando mais tempo antes de se casar”, observa.

“(Como resultado), não só há mais sozinhos no mercado como eles têm mais para gastar com alimentação e a vida em geral.”

Os dados oficiais confirmam que o potencial poder de compra dos que vivem sozinhos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o Escritório de Estatísticas do Trabalho calcula que eles gastem US$ 1,9 trilhão por ano.

Em Nova York e Paris, mais da metade das casas é ocupada por apenas um morador. Em Londres, essa taxa é de quase um terço. Em Estocolmo, quase 60% dos habitantes moram sozinhos.

É claro que muitas dessas pessoas também saem para comer com amigos e parentes, mas cada vez mais são frequentes os que não se importam de reservar uma mesa “para um”.

Show no balcão
O chef Ivan Flores foi contratado no ano passado pelo restaurante Top of the Market, em San Diego, nos Estados Unidos, para fazer mudanças com o objetivo de aumentar o número de pessoas que jantam sozinhas no estabelecimento.

A impressão que ele tinha era que, apesar de o restaurante já ter uma série de assentos em um balcão do qual se podia observar a cozinha, eles não eram muito requisitados porque não havia interação entre os chefs e os clientes.

Hoje, segundo Flores, as pessoas desacompanhadas se sentam nesses lugares para comer “vendo um show”, que inclui demonstrações de técnicas de culinária, degustações gratuitas e conversas com os chefs.

“Nossos clientes sozinhos adoram assistir aos cozinheiros profissionais em ação. E quando há uma pausa, eles começam a fazer perguntas como: ‘Eu fiz esse prato outro dia, mas como posso evitar que queime?’”, diz Flores.

O chef conta que às vezes ele e seus colegas anotam o e-mail de clientes para passar informações nas quais eles estão interessados.

“Fazemos de tudo para que tenham uma noite memorável”, diz Flores.

“Nossos clientes desacompanhados se esquecem de que estão sozinhos. Na realidade, deixam de estar sozinhos no momento em que pisam em nosso restaurante.”

Só mesas individuais
Já para aqueles que realmente querem se sentir sozinhos, há o Eenmaal, um restaurante em Amsterdã que só tem mesas para uma pessoa.

Criado pela designer holandesa Marina van Goor, o restaurante lotou todas as noites desde que foi inaugurado, no ano passado.

Ainda este ano, serão abertas filiais na Antuérpia, em Londres, Berlim e Nova York.

Fonte: http://economia.terra.com.br/

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Conforto acústico em restaurantes

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Por Vítor Litwinczik

Por trabalhar com acústica, fico olhando para o teto quando entro em bares e restaurantes. Outro dia alguém me falou que ninguém olha para cima. Será por isso que muitos restaurantes são muito barulhentos, ou melhor, não possuem tratamento acústico adequado? Tem muito restaurante que é bem decorado, possui cardápio diferenciado, bom atendimento, mas acusticamente desconfortáveis, ruidosos.

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Quando temos dificuldade para entender a conversa em nossa mesa, ou precisamos falar alto para sermos ouvidos é nessa hora que a falta de tratamento acústico vem à tona!

Italiano x Japonês

Mas ter tratamento acústico não quer dizer ter um ambiente muito silencioso. Cada tipo de ambiente requer um tratamento acústico específico. Por exemplo, é de se esperar que um restaurante japonês seja naturalmente mais silencioso, intimista, que um restaurante italiano. Isso está associado à cultura de cada povo. Por ser o italiano naturalmente mais extrovertido, falar todo mundo ao mesmo tempo, é aceitável que uma cantina italiana tenha um tratamento acústico mais leve. Já a cultura japonesa remete à meditação, silêncio, logo o tratamento acústico de um restaurante japonês deve ser mais elaborado. Então para cada tipo de ambiente um tratamento acústico apropriado. Veja a matéria “Bares e restaurantes precisam se preocupar com o conforto acústico de seus clientes” sobre um trabalho que fizemos em um restaurante especializado em frutos do mar em Florianópolis.

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Muitas vezes se associa acústica a alto custo, mas isso não é sempre verdade. Se pensarmos o projeto acústico no início da obra, junto com o projeto arquitetônico, o custo da acústica será reduzido. O alto custo de um projeto acústico está mais associado à necessidade de ter que fazer reformas, refazer trabalho. Tenho a impressão que esquecemos o sentido da audição em detrimento da visão. Quem sabe num futuro próximo comecemos a ouvir os ambientes.

Fonte: http://melhoracustica.com.br/

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Culinária slow food agrada e conquista clientes

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Pratos são preparados com calma e ao gosto do freguês. No Brasil, apenas alguns restaurantes adotam o estilo pouco conhecido

Comum na Europa, a culinária no estilo slow food é pouco difundida entre os brasileiros, embora alguns estabelecimentos invistam no estilo. Trata-se de um restaurante que tem um outro olhar sobre a gastronomia e a relação com o cliente. Ele se distancia do foco estritamente comercial e oferece um ambiente intimista, onde os chefs abrem as portas de suas casas para receber clientes como se fossem visitas para preparar suas próprias receitas.

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Neste tipo de restaurante, como o nome já indica, é importante não ter pressa. Como o serviço é personalizado, os pratos são preparados com calma, especialmente para o cliente e para aquela ocasião específica. Músicas tranquilas em um clima exclusivo e acolhedor embalam a refeição. A quantidade de clientes é limitada, pois não há funcionários suficientes para atender uma grande demanda. Em alguns casos, o próprio dono do estabelecimento se desdobra como anfitrião e dentro da cozinha, preparando as refeições. Por isso, sempre é necessário ligar e reservar com antecedência.

Na Região dos Lagos, Rio de Janeiro, há ao menos dois restaurantes que seguem este estilo. Em Armação dos Búzios, o Baroque, de culinária europeia, é propriedade do maitre alemão Michael Muller e da chef tcheca Ivana Brozeo, sua esposa. Com sotaque típico de seus países de origem, o casal recebe os clientes pessoalmente. A casa decorada no estilo barroco, com móveis trazidos de seus países de origem, como num antiquário, é o cenário para uma refeição diferenciada. Talheres de prata e cadeiras do início do século passado, à meia luz, transformam o jantar em um evento. A chef Ivana faz questão de ouvir os anseios do cliente para, juntos, decidirem o que será servido no jantar. Na área externa, um quadro escrito à mão mostra os pratos mais vendidos, o que ajuda bastante na hora da escolha. O alemão completo, a costela defumada ao molho barbecue e o goulash estão entre o mais pedidos.

Em Cabo Frio, a Casa da Leela trabalha com cardápios fechados e temáticos. Inaugurado em 2011, em uma simpática casa hexagonal no estilo mediterrâneo um pouco afastada do centro o estabelecimento é a antiga casa de veraneio da proprietária, adquirida na década de 60. “Tudo é feito com muito carinho e o tratamento é personalizado. Como chef, eu posso pensar no cardápio direcionado ao cliente que vou receber”, afirma a dona, Laura Bucovich. Sempre com reservas, ela prepara um menu fechado, diferenciado a cada semana, para grupos de clientes. Alguns temperos utilizados são da horta que Leela cultiva no jardim da casa. “Eu gosto muito de fazer jantares temáticos, como indiano, espanhol, grego, árabe e francês. Adoro criar novos pratos, então acredito que não conseguiria manter um cardápio fixo no restaurante”. Laura Bucovich, a Leela, resume bem o espírito de seu empreendimento: “Eu digo que eu não tenho um restaurante, e sim, uma casa onde recebo meus amigos que pagam”

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Os riscos de uma cozinha industrial e a importância dos EPIs

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As cozinhas são locais que naturalmente apresentam diversos riscos à nossa segurança e à nossa saúde. Agora, se uma cozinha tradicional de uma casa, com apenas um fogão e algumas facas de corte já concentra certa periculosidade, imagine então a dimensão dos riscos presentes dentro de uma cozinha industrial.

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Para os funcionários de cozinhas industriais a exposição aos riscos capazes de afetar a saúde devem ser sempre minimizados. Fatores como desatenção, imprudência, imperícia e inexperiência na realização de tarefas, associados aos riscos já presentes dentro do ambiente de uma cozinha industrial, infelizmente contribuem e muito para o acontecimento de acidentes diversos.

Um fator determinante para a manutenção da segurança dos trabalhadores de cozinhas industriais é a correta utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), afinal eles foram criados especificamente para minimizar os riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores na realização de suas funções profissionais.

Além disso, o uso dos EPI’s é obrigatório por lei, conforme dispõe a Norma Regulamentadora 6 do Ministério do Trabalho e do Emprego, que especifica que, além da distribuição dos EPIs corretos para cada função a ser executada pelos trabalhadores, também há a obrigação por parte dos empregadores de fornecer informações pertinentes ao uso e ao armazenamento correto desses equipamentos.

Assim, para os trabalhadores de cozinhas industriais, a utilização dos equipamentos de proteção individual, como os calçados e botas de segurança, aventais, máscaras, toucas e, principalmente, das luvas de proteção, são de extrema importância.

As luvas de proteção, aliás, são decisivas na proteção das mãos e dos braços dos funcionários de cozinhas e demais setores industriais. Modelos como as luvas de vaqueta para câmera fria, luvas de vaqueta mista e luvas de vaqueta total, assim como as luvas em malha de aço, luvas anticorte com fios de aço, luvas de látex, luvas térmicas, luvas nitrílicas, luvas de PVC e luvas de raspa devem estar disponíveis a todos os funcionários, de acordo com a função executada.

Todavia, é importante ressaltar que não basta somente o uso de uma luva de proteção qualquer. O equipamento deve ser sempre de qualidade, conter todas as aprovações técnicas de segurança e ser proveniente de uma loja com qualidade, experiência e credibilidade no mercado.

Fonte: http://www.epi-tuiuti.com.br/

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