Fornecedores

GR passará a oferecer treinamentos em vídeo

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Olá leitor que acompanha frequentemente todo o conteúdo oferecido pela GR Gestão de Restaurantes. A partir do dia 27 de março de 2014  a GR disponibilizará um novo canal para seus leitores e clientes.

Um canal preparado para oferecer treinamento em vídeo a temas relacionados à gestão e operação de restaurantes.

Os vídeos de treinamento serão publicados semanalmente. No dia 27 de março estaremos de volta com nosso primeiro treinamento e outras novidades. Até lá.

 

10 Estratégias para Controle de custos dos alimentos

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Quem possui um restaurante sabe, ou pelo menos deveria saber que controle é a chave de tudo. Aqui estão 10 grandes estratégias que você pode usar para gerenciar os custos dos alimentos em seu restaurante :

1 – Faça compras com fornecedores mais próximos. Assim o seu poder de comparação de preços e negociação é maior.

2 -  Insista para que todas as entregas sejam verificadas. Cada item deve ser verificado quanto à quantidade descriminada na Nota Fiscal e qualidade.

3 – Faça sempre um levantamento completo do seu estoque antes de fazer seu pedido. Tentar adivinhar o que falta ou repetir a mesma compra anterior certamente vai levar a um excesso de estoque e de resíduos.

4 – Todos os pratos do cardápio devem ter receitas e procedimentos padrões de produção a serem seguidos.

5 – Controlar o consumo de refeição dos funcionários. Se os funcionários almoçam no buffet especifique os itens que podem ser consumidos do buffet. Itens mais caros podem ser pagos caso o funcionário deseje come-los. Se a refeição dos funcionários é servida nos refeitórios, atente-se para o volume produzido e se está havendo desperdício.

6 – Escale funcionários diferentes para o levantamento do estoque. Quando uma mesma pessoa faz o levantamento do estoque constantemente as chances de roubo são maiores.

7 – Utilize balanças para medir e porcionar alimentos. Evite medidas como xícaras, colheres e etc.

8 – Alimentos de alto custo devem ser observados mais de perto. Verifique o peso das porções para evitar excessos ou desvios por parte de funcionários

9 – Estipule uma meta de custo dos alimentos e  ofereça um bônus de 25% sobre a economia obtida.  Certifique-se de equilibrar isso com o fator de qualidade dos alimentos, para que o padrão de qualidade não caia..

10 – Compartilhar metas e números de desempenho com a sua equipe. O conhecimento é motivador.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Planejamento semanal. Uma tarefa essencial para manter seu restaurante em ordem.

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Abrir o restaurante logo cedo na segunda-feira e se deparar com uma enxurrada de solicitações e informações dos funcionários pode ser desanimador para um gestor. Produtos em falta, desfalque de funcionários, equipamentos com defeito são algumas das situações que podem tornar o início da semana já estressante. Mas com um pouco de planejamento tudo pode fluir muito bem e sem estresse.

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A GR elaborou algumas dicas fundamentais para que você mantenha seu restaurante sobre controle durante toda a semana:

1 – A segunda-feira não é o primeiro dia.

Se você pensa que a segunda-feira é o primeiro dia da semana e portanto pretende começar a organizar as suas tarefas, você está no caminho errado. Não existe o primeiro dia, mas sim um ciclo organizacional onde um dia depende do outro. Portanto mantenha sua agenda e tarefas sempre organizados. A segunda-feira depende da sexta-feira passada, que depende da quinta e assim sucessivamente.

2 – Agenda, papel, computador, tenha um destes aliados sempre à mão.

Coloque no papel, agenda ou computador  todas as tarefas que você precisa desempenhar durante a semana. Distribua estas tarefas em cada um dos dias que achar mais viável. Tenha estas ferramentas sempre à mão, pois você precisará sempre anotar alguma tarefa a ser realizada em sua programação.

3 – Estude a viabilidade de cada tarefa.

Defina os dias mais apropriados para realizar determinados tipos de tarefas. Por exemplo, na segunda-feira faça o levantamento do estoque. Na terça faça os pedidos e na quinta receba as mercadorias. Portanto seu pedidos devem durar até a próxima quinta-feira com segurança. Desta forma nunca faltarão insumos. Sexta-feira é o dia que as pessoas costumam mais procrastinar no trabalho, ou seja, empurram algumas tarefas para segunda ou sábado no caso dos restaurantes. Aproveite que na sexta à tarde o clima já é de descanso e faça uma pequena reunião ou debate descontraído com sua equipe sobre a semana. Levante problemas e soluções para debater.

4 – Fornecedores tomam bastante tempo

Normalmente quando fazemos pedidos, eles costumam ser entregues de acordo com a disponibilidade do fornecedor. Portanto, aqueles pedidos feitos na terça-feira chegam na quarta, quinta, sexta-feira e nos mais diversos horários. Defina o dia e horário para que seus fornecedores entreguem suas mercadorias, assim grande parte deles entregará suas mercadorias no mesmo dia e em um horário especificado por você, não sendo necessário interromper as tarefas a todo momento para receber mercadorias. A dedicação à este trabalho será restrita somente àquele dia e sobrará mais tempo para outras tarefas. Por exemplo, receba suas mercadorias todas as quintas-feiras a partir das 14:30h.

5 – Não se esqueça dos finais de semana.

Grande parte dos restaurantes funcionam nos finais de semana, desta forma e preciso que todos os insumos estejam à disposição no máximo até sexta-feira. Nos finais de semana nem sempre é possível adquirir alguns ingredientes. trabalhe sempre com uma margem extra de produtos que tem grande volume de vendas como bebidas e carnes. Deixe os alimentos porcionados também com certa segurança.

6 – Utilize quadros de tarefas.

Delegar tarefas diariamente faz parte da vida de gestores e gerentes. Mas é possível diminuir esta demanda criando quadros de tarefas, onde são especificadas as tarefas a serem realizadas, o dia e o responsável por realizar tal tarefa. Assim basta conferir depois o cumprimento das tarefas e se está tudo dentro da sua programação.

A GR disponibiliza um modelo de um Quadro Organizacional para que você possa implementá-lo em seu restaurante. Para solicitar envie um e-mail para contato@gestaoderestaurantes.com.br e solicite.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

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A GR Gestão de Restaurantes lança novo site

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No último dia 29 de janeiro a GR Gestão de Restaurantes lançou seu novo portal. Além do novo design, mais leve e objetivo, o site oferece novas áreas para uma maior interação e comunicação com o cliente.

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No site é possível encontrar uma nova seção chamada “Você Pergunta” onde a GR responde às mais diversas perguntas dos leitores sobre Restaurantes e Bares.

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A seção de “Classificados” ganhou maior destaque, apresentando os últimos restaurantes à venda logo na página inicial.

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E para você que não quer perder nenhuma novidade no mercado de gastronomia a seção de “Feiras e Eventos” também ganhou destaque na página inicial do site.

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E não para por aí. Em 2014 a GR trará novidades e novos treinamentos para o setor.

Comece o Ano de 2014 com um controle eficiente do seu Restaurante

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12112013z12Análise e Controle Financeiro para Restaurantes e Bares

Análise e Controle Financeiro para Restaurantes é uma ferramenta essencial para pequenas e médias empresas que desejam manter um controle eficiente do seu negócio. Com ferramentas de fácil utilização e uma metodologia de ensino bastante prática abordada em seu manual, este produto torna-se indispensável para quem deseja ter o controle financeiro do seu empreendimento. Clique aqui para adquirir.

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Ferramentas que compôem este produto:

- Análise de Fluxo de Caixa

- Custo Operacional

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- Análise Anual

- Projeção de Receita

- Projeção de despesas

- Gráficos comparativos

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Preços sugeridos são ignorados

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Varejistas podem estar infringindo cláusula da lealdade no CDC

Em padarias, lanchonetes, bares e supermercados, é comum encontrar alguns produtos – geralmente de grandes fabricantes de sorvetes, picolés e refrigerantes – com o preço sugerido já impresso na embalagem. A surpresa vem na hora de passar pelo caixa, quando o consumidor percebe que esse preço não passa mesmo de uma simples sugestão e paga, via de regra, um valor maior do que o que está impresso no produto.

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“A reação, quase imediata, é de estar sendo passado pra trás”, diz o advogado especializado em direito do consumidor Frederico Damato. “O estabelecimento não é obrigado a cumprir aquele preço, porque o preço é sugerido, e não obrigatório. Existe uma briga entre fabricantes e fornecedores, e quem faz papel de bobo é o consumidor”, explica. Damato diz que, num primeiro momento, nem o fabricante nem o revendedor estão cometendo nenhuma irregularidade, mas que, analisando o Código de Defesa do Consumidor (CDC), indiretamente os varejistas podem estar infringindo a cláusula da lealdade.

“Eu me sinto enganado quando pago R$ 2 num produto em que está escrito que o preço deveria ser R$ 1. A impressão é que alguém está lucrando indevidamente e que eu estou pagando”, diz o historiador Arthur Freitas. Ele conta que, onde costuma almoçar, a lata de Coca-Cola, com o preço estampado de R$ 1, custa R$ 1,70 – 70% a mais.

Disputa. Fernando Júnior, que é diretor em Minas Gerais da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG) e também proprietário do restaurante Porcão, em Belo Horizonte, diz que não há nenhuma determinação ou orientação da entidade sobre esses preços sugeridos.

Mesmo os produtos que costumam já vir com uma tabela dos próprios fabricantes, como picolés e salgadinhos, podem ser comercializados pelo valor que o dono do estabelecimento definir. “Não é o fornecedor que vai estipular o preço do meu produto”, defende Júnior. “Cada um tem uma margem de lucro diferente, uma linha de custos diferente e uma estratégia de público diferente. Alguém, por exemplo, que paga R$ 30 mil de aluguel não pode ser comparado com alguém que paga R$ 1.000”, argumenta.

Estratégia. Júnior considera a prática uma estratégia das grandes fabricantes para reduzir a margem do varejista ao mesmo tempo em que aumentam suas vendas e sua participação no mercado. “É algo que acho que deveria acabar. O fabricante impõe ao varejista uma margem menor para ele poder ganhar mais. No meu restaurante, eu não compro, para revender, produtos com o preço preestabelecido. Lá, quem define os preços sou eu”, afirma.

A gerente de marketing da Coca-Cola Femsa Brasil, Glaucy Rezende, explica que a intenção de sugerir o preço é “incentivar donos de bares e restaurantes a praticar o preço justo, cobrando um valor adequado, que o consumidor pode pagar, e aumentando os seus resultados como empreendedor”. Segundo ela, “isso gera fidelização de clientes e um consequente aumento de vendas”. Glaucy também enfatiza que os preços não são uma imposição da empresa, mas uma sugestão para os pontos de vendas.

Questionada sobre a margem de lucro que considera para o varejista quando estipula o preço, a Coca-Cola respondeu que não divulga esse tipo de informação

Fonte: http://www.otempo.com.br/

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