Gerenciamento

GR inova com novo sistema de busca de fornecedores para restaurantes e bares

Posted on

Restaurantes e bares de todo o Brasil, contam com mais um aliado para compor sua base de fornecedores de produtos e serviços. Com o novo sistema lançado pela GR no dia 03 de setembro, fornecedores poderão cadastrar suas empresas e oferecer seus produtos e serviços a restaurantes de todo o Brasil. A tecnologia envolvida na elaboração do sistema é de última geração, com layout adaptável para computadores, tablets e smartphones. Além disso aferramenta proporciona buscas amplas baseadas em palavras-chave ou regionalizadas podendo pesquisar por estado, cidade e categoria de produtos e serviços. Com esta novaferramenta a GR pretende oferecer o maior banco de dados de fornecedores do Brasil para o setor de alimentação fora do lar.

03092014

Segundo Alison Figueiredo, diretor da GR, esta ferramenta não é uma conquista individualizada da empresa, mas uma conquista de todos os gestores de restaurantes que tem enorme dificuldade para encontrar fornecedores, seja nas proximidades do seu restaurante ou até mesmo do outro lado do país. O Guia de Fornecedores pode ser utilizado acessando o site da empresa www.gestaoderestaurantes.com.br

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

Profissão de cozinheiro aguarda lei

Posted on

Abaixo-assinado pede votação do projeto que regulamenta a função, hoje parado no Senado

Está circulando na internet, no site de petições Change.org, um abaixo assinado que pede a regulamentação da profissão de cozinheiro. Isso porque a lei 6.049, que prevê essa regulamentação, aguarda ser votada no Congresso Nacional desde que foi proposta, em 2005. Com a regulamentação, a profissão poderá ter, por exemplo, um piso salarial unificado.

26082014a
Pelo projeto, só poderá exercer a profissão quem comprovar a realização de cursos em instituições oficiais ou privadas. Mas quem já trabalha como cozinheiro por pelo menos três anos antes da promulgação da lei ficará dispensado de fazer cursos.

O projeto estabelece que o cozinheiro é o profissional que manipula e prepara alimentos em empresas de hospedagem, restaurantes, bares e similares, hospitais, escolas, indústrias, residências e similares.

Para o coordenador do curso de gastronomia do Centro Universitário Estácio de Sá, Danilo Simões, a profissão precisa sim da regulamentação, pois os profissionais que atuam na área sofrem com um piso salarial baixo, condições de trabalho por vezes insalubres e horários estendidos pela madrugada afora, sem controle, sem folgas, entre outros problemas.

“Apesar de a profissão ter ganhado status com a figura do chef de cozinha, que é aquele cozinheiro que ocupa o cargo de liderança ou é o próprio dono do restaurante, a maioria ainda trabalha muito, e arduamente, horas a fio de pé, em temperaturas que oscilam muito fortemente entre o quente o frio”, fala o professor. Mesmo assim, a procura pela profissão é grande. Somente na Estácio de Sá, são cerca de 800 alunos.

Na prática. Muitos já estão no mercado antes de se formar, seja como empregado, seja abrindo seu próprio negócio. O ex-aluno da Estácio de Sá Fábio Melo abriu seu restaurante em Conselheiro Lafaiete, no Campo das Vertentes, onde mora. O Afonso’s Restaurante é especializado em comida italiana e carnes, com capacidade para 86 pessoas. Fábio tem 14 funcionários, sendo três cozinheiros. Mesmo hoje sendo patrão, ele quer que a profissão de cozinheiro seja regulamentada. “É preciso regulamentar, principalmente para se garantir um salário adequado. Aqui em Conselheiro Lafaiete, paga-se um piso 8% maior que o de Belo Horizonte, então o mercado é bom para a categoria. Mas isso não é assim em todo lugar”, conta. Em seu restaurante, Melo compensa o domingo trabalhado com duas folgas na semana. Os empregados cumprem as 44 horas semanais. “E eu também ponho a mão na massa”, comenta.

Abaixo-assinado

Autor: Comitê Permanente da Gastronomia Brasileira

Petição: Regulamentar a lei 6.049/2005
Onde assinar: Site de abaixo-assinados Change.org
www.change.org

No Facebook:
Comitê Permanente da Gastronomia Brasileira
facebook.com/cpgbr?fref=ts

Fonte: http://www.otempo.com.br/

banner_como_montar_restaurante

Crise no boteco: bares em BH fecham com inflação

Posted on

Belo Horizonte sempre foi conhecida como a “capital dos botequins”. A cidade tem cerca de 14 mil bares — um para cada 170 habitantes.

26082014

Mas agora, a inflação de serviços, que roda a cerca de 9% ao ano no Governo Dilma, mergulhou o setor na “pior crise em 20 anos”, o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes e Bares, Paulo César Pedrosa, disse ao jornal O Tempo, em reportagem de Janine Horta.

Só este ano, fecharam o Maria de Lourdes e o Café de La Musique, no bairro (chique) de Lourdes, o Elvis King Pub, na Savassi, O Bardô, em Santa Tereza, o Belo Comidaria, no São Pedro, e o Judith Café, em Santa Efigênia.

O restaurante O Dádiva, com vários prêmios de melhor restaurante da cidade, fechou as portas depois de oito anos.

Donos de bares contam ao jornal que passaram a “pagar pra trabalhar” com a alta de preços da cerveja, da carne, e com o aluguel que a Prefeitura cobra para permitir que os bares coloquem mesas nas ruas. O valor vai de 4 mil a 10 mil reais por mês, além de uma taxa de 8 mil reais por ano.

Por algum tempo, enquanto a demanda estava forte, o setor de serviços conseguiu repassar o aumento de custo para os preços — e a inflação de serviços ‘roda’ acima do centro da meta desde 2004. Agora, como a renda do consumidor parou de subir, os donos de bares ou engolem o prejuízo ou fecham as portas.

Discretamente, a nova classe média já pediu a saideira.

Por Geraldo Samor

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog

banner_adm_restaurantes

Mudanças no cardápio do restaurante podem incentivar consumo saudável e aumentar lucro

Posted on

Alimentos saudáveis no cardápio podem aumentar lucro do restaurante

20082014Simples mudanças feitas nos cardápios dos restaurantes podem incentivar o consumo de alimentos mais saudáveis e ainda aumentar o lucro do negócio, segundo Brian Wansink, autor do livro Slim by Design e diretor do Food and Brand Lab da Universidade Cornell.

Em artigo publicado pelo International Journal of Hospitality Management e comentado no site da Fast Company, Wansink defende que dar destaque para as opções saudáveis, com margens de lucro maiores, impactaria positivamente sobre a saúde dos frequentadores do restaurante e ainda na saúde financeira da indústria de alimentos.

O desafio é chamar a atenção para os itens menos calóricos – muitas vezes o consumidor já pega o cardápio com o prato que pretende pedir na cabeça. Segundo o especialista, existem pesquisas que mostram como os estabelecimentos podem usar cores mais ousadas e gráficos para chamar a atenção dos clientes para as opções mais saudáveis.

Um dos “truques” para chamar a atenção é colocar entradas com preços mais baixos ao redor dos pratos mais caros. É uma forma de fazer com que o cliente compare os preços dos pratos e se estiver em busca de uma opção mais barata, a pessoa pode ser influenciada pelo preço.

Wansink também aponta que o cliente lê o cardápio do mesmo jeito que lê revistas. Por isso, colocar opções saudáveis nos quatro cantos pode ser uma forma de chamar a atenção do cliente. O especialista destaca ainda o poder das palavras – alguns estudos indicam que as palavras usadas para descrever um prato podem impulsionar as vendas em até 27%. Ou seja, os donos de restaurantes poderiam usar descrições mais elaboradas para os pratos mais saudáveis e não deixar os melhores adjetivos apenas para as comidas menos saudáveis.

Em relação ao aumento das margens de lucros, o especialista afirma que os alimentos mais saudáveis tendem a ser mais fáceis de preparar e ainda têm margens maiores. Uma salada Ceasar pode ter o mesmo preço de um cheeseburger, mas o custo do preparo é menor.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/

planejamento_cardapios

14 dicas para ter uma franquia de sucesso no setor de alimentação

Posted on Updated on

O mercado das franquias de alimentação continua sendo um dos mais procurados por empreendedores interessados pelo franchising. Não à toa. O faturamento do segmento, que conta com mais de 637 redes, é de quase R$ 24 bilhões por ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Apesar do sucesso, é preciso muitos cuidados na hora de abrir uma unidade ou decidir transformar uma empresa em uma rede.

23072014

“No Brasil, ainda enfrentamos a inflação dos alimentos. Além disso, temos de pensar em formas de não passar esses custos para o consumidor e diminuir o desperdício”, afirma Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Outros dois grandes desafios para as franquias de alimentação são a carga tributária e a competição com os negócios informais.

Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com Camargo e Filomena Garcia, sócia da Cherto Consultoria e diretora da Franchise Store, para listar os ingredientes para uma receita de sucesso na hora de abrir uma unidade ou uma rede de franquias. Confira abaixo:

Para quem criar uma rede de franquias

1. Conheça o mercado
Entenda quem serão os seus concorrentes, principalmente os que estão há mais tempo no franchising. Você precisa tentar achar um diferencial para a sua empresa. Pense em tudo: no serviço, no ambiente, no cardápio, no modelo e qualquer outro aspecto que possa conquistar seu cliente logo de cara.

2. Analise o sucesso da sua empresa
Se você quer transformar um negócio existente em uma rede, precisa analisar friamente o sucesso que ele vem tendo. A operação já está consolidada o suficiente? Ela já dá lucro? Será possível replicar esse padrão nas unidades franqueadas?

3. Faça tudo dentro da lei
Não basta sair vendendo unidade para quem aparecer. Estude a Lei de Franchising para formatar sua rede. Buscar a ajuda de consultorias e empresas especializadas ajuda muito a começar bem. Dedique entre seis meses e um ano para esse tipo de análise e aconselhamento.

4. Dedique tempo aos manuais e padronização
Invista na produção de manuais e de processos que sejam compreensíveis e replicáveis pelos seus franqueados. Dedique-se à qualidade de cada passo e capriche nas capacitações e treinamentos.

5. Converse
Marque encontro com donos de outras redes do mesmo segmento. Compartilhe inseguranças, tire dúvidas e tente absorver a sabedoria que eles têm.

6. Defina o papel de cada um
Deixe claro qual será seu papel como franqueador e quais são as atribuições de um franqueado. É importante deixar claro que alguns processos da rede devem permanecer exclusivos – este é um dos pontos essenciais para a consolidação de uma franquia.

7. Mapeie a logística
Seus produtos serão produzidos em uma central e depois transportados? Qual será sua perenidade? Analise esses aspectos para estruturar sua logística e sempre entregar produtos de qualidade.

8. Inove e mude sempre
Para alcançar um lugar seguro nesse mercado e conquistar mais franqueados e clientes, você precisa inovar sempre: então, mantenha-se atento às tendências e faça o possível para sair na frente de seus concorrentes. Busque boas ideias e fique ligado as sugestões de seus franqueados.

Para quem quer abrir uma unidade franqueada

9. Descubra se esse é realmente o seu perfil
Você realmente foi feito para abrir uma franquia (aqui você pode fazer um teste e tentar descobrir)? E mais importante: você tem o perfil do setor de alimentação? Está disposto a ser um empreendedor participativo e colocar a mão na massa, sorvete, hambúrguer ou qualquer outro alimento que você escolher? Pense nessas perguntas antes de sair por aí investindo em uma unidade.

10. Entenda o modelo
Compreenda o nível de complexidade do modelo que você está buscando: o setor de alimentação em franquias oferece operações que precisam de habilidades e capacidades diferentes. Estude com cuidado cada uma delas para saber o que você procura e o que precisará para controlá-las.
11. Converse com outros franqueados
Tirar dúvidas também é um passo importante para quem vai abrir uma unidade. Saiba como é o dia a dia de outros franqueados, levante pontos positivos e negativos da rede que você pretende escolher. E não deixe de alinhar suas expectativas com o próprio franqueador.

12. Conheça o produto e seu público
Conheça bem o produto que você venderá ao comprar uma franquia e para quem você o fará. Isso o ajudará na escolha do ponto ideal, da comunicação e divulgação e no atendimento.

13. Divulgação regional
Capriche em uma divulgação regional e localizada. Faça propagandas em jornais, rádios, ferramentas de pesquisa e redes sociais – se sua rede já não tiver uma política centralizada de marketing digital.

14. Treine e motive sua equipe
A seleção e o treinamento da equipe são pontos fundamentais, já que o serviço e o preparo dos alimentos determinarão o sucesso e aceitação da sua unidade. Lembre-se que nesse setor, a rotatividade pode ser muito grande e o salário não é muito alto, então encontre formas de motivar sua equipe e crie um bom ambiente de trabalho.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

banner_manual_conduta

Sócio do Spoleto diz que só ficou rico quando esqueceu o dinheiro

Posted on

Eduardo Ourivio estava imerso em dívidas quando acertou a mão e criou com o sócio sua marca de maior sucesso: o Spoleto.  Ourivio estava falido no instante em que inaugurou com o sócio a primeira operação do Spoleto

HR04 SÃO PAULO/SP - 11/06/2014 ENCONTRO PME SPOLETO PME - Eduardo Ourivio, um dos fundadores do Spoleto participa do Encontro PME.  FOTO: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

Os sócios Eduardo Ourivio e Mário Chady colecionaram sete restaurantes, muitos fracassos e dívidas até acertar com o Spoleto e a união do conceito de fast food em um restaurante italiano. Para Ourivio, quebrar foi importante para conquistar maturidade empreendedora.

“No início, éramos muito focados no dinheiro. Ia dormir e ficava pensando o que ia fazer com o dinheiro, em vez de ficar preocupado em como ganhar o dinheiro. O que aprendemos com o Spoleto foi focar no construir, no fazer. Dinheiro é a consequência”, contou Ourivio.

Desde o início, o sonho da dupla era construir uma marca. A escolha foi pela massa italiana e o conceito do negócio contou com a ajuda de um amigo. “Fui visitar um amigo em Miami e ele me mostrou o que fazia com o omelete no café da manhã, com o cliente escolhendo os ingredientes, e que estava fazendo o mesmo na hora do almoço com a massa.” Pronto, estava assim criado o modelo do Spoleto, que desde o início buscou um crescimento rápido por franquias.

Hoje, 15 anos depois, são 337 restaurantes, dentro e fora do Brasil. O negócio faz parte do Grupo Trigo, que ainda engloba a operação brasileira da Domino´ s Pizza e a Koni, de culinária japonesa. Ourivio contou sobre o início dos negócios e os desafios durante o Encontro PME com pequenos empresários. Confira alguns trechos.

Franquia
Conscientes de que o modelo do Spoleto era fácil de ser copiado, Ourivio e Chady buscaram uma expansão rápida por franquias. “Franquia é muito bacana, mas você só ganha dinheiro com muita escala. No mínimo 60 lojas”, pontuou Ourivio.

De acordo com o empresário, a liderança da franquia tem que ser horizontal e não vertical. “O franqueado, para mim, não é um franqueado. É um parceiro incrível. Eles estão ajudando a construir a marca e estamos aprendendo muito. Ter um empresario botando o dedo no seu olho e falando que você está errado não tem preço. Isso é bom. Tenho certeza que nosso negócio é muito melhor do que seria se fosse só de lojas próprias.”

Sociedade
Os sócios do Spoleto são amigos desde a adolescência. Um dava suporte ao outro durante os tempos de dívidas. “Eu não tinha dinheiro para abrir o dia. Cortaram a luz, o gás de casa”, contou Ourivio, relembrando a fase mais difícil. Por essa época, os dois se encontravam de manhã, para começar o dia. Enquanto um falava: “meu irmão, não aguento mais, não vai dar”, o outro respondia: “vamos conseguir virar esse negócio”. “Quando um levantava a bola que estava ruim, o outro se colocava na posição de virar o negócio e torcia para, no dia seguinte, ser o primeiro a reclamar para o outro consolar”, disse.

Ourivio defende uma parceria com sócios com habilidades complementares. Em todos os restaurantes, a dupla manteve sociedades diferentes. Ele chegou a ter cerca de 30 sócios, sendo que 90% deles eram amigos. Do total, o empresário ainda continua amigo de 28. “Colocava amizade na frente de qualquer coisa. Nada vale mais que amizade ou casamento. Brincava com o Mário quando a gente ia quebrar e falava: vamos quebrar, mas vamos escrever um livro de como não perder amigo em uma sociedade e vamos ficar ricos desse jeito.”

Novas marcas
Entre as estratégias de crescimento do grupo está o trabalho com novas marcas. A compra da Koni Store foi efetuada em 2008 com o acerto do modelo de negócio quatro anos depois. “Deixamos de ser temakeria há muito tempo. Se a gente fosse ser hoje só uma temakeria teríamos quebrado. Tudo isso é moda. E moda passa. Você tem que virar hábito de consumo”, disse Ourivio. O grupo também atua como franqueado da Domino´s Pizza e planeja a criação de novas marcas. “Jamais pensamos em ter um limite, em parar de sonhar. Queremos brincar de War e precisamos de uma cultura forte para isso.”

Expansão prevê estreia nos EUA, carne grelhada no cardápio e nova rede
Quando o Spoleto começou, o negócio foi o primeiro a oferecer talher de inox e prato de porcelana na praça de alimentação de shoppings. Hoje, os concorrentes trabalham o mesmo conceito e a marca precisa buscar diferenciais para continuar a trajetória de crescimento. Entre as estratégias do grupo Trigo está em seguir o que o empresário Eduardo Ourivio chama de democratização da culinária. E o caminho para esse resultado passa pelo potencial de consumidores da classe C.

Nesses sentido, Ourivio conta que planeja o lançamento de uma nova marca de restaurante japonês. “Queremos dar uma experiência mais bacana em relação ao preço que o cliente está pagando”, contou. Outra aposta do grupo é começar a servir carne grelhada no Spoleto. “A reação que o cliente teve com prato e talher lá trás, queremos promover com a carne hoje. Não quero vender carne, quero vender a carne que a pessoa fala: ‘uau!’”, contou.

O Spoleto também prepara sua chegada em Orlando, nos EUA, em outubro. “A Flórida como estado é muito pró negócios. Existe a Orlando turística, que é a que eu conhecia, e outra Orlando onde moram 2 milhões de pessoas. Estamos indo para a área dos americanos. Claro que queremos aproveitar os brasileiros que visitam o local, mas o foco principal é testar o modelo para os americanos”, disse Eduardo Ourivio.

E as operações norte-americanas serão na rua, não em shoppings. “A vantagem da rua é que você consegue dar uma experiência mais completa para o consumidor. No shopping, na praça de alimentação, você é um box, consegue vender serviço, produto e uma ‘experiênciazinha’”, completou.

Além do Brasil, o Spoleto tem unidades em operação no México e na Costa Rica. O negócio faz parte do Grupo Trigo, junto com as marcas Domino´s Pizza e Koni Store, de culinária japonesa. No ano passado, o grupo fechou com um faturamento de R$ 732,56 milhões e 482 lojas. Para 2014, a projeção da companhia é a de faturar R$ 885,63 milhões, com a operação de 574 restaurantes em funcionamento.

banner_adm_restaurantes

Pesquisas de satisfação. Uma grande aliada do seu restaurante

Posted on

Quando as vendas estão indo bem, sentimos que estamos no caminho certo na gestão do nosso empreendimento. Obviamente o volume de vendas é um bom indicador, mas e quando as vendas começam a cair gradativamente e você começa a se perguntar: “Não é possível, estava tudo indo bem alguns meses atrás. O que está acontecendo?”

10062014

As situações que podem levar o restaurante a uma queda de faturamento consecutiva são diversas, como economia, concorrência, preços, má prestação do serviço. Deixar o tempo lhe mostrar que o seu faturamento vem caindo gradativamente é a grande falha cometida por muitos empresários. O padrão de qualidade do seu restaurante deve ser constante e ninguém melhor do que o seu cliente para lhe dizer isto.

Uma pesquisa de satisfação não deve ser feita só quando as coisas vão bem, ou só quando as coisas estão mal. O objetivo de uma pesquisa de satisfação é manter o padrão de excelência do seu estabelecimento. Realizar uma pesquisa de satisfação a cada 3 meses é essencial para sentir como anda seu negócio na percepção dos clientes.

Muitos empreendedores se esquivam de realizar pesquisas de satisfação, parece que até têm medo do resultado da pesquisa. Outros evitam por achar muito difícil realizar a pesquisa e avaliar seus resultados. É preciso  ouvir quem mais interessa para o seu negócio, o seu cliente, ou então deixar que o medo de perder sobreponha à sua vontade de ganhar.

Há diversas formas de se realizar uma pesquisa de satisfação para avaliar constantemente como está a qualidade do atendimento, dos pratos, do ambiente, dentre outros. Veja a seguir como podemos de forma simples, obter um feedback do nosso cliente.

1 – Distribua cartões de opinião. Dê a sua equipe de garçons estes cartões de opinião para serem distribuídos no ato do fechamento da conta. Se preferir deixe os cartões na mesa, ao lado dos guardanapos. Os cliente devem ser orientados a deixarem a pesquisa numa caixa localizada na saída do estabelecimento. Assim o cliente não ficará intimidado para responder algo negativamente sobre o próprio atendimento do garçom.

Estes cartões podem apresentar questões específicas relacionadas com elementos do seu restaurante que você está curioso para saber. Você também pode estabelecer uma grau de satisfação em cada categoria, com notas de 0 a 10 por exemplo. Assim numa próxima pesquisa será possível avaliar se o padrão caiu, permaneceu constante ou aumentou.

2. Crie um formulário de comentários em seu site. Disponibilize a pesquisa de satisfação em seu site e peça a seus clientes para preenchê-lo.  Você pode utilizar mídias sociais como facebook para obter estes feedbacks também.

3 – Faça pesquisas via e-mail enviando uma newsletter solicitando a opinião do cliente referente à sua última vista. se você não tem um banco de e-mails de seus clientes já está na hora de começar a montar um, pois ele pode ajudá-lo muito nas pesquisas de satisfação ou até mesmo para o envio de promoções, eventos, etc.

4 – Modificações recentes também merecem uma avaliação mais criteriosa. Seu restaurante fez modificações no cardápio? Mudou o ambiente? Pergunte ao cliente o que ele achou destas modificações e avalie se as modificações foram positivas.

Evite oferecer descontos ou promoções para que os clientes respondam às pesquisas. Apesar deste método colaborar para o aumento de respostas, podem interferir no resultado da pesquisa pois clientes que não tem nada a dizer sobre seu negócio podem respondê-las apenas para receber o desconto.

Um estabelecimento que realiza pesquisas de satisfação é sempre bem visto por seus clientes, pois eles sabem que suas opiniões serão utilizadas para melhorar suas experiências futuras.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

banner_manual_conduta