Os locais destinados à estocagem devem estar rigorosamente limpos (lavados e desinfetados), sem resíduos de alimentos ou sujeira. Os materiais fora de uso (inclusive estrados) devem ser retirados das áreas de armazenamento, para evitar a presença de insetos, roedores e pássaros.
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1 – Toda mercadoria deve ser retirada da embalagem secundária, como caixas de papelão ou sacos de papel.
2 – As embalagens de todos os produtos devem ter identificação. Caso contrário deverão ser colocadas etiquetas com as seguintes informações: nome, marca, fabricante, data de fabricação, prazo de validade, composição do produto e registro em órgão competente.
3 – Produtos descartáveis também devem ser mantido separados dos itens citados anteriormente.
4 – Devem estar afastados pelo menos 10 cm da parede e 60 cm do teto, para permitir a circulação de ar entre os alimentos.
5 – O empilhamento no estoque devem ser alinhado e em altura que não prejudique as características do produto. As pilhas devem ser organizadas em forma de cruz para favorecer a circulação de ar entre os produtos e evitar acidentes.
6 – Os alimentos industrializados (conservas, enlatados, etc) devem ser mantidos afastados dos grãos e cereais para evitar infestação por insetos.
7 – Os alimentos que tiverem suas embalagens abertas ou danificadas devem ser transferidos para recipientes adequados (de plástico), lavados e desinfetados, ou embalados em plástico transparente. Além disso, devem ser devidamente etiquetados com o nome do produto, fornecedor, datas de abertura e de validade. Após a troca de embalagem ou manipulação, a validade será de 30 dias.
8 – Produtos de fabricação mais antiga devem ser posicionados de forma a serem consumidos em primeiro lugar. A data de validade deve ser observada e nunca podem ser utilizados produtos vencidos.
9 – Os alimentos devem ser porcionados com utensílios exclusivos e higienizados. Após o porcionamento, as embalagens devem ser fechadas adequadamente.
10 – Os alimentos não devem ficar armazenados junto a produtos de limpeza, químicos ou de higiene.
11 – Não devem ser colocados diretamente no chão. Devem estar apoiados sobre estrados ou prateleiras das estantes (os estrados devem estar a 25 cm de altura do chão).
12 – Não se deve armazenar vidros de “cabeça para baixo”, porque favorece o aparecimento de ferrugem nas tampas.
13 – Não devem existir caixas de madeira ou papelão em nenhuma área do serviço de alimentação.
Fonte: Mesa Brasil – SESC
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A cozinha de um restaurante ou hotel é um local agredido diariamente por sujidades vindas de todos os lados. São vapores, gorduras e poeiras impregnando coifas, paredes, pisos e bancadas durante horas. As coifas já perderam seu brilho para o tom amarelo de gordura, os pisos e paredes já não possuem cores definidas. É no momento da faxina que podemos constatar o quanto estas sujidades são agressivas, este procedimento em geral parece mais uma concentração para entrar no campo de batalha. De detergentes e buchas à luvas de limpeza, tudo parece fácil, até que…. A gordura não sai, a cerâmica não desencarde. E agora? É nesta hora que muitos apelam para produtos altamente tóxicos ou abrasivos, com o intuito de facilitar o trabalho e deixar tudo mais limpo. Mera ilusão. Estes produtos tóxicos e corrosivos agridem não só a superfície de sua cozinha causando danos irreversíveis, bem como também a sua pele, olhos e pulmões. 







