Dicas de estocagem de alimentos

Os locais destinados à estocagem devem estar rigorosamente limpos (lavados e desinfetados), sem resíduos de alimentos ou sujeira. Os materiais fora de uso (inclusive estrados) devem ser retirados das áreas de armazenamento, para evitar a presença de insetos, roedores e pássaros.

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1 – Toda mercadoria deve ser retirada da embalagem secundária, como caixas de papelão ou sacos de papel.

2 – As embalagens de todos os produtos devem ter identificação. Caso contrário deverão ser colocadas etiquetas com as seguintes informações: nome, marca, fabricante, data de fabricação, prazo de validade, composição do produto e registro em órgão competente.

3 – Produtos descartáveis também devem ser mantido separados dos itens citados anteriormente.

4 – Devem estar afastados pelo menos 10 cm da parede e 60 cm do teto, para permitir a circulação de ar entre os alimentos.

5 – O empilhamento no estoque devem ser alinhado e em altura que não prejudique as características do produto. As pilhas devem ser organizadas em forma de cruz para favorecer a circulação de ar entre os produtos e evitar acidentes.

6 – Os alimentos industrializados (conservas, enlatados, etc) devem ser mantidos afastados dos grãos e cereais para evitar infestação por insetos.

7 – Os alimentos que tiverem suas embalagens abertas ou danificadas devem ser transferidos para recipientes adequados (de plástico), lavados e desinfetados, ou embalados em plástico transparente. Além disso, devem ser devidamente etiquetados com o nome do produto, fornecedor, datas de abertura e de validade. Após a troca de embalagem ou manipulação, a validade será de 30 dias.

8 – Produtos de fabricação mais antiga devem ser posicionados de forma a serem consumidos em primeiro lugar. A data de validade deve ser observada e nunca podem ser utilizados produtos vencidos.

9 – Os alimentos devem ser porcionados com utensílios exclusivos e higienizados. Após o porcionamento, as embalagens devem ser fechadas adequadamente.

10 – Os alimentos não devem ficar armazenados junto a produtos de limpeza, químicos ou de higiene.

11 – Não devem ser colocados diretamente no chão. Devem estar apoiados sobre estrados ou prateleiras das estantes (os estrados devem estar a 25 cm de altura do chão).

12 – Não se deve armazenar vidros de “cabeça para baixo”, porque favorece o aparecimento de ferrugem nas tampas.

13 – Não devem existir caixas de madeira ou papelão em nenhuma área do serviço de alimentação.

Fonte: Mesa Brasil – SESC

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Alimentos congelados: como conservar os nutrientes

A praticidade da comida congelada é o que mais chama atenção, porém, ainda é questionada por muitos, se é saudável ou não.

Para o espanto de alguns, os congelados são saudáveis sim, mas somente se a comida for congelada da maneira correta. De acordo com a nutróloga Liliane Oppermam o congelamento em alguns alimentos gera o dobro de nutrientes.
“O alimento congelado se torna rígido, tornando mais difícil a proliferação de microrganismos causadores de doenças. O feijão verde, por exemplo, quando ele é congelado a vitamina C concentrada no feijão multiplica. Outra vantagem é que evita o desperdício dos produtos, pois eles podem ser armazenados por muito mais tempo no congelador”, explicou.

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É necessário ficar de olho em todos os detalhes do produto, validade e embalagens. Escolher bem os alimentos e conservá-los corretamente faz toda a diferença não só na hora de consumi-los, mas também para saúde. Embalagem, qual eu escolho? A embalagem tem uma importância muito grande durante o congelamento.
Ela permite que o alimento se mantenha com todas as suas características, incluindo a textura e o sabor. Antes de iniciar qualquer procedimento, analise a embalagem e identifique se tem furos ou se é fácil de rasgar. Evitando que o alimento tenha contato com o ar do freezer e perda nutrientes. A embalagem ideal para o congelamento de carnes, por exemplo, é o saco plástico ou de papel aderente.

Já o papel alumínio é muito utilizado pela dona de casa para embalar, no entanto corre o risco de não soltar a carne podendo ressecá-la. Conheça os passos para congelar os alimentos corretamente conservando todos os nutrientes:
Potes plásticos, de vidro ou sacos próprios para o armazenamento de alimentos são os mais recomendáveis para o congelamento. Além de ser, ideais para o consumo de uma refeição.

1° passo – Etiqueta: Para o congelamento o primeiro passo é identificar a etiqueta do alimento como data de fabricação e validade.
2° passo- Temperatura: Esteja atenta à temperatura do freezer, o ideal é abaixo de 18° C, é possível congelar o alimento por três meses mantendo essa mesma temperatura.
3° passo – Frutas: Retire os caroços e armazene somente a quantidade que será consumida.
4° passo – Hortaliças: O congelamento das hortaliças é preparado de acordo com a técnica chamada branqueamento, que consiste em lavar e separar as partes estragadas do alimente, depois lavar em água fervente e logo em seguida colocar em água fria. Provocando um choque térmico, eliminando as bactérias.
5°passo – Carnes: Qualquer tipo de carne pode ser congelada, mas é recomendável que ela esteja fresca. Limpe as partes comestíveis, sem temperar e armazene as partes que serão ingeridas.  Caso, a carne já foi congelada crua, ela só pode ser recongelada novamente sob forma de prato pronto.
6°passo – Alimentos que não podem ser congelados: Maionese, banana, pêra, macarrão sem molho, creme de leite, tomate, batata, pepino, salsão, pudins, queijos cremosos, ovos e iogurte. Esses alimentos perdem a textura e o sabor se for congelado.

Quero descongelar, como eu faço? Como para congelar cada alimento exige de algum cuidado, na hora de descongelar também existem algumas regras. Doces em geral e frutas, após retirar do congelador devem ser mantidos fora da geladeira, em temperatura ambiente. Sendo descongelados ainda embalados. Já as carnes e queijos podem ser mantidos na geladeira até o descongelamento total. O único tipo de alimento que pode ser descongelado na hora e consumi-lo são os pré-prontos. Eles podem ser levados diretamente ao micro-ondas ou fogão.

Fonte: Terra – 19/08/2012

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Vigilância Sanitária interdita 185 restaurantes

Quase 18 toneladas de alimentos impróprios para consumo foram apreendidos no ano.

interditado

A Vigilância Sanitária já interditou 185 restaurantes em todo o Distrito Federal neste ano. Além disso, o órgão recebeu 1.446 denúncias sobre falta de higiene em bares e restaurantes, o que resultou na apreensão de quase 18 toneladas de comida estragada no primeiro semestre de 2012.

E isso porque, de acordo com a Vigilância Sanitária, de todas as denúncias recebidas, 408 não puderam ser atendidas por causa da falta de funcionários do órgão. Atualmente o DF tem 150 auditores. “Nós temos hoje um corpo de auditores bem reduzido. A vigilância então precisa optar por aqueles estabelecimentos onde o risco é mais pronunciado”, explicou o auditor Allex Moraes ao “G1″.

Em um dos casos mais recentes, a fiscalização do interditou um restaurante no Setor Comercial Sul na segunda-feira. Nas proximidades foram encontrados restos de comida, esgoto a céu aberto, pombos e até insetos. Na terça-feira, o estabelecimento já estava em funcionamento após passar por uma limpeza, mas a Vigilância voltou ao local e apreendeu cem quilos de produtos estragados, entre carnes bovinas, frango, peixes e queijos.

Uma mulher teria passado mal após comer no restaurante. O proprietário e a nutricionista responsável responderão por crime de relações contra o consumo.

Fonte: Destak Jornal – 19/07/2012

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A Limpeza da sua cozinha industrial merece mais do que água e sabão.

kitchenA cozinha de um restaurante ou hotel é um local agredido diariamente por sujidades vindas de todos os lados. São vapores, gorduras e poeiras impregnando coifas, paredes, pisos e bancadas durante horas. As coifas já perderam seu brilho para o tom amarelo de gordura, os pisos e paredes já não possuem cores definidas. É no momento da faxina que podemos constatar o quanto estas sujidades são agressivas, este procedimento em geral parece mais uma concentração para entrar no campo de batalha. De detergentes e buchas à luvas de limpeza, tudo parece fácil, até que…. A gordura não sai, a cerâmica não desencarde. E agora? É nesta hora que muitos apelam para produtos altamente tóxicos ou abrasivos, com o intuito de facilitar o trabalho e deixar tudo mais limpo. Mera ilusão. Estes produtos tóxicos e corrosivos agridem não só a superfície de sua cozinha causando danos irreversíveis, bem como também a sua pele, olhos e pulmões.

Se, água e sabão não limpam e os produtos que podem limpar são tóxicos e abrasivos, há alguma notícia boa para sua cozinha? Claro que sim, foi em busca de soluções alternativas e eficientes que a GR (Gestão de Restaurantes) se surpreendeu ao encontrar soluções inovadoras e eficientes para este problema.

Um das fontes pesquisadas foi a empresa LIMTER Serviços, que nos esclareceu muito sobre novos produtos e tecnologias na limpeza de cozinhas industriais. Você acreditaria ser possível deixar a sua cozinha totalmente livre de gordura e poeira sem a utilização de água? Pois acredite, isto é possível. A Limter, por exemplo, possui um produto chamado Ceiling PRO, utilizado na revitalização de superfícies como: coifas, equipamentos de aço inox, estruturas metálicas, partes externas de tubulações de ar, tetos, paredes, azulejos e cerâmica.

Além de não utilizar água e sabão, o produto é ecologicamente correto, não agredindo as superfícies e nem o meio ambiente. De acordo com a LIMTER, que utiliza o CEILING PRO, a durabilidade da limpeza feita com este produto dura até duas vezes mais do que com método convencional. Outro fator importante é que não é necessário deslocar ninguém da equipe do estabelecimento para fazer a limpeza, pois profissionais especializados e treinados são enviados para o local.

O investimento para este tipo de serviço apresenta um bom custo-benefício, uma vez que há economia com mão de obra, produtos, tempo entre as limpezas e evita acidentes de trabalho.

Conheça uma solução inovadora.

 

imageRua Luís Góis, 1684 São Paulo
Fone : (11) 5583.2707 – 11 5584-2777 – 11 2574.5173
www.limter.com.br

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Adulterações no setor alimentício

imageLivro mostra como azeite e outros alimentos são falsificados

 

Domênico Ribatti, um italiano que fez fama nos anos 80 como um dos maiores comerciantes de azeite de oliva em seu país, foi condenado à prisão, em 1993, acusado de fraude. Ele recebia toneladas de óleo de avelã da Turquia, de navio, e vendia como azeite extravirgem na Itália.

Quem conta a história é o norte-americano Tom Mueller, que acaba de lançar "Extra Virginity", livro no qual desdobra sua investigação sobre a adulteração de azeite.

Especializado no óleo, o chef André Castro, do D`Olivino, está de acordo com a tese do autor, de que não há oliveiras suficientes para atender a demanda pelo azeite de oliva, e que isso ativa a falsificação do produto.

"Alguns até apresentam traços do óleo extraído do caroço da azeitona", diz.

Para Ingrid Schmidt-Hebel, coordenadora do curso de tecnologia em gastronomia do Senac, as adulterações no setor tendem a se intensificar. "As fraudes estão se sofisticando. Dificilmente o consumidor tem condições de identificá-las."

E a solução? "É preciso ter leis para a fabricação de alimentos e, na outra ponta, uma fiscalização rigorosa."

Búfala

A mozarela de búfala, queijo fresco feito com 100% de leite de búfala, também sofre adulteração. "A fraude vem da demanda crescente. Os produtores compram leite bovino [mais barato e abundante], fabricam o queijo e vendem por preços inferiores", diz Pietro Baruselli, professor de veterinária da USP e membro da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos.

Para não cair em armadilhas, busque um queijo branco e brilhante –a adição de leite bovino dá coloração amarelada, muitas vezes camuflada com branqueadores.

Sua massa deve ter aroma de leite fresco, sabor suave e levemente adocicado. Na textura, procure consistência macia, mas firme, para que não despedace –quando levam porcentagem de leite bovino, costumam esfarelar.

Nem os vinhos escapam. Há alguns anos foi descoberta uma rede internacional que falsificava vinhos italianos. Policiais apreenderam um grande lote de vinho de mesa italiano que seria vendido como Barolo, Brunello di Montalcino e Chianti.

Os vinhos de € 2 eram comprados engarrafados, mas sem rótulo, e levados para a Alemanha, onde recebiam etiquetas falsas. Lá, eram vendidos por € 100.

Em "Historie de la Qualité Alimentaire" (sem tradução no Brasil), Alessandro Stanziani se concentra nas fraudes de vinho, carne, leite e manteiga. Para ele, os consumidores devem ser informados para que tenham liberdade de escolher um produto.

"A responsabilidade do Estado é assegurar que a informação do fabricante ou do produtor está correta."

Fonte: Folha de S. Paulo – 29/02/2012

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Controle integrado de pragas

Manter as pragas longe do estabelecimento é fundamental para a saúde dos negócios.

imageA presença de pragas nos estabelecimentos de alimentos revela falha nos procedimentos de boas práticas de manipulação comprometendo a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos, podendo transmitir doenças aos clientes e  trabalhadores.

As baratas domésticas são vetoras de microrganismos patogênicos, através do seu corpo e patas, sendo responsáveis por doenças gastrointestinais, conjuntivites, infecções urinárias, toxinfecções alimentares, alergias, verminoses, micoses, protozooses. As formigas também são condutoras mecânicas de agentes patogênicos, como vírus, bactérias e fungos. Os roedores urbanos estão vinculados à leptospirose, salmonelose, hantavirose, peste, sarna e micoses. As moscas são  fortemente atraídas por restos orgânicos em decomposição, como fezes de animais ou humanas e ao pousar em superfícies domésticas e utensílios veiculam agentes  patogênicos em suas patas, transmitindo várias doenças e distúrbios  gastrointestinais.

As pragas urbanas invadem as cozinhas na busca por alimento, água e abrigo. O  Controle Integrado de Pragas é um sistema que incorpora ações preventivas e corretivas destinadas a  impedir o acesso e a proliferação de vetores e pragas  urbanas, de forma a garantir resultados favoráveis sob o ponto de vista higiênico,  ecológico e econômico. O objetivo é minimizar o uso abusivo e indiscriminado de  praguicidas.

A aplicação de produtos químicos só deve ser realizada quando adotadas todas as medidas de prevenção, só podendo ser utilizados produtos registrados no Ministério da Saúde. Quando a adoção das medidas preventivas não for suficiente para eliminar as pragas e for necessário o uso de produtos químicos, deve-se contratar uma empresa especializada em controle de pragas. Ao contratar uma empresa solicite a Licença de Funcionamento emitida pela Vigilância Sanitária.

Os fatores que propiciam a proliferação de pragas são conhecidos por 4 as:

• Conservar os alimentos em recipientes bem fechados;
• Limpar diariamente o piso, fogão e demais equipamentos;
• Limpar quinzenalmente caixas de gordura, mantendo-as bem fechadas;
• Remover o lixo diariamente, quantas vezes necessário, devidamente tampados
e ensacados. Os sacos de lixo devem ser colocados em lugares altos próximo à
hora da coleta. Lavar periodicamente a lixeira, mantendo-a seca e fechada.
• As áreas internas e externas do estabelecimento devem estar livres de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente, entulhos e com a grama aparada;
• Limpar frequentemente os armários, principalmente aqueles com pouco uso;
• Descartar embalagens de papelão ou madeira usadas para transporte de
alimentos;
• Vedar todos os orifícios, aberturas ou frestas nas paredes.
• As portas e as janelas devem estar  ajustadas aos batentes;
• As aberturas externas das áreas de armazenamento e preparo de alimentos
devem ter telas milimetradas e vãos sob as portas protegidos com anteparo de
borracha;
• Os ralos devem ser do tipo abre e fecha para serem fechados quando em desuso;
• Vedar fossas sépticas, assépticas, instalações hidráulicas e rede de esgoto.

Fonte: Revista Mercado Gastronômico

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A importância do uniforme no ambiente gastronômico

imageA utilização de uniformes existe desde a antiguidade, mas desde aquela época até pouco tempo atrás os uniformes tinham a simples função de padronização do indivíduo. Atualmente a utilização de uniformes, principalmente em negócios gastronômicos tem uma função muito mais ampla que abrange desde a segurança e conforto até o fortalecimento da marca do estabelecimento.

Nos restaurantes a utilização de uniformes é essencial, tanto para diferenciar colaboradores de clientes quanto para definir a atividade do indivíduo em cada setor do restaurante.

No setor de produção de alimentos, principalmente no que diz respeito à segurança alimentar, os uniformes das áreas de produção de alimentos possuem a cor branca, simplesmente para que a sujeira seja notada com facilidade e o uniforme substituído constantemente. Esta também é uma das funções do avental, que protege o uniforme principal. O tipo de tecido utilizado para elaboração do uniforme também é fundamental. Nas áreas de produção, onde a alta temperatura ambiente e o risco de incêndio são comuns, os tecidos de algodão são mais recomendados. Os tecidos sintéticos devem ser evitados para a área de produção de alimentos devido à sua alto inflamabilidade. Quando falamos de uniformes também não devemos nos esquecer dos calçados. É muito comum a utilização nas cozinhas de botas brancas emborrachadas, que por sinal atendem bem. Mas o ideal são botas de couro com ferro nas pontas, visando a proteção dos pés contra acidentes com panelas e facas. O solado das botas devem ser emborrachados, visando evitar quedas e também choques elétricos. Assim como as botas, outros acessórios complementam o uniforme na área de produção, como luvas e toucas. O importante é sempre associar a funcionalidade do uniforme com o conforto para quem irá utilizá-lo.

Nos salões dos restaurantes a utilização dos uniformes por parte dos garçons e atendentes tem o papel de diferenciá-los do restante do público, desta forma o cliente não sente dificuldade em identificar um garçom no ambiente.

Os tipos de tecido a serem utilizados pelos garçons no salão já adotam outras funcionalidades, permitindo uma maior variedade de tecidos e cores. Os tecidos sintéticos são úteis principalmente por não amassarem com facilidade, além de permitirem uma grande variedade de cores, em contrapartida aquecem bastante. Tecidos em tricoline, brim e sarja proporcionam bastante conforto e visual mais sofisticado.

A personalização de uniformes é a grande tendência atual. Restaurantes estão investindo em uniformes personalizados para seus colaboradores, trazendo o fortalecimento da marca, a harmonização com o ambiente e com o conceito do restaurante.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

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Falta de higiene fecha 607 restaurantes em São Paulo

imageAlimentos mal armazenados ou sem refrigeração, além de moscas e baratas, causaram interdições

Flagrados por apresentarem condições precárias de higiene, 607 restaurantes, lanchonetes e mercados, entre outros estabelecimentos, foram interditados pela Vigilância Sanitária da cidade de São Paulo no ano passado. O número é 20% maior do que em 2010, quando ocorreram 505 fechamentos temporários. Os agentes sanitários chegaram a esses locais após denúncias da população e inspeções de rotina.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), as interdições ocorrem quando são identificados problemas como alimentos com a validade vencida ou estocados em locais sem ventilação ou refrigeração adequada ou ainda infestados de insetos, principalmente baratas e moscas.

A multa ao estabelecimento vai de R$ 100 a R$ 50 mil, dependendo da infração. Em casos de interdição, a reabertura só é permitida após a situação ser regularizada. A SMS não soube informar o motivo do aumento, mas afirma que um local pode ter sido alvo de mais de uma blitz.

A Vigilância Sanitária atua, muitas vezes, em conjunto com o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), que prende em flagrante quem estiver vendendo comida estragada e sem origem de fabricação. No último dia 7, mesmo sem apresentar falhas de limpeza, o restaurante Ritz, na Alameda Franca, Jardins, foi acusado pelo DPPC de armazenar comida com prazo de validade vencido. Foram recolhidos 280 quilos de peças como queijos, pancettas e leite de cabra impróprios para consumo. Um gerente foi preso. Procurada pelo JT, a assessoria do restaurante não respondeu.

A professora Avany Bon, coordenadora da Faculdade de Nutrição da Universidade Anhembi Morumbi, alerta que alimentos vencidos ou armazenados de forma imprópria podem provocar infecção e intoxicação alimentar, causando diarreia e vômito. Em casos graves, podem levar à morte por desidratação. “Um alimento vencido ou que foi malconservado pode conter um número maior de micro-organismos, bactérias, vírus, ou fungos, que podem causar um distúrbio gastrointestinal.”

O delegado Marcelo Jacobucci, titular da 1ª Delegacia de Saúde Pública do DPPC, diz que o que mais se apreende são queijos estragados. E, segundo ele, foi detectado que quem mais guarda comida estragada são mercados, padarias e restaurantes. “Só no ano passado foram 110 toneladas de comidas assim”, lembra Jacobucci.

Fonte: O Estado de São Paulo – 10/02/2012

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Projeto quer tornar lei uso de máscara em restaurante

Intenção é evitar contaminação de alimentos com saliva em casos de epidemias no Rio

POR FELIPE FREIRE

Rio – A cena parece estranha mas pode se tornar obrigatório nos restaurantes do Rio: tramita na Câmara Municipal projeto de lei (PL) que obriga clientes e funcionários de estabelecimentos com self-services, bufês ou rodízios a usar máscara cirúrgica. O PL, do vereador e médico Jorge Manaia (PDT), determina a proteção para manusear alimento em áreas expostas e coletivas sob pena de multa de R$ 300 a R$ 30 mil.

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Projeto de 2009, estabelecia uso da máscara em qualquer circunstância, mas foi vetado. No fim de 2010, a proposta foi reeditada para torná-la obrigatória só em casos de epidemias, com intenção de evitar contaminação de alimentos por partículas de saliva ou espirros. “Essa lei foi criada na época da H1N1 (gripe suína)”, detalhou Manaia, que espera aprovar o projeto, em análise de comissões, até o fim do ano.
O projeto divide opiniões. Para o biomédico Roberto Martins Figueiredo, conhecido como o Dr. Bactéria do programa ‘Fantástico’, a medida é ineficaz: “O principal modo de contaminação não é pelas vias respiratórias, é pelas mãos. Lavá-las é muito mais necessário”, diz, lembrando recomendações da Anvisa: manter alimentos em temperatura adequada; ter proteções de vidro entre alimentos e clientes e, em vez de repor comida, substituí-la.

Clientes e especialistas contestam a eficácia da lei
Entre especialistas e clientes, a máscara é polêmica. O projeto de lei recomenda qualquer tipo de proteção respiratória, mas o Dr. Bactéria garante que os objetos comercializados em farmácias não evitam que a saliva seja lançada.
“Artigos científicos estrangeiros falam que estas máscaras não servem para nada. Deveriam especificar a melhor”, diz a enfermeira Edvana Lopes, 30 anos e frequentadora de self-service. O estudante de Odontologia Juliano Eloi Alves, 29, aprova a máscara: “Mas deveriam colocar pias perto da entrada, distribuir álcool gel, disponibilizar toucas e ter proteção para se servir”.

Opiniões divididas nos restaurantes

Para o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio (SindRio) acredita que a medida é altamente válida em casos de epidemias confirmadas pelo Município. Mas, como o custo das máscaras recairia sobre o comércio, os proprietários divergem.

Dono do Bandeira Futebol e Culinária, na Pça. da Bandeira, Mario Rubens Paraíso, crê que a nova obrigação provocaria aumento no preço da comida. Já Romário Araújo, gerente do Kilograma, na Rua do Riachuelo, Centro, aceitaria arcar com o prejuízo: “Dá credibilidade ao estabelecimento e mostra ao cliente que estamos preocupados com a higiene”.

Fonte: http://odia.terra.com.br

Bares e restaurantes terão que obedecer normas durante a Copa 2014

imageOs bares, restaurantes e empresas do setor alimentício de Fortaleza terão que se adequar às exigências da norma 15.635 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que prevê práticas seguras no preparo da comida.

Além da capital cearense, todas as outras cidades-sede da Copa de 2014 precisam cumprir a determinação. Os empresários devem atender cerca de 600 mil turistas em todo o Brasil.

Em todo o país existe 1 milhão de estabelecimentos comerciais que servem refeições, de acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Para passar pelo crivo da ABNT e obter o certificado as empresas têm que atender a exigências no processo de produção que preveem higienizar hortifrutigranjeiros e tratar termicamente os alimentos.

A coordenadora da Comissão de estudos de Segurança de Alimentos da ABNT, Brigitte Bertin, afirma que se todas as etapas forem cumpridas, o risco de contaminação ou de causar problemas à saúde do consumidor será mínimo. Entidades como o Sebrae, oferecerão consultorias, já a partir deste ano para que os proprietários de estabelecimentos se não tenham prejuízos na época do mundial.

Fonte: http://www.alimentacaoforadolar.com.br

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