Notícias

10 Lições para donos de restaurantes

Postado em

Se você é ou pretende ser dono de um restaurante, aprenda sobre as principais lições que farão de seu negócio um negócio de sucesso.

14042014

Lição 1 – Valores

Todo proprietário ou gestor do restaurante deve exercitar os seus valores fundamentais da empresa, como missão e visão. Quando exercitados diariamente, estes valores são utilizados como princípios orientadores para a gestão do seu negócio, para você e para seus colaboradores

Lição 2 – Organograma

Comunicação em qualquer restaurante é fundamental para o seu sucesso. Comunicar claramente os papéis de cada colaborador torna o processo operacional do restaurante muito melhor.

Lição 3 – É sua responsabilidade fazer uma gestão lucrativa

Você tem a responsabilidade de gerenciar um restaurante e torná-lo rentável. Não é uma opção, não uma esperança e não é um desejo. É uma obrigação. Sem você, não há restaurante para seus clientes e não há postos de trabalho para seus empregados.

Lição 4 – Imponha sua vontade

Um restaurante tem algumas das características idealizadas pelo proprietário . Seja a metodologia de trabalho ou a forma como devemos atender aos clientes. Deste modo, para que não haja dúvidas, essa metodologia de trabalho precisa ser claramente definida, documentada, e os colaboradores devidamente treinados e avaliados. Desenvolva um manual de Conduta e esteja certo de que todos os envolvidos no restaurante leiam, entendam e sigam.

Lição 5 – Controles de Caixa

Você deve ter um sistema de gestão que mantenha sua equipe atuando honestamente, permitindo-lhes lidar com o seu dinheiro e garantido que todas as transações estão indo diretamente para o caixa da empresa.

Lição 6 – Orçamento

Possuir um plano financeiro estratégico que compreenda a previsão de receitas e despesas futuras ajuda a manter o negócio estável e a realização de investimentos.

Lição 7 – Custos

O gerenciamento dos custos é tão importante quanto o gerenciamento de receitas. Tenha todos os custos bem documentados, de um palito de dentes a uma garrafa de uísque.

Lição 8 – Padronização

Garantir sempre a mesma qualidade e sabor dos pratos só é possível com padronização. Tenha fichas técnicas de modo de preparo dos pratos.

Lição 9 – Qualificação

A concorrência e a agressividade do mercado não permite amadorismo. Esteja sempre qualificando você e a sua equipe para garantir um bom padrão de qualidade do seu estabelecimento, seja na cozinha, no atendimento ou na gestão financeira.

Lição 10 – Delegue funções

Um restaurante é um dos negócios mais difíceis e complexos para se gerenciar. São diversos mecanismos que devem ser averiguados constantemente e muitas vezes ao mesmo tempo. Portanto aprenda a delegar tarefas e não carregue tudo nas costas.

Aprendendo e aplicando estas lições você não terá somente mais lucro, terá também mais liberdade e qualidade de vida.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

banner_manual_conduta

Redes agregam ingredientes regionais aos cardápios originais

Postado em

Restaurantes se mostram cada vez mais atentos às demandas do público local ao criarem produtos específicos

Sociólogo dos mais importantes no contemporâneo, o francês Pierre Bordieu escreveu verdadeiros tratados sobre o poder simbólico das coisas como instrumentos de particularização. A partir daí, ele chama de “personificação do gosto” essa distinção entre os povos baseada nessa pessoalidade do gostar. A comida aparece nesse contexto como sentido de distinção por excelência – uma vez que permite separar e unir pessoas e, consequentemente, constituir mercados – por que não?

31032014a

É que cada vez mais interessadas em atrair e tornar fiel o seu consumidor local, grandes restaurantes se empenham no desenvolvimento de produtos sob medida para aquele mercado. A rede estadunidense Outback Steakhouse, por exemplo, quando chegou ao Brasil, logo tratou de incluir a picanha entre os seus cortes. E mais, abriu mão do seu tempero especial (formatado com 17 condimentos) e passou a temperar esse corte específico apenas com sal grosso, mimetizando o hábito brasileiro.

Outra adaptação do cardápio da marca, que já tem 51 restaurantes no País, foi a inclusão da caipirinha na carta de drinques. E aí, por duas questões: procura do consumidor local, e dos turistas, que entendem o coquetel como símbolo etílico e já chegam procurando por ele. A abertura para a escolha do ponto da carne também tem dedinho brasuca.

Também multinacional, o McDonald’s, símbolo máximo do fast food no Ocidente, repensou sua postura globalizada e traduziu em alguns dos seus lanches nossas idiossincrasias. O sanduíche cheddar McMelt é um grande exemplo. Nasceu a partir de uma demanda local que pedia um sanduíche com o queijo e entrou de forma temporária no cardápio, do qual nunca mais saiu. Na seção do McCafé, somos o único País em que se vende pão de queijo e pão na chapa.

Segundo a socióloga Maria Alba Maranhão, cujas pesquisas estão nas relações de consumo, esse ajuste de produtos das multinacionais aos hábitos de um determinado mercado não é de agora. “Era bem comum nos anos 1980, mas o processo de globalização padronizou o consumo, elegendo ícones universais. No entanto, registra-se hoje cultural e gastronomicamente um momento ufanista, de valorização do que tempos de mais particular, levando à renuncia de modelos pré-estabelecidos”, explica.

JEITO RECIFENSE À MESA – Essa nova configuração colocada pela socióloga é amplificada no dia a dia. O restaurante português Rui Paula (que conta com duas unidades em Portugal e no ano passado abriu sua primeira filial fora daquele país justamente no Recife) precisou reajustar seus ponteiros no modo de servir as receitas. Primeiro, o chef e proprietário da casa, Rui Paula, fez uma pesquisa de ingredientes locais e os incorporou aos preparos. Mas o que surpreendeu a brigada do estabelecimento foram os pedidos de porções de arroz como acompanhamento. “Sem arroz no prato parece que o pernambucano não se satisfaz. Mesmo que já haja outro carboidrato na refeição”, conta Danielle Martins, portuguesa e uma das cozinheiras do recinto. Atualmente, grande parte dos pedidos já parte da cozinha com o cereal.

Quando abriu no Recife a primeira loja da Domino´s, rede de pizzarias norte-americana presente em 70 países com mais de 9,5 mil lojas, a empresária Paula Albuquerque passou por alguns contratempos. Primeiro, os clientes reclamaram porque a pizza sabor portuguesa não vinha com ovo cozido na cobertura. “Como não podemos acrescentar nenhum ingrediente, exceto hortifruti, que não venha da central de franquias, repassamos essa demanda, e eles teriam que encontrar um fornecedor nacional de ovos só para essa demanda”, explica Paula.

Como era algo específico de uma única praça, e o caminho era longo, a franqueada optou por avisar aos clientes na hora da compra que a portuguesa não vinha com ovo. “A maioria troca de sabor na hora, ainda bem que não desiste da compra”, conta. Se fornecedor de ovo, por conta da vulnerabilidade do produto, é complicado, de charque nem tanto. Uma unidade da Domino´s, em Fortaleza, conseguiu nacionalmente criar um sabor, o carne-seca. A carne vem desfiada sobre a massa com molho de tomate, mussarela e cream cheese. Licença rapidamente adotada pelas unidades da região Nordeste.

Outro caso curioso aconteceu na primeira semana de operação da marca na cidade. A central de distribuição, localizada no Rio de Janeiro, mandou uma quantidade de insumos que julgava necessário para a primeira semana. “Com dois dias, vimos que iria faltar frango. O consumo da ave que eles calcularam, por uma média nacional, foi três vezes menor do que a demanda. A nossa pizza de frango com requeijão é a 3ª mais vendida. Em nenhum lugar do Brasil é assim”, rubrica Paula. O discurso pró-frango é ratificado pelo empresário Fabrini Caetano, licenciado da marca pessoense Empadinhas Barnabé na capital pernambucana. “Em um universo de 14 sabores, o que leva frango é disparado o primeiro lugar aqui. Mais que o dobro do segundo posto. E em todas as outras praças, o camarão ocupa o topo do pódio”, contabiliza.

PICANHA – Em 2012, a Burger King desenvolveu exclusivamente para solo brasileiro um hambúrguer de picanha. A ideia era promover uma afinação com o consumidor tupiniquim de forma geral. O sanduíche, que hoje é um dos mais vendidos, foi, pela primeira vez na história da marca, desenvolvido no Brasil.

STARBUCKS – A marca americana de cafeterias escolheu o Brasil, país que mais bebe café no mundo, para formular, pela primeira vez, um produto fora da sede. Só nas 75 lojas brasileiras é possível comprar o Café Brasil Blend, líder de vendas nas lojas e está em vias de ter a receita exportada para os EUA.

Fonte: Folha PE

banner_adm_restaurantes

Operação “Gourmet” constata sonegação de R$ 40 milhões na Paraíba

Postado em Updated on

O Ministério Público da Paraíba e a Secretaria de Estado da Receita deflagraram nesta sexta-feira (14) a operação “Gourmet” de combate à sonegação fiscal no setor alimentício da Grande João Pessoa. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e fiscalizados 49 bares e restaurantes da região que teriam sonegado cerca de R$ 40 milhões. Participaram da operação 80 auditores da Receita, 80 policiais militares, três delegados e 10 agentes da Polícia Civil. A operação contou com o apoio da Delegacia de Crimes contra a Ordem Tributária.

31032014

Segundo o secretário da Receita, Marialvo Laureano, o setor de inteligência descobriu que esses estabelecimentos fiscalizados estavam utilizando o software fiscal Mr. Cooks, criado pela empresa Servsoft, que não era homologado pela Receita Estadual e era utilizado para manipular o faturamento. “Ao utilizar um programa que não tem a autorização da Receita, esses estabelecimentos estavam cometendo uma irregularidade”, disse o secretário, acrescentando que a manipulação consistia em diminuir o faturamento para pagar menos imposto.

De acordo com a promotora de Combate à Sonegação Fiscal, Renata Carvalho da Luz, na operação foram apreendidos computadores, notebooks, HDs, pendrives e outros equipamentos na sede da Servsoft, no bairro dos Estados, na Capital; na sede do escritório de contabilidade da empresa desenvolvedora do software; e na casa do sócio da Servsoft, Rodrigo Henrique.

A promotora informou que o material apreendido será periciado para descobrir a totalidade de usuários do Mr. Cooks. “A operação teve como objetivo coibir a ação da empresa que desenvolve o software e descobrir o total de estabelecimentos que utilizam o programa”, afirmou.

Renata Luz informou ainda que, durante as fiscalizações realizadas nesta sexta-feira, foi constatado que alguns estabelecimentos estavam utilizando máquinas POS, como as de cartão de crédito, de terceiros, o que configura fraude. Todas as máquinas fraudadas foram apreendidas.

A promotora Renata Luz disse ainda que as irregularidades contatadas vão gerar um auto de infração e a abertura de procedimentos administrativo tributário. Tudo o que não foi pago de imposto deverá ser devolvido pelas empresas. Além disso, elas devem perder os benefícios fiscais que possuírem. Caso haja indícios de crime, os casos serão encaminhados ao Ministério Público.

Os nomes dos bares e restaurantes fiscalizados nesta sexta não foram divulgados porque eles estão protegidos pelo sigilo fiscal. Caso sejam descobertos mais estabelecimentos que utilizem o software, eles serão fiscalizados.

Fonte: http://www.clickpb.com.br/

banner_analise_financeiro

Os riscos de uma cozinha industrial e a importância dos EPIs

Postado em

As cozinhas são locais que naturalmente apresentam diversos riscos à nossa segurança e à nossa saúde. Agora, se uma cozinha tradicional de uma casa, com apenas um fogão e algumas facas de corte já concentra certa periculosidade, imagine então a dimensão dos riscos presentes dentro de uma cozinha industrial.

24032014

Para os funcionários de cozinhas industriais a exposição aos riscos capazes de afetar a saúde devem ser sempre minimizados. Fatores como desatenção, imprudência, imperícia e inexperiência na realização de tarefas, associados aos riscos já presentes dentro do ambiente de uma cozinha industrial, infelizmente contribuem e muito para o acontecimento de acidentes diversos.

Um fator determinante para a manutenção da segurança dos trabalhadores de cozinhas industriais é a correta utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), afinal eles foram criados especificamente para minimizar os riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores na realização de suas funções profissionais.

Além disso, o uso dos EPI’s é obrigatório por lei, conforme dispõe a Norma Regulamentadora 6 do Ministério do Trabalho e do Emprego, que especifica que, além da distribuição dos EPIs corretos para cada função a ser executada pelos trabalhadores, também há a obrigação por parte dos empregadores de fornecer informações pertinentes ao uso e ao armazenamento correto desses equipamentos.

Assim, para os trabalhadores de cozinhas industriais, a utilização dos equipamentos de proteção individual, como os calçados e botas de segurança, aventais, máscaras, toucas e, principalmente, das luvas de proteção, são de extrema importância.

As luvas de proteção, aliás, são decisivas na proteção das mãos e dos braços dos funcionários de cozinhas e demais setores industriais. Modelos como as luvas de vaqueta para câmera fria, luvas de vaqueta mista e luvas de vaqueta total, assim como as luvas em malha de aço, luvas anticorte com fios de aço, luvas de látex, luvas térmicas, luvas nitrílicas, luvas de PVC e luvas de raspa devem estar disponíveis a todos os funcionários, de acordo com a função executada.

Todavia, é importante ressaltar que não basta somente o uso de uma luva de proteção qualquer. O equipamento deve ser sempre de qualidade, conter todas as aprovações técnicas de segurança e ser proveniente de uma loja com qualidade, experiência e credibilidade no mercado.

Fonte: http://www.epi-tuiuti.com.br/

banners_cozinha_industrial

Apostando na sustentabilidade

Postado em

Além de uma alternativa consciente, econômica e bonita, a arquitetura sustentável traz resultados positivos à imagem do empreendimento

Um lugar que, além de primar pela qualidade do serviço e pelo bom atendimento, se compromete com o bem-estar do planeta e das pessoas que nele vivem. Essa é a mensagem por trás dos bares e restaurantes que apostam na arquitetura sustentável, prática considerada vantajosa pelos profissionais da área e uma oportunidade que não pode ser desperdiçada.

21032014

“Esse nicho de mercado é, hoje, um diferencial. Mas, no futuro se transformará em requisito, pois está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida”, afirma a arquiteta e especialista em construção sustentável, Maira Del Nero, sócia-fundadora do premiado escritório de arquitetura (três vezes vencedor do Prêmio Planeta Casa, da revista Casa Cláudia, na categoria Design de Interiores) Cria Arquitetura, localizado em Campinas (SP).

Na avaliação da arquiteta, tanto os locais mais simples quanto os mais sofisticados podem se beneficiar dessa prática (também conhecida como arquitetura verde e eco arquitetura), já que se sustenta na qualidade de vida das pessoas que utilizam o espaço e no respeito ao meio ambiente.

A arquitetura sustentável pode ser considerada mais eficiente e econômica: se gasta, aproximadamente, 5% a mais na construção, mas a economia durante a operação do empreendimento é significativa, algo em torno de 30%. As edificações projetadas com conceitos sustentáveis somam uma série de vantagens. Uma delas é o fato de proporcionar aos frequentadores uma experiência mais agradável em termos de conforto térmico, acústico e qualidade do ar, como explica Maira Del Nero. Os benefícios também se estendem aos funcionários, que passam a atuar em um ambiente com boas condições de iluminação natural, ventilação, eficiência energética e automação.

As possibilidades são inúmeras e podem ser implementadas dos bastidores ao salão. Na cozinha, por exemplo, é possível escolher aparelhos mais eficientes, que gastem menos energia e torneiras com geradores que economizam água. Nos banheiros, o reuso das águas cinzas nas descargas é outro exemplo.

Já nos salões, a arquitetura sustentável pode estar na iluminação em LED ou na climatização mista, com o uso de ar condicionado e ventilação natural. O emprego de tecidos sustentáveis nas mesas e cortinas, por exemplo, e de madeira com certificação ou de demolição, bem como o reaproveitamento de mobiliário, a utilização de objetos antigos e revestimentos com porcentagem de reciclados seguem a mesma proposta. O uso de caixas de vinho nos tampos das mesas comprovam que criatividade e sustentabilidade dialogam bem.

Aliado indispensável
A orientação de um profissional no desenvolvimento de um empreendimento sustentável é de extrema importância, já que é ele quem direciona a integração de todos os projetos e fornecedores em busca de resultados otimizados e garantindo a viabilidade das propostas. “A sustentabilidade não é uma receita de bolo que pode ser replicada. É necessário um estudo preciso de cada caso”, ressalta a arquiteta Maira Del Nero.

Como resultado desse trabalho orientado, ela ressalta projetos como o do restaurante Gallo Nero Bottiglieria, desenvolvido pela Cria Arquitetura. O espaço de 140 metros quadrados, destinado ao novo restaurante, era uma área ao fundo de uma loja de vinhos onde, periodicamente, eram realizados cursos e degustações. “Nossa missão foi repaginar o espaço de forma que os clientes do restaurante pudessem escolher na própria loja o vinho que iriam acompanhar seu prato ou, simplesmente, saboreá-lo no aconchego do bar/solarium”, lembra.

Ao escolherem uma linguagem que remetesse à Toscana, as profissionais do Cria Arquitetura primaram pela iluminação natural, obtida com a instalação de pergolado em madeira e cobertura em vidro. Já as paredes foram revestidas de pedra natural e tiveram a instalação de falsas janelas, feitas com madeira de demolição. Uma porta antiga, arandelas e floreiras em ferro complementam a composição. O toque final ficou por conta das mesas com tampos redondos confeccionados com antigas caixas de vinho da própria loja.

Já para o Restaurante da Estufa, concebido para o Campinas Décor 2010, as profissionais do Cria encararam o desafio de promover a integração da arquitetura sustentável e seus materiais com a linguagem contemporânea. Para isso, entre outros aspectos, todos os produtos especificados, além de causarem menor impacto ambiental, proporcionam um espaço mais agradável, com destaque para o ambiente livre de Compostos Orgânicos Voláteis (COVs) graças à utilização de produtos como tintas e vernizes sem solvente; uso de produtos naturais de fontes renováveis, como tecidos produzidos regionalmente por indústria limpa e uso de fibras naturais no mobiliário; parede de Taipa de Pilão ou Terra Estabilizada Compactada; emprego de produtos reciclados industrializados, como bancada de resina ECO produzida a partir de óleo de milho e 75% de conteúdo reciclado em substituição a pedras naturais. “Por ser interdisciplinar e ter premissas mais abrangentes, o projeto sustentável garante maior cuidado com as soluções propostas, tanto do ponto de vista ambiental quanto dos aspectos sociais, culturais e econômicos”, conclui Del Nero.

Fonte: Revista Bares & Restaurantes ed.95

banner_manual_conduta

GR passará a oferecer treinamentos em vídeo

Postado em

Olá leitor que acompanha frequentemente todo o conteúdo oferecido pela GR Gestão de Restaurantes. A partir do dia 27 de março de 2014  a GR disponibilizará um novo canal para seus leitores e clientes.

Um canal preparado para oferecer treinamento em vídeo a temas relacionados à gestão e operação de restaurantes.

Os vídeos de treinamento serão publicados semanalmente. No dia 27 de março estaremos de volta com nosso primeiro treinamento e outras novidades. Até lá.