Criado nos EUA, ‘casual dining’ ganha força no Brasil

As redes Outback e Applebee’s são as principais representantes por aqui. Restaurantes ocupam zona intermediária entre as casas de fast food e a gastronomia mais elaborada

Onde foi parar o T.G.I. Friday’s, pioneiro do estilo “casual dining” no Brasil?

O Friday’s saiu do país pela porta dos fundos, em 2010, mas deixou a da frente aberta para que outras casas do estilo conquistassem o mercado.

“Casual dinings” -conceito que nasceu nos EUA na década de 60 e popularizou-se mundo afora- ocupam uma zona intermediária entre as lanchonetes populares e a gastronomia mais elaborada. Geralmente, fazem parte de grandes cadeias, em que o serviço costuma ser informal.

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No Brasil, o Outback Steakhouse e o Applebee’s têm as maiores redes do setor, e ambos estão em ascensão.

O Outback possui 1.050 restaurantes no mundo, dos quais 41 estão no Brasil. É pouco, mas outro número talvez seja mais revelador.

Nove entre as dez unidades com maior faturamento da rede no mundo são brasileiras -a atual líder mundial é a do shopping Center Norte, em São Paulo.

No país desde 1997 (chegou dois anos depois do Friday’s), o Outback se alastrou por 19 cidades e 11 Estados. Já chegou inclusive ao Nordeste, território incerto para cadeias do gênero.

No cenário internacional, o Applebee’s soma 2.100 lojas, o dobro do Outback.

No Brasil, contudo, as posições se invertem: o Applebee’s tem 13 restaurantes, menos de um terço do concorrente.

Mas há planos de expansão. A rede deve abrir mais quatro unidades até o início de 2014.

FRITURAS NO CAPRICHO

O que mais caracteriza os “casual dinings”?

Em ambientes descontraídos, servem comida com qualidade superior aos fast-foods, a preços razoáveis. No cardápio variado, a principal atração são as porções caprichadas de frituras, para serem compartilhadas.

No Outback, o melhor exemplo disso são as apimentadas cebolas gigantes, servidas num formato que lembra uma flor com pétalas abertas.

As cebolas, que pesam até 700 g, ficam de molho em água com gelo para perderem a acidez, são empanadas em uma farinha importada dos EUA e fritas por exatos seis minutos (três de cada lado). Já chegaram a ser cortadas manualmente. Hoje há uma máquina própria para isso.

Os menus do Outback e do Applebee’s guardam similaridades, como a costela ao molho barbecue. O segundo, no entanto, tem um acento mais “cajun” (cozinha característica da região da Louisiana, em que é forte a presença da pimenta), com o frango empanado “boneless buffalo wings” como destaque.

Curiosamente, o Outback e o Applebee’s não competem nos EUA, onde o setor de “casual dining” é bastante segmentado. Lá, o Outback disputa o mercado com casas especializadas em carnes.

SHOPPINGS E FILAS

No Brasil, as casas têm ainda duas particularidades: a maioria exibe filas de espera -no Outback, elas podem durar até cinco horas- e fica em shoppings.

Aliás, o Outback número um do mundo, a unidade do shopping Center Norte, recebe em média 1.500 clientes por dia. Em uma “noite tranquila”, segundo os funcionários, há 40 mesas na espera.

Ao que parece, o sucesso do modelo instiga o Friday’s a tentar uma segunda chance no país. Responsável pela introdução do “casual dining” no Brasil, em 1995, a rede fechou sua última unidade brasileira em 2010, por problemas de gestão.

No entanto, segundo os concorrentes, planeja um retorno em breve. Saíram pela porta dos fundos, mas guardaram as chaves.

Fonte: Folha de S.Paulo

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Restaurantes apostam em consumo light

saladEmpresas cortam gorduras e incluem opções mais saudáveis nos cardápios para atender a um consumidor preocupado com a saúde e os hábitos alimentares
A busca por uma alimentação mais saudável tem aberto novos caminhos para quem quer investir no setor de restaurantes. Atentas à tendência das refeições lights, algumas empresas crescem no mercado com opções menos gordurosas e mais nutritivas. É o caso do restaurante Jakaru Peixes, o primeiro de Manaus a oferecer peixe regional “express”. O empreendimento foi inaugurado no último dia 19 na Praça de Alimentação do Amazonas Shopping Center (segundo piso) pelo empresário Ricardo Di Carli e mais dois sócios, que investiram R$ 300 mil.

Ele explica que a “casa” quer dar aos clientes a opção de comer peixes sem ter que gastar muito tempo e dinheiro. Assim como faz em outros restaurantes de shopping, o consumidor terá no cardápio opções variadas, que ficam prontas em até 15 minutos. A diferença é que os pratos principais serão filé de peixe (pirarucu, aruanã, tucunaré e pescado, por exemplo) e costela de tambaqui grelhada. Outro diferencial do Jakaru (que em tupi-guarani significa “vamos comer”) é que nenhuma das refeições será feita com óleo. Os alimentos serão grelhados ou preparados no vapor. “Não trabalhamos com fritura. Comprei um forno importado, o mesmo usado no casamento do príncipe William, da Inglaterra.

Nesse forno preparamos 80% da comida. Até a batata será feita sem fritura”, explicou. Além das guarnições tradicionais, o Jakaru oferece também opções regionais, como baião de dois, farofa de ovos com banana, pirão e caldinho de peixe. Para compor o prato, o cliente pode escolher até três delas. “Os preços das refeições são acessíveis. Eles variam de R$ 16,90 a R$ 24,90”, disse. Embora tenha optado por um formato de atendimento rápido, Di Carli não classifica o restaurante como fast food porque quer evitar uma possível associação com outras empresas que fornecem comidas gordurosas.

De olho

No Sudeste Um dos objetivos de Ricardo e dos sócios é estudar o mercado e expandir o negócio pelo Brasil, com foco em Manaus, Boa Vista, Belém e na região Sudeste. Para tanto, os empresários esperam ter o retorno desse primeiro investimento no prazo de dez meses. “O modelo de franquia é o mais viável hoje e uma tendência no País. Em Manaus o comércio está muito aquecido, temos outros shoppings com potencial para o nosso tipo de empreendimento”, avaliou. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o número de franquias de alimentação cresceu 201% no Brasil entre 2001 e 2010. No Amazonas, o segmento de alimentação fora do lar, que abrange diferentes tipos de restaurantes, emprega 80 mil pessoas, aproximadamente, conforme dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/AM).
Arab Café

Beirutes, kaftas, esfirras e kibes que utilizam trigo integral, grão de bico, beringela, alface, tomate e outros legumes. A combinação desses ingredientes com temperos importados do Líbano e com itens regionais fez o amazonense apreciar o cardápio do Arab Café. Já instalado no Manauara Shopping, o restaurante terá uma segunda unidade no Manaus Plaza Shopping, a partir da próxima terça-feira (29). “Montamos um cardápio para mostrar ao amazonense o sabor original da comida árabe. Temos um público árabe, que é muito numeroso, mas os manauaras também apreciam, até porque os alimentos têm bastante fibra.

Os vegetarianos são frequentadores assíduos”, comentou Salim Sultan, proprietário do restaurante. O empresário libanês pretende instalar uma unidade delivery no prazo de três meses, na zona Centro Sul. Sultan também estuda a possibilidade de investir no Amazonas Shopping até o fim do ano. “Nosso carro-chefe é a esfirra de carne. Em segundo lugar está a esfirra de tucumã com queijo, que é uma invenção nossa”, afirmou.

Fonte: A Crítica

 

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Adulterações no setor alimentício

imageLivro mostra como azeite e outros alimentos são falsificados

 

Domênico Ribatti, um italiano que fez fama nos anos 80 como um dos maiores comerciantes de azeite de oliva em seu país, foi condenado à prisão, em 1993, acusado de fraude. Ele recebia toneladas de óleo de avelã da Turquia, de navio, e vendia como azeite extravirgem na Itália.

Quem conta a história é o norte-americano Tom Mueller, que acaba de lançar "Extra Virginity", livro no qual desdobra sua investigação sobre a adulteração de azeite.

Especializado no óleo, o chef André Castro, do D`Olivino, está de acordo com a tese do autor, de que não há oliveiras suficientes para atender a demanda pelo azeite de oliva, e que isso ativa a falsificação do produto.

"Alguns até apresentam traços do óleo extraído do caroço da azeitona", diz.

Para Ingrid Schmidt-Hebel, coordenadora do curso de tecnologia em gastronomia do Senac, as adulterações no setor tendem a se intensificar. "As fraudes estão se sofisticando. Dificilmente o consumidor tem condições de identificá-las."

E a solução? "É preciso ter leis para a fabricação de alimentos e, na outra ponta, uma fiscalização rigorosa."

Búfala

A mozarela de búfala, queijo fresco feito com 100% de leite de búfala, também sofre adulteração. "A fraude vem da demanda crescente. Os produtores compram leite bovino [mais barato e abundante], fabricam o queijo e vendem por preços inferiores", diz Pietro Baruselli, professor de veterinária da USP e membro da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos.

Para não cair em armadilhas, busque um queijo branco e brilhante –a adição de leite bovino dá coloração amarelada, muitas vezes camuflada com branqueadores.

Sua massa deve ter aroma de leite fresco, sabor suave e levemente adocicado. Na textura, procure consistência macia, mas firme, para que não despedace –quando levam porcentagem de leite bovino, costumam esfarelar.

Nem os vinhos escapam. Há alguns anos foi descoberta uma rede internacional que falsificava vinhos italianos. Policiais apreenderam um grande lote de vinho de mesa italiano que seria vendido como Barolo, Brunello di Montalcino e Chianti.

Os vinhos de € 2 eram comprados engarrafados, mas sem rótulo, e levados para a Alemanha, onde recebiam etiquetas falsas. Lá, eram vendidos por € 100.

Em "Historie de la Qualité Alimentaire" (sem tradução no Brasil), Alessandro Stanziani se concentra nas fraudes de vinho, carne, leite e manteiga. Para ele, os consumidores devem ser informados para que tenham liberdade de escolher um produto.

"A responsabilidade do Estado é assegurar que a informação do fabricante ou do produtor está correta."

Fonte: Folha de S. Paulo – 29/02/2012

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Máquina de Café Expresso E80 – Jura

 

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Características:

Para o barista exigente que necessita de uma máquina comercial com várias funções, não-volumosa e, acima de tudo, com uma grande caldeira, para fazer muitos cafés, cappuccinos e bebidas quentes. Em resumo, grande por dentro (tecnologicamente), e pequena por fora (em dimensões). Fácil de usar e de baixa manutenção. Uma máquina tão única (especial) está diante de seus olhos.

- Dimensões: 790x480x560 (LxAxP)
- Voltagem: 220v/20A
-Caldeira: 11 litros
-Disjuntor de 30A
- Peso: 54,8 Kg (Maq) + 15kg (Moinho)
- Semi-automática com fluxo contínuo (S), 2 grupos.
Bomba volumétrica incorporada.
Enchimento Automático da Caldeira.
Manômetro de 2 escalas.
2 Porta-Filtros.
Controles eletrônicos de baixa voltagem.
Grupos de bronze termocompensados.
Sistema eletrônico anti-sucção de líquido na caldeira.
Aquecedor de xícaras elétrico. (opcional)
Estrutura em aço.
Carenagem em polímero anti-risco
Cores: VERMELHA

Valor Aproximado: R$ 11.950,00  

Vinni Coffee Maquinas e Equipamentos
Café Expresso
Araraquara – SP
Máquinas de Café Expresso, refresqueiras, batedor de milkshake
www.vinnicoffee.com.br
(16) 3332-3456

Não é só um charme a mais

Guardanapos personalizados podem parecer apenas um charme a mais na mesa do cliente mas eles tem outra função importantíssima. Reforçar a marca da empresa diante do cliente.

O próprio ato de pegar o guardanapo para levar até a boca e ver a marca da empresa no guardanapo causa uma associação de sabor e marketing de suma importância.

Então vem a pergunta: “Mas o cliente já está dentro do meu restaurante, porque ainda tenho que reforçar minha marca?” Existe um termo chamado endomarketing, ou seja, o marketing realizado de dentro para fora. Quando o cliente está no seu estabelecimento você quer fazer o máximo para que ele se sinta à vontade. Então você treina garçons para oferecer um bom serviço, capricha na finalização dos pratos para agradá-los; isto é endomarketing.

Abaixo alguns modelos de guardanapos personalizados:

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