Sugestão do Leitor

GR passará a oferecer treinamentos em vídeo

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Olá leitor que acompanha frequentemente todo o conteúdo oferecido pela GR Gestão de Restaurantes. A partir do dia 27 de março de 2014  a GR disponibilizará um novo canal para seus leitores e clientes.

Um canal preparado para oferecer treinamento em vídeo a temas relacionados à gestão e operação de restaurantes.

Os vídeos de treinamento serão publicados semanalmente. No dia 27 de março estaremos de volta com nosso primeiro treinamento e outras novidades. Até lá.

 

A GR Gestão de Restaurantes lança novo site

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No último dia 29 de janeiro a GR Gestão de Restaurantes lançou seu novo portal. Além do novo design, mais leve e objetivo, o site oferece novas áreas para uma maior interação e comunicação com o cliente.

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No site é possível encontrar uma nova seção chamada “Você Pergunta” onde a GR responde às mais diversas perguntas dos leitores sobre Restaurantes e Bares.

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A seção de “Classificados” ganhou maior destaque, apresentando os últimos restaurantes à venda logo na página inicial.

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E para você que não quer perder nenhuma novidade no mercado de gastronomia a seção de “Feiras e Eventos” também ganhou destaque na página inicial do site.

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E não para por aí. Em 2014 a GR trará novidades e novos treinamentos para o setor.

Comece o Ano de 2014 com um controle eficiente do seu Restaurante

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12112013z12Análise e Controle Financeiro para Restaurantes e Bares

Análise e Controle Financeiro para Restaurantes é uma ferramenta essencial para pequenas e médias empresas que desejam manter um controle eficiente do seu negócio. Com ferramentas de fácil utilização e uma metodologia de ensino bastante prática abordada em seu manual, este produto torna-se indispensável para quem deseja ter o controle financeiro do seu empreendimento. Clique aqui para adquirir.

Formato: CD/DVD

Ferramentas que compôem este produto:

- Análise de Fluxo de Caixa

- Custo Operacional

- C.M.V- Custo de mercadoria Vendida

- Análise Anual

- Projeção de Receita

- Projeção de despesas

- Gráficos comparativos

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Adquira já o seu clicanco aqui

Como fornecer refeições Marmitex

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O manual contém 66 páginas e é fornecido em CD que acompanha planilha de fluxo de caixa e dois modelos de cozinhas semi-industriais.

Iniciar um novo empreendimento como fornecedor de marmitex pode ser uma boa alternativa para quem deseja ingressar no ramo de alimentação, mas não possui conhecimento na área ou capital suficiente para montar um pequeno restaurante. Este novo empreendimento pode se tornar a porta de entrada para o início de um grande negócio.

Este manual aborda todas as questões relacionadas ao fornecimento de marmitex. Saiba com formalizar seu novo empreendimento, aprenda a conhecer o mercado e como estruturar seu negócio para crescer e se tornar um empreendedor de sucesso.

Com uma abordagem bastante objetiva, o manual auxilia na formação de preço do marmitex, na administração básica do negócio com uma planilha de apoio para auxiliá-lo no lançamento de receitas, despesas e no fluxo de caixa. Traz também 30 sugestões de cardápios para colaborar na criação do próprio cardápio do estabelecimento.

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Além disto, apresenta os tipos de embalagens de marmitex existentes no mercado, bem como utensílios e equipamentos necessários para da início ao seu novo negócio. A cozinha de uma pequena empresa de fornecimento de marmitex não demanda muito investimento, mas deve ser organizada de modo a facilitar na produtividade diária.

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Este manual contém dois modelos de pequenas cozinhas semi-industriais montadas exclusivamente para o fornecimento de marmitex dentro das normas de segurança e focadas numa produtividade eficiente.

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A divulgação do negócio, principalmente na fase inicial é fundamental. Conheça as técnicas de marketing mais utilizadas pelas empresas de fornecimento de marmitex , escolha a que melhor atende ao seu orçamento e esteja preparado para vender.

Aprenda os conceitos básicos de segurança alimentar para produzir refeições com qualidade e livre de contaminações, além de dicas essenciais para quem pretende se dar bem com seu novo empreendimento.

Para adquirir o manual basta clicar aqui.

GR realiza pesquisa inédita sobre empresas de venda de comida pela internet

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A encomenda de comida pela internet está tomando grandes proporções no Brasil e isto não está ocorrendo à toa. Os proprietários de restaurantes enxergam nesta nova modalidade de vendas um mercado amplo e lucrativo a ser explorado. O serviço funciona de forma bem simples. Empresas responsáveis por intermediar a venda entre o cliente e o restaurante, disponibilizam o cardápio do restaurante em sua página. O cliente se cadastra, escolhe seu pedido, escolhe a forma de pagamento e em alguns minutos o pedido está na sua porta.

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Este serviço traz diversos benefícios para os restaurantes, mas podemos destacar como principais a possibilidade de aumentar o faturamento sem a necessidade de aumentar a mão-de-obra com equipe de vendas, o atendimento a um mercado muito mais amplo, baixo investimento e retorno imediato.

A grande aceitação desta modalidade de vendas pelos restaurantes fez crescer também no mercado o número de empresas que oferecem o serviço de intermediação de vendas de comida pela internet. Diante disto a GR realizou uma pesquisa inédita entre estas empresas para auxiliar os donos de restaurantes e bares na escolha do serviço que mais atende ao perfil do seu restaurante.

Alison Figueiredo, diretor da GR afirma que algumas características dos planos oferecidos por estas empresas devem ser bem avaliados. “Há empresas que cobram uma taxa ou comissionamento pela venda realizada, já outras empresas cobram um valor fixo mensal. Como qualquer contratação de serviço de terceiros é preciso ficar atento também ao suporte oferecido pela empresa, principalmente para os restaurantes de primeira viagem. Para restaurantes com publico mais exigente é possível até mesmo oferecer o cardápio em outros idiomas. Algumas empresas oferecem o sistema também para celulares com sistema Android ou Iphone.”

Para ter acesso à pesquisa completa basta clicar nas imagens abaixo ou efetuar o download do arquivo em PDF clicando aqui.

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Empresas Pesquisadas:

http://www.pizzariaecia.com.br

http://pedidor.com/

http://www.delivoro.com.br/

http://www.gruboo.com

www.entregadelivery.com.br

http://www.comernaweb.com.br

* Outras empresas foram convidadas para participar da pesquisa, mas não respoderam ao nosso convite.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Sugestão do Leitor

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Queridos leitores do blog Gestão de Restaurantes, há algum tempo atrás fiz um post pedindo sugestões de matérias aos nossos leitores. Alguns leitores deram algumas sugestões de matérias e hoje publicarei um pedido do nosso querido leitor Viana, que por sinal possui um restaurante em Ilhabela. Vou aproveitar e fazer um jabá do Restaurante do nosso amigo Viana. Para conhecer o restaurante clique aqui.

Mas voltando à solicitação do nosso leitor conforme citado mais abaixo encontrei uma matéria que explora um pouco o assunto.

Viana citou
“Olá, gostamos muito do blog!

Uma sugestão seria falar sobre o treinamento de funcionários. Fica a cargo do patrão treinar seus funcionários? A função dele deveria ser gerir, garantir a clientela e pensar no futuro dos negócios. O treinamento deveria estar a cargo de uma empresa especializada ou de uma faculdade exclusivamente. A empresa fica responsável pela sua adaptação somente.

Em cidades pequenas a situação se agrava e não existem recursos educacionais. O próprio patrão precisa fazer do seu restaurante uma facudade, o que faz aumentar ainda mais o custo destes funcionários, pois o atendimento, o tempo e a eficiência ficam seriamente comprometidos.

É uma realidade brasileira. Quais são as saídas?
Obrigado!

Façauma visitinha: http://www.viana.com.br

Segue a matéria sobre o tema:

Investindo no capital humano

clara_russelÉ preciso fazer reflexões prévias a respeito do seu restaurante: questionar por que ele existe, que fatia do mercado atinge, como ele é visto pelos colaboradores, fornecedores, clientes, e mais, onde você quer que ele esteja e como deseja que ele seja visto num determinado espaço de tempo.
Por Clara Russell

Se a pessoa que vai fazer as contratações conhece bem a empresa, terá condições de saber quais as qualificações mais apropriadas para um futuro colaborador. De qualquer forma, é importante que as funções estejam bem definidas. Vale aqui uma ressalva aos empresários e gerentes: por favor, não copiem simplesmente as funções padrões encontradas em literaturas especializadas! Reflitam sobre o que querem e esperam de cada função e como cada uma delas se relacionará com a missão, visão e valores do empreendimento.

Alguns gestores têm uma visão errônea ao escolherem os novos colaboradores, como: cargos mais simples não requerem perfis especiais; as pessoas são pouco diferentes umas das outras, qualquer uma acaba se adaptando ao tipo de trabalho etc. E alguns ainda acham que só saberão quem é o contratado após a entrada no trabalho e, portanto, não se deve perder muito tempo com a seleção. Essa visão leva à ineficiência operacional do restaurante.

O que é mais importante na hora de contratar? Competência técnica, comportamental, remuneração, indicação? Há empresas que se preocupam com outro aspecto sem olhar o conjunto. Mas é todo um conjunto de fatores que possibilita a um bom profissional auxiliar a empresa na fidelização dos seus clientes. Uma equipe excelente não é criada por uma postura de casualidade ou mera intuição, o mercado muda, as exigências dos clientes se transformam, porém as contratações continuam sendo feitas da mesma forma! Quando o seu processo de entrevista e seleção funciona corretamente, as pessoas que se somam à sua organização permanecem nela por muito tempo. Portanto, se não houver a certeza de que esse processo pode ser eficiente, feito dentro do próprio restaurante, é hora de passar a atribuição para uma consultoria especializada, por exemplo.

Profissional contratado: e então, fim de linha ou o início de uma grande parceria? Se ao admitir um colaborador, não existir a preocupação com sua identidade, sua apresentação, mostrar o que faz e em que vai contribuir com a empresa, como será possível criar uma cultura de equipes motivadas, valorizadas, conhecedoras dos processos da organização, interligadas e comprometidas com o sucesso da empresa? É nesse primeiro momento, o de admissão do colaborador, que o proprietário deve construir a parceria necessária para a concretização dos objetivos internos do restaurante e do próprio contratado. Parceria implica em desenvolvimento mútuo – da empresa e do empregado!

E é nesse momento que começa o treinamento, que não é pontual e nem estanque, mas permanente. O processo de treinamento é contínuo. Seja ele qual for, não se resume em reunir todos numa sala para esse fim. É diário. O treinamento promove valorização do colaborador, conhecimento, aperfeiçoamento, melhor relacionamento, eleva a auto- estima, melhora o clima organizacional, produz alegria e satisfação, resulta em um ambiente harmonioso, além da fidelização de mão-de-obra e de clientes. E a conseqüência disso tudo é a lucratividade.

Para treinar, é preciso em primeiro lugar levantar as necessidades. Como? Conhecendo a organização, refletindo sobre ela constantemente, pesquisando, perguntando, observando as reclamações de clientes, o turn-over (a rotatividade) de colaboradores, o clima organizacional (como está o relacionamento interno?), deficiências nos processos, atendimento, perdas financeiras. Entre tantos outros, esses são alguns aspectos a serem observados para conhecer como está a sua empresa e saber do que ela precisa realmente. Contudo, não adianta dispor de uma série de pesquisas e controles se não fizer o uso adequado das informações que elas trazem. Por exemplo: usar a caixa de sugestões de clientes para sair correndo atrás do “culpado” pelas reclamações é fatal.

Os treinamentos são eficazes na correção das deficiências e não no encontro de possíveis responsáveis… Eles somam, num mesmo pacote, um aprendizado para determinada função, aliado a técnicas de relacionamento interpessoal. Como parceiro, o colaborador tem de ter clara a sua co-responsabilidade nesses investimentos. O restaurante deve ter uma política de crescimento profissional e motivar seus colaboradores na busca de melhores oportunidades. As pessoas ficam onde encontram algo além do horizonte… Algumas empresas adotam posturas bastante agressivas, incentivando, criando estímulos e abrindo espaços para as boas iniciativas, enquanto outras ‘esperam’ que os seus empregados busquem o desenvolvimento profissional, intelectual e pessoal sozinhos. A questão que se coloca atualmente é: até onde vai a responsabilidade do empregador e onde começa a do empregado. Acreditamos que a responsabilidade compartilhada seja a melhor alternativa. Pessoas motivadas e comprometidas encontram satisfação naquilo que outras consideram obrigação. Elas querem fazer e acontecer! E isso nos mostra que o investimento no capital humano é retorno mais do que garantido.

Clara Russell é graduada em Comunicação Social pela FAAP; pós-graduada em Vendas pela ESPM, e em Jogos Cooperativos pela Unimonte; especialista em Habilidade e Técnicas de Negociação para Executivos e Programação Neurolingüística. É professora de Gestão do Conhecimento na Hotec e Diretora da Rubi Comunicação e Consultoria. clararussell@rubiconsult.com.br

Fonte: http://www.cozinhaprofissional.com.br

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