Aquecedores a gás garantem o movimento desde os restaurantes de luxo e sua alta gastronomia aos bares mais descontraídos.

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Marcelo Jucá

image Já é inverno e aparentemente o frio chegou de vez. Por mais que muitos prefiram ficar debaixo do cobertor, os que se aventurarem a sair de casa não vão congelar na mesa do restaurante. As receitas de inverno entram no cardápio, comidas quentes tomam lugar e festivais de gastronomias invadem os bares.

Com diversos modelos no mercado, os aquecedores garantem que a gastronomia em São Paulo continue em alta, e os estabelecimentos mantenham um clima agradável para o público, evitando broncas do pessoal que quer ficar longe da janela.

O diretor de marketing do bar Prainha Paulista, Sergio Lopes, explica que os aquecedores a gás são um ótimo investimento para certos tipos de estabelecimentos. Ele usa como exemplo o próprio bar, que possui uma área externa onde boa parte da clientela gosta de ficar.
Para fugir do frio, Sergio explica que “Nós fechamos os toldos, deixando apenas um corredor de ar – que é a entrada – e distribuímos nossos quatro aquecedores entre as mesas. Dessa forma deixamos o cliente numa situação mais agradável”.

De acordo com Jorge Masuda, gerente administrativo da General Heater, empresa especializada em produtos de aquecimento a gás, realmente há uma alta demanda de restaurantes interessados em adquirir aquecedores.

Investimento e funcionamento

Jorge Masuda conta que o mercado dispõe de diversos aquecedores, e que os donos de restaurantes e bares podem escolher os modelos que funcionem melhor em cada ambiente, seja um restaurante de alta gastronomia ou um bar descontraído.
Os mais tradicionais como afirma Jorge, ainda são os que têm formato de torre com funcionamento a gás. “Esse tipo de produto é muito procurado porque o calor refletido pelo anel superior chega a alcançar uns 3 metros, com uma temperatura de até 23º”.
Sergio Lopes confirma a funcionalidade do aquecedor. “Ele supre a necessidade de nosso ambiente e público”. E completa que a escolha pelo aquecedor a gás e não o elétrico tem a ver com a mobilidade e consumo de energia.

Um ponto interessante a ser comentado é que esse modelo possui um sistema de segurança automático que corta a circulação do gás em duas ocasiões: “Quando não há nenhuma circulação de ar no ambiente, o gás é cortado, ou então quando o aquecedor sofre um certo grau de inclinação”, explica Jorge Masuda.

Aquecedores internos
Para ambientes internos, não basta fechar a janela. Para cortar a sensação de frio Jorge recomenda o uso de outro tipo de aquecedor, apesar do modelo de torre ser bem comum também em ambientes fechados.

Mais discreto e móvel, o aquecedor pode ser colocado estrategicamente nos cantos do ambiente, “provocando para a pessoa que entra no local uma sensação semelhante à de uma lareira. É um calor intenso, uma potência maior e mais concentrada”, explica Jorge.
Além de um bom aquecedor para agradar o público, Sergio, do Prainha, conclui que as comidas de inverno e os vinhos e bebidas destiladas dão o toque final para a gastronomia de São Paulo continuar aquecida.

Serviço
Bar Prainha Paulista
www.prainhapaulista.com.br
General Heater
www.generalheater.com.br

Fonte: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br

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