Administração

50 Estratégias para alavancar as vendas do restaurante

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Em tempos de grande competitividade os restaurantes já não podem se dar ao luxo de abrir as portas e aguardar que os clientes entrem; eles precisam criar oportunidades de vendas dentro e fora do estabelecimento para aumentar o volume de vendas e de clientes. Há também a necessidade de voltar os olhos para dentro da operação e encontrar estratégias para economizar recursos, mantendo a qualidade e a eficiência da produção.

Entre as estratégias citadas em nossa vídeo aula “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para Lucrar Mais” está a possibilidade de realizar parcerias com empresas de entretenimento próximas ao seu restaurante. Se seu restaurante está localizado próximo a casas noturnas, cinemas, teatros, ginásios poliesportivos há sempre clientes em potencial que escolheriam o seu estabelecimento para almoçar ou jantar após estes eventos. Em parceria com estes locais de eventos é possível deixar um flyer ou um encarte oferecendo um chopp ou refrigerante de cortesia para que for ao restaurante com o encarte e consumir acima de determinado valor. Seu restaurante irá se beneficiar muito com esta estratégia e sair na frente dos concorrentes que estão pelos arredores.

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Como fazer um contrato de fornecimento de refeições para empresas

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Restaurantes localizados próximos a centro comerciais tem como aliado o grande número de empresas como potenciais clientes para o consumo de refeições mas isto não é garantia de que estes clientes possam se tornar clientes assíduos de seu estabelecimento. É preciso ter em mente que estas empresas localizadas próximas ao seu restaurante tem um grande potencial para se tornarem clientes recorrentes e colaborar para o aumento do faturamento do restaurante ao longo do ano. Muitos restaurantes recorrem a parcerias com estas empresas oferecendo refeições a seus colaboradores negociando preços ou condições de pagamento diferenciadas como um atrativo para atrair mais clientes.

Para as empresas esta é uma vantagem muito interessante, afinal um desconto no valor das refeições pode colaborar para diminuir os custos com os benefícios aos funcionários além da possibilidade de pagar o fornecimento das refeições de forma semanal, quinzenal ou mensal.

Já para os restaurantes os benefícios são muitos pois este tipo de contrato colabora para um aumento fixo no faturamento mensal além de manter o restaurante com mais frequentadores, um bom sinal de que a comida por lá é boa. Os clientes sempre observam os restaurantes mais frequentados para tomarem sua decisão na hora do almoço.

Para os restaurantes que estão em busca deste tipo de parceria de fornecimento de refeições é muito importante que este acordo seja feito de forma documentada através de um contrato de fornecimento e nunca um acordo apenas verbal, afinal é preciso definir as garantias de fornecimento e pagamento de ambas as partes e também as características individuais de como o fornecimento ocorrerá.

A GR disponibiliza para download um Contrato de fornecimento de refeições bastante completo que aborda todas as questões referentes a este tipo de atividade de forma a assegurar que todas as garantias deste acordo estejam em contrato. O contrato de fornecimento de refeições está disponível neste link para clientes que adquiriram qualquer um dos produtos comercializados pela GR. Se você ainda não possui nenhum de nossos treinamentos ou ferramentas de gestão você pode adquiri-los acessando a nossa loja virtual aqui.

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Modelo de Pedido de compra para Restaurantes

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A compra de produtos realizada por restaurantes e bares se destaca pelo alto giro dos produtos, isto implica em uma alta frequência de pedidos de vários fornecedores diferentes. Para estabelecimentos que já possuem um departamento de compras ou para aqueles que pretendem profissionalizar este setor do seu restaurante é fundamental que o processo ocorra através de um pedido de compras.

O que é o pedido de compra?

O pedido de compra é um processo que ajuda o comprador do restaurante a fazer o melhor negócio, tanto escolhendo os produtos certos, quanto conseguindo o melhor preço possível. Essa prática fornecerá informações importantes para que se possa realizar uma boa negociação e em seguida o controle do que será entregue para seu estabelecimento.

Na prática, o pedido de compra é um documento que formaliza quais foram os produtos, quantidades, preços e condições de prazo e pagamento acordados com o fornecedor. Portanto, o pedido é o primeiro passo do processo de vendas e deve estar integrado aos outros procedimentos do restaurante.

São diversos os benefícios aoe se adotar o pedido de compras em seu restaurante.

Controle: evitando prejuízos

Verificação do que está recebendo

O pedido de compra será o documento necessário para que o setor de recebimento possa conferir se as compras realizadas pelo departamento de compras estão de acordo com o que está sendo entregue pelo fornecedor. Nesse ponto é importante destacar que ao adotar o processo de controle de recebimento de mercadorias baseado no pedido de compra, você conseguirá eliminar a possibilidade do fornecedor entregar produtos fora do peso ou em menor quantidade ou ainda constatar se estão dentro das características especificadas no pedido de compra

Validação

Como o pedido foi realizado através de um modelo específico do restaurante, todas as informações ficam formalizadas entre ambas as partes como prazo de entrega,  condições de pagamento, preço e quantidades acordados.

Data de entrega

O controle sobre a data que será recebido o produto também auxilia na organização, podendo planejar pedidos semanais, quinzenais ou nas datas estipuladas, evitando falta de mercadorias o que afeta totalmente os lucros de uma empresa.

A planilha de pedidos de compra está disponível neste link para todos os clientes que adquiriram a ferramenta “Administrando Restaurantes e Bares”. Caso você ainda não possua, o produto pode ser adquirido neste link.

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Check List de Verificação para Restaurantes

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Antes de iniciar a operação diária de um restaurante é muito importante averiguarmos diversos itens para garantir que o restaurante está preparado para receber os clientes. Este check list (faça o download aqui) auxiliará na verificação de diversos itens , cobrindo todos os setores do restaurante como recursos humanos, caixa, cozinha, salão, bar entre outros. Este e diversos outros arquivos fazem parte do Conteúdo Premium (clique para assinar) ou do produto Administrando Restaurantes e bares (Clique para adquirir)

Confira os melhores cursos para melhorar a gestão do seu restaurante

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A “GR Treinamento em Gestão de Restaurantes e Gastronomia” é uma empresa focada na educação profissional e qualificação de pessoas e empresas atuantes no mercado gastronômico. Atuando a 10 anos no mercado a GR disponibiliza cursos em diversas áreas do setor gastronômico com o objetivo de profissionalizar, especializar e qualificar pessoas na gestão e operação de seu negócio. Nossa empresa atende a restaurantes, bares, pizzarias, cafeterias dentre outros.

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1- Administrando Restaurantes e Bares

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2 – Análise e Controle Financeiro para Restaurantes

 

 

 

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3 – Planejamento de Cardápios para Restaurantes

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4 – Elaboração de Ficha Técnica para Restaurantes

 

 

 

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5 – Formação de preço de venda para restaurantes e bares

 

 

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6 – Restaurante de Sucesso!! 50 Estratégias para lucrar mais

 

 

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7 – Como montar um restaurante

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8 – Cardápios para Restaurantes Self-service

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Vivendo o negócio

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O chef Biba Fernandes, atualmente, é proprietário de dois restaurantes: o Chiwake e o Chicama. Com grande experiência nas cozinhas, o profissional tem mostrado como o gosto por aquilo que se faz é capaz de proporcionar ótimos resultados para os negócios.

Para se estabelecer, ele passou por alguns desafios que precisaram ser superados. Em especial, Fernandes ressalta a introdução de algo novo no mercado. “Quando abri o Chiwake, a maior dificuldade foi a aceitação do público. Foi difícil tirar a impressão que as pessoas tinham de que a cozinha peruana era comida mexicana. Há 10 anos, muita gente não sabia o que era comida peruana. Então, essa chegada de uma cozinha nova, de um local que o brasileiro não dava muito valor, causou um pouco de desconfiança do público no início”, afirmou.

Em entrevista para a revista Food Service News, o chef falou mais a respeito da sua experiência na área, de como foi conquistando o seu espaço, daquilo que acredita e também dos seus planos.

Food Service News: Como você iniciou na área?
Biba Fernandes: Comecei com o restaurante japonês Expresso Sushi, em Porto de Galinhas, o qual mantive por 11 anos. Em uma das reformas que fizemos, precisamos ir a Maceió para comprar algumas luminárias e acabamos conhecendo o restaurante peruano Wanchako. Eu fiquei apaixonado pela culinária. Depois de algumas conversas, conseguimos fechar uma consultoria com a chef e proprietária da casa, Simone Bert. Passei sete meses aprendendo diretamente com ela na cozinha, e depois de um ano comecei a desenvolver meu próprio cardápio já no Chiwake. Além do Chiwake, que completou 10 anos, decidi abrir há três anos o Chicama.

FSN: Quais foram os principais desafios vividos em sua história profissional?
BF: O primeiro desafio foi o nascimento da minha filha justamente quando estávamos montando o Chiwake e eu tive que viajar para Maceió. Eu passava a semana inteira lá, de segunda a sábado, então só a via uma vez na semana. Foi muito difícil. Outro desafio foi a mudança de vida. Eu vivia numa praia e de repente decidi expandir para um negócio maior. Mudei para a capital e passei a viver das 8h da manhã à 1h da madrugada dentro da cozinha. Comecei do início, lavando e cortando, para depois chegar à bancada e poder cozinhar. Quando abri o Chiwake, a maior dificuldade foi a aceitação do público. Foi difícil tirar a impressão que as pessoas tinham de que a cozinha
peruana era comida mexicana. Há 10 anos, muita gente não sabia o que era comida peruana. Então, essa chegada de uma cozinha nova, de um local que o brasileiro não dava muito valor, causou um pouco de desconfiança do público no início. No geral, também foi difícil introduzir uma cozinha nova num mercado onde já existem vários restaurantes muito bons. Entrar com uma proposta nova é sempre mais complicado. Além disso, tem as dificuldades que o país oferece para quem é empresário.

FSN: E as conquistas?
BF: Para mim, a principal foi ter me apaixonado por um talento que estava escondido dentro de mim: o amor por cozinhar. Depois, o que mais me deixa feliz é a resposta do público. Eu dou muito valor ao retorno que o cliente me dá. Não gosto de falar em prêmios porque eles são muito subjetivos. Eu posso ser o melhor para você, mas não ser o melhor para o outro. Para o nosso trabalho é positivo, claro, mas eu não vejo isso como o principal. Não acho que a competição seja a melhor coisa. Acho que, na verdade, a melhor resposta para quem cozinha é quando a pessoa que come a sua comida lhe chama e diz: “que comida maravilhosa”. Acho que isso vale muito mais que qualquer prêmio.

FSN: Como você enxerga a área de alimentação fora do lar atualmente no Brasil?
BF: Hoje em dia está havendo uma mudança em relação às refeições. O Brasil ainda carrega em si esse vínculo de comer dentro do lar, mas a rotina do dia a dia está mudando os hábitos das pessoas terem que comer fora de casa porque não tem suporte ou tempo suficiente para ir em casa. Com isso, de uns anos para cá, os clientes ficaram muito mais exigentes. Hoje não tem espaço para amadorismo. O cliente está procurando por comida boa, atendimento bom. Vai se destacar quem tiver excelência no atendimento e comida gostosa com preço justo. Há restaurantes de todos os tipos de culinária do mundo, mas acho que o segredo para se manter no segmento é o profissionalismo. Isso porque ninguém fica em pé somente cozinhando. Tem que cozinhar, administrar… É um conjunto de coisas.

FSN: Para você, quais são os principais pontos que ainda precisam ser trabalhados no segmento?
BF: O primeiro é mão de obra qualificada, tanto de garçom quanto de cozinha. No ramo da gastronomia hoje temos muito cursos em faculdades, mas, na verdade, eles não preparam as pessoas efetivamente para estarem na cozinha. Cerca de 90% dos estudantes que vão para o restaurante estagiar pedem pra sair no segundo dia e querem estágio no escritório. A faculdade ensina uma coisa que não é real, onde eles ficam lá no ar- condicionado… Mas o ritmo numa cozinha real é totalmente diferente. Outra coisa importante é que qualquer pessoa hoje quer ter um diploma e a faculdade de gastronomia dura apenas dois anos. Então, muita gente cursa para obter o diploma; falta o amor pelo trabalho.

FSN: Como se destacar no mercado?
BF: Acho que os pontos principais são oferecer um bom serviço, com qualidade no atendimento e conforto para os clientes no estabelecimento; qualidade na matéria-prima, que resulta numa comida boa, e empenho pelo negócio. É preciso viver o negócio.

FSN: Como fidelizar os consumidores?
BF: Aqui cabe a mesma resposta da pergunta anterior… Excelência no serviço, qualidade no atendimento e na matéria-prima.

FSN: Em sua opinião, quais são as boas características que um chef deve ter?
BF: Liderança, humildade – saber que você nunca sabe tudo e sempre estará aprendendo; você aprende diariamente desde o garçom, ao subchef e gerente – e amor pelo que faz.

FSN: Como é o seu dia a dia de trabalho?
BF: Normalmente eu acordo e vou para os restaurantes. Começo a ver a preparação de molhos, vejo o que minha equipe já fez e dou continuidade. Converso com o garçom, com o gerente, faço o acompanhamento com as compras na cozinha, analiso qualidade da feira, vejo se o produto está chegando com a qualidade que tem que chegar. Como a minha esposa e sócia, Manuella, fica na área mais burocrática e administrativa, o meu trabalho é basicamente analisar os produtos, criar pratos novos, elaborar menus para eventos e sempre procurar pela melhor matéria-prima e frescor de produtos.

FSN: Quais são os seus planos em médio e em longo prazo?
BF: Eu pretendo dar continuidade ao que já estou fazendo e tentar melhorar as coisas que eu faço. Estou trabalhando com consultoria, fazendo cardápios para pousadas e restaurantes. Não espero montar nenhum outro restaurante, estou satisfeito com os dois que já tenho. Quero desenvolver outras coisas, como a elaboração de cardápios para outros estabelecimentos. Quero pesquisar muito e aprender cada vez mais. Eu tenho alguns cursos em vista nesse sentido para crescer profissionalmente; até já marquei um curso em São Paulo com o chef francês Laurent Suaudeau.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/vivendo-o-negocio/

Máquinas de Cartão de Crédito para Restaurantes. Faça sua escolha

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Máquinas de cartão de crédito: um comparativo

Hoje em dia temos visto se multiplicarem as marcas e modelos de máquinas de vendas por cartão de crédito e débito. Todos esperamos que isso contribua para a melhoria dos serviços e a queda nos preços e taxas.

Volto ao assunto, pois fiz uma breve pesquisa com as empresas que atuam no setor. Visitei os sites, telefonei e conversei com alguns pequenos comerciantes vizinhos meus. Os resultados eu apresento agora, já com a ressalva de que, pelo que percebi, as condições podem sempre melhorar um pouco, dependendo de uma boa negociação com o vendedor do serviço, ou o gerente do banco. Ressalvo também que os números foram arredondados.

Começando pelo PagSeguro, que recentemente lançou um serviço que não cobra mensalidade. A máquina custa R$ 480, parcelados em 12 vezes. A taxa de desconto é de 3,2% sobre cada venda a crédito e 2,4% para vendas a débito. A empresa oferece outras ferramentas, incluindo um dispositivo que se acopla ao celular, que é mais barato – R$120 – , mas que cobra 3,6% sobre vendas a crédito.

A Cielo não fornece informações no site. Pelo telefone, me informaram que cobram R$ 70 para credenciamento, mais R$ 96 de mensalidade pela máquina fixa, ou R$ 139 pela móvel – sem fio, que pode ser levada por um entregador, por exemplo. As taxas de desconto variam conforme o ramo de atividade. Escolas, por exemplo, pagam 2,5% nas vendas a crédito; supermercados pagam 2,9%; restaurantes, 5%; padarias e mercados, 4,2%. Para crédito parcelado, as taxas são um pouco mais altas, e para débito, um pouco mais baixas. Para os microempreendedores individuais – MEI – os custos de credenciamento e mensalidade são menores, mas as taxas de desconto são maiores: 4% para vendas a crédito e 3,2% para débito.

A Elavon também não fornece informações pelo site. Pelo telefone, fiz um cadastro e recebi um telefonema cinco dias depois. Mas, como eu não tenho um CNPJ, se recusaram a me dar qualquer informação.

A Bin não informa em seu site se cobra credenciamento, equipamento e mensalidade. As taxas também variam conforme o ramo de atividade: 3,2% para escolas, 2,5% para supermercados, 3,5% para restaurantes e 3,2% para padarias e mercados.

A Rede não fornece informações sobre taxas diretamente em seu site. Apurei que ela cobra R$ 80 de mensalidade pela máquina fixa e R$ 110 pela móvel. As taxas de desconto são de 3,8% sobre as vendas a crédito, 2,5% para débito e 4,85% no crédito parcelado. O dispositivo móvel para celular não cobra mensalidade, mas cobra 4% no crédito e 7% no crédito parcelado.

Todas as credenciadoras pesquisadas prometem repassar os valores das vendas a crédito em 30 dias – exceto Cielo, que repassa em 31 dias. Algumas empresas são conveniadas com mais bandeiras de cartões, outras com menos, mas todas aceitam pelo menos os cartões Visa e Mastercard-Maestro.

Conversei com um vizinho meu que tem uma pequena loja de alimentos, cujo carro chefe é o frango assado. Há alguns meses ele usava um dispositivo para celular, da Rede. De uns tempos para cá adotou máquinas tradicionais. Perguntei a ele o motivo da mudança, ele me explicou que o leitor via celular cobra uma mensalidade menor, de R$ 12, com uma taxa de 4% sobre a transação. Já a máquina nova cobra R$ 80 de mensalidade, mas ele conseguiu uma taxa de 3% sobre a transação, após negociar com o gerente do banco. Fazendo uma conta rápida, a máquina nova cobra R$ 68 a mais e 1% a menos. Ou seja, se esse 1% for superior a R$ 68, a máquina nova passa a ser vantajosa. Para isso, portanto, ele precisa vender mais de R$ 6.800 por mês.

A taxa que meu vizinho conseguiu é menor que a apurada na minha pesquisa. Como eu disse no início, os custos e condições podem melhorar, dependendo de uma boa negociação. Além das empresas citadas nessa coluna – com as quais o blog não mantém nenhum tipo de relação –, há outras, entre credenciadoras e intermediários. Então, se você tem interesse em vender via cartão, sugiro negociar e pesquisar ainda mais.

Fonte:https://educandoseubolso.blog.br/2015/04/08/maquinas-de-cartao-de-credito-um-comparativo/