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Como a customização de produtos pode fazer seu restaurante ter mais sucesso?

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Muitas são as estratégias que possibilitam ao seu negócio se destacar diante da concorrência. Quando pensamos em restaurantes, algumas são básicas e já esperadas, como a arrumação, a higiene, o bom atendimento e a qualidade. Já outras, mais especiais e específicas, podem não ser tão óbvias, mas nem por isso deixam de ser muito importantes. Entre elas está a customização de produtos.

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São várias possibilidades de customizar para fortalecer a sua marca dentro e fora do seu estabelecimento, ajudando a trazer mais clientes e, consequentemente, a aumentar a sua fatia de mercado.

Quer saber como isso funciona, além de obter dicas preciosas de tipos de produtos que podem (e devem) ser personalizados? Você veio ao lugar certo! Portanto, sem mais delongas, vamos a elas:

A importância da customização de produtos para o mercado

Basta olhar em volta para perceber que, mesmo em cidades pequenas, a concorrência vem crescendo. Entre marcas próprias e grandes cadeias, cada vez mais os brasileiros vem investindo e empreendendo. E o ramo alimentício, por ser algo básico — afinal, todo mundo precisa comer — acaba constando entre os preferidos e clássicos negócios.

A concorrência é grande e, por isso mesmo, é preciso estudar para oferecer diferenciais que ajudem a clientela a escolher o seu estabelecimento dentre todas as possibilidades apresentadas no entorno.

Falamos no início que o básico (qualidade, atendimento, higiene) é esperado por quem vai a um restaurante e precisa estar presente. A diferenciação dos demais aspectos, então, vai ficar a cargo de materiais e estratégias que demonstrem um cuidado extra com a sua marca.

Como a customização de produtos pode trazer clientes para o seu negócio?

A pergunta acima pode ser respondida de forma muito clara e objetiva: por meio da comunicação visual, será possível impactar de forma direta e positiva a experiência do cliente dentro do seu restaurante. Basta se colocar no lugar do consumidor indeciso para poder ter a certeza.

Provavelmente, você já esteve na situação que descreveremos a seguir: você vai a um centro ou praça de alimentação e lá escolhe um restaurante. Entre o básico e os diferenciais, acaba percebendo que a sua experiência foi fantástica e com certeza desejaria repetir e até indicar para os amigos e familiares. Porém, a memória é algo complicado e é muito provável que, depois de um tempo, a confusão tome conta e pode ser que o nome do restaurante se perca.

Portanto, quanto mais a marca estiver presente no campo de visão do cliente e em materiais que ele possa levar com ele, maiores as chances de que esse nome fique marcado para o futuro. Isso significa que a customização de produtos pode — e deve — ajudar na tarefa de fazer com que os clientes retornem, além de também fazer com que a marca do seu restaurante seja indicada, fazendo com que novas pessoas conheçam e aprovem o seu negócio.

Como as customizações diferenciam um negócio

Além disso, a customização de produtos faz com que um estabelecimento saia do patamar do óbvio para alcançar outro: o do cuidado. Você provavelmente já ouviu falar que a perfeição está nos detalhes e essa pérola de sabedoria popular não poderia estar mais certa.

Ao entrar em um bom restaurante, notamos que o esmero fica a cargo daquilo que percebemos num primeiro momento como parte do conjunto, mas que aos poucos começa a tomar forma através da personalização de produtos. Quando são feitas com qualidade, permitem a publicidade da sua marca, dos seus serviços especiais (delivery, buffet para eventos, catering), da sua participação em mídias sociais (perfis e fanpages), mensagens de marketing e contatos. Ou seja: são formas de fazer propaganda sem ter a necessidade de terceirização desse serviço.

Algumas alternativas de produtos que podem ser customizados

Agora que já foram delineadas algumas das possibilidades que podem existir na personalização de produtos para o seu restaurante, que tal conhecer algumas peças de comunicação visual que podem carregar o seu logo e suas mensagens para a clientela junto com boas comidas e bebidas?

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Bandeja de degustação

Muitas empresas fazem parcerias, principalmente em momentos de alta rotatividade (alta temporada nos destinos turísticos), para apresentação de novos produtos e de marcas que constam no menu. As bandejas de degustação entram aí como uma possibilidade de fazer uma propaganda ao mesmo tempo em que oferece um mimo aos seus clientes.

Aliás, essa é uma técnica que pode inclusive ser utilizada nos momentos de maior movimento, quando podem se formar pequenas filas de espera na porta, transformando um momento normalmente estressante em algo muito mais agradável.

Jogo americano Personalizado

Quem tem um restaurante ou mesmo lanchonete sabe que a rapidez para a limpeza da mesa para os próximos clientes é ponto estratégico para atender mais e melhor. Só que isso não significa que basta colocar uma folha de papel sem nenhuma personalização, algo que pode, inclusive, dar uma aparência de desleixo ao lugar.

A partir do momento em que oferecemos uma solução personalizada, com o logo e uma boa arte, fica possível melhorar até mesmo a aparência dos pratos servidos e do restaurante como um todo. Uma aquisição fantástica!

Urna Promocional

Muitas vezes, uma boa estratégia para conquistar mais vendas é por meio do sorteio de produtos ou serviços. Só que nada mais feio do que usar uma urna sem nenhuma indicação da ação que está acontecendo, ou, pior, quando ela é feita reaproveitando uma caixa de papelão. Não falamos que a perfeição está nos detalhes? Investir em uma urna com sua marca, personalizada, é com certeza um cuidado que não vai passar despercebido pela sua clientela.

Bolachas para chopp e bebidas

Pcurso restauranterincipalmente nos meses mais quentes do ano, a refrescância de uma bebida bem gelada é quase uma necessidade. Chopp quente? Nem pensar! Então, que tal investir em uma bolacha personalizada para preservar o mobiliário ao mesmo tempo em que aproveita para fazer publicidade da sua marca? Quase tão irresistível quanto o gelo estalando em um calor de 40 graus.

Portanto, aproveite a personalização de produtos para poder se diferenciar e conquistar a clientela, oferecendo o cuidado com materiais bem produzidos e que farão diferença no ambiente do seu restaurante.

Fonte: https://www.petink.com.br/customizacao-de-produtos/

Como reduzir custos com garçons?

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O bom funcionamento de um restaurante é construído em cima de uma equipe comprometida com um atendimento de excelência, bons clientes e alimentos apetitosos. Porém, o investimento contínuo no treinamento de funcionários, que possuem alta rotatividade no setor, pode comprometer o orçamento de alguns restaurantes.

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Além disso, uma crise econômica afeta o Brasil e, para enfrentá-la, vale se munir de estratégia, inovações e muita ginga. Felizmente, há alternativas sustentáveis para reduzir gastos sem comprometer a produtividade do seu estabelecimento. Quer saber como reduzir custos em seu restaurante, especialmente com a sua equipe de garçons? Acompanhe!

Por que reduzir gastos?

Os donos de restaurantes sentem na pele os efeitos da crise. Especialistas já a definem como a pior enfrentada pelo mercado nos últimos 20 anos. Em Belo Horizonte, por exemplo, 500 bares, lanchonetes e restaurantes fecharam as portas desde o início de 2015. O custo dos alimentos, que já era alto, especialmente para os que investem em orgânicos, a carga tributária, o preço dos alugueis e da mão de obra aumentaram.

Além disso, também há a concorrência de rua, com o crescimento do movimento de food-trucks. Neste cenário cabe inovar para reduzir custos e manter a qualidade dos serviços.

Medindo a produtividade da sua equipe

Os níveis de produtividade em um restaurante têm grande impacto sobre o faturamento. Para medir a produtividade da equipe de garçons, é necessário fazer uma relação entre as mesas atendidas ou os pedidos feitos e um espaço de tempo. Verifique o tempo médio gasto para o atendimento de cada pedido e ouça atentamente os seus clientes sobre a qualidade do atendimento.

Aumente a motivação de suas equipes

Funcionários comprometidos com o sucesso do negócio são mais ágeis, rendem mais e desejam permanecer no emprego. Cada funcionário é motivado por razões distintas, e é preciso ter uma boa capacidade de diálogo para gerenciá-los bem. Considere a individualidade e as expectativas de cada funcionário. Valorize o trabalho de cada um de seus colaboradores e invista em ações de recompensa. Afinal, eles são agentes essenciais para um ecossistema de sucesso do seu estabelecimento.

Um bom ambiente de trabalho se reflete no clima criado pelo restaurante para os seus clientes. Garantir um bom ambiente de trabalho não só será favorável à produtividade e à qualidade de vida de seus colaboradores como também refletirá na satisfação dos clientes. Pense em oferecer uma experiência gastronômica inesquecível, que estimule a volta de cada um de seus visitantes.

Todas essas ações refletem na diminuição da rotatividade da equipe, problema enfrentado pela maioria dos restaurantes. Assim, gastos como novos treinamentos e despesas com encargos trabalhistas também diminuirão.

Como reduzir gastos através da tecnologia?

Anotar pedidos manualmente pode causar uma série de gargalos no atendimento ao cliente. Além de agilizar este processo e diminuir acidentes causados por erros de caligrafia, a tecnologia traz uma grande economia para bares e restaurantes. As soluções são diversificadas, e atendem desde uma rede de franquias até bistrôs. A automação comercial também possui um apelo sustentável, já que agride menos o planeta através da redução de gastos com papel.

Tablets, smartphones e computadores podem interagir em sistemas integrados, que permitam a organização de pedidos, a distribuição de cupons de descontos e a organização de promoções relâmpago, por exemplo. Através de um mecanismo mais preciso para envio do pedido, a automação ajuda o garçom a atender com qualidade o dobro de mesas que atenderia pelo processo manual. Quem agradece é o cliente: como já divulgamos aqui, de acordo com uma pesquisa feita pela National Restaurant Association, dos Estados Unidos, 70% dos entrevistados afirmam que a tecnologia aumenta a conveniência nos restaurantes.

Gostou de nossas dicas sobre como reduzir custos em seu restaurante? Os tempos parecem difíceis, mas não há nada que um bom instinto empreendedor não enfrente. Confira aqui formas para diminuir custos com restaurantes em tempos de crise e e continue se destacando no mercado!

Fonte: https://blog.goomer.com.br/como-reduzir-custos-com-garcons/

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10 maneiras de aproveitar espaços pequenos em restaurantes e bares

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Só quem tem um restaurante ou bar sabe como é importante aproveitar cada espaço do salão para garantir mais uma mesa. Se o estilo de decoração do estabelecimento é rústico, moderno, despojado ou tropical, não importa, há aplicações para todos os gostos. O que não vale é deixar o cliente ir embora. Confira 10 formas de aproveitar aquele espaço esquecido em seu restaurante ou bar.

Colabore com a nossa Pesquisa

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

28 dicas para a elaboração de um cardápio profissional

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O cardápio é uma peça fundamental do restaurante, é ele que apresenta os produtos e divulga a casa para o cliente. É preciso ter cuidados especiais no planejamento de cardápios.

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São necessários para quem planeja:

1 Definição de cor

O cardápio faz parte do restaurante, portanto sua cor/estilo /estética/design gráfico deverá ter alguma relação com a decoração do ambiente.

2 Definição do tipo de letra

Deve-se levar em consideração a luminosidade do restaurante; o tamanho e o tipo de letra são importantes.

3 Tipo de papel

Deve ser resistente e sem brilho para facilitar a visualização.

4 Definição sobre ilustrações

Que tipo de ilustração o cardápio comporta? São importantes bom gosto e senso estético.

5 Divisões (títulos)

Devem seguir a ordem racional de uma refeição:

Entradas frias;
Sopas;
Entradas quentes;
Pescados;
Aves;
Carnes;
Sobremesas
Cada sugestão deve ser acompanhada de explicação resumida do prato, facilitando a escolha.

6 Distribuição de pratos no cardápio

A localização do nome do prato influi em seu nível de vendas. Pesquisas revelam que no cardápio há uma zona nobre – o centro e o lado superior direito – e outra secundária.

7 Definição da colocação dos preços

Os alimentos devem ser listados por ordem crescente de preços a partir dos mais baratos.

8 Elaboração de um “boneco”

Quem planeja cardápio deve fazer um modelo para execução dos serviços de arte final, evitando assim a perda de tempo e dinheiro.

9 Acompanhamento na execução da arte final

Deve haver minuciosa revisão de texto, conferência de tamanho, corte, dobra e tonalidade de cor. A arte final só deve ser aprovada se for levada ao restaurante para conferência de cor, visibilidade e clareza de leitura à luz ambiente.
Um cardápio impresso com muitas falhas compromete a imagem do estabelecimento.

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10 Pesquisas de novos pratos

• Por que não utilizar a criatividade de seu chef de cozinha?
• Por que não pesquisar novos ingredientes?
• Por que não tentar misturar frutas típicas com carnes, aves e peixes?
• Por que não ousar?

11 Sazonalidade

Quais os produtos da época? Durante a estação, legumes, frutas e até mesmo peixes e frutos do mar são de melhor qualidade e mais baratos. Atualmente, porém, os métodos de congelamento e a facilidade de importação e transporte mudaram muito esse conceito.

12 Ofertas de mercado

• O que a concorrência oferece para o mercado consumidos?
• Devo seguir a tendência?

13 Planejar para um período

O cardápio envelhece e deve ser atualizado sempre que se fizer necessário, pois a clientela percebe a preocupação na busca de novidades. Entretanto, os pratos considerados “estrelas” ou “especialidade da casa”, assim como os mais vendidos, não devem ser alterados. Há restaurantes que conservam os seus “carros chefe” por longos anos.

14 Variedades e formas de cocção

Um cardápio deve apresentar uma boa variedade de formas de cocção, permitindo ao cliente amplo leque de escolha, exceção feita a restaurantes temáticos.

15 Variedade de guarnições

É importante que haja uma variedade de guarnições; deve-se ser criativo e sair do binômio batata frita – arroz.

16 Variedade de cores

As pessoas comem primeiro com os olhos; portanto, devem-se levar em consideração a apresentação do prato e a variedade de cores. Imagina a monotonia de um cardápio em que um creme de aspargos é seguido por filé de peixe à milanesa com batatas fritas e coroado com um pudim de leite.

17 Humor

Cuidado com o humor, sobretudo em relação ao nome de pessoas homenageadas em receitas e a sua descrição. Esse aspecto está intimamente ligado à clientela que frequenta o restaurante.

18 Descrição x identificação

Ao escolher um prato, o cliente não é obrigado a saber que filet de saumon à la florentine é um filé de salmão com espinafre como guarnição.
Em muitos restaurantes, a tarefa de explicar a composição do prato cabe ao maître ou garçom. Isso, porém, deve ser cuidadosamente pensado, pois além de exigir bom treinamento do pessoal acarreta demora na escolha do prato.

19 Seriedade e profissionalismo

Deve-se sempre estar atento aos pratos típicos ou clássicos que têm guarnições tradicionais.
Deve ser vendido aquilo que realmente é oferecido. As improvisações nessa área são comuns e afetam a imagem do restaurante. O exemplo mais comum é o onipresente filé ao vinho Madeira – em sua maioria feito com vinho tinto simples.

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20 Escolha do modelo

Deve ser muito criteriosa, levando em conta:
• Estilo do hotel/restaurante;
• Local (piscina?);
• Durabilidade;
• Rotatividade dos pratos sugeridos (três meses?);
• Custo / preço.

21 Limpeza

O cardápio deve passar diariamente por um controle para descartar os que estão rasgados, sujos com rabiscos ou rasurados e amassados.

22 Preço

A fim de evitar mal-entendidos, os preços devem ser específicos, a taxa de serviço quando cobrada deve estar em local bem visível, os menus devem ser trocados quando da alteração de algum preço, para evitar rasuras.

23 Patrocínio

A capa (interior) ou contracapa não devem ser utilizadas para fins publicitários a não ser para marketing da própria empresa.

24 Identificação

O menu, independentemente do nome, deve trazer a identificação do local (nome do hotel/restaurante, endereço, etc.) geralmente na face de fora da contracapa (frente e verso).

25 Marketing

O menu pode ser um excelente marketing da empresa, quando usado apropriadamente (cuidado, pois o contrário também ocorre).

26 Adequação

Ainda que a escolha do modelo do menu seja única, de acordo com o local e o tipo de serviço (salão de chá, coffe shop, bar, restaurante, serviço de andares, etc.), algumas diferenças são interessantes: cor, tamanho, tipo de letra, etc.

27 Quantidade de menus

O número e menus disponível aos clientes deve manter uma proporcionalidade: para 15 mesas = 60 menus). À medida que o número de mesas aumenta, os menus em questão podem diminuir (pois dificilmente teremos lotação completa de um restaurante de maior capacidade, num primeiro momento).

28 Cuidado a observar nos menus

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• Ordem correta dos títulos;
• Evitar nomes repetidos, exemplo: Creme Saint-Germain e Creme Saint-Honoré.
• Denominação clássica mais o mesmo ingrediente (tomate); exemplo: Creme Aurora ou Frango à Americana;
• Métodos de preparo, exemplo: a maioria assado, à milanesa ou ensopado;
• Apresentação do prato semelhante, exemplo: Salada panaché ou Macedônia de frutas;
• Guarnições com os mesmos cortes, exemplo: jardineira, dados, juliana, fatias, etc.;
• Uso abusivo do “à”, “ao”, exemplo: Ao gratin, ao molho ou à moda;
• Guarnições de pão, exemplo: sopa com croutons, salada com croutons e entrada com torradas;
• Na sugestão do dia a mesma carne do mesmo corte, exemplo: Filé Chateaubriand, escalopes de filé, Tournedos ou Strogonoff;
• Sabor semelhante, exemplo: couve, couve-flor, brócolis, repolho, etc.;
• Sopas cremosas, exemplo: molhos cremosos, purês, sobremesas cremosas, etc.;
• Massas –farináceos, exemplo: arroz, batatas, tortas, empadões, crepes, panquecas, etc.;
• Demi-glacê, exemplo: molho Madeira e molho ferrugem;
• Bechamel, exemplo: molho Mornay, velouté de ave ou peixe, suprema, etc.;
Observação: Buscar as cores mais variadas na apresentação dos pratos.

Fonte: gastronomianews

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Menos pode ser mais

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Uma grande tendência chegou a São Paulo: os hambúrgueres carimbados. Vários estabelecimentos de fast-food têm aderido a esse estilo, levando diversos clientes a consumirem esses produtos.

A proposta das hamburguerias se baseia no modelo de negócio fast casual: com cardápios enxutos, sem serviços de mesa e mais despojado. No lugar do garfo e da faca, o hambúrguer é consumido com as mãos. Em vez de garçons, o cliente ganha mais liberdade dentro do estabelecimento para fazer o seu pedido.

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Bullguer

O Bullguer é uma das hamburguerias mais conhecidas por esse tipo de abordagem em São Paulo, sendo uma das precursoras desse estilo no Brasil. Fundado em 2015, em Vila Nova Conceição, o estabelecimento ganhou uma nova loja, na Vila Madalena. De lá para cá, foram mais de 100 mil hambúrgueres vendidos, com filas cada vez maiores. O motivo? Um estilo diferenciado de fazer os pratos e atender os clientes.
A hamburgueria se posiciona contra a onda gourmet. Saem de cena talheres requintados, por exemplo, dando vez para um hambúrguer caprichado, cardápio menor e o sabor das receitas. As próprias receitas têm poucos ingredientes e atraem pela simplicidade oferecida.
Um dos grandes diferenciais é o carimbo feito no pão de hambúrguer, com a logomarca da Bullguer. Questionada sobre essa diferenciação, a empresa contou que o carimbo deixa os hambúrgueres mais personalizados. “A ideia de carimbá-los é para dar uma identidade aos nossos lanches e deixá-los 100% com a nossa personalidade. Além disso, o carimbo traz um sabor defumado ao pão, que faz bastante diferença no resultado final”, afirma Thiago Koch, chef de cozinha do Bullguer.
De acordo com Koch, o carimbo também tem uma relação direta com os consumidores. Ao se depararem com a marca, as pessoas se aproximam mais da Bullguer e reconhecem o prato como algo pertencente daquele lugar. Esse detalhe pode ser essencial para a escolha dos clientes.

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Como inspiração, a hamburgueria cita a Shake Shack, uma casa de lanches que aposta em bons ingredientes para se desenvolver no mercado, localizada nos Estados Unidos. “Como eles, temos a proposta de fazer lanches básicos, sem frescura e do tamanho ideal da fome. Também temos o desejo de expandir e abrir uma série de casas na cidade, como eles fizeram”, pontua o chef.
Os hambúrgueres carimbados têm ganhado adeptos em vários estabelecimentos. Segundo Koch, a ideia da marca nunca foi ir contra tendências, mas à forma de fazer lanches sofisticados demais. “Nós não gostamos especificamente da tendência de hamburguerias gourmets, que usam ingredientes de receitas de alta gastronomia em sanduíches para serem consumidos no dia a dia. Nossa proposta é ser bom, básico e barato. Para nós, o bom hambúrguer é aquele feito para ser comido com as mãos e matar a fome”, diz.
A marca aposta em pratos-chaves e com ingredientes básicos para ampliar a experiência gastronômica de quem passa pelo estabelecimento. Além dos hambúrgueres, são oferecidos dois tipos de sobremesa e um tipo de batata frita. A batata é temperada com páprica e o cliente pode degustar com a maionese feita pela casa.
A aposta no básico também se aplica na forma de apresentar os produtos aos clientes, sem tantos ajustes. “As sobremesas, assim como os lanches, são básicas, sem ingredientes gourmets. Valorizamos muito os sabores, sem pensar em frescuras de apresentação”, frisa Koch.
O cardápio aposta em oito opções de hambúrgueres, com carnes de 100gr, preparados sob uma técnica norte-americana: a smash burger, comum nos Estados Unidos. O tipo de carne utilizada é a black angus, grelhada em uma chapa moldada como uma bola.
A forma de produzir os hambúrgueres carrega um estilo mais alternativo, apostando na simplicidade para criar receitas. “Gostamos do básico, daquele sanduíche que leva um hambúrguer feito com um bom blend de carnes, queijo, salada e um ou outro complemento. Criamos nossas receitas novas a partir disso. O Sheik Cheddar, um dos lanches temporários do menu, que aparece apenas de vez em quando, leva, por exemplo, hambúrguer de 100g, cheddar, bacon e cebola caramelizada. É uma receita simples que valoriza os sabores de cada ingrediente”, finaliza o chef.
A Bullguer aposta na rapidez e em embalagens descartáveis para entregar seus hambúrgueres, com preço médio entre R$ 16 e R$ 22. A ideia do negócio surgiu da sociedade entre Alberto Abbondanza e Ricardo Santini, com Thiago Koch como chef, responsável pela elaboração dos pratos.

Shake Shack

O Shake Shack, inspiração para o Bullguer e para algumas das novas hamburguerias, tem modelo de negócio baseado no fast casual, com a proposta de levar pratos bem temperados e saborosos aos clientes, aliados ao bem-estar das pessoas, tudo isso de forma prática.
A marca possui hambúrgueres, cachorro-quente, cerveja, vinho, entre outros produtos. Fundado em 2014, o Shake Shack logo se expandiu para outros territórios nos Estados Unidos e internacionalmente, na Rússia, Japão, Coreia do Sul, Turquia, Emirados Árabes e Inglaterra. O crescimento da empresa serviu de inspiração para outras hamburguerias ao redor do mundo, principalmente por esse modelo diferenciado de atrair clientes.
Uma pesquisa realizada pelo site Market Realist, com as informações de oito restaurantes de fast casual, mostrou crescimento médio de 75% da Shake Shack. O levantamento também indicou o maior crescimento em vendas nas mesmas lojas no trimestre, em comparação às outras empresas. Questionada sobre esses números, a Shake Shack alegou que a alta é devido aos produtos inovadores oferecidos pela marca.
O crescimento do fast casual apresenta bons números, com aumento de 550% desde 1999, nos Estados Unidos. O Euromonitor também mostrou informações sobre esse segmento, com consumo norte-americano de US$ 21 bilhões em 2014.

Carimbo

A estratégia de utilizar carimbos para identificar seu sanduíche tem se espalhado pela cidade de São Paulo. Exemplo disso é o Raw Burger, inaugurado em novembro de 2015, em Vila Madalena, e o Dock Burger, no Tatuapé. Os estabelecimentos também usam a logomarca estampada no pão e afirmam ser uma ótima forma de propaganda, já que as redes sociais possuem, cada vez mais, fotos de comida.
De acordo com o site Sp Curiosos, a Lanchonete da Cidade também aderiu ao uso de carimbos, marcando apenas os hambúrgueres clássicos da marca. Camila Prado, gerente de marca, contou que o uso de carimbos deixa os pratos mais bonitos e charmosos.
A Stunt marcou um hambúrguer em comemoração ao primeiro aniversário da casa. Com uma receita intitulada de “Anniversary”, a hamburgueria colocou à disposição dos clientes, em março deste ano, uma receita diferenciada, com carimbo identificador.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/menos-pode-ser-mais/

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Fim do rodízio de espeto? Churrasco personalizado flexibiliza cardápio, agrada clientela e reduz desperdício de carne em 20%

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Imagine um rodízio de churrasco sem passadores de espeto. Um rodízio personalizado, onde o cliente escolhe o que, como e quanto vai comer. Um rodízio escolhido a dedo pelo cliente, com um cardápio variado, e que não represente custo adicional, ao contrário, permita um consumo mais democrático, de melhor qualidade e, que, de quebra, ainda ajude você a reduzir em 20% o desperdício do seu estabelecimento. Imaginou?

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Acredite, o novo formato de vender churrasco já existe e tem obtido bons resultados em São Paulo, deixando os donos dos estabelecimentos e os clientes para lá de satisfeitos. O “rodízio a la carte”, por assim dizer, começou a ser pensado pelos sócios da rede Grill Hall em 2014, e hoje, atende uma unidade modelo na zona leste da capital paulista.

Inspirados por uma tradicional churrascaria argentina, o modelo nasceu da necessidade de reduzir despesas em tempos de crise – uma realidade para o mercado de churrascarias que amarga um déficit de público nos últimos anos – mas agradou tanto os clientes que se renderam à personalização que já virou diferencial competitivo.

Como funciona?

O método é bem simples. E por isso mesmo, os donos do estabelecimento, se orgulham em ter implementado e estarem colhendo bons frutos.

Dentre as opções, o cliente pode escolher entre oito cortes de carne, dois tipos de linguiça, dois tipos de peixes, dois cortes de suínos, duas opções de corte de frango e um corte de cordeiro. As peças de até 190 gramas vêm fatiadas em duas partes em pratos. Segundo o administrador da rede, William Kramer, umas das ideias é que os consumidores pudessem compartilhar as carnes. E o cliente pode pedir o corte que quiser quantas vezes quiser.

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Essa opção reduziu o desperdício de proteínas antes deixados nos espetos ou aquecidos sem necessidade. “Como agora o cliente escolhe o que quer apenas aquele corte vai para a grelha e de acordo com o paladar do cliente”, explica Kramer. Antes com o sistema de garçons passando nas mesas, era preciso deixar muitos alimentos já preparados à espera dos consumidores.

Itens como batatas-fritas, arroz e queijos, por exemplo ainda são servidos por alguns garçons. Porém, boa parte dos alimentos foram colocados em ilhas e réchauds. Além do desperdício de carne, o projeto ainda economiza em mão de obra. Segundo Kramer, o novo método requer 15 funcionários a menos trabalhando no estabelecimento. Com isso, foi possível melhorar a qualiÖcação da equipe, apostar em melhores condições de salários e benefícios para também fidelizar o time de garçons que se mantém fiel a casa. “É o que costumo dizer, se tu não quer problema no salão, esteja disposto a pagar mais do que a média de mercado para as peças-chave de seu estabelecimento”.

A taxa de retorno dos clientes tem sido alta. Uma pesquisa interna realizada durante o pagamento da conta indica que aproximadamente 95% deles aprovam o novo formato, em parte pela não interrupção do garçom oferecendo os cortes a todo o momento durante a refeição. Outros 5% – chamados de tradicionais, acostumados com o rodízio comum ainda resistem. Eles sentam e querem ser servidos, mas acredito que é uma questão de perceber a relação custo x benefício.

Opinião compartilhada por Kramer: “ainda falta paciência do público em ir à churrascaria e escolher a carne e saber a quantidade certa a pedir”. Mesmo com esse desafio em “educar” os consumidores, ambos os sócios afirmam que churrascarias sem espetos ou passadores são o futuro.

Fonte: http://fispalfoodservice.com.br/blog/

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