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Colabore com a nossa Pesquisa

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

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Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Chopeira self-service? Novidade pode mudar o jeito de beber cerveja

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15072016Apreço pela boa cerveja e profundo conhecimento em tecnologia. Esses dois ingredientes foram fundamentais para os irmãos João e Mateus Bodanese, radicados em Florianópolis, criarem um produto que pretende revolucionar a maneira como os brasileiros degustam e se divertem nas rodas de cerveja. Batizado de myTapp, é um sistema eletrônico capaz de transformar qualquer chopeira em uma máquina self-service. O funcionamento é simples e prático. O consumidor utiliza um cartão pré-pago para desbloquear a máquina e então coloca quanto quer da bebida no copo, sem precisar do garçom.

Essa novidade começou a funcionar há poucos meses, mas já traz resultados. Ao permitir que o consumidor compre apenas aquilo que vai beber, a chopeira eletrônica dá autonomia aos clientes. É possível, por exemplo, servir somente 100 ml. “O controle no consumo individual do self-service conquistou um público novo, que até então conhecia poucas opções de cervejas. O sistema permite que a pessoa deguste vários tipos da bebida até escolher o que mais gosta”, explicou João.

Quando chega ao bar, o cliente coloca um crédito no cartão pré-pago (pode ser um token). Cada vez que ele pegar uma cerveja, vai descontar daquele valor o que ele consumiu. Se serviu 125 ml, paga por isso. A cada copo é possível acompanhar quanto você gastou e qual seu saldo.

Os benefícios da myTapp se estendem para a interação entre os usuários. Nos bares onde o produto vem sendo utilizado percebeu-se claramente como a chopeira eletrônica vira o centro de bate-papo e aproxima desconhecidos. Quem já usa o sistema, por exemplo, se dispõe a ajudar os “novatos”. Além disso, consumidores trocam opiniões sobre os tipos de cerveja disponíveis e fazem recomendações uns aos outros. “Atende muito bem ao público que gosta de ir a bares para ficar em pé, circular no ambiente e conhecer novas pessoas”, explica João.

Ideia inspirada nos Estados UnidosA ideia surgiu em 2014 quando João estava na Califórnia para um mestrado em Engenharia de Automação e Sistemas. Certa noite, ele foi com um amigo a um happy hour e se surpreendeu. Todo o bar funcionava no sistema self-service, com 44 chopeiras eletrônicas.
Na mesma hora, João tirou uma foto e enviou ao irmão Mateus, outro fã de cerveja.

De volta ao Brasil, João juntou forças com o irmão, engenheiro elétrico, no sonho de montar o próprio bar. O primeiro projeto era seguir o conceito americano: um pub todo automatizado. Os irmãos Bodanese iniciaram os estudos de viabilidade. O resultado foi desanimador. Sairia muito caro montar um bar e ainda desenvolver o sistema self-service do zero. Diante da dificuldade, se perguntaram: por que abrir um bar apenas para clientes de Florianópolis se podemos vender a tecnologia para o Brasil inteiro? Então, focaram apenas no desenvolvimento da chopeira eletrônica, acionando seus conhecimentos de tecnologia adquiridos durante a faculdade de engenharia. Os irmãos fundaram a startup myTapp e ganharam a companhia de mais três sócios: Guilherme Lima dos Santos, Thiago Ramos dos Santos  e Renan Torres.

O primeiro protótipo começou a funcionar na cervejaria Bode Brown, de Curitiba. Depois de um período de testes, o produto caiu nas graças dos clientes. A Bode Brown mantém atualmente um contêiner com 20 chopeiras eletrônicas. Em São Paulo, a myTapp  desenvolve parceria com uma grande cervejaria brasileira para popularizar o self-service em todo o país. Ainda em estágio embrionário, o projeto deve ganhar escala a partir de 2017.

A mudança no happy hour

Sucesso já garantido está na chopeira eletrônica instalada na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, local que reúne várias empresas do setor. Por lá tem mesa de sinuca, redes para relaxar, minicopa, pufes, lounge e, desde o início do ano, quatro torneiras da myTapp. O produto confere ainda mais descontração no ambiente corporativo e dá aos funcionários uma nova opção para relaxar. Quem curte essa nova cultura é a publicitária Bruna Pires.

15072016AA chopeira mudou a dinâmica do happy hour e facilitou o convívio entre os colegas. Se antes sempre era preciso organizar um encontro no bar após o expediente, agora basta subir a escada, colocar chope no copo e iniciar a roda de conversa. “Depois de alguma reunião importante, da conquista de um novo parceiro ou de um dia corrido, vamos até lá bater um papo e descansar. É simples, barato e prático”, conta.

O self-service instalado no prédio dá mais autonomia para tomar um chope quando quiser, sem precisar combinar com alguém. “Muitas vezes vou sozinha e se tiver outra pessoa na chopeira começamos a conversar”, diz Bruna.

O uso da máquina, porém, não fica restrito aos encontros fora do expediente. É comum ver reuniões sendo realizadas próximas da myTapp e com copos de chope distribuídos entre laptops e documentos. Sim, cerveja também pode combinar com trabalho.

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60 Modelos de Balcões para Bares e Restaurantes

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Catálogo gratuito com 60 modelos de balcões para bares e restaurantes. Para fazer o download gratuito do catálogo acesse nossa área de Downloads clicando aqui.

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Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”

Restaurantes agregam valor à venda do vinho em taça utilizando métodos inovadores; conheça a nova opção

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O cara entra em um restaurante e pede uma taça de vinho. Quem pensou que isso seria uma piada está perdoado. Pedir uma taça de vinho em muitos restaurantes sempre pareceu algo engraçado, pelo menos entre os aficionados por vinho. Rótulos comuns que custam escandalosamente caro fazem com que no geral seja mais econômico pedir uma garrafa inteira em vez de duas ou três taças, mesmo que a pessoa vá beber pouco.

Nos restaurantes que levam o vinho bastante a sério, no entanto, métodos que facilitam a venda de vinho em taça evoluíram a um ritmo vertiginoso na última década, oferecendo aos clientes muito mais opções do que os onipresentes chardonnay e pinot grigio.

Apesar de pedir vinhos servidos em taça quase nunca valer a pena estritamente no sentido monetário, os sommeliers têm procurado maneiras de agregar valor a essa opção. Mais e mais restaurantes têm oferecido vinhos em barrilete, o que ajuda a vender em taça por preservar bebidas que deteriorariam em garrafas abertas. Outros acham maneiras de servir sempre algo novo, como no Bar Boulud perto do Lincoln Center, em Nova York, onde Michael Madrigale, o sommelier, toda a noite abre um vinho de alta qualidade, sempre de garrafa grande, tipo magnum ou duplo magnum, para ser vendido em taça.

Agora há um novo dispositivo, chamado Coravin, que pode revolucionar os tipos de vinhos que os restaurantes podem disponibilizar em taça. O Coravin parece resolver um problema que aflige a humanidade desde que o primeiro vinho foi armazenado em uma ânfora: como preservar a bebida aberta e exposta a seu arqui-inimigo, o oxigênio?

O sistema de barril procura dar conta desse problema, mas de uma forma deselegante. Ele usa um gás parecido com o nitrogênio – que tanto empurra o vinho para a saída quanto ocupa o espaço vazio, impedindo a oxidação.

Esse método, no entanto, só é bom para vinhos relativamente simples que se destinam a ser consumidos ainda novos e podem ser armazenados em barris pelos produtores. E quanto aos vinhos para os quais é vantajoso passar por um processo de envelhecimento na garrafa?

Ao longo dos anos, experimentou-se vários sistemas, desde o simples VacuVin, um dispositivo para bombear o ar de uma garrafa de vinho aberta, até sistemas complexos de refrigeração e conservação destinados a prolongar a vida útil das garrafas, uma vez que as rolhas tivessem sido removidas. Por uma razão ou outra, nenhuma delas deu certo.

Já o Coravin, que parece combinar funções de microscópio, furadeira e pistola, faz o truque de extrair o vinho de uma garrafa sem abri-la de fato. Como isso funciona?

Uma agulha fina, longa e oca é introduzida na garrafa através da proteção metálica e da rolha. Em seguida, o gás argônio (inofensivo, incolor e insípido) é bombeado pela agulha, criando uma pressão na garrafa que empurra o vinho para fora através da mesma agulha. Quando a quantidade desejada de vinho é servida, a agulha é retirada, deixando o argônio no lugar do líquido subtraído, o que impede a oxigenação. A rolha então se recompõe sozinha, selando o vinho. O método não funciona com tampa de rosca nem rolha artificial.

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Testei vinhos de garrafas abertas cinco ou seis meses antes e não vi sinais de oxidação ou degradação ? diz Thomas Pastuszak, diretor de vinhos do NoMad, de Nova York, que, juntamente com uma dúzia de outros restaurantes de todo o país, está usando o Coravin para oferecer mais vinhos servidos em taça.

Se o Coravin funcionar como se espera, ele pode favorecer a oferta de vinhos envelhecidos e caros em taça, mesmo que não haja um público muito grande para esses rótulos. Desde meados de agosto, quando começou a usar o Coravin no NoMad, Pastuszak já tem uma carta de cerca de 30 vinhos que não se imaginava que pudessem vir a ser pedidos em taça.

Que tal, por exemplo, experimentar um Château-Grillet, vinho branco raro do norte do Rio Reno produzido em quantidades mínimas? A garrafa custa US$ 525, mas por “apenas” US$ 110 você pode beber uma taça. Ou talvez você queira provar um Barbaresco de 28 anos. A taça do Produttori del Barbaresco de 1985 sai por US$ 60; a garrafa, por US$ 280.

Os preços dos vinhos em taça podem parecer astronômico, mas na verdade compram cerca de um quarto de garrafa, disse Pastuszak, servido em um decantador pequeno ao lado das mesas. Acrescente uma história para contar enquanto o serve, e o produto se torna atraente.

Pastuszak contou que três engenheiros foram almoçar recentemente em seu restaurante e cada um deles pediu uma taça de um Château Rayas de 1997, o Châteuaneuf-du-Pape, que, custando US$ 140 a taça, é o vinho NoMad mais caro servido com o Coravin.

? Eles gostaram tanto dele que compraram uma garrafa ? contou.

Não consigo imaginar o Coravin em um ambiente doméstico, sendo usado, como alguns sugerem, para saborear lentamente uma garrafa rara e cara durante meses ou mesmo anos. No entanto, se usado conscientemente, o Coravin pode tornar muito mais entusiasmante a carta de vinhos vendidos em taça.

? Ele dá aos clientes mais jovens a oportunidade de provar algo que talvez não tenham a oportunidade de experimentar por conta própria ? avalia Pastuszak. ? Eles podem não estar dispostos a bancar uma garrafa do mesmo vinho, mas talvez queiram pedir uma taça. Isso pode ser algo de grande valor para eles, não em termos financeiros, mas em termos de experiência.

Fonte: http://revistadonna.clicrbs.com.br/

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