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50 Estratégias para alavancar as vendas do restaurante

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Em tempos de grande competitividade os restaurantes já não podem se dar ao luxo de abrir as portas e aguardar que os clientes entrem; eles precisam criar oportunidades de vendas dentro e fora do estabelecimento para aumentar o volume de vendas e de clientes. Há também a necessidade de voltar os olhos para dentro da operação e encontrar estratégias para economizar recursos, mantendo a qualidade e a eficiência da produção.

Entre as estratégias citadas em nossa vídeo aula “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para Lucrar Mais” está a possibilidade de realizar parcerias com empresas de entretenimento próximas ao seu restaurante. Se seu restaurante está localizado próximo a casas noturnas, cinemas, teatros, ginásios poliesportivos há sempre clientes em potencial que escolheriam o seu estabelecimento para almoçar ou jantar após estes eventos. Em parceria com estes locais de eventos é possível deixar um flyer ou um encarte oferecendo um chopp ou refrigerante de cortesia para que for ao restaurante com o encarte e consumir acima de determinado valor. Seu restaurante irá se beneficiar muito com esta estratégia e sair na frente dos concorrentes que estão pelos arredores.

Para conhecer um pouco mais sobre a nossa vídeo-aula “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para Lucrar Mais” acesse nossa loja virtual clicando aqui.

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Como calcular a produção de comida do restaurante

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A primeira etapa do processo de produção em um restaurante acontece antes mesmo do acender das chamas e principalmente com vários dias de antecedência. A principal metodologia utilizada para dimensionar a produção de uma cozinha é baseada na per capita. A per capita nada mais é do que a quantidade de alimento consumido por pessoa em uma refeição.

Muitas pessoas buscam tabelas padronizadas sobre a “per capita” de restaurantes acreditando que esta talvez seja a solução para ajudar a calcular a sua produção mas este é um erro infactível e deve ser evitado. Cada restaurante possui a sua própria “per capita”; isto ocorre porque há diversos fatores que podem influenciar para que o consumo de determinados tipos de alimentos sejam maiores ou menores de acordo com a faixa etária do público, com o sexo, com o nicho social e com a região em que o restaurante se encontra.

Mas se você pretende aprender um pouco mais sobre como calcular a produção de uma cozinha comercial e industrial e como utilizar a “per capita” a seu favor a GR possui todas estas informações reunidas de forma bem didática e objetiva em seu manual de “Planejamento de Cardápio para Restaurantes”. Um manual que aborda todo o processo de planejamento, produção, marketing e engenharia do cardápio de um restaurante ou bar.

O manual de “Planejamento de Cardápio para Restaurantes” está disponível neste link para todos os clientes que adquiriram a ferramenta através de nossa loja virtual. Caso você ainda não possua, o produto pode ser adquirido neste link.

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Confira os melhores cursos para melhorar a gestão do seu restaurante

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A “GR Treinamento em Gestão de Restaurantes e Gastronomia” é uma empresa focada na educação profissional e qualificação de pessoas e empresas atuantes no mercado gastronômico. Atuando a 10 anos no mercado a GR disponibiliza cursos em diversas áreas do setor gastronômico com o objetivo de profissionalizar, especializar e qualificar pessoas na gestão e operação de seu negócio. Nossa empresa atende a restaurantes, bares, pizzarias, cafeterias dentre outros.

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1- Administrando Restaurantes e Bares

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2 – Análise e Controle Financeiro para Restaurantes

 

 

 

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3 – Planejamento de Cardápios para Restaurantes

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4 – Elaboração de Ficha Técnica para Restaurantes

 

 

 

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5 – Formação de preço de venda para restaurantes e bares

 

 

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6 – Restaurante de Sucesso!! 50 Estratégias para lucrar mais

 

 

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7 – Como montar um restaurante

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8 – Cardápios para Restaurantes Self-service

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Vivendo o negócio

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O chef Biba Fernandes, atualmente, é proprietário de dois restaurantes: o Chiwake e o Chicama. Com grande experiência nas cozinhas, o profissional tem mostrado como o gosto por aquilo que se faz é capaz de proporcionar ótimos resultados para os negócios.

Para se estabelecer, ele passou por alguns desafios que precisaram ser superados. Em especial, Fernandes ressalta a introdução de algo novo no mercado. “Quando abri o Chiwake, a maior dificuldade foi a aceitação do público. Foi difícil tirar a impressão que as pessoas tinham de que a cozinha peruana era comida mexicana. Há 10 anos, muita gente não sabia o que era comida peruana. Então, essa chegada de uma cozinha nova, de um local que o brasileiro não dava muito valor, causou um pouco de desconfiança do público no início”, afirmou.

Em entrevista para a revista Food Service News, o chef falou mais a respeito da sua experiência na área, de como foi conquistando o seu espaço, daquilo que acredita e também dos seus planos.

Food Service News: Como você iniciou na área?
Biba Fernandes: Comecei com o restaurante japonês Expresso Sushi, em Porto de Galinhas, o qual mantive por 11 anos. Em uma das reformas que fizemos, precisamos ir a Maceió para comprar algumas luminárias e acabamos conhecendo o restaurante peruano Wanchako. Eu fiquei apaixonado pela culinária. Depois de algumas conversas, conseguimos fechar uma consultoria com a chef e proprietária da casa, Simone Bert. Passei sete meses aprendendo diretamente com ela na cozinha, e depois de um ano comecei a desenvolver meu próprio cardápio já no Chiwake. Além do Chiwake, que completou 10 anos, decidi abrir há três anos o Chicama.

FSN: Quais foram os principais desafios vividos em sua história profissional?
BF: O primeiro desafio foi o nascimento da minha filha justamente quando estávamos montando o Chiwake e eu tive que viajar para Maceió. Eu passava a semana inteira lá, de segunda a sábado, então só a via uma vez na semana. Foi muito difícil. Outro desafio foi a mudança de vida. Eu vivia numa praia e de repente decidi expandir para um negócio maior. Mudei para a capital e passei a viver das 8h da manhã à 1h da madrugada dentro da cozinha. Comecei do início, lavando e cortando, para depois chegar à bancada e poder cozinhar. Quando abri o Chiwake, a maior dificuldade foi a aceitação do público. Foi difícil tirar a impressão que as pessoas tinham de que a cozinha
peruana era comida mexicana. Há 10 anos, muita gente não sabia o que era comida peruana. Então, essa chegada de uma cozinha nova, de um local que o brasileiro não dava muito valor, causou um pouco de desconfiança do público no início. No geral, também foi difícil introduzir uma cozinha nova num mercado onde já existem vários restaurantes muito bons. Entrar com uma proposta nova é sempre mais complicado. Além disso, tem as dificuldades que o país oferece para quem é empresário.

FSN: E as conquistas?
BF: Para mim, a principal foi ter me apaixonado por um talento que estava escondido dentro de mim: o amor por cozinhar. Depois, o que mais me deixa feliz é a resposta do público. Eu dou muito valor ao retorno que o cliente me dá. Não gosto de falar em prêmios porque eles são muito subjetivos. Eu posso ser o melhor para você, mas não ser o melhor para o outro. Para o nosso trabalho é positivo, claro, mas eu não vejo isso como o principal. Não acho que a competição seja a melhor coisa. Acho que, na verdade, a melhor resposta para quem cozinha é quando a pessoa que come a sua comida lhe chama e diz: “que comida maravilhosa”. Acho que isso vale muito mais que qualquer prêmio.

FSN: Como você enxerga a área de alimentação fora do lar atualmente no Brasil?
BF: Hoje em dia está havendo uma mudança em relação às refeições. O Brasil ainda carrega em si esse vínculo de comer dentro do lar, mas a rotina do dia a dia está mudando os hábitos das pessoas terem que comer fora de casa porque não tem suporte ou tempo suficiente para ir em casa. Com isso, de uns anos para cá, os clientes ficaram muito mais exigentes. Hoje não tem espaço para amadorismo. O cliente está procurando por comida boa, atendimento bom. Vai se destacar quem tiver excelência no atendimento e comida gostosa com preço justo. Há restaurantes de todos os tipos de culinária do mundo, mas acho que o segredo para se manter no segmento é o profissionalismo. Isso porque ninguém fica em pé somente cozinhando. Tem que cozinhar, administrar… É um conjunto de coisas.

FSN: Para você, quais são os principais pontos que ainda precisam ser trabalhados no segmento?
BF: O primeiro é mão de obra qualificada, tanto de garçom quanto de cozinha. No ramo da gastronomia hoje temos muito cursos em faculdades, mas, na verdade, eles não preparam as pessoas efetivamente para estarem na cozinha. Cerca de 90% dos estudantes que vão para o restaurante estagiar pedem pra sair no segundo dia e querem estágio no escritório. A faculdade ensina uma coisa que não é real, onde eles ficam lá no ar- condicionado… Mas o ritmo numa cozinha real é totalmente diferente. Outra coisa importante é que qualquer pessoa hoje quer ter um diploma e a faculdade de gastronomia dura apenas dois anos. Então, muita gente cursa para obter o diploma; falta o amor pelo trabalho.

FSN: Como se destacar no mercado?
BF: Acho que os pontos principais são oferecer um bom serviço, com qualidade no atendimento e conforto para os clientes no estabelecimento; qualidade na matéria-prima, que resulta numa comida boa, e empenho pelo negócio. É preciso viver o negócio.

FSN: Como fidelizar os consumidores?
BF: Aqui cabe a mesma resposta da pergunta anterior… Excelência no serviço, qualidade no atendimento e na matéria-prima.

FSN: Em sua opinião, quais são as boas características que um chef deve ter?
BF: Liderança, humildade – saber que você nunca sabe tudo e sempre estará aprendendo; você aprende diariamente desde o garçom, ao subchef e gerente – e amor pelo que faz.

FSN: Como é o seu dia a dia de trabalho?
BF: Normalmente eu acordo e vou para os restaurantes. Começo a ver a preparação de molhos, vejo o que minha equipe já fez e dou continuidade. Converso com o garçom, com o gerente, faço o acompanhamento com as compras na cozinha, analiso qualidade da feira, vejo se o produto está chegando com a qualidade que tem que chegar. Como a minha esposa e sócia, Manuella, fica na área mais burocrática e administrativa, o meu trabalho é basicamente analisar os produtos, criar pratos novos, elaborar menus para eventos e sempre procurar pela melhor matéria-prima e frescor de produtos.

FSN: Quais são os seus planos em médio e em longo prazo?
BF: Eu pretendo dar continuidade ao que já estou fazendo e tentar melhorar as coisas que eu faço. Estou trabalhando com consultoria, fazendo cardápios para pousadas e restaurantes. Não espero montar nenhum outro restaurante, estou satisfeito com os dois que já tenho. Quero desenvolver outras coisas, como a elaboração de cardápios para outros estabelecimentos. Quero pesquisar muito e aprender cada vez mais. Eu tenho alguns cursos em vista nesse sentido para crescer profissionalmente; até já marquei um curso em São Paulo com o chef francês Laurent Suaudeau.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/vivendo-o-negocio/

Máquinas de Cartão de Crédito para Restaurantes. Faça sua escolha

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Máquinas de cartão de crédito: um comparativo

Hoje em dia temos visto se multiplicarem as marcas e modelos de máquinas de vendas por cartão de crédito e débito. Todos esperamos que isso contribua para a melhoria dos serviços e a queda nos preços e taxas.

Volto ao assunto, pois fiz uma breve pesquisa com as empresas que atuam no setor. Visitei os sites, telefonei e conversei com alguns pequenos comerciantes vizinhos meus. Os resultados eu apresento agora, já com a ressalva de que, pelo que percebi, as condições podem sempre melhorar um pouco, dependendo de uma boa negociação com o vendedor do serviço, ou o gerente do banco. Ressalvo também que os números foram arredondados.

Começando pelo PagSeguro, que recentemente lançou um serviço que não cobra mensalidade. A máquina custa R$ 480, parcelados em 12 vezes. A taxa de desconto é de 3,2% sobre cada venda a crédito e 2,4% para vendas a débito. A empresa oferece outras ferramentas, incluindo um dispositivo que se acopla ao celular, que é mais barato – R$120 – , mas que cobra 3,6% sobre vendas a crédito.

A Cielo não fornece informações no site. Pelo telefone, me informaram que cobram R$ 70 para credenciamento, mais R$ 96 de mensalidade pela máquina fixa, ou R$ 139 pela móvel – sem fio, que pode ser levada por um entregador, por exemplo. As taxas de desconto variam conforme o ramo de atividade. Escolas, por exemplo, pagam 2,5% nas vendas a crédito; supermercados pagam 2,9%; restaurantes, 5%; padarias e mercados, 4,2%. Para crédito parcelado, as taxas são um pouco mais altas, e para débito, um pouco mais baixas. Para os microempreendedores individuais – MEI – os custos de credenciamento e mensalidade são menores, mas as taxas de desconto são maiores: 4% para vendas a crédito e 3,2% para débito.

A Elavon também não fornece informações pelo site. Pelo telefone, fiz um cadastro e recebi um telefonema cinco dias depois. Mas, como eu não tenho um CNPJ, se recusaram a me dar qualquer informação.

A Bin não informa em seu site se cobra credenciamento, equipamento e mensalidade. As taxas também variam conforme o ramo de atividade: 3,2% para escolas, 2,5% para supermercados, 3,5% para restaurantes e 3,2% para padarias e mercados.

A Rede não fornece informações sobre taxas diretamente em seu site. Apurei que ela cobra R$ 80 de mensalidade pela máquina fixa e R$ 110 pela móvel. As taxas de desconto são de 3,8% sobre as vendas a crédito, 2,5% para débito e 4,85% no crédito parcelado. O dispositivo móvel para celular não cobra mensalidade, mas cobra 4% no crédito e 7% no crédito parcelado.

Todas as credenciadoras pesquisadas prometem repassar os valores das vendas a crédito em 30 dias – exceto Cielo, que repassa em 31 dias. Algumas empresas são conveniadas com mais bandeiras de cartões, outras com menos, mas todas aceitam pelo menos os cartões Visa e Mastercard-Maestro.

Conversei com um vizinho meu que tem uma pequena loja de alimentos, cujo carro chefe é o frango assado. Há alguns meses ele usava um dispositivo para celular, da Rede. De uns tempos para cá adotou máquinas tradicionais. Perguntei a ele o motivo da mudança, ele me explicou que o leitor via celular cobra uma mensalidade menor, de R$ 12, com uma taxa de 4% sobre a transação. Já a máquina nova cobra R$ 80 de mensalidade, mas ele conseguiu uma taxa de 3% sobre a transação, após negociar com o gerente do banco. Fazendo uma conta rápida, a máquina nova cobra R$ 68 a mais e 1% a menos. Ou seja, se esse 1% for superior a R$ 68, a máquina nova passa a ser vantajosa. Para isso, portanto, ele precisa vender mais de R$ 6.800 por mês.

A taxa que meu vizinho conseguiu é menor que a apurada na minha pesquisa. Como eu disse no início, os custos e condições podem melhorar, dependendo de uma boa negociação. Além das empresas citadas nessa coluna – com as quais o blog não mantém nenhum tipo de relação –, há outras, entre credenciadoras e intermediários. Então, se você tem interesse em vender via cartão, sugiro negociar e pesquisar ainda mais.

Fonte:https://educandoseubolso.blog.br/2015/04/08/maquinas-de-cartao-de-credito-um-comparativo/

Smart Rede: uma máquina de cartão que pode sair cara?

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A Rede, uma das maiores empresas do ramo de máquinas de cartão no Brasil, decidiu modernizar os seus aparelhos. Ao que parece visando competir diretamente com a Cielo Lio, a Smart Rede é um misto de tablet e terminal de pagamento que traz modernidade ao seu ponto de venda.

Mas, será que esta é mesmo uma alternativa interessante para a sua frente de caixa?

Smart Rede tem design inovador

A primeira coisa que você vai notar quando vir a Smart Rede é o seu design inovador. Ela conta com duas telas, o que permite que lojistas e clientes acompanhem a transação ao mesmo tempo.

Ela vem com bateria embutida, alto-falantes (com controle de volume), câmera, microfone, porta micro USB, antena NFC, leitor de QR code e código de barras, além do leitor de cartão e impressora de comprovante de pagamento. Isso significa dizer que esta máquina de cartão está pronta para aceitar diversas formas de pagamento, inclusive as mais modernas.

O seu processador quad-core permite o uso agregado a vários aplicativos voltados para a realização e controle das atividades financeiras de seu negócio. De fábrica, ela já vem com o app Pagamentos (que permite o recebimento de pagamentos e emissão de relatórios), o app Rede (para antecipção de saldos e outras ações financeiras) e o app do internet banking Itaú Empresas.

A sua conexão com a internet acontece via 3G, Wi-Fi ou cabo Ethernet (IP banda larga) e de forma independente, pois ela já vem com chip 3G de fábrica – ou seja, ela não precisa de celular para funcionar. Porém, diferente da sua maquininha Mobile Rede, o seu tamanho e design não é ideal para mobilidade, sendo mais adequado para lojas físicas.

Máquina de cartão da Rede aceita diversas formas de pagamento

Já que esta solução parece ter vindo para substituir as tradicionais máquinas de cartão da Rede, não é de se espantar que ela conte com o amplo portfólio de cartões de crédito e débito oferecidos pela empresa.

A Smart Rede faz vendas no débito, crédito à vista, parcelamento, e também aceita voucher (cartões-refeição e benefícios) e faz recarga de celular.

As bandeiras aceitas no débito e crédito são Visa, MasterCard, Hiper, Elo, UnionPay, Cabal e Banescard; e, no crédito, você contará com Discover, Diners Club, JCB, Mais!, Coopercard, Sorocred, e Credz.

Os vouchers disponíveis precisam ser negociados diretamente com as bandeiras para habilitação e negociação de taxas. São eles: Ticket, Sodexo, VR, GrenCard, Verocheque, UpPlan, Nutricash, Cooperland, BNBclube, Cabal, Sorocred e Alelo.

Taxas e custos não estão disponíveis no site

Apesar de, do ponto de vista tecnológico, a Smart Rede parecer ser uma solução atraente, especialmente para quem atende clientes exigentes, o fato é que não se sabe se isso tudo pode acabar saindo caro.

O site da empresa não informa quais os custos e taxas envolvidos, nem se é preciso assinar contrato de locação ou qual documentação deve ser apresentada. Apenas o telefone da Central de Atendimento é disponibilizado com a informação de que a máquina de cartão está disponível apenas para algumas regiões do Brasil – sem especificar quais.

Também se sabe que é possível solicitar a antecipação de saldos de forma avulsa ou programada, além de optar pelo Plano Flex e receber as vendas no crédito após 2 dias úteis. Porém, não há maiores detalhes sobre isso em termos de procedimentos e taxas envolvidas.

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Fique atento

Assim, fica claro que a Smart Rede é um produto inovador, e que será interessante ver se ela ou a Cielo Lio vai se tornar a preferida das lojas físicas de grande porte.

Já para microempreendedores, pequenos empresários e autônomos, esta não deve ser uma alternativa interessante, pois é pouco provável que o seu custo total seja acessível diante de tantas funcionalidades. Ela também é muito grande para quem quer algo que possa levar no bolso ou na bolsa.

Além disso, vale ressaltar que você ficará dependente da Rede em termos de aplicativos. Ainda que desenvolvedores privados estejam sendo convidados para criar apps para a Smart Rede, o sistema sempre contará apenas com soluções aprovadas pela mesma e você poderá passar por dificuldades se quiser usar um sistema PDV alternativo, por exemplo.

Fonte: https://br.mobiletransaction.org/smart-rede/

(tags: restaurantes)

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Vale a pena investir em plataformas de pedidos on-line para meu restaurante?

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Nesta vídeo-aula você será capaz de identificar se é viável investir em plataformas de pedidos on-line para seu restaurante, além de conhecer as principais plataformas, as taxas cobradas e os prós e contras de utilizar estas plataformas para vender comida on-line. Você não pode perder.

Fonte: http://www.gestaoderestaurantes.com.br

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