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Como fornecer refeições Marmitex

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O manual contém 66 páginas e é fornecido em CD que acompanha planilha de fluxo de caixa e dois modelos de cozinhas semi-industriais.

Iniciar um novo empreendimento como fornecedor de marmitex pode ser uma boa alternativa para quem deseja ingressar no ramo de alimentação, mas não possui conhecimento na área ou capital suficiente para montar um pequeno restaurante. Este novo empreendimento pode se tornar a porta de entrada para o início de um grande negócio.

Este manual aborda todas as questões relacionadas ao fornecimento de marmitex. Saiba com formalizar seu novo empreendimento, aprenda a conhecer o mercado e como estruturar seu negócio para crescer e se tornar um empreendedor de sucesso.

Com uma abordagem bastante objetiva, o manual auxilia na formação de preço do marmitex, na administração básica do negócio com uma planilha de apoio para auxiliá-lo no lançamento de receitas, despesas e no fluxo de caixa. Traz também 30 sugestões de cardápios para colaborar na criação do próprio cardápio do estabelecimento.

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Além disto, apresenta os tipos de embalagens de marmitex existentes no mercado, bem como utensílios e equipamentos necessários para da início ao seu novo negócio. A cozinha de uma pequena empresa de fornecimento de marmitex não demanda muito investimento, mas deve ser organizada de modo a facilitar na produtividade diária.

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Este manual contém dois modelos de pequenas cozinhas semi-industriais montadas exclusivamente para o fornecimento de marmitex dentro das normas de segurança e focadas numa produtividade eficiente.

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A divulgação do negócio, principalmente na fase inicial é fundamental. Conheça as técnicas de marketing mais utilizadas pelas empresas de fornecimento de marmitex , escolha a que melhor atende ao seu orçamento e esteja preparado para vender.

Aprenda os conceitos básicos de segurança alimentar para produzir refeições com qualidade e livre de contaminações, além de dicas essenciais para quem pretende se dar bem com seu novo empreendimento.

Para adquirir o manual basta clicar aqui.

Como controlar as perdas do restaurante – Parte 2

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Se você ainda não leu nossa primeira matéria sobre controle de perdas em restaurantes, acesse aqui. Nesta segunda parte da matéria vamos citar processos e situações onde há perdas relacionadas aos alimentos e como controlá-las.

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O desperdício de alimentos

Dica 1
Faça um controle diário do estoque. Avalie todos os recebimentos dos fornecedores. Verifique a quantidade recebida, a integridade das embalagens, a temperatura, o prazo de validade e os preços negociados no momento do pedido.

Dica 2
Gire seu estoque. Itens com data de vencimentos mais próximos devem ser utilizados primeiro. Se houver ítens próximo do vencimento faça um traabalho de vendas ou até mesmo uma pequena promoção para baixar o estoque e evitar perdas maiores.

Dica 3
A equipe de cozinha deve estar orientada a preparar porções com peso ou tamanho apropriado. As porções não devem ser para mais, nem para menos. Para isto faça o porcionamento de todos os pratos com antecedência, evitando que no momento de grandes movimentos na cozinha, meça-se as porções pelos olhos.

Dica 4
Um bom processo para manipulação de alimentos é fundamental. Sua equipe deve estar treinada e preparada para manter todos os alimentos e pratos na temperatura ideal de armazenamento e cocção.

Dica 5
Faça um relatório de controle de perdas. Anote quando as perdas ocorreram, qual o setor e o motivo da perda. Você pode se assustar com o total de perdas em apenas um mês. Com o relatório em mãos é possível reunir os colaboradores e mostrar as perdas ocorridas, os motivos e apresentar soluções para evitá-las.

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Cinco dicas para organizar melhor seu fluxo de caixa

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O controle rigoroso de entradas e saídas é fundamental para a empresa ganhar fôlego

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Desde 1992, a empresária Teresinha de Paula, dona do bufê Teras, de São Paulo, atualiza diariamente seu fluxo de caixa com projeções para os 90 dias seguintes. “Se acompanho de perto as receitas e despesas, calculo melhor os custos e o volume das compras para não acabar no banco, atrás de crédito para capital de giro”, diz. Segundo ela, o controle minucioso das entradas e saídas foi essencial para que sua empresa ganhasse fôlego para trocar a cozinha de casa por uma sede independente. “É preciso um fluxo de caixa estruturado para crescer”, diz ela. E é mesmo. Afinal, o acompanhamento das contas a pagar e a receber é fundamental não só para calcular o capital de giro como também para definir, da melhor forma possível, as datas adequadas para pagamentos, recebimentos, retirada de lucros e pró-labore e realização de promoções para desova de estoques.

Você pode montar o fluxo de caixa com planilhas de Excel, softwares de gestão financeira ou até manualmente. Seja qual for a forma escolhida, é importante ficar atento a alguns procedimentos. Confira:

1 – Projete seu fluxo de caixa para um período mínimo de três meses. Para cada dia você registra o saldo inicial (valor em caixa registrado na data), entradas, saídas, saldo operacional (valor das entradas menos as saídas na respectiva data) e saldo final (soma do saldo inicial e do operacional).

2 – Registre separadamente as entradas e saídas previstas e efetivas, discriminando a origem das receitas e o destino das despesas. Nas entradas de caixa, faça a distinção das diversas formas de recebimento, como dinheiro, cheque pré-datado, duplicatas e cartão de crédito. Nas saídas, leve em conta itens como impostos, pagamentos a fornecedores, pró-labore, salários, comissões a vendedores, encargos sobre a folha de pagamento, contas de água, luz e telefone, gastos com propaganda e marketing, despesas bancárias, aluguel, honorários do contador, pagamento de outros serviços, despesas com veículos, material de escritório, equipamento e financiamentos. Isso permite controlar cada centavo gasto, assim como tudo o que entra no caixa.

3 – Na sua previsão de três meses, de nada adianta se munir de um fluxo de caixa se você não alimentá-lo com números realistas. “Um dos erros mais comuns é a estimativa exagerada das vendas”, diz o consultor financeiro Ari Rosollem, do Sebrae São Paulo. Para não cair na armadilha, é importante analisar com cuidado a carteira de clientes, o histórico do caixa da empresa, fatores sazonais e dados do mercado.

4 – Dê bastante atenção aos extratos bancários para não contabilizar como dinheiro em conta cheques devolvidos ou pagamentos não realizados. A medida tem outra vantagem: só com acompanhamento detalhado das contas a receber é possível agilizar a cobrança dos clientes em atraso para minimizar a necessidade de capital de giro.

5 – Embora algumas empresas calculem o fluxo de caixa em períodos semanais, especialistas recomendam a apuração diária. “O período semanal pode esconder saldos negativos em determinados dias no decorrer da semana”, diz o consultor Rosollem.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

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Prós e Contra de comprar Equipamentos usados para Restaurante

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Uma das maiores despesas na abertura de um novo restaurante está na compra de equipamentos. Um empréstimo de R$ 100.000 pode parecer um monte de dinheiro quando você está se preparando para abrir um restaurante, mas muito rapidamente ele pode se esgotar. Fornos, fogões, churrasqueiras e refrigeradores todos representam milhares de reais gastos. Além disso, muito parecidos como um carro novo, esses itens depreciam no momento em que deixam a loja. Quando você começar a fazer compras de equipamentos para restaurante, você vai logo descobrir como equipamentos novos são caros. Escolhendo equipamentos de segunda mão, usados, com cuidado você pode economizar muito dinheiro. Veja os prós e os contras em adquirir estes equipamentos usados.

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Prós de se comprar Equipamento para Restaurante Usados

• A Compra de equipamentos usados ​​irá lhe poupar uma preciosa quantia em  dinheiro, que você poderá investir em outros ítens como, na sua primeira compra de alimentos, folha de pagamento, reformas.

• Devido ao grande fracasso de novos restaurantes  muitas peças de segunda mão têm sido usadas apenas por um ano ou dois. Examine os aparelhos, procurando sinais indicadores de desgaste como a ferrugem, peças em falta, ect. Se você é tiver sorte, você poderá obter equipamentos ainda em garantia

• Pechinchar. Comércio de equipamentos para restaurante usados ​​são frequentemente abertas a negociações de preços. Se você é bom em pechincar, então não tenha medo de contrariar a oferta e pedir um bom desconto.

• Brindes. Se você for comprar vários equipamentos usados do mesmo fornecedor, peça um brinde, como uma bancada, um mixer ou extrator de sucos.

Contras de comprar equipamento para restaurante usado

• Garantias, ou falta dela. Equipamentos de restaurante usados ​​normalmente são vendidos “como estão”. Ou seja, se você ligá-lo após uma semana e ele não funcionar, o conserto é por sua conta. Este é o risco que você corre quando se compra usado. A boa notícia é que muitas peças de equipamentos de restaurante de fácil substituição.

• Gastar mais dinheiro. Se você comprar equipamentos usados ​​que estragam com facilidade, então você pode acabar gastando mais dinheiro do que se você tivesse comprado novo. Alguns itens são mais adequados para comprar usados, já outros é melhor adquirir novos mesmo.

Os seguintes itens são bons candidatos para a compra de usados​​:

Fogões a gás e fornos – fogões a gás têm uma vida útil muito longa. Se estiver faltando alguns botões não se preocupe, eles são facilmente substituídos. Modelos elétricos não são adequados para restaurantes, devido ao longo tempo que levam para aquecer, e eles têm muitas peças que estragam com mais facilidade.

Fritadeiras-   Você só tem quer ter certeza de que a fritadeira está aquecendo bem.

Louças, vasos de adornos central, pratos, copos e tal podem ser adquiridos de segunda mão com confiança. O único problema que você irá enfrentar é encontrar peças que se encaixam com a decoração do seu restaurante.

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Conheça alguns mitos sobre a rentabilidade em Restaurantes

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A compra de quantidades maiores para obter descontos por volume economiza dinheiro? (Mito)

Não. Quando se compra insumos em grandes quantidades é preciso ter um controle extremamente rígido. A possibilidade de sobras, roubos, deterioração, porções maiores e o descuido em geral são mais frequentes em restaurantes com elevados estoques. Muitos restaurantes trabalham com compras inteligentes, comprando apenas o que precisam por um curto período, mesmo que o preço / unidade seja um pouco maior. Neste caso lucra-se mais ao se concentrar sobre o uso do produto.

 

No fechamento do caixa é melhor estar sobrando dinheiro que faltando? (Mito)

Nenhum dos dois pode ser considerados uma boa notícia. Dinheiro excedente é uma indicação frequente de vendas não registradas. Um pesadelo para os gerentes.

 

Manter os custos dos alimentos baixo significa margens de lucro maiores? (Mito)

Muitos dos restaurantes mais rentáveis ​​têm altos custos de alimentos, alguns em até 45%. A questão não é como os custos elevados ou baixos de alimentos são, mas sim quantos de lucro bruto seus itens de menu podem gerar. É por isso que os itens do menu devem ser promovidos com base em sua contribuição para o lucro bruto ao invés de ter um baixo custo de alimentos (em porcentagem).

 

Os latões de lixo na cozinha são as melhores opções para se desfazer das sobras e restos? (Mito)

Gestores experientes utilizam caixas claras para o descarte de comidas e restos da cozinha. Desta forma o gerente pode inspecionar no final de cada turno rapidamente se está havendo disperdício na cozinha e quais os tipos de comida estão retornando nos pratos dos clientes.

 

Fonte: GR Gestão de Restaurantes ( www.gestaoderestaurantes.com.br )

Autor: Alison Alves Figueiredo (Gastrônomo e Pós Graduado em Gestão de Qualidade em Gastronomia)

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Adulterações no setor alimentício

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imageLivro mostra como azeite e outros alimentos são falsificados

 

Domênico Ribatti, um italiano que fez fama nos anos 80 como um dos maiores comerciantes de azeite de oliva em seu país, foi condenado à prisão, em 1993, acusado de fraude. Ele recebia toneladas de óleo de avelã da Turquia, de navio, e vendia como azeite extravirgem na Itália.

Quem conta a história é o norte-americano Tom Mueller, que acaba de lançar "Extra Virginity", livro no qual desdobra sua investigação sobre a adulteração de azeite.

Especializado no óleo, o chef André Castro, do D`Olivino, está de acordo com a tese do autor, de que não há oliveiras suficientes para atender a demanda pelo azeite de oliva, e que isso ativa a falsificação do produto.

"Alguns até apresentam traços do óleo extraído do caroço da azeitona", diz.

Para Ingrid Schmidt-Hebel, coordenadora do curso de tecnologia em gastronomia do Senac, as adulterações no setor tendem a se intensificar. "As fraudes estão se sofisticando. Dificilmente o consumidor tem condições de identificá-las."

E a solução? "É preciso ter leis para a fabricação de alimentos e, na outra ponta, uma fiscalização rigorosa."

Búfala

A mozarela de búfala, queijo fresco feito com 100% de leite de búfala, também sofre adulteração. "A fraude vem da demanda crescente. Os produtores compram leite bovino [mais barato e abundante], fabricam o queijo e vendem por preços inferiores", diz Pietro Baruselli, professor de veterinária da USP e membro da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos.

Para não cair em armadilhas, busque um queijo branco e brilhante –a adição de leite bovino dá coloração amarelada, muitas vezes camuflada com branqueadores.

Sua massa deve ter aroma de leite fresco, sabor suave e levemente adocicado. Na textura, procure consistência macia, mas firme, para que não despedace –quando levam porcentagem de leite bovino, costumam esfarelar.

Nem os vinhos escapam. Há alguns anos foi descoberta uma rede internacional que falsificava vinhos italianos. Policiais apreenderam um grande lote de vinho de mesa italiano que seria vendido como Barolo, Brunello di Montalcino e Chianti.

Os vinhos de € 2 eram comprados engarrafados, mas sem rótulo, e levados para a Alemanha, onde recebiam etiquetas falsas. Lá, eram vendidos por € 100.

Em "Historie de la Qualité Alimentaire" (sem tradução no Brasil), Alessandro Stanziani se concentra nas fraudes de vinho, carne, leite e manteiga. Para ele, os consumidores devem ser informados para que tenham liberdade de escolher um produto.

"A responsabilidade do Estado é assegurar que a informação do fabricante ou do produtor está correta."

Fonte: Folha de S. Paulo – 29/02/2012

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Estoque – Um setor muito mais importante do que se pode imaginar

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image A visão de que o estoque de um restaurante é um local onde se armazena a matéria-prima para produção de alimentos já é obsoleta. Por muitas vezes boa parte do lucro de um restaurante pode estar se esvaindo pelo estoque sem que se tenha noção disto. Por isto é necessário que sejam tomadas medidas importantes para que o lucro não escorra entre os dedos através do estoque.

Acesso – Quem tem acesso ao seu estoque? Se a resposta for “qualquer funcionário” a luz vermelha já deve estar acesa. O estoque deve ser acessado pelo mínimo de pessoas possível. Caso seu estabelecimento seja pequeno e não possua um almoxarife, você deve selecionar uma ou duas pessoas no máximo para ficarem responsáveis pelo estoque.  Com muitas pessoas tendo acesso ao estoque o número de extravios de mercadoria, danificação e material e mal acondicionamento aumentam bastante, causando perdas irreparáveis.

Qualificação – É importante também que a pessoa responsável pelo estoque receba treinamento. Sabe avaliar bem as mercadorias, realizar o PEP’s (Primeiro que entra é o primeiro que sai), conferir as características sensoriais como cor, sabor, odor.

Controle – E finalmente outra ação importante dentro de um estoque para não dizer primordial é o controle. Tudo que entra e tudo que sai deve ser anotado. Frequentemente deve-se fazer uma checagem entre a venda e o estoque atual para avaliar se não está havendo extravios ou desperdícios. Caso seu estoque seja muito grande ou você sinta dificuldade em controlar todos os itens que o compõem, fixe seu controle  aos itens de maior valor como carnes, laticínios e bebidas.

Adotando estas medidas você terá seu estabelecimento nas mãos, com maior controle e consequentemente melhor margem de lucro.

Fonte: Gestão de Restaurantes

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Na gerência das compras!

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Technorati Marcas: ,

Rodrigo Ferreira

image São muitos personagens fazem parte do universo de um restaurante. Chefs de cozinha, cozinheiros, auxiliares, garçons, recepcionistas, gerentes, e por aí vai.
Um desses personagens que por muitas vezes passa despercebido é o gerente de compras, que tem grande importância no andamento do restaurante. Depende desse profissional, e de sua equipe, as negociações com os melhores fornecedores, as indicações de produtos de temporada, e claro, matéria prima de qualidade. Pois sem isso, não existe chef de cozinha que consiga fazer milagres e agradar o tão e cada vez mais exigente público consumidor.
Para entender realmente qual o trabalho feito por esse personagem fundamental, o Gastronomia & Negócios conversou com profissionais que atuam na área.
Seja grande ou pequeno, francês ou baiano, o restaurante necessita de alguém que cuide de todo o processo de compras, que começa logo na negociação com fornecedores e vai até o produto final, pois a qualidade depende muito da matéria prima adquirida pela equipe de compras.

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Para Sergio Soares, responsável pelas compras do restaurante Cantina di Salerno, há cinco anos, uma das principais características que o gerente deve ter é conhecimento e contatos na área.

“O bom profissional conhece muito bem os fornecedores, e também está sempre atento aos novos. Ele não pode se acomodar. E claro, precisa estar sempre atualizado com o que acontece no mercado”, diz Soares.
Já Humberto Leite, que está na área há 20 anos, e atua há quatro no Restaurante Café Journal, ressalta também a importância da relação entre todos: equipe de compras, cozinha, e direção do restaurante, e até o próprio consumidor.
“O setor de comprar precisa ficar atento em todos pontos do restaurante. Saber o que acontece na cozinha, saber se a qualidade dos produtos adquiridos são boas, e claro, saber se o cliente apreciou e aprovou o cardápio elaborado à partir dos produtos comercializados pelos fornecedores”, diz Leite.
Pró-atividade e poder de comunicação
Ter iniciativa é uma qualidade muito valorizada nos profissionais de hoje. Isso em todas as áreas do mercado de trabalho. Mas para quem atua, ou pretende atuar no setor de compras de um restaurante, essa qualidade é essencial.

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“O bom gerente de compras está sempre um passo a frente dos acontecimentos. Está sempre por dentro das notícias sobre economia, mercado de importação e exportação. E claro, mantém um excelente relacionamento com seus fornecedores. Pois muitas vezes, são eles que nos avisam sobre eventuais crises no mercado”, diz Leite.
E quando o assunto é comunicação, o gerente de compras precisa ficar mais que atento, como ressalta Soares. “Interagir com todos do restaurante é muito importante. Para que a equipe de compras possa atuar de maneira eficiente, é necessário saber de tudo o que acontece. Saber quais idéias da cozinha, saber opinião dos clientes, estar por dentro do que chef pretende elaborar para os próximos cardápios”.
“Negócio da China, só na China”
A conhecida expressão “negócio da China”, não tem vez no cotidiano dos profissionais de compras. O que muitas vezes pode parecer um negócio da China pode acabar em dor de cabeça. O importante é sempre zelar e primar pela qualidade aliada ao preço.
“Eu sempre repito uma frase: ‘negócio da China, é só na China”. Quem pensa que vai conseguir grandes variações de preços, está enganado. Principalmente se a empresa fornecedora for séria. Existe sempre um padrão. Se o profissional comprar por preços muito baixos, pode ter certeza que vem dor de cabeça na certa!”, explica Leite.
Festivais Gastronômicos by gerente de compras
A palavra festival tem forte ligação com a gastronomia. Quem nunca se deparou com algo como “Festival do Camarão”?.
Isso porque muitos restaurantes, a grande maioria com certeza, apostam nesses festivais para atrair os consumidores e também alcançar maiores lucros.
Mas o que para alguns pode ser novidade, é o papel fundamental dos gerentes de compra nesse evento. Ele é uma das peças fundamentais na construção desses festivais.
“Os festivais que são elaborados na maioria dos restaurantes, levam em conta alguns aspectos. Um deles é o da temporada do produto. E o gerente de compras precisa ficar atento, e sempre discutir com o chef as melhores formas de iniciar um festival. Claro que sempre num acordo das duas partes. Pois o chef sabe o que é melhor para o consumidor, e o gerente sabe o que está mais barato”, diz Soares.
Formação profissional
De acordo com Edson Carillo Junior, diretor do IMAM Consultoria, instituto que promove e realiza cursos em diferentes áreas empresarias, hoje não existe um curso especifico para formação de gerentes de compras em restaurantes. “Nós no IMAM, não temos um curso específico para gerentes de compras em restaurante. Em nosso processo de formação acabamos oferecendo uma alternativa mais genérica sobre as boas práticas em compras e depois o profissional deve aprender na prática”.
Ainda de acordo com Junior, os cursos com foco em gerentes de compras são procurados tanto por que entra no mercado, como pelos profissionais que estão na área e precisam adquirir mais conhecimentos.
“Nossos cursos costumam ter profissionais que estão iniciando na atividade e precisam rapidamente obter conhecimento a respeito da atividade que iráa desenvolver. É verdade que também temos profissionais que aprenderam “na marra” e agora buscam um embasamento conceitual”.
Para finalizar, Junior explica qual o peril desse profissional. “O comprador deve ser comunicador, negociador, ter uma visão do negócio (holística) e organizado. Ainda deve ter iniciativa, ser ético, valorizar a parceria com seus fornecedores (colaboração), conhecimento sobre o mercado que atua, conhecer matemática financeira e ainda sistemas de informação utilizados pela empresa”.

Fonte: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br

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Pesquisa sobre hábitos de compra de produtos perecíveis e não-perecíveis

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A Revista Cozinha Profissional realizou no mês de janeiro um pesquisa referente à Hábitos de compa de produtos perecíveis e não-perecíveis. A pesquisa foi realizada junto ao universo de seus assinantes que gira em torno de 10.000 restaurantes em todo o território brasileiro.

Seu principal propósito foi o de identificar e mensurar os seguintes itens:

Quais as principais fontes utilizadas pelos restaurantes para seu abastecimento de produtos perecíveis e não-perecíveis;
Com que freqüência as compras são feitas;
Qual o grau de dificuldade na operação;
Qual a aceitação ou a resistência a produtos perecíveis pré-processados.

Abaixo você vê os resultados, mas se preferir poderá ver no site da Cozinha Profissional os dados abaixo em Gráficos.

Normalmente onde você se abastece de alimentos perecíveis?
Sou atendido diretamente por distribuidores – 71,6%
Em redes atacadistas – 51,4%
Em supermercados e hipermercados – 39,4%
Em mercados municipais – 31,2%
Sou atendido diretamente por produtores – 28,4%
Em feiras livres – 16,5%
Em entrepostos comerciais – 11,0%
Outras maneiras – 7,3%

Com que frequencia você abastece seu restaurante com alimentos perecíveis?
Diariamente – 43,1%
Uma vez a cada dois dias – 26,6%
Uma vez por semana – 13,8%
Uma vez a cada três dias – 13,8%
Outra frequencia – 3,7%

Em sua opinião, qual o grau de dificuldade na compra de alimentos perecíveis?
Médio – 67,3%
Baixo – 20,0%
Alto – 13,6%

Indique, por favor, os motivos da sua escolha no ítem anterior:
Uma grande dificuldade de encontrar no mesmo local alimentos de boa qualidade com bom preço – 56,2%
Não existe um único fornecedor dos produtos que meu restaurante normalmente consome – 55,2%
Falta um centro de distribuição para atender o restaurante nas neces- sidades de alimentos perecíveis, com qualidade e preços justos – 41,0%
As condições comerciais estabelecidas pelos fornecedores não são, na marioria das vezes as melhores – 33,3%
Sou obrigado a me ausentar frequentemente para ir às compras de alimentos perecíveis – 26,7%
Não tenho a quem delegar a rotina de compras de alimentos perecíveis – 25,7%
Outros motivos – 17,1%

Você se utiliza de alimentos perecíveis pré-processados?
Sim – 47,7%
Não – 53,2%

Caso negativo porque?
Os alimentos perecíveis pré processados não tem o mesmo sabor e aspectos dos alimentos in-natura – 49,2%
Os preços dos alimentos perecíveis pré processados são incompatíveis com os dos produtos in-natura – 44,3%
Na minha região não há nenhum fornecedor de alimentos perecíveis pré processados – 18,0%
Não conheço nenhuma empresa que forneça alimentos perecíveis pre processados – 18%
Outros motivos – 16,4%

Normalmente, onde você se abastece de alimentos não-perecíveis?
Em redes atacadistas – 72,8%
Atendido diretamente por distribuidores – 70,9%
Em supermercados ou hipermercados – 43,7%
Em entrepostos comerciais – 13,6%
Faço meus pedidos pela internet – 8,7%
Outra maneira – 3,9%

Com que freqüência você abastece seu restaurante com alimentos não-perecíveis?
Uma vez por semana – 54,5%
Uma vez a cada três dias – 13,9%
Uma vez a cada dois dias – 10,9%
Uma vez por mês- 4,0%
Uma vez a cada quinze dias – 7,9%
Outra frequencia – 8,9%%

Em sua opinião, qual o grau de dificuldade na compra de alimentos não-perecíveis?
Médio – 61,4%
Baixo – 34,7%
Alto – 4,0%

Indique, por favor, os motivos de sua escolha anterior:
Há uma grande dificuldade de encontrar no mesmo local alimentos de boa qualidade com bom preço – 57,9%
Não existe um único fornecedor dos produtos que meu restaurante normalmente consome – 52,6%
Falta um centro de distribuição para atender o restaurante nas neces- sidades de alimentos não-perecíveis, com qualidade e preços justos – 29,5%
As condições comerciais estabelecidas pelos fornecedores não são, na marioria das vezes as melhores – 28,4%
Sou obrigado a me ausentar frequentemente para ir às compras de alimentos não-perecíveis – 17,9%
Não tenho a quem delegar a rotina de compras de alimentos não-perecíveis – 13,7%
Outros motivos – 9,5%

Fonte: http://www.cozinhaprofissional.com.br

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Comprar no período certo é garantia de economia

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Technorati Marcas: ,

Todos os donos de restaurante sabem que comprar um produto no período de safra correto é garantia de economia. Mesmo assim é difícil guardar a safra de todos os produtos na cabeça né. Segue então uma tabela muito bem elaborada que coletei do blog “Rainhas do Lar” que por sinal é um blog bem interessante e vale uma visitinha.

tabela

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