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Comece o Ano de 2014 com um controle eficiente do seu Restaurante

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12112013z12Análise e Controle Financeiro para Restaurantes e Bares

Análise e Controle Financeiro para Restaurantes é uma ferramenta essencial para pequenas e médias empresas que desejam manter um controle eficiente do seu negócio. Com ferramentas de fácil utilização e uma metodologia de ensino bastante prática abordada em seu manual, este produto torna-se indispensável para quem deseja ter o controle financeiro do seu empreendimento. Clique aqui para adquirir.

Formato: CD/DVD

Ferramentas que compôem este produto:

– Análise de Fluxo de Caixa

– Custo Operacional

– C.M.V- Custo de mercadoria Vendida

– Análise Anual

– Projeção de Receita

– Projeção de despesas

– Gráficos comparativos

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Como fornecer refeições Marmitex

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O manual contém 66 páginas e é fornecido em CD que acompanha planilha de fluxo de caixa e dois modelos de cozinhas semi-industriais.

Iniciar um novo empreendimento como fornecedor de marmitex pode ser uma boa alternativa para quem deseja ingressar no ramo de alimentação, mas não possui conhecimento na área ou capital suficiente para montar um pequeno restaurante. Este novo empreendimento pode se tornar a porta de entrada para o início de um grande negócio.

Este manual aborda todas as questões relacionadas ao fornecimento de marmitex. Saiba com formalizar seu novo empreendimento, aprenda a conhecer o mercado e como estruturar seu negócio para crescer e se tornar um empreendedor de sucesso.

Com uma abordagem bastante objetiva, o manual auxilia na formação de preço do marmitex, na administração básica do negócio com uma planilha de apoio para auxiliá-lo no lançamento de receitas, despesas e no fluxo de caixa. Traz também 30 sugestões de cardápios para colaborar na criação do próprio cardápio do estabelecimento.

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Além disto, apresenta os tipos de embalagens de marmitex existentes no mercado, bem como utensílios e equipamentos necessários para da início ao seu novo negócio. A cozinha de uma pequena empresa de fornecimento de marmitex não demanda muito investimento, mas deve ser organizada de modo a facilitar na produtividade diária.

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Este manual contém dois modelos de pequenas cozinhas semi-industriais montadas exclusivamente para o fornecimento de marmitex dentro das normas de segurança e focadas numa produtividade eficiente.

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A divulgação do negócio, principalmente na fase inicial é fundamental. Conheça as técnicas de marketing mais utilizadas pelas empresas de fornecimento de marmitex , escolha a que melhor atende ao seu orçamento e esteja preparado para vender.

Aprenda os conceitos básicos de segurança alimentar para produzir refeições com qualidade e livre de contaminações, além de dicas essenciais para quem pretende se dar bem com seu novo empreendimento.

Para adquirir o manual basta clicar aqui.

Como controlar as perdas do restaurante – Parte 2

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Se você ainda não leu nossa primeira matéria sobre controle de perdas em restaurantes, acesse aqui. Nesta segunda parte da matéria vamos citar processos e situações onde há perdas relacionadas aos alimentos e como controlá-las.

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O desperdício de alimentos

Dica 1
Faça um controle diário do estoque. Avalie todos os recebimentos dos fornecedores. Verifique a quantidade recebida, a integridade das embalagens, a temperatura, o prazo de validade e os preços negociados no momento do pedido.

Dica 2
Gire seu estoque. Itens com data de vencimentos mais próximos devem ser utilizados primeiro. Se houver ítens próximo do vencimento faça um traabalho de vendas ou até mesmo uma pequena promoção para baixar o estoque e evitar perdas maiores.

Dica 3
A equipe de cozinha deve estar orientada a preparar porções com peso ou tamanho apropriado. As porções não devem ser para mais, nem para menos. Para isto faça o porcionamento de todos os pratos com antecedência, evitando que no momento de grandes movimentos na cozinha, meça-se as porções pelos olhos.

Dica 4
Um bom processo para manipulação de alimentos é fundamental. Sua equipe deve estar treinada e preparada para manter todos os alimentos e pratos na temperatura ideal de armazenamento e cocção.

Dica 5
Faça um relatório de controle de perdas. Anote quando as perdas ocorreram, qual o setor e o motivo da perda. Você pode se assustar com o total de perdas em apenas um mês. Com o relatório em mãos é possível reunir os colaboradores e mostrar as perdas ocorridas, os motivos e apresentar soluções para evitá-las.

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Cinco dicas para organizar melhor seu fluxo de caixa

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O controle rigoroso de entradas e saídas é fundamental para a empresa ganhar fôlego

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Desde 1992, a empresária Teresinha de Paula, dona do bufê Teras, de São Paulo, atualiza diariamente seu fluxo de caixa com projeções para os 90 dias seguintes. “Se acompanho de perto as receitas e despesas, calculo melhor os custos e o volume das compras para não acabar no banco, atrás de crédito para capital de giro”, diz. Segundo ela, o controle minucioso das entradas e saídas foi essencial para que sua empresa ganhasse fôlego para trocar a cozinha de casa por uma sede independente. “É preciso um fluxo de caixa estruturado para crescer”, diz ela. E é mesmo. Afinal, o acompanhamento das contas a pagar e a receber é fundamental não só para calcular o capital de giro como também para definir, da melhor forma possível, as datas adequadas para pagamentos, recebimentos, retirada de lucros e pró-labore e realização de promoções para desova de estoques.

Você pode montar o fluxo de caixa com planilhas de Excel, softwares de gestão financeira ou até manualmente. Seja qual for a forma escolhida, é importante ficar atento a alguns procedimentos. Confira:

1 – Projete seu fluxo de caixa para um período mínimo de três meses. Para cada dia você registra o saldo inicial (valor em caixa registrado na data), entradas, saídas, saldo operacional (valor das entradas menos as saídas na respectiva data) e saldo final (soma do saldo inicial e do operacional).

2 – Registre separadamente as entradas e saídas previstas e efetivas, discriminando a origem das receitas e o destino das despesas. Nas entradas de caixa, faça a distinção das diversas formas de recebimento, como dinheiro, cheque pré-datado, duplicatas e cartão de crédito. Nas saídas, leve em conta itens como impostos, pagamentos a fornecedores, pró-labore, salários, comissões a vendedores, encargos sobre a folha de pagamento, contas de água, luz e telefone, gastos com propaganda e marketing, despesas bancárias, aluguel, honorários do contador, pagamento de outros serviços, despesas com veículos, material de escritório, equipamento e financiamentos. Isso permite controlar cada centavo gasto, assim como tudo o que entra no caixa.

3 – Na sua previsão de três meses, de nada adianta se munir de um fluxo de caixa se você não alimentá-lo com números realistas. “Um dos erros mais comuns é a estimativa exagerada das vendas”, diz o consultor financeiro Ari Rosollem, do Sebrae São Paulo. Para não cair na armadilha, é importante analisar com cuidado a carteira de clientes, o histórico do caixa da empresa, fatores sazonais e dados do mercado.

4 – Dê bastante atenção aos extratos bancários para não contabilizar como dinheiro em conta cheques devolvidos ou pagamentos não realizados. A medida tem outra vantagem: só com acompanhamento detalhado das contas a receber é possível agilizar a cobrança dos clientes em atraso para minimizar a necessidade de capital de giro.

5 – Embora algumas empresas calculem o fluxo de caixa em períodos semanais, especialistas recomendam a apuração diária. “O período semanal pode esconder saldos negativos em determinados dias no decorrer da semana”, diz o consultor Rosollem.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

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Prós e Contra de comprar Equipamentos usados para Restaurante

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Uma das maiores despesas na abertura de um novo restaurante está na compra de equipamentos. Um empréstimo de R$ 100.000 pode parecer um monte de dinheiro quando você está se preparando para abrir um restaurante, mas muito rapidamente ele pode se esgotar. Fornos, fogões, churrasqueiras e refrigeradores todos representam milhares de reais gastos. Além disso, muito parecidos como um carro novo, esses itens depreciam no momento em que deixam a loja. Quando você começar a fazer compras de equipamentos para restaurante, você vai logo descobrir como equipamentos novos são caros. Escolhendo equipamentos de segunda mão, usados, com cuidado você pode economizar muito dinheiro. Veja os prós e os contras em adquirir estes equipamentos usados.

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Prós de se comprar Equipamento para Restaurante Usados

• A Compra de equipamentos usados ​​irá lhe poupar uma preciosa quantia em  dinheiro, que você poderá investir em outros ítens como, na sua primeira compra de alimentos, folha de pagamento, reformas.

• Devido ao grande fracasso de novos restaurantes  muitas peças de segunda mão têm sido usadas apenas por um ano ou dois. Examine os aparelhos, procurando sinais indicadores de desgaste como a ferrugem, peças em falta, ect. Se você é tiver sorte, você poderá obter equipamentos ainda em garantia

• Pechinchar. Comércio de equipamentos para restaurante usados ​​são frequentemente abertas a negociações de preços. Se você é bom em pechincar, então não tenha medo de contrariar a oferta e pedir um bom desconto.

• Brindes. Se você for comprar vários equipamentos usados do mesmo fornecedor, peça um brinde, como uma bancada, um mixer ou extrator de sucos.

Contras de comprar equipamento para restaurante usado

• Garantias, ou falta dela. Equipamentos de restaurante usados ​​normalmente são vendidos “como estão”. Ou seja, se você ligá-lo após uma semana e ele não funcionar, o conserto é por sua conta. Este é o risco que você corre quando se compra usado. A boa notícia é que muitas peças de equipamentos de restaurante de fácil substituição.

• Gastar mais dinheiro. Se você comprar equipamentos usados ​​que estragam com facilidade, então você pode acabar gastando mais dinheiro do que se você tivesse comprado novo. Alguns itens são mais adequados para comprar usados, já outros é melhor adquirir novos mesmo.

Os seguintes itens são bons candidatos para a compra de usados​​:

Fogões a gás e fornos – fogões a gás têm uma vida útil muito longa. Se estiver faltando alguns botões não se preocupe, eles são facilmente substituídos. Modelos elétricos não são adequados para restaurantes, devido ao longo tempo que levam para aquecer, e eles têm muitas peças que estragam com mais facilidade.

Fritadeiras-   Você só tem quer ter certeza de que a fritadeira está aquecendo bem.

Louças, vasos de adornos central, pratos, copos e tal podem ser adquiridos de segunda mão com confiança. O único problema que você irá enfrentar é encontrar peças que se encaixam com a decoração do seu restaurante.

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Conheça alguns mitos sobre a rentabilidade em Restaurantes

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A compra de quantidades maiores para obter descontos por volume economiza dinheiro? (Mito)

Não. Quando se compra insumos em grandes quantidades é preciso ter um controle extremamente rígido. A possibilidade de sobras, roubos, deterioração, porções maiores e o descuido em geral são mais frequentes em restaurantes com elevados estoques. Muitos restaurantes trabalham com compras inteligentes, comprando apenas o que precisam por um curto período, mesmo que o preço / unidade seja um pouco maior. Neste caso lucra-se mais ao se concentrar sobre o uso do produto.

 

No fechamento do caixa é melhor estar sobrando dinheiro que faltando? (Mito)

Nenhum dos dois pode ser considerados uma boa notícia. Dinheiro excedente é uma indicação frequente de vendas não registradas. Um pesadelo para os gerentes.

 

Manter os custos dos alimentos baixo significa margens de lucro maiores? (Mito)

Muitos dos restaurantes mais rentáveis ​​têm altos custos de alimentos, alguns em até 45%. A questão não é como os custos elevados ou baixos de alimentos são, mas sim quantos de lucro bruto seus itens de menu podem gerar. É por isso que os itens do menu devem ser promovidos com base em sua contribuição para o lucro bruto ao invés de ter um baixo custo de alimentos (em porcentagem).

 

Os latões de lixo na cozinha são as melhores opções para se desfazer das sobras e restos? (Mito)

Gestores experientes utilizam caixas claras para o descarte de comidas e restos da cozinha. Desta forma o gerente pode inspecionar no final de cada turno rapidamente se está havendo disperdício na cozinha e quais os tipos de comida estão retornando nos pratos dos clientes.

 

Fonte: GR Gestão de Restaurantes ( www.gestaoderestaurantes.com.br )

Autor: Alison Alves Figueiredo (Gastrônomo e Pós Graduado em Gestão de Qualidade em Gastronomia)

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