Dicas

Aprenda em 7 passos como montar um delivery de sucesso

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A entrega a domicílio pode ser uma boa estratégia para aumentar as vendas das empresas já estabelecidas ou uma oportunidade de negócio para quem está querendo investir no segmento de alimentação fora do lar. Segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), o mercado de alimentação delivery fechou 2015 com faturamento de R$ 9 bilhões.

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“O sistema delivery vem ganhando espaço por ser uma opção para conquistar quem busca comodidade e praticidade, atendendo à expectativa dos consumidores de se alimentarem com qualidade, segurança e conforto, no local mais conveniente no momento”, afirma Janaina Moreira Costa, analista do Sebrae-SP. Mas para ter um delivery de sucesso, o empreendedor deve se preparar, tendo sempre como objetivo a melhor experiência de compra, com produtos de qualidade, entrega rápida e excelência no atendimento. Leia as dicas da especialista.

1. Planeje antes de iniciar o negócio, o empreendedor precisa analisar o mercado potencial para identificar oportunidades. É preciso também fazer uma análise do público consumidor, a área de abrangência da entrega e a forma de atuação, ou seja, se os pedidos serão recebidos por telefone, aplicativos ou internet. Analise também quais produtos farão parte do cardápio de entrega, investimentos necessários, previsão de vendas e formas de divulgação, além de seu processo produtivo, entre outros.

2. Garanta a segurança dos alimentos, da produção à entrega. O ramo de alimentação exige muitos cuidados com higiene e qualidade. O empreendedor deve sempre garantir um alimento seguro, além de ter atenção ao acondicionamento, a apresentação e ao transporte, para que o produto mantenha suas características e sabor.

3. Insista em um bom atendimento. Processo crítico no delivery tem de ser bom e rápido. Deve-se informar o cardápio, preços, condições de pagamento, prazo de entrega etc. O cadastro de clientes é fundamental. No primeiro contato, deve-se registrar dados como nome, endereço e telefone. Assim, será possível identificá-lo rapidamente na próxima compra.

4. Acompanhe constantemente o processo produtivo. O empreendedor deve buscar qualidade e economia, além de eÖciência na produção para prevenir perdas, desperdícios e garantir a entrega rápida.

5. Entregue de maneira ágil, eficiente e higiênico, para que o alimento chegue com suas características preservadas. Essa etapa está diretamente ligada à satisfação do cliente e o empreendedor pode optar por terceirizar ou contratar equipe própria de entrega. Para isso, deve-se analisar custos, legislações e identificar o modelo que melhor atende a sua necessidade.

6. Um dos grandes desafios é se destacar no mercado com tantas ofertas de varejo delivery. Para isso, é preciso comunicação efetiva com o público-alvo, o que inclui desde ações de divulgação tracionais, redes sociais, até aplicativos específicos para o segmento.

7. Use mídias sociais como Facebook e Instagram. O sistema delivery ganha espaço por ser uma opção para quem busca comodidade e praticidade. Os consumidores querem se alimentarem com qualidade, segurança e conforto, no local mais conveniente no momento. Para conseguir sucesso no concorrido segmento, é preciso antes encarar desafios

Fonte: http://fispalfoodservice.com.br/blog/aprenda-em-7-passos-como-montar-um-delivery-de-sucesso/

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Desperdiçamos quase tanto quanto produzimos’, diz chef do melhor restaurante do mundo

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Começou a funcionar na última terça-feira (9), o Refettorio Gastromotiva, na Lapa, no Rio, uma parceria do chef italiano Massimo Bottura e de David Hertz, fundador da organização que dá nome ao restaurante, que promove inclusão social por meio da gastronomia. Bottura está à frente da Osteria Francescana, em Módena, eleito o melhor restaurante do mundo pelo 50 Best.

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Decorado voluntariamente por artistas como Vik Muniz e os irmãos Campana, o local oferece 108 refeições por dia para moradores de rua, por meio de ONGs, durante a Rio-2016.

Inspirado nos moldes do Refettorio Ambrosiano, projeto que Bottura lançou na Expo Milão, no ano passado, no Rio os ingredientes usados na base dos cardápios são doados por supermercados e por uma grande distribuidora de frutas, verduras e legumes. Os pratos são feitos também voluntariamente, por chefs convidados, como o francês Alain Ducasse, Joan Roca (El Celler de Can Roca, Espanha) e Virgilio Martinéz (Central, Peru).

São paulo – Qual o papel do chef para criar uma cultura de diminuição de desperdício?
Massimo Bottura – Chefs hoje são influenciadores e, por isso, têm a responsabilidade de ajudar suas comunidades a crescer e se tornarem mais sustentáveis. Uma parte desse crescimento é a luta contra o desperdício e a fome. O Refettorio Ambrosiano atacou esse problema durante a Expo Milão [em 2015] e continua a alimentar centenas de pessoas sem teto. Também é um centro educativo para reunir a comunidade local.
Nós esperamos que o Refettorio Gastromotiva seja isso e mais. Alimentar, ensinar, aprender e compartilhar com a comunidade para criar melhor nutrição, mas também inclusão e bem-estar para aqueles que se sentem marginalizados.
Sempre incluímos em nossos projetos a colaboração de artistas, designers e arquitetos. A arte traz beleza, vida e cultura para a mesa. Cultivar isso é criar espaços convidativos e gerar bem-estar.
Este é um projeto cultural, não de caridade. E a cultura é realmente a parte mais importante e influente no futuro da comida. Sem cultura nós não sabemos quem somos, a nós perdemos nosso senso de identidade. Com cultura nós ganhamos conhecimento e consciência. E daí é apenas um passo até nos tornarmos socialmente responsáveis –para você, para sua família, sua empresa e sua comunidade. Afinal, nós estamos todos juntos nessa.

Qual é o potencial das sobras de comida em um restaurante?
O que nós estamos falando, na verdade, não é reusar, mas trabalhar com ingredientes que são frequentemente jogados fora, queimados ou descartados. Você não imagina quanta boa comida é jogada fora porque é feia ou porque passou do prazo de validade –um recipiente de ricota, por exemplo–, mas que está em perfeitas condições de preparo. Tantas vezes esses produtos são retirados das prateleiras e jogados fora quando eles poderiam ser doados a instituições de caridade. Frutas e vegetais feios podem ser tão deliciosos quanto os bonitos, e às vezes até mais –como é o caso da banana marrom (passada) que, quando usada apropriadamente, num sorvete ou num pão de banana, é ainda mais deliciosa.
É preciso tempo e imaginação, e isso é exatamente do que se trata esse projeto –não só alimentar as pessoas, mas mudar a percepção sobre comida.
Nós desperdiçamos quase tanta comida quanto produzimos. Se nós reduzirmos o desperdício, nós alimentamos mais gente. É matemática simples.

Close-up of a woman sweeping the leftovers from a meal into a garbage bin. The background is pure white.

Como gerar menos lixo e como gerenciar, de uma forma possível na vida real, o lixo gerado?
Toda cozinha tem sua própria maneira de trabalhar. A cozinha italiana é onde, tradicionalmente, pouquíssimas coisas são desperdiçadas. Isso se dá porque havia muita fome e pobreza antes das guerras. Toda parte de um animal é usada, todo parte de um vegetal e até ingredientes deixados para trás são usados. Nós praticamos isso na Osteria Francescana e tentamos ensinar chefs jovens a ter consciência do problema.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

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Problemas na gerência? Saiba como contorná-los

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Conheça métodos para contornar tanto problemas na gerência quanto na rotina do restaurante

Gerenciar um restaurante não é tarefa fácil. É preciso ter organização, controle, responsabilidade e muito jogo de cintura. Não é à toa que o gerente é uma das peças mais importantes desses estabelecimentos, como já mostramos em outro artigo. (link para artigo Três qualidades essenciais que um gerente de restaurante precisa ter) Mas isso não significa que ele está sozinho no trabalho de gerenciar a casa.

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Mesmo com todo o cuidado e dedicação, alguns problemas ainda podem acontecer. Na verdade, é certo que até o melhor dos gerentes vai cometer um deslize em algum momento, e o mesmo serve para a equipe ou até o proprietário do negócio.

1 – Crie um planejamento e siga-o

Com ajuda dos membros mais proativos e experientes da equipe, defina as necessidades da casa e como as tarefas podem ser divididas durante a semana.
A partir de então, os funcionários precisam seguir esse planejamento, sendo que o gerente é o responsável por garantir que eles o cumpram.

2 – Se tiver problemas, fale

Esconder o jogo não vai fazer nenhum problema ser solucionado. É mais provável que o oposto aconteça.
No caso do gerente, fale diretamente com o funcionário responsável pelo desentendimento em questão. No caso de problemas relativos à qualidade dos produtos, fornecedores ou fatores que dizem respeito ao restaurante, dirija-se ao proprietário – de preferência com alguma sugestão para contornar o imprevisto.
No caso do proprietário, vá direto ao ponto tanto com o funcionário problemático quanto com o gerente. Se o problema é grande e tem impacto sobre todos os empregados, reúna a equipe e seja honesto. Como o interesse de todos é ver o restaurante prosperar, devem tomar providências (dentro das suas áreas de atuação) para fazê-lo voltar aos trilhos.
Já no caso do funcionário, a atitude mais correta é reportar o problema ao gerente. Ele é o encarregado de coordenar as ações da equipe, inclusive quando as coisas não saem como o planejado.

3 – Afaste os encrenqueiros

Um funcionário que não consegue se dar bem com nenhum outro e é fonte constante de problemas é tudo de que um restaurante não precisa. Um chef arrogante ou um gerente desagradável, idem.
A maneira mais prática de lidar com problemas na gerência de um restaurante é evitar que eles sejam criados. E nada melhor para fazer isso do que afastar energias improdutivas.

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Decisões que impliquem a equipe devem ser discutidas com a equipe

Ex. 1: Foi decidido que, de agora em diante, o restaurante não venderá mais seu hambúrguer de frango.
Ex. 2: O proprietário está em dúvida quanto ao prato do dia de quinta-feira.
Ex. 3: O gerente está pensando em rearranjar as tarefas da equipe.


Apesar de apresentarem situações diferentes, os três exemplos se parecem em um aspecto – dizem respeito à equipe do restaurante.
Seja para consultar a opinião dos funcionários ou para repassar decisões que já foram tomadas, é preciso reunir a equipe inteira e expor os problemas, dúvidas ou novas regras. Isso poupará tempo e evitará confusões futuras.

4 – Resolva a situação de uma vez

Se aconteceu algum problema ou mal-entendido entre os funcionários, não espere a situação fugir do controle. Sentem-se para conversar, promova um encontro entre as partes envolvidas.
Não deixe que uma discussão se transforme em algo mais sério, que pode comprometer o trabalho da equipe.

5 – Assuntos não relacionados ao trabalho ficam fora do restaurante

A partir do momento em que se entra no local de trabalho (no caso, o restaurante), é preciso se portar como um profissional. Indiretas, sabotagens e fofocas não podem ocupar o espaço que seria destinado à realização das tarefas diárias da casa.
Os funcionários precisam ter essa premissa em mente – e, caso afetações pessoais entrem em cena, lembre-os disso.

6 – União, acima de tudo

Proprietários, gerentes e membros da equipe devem ser parceiros. É preciso saber amparar uns aos outros e trabalhar em conjunto para alcançar o bom gerenciamento do restaurante.

Essas são algumas estratégias para resolver problemas na gerência e na rotina de um restaurante. Você já passou por alguma situação complicada com o seu estabelecimento? Se sim, como conseguiu contorná-la? Compartilhe sua experiência conosco, vamos tornar a gerência de restaurantes mais colaborativa!

Fonte: http://www.inffel.com/

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Como registrar uma marca de restaurante?

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A Associção Brasileira de Bares e Restaurantes, a ABRASEL, publicou recentemente um artigo muito interessante sobre como registrar uma marca de restaurante e garantir identidade e exclusividade no que diz respeito aos ícones ligados ao seu estabelecimento.
É importante compreender como registrar uma marca de restaurante, pois o valor do negócio também está na marca. Não ignorando a importância do atendimento prestado, o ponto comercial onde está localizado e a qualidade dos produtos ofertados aos clientes. A principal função da marca é servir como identidade de confiança e relacionamento do público com o estabelecimento.


Segundo Vinícius Oliveira, advogado da Totall Marcas & Patentes, escritório especializado em Propriedade Intelectual, há um problema cultural no Brasil de não registrar a marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) ainda no planejamento da empresa. Na pressa de serem ultrapassados pela concorrência, muitos empreendimentos começam a operar sem um registro de marca, que proteja o nome e a logomarca da empresa.


Fala-se pouco sobre como registrar uma marca de restaurante. O resultado desse descuido pode ser a obrigatoriedade da mudança da marca, sob ação judicial, que pode ter como consequência a desconfiança e o afastamento da clientela. Em um mercado onde as marcas de sucesso são costumeiramente copiadas, a necessidade do registro engloba, além da contribuição para o valor agregado da empresa, a questão protetiva.
O pedido de registro de marca garante ao seu titular ou depositante o direito de uso exclusivo no território nacional pelo período de dez anos, a partir da data da concessão. O registro pode ser prorrogado por sucessivos períodos de dez anos.

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Passo a passo

O advogado explica a necessidade da viabilidade de marcas, que na prática, significa consultar se uma marca já possui ou não registro feito por terceiros. Oliveira cita como exemplo um de seus clientes que estava iniciando as operações em uma casa de shows em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte. Após consulta, constatou que já havia uma boate no Rio Grande do Sul com o mesmo nome. A marca da casa de shows mineira foi trocada. Dois meses depois, morreram 242 pessoas na Boate Kiss, em Santa Maria, marca originalmente escolhida pelo empresário mineiro que, se continuasse com o nome, teria dificuldade em desassociar o seu empreendimento da repercussão negativa do que houve na boate gaúcha.

Existindo a viabilidade de cadastro da marca escolhida, o segundo passo é pagar a taxa federal do INPI e os honorários profissionais– que geralmente giram em torno de três salários mínimos por processo. Com o pedido iniciado e após o exame formal, que tramita aproximadamente em 90 dias, a marca é publicada na Revista da Propriedade Industrial do INPI. A partir disso, abre-se um prazo de 60 dias para que terceiros que se sintam lesados com a concessão da marca apresentem uma oposição administrativa.

São analisadas todas as possibilidades de proibição, que vão desde a simples repetição de marcas, nomes foneticamente semelhantes e até tentativas de mau uso ou oportunismo – “tomar carona” no sucesso de outra marca, por exemplo.

Em caso de existência de nomes e logos semelhantes entre dois ou mais restaurantes – o que pode induzir o cliente à confusão – é necessário que a empresa consulte um escritório especializado em propriedade industrial (marcas e patentes). Nestes casos, a marca ficará, sob direito, com estabelecimento que detém o registro no INPI. A empresa pode enviar, em caráter amigável, uma notificação extrajudicial estipulando um prazo para que aquele que faz uso indevido da marca, deixe-o de fazer, sob pena de serem tomadas medidas judiciais cabíveis.

Fonte: http://www.inffel.com/

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60 Modelos de Balcões para Bares e Restaurantes

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Catálogo gratuito com 60 modelos de balcões para bares e restaurantes. Para fazer o download gratuito do catálogo acesse nossa área de Downloads clicando aqui.

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Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Atendimento às reclamações do cliente no restaurante

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   21062016 No restaurante, o cliente assume um comportamento bastante diferente daquele que assumiria numa loja de roupas ou de calçados, embora seu objetivo, em ambos os casos, seja o mesmo: adquirir algum produto. Ao comprar um par de sapatos ou uma camisa, o cliente pode experimentar, ver e escolher entre dezenas de exemplares, além de poder trocá-los posteriormente. No restaurante, porém, precisa limitar-se aos pratos ou os aperitivos que o cardápio oferece.

     É um dos poucos casos, senão o único, em que o comprador adquire uma mercadoria sem ter opção de experimentá-la antes, sem garantia e com restritas possibilidades de troca ou devolução.

    Um cliente mal servido num restaurante será com certeza um a menos no rol da clientela, constituindo um foco e propaganda negativa.

As reclamações mais comuns no dia a dia de um restaurante se referem, em geral, a:

  • Comida e bebida que não corresponde:
    • Ao que foi pedido;
    • Ao padrão do restaurante;
    • À expectativa do cliente;
    • Ao preço cobrado;
    • À propaganda;
    • À temperatura ideal.
  • Pratos em falta no cardápio;
  • Pratos demorados;
  • Serviço lento e demorado;
  • Vinho estragado;
  • Falta de higiene;
  • Reserva de mesa por telefone;
  • Demora para trazer a nota;
  • Erro na nota;
  • Preço cobrado a mais.

Para evitar insatisfações e reclamações dos clientes nos restaurantes, é preciso que a empresa crie uma política alicerçada em três princípios básicos:

  • Considerar o cliente como a pessoa mais importante nos negócios;
  • Desenvolver todos os esforços para satisfazer às necessidades do cliente;
  • Implementar sistemas de aperfeiçoamento e promoção de empregados.

Eis a seguir os principais mandamentos para prevenir reclamações de cliente:

  • Não fazer propaganda falsa, quer do ambiente do restaurante, quer das mercadorias à venda; exemplos: do ar condicionado, quando este não funciona, do bar com música ao vivo, quando o pianista não veio, da qualidade do filé da casa, quando este é igual ao dos outros, da qualidade do vinho da casa, quando este não é bem estocado, da perna de cabrito ao molho e champanhe francês, quando tal prato é feito com champanhe nacional, nem sempre de primeira.
  • Oferecer sempre produtos em excelente estado de conservação;
  • Definir padrões de serviço (receita-padrão, ficha e produção padrão e padrão e apresentação odo alimento ou da bebida);
  • Supervisionar constantemente os setores de produção (cozinha, copa e bares) e os setores de venda (restaurantes e bares);
  • Supervisionar constantemente a higiene, em especial nas cozinhas;
  • Fazer reuniões semanais com todo o pessoal para conscientização de que, se a empresa tiver sucesso, os funcionários também terão. Se houver problemas, discuti-los e buscar soluções;
  • Desenvolver programas de aperfeiçoamento profissional para os empregados;
  • Manter em relação a estes uma política de promoção e ascensão profissional;
  • Desenvolver programas de incentivo profissional, com premiação aos melhores;
  • Manter bom relacionamento entre patrões e empregados, entre chefes e subordinados;
  • Ter iniciativa e criatividade, inovando tanto no ambiente do restaurante como na promoção de alimentos, bebidas e serviço.

Se apesar de todas as medidas anteriores, o cliente fizer reclamações, convém orientar-se pelas seguintes coordenadas:

  • Adotar uma atitude receptiva, aceitando a reclamação sobre o produto e mostrando compreensão;
  • Manter-se sempre calmo, não interrompendo o cliente e deixando-o terminar sua reclamação;
  • Começar a responder de forma clara e precisa, reconhecendo os fatos desagradáveis, agradecer as observações e considerar justificada a atitude do cliente, se for o caso;
  • Reconhecer os erros, não procurando justificativas nem culpando o fornecedor ou os outros serviços da casa;
  • Uma vez confirmado o defeito do produto, trocá-lo rapidamente e desculpar-se com o cliente;
  • Procurar alguma forma de minimizar a insatisfação dos clientes.

Fonte: http://www.gastronomianews.com/gastronomia/atendimento-as-reclamacoes-do-cliente-no-restaurante/

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Lavadoras de louças para restaurantes são um investimento, não despesas.

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Muitos restaurantes se sentem relutantes na aquisição de máquinas de lavar louças; em sua grande maioria os dois principais motivos são o valor do investimento e o consumo energético. Esta insegurança não se justifica, as lavadoras de louça atuais proporcionam uma grande economia para restaurantes e bares. Veja como seu restaurante pode economizar utilizando uma lava-louças:

 – Não é necessário realizar a pré-lavagem das louças antes de colocar na lava louças.

– Não se atente ao custo da lava-louças, mas sim à economia que ela proporcionará ao seu restaurante. Com uma lava-louças seu estabelecimento é capaz de economizar uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente à esta tarefa, considerando-se a economia com a folha de pagamento, encargos trabalhista e a diminuição da rotatividade de mão de obra o investimento se recupera em um curto espaço de tempo.

– O padrão de higienização da lava-louça garante ciclos rápidos de lavagem e os pratos e talheres serão sempre higienizados na temperatura ideal.

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– Ao contrário do que se pensa, as lavadoras de louças economizam muita água. Algumas lavadoras consomem até menos de um litro de água por ciclo, tarefa que seria completamente impossível de se realizar manualmente com apenas um litro de água. Consequentemente seu empreendimento terá um reflexo direto na economia de água, justificando mais uma vez o investimento.

 14062016A– Mas e os custos com energia elétrica e detergentes? Levando-se em conta toda a economia gerada com mão de obra e consumo de água, a elevação do custo energético não chega a 10% da economia obtida com a lava-louças. Com relação aos detergentes, os preços são bem mais em conta que no passado. Quando as lava-louças chegaram ao Brasil na década de 70, os detergentes eram todos importados, o que tornava bem oneroso lavar louças. Atualmente no Brasil existem vários fabricantes de detergentes, o que colaborou bastante para que possuam preços bem mais acessíveis.

 – Por fim outra economia gerada com a utilização de lava-louças é a quebra de pratos e copos que diminui consideravelmente devido à pouca manipulação por parte dos colaboradores durante a lavagem.

– As lava-louças atuais possuem ciclos de lavagem extremamente rápidos e com capacidades variadas, algumas possuem um ciclo de lavagem de 15 pratos, ou 20 copos ou 150 talheres por minuto. Considerando este ciclo é possível perceber a grande quantidade de utensílio que podem ser higienizados em apenas uma hora de operação.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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