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Manual de Conduta para Restaurantes e Bares

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A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

manual de conduta para restaurantes

As diretrizes estabelecidas pela empresa esclarecem para os colaboradores quais são seus objetivos no mercado e difundem a cultura da empresa idealizada por seus gestores. Para que isto aconteça efetivamente é necessário adotar estratégias para difundir estas práticas entre seus colaboradores.

O manual de conduta orienta o colaborador na condução de suas ações relacionadas ao ambiente de trabalho, ao uso de equipamentos de segurança, ao atendimento ao cliente, no relacionamento com fornecedores e nas questões que envolvem ética e integridade.

Formato: E-book
Páginas: 73
Editora: GR Gestão de Restaurantes

Descrição do Produto

Veja detalhadamente o que voce econtra produto:

Sumário
1 – Introdução
2 – A quem se destina o manual de Conduta
3 – Elaboração do Manual de Conduta
3.1 – Carta do Diretor
3.2 – Missão, Visão e Valores
3.3 – Conduta da equipe de Líderes
3.4 – Conduta de Comunicação com a mídia
3.5 – Conduta nas práticas empregatícias
3.5.1 – Plano de carreira
3.5.2 – Idade mínima para contratação e Trabalho infantil
3.5.3 – Apoio ao equilíbrio entre vida e trabalho
3.5.4 – Conduta na Contratação de Terceiros
3.6 – Conduta de Integridade
3.6.1 – Conflitos de interesse
3.6.2 – Diretrizes para dar ou receber presentes e entretenimento
3.6.3 – Informações sobre os concorrentes
3.7 – Conduta sobre as Informações confidenciais da empresa
3. 8 – Condutas Individuais dos Colaboradores
3.8.1 – Assédio no local de trabalho
3.8.2 – Drogas ilícitas e álcool
3.8.3 – Condutas com a jornada de trabalho
3.8.4 – Conduta em caso de faltas
3.8.5 – Conduta com as informações transmitidas à empresa
3.8.6 – Conduta no atendimento ao cliente
3.8.7 – Conduta com a higiene e apresentação pessoal
3.9 – Conduta com os Fornecedores
3.10 – Conduta com os Bens da empresa
4.0 – Comprovante de recebimento do Manual de Conduta

Como ter sucesso na Cozinha? 4 dicas que aumentarão sua produtividade!

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A função de uma cozinha industrial é preparar alimentos de maneira rápida e dinâmica, por isso, o ambiente deve proporcionar higiene, funcionalidade, qualidade e produtividade.

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Mas, o que é produtividade?

Produtividade é a relação de tudo que é produzido e os meios empregados. Está relacionada à eficiência e ao tempo.

Por exemplo, uma cozinha produtiva é aquela que consegue entregar todos os pratos solicitados com o melhor aproveitamento de recursos disponíveis e no menor tempo possível.

Através da produtividade é possível avaliar a capacidade do sistema produtivo e o grau em que são aproveitados os recursos. A melhor produtividade constitui uma maior rentabilidade para a empresa.

Confira 4 dicas de como melhorar a produtividade da sua cozinha profissional e, como consequência, ter mais lucro:

Na Cozinha tem equipe motivada?

Produtividade envolve uma série de fatores tais como:

  • Qualidade
  • Quantidade de matérias-primas empregadas
  • Atualização tecnológica utilizada (máquinas, equipamentos)
  • Habilidade profissional dos empregados
  • Condições ambientais

Contudo, entre todos esses fatores, um destaca-se: o grau de interesse com que os empregados utilizam sua capacidade para obter um aumento na quantidade e qualidade do rendimento de suas tarefas.

Atualmente, um dos maiores desafios das organizações é criar um ambiente de trabalho motivador para os seus funcionários. Estudos comprovam que pessoas desmotivadas tendem a diminuir os seus níveis de produtividade.

De fato, se o contexto laboral não promover níveis de satisfação proporcionais ao esforço investido no desempenho das tarefas. Há uma tendência natural para a desmotivação e consequente queda da produtividade. Lembre-se que ninguém chega lá sozinho. E não é só a ajuda financeira que pode conduzir o seu restaurante ao lucro. Sem a vontade de seus colaboradores e os bons serviços prestados por eles, dificilmente se alcança o sucesso.

Nesse sentido, a motivação é tão importante quanto a qualidade dos pratos.

Desenvolver programas de incentivo, proporcionar um local de trabalho agradável e uma remuneração adequada podem ser pontos que faltavam para despertar na equipe aquele sentimento de união e fazer todos vestirem a camisa da empresa.

Fazer o colaborador se sentir importante, respeitado e valorizado é uma receita que dá certo no que diz respeito à motivação.

Layout eficiente

Todo planejamento de uma cozinha profissional deve ser feito com o objetivo de gerar o melhor fluxo possível de trabalho.
O layout dos equipamentos deve ser baseado no fluxo de processos e pessoas.

Ao criar o design da sua cozinha profissional deve-se dar prioridade à praticidade, afinal de contas, sem um layout que permita a fácil circulação de pessoas, dificilmente os resultados atingirão seus objetivos.

Além disso, o layout deve considerar todas as práticas que serão aplicadas no ambiente, com o intuito de simplificar e agilizar os processos.

Por exemplo: Não faz sentido que na área de preparo de sobremesas o funcionário encarregado tenha que atravessar a cozinha inteira para ir até uma geladeira pegar um ingrediente.

Tudo tem que estar perto e à mão. Para isso, o layout da cozinha deve ser elaborado a fim de garantir toda essa dinâmica, sempre evitando a contaminação cruzada, tão frequente em cozinhas mal planejadas. Um bom layout traz eficácia a operação, evitando excesso de mão de obra e desperdício de tempo e espaço.

A cozinha deve ser encarada como um verdadeiro processo de produção, com tempos, métodos e processos bem determinados.

Segurança e normas

Uma cozinha profissional é um local com vários riscos, sendo assim a segurança é fator primordial de produtividade e deve começar desde o projeto inicial.

Com o avanço da tecnologia os equipamentos também estão melhor preparados para evitar acidentes.

A segurança será garantida por um layout bem elaborado, com profissionais treinados e procedimentos implantados, além de equipamentos bem produzidos dentro das normas de segurança do mercado.

As cozinhas profissionais precisam atender a diversas exigências. A Resolução RDC de número 216, de 15 de setembro de 2014 da Anvisa, que cita o regulamento técnico de boas práticas para os serviços do setor de alimentação.

Com a função de garantir as melhores condições de higiene na preparação dos pratos.

É importante também que a cozinha tenha um alvará ambiental, um alvará dos bombeiros e outro de funcionamento.

Equipamentos e tecnologia

A tecnologia está presente em todas as atividades profissionais hoje em dia.

Seja qual for o meio de atuação, sem dúvida nenhuma ele se adaptou às novas ferramentas e equipamentos que, em suma, chegaram para ajudar todo o processo de trabalho.

No setor food service não é diferente.

Restaurantes, pizzarias, bares, padarias e similares apostam na modernização e no uso da tecnologia para aumentar sua produtividade e reduzir seus custos.

Não é preciso ter uma estrutura grande para adquirir alguns equipamentos necessários para a operação, basta otimizar bem os espaços disponíveis. É importante que a instalação elétrica seja bem dimensionada e que preveja toda a carga elétrica dos equipamentos, assim como é necessária que a instalação de água chegue a alguns pontos específicos do maquinário.

Outra grande vantagem de se ter aparelhos mais modernos na cozinha é poder reduzir o número de funcionários do estabelecimento sem prejudicar a operação.

Com um treinamento para o manuseio das máquinas, o gestor pode ter um aumento de produtividade na sua equipe.

Curiosidade:

Uma das técnicas de gestão de tempo/produtividade mais usadas no mundo surgiu da cozinha: a técnica Pomodoro.

A técnica foi inspirada em um timer de cozinha em formato de tomate (pomodoro em italiano) e consiste em dividir e cronometrar blocos de tempo para o desenvolvimento de atividades. N

Nesse tempo determinado, focar 100% na atividade que está sendo executada. Buscar sempre fazer o melhor é importante, mas essa meta não pode se tornar uma obsessão. Por isso, ao considerar as metas do seu negócio, não seja exigente demais a ponto de torná-las inalcançáveis e gerar frustrações na equipe.

Como está a produtividade da sua equipe? O que você tem feito para que ela seja mais produtiva?

Compartilhe conosco a sua experiência e caso tenha alguma dúvida, deixe um comentário!

Fonte: http://blog.lojabrazil.com.br/produtividade-cozinha-industrial/

8 hábitos dos donos de restaurante de sucesso

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1. PRIMEIRO VOCÊ TEM UM NEGÓCIO, DEPOIS UM RESTAURANTE

 É fácil de ser arrastado para os ideais românticos e fantásticos do que significa ser um dono de restaurante. Mas a realidade é que, para fazer parte do time de donos de restaurante de sucesso, você precisa ser uma pessoa de negócios, muitas vezes implacável e, acima de tudo, com um grande espírito empreendedor.
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Donos de restaurante de sucesso sabem que é preciso unidade, paixão, longas horas de dedicação, experiência, dinheiro e tempo para criar algo significativo e duradouro. Se essas habilidades não são o seu ponto forte, então o ideal seria contratar um parceiro de negócios confiável e capaz de ser essa pessoa para o seu negócio.

2. SEUS FUNCIONÁRIOS SÃO SEU INVESTIMENTO MAIOR

 É um clichê, mas eu não poderia deixar de dizer que, para ter um negócio bem sucedido, você precisa investir fortemente nas pessoas que mantêm este negócio vivo. Em uma indústria onde as mudanças no emprego são constantes, compensação financeira e boa comida não são suficientes para manter um funcionário feliz o suficiente para ficar em um emprego.

Donos de restaurante bem sucedidos sabem que, para manter seus empregados, eles precisam dedicar-se  a quem eles são como pessoa, bem como ao seu crescimento pessoal e profissional. Programas de incentivo, reuniões semanais ou mensais, eventos de pessoal e a criação de uma política de portas abertas são fundamentais, se você deseja manter sua equipe feliz e saudável.

3. VOCÊ NÃO PRECISA REINVENTAR A RODA

 Quando se trata de menu, a chave é fazer tudo com qualidade, mas sem extravagâncias. Vivemos em um tempo em que as extravagâncias gastronômicas são uma coisa normal, mas o que o cliente realmente valoriza em sua experiência é que os sabores sejam deliciosos e o serviço consistente.

Donos de restaurante de sucesso pensam em por que um cliente escolheria seus hambúrgueres e batatas fritas em lugar de escolher o de outros, por exemplo. A resposta está na oferta de algo original, mas consistente – algo que eles terão apenas em seu restaurante. Isso vai desde o sabor da comida até a decoração do estabelecimento.

Lembre-se: um profissional de sucesso pensa em cada detalhe.

4. CONHEÇA SEU ENTORNO

 O seu objetivo final é proporcionar uma experiência diferente de qualquer outra coisa, mas isso ainda deve ser feito de forma consciente, considerando o entorno. Um dono de restaurante de sucesso não vai abrir uma hamburgueria com a cara do Mc Donald’s próximo, a menos que tenha uma criatividade nunca vista antes e inove muito.

A realidade é que todos os outros restaurantes, cafetarias, pizzarias ou bares são uma concorrência e estar consciente do que está ocorrendo em seu entorno é um elemento que certamente contribuirá para o sucesso de seu restaurante.

5. SEJA RESPONSÁVEL

 Donos de restaurante de sucesso sabem que, se quiserem alcançar o sucesso, eles precisam criar metas mensuráveis, realistas e precisas. Esta retaguarda irá mantê-los preparados para todas as decisões que eles precisarão fazer no dia-a-dia. A taxa de falência na indústria dos restaurantes é alta, e muitas vezes, circunstâncias como as flutuações no clima financeiro ou mudanças nas tendências de alimentos podem afetar o sucesso de um negócio.

Neste caso, um plano detalhado e bem pensado o fará alcançar as metas que estabeleceu para si e sua equipe de forma mais fácil e sustentável.

6. SEJA REFERÊNCIA PARA OS FUNCIONÁRIOS

Uma característica crucial dos donos de restaurante de sucesso é ter boas habilidades de gerenciamento de estresse. Ser proprietário de um restaurante é uma atividade de alta-tensão, porque este ramo é imprevisível – tudo pode mudar a qualquer momento. Por conta disso, é preciso que você seja um líder que transmite confiança e constância para seus funcionários.

Outra característica dos donos de restaurante de sucesso que você vai querer reproduzir é saber servir os seus funcionários da mesma maneira que você espera que seus funcionários sirvam os seus clientes.

Ao oferecer à sua equipe uma experiência excepcional de emprego através da formação, educação, horários flexíveis e equilíbrio entre trabalho e vida saudável, você está garantindo que esta experiência excepcional também estará presente em todos os aspectos do seu negócio.

7. DONOS DE RESTAURANTE DEVEM SER EMPÁTICOS

 Profissionais bem sucedidos reconhecem que cada aspecto de seu restaurante é crucial para o seu sucesso, por isso, buscam conhecer cada função como se fosse sua. Eles conhecem o menu, conhecem todos os funcionários, estão familiarizados com a cozinha do chef, estão envolvidos com folha de pagamento, sabem a programação de limpeza, conhecem os fornecedores de alimentos, e investem tempo para satisfazer  seus clientes.

Um dono de restaurante de sucesso olha para seu estabelecimento como uma máquina bem lubrificada, onde, mesmo sem uma peça, o resto não deixaria de funcionar.

8. SEJA UM ETERNO APRENDIZ

 A coisa mais importante que um dono de restaurante de sucesso pode fazer é questionar, procurar ajuda, pesquisar, estudar e estar sempre aberto a sugestões. Um profissional de sucesso não tem medo de ouvir críticas, porque é assim que ele cresce e faz as coisas melhorarem da próxima vez.

Ele também faz da pesquisa uma prioridade, aprendendo sobre as tendências da indústria e opções de alimentos sazonais. Donos de restaurante de sucesso são curiosos não apenas sobre o que acontece no mundo dos restaurantes, mas sobre negócios em geral.

Através de sua humildade, eles chegam aos outros influenciadores da indústria de restaurantes para colaborar com idéias, compartilhar sucessos e fracassos, e, finalmente, aprender com eles.

Por fim, donos de restaurante bem sucedidos são sempre curiosos para saber mais sobre novas tecnologias e sobre as ferramentas. Eles sabem que elas podem melhorar a experiência de seu cliente, aumentando a eficiência de seus funcionários e tornando sua rotina mais simples e agradável. Sem medo do novo, abraçam inovações com os braços abertos rumo ao sucesso.

Fonte: http://www.ecomanda.com.br/blog/donos-de-restaurante-de-sucesso

Bares e restaurantes cobram 13% de gorjeta e mudança causa polêmica entre clientes

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A mudança na Lei que regulamenta as gorjetas dos garçons tem dividido opiniões entre clientes nos restaurantes de São Paulo. Se você não checar a conta, pode estar pagando mais pela gorjeta e nem ter percebido. A nova legislação que já está em vigor desde maio faz com que os tradicionais 10% se transformem em 13%.

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A gorjeta é opcional. “Acho completamente errado”, disse Erik Malagrino, ilustrador. Já o comerciante Luis Alberto Miele concorda. “Acho justo porque eu tenho negócio próprio e sei que não é fácil, as despesas têm que ser cobertas e não adianta a gente fingir que ela não existe.”

Antes de maio, nenhum imposto era cobrado. Agora a empresa retém parte da gorjeta para pagar encargos como INSS e FGTS. Para compensar, alguns restaurantes da cidade já estão cobrando de 12% a 13% sobre a conta.

Um dos restaurantes pretende aumentar a taxa de serviço nos próximos dias, mas o dono deixa claro que quem decide se paga ou não é o cliente. “Ele pode optar por não pagar ele integralmente ou ele pode pagar uma parte desse serviço”, disse Danilo.

O diretor do Sindicato de Bares e Restaurantes diz que a maioria dos estabelecimentos ainda não cobra o novo valor da gorjeta. “Vai demorar um tempinho, vai ser um problema. Nós estamos num momento de crise, a maior parte dos bares e restaurante estão trabalhando com margens reduzidíssimas ou sem margens”, disse Denis Rezende, diretor do sindicato.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/bares-e-restaurantes-cobram-13-de-gorjeta-e-mudanca-causa-polemica-entre-clientes.ghtml

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9 perguntas para entender a nova lei das gorjetas

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De acordo com as novas regras da Lei Nº 13.419 – chamada de “Lei da gorjeta” – aprovada em março de 2017, empresas enquadradas no regime de tributação do Simples poderão reter até 20% das gorjetas para pagar encargos sociais, previdenciários e trabalhistas relativos às gorjetas contabilizadas. Demais empresas podem reter até 33% .

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Confira 9 perguntas para entender as novas regras: Tudo que você precisa saber para entender a nova regulamentação da gorjeta

1. Quais serão os encargos nas empresas Simples (retenção de até 20%) e nas demais (retenção de até 33%)?

Primeiramente, é importante esclarecer que a lei prevê que a gorjeta passe a ser destacada como remuneração e não incorporada ao salário. Na prática, isso significa que as gorjetas não servem de base de cálculo para parcela de aviso prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado. Outro ponto que merece amplo esclarecimento é que os encargos trabalhistas, sociais e previdenciários não incidem sobre o valor total da gorjeta: eles incidem somente sobre o percentual já descontados até 20% no caso do Simples, e até 33% no caso das empresas fora do Simples. Por exemplo, se o funcionário receber R$1.000,00 mensais de gorjeta, os encargos incidirão sobre R$800,00 (no caso de a empresa ser enquadrada no Simples) e sobre R$670,00 (no caso de a empresa estar fora do Simples). Dito isso, para as empresas enquadradas no Simples, são estes os encargos com respectivos percentuais: Férias, FGTS (8%) e 13º salário (8,3%). Já para as empresas que não se enquadram no Simples, são estes: Férias, FGTS (8%), 13º salário (8,3%) e INSS (28%).

2. Restaurante não cobra gorjeta, como fica?

A empresa pode continuar sem cobrar a gorjeta, não há nada que impeça isso. Mas há de se observar duas situações distintas:

1ª) A empresa não sugere a gorjeta, mas permite que seus funcionários a recebam. Esta é a denominada gorjeta espontânea. Neste caso, os valores a serem retidos, os critérios de distribuição e anotação na carteira serão definidos nos acordos coletivos de trabalho. Não há nenhuma mudança no salário fixo promovida pela nova legislação. O que deve ser observado é que o salário não poderá ser inferior ao mínimo da categoria e não poderá ser pago com parte da gorjeta. Em função da indefinição dos critérios relacionados à gorjeta espontânea, a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) sugere que as empresas que “não cobravam” a gorjeta, deixando ao critério do cliente, passem a indicar o percentual. Nesta situação, a lei é clara e a insegurança jurídica é baixa. É válido frisar que a gorjeta não tem um valor estabelecido (pode ser qualquer porcentagem da compra).

 2º) A empresa não sugere a gorjeta, impede formalmente a sua cobrança e pune os funcionários que desobedecem a norma. Neste caso, a empresa não tem nenhuma alteração promovida pela nova lei, uma vez que esta era única situação em que juridicamente a não-aceitação da gorjeta era acatada pelos tribunais.

3. O projeto regula a gorjeta apenas para garçons? A forma de distribuição precisa ser registrada no sindicato?

O rateio pode ser feito entre todos os funcionários que prestam serviço direto ao consumidor final, e não somente aos garçons. A forma de distribuição será decidida em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho. Na ausência destes, serão definidos em Assembleia Geral de Trabalhadores.

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4. Como fica a situação das gorjetas pagas no cartão de crédito ou débito junto com a conta uma vez que temos a despesa da taxa da operadora do cartão?

A retenção prevista em lei é para o pagamento de encargos sociais, previdenciários e trabalhistas. Os custos operacionais dos cartões são de responsabilidade das empresas.

5. No caso de 13º e férias, a empresa será obrigada a incorporar mais essa despesa na sua folha, considerando a média dos valores distribuídos como gorjeta?

Sim, 13º e férias referentes às gorjetas recebidas deverão ser pagos aos empregados. No entanto não haverá nenhum ônus para a empresa uma vez que os valores para arcar com tais pagamentos serão descontados da gorjeta paga pelo cliente.

6. A nova lei da gorjeta pode ser inclusa na folha de pagamento? E de que maneira?

Sim, a gorjeta deve ser inclusa na folha de pagamento como remuneração. A lei determina que ao final do ano, a empresa inclua na carteira de trabalho, além do salário fixo, a média dos valores de gorjeta pagos nos últimos doze meses. (Artigo 2º, Item III, parágrafo 8º). O pagamento deve ser feito direto na folha e destacado separadamente no contracheque.

7. Vou precisar cobrar 10% de forma obrigatória?

A empresa não é obrigada a cobrar o percentual de gorjeta, mas este controle é bastante complexo para evitar problemas trabalhistas. Seria necessário estabelecer um termo de conduta com todos os funcionários proibindo-os de aceitar gorjeta e haver uma fiscalização rigorosa por parte do empresário, punindo quem não cumprir a sugestão. Se na sua empresa os procedimentos acima não forem observados desde o início, a justiça do trabalho considera que a gorjeta recebida pelos empregados já estaria incorporada aos salários e a empresa já teria que arcar com todos os custos previdenciários, sociais e trabalhistas. A sugestão da Abrasel é que todas as empresas do setor passem a indicar este valor na conta (que pode ser maior ou menor que 10%), pois a lei aborda com clareza somente a gorjeta sugerida. As regras para a gorjeta espontânea não estão definidas na lei aprovada; os valores e regras desta modalidade passam a ser definidas em convenção coletiva pelos sindicatos.

8. As gorjetas dadas por fora como ficam?

Antes da regulamentação, mesmo as empresas que nunca sugeriram o valor da gorjeta na conta não estavam protegidas juridicamente. A sugestão da Abrasel é que todas as empresas do setor passem a indicar este valor na conta (que pode ser maior ou menor que 10%), pois a lei aborda com clareza somente a gorjeta sugerida. As regras para a gorjeta espontânea não estão definidas na lei aprovada; os valores e regras desta modalidade passam a ser definidas em convenção coletiva pelo sindicato.

9. As comissões e/ou gorjetas serão incorporadas ao salário fixo para efeito de rescisão?

A gorjeta não é incorporada ao salário, ela é considerada remuneração e deverá ser destacada no contracheque. As retenções previstas na nova lei para cobrir os encargos previdenciários, sociais e trabalhistas são suficientes para arcar com os mesmos, computados aí todos os custos demissionais, inclusa a multa do FGTS. Por integrar remuneração e não o salário, as gorjetas não servem de base de cálculo para parcela de aviso prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado.

Fonte: http://blog.fispalfoodservice.com.br/9-perguntas-para-entender-nova-regulamentacao-da-gorjeta/

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Quais os motivos que mais levam os restaurantes a serem autuados pela ANVISA e como evitá-los

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É comum observarmos entre os noticiários que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autuou ou até mesmo interditou restaurantes após uma fiscalização. Se engana que acha que esses procedimentos acontecem de forma isolada, são centenas de restaurantes autuados mensalmente em todo o Brasil, mas será que estes estabelecimentos são autuados devido a uma fiscalização extremamente rigorosa e injustificada por parte da ANVISA? Na realidade a grande maioria dos restaurantes que recebem algum tipo de autuação estão em desconformidade nos quesitos fundamentais e básicos para garantir a segurança alimentar em seu estabelecimento.

Nesta vídeo aula vamos entender quais os principais motivos que levam os restaurantes a serem autuados e como proceder para evitar estas ocorrências. Além disto disponibilizamos em nossa biblioteca virtual um roteiro de inspeção para avaliação das condições higiênico-sanitárias de restaurantes e bares.

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Restaurante aproveita engarrafamentos para vender pizzas no trânsito

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O trânsito caótico pode ser bem estressante no dia a dia. Porém, já pensou em comer uma pizza enquanto aguarda? Ou até mesmo levá-la para comer em casa? Uma pizzaria em Recife (PE) teve essa ideia e está com um alto faturamento. Os motoristas compraram a ideia.

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De acordo com uma pesquisa de um instituto especialista em trânsito, Recife tem o 3º pior índice de engarrafamentos do Brasil. O restaurante Skillus Classic, famoso por suas pizzas na cidade, agora vende seu principal produto perto de um sinal em frente ao estabelecimento, onde o trânsito é intenso.

A ideia veio do dono do restaurante, que percebeu que os clientes estavam sempre com pressa e muitos não tinham tempo nem de ao menos descer do carro para comprar a pizza. Com isso, a pizza agora vai até o cliente. Um garçom com uma placa e máquina de cartão anda entre os carros e oferece o serviço.

Os consumidores gostaram. “Já provei e aprovei! Estava quentinha e o vendedor foi super atencioso e gentil”, comenta a assistente administrativa Vanessa Dutra. “Sou graduado em marketing e acho a ideia inteligente e inovadora. Parabéns”, diz o analista de produção Josivaldo Ramos.

O produto demora aproximadamente três minutos para ficar pronto, já que o local possui pizzaiolos de plantão somente para essa finalidade. Os sabores por enquanto são de muçarela (R$ 15) e calabresa (R$ 20). O valor pode ser pago em dinheiro ou no cartão.

O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 16h às 19h. A ideia já é um sucesso e aprovada pelos clientes. Por dia, o estabelecimento chega a vender 110 pizzas no trânsito.

Fonte: http://bhaz.com.br/2017/06/30/restaurante-pizzas-no-transito/