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Procedimento Operacional padronizado para Restaurantes – POP

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O procedimento operacional padronizado, também conhecido como POP é um documento que detalha todas as operações necessárias para a realização de uma tarefa dentro de restaurantes e bares com o objetivo de garantir a qualidade e a segurança da produção. Nesta vídeo-aula conheça todos os detalhes sobre este procedimento, como deve ser aplicado e tenha acesso ao modelo do POP disponível em nossa biblioteca virtual.

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Quais os Melhores Sistemas de Exaustão para Cozinhas Industriais?

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A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas estabelece, através da NBR 14518, como devem ser os sistemas de exaustão para cozinhas industriais. Ao precisar implantar um sistema desse tipo, portanto, é necessário encontrar uma empresa especializada, que possa desenvolver o sistema dentro das normas e, além disso, oferecer toda a assistência técnica, seguindo as orientações do projeto e oferecendo o controle ambiental e a segurança necessária para a cozinha industrial e seus trabalhadores.

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Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem atender a todos os princípios e normas regulamentadoras, uma vez que se trata de um ambiente gerador de poluentes, além de ser uma área de riscos iminentes, principalmente de incêndio, que deve ser mantido sob controle, com a utilização de equipamentos específicos.

O ar da cozinha industrial deve ser reciclado, mantendo o conforto das pessoas que ali trabalham, oferecendo também o conforto necessário, no caso de a cozinha industrial ser diretamente ligada ao restaurante, o que exige que os sistemas de exaustão para cozinhas industriais não deixem chegar os odores aos locais interligados, oferecendo um ambiente em condições de uso e de higiene.

Como funcionam os sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem fazer a remoção e o tratamento de vapores e gases provenientes do processo de cocção dos alimentos, livrando o ambiente da fumaça e dos odores, proporcionando renovação constante de ar e mantendo a temperatura da cozinha dentro de limites de conforto térmico.

Dessa forma, o projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais deve ser composto de equipamentos que possam captar, tratar e conduzir os vapores e gases da cozinha para o ambiente externo, enviando-os para a atmosfera depois de tratados, possuindo ainda um sistema de insuflamento do ar externo para o interior, repondo o ar eliminado pelo sistema de exaustão.

O projeto dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem levar em consideração a necessidade de insuflar o ar no ambiente em volume menor do que o eliminado, mantendo sempre o ambiente da cozinha com pressão negativa, o que irá forçar o ar a entrar no ambiente, evitando, desta maneira, a dispersão dos odores dentro da cozinha e em suas áreas adjacentes.

Equipamentos dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais utilizam-se dos seguintes equipamentos:

  • Coifa, ou captor, onde têm início os sistemas de exaustão para cozinhas industriais, sendo instalado sobre os equipamentos de cocção, sugando o ar de toda a área. As coifas podem ser central, ou de ilha, utilizada em áreas onde a cocção é feita no centro da cozinha; coifa de parede, em áreas que exigem essa localização; coifas de aspiração frontal, específica para equipamentos que geram maior quantidade de gordura; coifa wahs-pull, com sistema de lavagens incorporado; ou coifa push-pull, com sistema de insuflamento de ar incorporado, gerando uma cortina de ar em suas extremidades;
  • Rede de dutos para condução dos gases e vapores, que devem ser fabricados em chapas de aço carbono, aço inoxidável ou, em determinados casos, em aço galvanizado;
  • Dumper de regulagem de vazão, instalado para equalização e ajustes de vazão de ar;
  • Dumper corta-fogo, aplicado para prevenir incêndios nos sistemas de exaustão de cozinhas industriais;
  • Exaustor, que é usado para gerar a energia e movimentar o ar, sendo apresentados em dois modelos: o exaustor centrífugo, tipo caracol, que apresenta nível de ruído mais baixo, possui vida longa maior e é de fácil manutenção; e exaustor axial, de carcaça tubular, que deve ser usado com restrições, em sistemas de exaustão e cozinhas industriais mais simples, já que não possui pressão suficiente para eliminar o ar de ambientes maiores. O sistema axial apresenta maior ruído e é de difícil manutenção, não sendo indicado para sistemas de exaustão de gorduras.
  • Caixa de ventilação, usada para insuflamento de ar nos sistemas de exaustão para cozinhas industriais;
  • Equipamentos de tratamento de ar, que fazem o tratamento dos gases, fuligens e vapores antes de descarrega-los na atmosfera;
  • Despoluidores atmosféricos e extratores de gordura, fazendo a retenção e tratamento dos vapores e fuligens antes de dispersá-los na atmosfera. O mais usados são os lavadores, o precipitador eletrostático e os filtros de carvão ativado, que devem ser escolhidos no projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais de acordo com a necessidade de produção.
  • Terminais de descarga, usados para descarga e dissipação dos gases e protegendo contra a entrada de água no sistema;
  • Grelhas e venezianas, aplicadas para insuflamento, exaustão e descarga de ar;
  • Quadro elétrico, que centraliza o comando e proteção dos motores elétricos do sistema;
  • Sistema de extinção de incêndio, geralmente usados em estabelecimentos maiores, como hotéis, shoppings, centros comerciais, onde existe muita movimentação de pessoas e onde se pratica economia múltipla

É importante ter em vista, nos projetos de sistemas de exaustão para cozinhas industriais, que o tamanho dos equipamentos seja respeitado, definidos de acordo com a vazão do sistema, já que a utilização de equipamentos abaixo da capacidade dirá reduzir a eficiência do sistema como um todo.

fonte:https://www.ohub.com.br/

Acidente durante acendimento de réchaud com álcool em gel em Belo Horizonte alerta para os perigos deste combustível

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Um cliente teve queimaduras de segundo e terceiro grau em um acidente ocorrido durante a tentativa de reabastecimento de um réchaud em um restaurante self-service localizado, no bairro Floresta, em Belo Horizonte, no dia 10 de janeiro. Segundo o relato de testemunhas, a equipe do estabelecimento não sabia o que fazer e o extintor de incêndio não funcionou na primeira tentativa, o que agravou o fato. O consumidor teve queimaduras em 20% do corpo, esteve internado no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva – CTI e segue hospitalizado.

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Casos similares de acidentes no acendimento de réchauds com o uso de álcool líquido ou em gel como combustíveis são facilmente encontrados em matérias veiculadas pela imprensa na internet. Estas notícias jornalísticas relatam óbitos, invalidez permanente e indenizações de valores exorbitantes pagas pelas empresas responsáveis pelos danos.

Embora o uso de álcool em gel como combustível para réchauds seja mais garantido do que a forma líquida, ele também não é seguro, pois pode gerar explosão. A pedido da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais – Abrasel em MG, um estudo realizado pela Agência de Gestão Integrada em Segurança de Alimentos – Agisa testou a eficácia da pastilha de álcool sólido como combustível deste equipamento no final de 2016. O relatório apontou que a pastilha de álcool sólido é eficiente para o aquecimento dos alimentos, não oferece o risco de combustão espontânea, não libera cheiro e fumaça durante o uso e apresenta inflamabilidade menor em relação ao álcool líquido e ao álcool gel.

O mesmo estudo apontou que o álcool sólido em pastilhas tem tempo de queima 50% mais rápido e preço 50% mais elevado quando comparado ao álcool em gel. Mas, embora o custo-benefício não seja o melhor, ele é o único dos combustíveis que garante a segurança dos clientes e dos colaboradores dos restaurantes.

Recomendações da Abrasel

Nunca utilize o álcool líquido como combustível para réchauds.

Nunca manipule álcool diretamente sobre a chama ativa do fogareiro do réchaud: deve-se aguardar a comleta inativação da chama para que o fogareiro seja reabastecido. O ideal é utilizar outro fogareiro que ainda não tenha sido utilizado, estando este completamente frio e sem chamas.

Não abasteça com antecedência os fogareiros: o álcool (tanto líquido quanto em gel) é volátil e cria-se uma atmosfera que pode causar explosões durante o acendimento. O ideal é realizar o abastecimento do fogareiro imediatamente antes do uso.

Antes de retirar os fogareiros acessos/quentes, elimine totalmente as chamas com o uso dos abafadores. Após este procedimento, com o auxílio de pinças adequadas ou luvas térmicas, armazene os fogareiros em local afastado de chamas ou faíscas e em local arejado.

Em todas as etapas de manipulação do álcool em gel, evite o contato direto do produto com o corpo.

Considerando o estudo realizado pela Agisa, a Abrasel recomenda aos estabelecimentos do setor de alimentação fora o lar o uso do álcool sólido em pastilhas, o réchaud elétrico ou ainda o vidro termoelétrico. Além disso, a associação aconselha também que os bares, restaurantes e similares conheçam e implementem a legislação de segurança, obtenham o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB, mantenham em dia a manutenção dos seus extintores de incêndio, treinem sua equipe para lidar com situações de emergência e que não deixem de fazer o seguro de responsabilidade civil.

Fonte: Abrasel

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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

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Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”

Existe um calçado especial para o profissional de gastronomia?

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Sim! Saiba quais diferenciais um calçado deve ter para ser usado com segurança e conforto em um ambiente de gastronomia e como escolher o melhor para você e sua equipe.

Um calçado adequado deve considerar os riscos que os profissionais da gastronomia correm e apresentar características especiais para evitá-los.

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De acordo com a MAMELUKO, site especializado em Calçados Profissionais, que oferece um setor totalmente dedicado aos calçados para Gastronomia, as principais características que um calçado para esta área deve ter, são:

SOLADO ANTIDERRAPANTE: o contato com água, óleo, restos de comida e outros materiais diminuem a aderência do calçado no piso e consequentemente aumentam o risco de escorregamento. A agilidade exigida aos profissionais, associada ao manuseio de objetos cortantes, forma uma combinação que pode ser perigosa, dessa forma, o calçado deve se manter firme e aderente durante o deslocamento do profissional.

FECHADO E REPELENTE À ÁGUA: o calçado deve ser feito em material impermeável e totalmente fechado, pois essas características impedem que os pés tenham contato direto com água e outros líquidos que podem trazer desconforto durante o trabalho. O fato de ser totalmente fechado também ajuda na redução de riscos contra objetos cortantes e perfurantes que podem cair sobre os pés.

CONFORTÁVEL: componentes de conforto, como palmilha macia e material leve e flexível, garantem conforto aos profissionais de gastronomia, que trabalham em pé e se deslocam durante praticamente todo o período de trabalho.

Existem outras características complementares que podemos encontrar em alguns modelos, que são: BICO PROTETOR, para profissionais que lidam com materiais pesados, como congelados; e ISOLANTES DE TEMPERATURA, para profissionais que trabalham em ambientes muito frios.

De forma geral, um calçado ideal, combinado com um ambiente de trabalho adequado e um Profissional bem preparado, são fatores que reduzem consideravelmente os riscos.

Outro ponto também muito interessante a ser observado na busca pelo calçado ideal é que, além dos componentes técnicos de segurança, a escolha desses produtos colabora para o desenvolvimento da cultura da organização e estabelece um relacionamento de parceria entre a empresa e o profissional, pois se trata de um cuidado com a segurança e o bem estar de seu colaborador, que, por sua vez, ficará mais motivado e preparado a executar suas funções com excelência.

Colaborador:

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MAMELUKO | CALÇADOS PROFISSIONAIS
Site: www.mameluko.com.br
E-mail: lojavirtual@mameluko.com.br
Tel: (011) 2626-1593

 

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