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Confira os melhores cursos para melhorar a gestão do seu restaurante

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A “GR Treinamento em Gestão de Restaurantes e Gastronomia” é uma empresa focada na educação profissional e qualificação de pessoas e empresas atuantes no mercado gastronômico. Atuando a 10 anos no mercado a GR disponibiliza cursos em diversas áreas do setor gastronômico com o objetivo de profissionalizar, especializar e qualificar pessoas na gestão e operação de seu negócio. Nossa empresa atende a restaurantes, bares, pizzarias, cafeterias dentre outros.

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1- Administrando Restaurantes e Bares

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2 – Análise e Controle Financeiro para Restaurantes

 

 

 

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3 – Planejamento de Cardápios para Restaurantes

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4 – Elaboração de Ficha Técnica para Restaurantes

 

 

 

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5 – Formação de preço de venda para restaurantes e bares

 

 

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6 – Restaurante de Sucesso!! 50 Estratégias para lucrar mais

 

 

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7 – Como montar um restaurante

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8 – Cardápios para Restaurantes Self-service

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Máquinas de Cartão de Crédito para Restaurantes. Faça sua escolha

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Máquinas de cartão de crédito: um comparativo

Hoje em dia temos visto se multiplicarem as marcas e modelos de máquinas de vendas por cartão de crédito e débito. Todos esperamos que isso contribua para a melhoria dos serviços e a queda nos preços e taxas.

Volto ao assunto, pois fiz uma breve pesquisa com as empresas que atuam no setor. Visitei os sites, telefonei e conversei com alguns pequenos comerciantes vizinhos meus. Os resultados eu apresento agora, já com a ressalva de que, pelo que percebi, as condições podem sempre melhorar um pouco, dependendo de uma boa negociação com o vendedor do serviço, ou o gerente do banco. Ressalvo também que os números foram arredondados.

Começando pelo PagSeguro, que recentemente lançou um serviço que não cobra mensalidade. A máquina custa R$ 480, parcelados em 12 vezes. A taxa de desconto é de 3,2% sobre cada venda a crédito e 2,4% para vendas a débito. A empresa oferece outras ferramentas, incluindo um dispositivo que se acopla ao celular, que é mais barato – R$120 – , mas que cobra 3,6% sobre vendas a crédito.

A Cielo não fornece informações no site. Pelo telefone, me informaram que cobram R$ 70 para credenciamento, mais R$ 96 de mensalidade pela máquina fixa, ou R$ 139 pela móvel – sem fio, que pode ser levada por um entregador, por exemplo. As taxas de desconto variam conforme o ramo de atividade. Escolas, por exemplo, pagam 2,5% nas vendas a crédito; supermercados pagam 2,9%; restaurantes, 5%; padarias e mercados, 4,2%. Para crédito parcelado, as taxas são um pouco mais altas, e para débito, um pouco mais baixas. Para os microempreendedores individuais – MEI – os custos de credenciamento e mensalidade são menores, mas as taxas de desconto são maiores: 4% para vendas a crédito e 3,2% para débito.

A Elavon também não fornece informações pelo site. Pelo telefone, fiz um cadastro e recebi um telefonema cinco dias depois. Mas, como eu não tenho um CNPJ, se recusaram a me dar qualquer informação.

A Bin não informa em seu site se cobra credenciamento, equipamento e mensalidade. As taxas também variam conforme o ramo de atividade: 3,2% para escolas, 2,5% para supermercados, 3,5% para restaurantes e 3,2% para padarias e mercados.

A Rede não fornece informações sobre taxas diretamente em seu site. Apurei que ela cobra R$ 80 de mensalidade pela máquina fixa e R$ 110 pela móvel. As taxas de desconto são de 3,8% sobre as vendas a crédito, 2,5% para débito e 4,85% no crédito parcelado. O dispositivo móvel para celular não cobra mensalidade, mas cobra 4% no crédito e 7% no crédito parcelado.

Todas as credenciadoras pesquisadas prometem repassar os valores das vendas a crédito em 30 dias – exceto Cielo, que repassa em 31 dias. Algumas empresas são conveniadas com mais bandeiras de cartões, outras com menos, mas todas aceitam pelo menos os cartões Visa e Mastercard-Maestro.

Conversei com um vizinho meu que tem uma pequena loja de alimentos, cujo carro chefe é o frango assado. Há alguns meses ele usava um dispositivo para celular, da Rede. De uns tempos para cá adotou máquinas tradicionais. Perguntei a ele o motivo da mudança, ele me explicou que o leitor via celular cobra uma mensalidade menor, de R$ 12, com uma taxa de 4% sobre a transação. Já a máquina nova cobra R$ 80 de mensalidade, mas ele conseguiu uma taxa de 3% sobre a transação, após negociar com o gerente do banco. Fazendo uma conta rápida, a máquina nova cobra R$ 68 a mais e 1% a menos. Ou seja, se esse 1% for superior a R$ 68, a máquina nova passa a ser vantajosa. Para isso, portanto, ele precisa vender mais de R$ 6.800 por mês.

A taxa que meu vizinho conseguiu é menor que a apurada na minha pesquisa. Como eu disse no início, os custos e condições podem melhorar, dependendo de uma boa negociação. Além das empresas citadas nessa coluna – com as quais o blog não mantém nenhum tipo de relação –, há outras, entre credenciadoras e intermediários. Então, se você tem interesse em vender via cartão, sugiro negociar e pesquisar ainda mais.

Fonte:https://educandoseubolso.blog.br/2015/04/08/maquinas-de-cartao-de-credito-um-comparativo/

Chefs famosos poderiam alertar sobre os riscos em cozinha, não é mesmo?

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Programas de culinária na TV como MasterChef, Cozinha Prática, Bela Cozinha, Que Marravilha!, entre tantos outros, servem para glamourizar as atividades de cozinha.

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Às vezes, penso que o País vai formar uma legião de chefs, que montarão seus próprios restaurantes, e haverá clientes para todos. Mas deixo a ironia pra lá. Essa área profissional, de fato, parece ser muito fascinante, mas, como sempre, tenho que apontar os riscos da atividade de quem trabalha na cozinha industrial. Ah, sim, pois não há só os chefs, há funções como cozinheiro, ajudante de cozinha, lavador de utensílios, saladeiros, padeiros e confeiteiros, e todos são muito importantes para que os alimentos possam constar do cardápio. Mas, neste post, vamos ficar com o risco de incêndio, um tipo de acidente que pode causar danos dramáticos às pessoas. Para a prevenção desse sinistro, deve-se entender que onde há gás, óleos aquecidos, chamas e substâncias inflamáveis, as gambiarras e imprudência são um prato cheio para machucar trabalhadores. Primeiramente, a implantação de cozinhas de bares, restaurantes e afins deve ser precedida de projeto técnico, que contemple equipamentos específicos de segurança. Infelizmente, ainda hoje há cozinhas industriais que não dão a devida importância à prevenção de sinistros.

Um dos equipamentos que merece cuidado especial são as fritadeiras, pois o principal risco na cozinha industrial, de quem lida com produção de alimentos, são os óleos e gorduras quentes. Em geral, o incêndio começa em fritadeiras, panelas com óleo e gordura, quando aquecidas acima do ponto de fulgor do líquido, fazendo que haja combustão. Isso acontece quando o equipamento está desregulado ou procedimentos de segurança não foram atendidos. Por exemplo, o cozinheiro está fazendo um tipo de alimento com o óleo e, por algum motivo, sai da cozinha sem retornar logo. Outro risco é quando a água entra em contato com o óleo de cozinha quente, convertendo-se em vapor, e expandindo-se a um ritmo tal que o óleo fervente é projetado em todas as direções. Nesse caso, toda a equipe na cozinha estará correndo risco de ter o óleo sobre seus corpos, queimando a pele exposta ou, pior, atingindo os olhos, causando até cegueira.

Os sistemas de extinção de incêndio em cozinhas não são de qualquer tipo, ou seja, não se apaga fogo nesses ambientes com água. Nem pensar! O fogo de gordura deve ser atacado com o agente extintor saponificante, classe K. O aparelho deve ser instalado próximo aos fogões com até 15 fluxos (bocas do fogão). Com esse sistema, é possível proteger desde uma simples grelha até uma cozinha inteira. A extinção do fogo com o sistema ocorre por intermédio da projeção do agente, em taxas pré-determinadas, sobre as superfícies dos equipamentos, áreas dos filtros e dutos de exaustão. O agente classe K consegue extinguir princípios de fogo e a descarga do agente sobre os equipamentos de cocção e filtros faz com que as superfícies sejam resfriadas, quando ocorre a reação com a gordura quente (saponificação), o que forma uma camada isolante que priva a gordura do contato com o ar, evitando a emissão de vapores inflamáveis.

É recomendável que os trabalhadores da cozinha recebam treinamento sobre como funciona o sistema. Na cozinha, quem tem melhor condição de extinguir o fogo é o operador treinado, que atuará com o extintor portátil, mesmo antes de o sistema fixo automático ser acionado. A percepção do operador vai identificar o fogo num momento mais precoce e começar a fazer o combate manual. Deve-se ter o extintor portátil adequado e esse tipo de ação, mas que só é possível ser efetivo com operadores treinados.

Para evitar riscos, a instalação de equipamentos em cozinhas industriais, que causam incêndios e explosões, deve ser feita por gente capacitada. Adaptações nunca devem ser feitas. Redes de gás combustível, como GLP ou gás natural, que possuem legislação específica de instalação, bem como a rede de proteção contra incêndio e detecção contra possível vazamento de gás, não podem ter gambiarras. Na cozinha industrial, assim como os alimentos, a instalação dos equipamentos extintores deve fazer parte do cardápio.

Fonte: http://segurancaocupacionales.com.br/chefs-famosos-poderiam-alertar-sobre-os-riscos-em-cozinha-nao-e-mesmo/

Smart Rede: uma máquina de cartão que pode sair cara?

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A Rede, uma das maiores empresas do ramo de máquinas de cartão no Brasil, decidiu modernizar os seus aparelhos. Ao que parece visando competir diretamente com a Cielo Lio, a Smart Rede é um misto de tablet e terminal de pagamento que traz modernidade ao seu ponto de venda.

Mas, será que esta é mesmo uma alternativa interessante para a sua frente de caixa?

Smart Rede tem design inovador

A primeira coisa que você vai notar quando vir a Smart Rede é o seu design inovador. Ela conta com duas telas, o que permite que lojistas e clientes acompanhem a transação ao mesmo tempo.

Ela vem com bateria embutida, alto-falantes (com controle de volume), câmera, microfone, porta micro USB, antena NFC, leitor de QR code e código de barras, além do leitor de cartão e impressora de comprovante de pagamento. Isso significa dizer que esta máquina de cartão está pronta para aceitar diversas formas de pagamento, inclusive as mais modernas.

O seu processador quad-core permite o uso agregado a vários aplicativos voltados para a realização e controle das atividades financeiras de seu negócio. De fábrica, ela já vem com o app Pagamentos (que permite o recebimento de pagamentos e emissão de relatórios), o app Rede (para antecipção de saldos e outras ações financeiras) e o app do internet banking Itaú Empresas.

A sua conexão com a internet acontece via 3G, Wi-Fi ou cabo Ethernet (IP banda larga) e de forma independente, pois ela já vem com chip 3G de fábrica – ou seja, ela não precisa de celular para funcionar. Porém, diferente da sua maquininha Mobile Rede, o seu tamanho e design não é ideal para mobilidade, sendo mais adequado para lojas físicas.

Máquina de cartão da Rede aceita diversas formas de pagamento

Já que esta solução parece ter vindo para substituir as tradicionais máquinas de cartão da Rede, não é de se espantar que ela conte com o amplo portfólio de cartões de crédito e débito oferecidos pela empresa.

A Smart Rede faz vendas no débito, crédito à vista, parcelamento, e também aceita voucher (cartões-refeição e benefícios) e faz recarga de celular.

As bandeiras aceitas no débito e crédito são Visa, MasterCard, Hiper, Elo, UnionPay, Cabal e Banescard; e, no crédito, você contará com Discover, Diners Club, JCB, Mais!, Coopercard, Sorocred, e Credz.

Os vouchers disponíveis precisam ser negociados diretamente com as bandeiras para habilitação e negociação de taxas. São eles: Ticket, Sodexo, VR, GrenCard, Verocheque, UpPlan, Nutricash, Cooperland, BNBclube, Cabal, Sorocred e Alelo.

Taxas e custos não estão disponíveis no site

Apesar de, do ponto de vista tecnológico, a Smart Rede parecer ser uma solução atraente, especialmente para quem atende clientes exigentes, o fato é que não se sabe se isso tudo pode acabar saindo caro.

O site da empresa não informa quais os custos e taxas envolvidos, nem se é preciso assinar contrato de locação ou qual documentação deve ser apresentada. Apenas o telefone da Central de Atendimento é disponibilizado com a informação de que a máquina de cartão está disponível apenas para algumas regiões do Brasil – sem especificar quais.

Também se sabe que é possível solicitar a antecipação de saldos de forma avulsa ou programada, além de optar pelo Plano Flex e receber as vendas no crédito após 2 dias úteis. Porém, não há maiores detalhes sobre isso em termos de procedimentos e taxas envolvidas.

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Fique atento

Assim, fica claro que a Smart Rede é um produto inovador, e que será interessante ver se ela ou a Cielo Lio vai se tornar a preferida das lojas físicas de grande porte.

Já para microempreendedores, pequenos empresários e autônomos, esta não deve ser uma alternativa interessante, pois é pouco provável que o seu custo total seja acessível diante de tantas funcionalidades. Ela também é muito grande para quem quer algo que possa levar no bolso ou na bolsa.

Além disso, vale ressaltar que você ficará dependente da Rede em termos de aplicativos. Ainda que desenvolvedores privados estejam sendo convidados para criar apps para a Smart Rede, o sistema sempre contará apenas com soluções aprovadas pela mesma e você poderá passar por dificuldades se quiser usar um sistema PDV alternativo, por exemplo.

Fonte: https://br.mobiletransaction.org/smart-rede/

(tags: restaurantes)

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Como ter sucesso na Cozinha? 4 dicas que aumentarão sua produtividade!

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A função de uma cozinha industrial é preparar alimentos de maneira rápida e dinâmica, por isso, o ambiente deve proporcionar higiene, funcionalidade, qualidade e produtividade.

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Mas, o que é produtividade?

Produtividade é a relação de tudo que é produzido e os meios empregados. Está relacionada à eficiência e ao tempo.

Por exemplo, uma cozinha produtiva é aquela que consegue entregar todos os pratos solicitados com o melhor aproveitamento de recursos disponíveis e no menor tempo possível.

Através da produtividade é possível avaliar a capacidade do sistema produtivo e o grau em que são aproveitados os recursos. A melhor produtividade constitui uma maior rentabilidade para a empresa.

Confira 4 dicas de como melhorar a produtividade da sua cozinha profissional e, como consequência, ter mais lucro:

Na Cozinha tem equipe motivada?

Produtividade envolve uma série de fatores tais como:

  • Qualidade
  • Quantidade de matérias-primas empregadas
  • Atualização tecnológica utilizada (máquinas, equipamentos)
  • Habilidade profissional dos empregados
  • Condições ambientais

Contudo, entre todos esses fatores, um destaca-se: o grau de interesse com que os empregados utilizam sua capacidade para obter um aumento na quantidade e qualidade do rendimento de suas tarefas.

Atualmente, um dos maiores desafios das organizações é criar um ambiente de trabalho motivador para os seus funcionários. Estudos comprovam que pessoas desmotivadas tendem a diminuir os seus níveis de produtividade.

De fato, se o contexto laboral não promover níveis de satisfação proporcionais ao esforço investido no desempenho das tarefas. Há uma tendência natural para a desmotivação e consequente queda da produtividade. Lembre-se que ninguém chega lá sozinho. E não é só a ajuda financeira que pode conduzir o seu restaurante ao lucro. Sem a vontade de seus colaboradores e os bons serviços prestados por eles, dificilmente se alcança o sucesso.

Nesse sentido, a motivação é tão importante quanto a qualidade dos pratos.

Desenvolver programas de incentivo, proporcionar um local de trabalho agradável e uma remuneração adequada podem ser pontos que faltavam para despertar na equipe aquele sentimento de união e fazer todos vestirem a camisa da empresa.

Fazer o colaborador se sentir importante, respeitado e valorizado é uma receita que dá certo no que diz respeito à motivação.

Layout eficiente

Todo planejamento de uma cozinha profissional deve ser feito com o objetivo de gerar o melhor fluxo possível de trabalho.
O layout dos equipamentos deve ser baseado no fluxo de processos e pessoas.

Ao criar o design da sua cozinha profissional deve-se dar prioridade à praticidade, afinal de contas, sem um layout que permita a fácil circulação de pessoas, dificilmente os resultados atingirão seus objetivos.

Além disso, o layout deve considerar todas as práticas que serão aplicadas no ambiente, com o intuito de simplificar e agilizar os processos.

Por exemplo: Não faz sentido que na área de preparo de sobremesas o funcionário encarregado tenha que atravessar a cozinha inteira para ir até uma geladeira pegar um ingrediente.

Tudo tem que estar perto e à mão. Para isso, o layout da cozinha deve ser elaborado a fim de garantir toda essa dinâmica, sempre evitando a contaminação cruzada, tão frequente em cozinhas mal planejadas. Um bom layout traz eficácia a operação, evitando excesso de mão de obra e desperdício de tempo e espaço.

A cozinha deve ser encarada como um verdadeiro processo de produção, com tempos, métodos e processos bem determinados.

Segurança e normas

Uma cozinha profissional é um local com vários riscos, sendo assim a segurança é fator primordial de produtividade e deve começar desde o projeto inicial.

Com o avanço da tecnologia os equipamentos também estão melhor preparados para evitar acidentes.

A segurança será garantida por um layout bem elaborado, com profissionais treinados e procedimentos implantados, além de equipamentos bem produzidos dentro das normas de segurança do mercado.

As cozinhas profissionais precisam atender a diversas exigências. A Resolução RDC de número 216, de 15 de setembro de 2014 da Anvisa, que cita o regulamento técnico de boas práticas para os serviços do setor de alimentação.

Com a função de garantir as melhores condições de higiene na preparação dos pratos.

É importante também que a cozinha tenha um alvará ambiental, um alvará dos bombeiros e outro de funcionamento.

Equipamentos e tecnologia

A tecnologia está presente em todas as atividades profissionais hoje em dia.

Seja qual for o meio de atuação, sem dúvida nenhuma ele se adaptou às novas ferramentas e equipamentos que, em suma, chegaram para ajudar todo o processo de trabalho.

No setor food service não é diferente.

Restaurantes, pizzarias, bares, padarias e similares apostam na modernização e no uso da tecnologia para aumentar sua produtividade e reduzir seus custos.

Não é preciso ter uma estrutura grande para adquirir alguns equipamentos necessários para a operação, basta otimizar bem os espaços disponíveis. É importante que a instalação elétrica seja bem dimensionada e que preveja toda a carga elétrica dos equipamentos, assim como é necessária que a instalação de água chegue a alguns pontos específicos do maquinário.

Outra grande vantagem de se ter aparelhos mais modernos na cozinha é poder reduzir o número de funcionários do estabelecimento sem prejudicar a operação.

Com um treinamento para o manuseio das máquinas, o gestor pode ter um aumento de produtividade na sua equipe.

Curiosidade:

Uma das técnicas de gestão de tempo/produtividade mais usadas no mundo surgiu da cozinha: a técnica Pomodoro.

A técnica foi inspirada em um timer de cozinha em formato de tomate (pomodoro em italiano) e consiste em dividir e cronometrar blocos de tempo para o desenvolvimento de atividades. N

Nesse tempo determinado, focar 100% na atividade que está sendo executada. Buscar sempre fazer o melhor é importante, mas essa meta não pode se tornar uma obsessão. Por isso, ao considerar as metas do seu negócio, não seja exigente demais a ponto de torná-las inalcançáveis e gerar frustrações na equipe.

Como está a produtividade da sua equipe? O que você tem feito para que ela seja mais produtiva?

Compartilhe conosco a sua experiência e caso tenha alguma dúvida, deixe um comentário!

Fonte: http://blog.lojabrazil.com.br/produtividade-cozinha-industrial/

Produtividade na Cozinha do Restaurante

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Objetivo: Eliminar perdas, Diminuir custos e Aumentar a eficiência do Restaurante e a sua Competitividade.

Produtividade é a expressão da eficiência do Serviço de Alimentação – Identifica-se como produtivo o que fez mais, ofereceu um resultado maior ou melhor gastando menos. Um exemplo prático seria produzir mais de um determinado produto usando menos horas, energia, água ou quaisquer outros insumos.

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Além disso, produtividade também pode significar a relação entre os meios empregados para produzir e os recursos utilizados. Quanto melhor a relação, mais eficiente se é. É por isso que a produtividade é o objetivo final de quem deseja ter sucesso e conseguir melhores resultados. Uma cozinha produtiva é aquela que consegue entregar todos os pratos solicitados com o melhor aproveitamento de recursos disponíveis e no menor tempo possível mantendo a qualidade como a segurança dos alimentos e o bom atendimento ao cliente.

Vários fatores são necessários para uma Cozinha de Restaurante manter-se produtiva – entenda alguns deles:

Qualidade de Vida

Qualidade de vida implica em criar, manter e melhorar o ambiente de trabalho seja em suas condições físicas, psicológicas e sociais. Isso resulta em um ambiente de trabalho agradável, amigável e melhora substancialmente a qualidade de vida das pessoas na organização.

Devem-se promover ações que sejam revertidas em benefícios à saúde dos funcionários. Mais do que praticar atividades físicas, ter uma alimentação adequada, aproveitar melhor o tempo livre, aprimorar seus relacionamentos, qualidade de vida é um meio para que a empresa possa aproveitar melhor o potencial dos seus colaboradores.

 Motivação da Equipe

Motivação eleva a produtividade – Empregados envolvidos com o negócio rendem mais, são mais rápidos e querem permanecer no emprego por longo período.   Como garantir que os funcionários serão mais comprometidos com o trabalho? Como conseguir que trabalhem com mais agilidade, produzindo mais em menos tempo? Como podem otimizar a operação das tarefas? Para muitos especialistas a resposta é somente uma: motivação. Só que não há uma “receita de bolo” a ser seguida. Motivar os funcionários é um desafio que requer dedicação de todo o gestor principalmente no Setor de Restaurantes, que tem grande índice de rotatividade nas equipes.

Racionalização de Custo

Vai desde a redução de desperdício de alimentos  como por exemplo através de carnes porcionadas às melhorias no processo de limpeza do local, passando pela redução do consumo de energia e muito mais há que pode ser feito. Além da redução do desperdício, um  negócio de alimentação pode investir no uso de tecnologia para tornar-se mais eficiente e lucrativo desde o uso de termômetros inteligentes na cozinha, até a adoção de equipamentos como embaladoras a vácuo, fornos combinados, lavadoras de louça profissionais, processadores, sanitizadores, resfriadores,   balcões térmicos, equipamentos fundamentais para garantir  segurança dos alimentos, estocagem adequada, manutenção da cozinha e, principalmente, para que os funcionários tornem seu trabalho mais produtivo, sem abrir mão da qualidade. É importante levar em conta o que é realmente necessário para o seu Serviço de Alimentação, de acordo com o tipo de serviço, número de refeições e funcionários, durabilidade dos equipamentos e o custo-benefício.

Comunicação e Capacitação

Na área  de Alimentação como Restaurantes, Lanchonetes, Padarias, Cozinhas Industriais, Cozinhas de Hospitais, Cozinhas de Hotéis, Bares e Food Trucks possuem um elemento em comum: eles dependem da comunicação para o seu bom funcionamento. E esse relacionamento não se constrói apenas com a clientela, mas, principalmente, entre os próprios funcionários.

Garantir que o pedido do cliente seja entregue com rapidez e qualidade é um dos principais benefícios da comunicação interna. Mas, como bônus, ela consegue ajudar as pessoas a conhecerem o ritmo e as habilidades umas das outras, compartilhar conhecimento e se inteirarem das responsabilidades de cada um – fator que evita o retrabalho, demandas que não são entregues no prazo e conflitos.

O investimento em capacitação e treinamento reduz a rotatividade, problema enfrentado por muitos estabelecimentos do Setor de Alimentação. Gestores e empregadores reconhecem que a alta rotatividade prejudica o bom andamento dos negócios. Afinal, os estabelecimentos precisam dedicar tempo e esforço no treinamento de novos funcionários – que demandam de um a três meses para conseguirem desempenhar suas funções de forma satisfatória – e há os prejuízos decorrentes da redução de produtividade e até mesmo as despesas de acertos trabalhistas.

A atenção constante em forma de treinamento e capacitação forja equipes mais comprometidas e com mais vontade de multiplicar conhecimento. Os treinamentos devem ser lúdicos, educativos e motivadores abordando  diversos assuntos da rotina profissional de um Restaurante , motivando e capacitando os funcionários em diferentes assuntos desde o atendimento ao cliente, higiene  manipulação dos alimentos, controle de custo, combate ao desperdício entre outros .

Fonte: http://www.marketingnutricional.com.br/emfoco-foodservice.html#seguranca

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Procedimento Operacional padronizado para Restaurantes – POP

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O procedimento operacional padronizado, também conhecido como POP é um documento que detalha todas as operações necessárias para a realização de uma tarefa dentro de restaurantes e bares com o objetivo de garantir a qualidade e a segurança da produção. Nesta vídeo-aula conheça todos os detalhes sobre este procedimento, como deve ser aplicado e tenha acesso ao modelo do POP disponível em nossa biblioteca virtual.

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