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Produtividade na Cozinha do Restaurante

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Objetivo: Eliminar perdas, Diminuir custos e Aumentar a eficiência do Restaurante e a sua Competitividade.

Produtividade é a expressão da eficiência do Serviço de Alimentação – Identifica-se como produtivo o que fez mais, ofereceu um resultado maior ou melhor gastando menos. Um exemplo prático seria produzir mais de um determinado produto usando menos horas, energia, água ou quaisquer outros insumos.

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Além disso, produtividade também pode significar a relação entre os meios empregados para produzir e os recursos utilizados. Quanto melhor a relação, mais eficiente se é. É por isso que a produtividade é o objetivo final de quem deseja ter sucesso e conseguir melhores resultados. Uma cozinha produtiva é aquela que consegue entregar todos os pratos solicitados com o melhor aproveitamento de recursos disponíveis e no menor tempo possível mantendo a qualidade como a segurança dos alimentos e o bom atendimento ao cliente.

Vários fatores são necessários para uma Cozinha de Restaurante manter-se produtiva – entenda alguns deles:

Qualidade de Vida

Qualidade de vida implica em criar, manter e melhorar o ambiente de trabalho seja em suas condições físicas, psicológicas e sociais. Isso resulta em um ambiente de trabalho agradável, amigável e melhora substancialmente a qualidade de vida das pessoas na organização.

Devem-se promover ações que sejam revertidas em benefícios à saúde dos funcionários. Mais do que praticar atividades físicas, ter uma alimentação adequada, aproveitar melhor o tempo livre, aprimorar seus relacionamentos, qualidade de vida é um meio para que a empresa possa aproveitar melhor o potencial dos seus colaboradores.

 Motivação da Equipe

Motivação eleva a produtividade – Empregados envolvidos com o negócio rendem mais, são mais rápidos e querem permanecer no emprego por longo período.   Como garantir que os funcionários serão mais comprometidos com o trabalho? Como conseguir que trabalhem com mais agilidade, produzindo mais em menos tempo? Como podem otimizar a operação das tarefas? Para muitos especialistas a resposta é somente uma: motivação. Só que não há uma “receita de bolo” a ser seguida. Motivar os funcionários é um desafio que requer dedicação de todo o gestor principalmente no Setor de Restaurantes, que tem grande índice de rotatividade nas equipes.

Racionalização de Custo

Vai desde a redução de desperdício de alimentos  como por exemplo através de carnes porcionadas às melhorias no processo de limpeza do local, passando pela redução do consumo de energia e muito mais há que pode ser feito. Além da redução do desperdício, um  negócio de alimentação pode investir no uso de tecnologia para tornar-se mais eficiente e lucrativo desde o uso de termômetros inteligentes na cozinha, até a adoção de equipamentos como embaladoras a vácuo, fornos combinados, lavadoras de louça profissionais, processadores, sanitizadores, resfriadores,   balcões térmicos, equipamentos fundamentais para garantir  segurança dos alimentos, estocagem adequada, manutenção da cozinha e, principalmente, para que os funcionários tornem seu trabalho mais produtivo, sem abrir mão da qualidade. É importante levar em conta o que é realmente necessário para o seu Serviço de Alimentação, de acordo com o tipo de serviço, número de refeições e funcionários, durabilidade dos equipamentos e o custo-benefício.

Comunicação e Capacitação

Na área  de Alimentação como Restaurantes, Lanchonetes, Padarias, Cozinhas Industriais, Cozinhas de Hospitais, Cozinhas de Hotéis, Bares e Food Trucks possuem um elemento em comum: eles dependem da comunicação para o seu bom funcionamento. E esse relacionamento não se constrói apenas com a clientela, mas, principalmente, entre os próprios funcionários.

Garantir que o pedido do cliente seja entregue com rapidez e qualidade é um dos principais benefícios da comunicação interna. Mas, como bônus, ela consegue ajudar as pessoas a conhecerem o ritmo e as habilidades umas das outras, compartilhar conhecimento e se inteirarem das responsabilidades de cada um – fator que evita o retrabalho, demandas que não são entregues no prazo e conflitos.

O investimento em capacitação e treinamento reduz a rotatividade, problema enfrentado por muitos estabelecimentos do Setor de Alimentação. Gestores e empregadores reconhecem que a alta rotatividade prejudica o bom andamento dos negócios. Afinal, os estabelecimentos precisam dedicar tempo e esforço no treinamento de novos funcionários – que demandam de um a três meses para conseguirem desempenhar suas funções de forma satisfatória – e há os prejuízos decorrentes da redução de produtividade e até mesmo as despesas de acertos trabalhistas.

A atenção constante em forma de treinamento e capacitação forja equipes mais comprometidas e com mais vontade de multiplicar conhecimento. Os treinamentos devem ser lúdicos, educativos e motivadores abordando  diversos assuntos da rotina profissional de um Restaurante , motivando e capacitando os funcionários em diferentes assuntos desde o atendimento ao cliente, higiene  manipulação dos alimentos, controle de custo, combate ao desperdício entre outros .

Fonte: http://www.marketingnutricional.com.br/emfoco-foodservice.html#seguranca

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Procedimento Operacional padronizado para Restaurantes – POP

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O procedimento operacional padronizado, também conhecido como POP é um documento que detalha todas as operações necessárias para a realização de uma tarefa dentro de restaurantes e bares com o objetivo de garantir a qualidade e a segurança da produção. Nesta vídeo-aula conheça todos os detalhes sobre este procedimento, como deve ser aplicado e tenha acesso ao modelo do POP disponível em nossa biblioteca virtual.

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Quais os Melhores Sistemas de Exaustão para Cozinhas Industriais?

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A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas estabelece, através da NBR 14518, como devem ser os sistemas de exaustão para cozinhas industriais. Ao precisar implantar um sistema desse tipo, portanto, é necessário encontrar uma empresa especializada, que possa desenvolver o sistema dentro das normas e, além disso, oferecer toda a assistência técnica, seguindo as orientações do projeto e oferecendo o controle ambiental e a segurança necessária para a cozinha industrial e seus trabalhadores.

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Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem atender a todos os princípios e normas regulamentadoras, uma vez que se trata de um ambiente gerador de poluentes, além de ser uma área de riscos iminentes, principalmente de incêndio, que deve ser mantido sob controle, com a utilização de equipamentos específicos.

O ar da cozinha industrial deve ser reciclado, mantendo o conforto das pessoas que ali trabalham, oferecendo também o conforto necessário, no caso de a cozinha industrial ser diretamente ligada ao restaurante, o que exige que os sistemas de exaustão para cozinhas industriais não deixem chegar os odores aos locais interligados, oferecendo um ambiente em condições de uso e de higiene.

Como funcionam os sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem fazer a remoção e o tratamento de vapores e gases provenientes do processo de cocção dos alimentos, livrando o ambiente da fumaça e dos odores, proporcionando renovação constante de ar e mantendo a temperatura da cozinha dentro de limites de conforto térmico.

Dessa forma, o projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais deve ser composto de equipamentos que possam captar, tratar e conduzir os vapores e gases da cozinha para o ambiente externo, enviando-os para a atmosfera depois de tratados, possuindo ainda um sistema de insuflamento do ar externo para o interior, repondo o ar eliminado pelo sistema de exaustão.

O projeto dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem levar em consideração a necessidade de insuflar o ar no ambiente em volume menor do que o eliminado, mantendo sempre o ambiente da cozinha com pressão negativa, o que irá forçar o ar a entrar no ambiente, evitando, desta maneira, a dispersão dos odores dentro da cozinha e em suas áreas adjacentes.

Equipamentos dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais utilizam-se dos seguintes equipamentos:

  • Coifa, ou captor, onde têm início os sistemas de exaustão para cozinhas industriais, sendo instalado sobre os equipamentos de cocção, sugando o ar de toda a área. As coifas podem ser central, ou de ilha, utilizada em áreas onde a cocção é feita no centro da cozinha; coifa de parede, em áreas que exigem essa localização; coifas de aspiração frontal, específica para equipamentos que geram maior quantidade de gordura; coifa wahs-pull, com sistema de lavagens incorporado; ou coifa push-pull, com sistema de insuflamento de ar incorporado, gerando uma cortina de ar em suas extremidades;
  • Rede de dutos para condução dos gases e vapores, que devem ser fabricados em chapas de aço carbono, aço inoxidável ou, em determinados casos, em aço galvanizado;
  • Dumper de regulagem de vazão, instalado para equalização e ajustes de vazão de ar;
  • Dumper corta-fogo, aplicado para prevenir incêndios nos sistemas de exaustão de cozinhas industriais;
  • Exaustor, que é usado para gerar a energia e movimentar o ar, sendo apresentados em dois modelos: o exaustor centrífugo, tipo caracol, que apresenta nível de ruído mais baixo, possui vida longa maior e é de fácil manutenção; e exaustor axial, de carcaça tubular, que deve ser usado com restrições, em sistemas de exaustão e cozinhas industriais mais simples, já que não possui pressão suficiente para eliminar o ar de ambientes maiores. O sistema axial apresenta maior ruído e é de difícil manutenção, não sendo indicado para sistemas de exaustão de gorduras.
  • Caixa de ventilação, usada para insuflamento de ar nos sistemas de exaustão para cozinhas industriais;
  • Equipamentos de tratamento de ar, que fazem o tratamento dos gases, fuligens e vapores antes de descarrega-los na atmosfera;
  • Despoluidores atmosféricos e extratores de gordura, fazendo a retenção e tratamento dos vapores e fuligens antes de dispersá-los na atmosfera. O mais usados são os lavadores, o precipitador eletrostático e os filtros de carvão ativado, que devem ser escolhidos no projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais de acordo com a necessidade de produção.
  • Terminais de descarga, usados para descarga e dissipação dos gases e protegendo contra a entrada de água no sistema;
  • Grelhas e venezianas, aplicadas para insuflamento, exaustão e descarga de ar;
  • Quadro elétrico, que centraliza o comando e proteção dos motores elétricos do sistema;
  • Sistema de extinção de incêndio, geralmente usados em estabelecimentos maiores, como hotéis, shoppings, centros comerciais, onde existe muita movimentação de pessoas e onde se pratica economia múltipla

É importante ter em vista, nos projetos de sistemas de exaustão para cozinhas industriais, que o tamanho dos equipamentos seja respeitado, definidos de acordo com a vazão do sistema, já que a utilização de equipamentos abaixo da capacidade dirá reduzir a eficiência do sistema como um todo.

fonte:https://www.ohub.com.br/

Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

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Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Garanta frituras sempre saborosas

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Oferecer aos clientes frituras sempre crocantes e saborosas exige um certo cuidado com o óleo e com a fritadeira. As frituras do seu restaurante não apresentam uma boa crocância ou um sabor duvidoso após a fritura? Problemas com transbordamento de gordura? Veja algumas dicas de como cuidar bem de sua fritadeira e de como utilizar óleo corretamente para garantir boas frituras.

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Antes da Fritura

– Em fritadeiras elétricas, cobrir a resistência com a gordura previamente líquida, antes de iniciar o aquecimento;
– Fritadeira não deve possuir partes de cobre ou ferro;
– Não posicionar o termostato na posição máxima;
– Escorrer o máximo possível a água dos alimentos, se possível enxugá-los;
– Em alimentos a milanesa, retirar o excesso de farinha de rosca;
– Com alimentos congelados, não deixar que descongelem, adicioná-los diretamente na fritadeira em porções menores para manter a temperatura de fritura;
– Regular o aquecimento, limpeza de bicos em fritadeiras a gás;
– Completar o nível de gordura na fritadeira;

 Durante a Fritura

– Não utilizar temperaturas superiores a 200ºC;
– A quantidade de alimentos adicionada não deve baixar a temperatura em 10°C e o sistema de aquecimento deve estar dimensionado para rápida recuperação da mesma;
– Remover os fragmentos dos alimentos, sempre que visível;
– Não utilizar utensílios de cobre ou ferro;
– Manter nível de gordura na fritadeira;
– Não misturar gordura com óleo;
– Não adicionar sal diretamente na fritadeira ou no cesto de fritura;
– Regular a temperatura da gordura para 60 – 70ºC, enquanto não estiver fritando.

Após Fritura

– Filtrar a gordura com filtro mecânico, ou pano de algodão. Não usar palha de aço ou outros materiais que contenham ferro ou cobre;
– Lavar a fritadeira diariamente com água e detergente. Enxaguar até eliminar resíduos de detergente. Efetuar a mesma recomendação para o sistema de filtragem;
– Abastecer fritadeira com gordura nova e a gordura usada para completar o nível.

Fonte: http://www.sogordura.com.br

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Chopeira self-service? Novidade pode mudar o jeito de beber cerveja

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15072016Apreço pela boa cerveja e profundo conhecimento em tecnologia. Esses dois ingredientes foram fundamentais para os irmãos João e Mateus Bodanese, radicados em Florianópolis, criarem um produto que pretende revolucionar a maneira como os brasileiros degustam e se divertem nas rodas de cerveja. Batizado de myTapp, é um sistema eletrônico capaz de transformar qualquer chopeira em uma máquina self-service. O funcionamento é simples e prático. O consumidor utiliza um cartão pré-pago para desbloquear a máquina e então coloca quanto quer da bebida no copo, sem precisar do garçom.

Essa novidade começou a funcionar há poucos meses, mas já traz resultados. Ao permitir que o consumidor compre apenas aquilo que vai beber, a chopeira eletrônica dá autonomia aos clientes. É possível, por exemplo, servir somente 100 ml. “O controle no consumo individual do self-service conquistou um público novo, que até então conhecia poucas opções de cervejas. O sistema permite que a pessoa deguste vários tipos da bebida até escolher o que mais gosta”, explicou João.

Quando chega ao bar, o cliente coloca um crédito no cartão pré-pago (pode ser um token). Cada vez que ele pegar uma cerveja, vai descontar daquele valor o que ele consumiu. Se serviu 125 ml, paga por isso. A cada copo é possível acompanhar quanto você gastou e qual seu saldo.

Os benefícios da myTapp se estendem para a interação entre os usuários. Nos bares onde o produto vem sendo utilizado percebeu-se claramente como a chopeira eletrônica vira o centro de bate-papo e aproxima desconhecidos. Quem já usa o sistema, por exemplo, se dispõe a ajudar os “novatos”. Além disso, consumidores trocam opiniões sobre os tipos de cerveja disponíveis e fazem recomendações uns aos outros. “Atende muito bem ao público que gosta de ir a bares para ficar em pé, circular no ambiente e conhecer novas pessoas”, explica João.

Ideia inspirada nos Estados UnidosA ideia surgiu em 2014 quando João estava na Califórnia para um mestrado em Engenharia de Automação e Sistemas. Certa noite, ele foi com um amigo a um happy hour e se surpreendeu. Todo o bar funcionava no sistema self-service, com 44 chopeiras eletrônicas.
Na mesma hora, João tirou uma foto e enviou ao irmão Mateus, outro fã de cerveja.

De volta ao Brasil, João juntou forças com o irmão, engenheiro elétrico, no sonho de montar o próprio bar. O primeiro projeto era seguir o conceito americano: um pub todo automatizado. Os irmãos Bodanese iniciaram os estudos de viabilidade. O resultado foi desanimador. Sairia muito caro montar um bar e ainda desenvolver o sistema self-service do zero. Diante da dificuldade, se perguntaram: por que abrir um bar apenas para clientes de Florianópolis se podemos vender a tecnologia para o Brasil inteiro? Então, focaram apenas no desenvolvimento da chopeira eletrônica, acionando seus conhecimentos de tecnologia adquiridos durante a faculdade de engenharia. Os irmãos fundaram a startup myTapp e ganharam a companhia de mais três sócios: Guilherme Lima dos Santos, Thiago Ramos dos Santos  e Renan Torres.

O primeiro protótipo começou a funcionar na cervejaria Bode Brown, de Curitiba. Depois de um período de testes, o produto caiu nas graças dos clientes. A Bode Brown mantém atualmente um contêiner com 20 chopeiras eletrônicas. Em São Paulo, a myTapp  desenvolve parceria com uma grande cervejaria brasileira para popularizar o self-service em todo o país. Ainda em estágio embrionário, o projeto deve ganhar escala a partir de 2017.

A mudança no happy hour

Sucesso já garantido está na chopeira eletrônica instalada na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, local que reúne várias empresas do setor. Por lá tem mesa de sinuca, redes para relaxar, minicopa, pufes, lounge e, desde o início do ano, quatro torneiras da myTapp. O produto confere ainda mais descontração no ambiente corporativo e dá aos funcionários uma nova opção para relaxar. Quem curte essa nova cultura é a publicitária Bruna Pires.

15072016AA chopeira mudou a dinâmica do happy hour e facilitou o convívio entre os colegas. Se antes sempre era preciso organizar um encontro no bar após o expediente, agora basta subir a escada, colocar chope no copo e iniciar a roda de conversa. “Depois de alguma reunião importante, da conquista de um novo parceiro ou de um dia corrido, vamos até lá bater um papo e descansar. É simples, barato e prático”, conta.

O self-service instalado no prédio dá mais autonomia para tomar um chope quando quiser, sem precisar combinar com alguém. “Muitas vezes vou sozinha e se tiver outra pessoa na chopeira começamos a conversar”, diz Bruna.

O uso da máquina, porém, não fica restrito aos encontros fora do expediente. É comum ver reuniões sendo realizadas próximas da myTapp e com copos de chope distribuídos entre laptops e documentos. Sim, cerveja também pode combinar com trabalho.

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Lavadoras de louças para restaurantes são um investimento, não despesas.

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Muitos restaurantes se sentem relutantes na aquisição de máquinas de lavar louças; em sua grande maioria os dois principais motivos são o valor do investimento e o consumo energético. Esta insegurança não se justifica, as lavadoras de louça atuais proporcionam uma grande economia para restaurantes e bares. Veja como seu restaurante pode economizar utilizando uma lava-louças:

 – Não é necessário realizar a pré-lavagem das louças antes de colocar na lava louças.

– Não se atente ao custo da lava-louças, mas sim à economia que ela proporcionará ao seu restaurante. Com uma lava-louças seu estabelecimento é capaz de economizar uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente à esta tarefa, considerando-se a economia com a folha de pagamento, encargos trabalhista e a diminuição da rotatividade de mão de obra o investimento se recupera em um curto espaço de tempo.

– O padrão de higienização da lava-louça garante ciclos rápidos de lavagem e os pratos e talheres serão sempre higienizados na temperatura ideal.

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– Ao contrário do que se pensa, as lavadoras de louças economizam muita água. Algumas lavadoras consomem até menos de um litro de água por ciclo, tarefa que seria completamente impossível de se realizar manualmente com apenas um litro de água. Consequentemente seu empreendimento terá um reflexo direto na economia de água, justificando mais uma vez o investimento.

 14062016A– Mas e os custos com energia elétrica e detergentes? Levando-se em conta toda a economia gerada com mão de obra e consumo de água, a elevação do custo energético não chega a 10% da economia obtida com a lava-louças. Com relação aos detergentes, os preços são bem mais em conta que no passado. Quando as lava-louças chegaram ao Brasil na década de 70, os detergentes eram todos importados, o que tornava bem oneroso lavar louças. Atualmente no Brasil existem vários fabricantes de detergentes, o que colaborou bastante para que possuam preços bem mais acessíveis.

 – Por fim outra economia gerada com a utilização de lava-louças é a quebra de pratos e copos que diminui consideravelmente devido à pouca manipulação por parte dos colaboradores durante a lavagem.

– As lava-louças atuais possuem ciclos de lavagem extremamente rápidos e com capacidades variadas, algumas possuem um ciclo de lavagem de 15 pratos, ou 20 copos ou 150 talheres por minuto. Considerando este ciclo é possível perceber a grande quantidade de utensílio que podem ser higienizados em apenas uma hora de operação.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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