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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

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Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Garanta frituras sempre saborosas

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Oferecer aos clientes frituras sempre crocantes e saborosas exige um certo cuidado com o óleo e com a fritadeira. As frituras do seu restaurante não apresentam uma boa crocância ou um sabor duvidoso após a fritura? Problemas com transbordamento de gordura? Veja algumas dicas de como cuidar bem de sua fritadeira e de como utilizar óleo corretamente para garantir boas frituras.

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Antes da Fritura

– Em fritadeiras elétricas, cobrir a resistência com a gordura previamente líquida, antes de iniciar o aquecimento;
– Fritadeira não deve possuir partes de cobre ou ferro;
– Não posicionar o termostato na posição máxima;
– Escorrer o máximo possível a água dos alimentos, se possível enxugá-los;
– Em alimentos a milanesa, retirar o excesso de farinha de rosca;
– Com alimentos congelados, não deixar que descongelem, adicioná-los diretamente na fritadeira em porções menores para manter a temperatura de fritura;
– Regular o aquecimento, limpeza de bicos em fritadeiras a gás;
– Completar o nível de gordura na fritadeira;

 Durante a Fritura

– Não utilizar temperaturas superiores a 200ºC;
– A quantidade de alimentos adicionada não deve baixar a temperatura em 10°C e o sistema de aquecimento deve estar dimensionado para rápida recuperação da mesma;
– Remover os fragmentos dos alimentos, sempre que visível;
– Não utilizar utensílios de cobre ou ferro;
– Manter nível de gordura na fritadeira;
– Não misturar gordura com óleo;
– Não adicionar sal diretamente na fritadeira ou no cesto de fritura;
– Regular a temperatura da gordura para 60 – 70ºC, enquanto não estiver fritando.

Após Fritura

– Filtrar a gordura com filtro mecânico, ou pano de algodão. Não usar palha de aço ou outros materiais que contenham ferro ou cobre;
– Lavar a fritadeira diariamente com água e detergente. Enxaguar até eliminar resíduos de detergente. Efetuar a mesma recomendação para o sistema de filtragem;
– Abastecer fritadeira com gordura nova e a gordura usada para completar o nível.

Fonte: http://www.sogordura.com.br

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Chopeira self-service? Novidade pode mudar o jeito de beber cerveja

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15072016Apreço pela boa cerveja e profundo conhecimento em tecnologia. Esses dois ingredientes foram fundamentais para os irmãos João e Mateus Bodanese, radicados em Florianópolis, criarem um produto que pretende revolucionar a maneira como os brasileiros degustam e se divertem nas rodas de cerveja. Batizado de myTapp, é um sistema eletrônico capaz de transformar qualquer chopeira em uma máquina self-service. O funcionamento é simples e prático. O consumidor utiliza um cartão pré-pago para desbloquear a máquina e então coloca quanto quer da bebida no copo, sem precisar do garçom.

Essa novidade começou a funcionar há poucos meses, mas já traz resultados. Ao permitir que o consumidor compre apenas aquilo que vai beber, a chopeira eletrônica dá autonomia aos clientes. É possível, por exemplo, servir somente 100 ml. “O controle no consumo individual do self-service conquistou um público novo, que até então conhecia poucas opções de cervejas. O sistema permite que a pessoa deguste vários tipos da bebida até escolher o que mais gosta”, explicou João.

Quando chega ao bar, o cliente coloca um crédito no cartão pré-pago (pode ser um token). Cada vez que ele pegar uma cerveja, vai descontar daquele valor o que ele consumiu. Se serviu 125 ml, paga por isso. A cada copo é possível acompanhar quanto você gastou e qual seu saldo.

Os benefícios da myTapp se estendem para a interação entre os usuários. Nos bares onde o produto vem sendo utilizado percebeu-se claramente como a chopeira eletrônica vira o centro de bate-papo e aproxima desconhecidos. Quem já usa o sistema, por exemplo, se dispõe a ajudar os “novatos”. Além disso, consumidores trocam opiniões sobre os tipos de cerveja disponíveis e fazem recomendações uns aos outros. “Atende muito bem ao público que gosta de ir a bares para ficar em pé, circular no ambiente e conhecer novas pessoas”, explica João.

Ideia inspirada nos Estados UnidosA ideia surgiu em 2014 quando João estava na Califórnia para um mestrado em Engenharia de Automação e Sistemas. Certa noite, ele foi com um amigo a um happy hour e se surpreendeu. Todo o bar funcionava no sistema self-service, com 44 chopeiras eletrônicas.
Na mesma hora, João tirou uma foto e enviou ao irmão Mateus, outro fã de cerveja.

De volta ao Brasil, João juntou forças com o irmão, engenheiro elétrico, no sonho de montar o próprio bar. O primeiro projeto era seguir o conceito americano: um pub todo automatizado. Os irmãos Bodanese iniciaram os estudos de viabilidade. O resultado foi desanimador. Sairia muito caro montar um bar e ainda desenvolver o sistema self-service do zero. Diante da dificuldade, se perguntaram: por que abrir um bar apenas para clientes de Florianópolis se podemos vender a tecnologia para o Brasil inteiro? Então, focaram apenas no desenvolvimento da chopeira eletrônica, acionando seus conhecimentos de tecnologia adquiridos durante a faculdade de engenharia. Os irmãos fundaram a startup myTapp e ganharam a companhia de mais três sócios: Guilherme Lima dos Santos, Thiago Ramos dos Santos  e Renan Torres.

O primeiro protótipo começou a funcionar na cervejaria Bode Brown, de Curitiba. Depois de um período de testes, o produto caiu nas graças dos clientes. A Bode Brown mantém atualmente um contêiner com 20 chopeiras eletrônicas. Em São Paulo, a myTapp  desenvolve parceria com uma grande cervejaria brasileira para popularizar o self-service em todo o país. Ainda em estágio embrionário, o projeto deve ganhar escala a partir de 2017.

A mudança no happy hour

Sucesso já garantido está na chopeira eletrônica instalada na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, local que reúne várias empresas do setor. Por lá tem mesa de sinuca, redes para relaxar, minicopa, pufes, lounge e, desde o início do ano, quatro torneiras da myTapp. O produto confere ainda mais descontração no ambiente corporativo e dá aos funcionários uma nova opção para relaxar. Quem curte essa nova cultura é a publicitária Bruna Pires.

15072016AA chopeira mudou a dinâmica do happy hour e facilitou o convívio entre os colegas. Se antes sempre era preciso organizar um encontro no bar após o expediente, agora basta subir a escada, colocar chope no copo e iniciar a roda de conversa. “Depois de alguma reunião importante, da conquista de um novo parceiro ou de um dia corrido, vamos até lá bater um papo e descansar. É simples, barato e prático”, conta.

O self-service instalado no prédio dá mais autonomia para tomar um chope quando quiser, sem precisar combinar com alguém. “Muitas vezes vou sozinha e se tiver outra pessoa na chopeira começamos a conversar”, diz Bruna.

O uso da máquina, porém, não fica restrito aos encontros fora do expediente. É comum ver reuniões sendo realizadas próximas da myTapp e com copos de chope distribuídos entre laptops e documentos. Sim, cerveja também pode combinar com trabalho.

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Lavadoras de louças para restaurantes são um investimento, não despesas.

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Muitos restaurantes se sentem relutantes na aquisição de máquinas de lavar louças; em sua grande maioria os dois principais motivos são o valor do investimento e o consumo energético. Esta insegurança não se justifica, as lavadoras de louça atuais proporcionam uma grande economia para restaurantes e bares. Veja como seu restaurante pode economizar utilizando uma lava-louças:

 – Não é necessário realizar a pré-lavagem das louças antes de colocar na lava louças.

– Não se atente ao custo da lava-louças, mas sim à economia que ela proporcionará ao seu restaurante. Com uma lava-louças seu estabelecimento é capaz de economizar uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente à esta tarefa, considerando-se a economia com a folha de pagamento, encargos trabalhista e a diminuição da rotatividade de mão de obra o investimento se recupera em um curto espaço de tempo.

– O padrão de higienização da lava-louça garante ciclos rápidos de lavagem e os pratos e talheres serão sempre higienizados na temperatura ideal.

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– Ao contrário do que se pensa, as lavadoras de louças economizam muita água. Algumas lavadoras consomem até menos de um litro de água por ciclo, tarefa que seria completamente impossível de se realizar manualmente com apenas um litro de água. Consequentemente seu empreendimento terá um reflexo direto na economia de água, justificando mais uma vez o investimento.

 14062016A– Mas e os custos com energia elétrica e detergentes? Levando-se em conta toda a economia gerada com mão de obra e consumo de água, a elevação do custo energético não chega a 10% da economia obtida com a lava-louças. Com relação aos detergentes, os preços são bem mais em conta que no passado. Quando as lava-louças chegaram ao Brasil na década de 70, os detergentes eram todos importados, o que tornava bem oneroso lavar louças. Atualmente no Brasil existem vários fabricantes de detergentes, o que colaborou bastante para que possuam preços bem mais acessíveis.

 – Por fim outra economia gerada com a utilização de lava-louças é a quebra de pratos e copos que diminui consideravelmente devido à pouca manipulação por parte dos colaboradores durante a lavagem.

– As lava-louças atuais possuem ciclos de lavagem extremamente rápidos e com capacidades variadas, algumas possuem um ciclo de lavagem de 15 pratos, ou 20 copos ou 150 talheres por minuto. Considerando este ciclo é possível perceber a grande quantidade de utensílio que podem ser higienizados em apenas uma hora de operação.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Quanto investir para montar um restaurante?

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A primeira pergunta feita por todo empreendedor que planeja montar um restaurante ou bar é: Quanto investir para montar um restaurante?.

A princípio todos querem uma resposta imediata para sanar esta dúvida e descobrir se os recursos financeiros que possuem será suficiente para bancar o investimento, mas a resposta para este questionamento exigirá um pouco mais de esforço para que a decisão de montar ou não um empreendimento gastronômico seja tomada.

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 O primeiro passo a ser tomado é elaborar um Plano de Negócios. Não pense que um Plano de Negócios é um relatório de alta complexidade feito apenas por grandes executivos. Você é completamente capaz de preencher um plano de negócios. Mas afinal, porque fazer um plano de negócios? É no plano de negócio que você fará o levantamento completo do modelo do negócio que pretende montar e poderá extrair informações valiosas ao concluí-lo.

Primeiramente devemos detalhar como é o empreendimento que desejamos montar, que tipo de serviço irá oferecer, como será a infra-estrutura do local, a equipe de colaboradores, os equipamentos, a decoração, o cardápio, a reforma, o enxoval, os móveis e por aí vai. Neste primeiro cenário, as ideias podem tomar asas e em seguida ir para o papel.

Com o conceito inicial do empreendimento no papel vamos partir para a realidade e levantar todas as informações sólidas de que precisamos para saber se o empreendimento dos seus sonhos pode ser colocado em prática ou se necessitará de alguns ajustes.

Comece pesquisando os imóveis na área onde pretende montar seu empreendimento e obtenha os valores médios de aluguéis, pois eles terão grande impacto na sua despesa fixa mensal, exceto se você pretende adquirir um imóvel, neste caso o valor de aquisição terá uma parcela significativa no investimento inicial.

Defina um cardápio, mesmo que de forma primordial para levantar os tipos de cocções que o estabelecimento necessitará. Frituras, assados, grelhados, churrascos, caldos, etc. Tudo terá influencia direta quando for realizar orçamento de equipamentos e utensílios. Por falar em equipamentos, evite trabalhar com estimativas, esta é hora de arregaçar as mangas e fazer orçamentos in loco. Visite lojas do setor, faça um levantamento de preços, sonde sobre a qualidade dos utensílios, móveis e equipamentos.

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A reforma é outra parte fundamental que terá participação direta no capital de investimento. Reforma não é feita só de pintura. Em muitos casos paredes serão removidas, o encanamento e a parte elétrica necessitarão sofrer adaptações, portas, pisos, dentre vários outros quesitos precisam da reforma precisam se adequar ao seu orçamento.

Há itens que passam despercebidos pelos marinheiros de primeira viagem, por isso pesquisar bastante sobre o tema é fundamental. Caso o imóvel onde se pretende montar o restaurante não tenha sido um anteriormente, será necessário realizar adaptações específicas para o imóvel como instalação de coifas, ar condicionado, acesso para deficientes, banheiros para dois gêneros dentre outros.

Por fim, um dos mais importantes, mas desprezados por empreendedores de primeira viagem é o capital de giro necessário para manter o estabelecimento por pelo menos de 3 a 6 meses. Estabelecimentos recém-inaugurados, nem sempre atingem o ponto de equilíbrio nos dois primeiros meses, mas é preciso possuir um capital de giro suficiente para manter os funcionários e repor os estoques.

Seguindo estes passos você terá uma ótima oportunidade de iniciar um empreendimento que esteja dentro da sua realidade orçamentária com grandes chances de se tornar um negócio sólido num curto espaço de tempo.

fonte: http://www.gestaoderestaurantes.com.br

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”

Tempos de cozinha eficiente

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É indiscutível que cozinhar hoje em dia é mais prático e simples do que na época do nascimento do que chamamos de gastronomia.

05102015

Talvez, para muitos, já seja até impossível imaginar a cozinha sem algumas soluções utilizadas atualmente no dia a dia e que não estavam disponíveis há alguns anos, como os fornos combinados, as grelhas elétricas, fritadeiras automatizadas e, por que não, os famosos fornos micro-ondas.

Além da evolução na parte de equipamentos, com o desenvolvimento do mercado, outras facilidades e soluções surgiram também na parte de insumos e matérias-primas. Aumentaram as opções de fornecedores e a indústria passou a olhar de forma diferente o mercado, deixando de diferenciar o segmento apenas pelo tamanho das embalagens.

No entanto, ainda vemos as cozinhas de boa parte dos restaurantes utilizando pouco a gama de possibilidades e soluções que o mercado oferece e é comum presenciar equipes investindo horas no preparo de produtos que levariam 20 por cento do tempo para serem produzidos com a utilização de outros equipamentos, ingredientes pré-porcionados ou higienizados, soluções industrializadas etc. Muitos estão em 2015 cozinhando como se estivessem na idade média.

As justificativas são sempre as mesmas: diferença de custo e de qualidade. Mas será que os operadores e proprietários fazem a conta de quanto investem em estrutura de pessoas e horas de trabalho no formato de trabalho atual e o quanto isto impacta na estrutura de custo do negócio? E o quanto a qualidade, adotada como argumento, é comprometida, considerando que a queda no nível de qualificação técnica e o “turnover” são duas realidades presentes de forma mais expressiva do que nunca no nosso negócio?

A tendência, no entanto, é de que o tempo e a necessidade acabarão impondo mudanças na forma de trabalho, como já ocorreu em outros setores como a panificação e a confeitaria.

Para a indústria, o momento pode ser de oportunidade, não de incremento médio de venda e volumes por cliente, mas de crescimento da base de clientes em decorrência desta teórica e momentânea pré-disposição do mercado em mudar as coisas e conhecer novas possibilidades para melhorar o resultado.

Em mercados mais tradicionais e berço das grandes tradições gastronômicas não é difícil encontrar um chef utilizando batata congelada, bases de molhos prontas e condimentos industrializados. Isso porque provavelmente o Glamour e a qualidade não necessariamente estejam nas rotinas de descascar batatas, torrar ossos e picar condimentos como alguns ainda acreditam.

Pense nisso.

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