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Chopeira self-service? Novidade pode mudar o jeito de beber cerveja

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15072016Apreço pela boa cerveja e profundo conhecimento em tecnologia. Esses dois ingredientes foram fundamentais para os irmãos João e Mateus Bodanese, radicados em Florianópolis, criarem um produto que pretende revolucionar a maneira como os brasileiros degustam e se divertem nas rodas de cerveja. Batizado de myTapp, é um sistema eletrônico capaz de transformar qualquer chopeira em uma máquina self-service. O funcionamento é simples e prático. O consumidor utiliza um cartão pré-pago para desbloquear a máquina e então coloca quanto quer da bebida no copo, sem precisar do garçom.

Essa novidade começou a funcionar há poucos meses, mas já traz resultados. Ao permitir que o consumidor compre apenas aquilo que vai beber, a chopeira eletrônica dá autonomia aos clientes. É possível, por exemplo, servir somente 100 ml. “O controle no consumo individual do self-service conquistou um público novo, que até então conhecia poucas opções de cervejas. O sistema permite que a pessoa deguste vários tipos da bebida até escolher o que mais gosta”, explicou João.

Quando chega ao bar, o cliente coloca um crédito no cartão pré-pago (pode ser um token). Cada vez que ele pegar uma cerveja, vai descontar daquele valor o que ele consumiu. Se serviu 125 ml, paga por isso. A cada copo é possível acompanhar quanto você gastou e qual seu saldo.

Os benefícios da myTapp se estendem para a interação entre os usuários. Nos bares onde o produto vem sendo utilizado percebeu-se claramente como a chopeira eletrônica vira o centro de bate-papo e aproxima desconhecidos. Quem já usa o sistema, por exemplo, se dispõe a ajudar os “novatos”. Além disso, consumidores trocam opiniões sobre os tipos de cerveja disponíveis e fazem recomendações uns aos outros. “Atende muito bem ao público que gosta de ir a bares para ficar em pé, circular no ambiente e conhecer novas pessoas”, explica João.

Ideia inspirada nos Estados UnidosA ideia surgiu em 2014 quando João estava na Califórnia para um mestrado em Engenharia de Automação e Sistemas. Certa noite, ele foi com um amigo a um happy hour e se surpreendeu. Todo o bar funcionava no sistema self-service, com 44 chopeiras eletrônicas.
Na mesma hora, João tirou uma foto e enviou ao irmão Mateus, outro fã de cerveja.

De volta ao Brasil, João juntou forças com o irmão, engenheiro elétrico, no sonho de montar o próprio bar. O primeiro projeto era seguir o conceito americano: um pub todo automatizado. Os irmãos Bodanese iniciaram os estudos de viabilidade. O resultado foi desanimador. Sairia muito caro montar um bar e ainda desenvolver o sistema self-service do zero. Diante da dificuldade, se perguntaram: por que abrir um bar apenas para clientes de Florianópolis se podemos vender a tecnologia para o Brasil inteiro? Então, focaram apenas no desenvolvimento da chopeira eletrônica, acionando seus conhecimentos de tecnologia adquiridos durante a faculdade de engenharia. Os irmãos fundaram a startup myTapp e ganharam a companhia de mais três sócios: Guilherme Lima dos Santos, Thiago Ramos dos Santos  e Renan Torres.

O primeiro protótipo começou a funcionar na cervejaria Bode Brown, de Curitiba. Depois de um período de testes, o produto caiu nas graças dos clientes. A Bode Brown mantém atualmente um contêiner com 20 chopeiras eletrônicas. Em São Paulo, a myTapp  desenvolve parceria com uma grande cervejaria brasileira para popularizar o self-service em todo o país. Ainda em estágio embrionário, o projeto deve ganhar escala a partir de 2017.

A mudança no happy hour

Sucesso já garantido está na chopeira eletrônica instalada na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, local que reúne várias empresas do setor. Por lá tem mesa de sinuca, redes para relaxar, minicopa, pufes, lounge e, desde o início do ano, quatro torneiras da myTapp. O produto confere ainda mais descontração no ambiente corporativo e dá aos funcionários uma nova opção para relaxar. Quem curte essa nova cultura é a publicitária Bruna Pires.

15072016AA chopeira mudou a dinâmica do happy hour e facilitou o convívio entre os colegas. Se antes sempre era preciso organizar um encontro no bar após o expediente, agora basta subir a escada, colocar chope no copo e iniciar a roda de conversa. “Depois de alguma reunião importante, da conquista de um novo parceiro ou de um dia corrido, vamos até lá bater um papo e descansar. É simples, barato e prático”, conta.

O self-service instalado no prédio dá mais autonomia para tomar um chope quando quiser, sem precisar combinar com alguém. “Muitas vezes vou sozinha e se tiver outra pessoa na chopeira começamos a conversar”, diz Bruna.

O uso da máquina, porém, não fica restrito aos encontros fora do expediente. É comum ver reuniões sendo realizadas próximas da myTapp e com copos de chope distribuídos entre laptops e documentos. Sim, cerveja também pode combinar com trabalho.

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Lavadoras de louças para restaurantes são um investimento, não despesas.

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Muitos restaurantes se sentem relutantes na aquisição de máquinas de lavar louças; em sua grande maioria os dois principais motivos são o valor do investimento e o consumo energético. Esta insegurança não se justifica, as lavadoras de louça atuais proporcionam uma grande economia para restaurantes e bares. Veja como seu restaurante pode economizar utilizando uma lava-louças:

 – Não é necessário realizar a pré-lavagem das louças antes de colocar na lava louças.

– Não se atente ao custo da lava-louças, mas sim à economia que ela proporcionará ao seu restaurante. Com uma lava-louças seu estabelecimento é capaz de economizar uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente à esta tarefa, considerando-se a economia com a folha de pagamento, encargos trabalhista e a diminuição da rotatividade de mão de obra o investimento se recupera em um curto espaço de tempo.

– O padrão de higienização da lava-louça garante ciclos rápidos de lavagem e os pratos e talheres serão sempre higienizados na temperatura ideal.

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– Ao contrário do que se pensa, as lavadoras de louças economizam muita água. Algumas lavadoras consomem até menos de um litro de água por ciclo, tarefa que seria completamente impossível de se realizar manualmente com apenas um litro de água. Consequentemente seu empreendimento terá um reflexo direto na economia de água, justificando mais uma vez o investimento.

 14062016A– Mas e os custos com energia elétrica e detergentes? Levando-se em conta toda a economia gerada com mão de obra e consumo de água, a elevação do custo energético não chega a 10% da economia obtida com a lava-louças. Com relação aos detergentes, os preços são bem mais em conta que no passado. Quando as lava-louças chegaram ao Brasil na década de 70, os detergentes eram todos importados, o que tornava bem oneroso lavar louças. Atualmente no Brasil existem vários fabricantes de detergentes, o que colaborou bastante para que possuam preços bem mais acessíveis.

 – Por fim outra economia gerada com a utilização de lava-louças é a quebra de pratos e copos que diminui consideravelmente devido à pouca manipulação por parte dos colaboradores durante a lavagem.

– As lava-louças atuais possuem ciclos de lavagem extremamente rápidos e com capacidades variadas, algumas possuem um ciclo de lavagem de 15 pratos, ou 20 copos ou 150 talheres por minuto. Considerando este ciclo é possível perceber a grande quantidade de utensílio que podem ser higienizados em apenas uma hora de operação.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Quanto investir para montar um restaurante?

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A primeira pergunta feita por todo empreendedor que planeja montar um restaurante ou bar é: Quanto investir para montar um restaurante?.

A princípio todos querem uma resposta imediata para sanar esta dúvida e descobrir se os recursos financeiros que possuem será suficiente para bancar o investimento, mas a resposta para este questionamento exigirá um pouco mais de esforço para que a decisão de montar ou não um empreendimento gastronômico seja tomada.

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 O primeiro passo a ser tomado é elaborar um Plano de Negócios. Não pense que um Plano de Negócios é um relatório de alta complexidade feito apenas por grandes executivos. Você é completamente capaz de preencher um plano de negócios. Mas afinal, porque fazer um plano de negócios? É no plano de negócio que você fará o levantamento completo do modelo do negócio que pretende montar e poderá extrair informações valiosas ao concluí-lo.

Primeiramente devemos detalhar como é o empreendimento que desejamos montar, que tipo de serviço irá oferecer, como será a infra-estrutura do local, a equipe de colaboradores, os equipamentos, a decoração, o cardápio, a reforma, o enxoval, os móveis e por aí vai. Neste primeiro cenário, as ideias podem tomar asas e em seguida ir para o papel.

Com o conceito inicial do empreendimento no papel vamos partir para a realidade e levantar todas as informações sólidas de que precisamos para saber se o empreendimento dos seus sonhos pode ser colocado em prática ou se necessitará de alguns ajustes.

Comece pesquisando os imóveis na área onde pretende montar seu empreendimento e obtenha os valores médios de aluguéis, pois eles terão grande impacto na sua despesa fixa mensal, exceto se você pretende adquirir um imóvel, neste caso o valor de aquisição terá uma parcela significativa no investimento inicial.

Defina um cardápio, mesmo que de forma primordial para levantar os tipos de cocções que o estabelecimento necessitará. Frituras, assados, grelhados, churrascos, caldos, etc. Tudo terá influencia direta quando for realizar orçamento de equipamentos e utensílios. Por falar em equipamentos, evite trabalhar com estimativas, esta é hora de arregaçar as mangas e fazer orçamentos in loco. Visite lojas do setor, faça um levantamento de preços, sonde sobre a qualidade dos utensílios, móveis e equipamentos.

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A reforma é outra parte fundamental que terá participação direta no capital de investimento. Reforma não é feita só de pintura. Em muitos casos paredes serão removidas, o encanamento e a parte elétrica necessitarão sofrer adaptações, portas, pisos, dentre vários outros quesitos precisam da reforma precisam se adequar ao seu orçamento.

Há itens que passam despercebidos pelos marinheiros de primeira viagem, por isso pesquisar bastante sobre o tema é fundamental. Caso o imóvel onde se pretende montar o restaurante não tenha sido um anteriormente, será necessário realizar adaptações específicas para o imóvel como instalação de coifas, ar condicionado, acesso para deficientes, banheiros para dois gêneros dentre outros.

Por fim, um dos mais importantes, mas desprezados por empreendedores de primeira viagem é o capital de giro necessário para manter o estabelecimento por pelo menos de 3 a 6 meses. Estabelecimentos recém-inaugurados, nem sempre atingem o ponto de equilíbrio nos dois primeiros meses, mas é preciso possuir um capital de giro suficiente para manter os funcionários e repor os estoques.

Seguindo estes passos você terá uma ótima oportunidade de iniciar um empreendimento que esteja dentro da sua realidade orçamentária com grandes chances de se tornar um negócio sólido num curto espaço de tempo.

fonte: http://www.gestaoderestaurantes.com.br

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”

Tempos de cozinha eficiente

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É indiscutível que cozinhar hoje em dia é mais prático e simples do que na época do nascimento do que chamamos de gastronomia.

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Talvez, para muitos, já seja até impossível imaginar a cozinha sem algumas soluções utilizadas atualmente no dia a dia e que não estavam disponíveis há alguns anos, como os fornos combinados, as grelhas elétricas, fritadeiras automatizadas e, por que não, os famosos fornos micro-ondas.

Além da evolução na parte de equipamentos, com o desenvolvimento do mercado, outras facilidades e soluções surgiram também na parte de insumos e matérias-primas. Aumentaram as opções de fornecedores e a indústria passou a olhar de forma diferente o mercado, deixando de diferenciar o segmento apenas pelo tamanho das embalagens.

No entanto, ainda vemos as cozinhas de boa parte dos restaurantes utilizando pouco a gama de possibilidades e soluções que o mercado oferece e é comum presenciar equipes investindo horas no preparo de produtos que levariam 20 por cento do tempo para serem produzidos com a utilização de outros equipamentos, ingredientes pré-porcionados ou higienizados, soluções industrializadas etc. Muitos estão em 2015 cozinhando como se estivessem na idade média.

As justificativas são sempre as mesmas: diferença de custo e de qualidade. Mas será que os operadores e proprietários fazem a conta de quanto investem em estrutura de pessoas e horas de trabalho no formato de trabalho atual e o quanto isto impacta na estrutura de custo do negócio? E o quanto a qualidade, adotada como argumento, é comprometida, considerando que a queda no nível de qualificação técnica e o “turnover” são duas realidades presentes de forma mais expressiva do que nunca no nosso negócio?

A tendência, no entanto, é de que o tempo e a necessidade acabarão impondo mudanças na forma de trabalho, como já ocorreu em outros setores como a panificação e a confeitaria.

Para a indústria, o momento pode ser de oportunidade, não de incremento médio de venda e volumes por cliente, mas de crescimento da base de clientes em decorrência desta teórica e momentânea pré-disposição do mercado em mudar as coisas e conhecer novas possibilidades para melhorar o resultado.

Em mercados mais tradicionais e berço das grandes tradições gastronômicas não é difícil encontrar um chef utilizando batata congelada, bases de molhos prontas e condimentos industrializados. Isso porque provavelmente o Glamour e a qualidade não necessariamente estejam nas rotinas de descascar batatas, torrar ossos e picar condimentos como alguns ainda acreditam.

Pense nisso.

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COMO ESCOLHER A CADEIRA IDEAL PARA RESTAURANTES E BARES

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Para receber bem seus clientes boas cadeiras e mesas são itens fundamentais. Elas são importantes para aumentar o nível de satisfação que podemos proporcionar. Sua escolha merece ser feita com cuidado e seguindo critérios que auxiliem a fazer a opção certa.

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CADEIRA É CADEIRA… NÃO É?

Uma cadeira projetada e construída para o uso residencial possivelmente estará muito danificada em poucos meses de uso profissional. As cadeiras e mesas em ambientes profissionais são submetidas a exigências muito mais severas. São arrastadas com peso sobre elas, batidas e usadas intensiva e continuamente. Em contrapartida uma cadeira feita para uso profissional terá uma enorme durabilidade se usada em uma residência. Em um restaurante o tempo de uso de uma cadeira pode chegar a até 2500 horas/ano ou 1500% a mais que em uso residencial.

Fica mais fácil então entender por que as cadeiras residenciais e as profissionais são produtos totalmente diferentes, apesar de que ambas em princípio servem apenas para sentar.

Respondendo a pergunta:

— Não, cadeiras não são todas iguais!

• E agora, qual é a melhor?

• Como acertar no momento da definição do investimento nestes equipamentos?

Relacionamos em seguida algumas características de ordem prática, que podem orientar a melhor compra de cadeiras para restaurantes e bares.

1. QUALIDADE

A escolha das cadeiras e mesas deve assegurar que não seja necessário fechar o salão para reforma dos móveis durante um bom tempo. Parar seu salão de atendimento apenas um ano após sua instalação por que o mobiliário deve ser reformado significa prejuízo. Avaliar a relação “Custo X Benefício” durante o processo de escolha das cadeiras é muito importante.

2. A MATÉRIA PRIMA

Materiais resistentes como a madeira maciça devem ser preferidos, pois com o adequado acabamento ela tem uma grande durabilidade. Uma boa cadeira em madeira, com os cuidados devidos, tem uma excelente vida útil. O aço é uma outra opção, mas que perde para a madeira por não oferecer o charme e a sensação de conforto dos móveis em madeira. Em ambientes quimicamente agressivos, úmidos ou litorâneos o aço se degrada rapidamente, diminuindo muito a durabilidade do investimento. A madeira é um material nobre e resistente, e sua boa aparência depende de como for feito o acabamento.

3. ACABAMENTO E MANUTENÇÃO

O tipo de material e acabamentos usados na fabricação são importantes para maior facilidade na manutenção. Para diminuir os custos algumas empresas fazem o acabamento da madeira com produtos mais baratos à base de nitrocelulose. Isto diminui o custo de produção, e consequentemente o preço de venda, mas diminui também a vida-útil da cadeira e aumenta ainda o custo de manutenção. Cadeiras e mesas pintadas com produtos à base de nitrocelulose tendem a apresentar manchas esbranquiçadas principalmente nos pés devido ao contato com a umidade e produtos de limpeza.

Cadeiras profissionais devem ser fabricadas com materiais mais duráveis, diminuindo o custo operacional. Sua pintura deve ser feita preferencialmente com produtos à base de poliuretano ou poliester, mais resistentes ao desgaste e ao ataque de produtos químicos.

4. RENOVAÇÃO DOS AMBIENTES

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O design dos ambientes de atendimento é um importante elemento à serviço do marketing e do processo de venda. Quando uma empresa não renova suas instalações perde mercado com isso. A renovação em ambientes comerciais não deve ser encarada como custo, mas sim como investimento em um importante canal de comunicação com seus clientes. Os móveis devem ter uma durabilidade adequada, para que a melhor relação custo/benefício seja alcançada.

Em um estabelecimento em que a decoração seja refeita por exemplo a cada dez anos é adequado que a primeira renovação parcial do acabamento dos móveis seja feita após de 3 a 5 anos, contemplando trocas de tecidos, repinturas, etc.

A “longevidade” da decoração de um ambiente varia conforme as características do empreendimento e deve ser feita preferencialmente com a orientação de um arquiteto ou designer de interiores.

5. DESIGN DE INTERIORES

Sóbria, clássica, alegre, jovem, típica, temática, etc, a arquitetura de interiores de um restaurante deve estar em sintonia com a proposta de marketing e o seu público alvo.

Na escolha das cadeiras não é diferente, o design das cadeiras deve estar em sintonia com a proposta de ambientação e design do salão.

6. CONFORTO

Maior conforto significa clientes mais satisfeitos. Se o cliente permanecer mais tempo sentado à mesa, este tempo adicional vai repercutir no aumento do consumo e do faturamento do empreendimento; então o conforto é fundamental.

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7. ANTROPOMETRIA CORRETA

A Antropometria e a Ergonometria estudam as relações de medidas do corpo humano, e dão subsídios para o design dos produtos funcionais. Apenas 1 ou 2 cm de diferença na altura ou um grau de erro na inclinação do espaldar pode ser a diferença entre uma cadeira confortável ou não. Projetos de qualidade são os passos iniciais para se produzir móveis de qualidade.

A ideia de que cadeiras com braço ocupam mais espaço do que as sem braço é errada. O espaço para cada pessoa à mesa deve ser de 70 a 85cm, independentemente do modelo de cadeira, salvo sejam usadas cadeiras muito largas.

8. MOBILIDADE

A mobilidade é uma qualidade fundamental para que uma cadeira além de bonita seja “facilitadora” das atividades de hotelaria, gastronomia e eventos. A cadeira deve ser resistente, o que não significa que se possa dobrar a espessura de seus componentes para conseguir a resistência necessária, ou corre-se o risco de criar cadeiras que somente os super-heróis possam levantar. Devem ser leves o suficiente para que se possa levantar apenas com uma mão.

9. FACILIDADE DE PEGA

Para que esta mobilidade possa estar assegurada, além do peso moderado o design deve prever abertura para encaixar a mão no espaldar. Modelos de cadeiras em que se necessita das duas mão para levantar devem ser evitados em ambientes profissionais.

10. PERNAS COM AVANÇO MODERADO

Tropeçar na perna de uma cadeira ao passar ao seu lado é muito desagradável. Quando isso acontece com muita frequência com um determinado modelo de cadeira pode haver exagero no avanço das pernas em relação as dimensões do espaldar ou do assento, o design está errado. Mas o avanço bem dosado tem uma importante função, que é a de conferir maior estabilidade, evitando virar para os lados e principalmente para trás quando o usuário se inclina apoiando a cadeira apenas nas pernas anteriores.

11. EMPILHABILIDADE

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No dia-a-dia da hotelaria e da gastronomia o lay-out do salão muda frequentemente. A opção por cadeiras empilháveis é estratégica, por facilitar muito a operação cotidiana destes salões.

O empilhamento pode ser diretamente no chão ou em plataformas com rodízios. Existem modelos de carrinhos e plataformas com piso inclinado e apoio lateral, que aumenta a quantidade de cadeiras por pilha.

 

 

 

12. ESTOFADAS OU NÃO?

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Entre as técnicas de design de cadeiras existe o conceito de “conforto duro”, que oferece conforto ao usuário por meio de um projeto criterioso com o uso inteligente dos parâmetros antropométricos. Em gastronomia pode-se aplicar cadeiras não estofadas em estabelecimentos para refeições rápidas como cafés ou fast-foods. Entretanto estes critérios podem ser revistos quando o café tem como proposta oferecer acesso a web por Wi-Fi ou quando estiver instalado em uma livraria. Em restaurantes e hotéis um modelo de cadeira com assento estofado é a melhor escolha, pois seus ambientes são projetados para tempos de permanência maiores. O estofamento no espaldar da cadeira é uma questão diretamente relacionada ao projeto de interiores e estilo pretendido.

13. CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS

Estatisticamente se observa que o peso das pessoas está aumentando ano após ano, e todo estabelecimento deve estar preparado para receber pessoas maiores. Assim, quando a linha de design de interiores do seu salão pedir cadeiras com braço, é conveniente que algumas cadeiras sem braço estejam disponíveis também, livrando assim clientes maiores do constrangimento de ficarem presos entre os braços da cadeira ao se levantar. Uma cadeira dedicada para uso profissional deve estar preparada para clientes com peso maior que a média. Devendo ser dimensionadas para pesos próximos a 150kg sem que haja riscos de acidentes.

14. DIMENSIONAMENTO

A circulação entre as cadeiras e mesas deve ser adequada para a maior eficiência de um salão de restaurante, hotel ou centro de eventos. Para que os clientes e a equipe de atendimento possam circular com facilidade, evitando acidentes e congestionamentos. Em ambientes mais sofisticados circulações maiores agregam valor ao ambiente.

15. SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade econômica das empresas está cada vez mais associada à sustentabilidade ambiental e social com que atua. O “marketing verde” é uma tendência em expansão. Quando uma empresa opta por desenvolver as suas atividades com respeito ao meio ambiente, ela está cumprindo o seu papel social, mas está também comunicando aos seus clientes que é ambientalmente responsável, e à partir deste momento passa a ser considerada pelo consumidor de forma especial.

16. MADEIRA ECOLÓGICA

O aumento na produção de móveis em madeira proveniente de plantio ambientalmente correto contribui para a redução do aquecimento global. O uso destes tipos de madeiras, como o eucalipto por exemplo, resulta na diminuição da exploração das florestas nativas, e consequentemente num significativo aumento do número de novas florestas em crescimento no planeta.

Para crescer as árvores consomem o dióxido de carbono disponível na atmosfera. A madeira é composta em média por 49% de carbono e assim o uso de produtos em madeira é uma forma eficiente de se fazer o “sequestro de carbono”. Enquanto para produzir plásticos e metais se utiliza energia elétrica e/ou combustíveis fósseis, para produzir madeira a natureza utiliza a abundante e limpa energia solar, responsável pela fotossíntese nas árvores. Os “Selos Verdes”, como o FSC (Forest Stewardship Council), emitidos por ONGs e instituições ambientais certificam a origem da madeira provenientes de manejo sustentável, e outros produtos ecologicamente corretos.

Se a idéia é adotar uma postura ecologicamente correta em um estabelecimento, o mobiliário deve ser produzido com madeira certificada, e para cadeiras uso profissional madeiras macias como o pinus devem ser evitadas, pois com o uso prolongado este material tende a apresentar problemas nos encaixes das peças. Espécies mais duras como o eucalipto são mais adequadas.

Fonte: http://www.movelariaparanista.com.br/

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Quer automatizar seu negócio? Leia antes o manual sobre as soluções fiscais em seu estado.

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A AFRAC (Associação Brasileira de Automação Comercial)  elaborou um manual que traz diversos esclarecimentos sobre as soluções fiscais em todo o brasil. Para quem pretende automatizar seu restaurante, bar ou lanchonete vale conhecer detalhadamente como funciona a automação comercial no seu estado e quais os direitos e obrigações para o seu negócio. Para fazer o download do manual basta clicar aqui.

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4 Dicas para montar uma cozinha industrial

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Diversos ramos de negócio dependem de uma cozinha industrial de alta qualidade. É o caso de restaurantes, hotéis e muitos outros tipos de empreendimentos.

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Diversos ramos de negócio dependem de uma cozinha industrial de alta qualidade. É o caso de restaurantes, hotéis e muitos outros tipos de empreendimentos. Com uma estrutura adequada, é possível ter mais sucesso ao preparar, armazenar e oferecer produtos alimentícios. Por isso, preparamos 4 dicas para montar uma cozinha industrial adequada e eficaz.

Veja 4 dicas para montar uma cozinha industrial

1. Documentação necessária para funcionar

Além de escolher um local estratégico no ambiente, a cozinha industrial deve funcionar apenas depois que você conseguir os documentos necessários, como alvará ambiental, alvará dos bombeiros e alvará de funcionamento. Dessa forma, você poderá se dedicar a outras etapas da montagem da sua cozinha industrial, sem se preocupar com possíveis problemas legais.

Para evitar qualquer tipo de transtorno, faça o que estiver ao seu alcance para garantir que a cozinha industrial do seu negócio seja capaz de produzir alimentos com bastante higiene, sem deixar de lado a qualidade, a produtividade e a funcionalidade do local.

2. Projeto elaborado de modo organizado

Ao montar uma cozinha industrial, você precisa criar um projeto elaborado com o máximo de organização, começando pelo trabalho de engenheiros e arquitetos, que possam desenvolver projetos considerando todas as necessidades do negócio, inclusive levando em conta o orçamento disponível. Se a sua situação financeira estiver apertada e o tempo para terminar não for o suficiente, é melhor adiar o começo da obra, com a finalidade de esperar pelo momento mais propício para uma montagem que proporcione resultados melhores.

Em geral, os profissionais responsáveis pelo projeto devem analisar questões como a demanda, a partir de uma estimativa da clientela do negócio, além do fluxo de processos que serão aplicados na cozinha industrial e o tipo de refeição que fará parte da produção e da distribuição. Assim, é possível projetar o ambiente mais adequado, bem como os equipamentos e todos os outros itens necessários para o funcionamento desejado.

3. Design prático

Ao criar o design da sua cozinha industrial, você deve dar prioridade à praticidade, afinal de contas, sem um layout que permita a fácil circulação de pessoas, dificilmente os resultados atingirão seus objetivos. Além disso, o layout do ambiente deve considerar todas as práticas que serão aplicadas no ambiente, com o intuito de simplificar e agilizar os processos. Uma cozinha ambiental não deve, por exemplo, fazer com que os funcionários permaneçam sempre no mesmo lugar.

Outra recomendação diz respeito à localização do lixo, visto que as lixeiras não devem estar posicionadas muito perto de onde os alimentos ficam armazenados ou onde são preparados para consumo. E nada de deixar fornos e fogões perto dos refrigeradores.

Para garantir um ambiente funcional e com menos riscos para a segurança dos trabalhadores, é essencial optar por pisos antiderrapantes, o que é uma medida de prevenção contra eventuais escorregões, além de tornar a limpeza mais eficiente.  E já que estamos falando sobre limpeza, não se esqueça de manter uma distância entre a comida e os materiais usados para limpar o local.

Outras precauções incluem o uso de sinalizadores, para avisar quando pisos estiverem molhados, e proteção de lâmpadas, que precisam conter globos, uma vez que resíduos não podem cair nos alimentos caso uma das lâmpadas estoure.

4. Escolha de equipamentos de ótima qualidade

É fundamental que os equipamentos escolhidos sejam de ótima qualidade. Alguns dos equipamentos mais comuns e mais usados em cozinhas industriais são: geladeiras, armários, coifas e pass through, os quais são colocados entre o fogão e a prateleira onde os alimentos ficam devidamente conservados até que sejam levados por garçons.

Para finalizar, avalie o seu orçamento e considere todos os itens acima na hora de investir o seu dinheiro ao montar uma cozinha industrial.

Fonte: http://www.industriahoje.com.br/

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