estoque

Restaurantes agregam valor à venda do vinho em taça utilizando métodos inovadores; conheça a nova opção

Postado em Atualizado em

14042015B

O cara entra em um restaurante e pede uma taça de vinho. Quem pensou que isso seria uma piada está perdoado. Pedir uma taça de vinho em muitos restaurantes sempre pareceu algo engraçado, pelo menos entre os aficionados por vinho. Rótulos comuns que custam escandalosamente caro fazem com que no geral seja mais econômico pedir uma garrafa inteira em vez de duas ou três taças, mesmo que a pessoa vá beber pouco.

Nos restaurantes que levam o vinho bastante a sério, no entanto, métodos que facilitam a venda de vinho em taça evoluíram a um ritmo vertiginoso na última década, oferecendo aos clientes muito mais opções do que os onipresentes chardonnay e pinot grigio.

Apesar de pedir vinhos servidos em taça quase nunca valer a pena estritamente no sentido monetário, os sommeliers têm procurado maneiras de agregar valor a essa opção. Mais e mais restaurantes têm oferecido vinhos em barrilete, o que ajuda a vender em taça por preservar bebidas que deteriorariam em garrafas abertas. Outros acham maneiras de servir sempre algo novo, como no Bar Boulud perto do Lincoln Center, em Nova York, onde Michael Madrigale, o sommelier, toda a noite abre um vinho de alta qualidade, sempre de garrafa grande, tipo magnum ou duplo magnum, para ser vendido em taça.

Agora há um novo dispositivo, chamado Coravin, que pode revolucionar os tipos de vinhos que os restaurantes podem disponibilizar em taça. O Coravin parece resolver um problema que aflige a humanidade desde que o primeiro vinho foi armazenado em uma ânfora: como preservar a bebida aberta e exposta a seu arqui-inimigo, o oxigênio?

O sistema de barril procura dar conta desse problema, mas de uma forma deselegante. Ele usa um gás parecido com o nitrogênio – que tanto empurra o vinho para a saída quanto ocupa o espaço vazio, impedindo a oxidação.

Esse método, no entanto, só é bom para vinhos relativamente simples que se destinam a ser consumidos ainda novos e podem ser armazenados em barris pelos produtores. E quanto aos vinhos para os quais é vantajoso passar por um processo de envelhecimento na garrafa?

Ao longo dos anos, experimentou-se vários sistemas, desde o simples VacuVin, um dispositivo para bombear o ar de uma garrafa de vinho aberta, até sistemas complexos de refrigeração e conservação destinados a prolongar a vida útil das garrafas, uma vez que as rolhas tivessem sido removidas. Por uma razão ou outra, nenhuma delas deu certo.

Já o Coravin, que parece combinar funções de microscópio, furadeira e pistola, faz o truque de extrair o vinho de uma garrafa sem abri-la de fato. Como isso funciona?

Uma agulha fina, longa e oca é introduzida na garrafa através da proteção metálica e da rolha. Em seguida, o gás argônio (inofensivo, incolor e insípido) é bombeado pela agulha, criando uma pressão na garrafa que empurra o vinho para fora através da mesma agulha. Quando a quantidade desejada de vinho é servida, a agulha é retirada, deixando o argônio no lugar do líquido subtraído, o que impede a oxigenação. A rolha então se recompõe sozinha, selando o vinho. O método não funciona com tampa de rosca nem rolha artificial.

14042015C

Testei vinhos de garrafas abertas cinco ou seis meses antes e não vi sinais de oxidação ou degradação ? diz Thomas Pastuszak, diretor de vinhos do NoMad, de Nova York, que, juntamente com uma dúzia de outros restaurantes de todo o país, está usando o Coravin para oferecer mais vinhos servidos em taça.

Se o Coravin funcionar como se espera, ele pode favorecer a oferta de vinhos envelhecidos e caros em taça, mesmo que não haja um público muito grande para esses rótulos. Desde meados de agosto, quando começou a usar o Coravin no NoMad, Pastuszak já tem uma carta de cerca de 30 vinhos que não se imaginava que pudessem vir a ser pedidos em taça.

Que tal, por exemplo, experimentar um Château-Grillet, vinho branco raro do norte do Rio Reno produzido em quantidades mínimas? A garrafa custa US$ 525, mas por “apenas” US$ 110 você pode beber uma taça. Ou talvez você queira provar um Barbaresco de 28 anos. A taça do Produttori del Barbaresco de 1985 sai por US$ 60; a garrafa, por US$ 280.

Os preços dos vinhos em taça podem parecer astronômico, mas na verdade compram cerca de um quarto de garrafa, disse Pastuszak, servido em um decantador pequeno ao lado das mesas. Acrescente uma história para contar enquanto o serve, e o produto se torna atraente.

Pastuszak contou que três engenheiros foram almoçar recentemente em seu restaurante e cada um deles pediu uma taça de um Château Rayas de 1997, o Châteuaneuf-du-Pape, que, custando US$ 140 a taça, é o vinho NoMad mais caro servido com o Coravin.

? Eles gostaram tanto dele que compraram uma garrafa ? contou.

Não consigo imaginar o Coravin em um ambiente doméstico, sendo usado, como alguns sugerem, para saborear lentamente uma garrafa rara e cara durante meses ou mesmo anos. No entanto, se usado conscientemente, o Coravin pode tornar muito mais entusiasmante a carta de vinhos vendidos em taça.

? Ele dá aos clientes mais jovens a oportunidade de provar algo que talvez não tenham a oportunidade de experimentar por conta própria ? avalia Pastuszak. ? Eles podem não estar dispostos a bancar uma garrafa do mesmo vinho, mas talvez queiram pedir uma taça. Isso pode ser algo de grande valor para eles, não em termos financeiros, mas em termos de experiência.

Fonte: http://revistadonna.clicrbs.com.br/

banner_ficha_tecnica

Anúncios

GR inova com novo sistema de busca de fornecedores para restaurantes e bares

Postado em

Restaurantes e bares de todo o Brasil, contam com mais um aliado para compor sua base de fornecedores de produtos e serviços. Com o novo sistema lançado pela GR no dia 03 de setembro, fornecedores poderão cadastrar suas empresas e oferecer seus produtos e serviços a restaurantes de todo o Brasil. A tecnologia envolvida na elaboração do sistema é de última geração, com layout adaptável para computadores, tablets e smartphones. Além disso aferramenta proporciona buscas amplas baseadas em palavras-chave ou regionalizadas podendo pesquisar por estado, cidade e categoria de produtos e serviços. Com esta novaferramenta a GR pretende oferecer o maior banco de dados de fornecedores do Brasil para o setor de alimentação fora do lar.

03092014

Segundo Alison Figueiredo, diretor da GR, esta ferramenta não é uma conquista individualizada da empresa, mas uma conquista de todos os gestores de restaurantes que tem enorme dificuldade para encontrar fornecedores, seja nas proximidades do seu restaurante ou até mesmo do outro lado do país. O Guia de Fornecedores pode ser utilizado acessando o site da empresa www.gestaoderestaurantes.com.br

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

Dicas para evitar pragas no Restaurante

Postado em

27062014bTodos sabemos que o boca a boca pode levar seu restaurante tanto para o sucesso quanto para o fracasso. Obviamente nenhum restaurante deseja ter seu nome na boca da clientela dizendo ter encontrado insetos no prato, ratos ou baratas rodando pelo salão ou coisas deste gênero.

Restaurantes oferecem um banquete sem fim para qualquer tipo de praga como comida, abrigo e água. Portanto o trabalho de prevenção deve ser constante, visando evitar que as coisas saiam do controle e que seu restaurante seja até mesmo interditado pela Vigilância Sanitária.

Veja que com simples ações é possível manter um ambiente limpo e longe de pragas:

1 – Cuide da bagunça. Evite manter coisas entulhadas. Seja dentro do restaurante ou do lado de fora, coisas entulhadas oferecem abrigo para as pragas. No estoque mantenha tudo sempre em caixas plásticas e empilhadas.

2 – Dependendo do seu volume de produção faça a limpeza de sua caixa de gordura no mínimo a cada 3 meses. Sempre mantenha as caixas de gordura vem vedadas, pois elas são grandes criadouras de moscas.

3 – No final de um longo e agitado turno, limpeza completa é essencial para afastar pragas. Afaste regularmente bancadas,  geladeiras e móveis para trás para realizar a limpeza de resíduos de comida acumulados. Vede frestas e rachaduras no piso e na parede.

4 – Mantenha uma estreita vigilância sobre armazenamento. Mantenha sempre limpas as áreas de armazenamento e certifique-se de que elas também estão livres de umidade. Áreas quentes e escuras atraem todos os tipos de pragas, por isso todo o estoque deve ser examinado em busca de excrementos de pragas ou até mesmo pragas vivas, produto danificados ou rasgados, e outros sinais de infestação.

5 – Faça uma boa triagem de todo o material que chega ao seu restaurante. Um limpeza inicial como retiradas de madeiras, papelões já evita que diversos tipos de pragas tenham acessos facilitado ao seu estabelecimento.

6 – Combater o lixo. Restaurantes produzem grandes quantidades de resíduos, o que é apenas mais um motivo para as pragas ficarem por ali. Não permaneça com o lixo da cozinha por mais que meio período. Esvazie-as com frequência. No depósito de lixo, mantenha sacos e lixeiras muito bem vedados. Coloque o lixo no passeio apenas poucas horas antes da coleta, pois ratos principalmente podem se sentir atraídos pela grande oferta de comida. Sempre higienize o depósito de lixo e a lixeira do passeio. O cheiro também colabora para atrair diversas pragas.

7 – Dedetize seu estabelecimento pelo menos a cada 3 meses. Aproveite dias em que o estabelecimento não abre para dedetizá-lo e também colocar armadilhas.

8 –  Um programa de saneamento eficaz só é possível com a ajuda de sua equipe. Peça à empresa de dedetização para instruir seus funcionários sobre a importância em se manter o ambiente limpo para que todos possam fazer um bom trabalho de equipe e fiscalização mútua.

banner_adm_restaurantes

10 dicas para manter seu estoque seguro e organizado

Postado em

Adquirir mantimentos em grandes quantidades para conseguir bons preços é uma estratégia bem comum, já que os fornecedores costumam dar descontos a quem compra mais. Porém, quando a mercadoria chega, vem a pergunta: onde estocar tudo o que foi comprado?

Nesses casos, se você não possui espaço suficiente, o barato acaba saindo caro! Por isso, é fundamental que todas as pessoas envolvidas nos processos de compra conheçam bem as dimensões dos locais de armazenamento, tanto do estoque seco quanto das geladeiras e freezers. A regra é: “se não vai caber, não vale a pena comprar”.

13052014a

A limpeza e a organização dos estoques é outro ponto importante para garantir a segurança e o melhor aproveitamento de cada item armazenado. Se mal organizados ou acondicionados de maneira incorreta, eles podem ficar impróprios para o consumo, correndo até riscos de contaminações e, consequentemente, problemas com a Vigilância Sanitária.

Para ajudar você nessa tarefa, preparamos dez dicas práticas de organização do seu estoque, aproveitando o espaço disponível e garantindo a conservação dos alimentos. Confira!

1. Existem três tipos de armazenamento de produtos de acordo com a temperatura: o seco (do qual falaremos no ponto a seguir) o congelamento e a refrigeração. Para o congelamento, o ideal é mantê-los a 0° C ou menos. Na refrigeração, devem estar sob temperaturas entre 0° C e 5° C.

2. O estoque seco serve para guardar mantimentos em temperatura ambiente. Nele, nada deve ser colocado diretamente sobre o piso. O indicado é usar paletes, estrados ou estantes, à distância de 25 centímetros do chão, com pelo menos 10 cm da parede e a 60 cm do teto. Esses cuidados permitem a circulação de ar entre os alimentos.

3. Nunca armazene artigos de limpeza no mesmo local de conservação dos alimentos.

4. Procure sempre deixar os produtos em sua embalagem “de fábrica”, geralmente feitas de plástico ou vidro, que são materiais apropriados para a armazenagem. Caixas de papelão ou madeira devem ser retiradas do local, pois servem de abrigo para pragas.

5. Para evitar riscos de infestação, separe os alimentos industrializados (conservas, enlatados etc.) de grãos e cereais.

6. Certifique-se de  que todos os itens estejam identificados com nome, marca, fabricante, data de fabricação e prazo de validade. Caso essas informações não constem na embalagem, coloque-as em etiquetas bem visíveis.

7. Ao porcionar os mantimentos ou retirá-los de sua embalagem original por danos ou qualquer outro motivo, transfira-os para recipientes plásticos higienizados, etiquetados e adequadamente fechados – e, se possível, do mesmo formato, o que facilita a organização e ocupa menos espaço.

8. Empilhe os produtos de forma alinhada. Dê preferência para arrumá-los em forma de cruz (modo mais seguro), que favorece a circulação de ar e ainda proporciona o melhor aproveitamento do espaço.

9. Armazene as embalagens no sentido correto, evitando que estejam de cabeça para baixo.

10. A disposição deve sempre obedecer a data de fabricação e a validade. Os produtos mais “antigos” precisam ser consumidos antes. Utilize o sistema chamado PVPS: primeiro que vence, primeiro que sai.

Fonte: http://www.unileverfoodsolutions.com.br/

banner_como_montar_restaurante