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4 Dicas para montar uma cozinha industrial

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Diversos ramos de negócio dependem de uma cozinha industrial de alta qualidade. É o caso de restaurantes, hotéis e muitos outros tipos de empreendimentos.

05052015

Diversos ramos de negócio dependem de uma cozinha industrial de alta qualidade. É o caso de restaurantes, hotéis e muitos outros tipos de empreendimentos. Com uma estrutura adequada, é possível ter mais sucesso ao preparar, armazenar e oferecer produtos alimentícios. Por isso, preparamos 4 dicas para montar uma cozinha industrial adequada e eficaz.


Veja 4 dicas para montar uma cozinha industrial

1. Documentação necessária para funcionar

Além de escolher um local estratégico no ambiente, a cozinha industrial deve funcionar apenas depois que você conseguir os documentos necessários, como alvará ambiental, alvará dos bombeiros e alvará de funcionamento. Dessa forma, você poderá se dedicar a outras etapas da montagem da sua cozinha industrial, sem se preocupar com possíveis problemas legais.

Para evitar qualquer tipo de transtorno, faça o que estiver ao seu alcance para garantir que a cozinha industrial do seu negócio seja capaz de produzir alimentos com bastante higiene, sem deixar de lado a qualidade, a produtividade e a funcionalidade do local.

2. Projeto elaborado de modo organizado

Ao montar uma cozinha industrial, você precisa criar um projeto elaborado com o máximo de organização, começando pelo trabalho de engenheiros e arquitetos, que possam desenvolver projetos considerando todas as necessidades do negócio, inclusive levando em conta o orçamento disponível. Se a sua situação financeira estiver apertada e o tempo para terminar não for o suficiente, é melhor adiar o começo da obra, com a finalidade de esperar pelo momento mais propício para uma montagem que proporcione resultados melhores.

Em geral, os profissionais responsáveis pelo projeto devem analisar questões como a demanda, a partir de uma estimativa da clientela do negócio, além do fluxo de processos que serão aplicados na cozinha industrial e o tipo de refeição que fará parte da produção e da distribuição. Assim, é possível projetar o ambiente mais adequado, bem como os equipamentos e todos os outros itens necessários para o funcionamento desejado.

3. Design prático

Ao criar o design da sua cozinha industrial, você deve dar prioridade à praticidade, afinal de contas, sem um layout que permita a fácil circulação de pessoas, dificilmente os resultados atingirão seus objetivos. Além disso, o layout do ambiente deve considerar todas as práticas que serão aplicadas no ambiente, com o intuito de simplificar e agilizar os processos. Uma cozinha ambiental não deve, por exemplo, fazer com que os funcionários permaneçam sempre no mesmo lugar.

Outra recomendação diz respeito à localização do lixo, visto que as lixeiras não devem estar posicionadas muito perto de onde os alimentos ficam armazenados ou onde são preparados para consumo. E nada de deixar fornos e fogões perto dos refrigeradores.

Para garantir um ambiente funcional e com menos riscos para a segurança dos trabalhadores, é essencial optar por pisos antiderrapantes, o que é uma medida de prevenção contra eventuais escorregões, além de tornar a limpeza mais eficiente.  E já que estamos falando sobre limpeza, não se esqueça de manter uma distância entre a comida e os materiais usados para limpar o local.

Outras precauções incluem o uso de sinalizadores, para avisar quando pisos estiverem molhados, e proteção de lâmpadas, que precisam conter globos, uma vez que resíduos não podem cair nos alimentos caso uma das lâmpadas estoure.

4. Escolha de equipamentos de ótima qualidade

É fundamental que os equipamentos escolhidos sejam de ótima qualidade. Alguns dos equipamentos mais comuns e mais usados em cozinhas industriais são: geladeiras, armários, coifas e pass through, os quais são colocados entre o fogão e a prateleira onde os alimentos ficam devidamente conservados até que sejam levados por garçons.

Para finalizar, avalie o seu orçamento e considere todos os itens acima na hora de investir o seu dinheiro ao montar uma cozinha industrial.

Fonte: http://www.industriahoje.com.br/

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Como saber se seu restaurante já passou pelo estágio inicial

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Os restaurantes tendem a passar por algumas fases até atingirem a maturidade no seu ciclo de vida. Cada uma destas etapas é composta por diferentes desafios, que devem ser vencidos para que a empresa conquiste o amadurecimento necessário para se estabelecer de vez no mercado.

06032015

A primeira fase chamada de “fase inicial” ou “startup“ é o momento em que a empresa estreia no mercado. Apesar de ser a fase inicial do processo é preciso que o empreendedor já tenha um conceito bem formatado do seu negócio e do seu produto, conhecimento claro do seu segmento e da concorrência, bem como os preços praticados no mercado. Esta é uma fase de muita absorção de conhecimento tanto do seu público quanto do seu produto e é preciso estar atento às mudanças impostas pelo mercado, como aceitação do produto, preços e atendimento. Esta primeira fase tem duração de aproximadamente um ano.

A segunda fase do empreendimento é marcada pela “Organização”. O processo de organização da empresa deve ter início desde o seu primeiro ano de vida, mas é entre o primeiro e o segundo ano que o processo de organização deve estar já fundamentado no dia-a-dia do empreendimento. Quando falamos em organização, estamos estabelecendo a criação de procedimentos e programas de treinamento, a utilização de checklists e rotinas específicas essenciais para a execução de todas as tarefas do restaurante, seja no salão, seja na cozinha. É muito comum nos depararmos com restaurantes com dois ou mais anos de existência que parecem ter aberto suas portas ontem devido tanta desorganização encontrada.

Do terceiro ao quinto ano de vida, a empresa já esta preparada para reduzir processos, já tem uma banco de informações suficientes para possuir um sistema de compras mais eficiente. Esta fase já exige um planejamento estratégico melhor com metas operacionais, projeções de vendas e custos acompanhadas mais de perto.

Na quarta fase o amadurecimento do negócio já está bem visível e o ritmo de crescimento já diminuiu. É a hora de pensar no modelo organizacional da empresa, como a abertura de filiais ou franquias, melhorias no processo de recrutamento, criação de planos de carreira e benefícios.

O que define o amadurecimento do negócio não é apenas a quantos anos ele está inserido no mercado, mas a sua maturidade organizacional. Uma empresa pode ter 5 anos no mercado e não possuir uma estrutura organizacional fundamentada, havendo portanto um grande turnover de colaboradores (rotatividade), falta de incentivos e a repetição dos mesmos problemas enfrentados desde os primeiros anos.

Já empresas que traçam um planejamento  estratégico desde a sua fase inicial, mesmo que necessite remodelá-lo com o passar dos anos e que busca o aprimoramento constante possui muito mais chances de manter-se no mercado após os 5 anos.

Fonte: GR www.gestaoderestaurantes.com.br

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Eles têm até 30 m² de salão

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Somados, The Little Coffee Shop, Underdog, Na Garagem, Kebab Salonu, Kintaro, Tenda do Nilo, Maíz e Z-Deli ocupam menos de um oitavo do espaço do Vento Haragano, que tem 3.500 metros. Mas têm público mensal três vezes maior que o do restaurante. No ecossistema gastronômico atual, tamanho é documento: virou vantagem para a sobrevivência.

Com os aluguéis cada vez mais altos, reduzir o espaço para diminuir custos é um atrativo para novos negócios e – o que interessa diretamente aos frequentadores – permite reduzir o valor da conta. Resultado, minicasas estão pipocando pela cidade e fazendo sucesso.

Não precisa ser palito para caber nas caixinhas, mas sucesso é problema em lugares com esse perfil. Para começar, é comum encontrar filas maiores que o cumprimento da casa. Também pode acontecer de acabar o estoque antes de você fazer o pedido. Não esquente a cabeça e prepare-se para a aproximação física com os outros frequentadores – ela é regra.

Para encher o Underdog não precisa de muito: afinal, são apenas oito mesas na calçada. Sem grande espaço para estocar produtos, acontece de algum ingrediente terminar antes de matar a fome de todos. “O público tem sido compreensivo, mas no fim das contas, não ter lugar para todo mundo é um problema”, diz Santiago Roig, sócio e responsável pela parrilla. Ele conta que às vezes o único jeito é avisar o cliente de que “talvez hoje você não consiga comer”.

Ninguém vai a um minirrestaurante para matar a fome e ir embora correndo, como se estivesse num fast food. Mas ser muito slow food e ocupar a mesa por horas atrasa a dança das cadeiras e fere a etiqueta local.

“Ser pequeno impacta na administração de funcionários, logística e no preço que posso cobrar do cliente”, diz Gilson de Almeida, do Na Garagem Hamburgueria.

A sobrevivência contábil encontrou reforço na mudança de hábito de parte da clientela paulistana. Em lugares pequenos, dispensam-se os rapapés dos salões tradicionais e a relação entre todos os envolvidos na refeição é mais calorosa, com clientes, proprietários e cozinheiros compartilhando o mesmo ar. A comida, que em lugares maiores simplesmente se materializa à mesa, torna-se um processo visível e mais franco – aquela história de “visite nossa cozinha” torna-se um convite redundante porque você acaba de olho na cozinha mesmo sem querer. Cozinha e salão praticamente se confundem.

“Ser pequeno é menos trabalhoso”, diz Júlio Raw, do Z-Deli Sandwich Shop, “mas eu acho que isso de lugares menores é mais necessidade que charme.”

O Maíz, restaurante de comida de rua latino-americana, nasceu pequeno por interesse dos proprietários. A ideia, contou Mauro Monteiro, um dos sócios da casa, foi montar um restaurante em que as pessoas fossem direto ao balcão retirar o pedido e “normalmente, casas assim são menores”. Com 16 lugares no salão e bancos na calçada, o Maíz atende em média 2 mil pessoas por mês. E as filas acabam espantando muita gente.

Por serem menores, toda a logística precisa estar mais afinada que o padrão. “Desde que abrimos, em setembro de 2013, tentamos melhorar o espaço operacional”, diz Almeida, do Na Garagem. Com pouco mais de 3 m disponíveis, nada pode estar em excesso e qualquer cuidado vale a pena. “Descobrimos esses dias que se a gente cortar um pouco mais de cebola ela pode ficar para a noite e assim economizamos espaço na bancada para fazer outras coisas.” Em cozinhas apertadas, trabalha-se como num trapézio, tudo precisa ser sincronizado para manter o fluxo e a segurança em um ambiente afiado e flamejante.

Por causa disso, o espaço tem de ser projetado com precisão milimétrica porque alguns centímetros podem pôr tudo a perder. Foi o que aconteceu com Rodrigo Libbos, do Kebab Salonu, que há pouco abriu em novo endereço. A cozinha foi planejada no papel antes de a obra do prédio estar concluída. Quando a grelha chegou, não coube no espaço projetado: tinha alguns centímetros a mais.

Donos de casas pequenas dizem que, se de um lado economizam com aluguel, de outro gastam com especificidades para o aperto. É um jogo de encaixe onde menos é mais, mas menos demais também é excesso.

Só a fome gigantesca fica desconfortável em lugares assim. Não existe possibilidade de fazer reserva, quase sempre há fila de espera e é comum alguns pratos acabarem antes do movimento.

26022015

Pequena espera
Santiago Roig explica pessoalmente a quem encosta no balcão: “O prato pode demorar um pouco”. Na parrilla de 60 cm por 80 cm, Roig consegue preparar até oito cortes por vez, dividindo atenções entre a panela de óleo quente para as batatas fritas, driblando a pia em que se lavam os pratos logo atrás e recebendo os pedidos enviados pelos garçons. Só ele cozinha. Choripans, mollejas, bifes anchos, hambúrgueres e outras seis opções de pratos, além dos drinques, saem todos de uma área de trabalho que não passa de um corredor com 60 cm por 2m2. Ao todo, a casa tem 20 m2. “Cheguei a pensar em incluir outros pratos no cardápio, mas tenho um pouco de receio de não dar conta, primeiro por questão de estoque e depois pr’eu não me atrapalhar”, confessa.

Underdog
Onde: R. João Moura, 541, Pinheiros.
Não tem telefone.
instagram.com/underdogbar/

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O queridinho
Antes da reforma, Júlio Raw desenvolveu memória mecânica para preparar os sanduíches. “Se eu virava o corpo, tinha que pegar a colher, se abaixava, pegava a cebolinha. Tinha a praça de trabalho decorada na cabeça.” O irmão mais novo e temporão do Z-Deli, em Pinheiros, é maior, tem quase quatro vezes o tamanho do endereço original, nos Jardins, mas o desempenho não é proporcional. Apesar de diminuto, 20 m2 visíveis, a unidade da Haddock Lobo é responsável por 40% do faturamento das casas, atendendo quase 10 mil pessoas por mês. O Z-Deli cresceu também onde não se vê. De 7 funcionários, passou a 67, que servem as duas casas. Quando começou com o “Z-Delinho”, a maior complicação não era o espaço. “Foi estar embaixo de prédio, a preocupação com a vizinhança, fazer hambúrguer e fritura, colocar coifa. O brasileiro é careta, não está a fim desse tipo de intervenção. É complicado. Pra gente que faz comida simples, o espaço nunca foi uma barreira. Eu fiquei um ano e meio com uma chapa de 30 cm”, conta. Apesar dos poucos metros que separam os clientes do balcão de preparo, dois garçons entregam os pedidos, esgueirando-se entre as quatro mesas que cabem no lugar. Exigências do público…

Z-Deli
Onde: R. Haddock Lobo, 1.386, Cerqueira César
Tel.: 3083-0021

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Estacione com cuidado
Se ainda fosse uma garagem, a hamburgueria de Gilson de Almeida teria espaço para dois carros pequenos muito bem estacionados. O corredor de pouco mais de 3 m2 foi a cozinha possível, projetada e reprojetada pelo menos dez vezes para caber no lugar e ser funcional. Ao todo, são 18 m2 ocupados ainda por um balcão, banheiro e área para no máximo 18 pessoas em pé, ombro a ombro. Duas mesas externas desafogam um pouco a casa, mas todo o balé da grelha ao prato, acontece a olhos vistos. “O cliente almoça ou janta na minha cozinha, a gente precisa ser superdisciplinado na limpeza e na organização”, diz Almeida. Em dias de movimento intenso, a aglomeração acontece na calçada. Fique atento para ouvir seu nome ser chamado e receber o hambúrguer tinindo.

Na Garagem
Onde: R. Benjamim Egas, 301, Pinheiros
Tel.: 3097-9031

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Bem acompanhado
Como elefantes em loja de cristais, os irmãos Higuchi, lutadores de sumô, conseguem transitar por trás do balcão sem derrubar uma única manjubinha preparada durante o dia pela mãe, Líria. É ela quem vai à feira aos domingos para comprar os ingredientes que entrarão nos pratos ao longo da semana. Como tudo que é vendido é produzido anteriormente e em porções fixas, o estoque de ingredientes resume-se basicamente a uma geladeira num dos cantos do salão. Ao todo, cabem 20 pessoas na casa, mas há quem já tenha organizado eventos e convidado 300. “Por sorte choveu e só vieram 150”, ri Wagner. Ficaram espremidos entre o balcão e parede, aglomerados no fundo do bar e amontoados na entrada. Na última reforma, a cozinha de pouco mais de 3 m2 ganhou uma nova coifa, mas perdeu o micro-ondas. “Logo, não servimos mais saquê quente”, diverte-se Wagner. A simpatia dos irmãos ajudou a moldar os clientes da casa, muitos deles habitués. “Ser pequeno é bom porque ninguém nunca está sozinho aqui. Você chega só e sem perceber já está participando da conversa de outras pessoas que estão no balcão.”

Kintaro
Onde: R. Thomaz Gonzaga, 57, Liberdade
Tel.: 3277-9124

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Hora do cafezinho
Flávia Pogliani cabe melhor no café quando a chamam de Flavinha. Com 1,60 m de altura, fez do minúsculo café de esquina uma extensão de seus braços. Com menos de 1 m2 para trabalhar (o café inteiro tem “quase” 2 m2), Flávia recebe o pedido, mói o café e extrai o expresso como se cada um dos equipamentos fosse uma parte de seu corpo. Tudo que está ali é apenas o essencial. Recentemente, fez uma limpa e retirou itens de uso raro das prateleiras. Queria servir café coado, mas o lugar em que pretendia colocar a chaleira com água quente estava na altura do cotovelo. “Eu poderia esbarrar nela”, disse. Desistiu, ao menos por hora. Durante os dias de semana, repete o mesmo ritual: monta o balcão, as duas mesas de apoio, lixeira e lousa na calçada; no final do dia, arruma tudo no pequeno espaço. O ponto onde está era parte da vitrine da loja vizinha. Para guardar os grãos e lavar a louça, usa um espaço em cima da tal loja, mas praticamente toda a operação ocorre num lugar menor que uma mesa de jantar. Por dia, ela vende em média cem expressos (a R$ 3 cada) e conhece muitos dos clientes pelo nome.

The Little Coffeeshop
Onde: R. Lisboa, 357 A, Pinheiros
Tel.: 2385-5430

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O salão é a rua
O melhor é ir para a calçada com as porções de batata bolinha, mandioca rostí, chicharones e outras comidas de rua latinas garimpadas pelo chef Dagoberto Torres, porque, apesar dos 60 m2 totais, o restaurante tem capacidade para apenas 16 pessoas. É que mais da metade do espaço é ocupado por equipamentos para o preparo dos pratos. “Fizemos uma cozinha para dar conta exatamente do que idealizamos para o cardápio”, explica Mauro Monteiro, um dos sócios da casa. Segundo ele, o tamanho diminuto do salão é fundamental para o tipo de serviço implementado na casa, em que o cliente pede, paga e retira ele mesmo as porções no balcão. “Ser pequeno tem muito a ver com esse conceito”, analisa Monteiro. “Por que toda vez que eu saio pra comer preciso que venha um maître e garçom e eu pague por tudo isso? Se dentro da minha casa já tirei um pouco do serviço, por que quando saio para comer vou pagar por ele?”

Maiz

Onde: R. Mateus Grou, 472, Pinheiros
Tel.: 3034-1451

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Quero ser grande
“Habib, nosso próximo restaurante tem que se chamar Tenda dos Milagres”, brinca Olinda Isper sobre a dificuldade de trabalhar em um lugar pequeno. Na cozinha de 3 m2, a irmã Xmune finaliza os pratos preparados em casa, sem poder oferecer outras opções por causa das limitações espaciais. Olinda diz que muito da culinária libanesa que gostariam de servir esbarra na falta de espaço para o preparo. Recentemente, visitaram um imóvel no Itaim (“mais que perfeito, habib, até forno a lenha tinha”), mas não levaram a mudança adiante. “Queremos ter um lugar maior sem sair do bairro.”

Tenda do Nilo
Onde: R. Coronel Oscar Porto, 638, Paraíso
Tel.: 3885-0460

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Tudo aos olhos
O Kebab Salonu reabriu quatro vezes menor do que já foi na Augusta e atende mais da metade de clientes no novo endereço. Isso com apenas três meses de funcionamento. É o que conta Rodrigo Libbos, chef e um dos proprietários. Antes, ele tinha 30 funcionários, hoje são 12; o cardápio está mais enxuto, apenas 9 opções, para as 15 da primeira casa.

Lebbos e Fred Caffarena alternam-se na multitarefa de cobrar no caixa, servir e supervisionar a cozinha simultaneamente. Do caixa, veem a churrasqueira, forno, ilha de montagem e cumprimentam quem adentra o salão. Se acaba um ingrediente porque o estoque não pode comportar mais, é preciso ir correndo às feiras para repor. “É tudo no fio da barba”, diz Libbos. Se um funcionário falta, os donos acumulam mais uma função. Mas não perdem o humor. “Com o salão assim aos olhos, é mais divertido.”

Kebab Salonu
Onde: R. Heitor Penteado, 699, Lj. 6, Sumarezinho
Tel.: 2373-9258

Depoimento: Sobrou duas vezes mais de mim na hora de servir cafés
Tenho 2,02 m de altura e aceito o fato de que contorcionismo não é talento de pessoas como eu. Girafas são ótimas para comer as folhas mais altas, só que nunca vi nenhuma coçando o tornozelo com os dentes. A natureza tem dessas coisas. Sou obrigado a escutar piadas sobre buscar objetos nas prateleiras mais altas, porém ninguém se compadece quando tenho que passar por portinholas como aquela sob o balcão do The Little Coffee Shop. É a moral do Homem-Aranha: com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. No meu caso, grandes contorções. Entrei, mas ajudar Flávia na rotina daquele metro quadrado era outra história. Tudo ali funciona bem só com ela. Mais, sobra. Tentei pegar uns cafés para entregar aos clientes, mas só de ensaiar o movimento percebi o risco imenso de acidente. Fiquei recluso na escada que dá acesso à saleta onde ela lava os pratos depois do expediente. Meus planos de ajudar se limitaram a servir água filtrada a quem pedia. Dividi o primeiro degrau com o armário de estoque. Com pé 44, não havia espaço para manobras apressadas. Centímetros para lá e para cá, até me colocar de frente para os degraus e subi-los. Sei que fui radical em escolher passar algumas horas em um lugar tão pequeno. Com a sutileza inversa de um Mikhail Baryshnikov gigante, entendi que se eu entrasse em qualquer uma das outras cozinhas desta reportagem, correria o risco de não escrever o texto, com grande possibilidade de me queimar ou perder os dedos na faca. Preferi a segurança das xícaras.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/paladar/eles-tem-ate-30-m%C2%B2-de-salao/

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GR Lança novo Fórum de discussão

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A GR lançou no dia 26 de novembro um novo fórum de discussão

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O novo fórum de discussão é muito dinâmico e interativo, permitindo aos usuários interagir com outros donos de restaurantes e profissionais do setor. As discussões do fórum estão separadas por categorias, o que facilitará em muito a leitura e o aprendizado através do tema desejado, que passam pela administração financeira, operacional, segurança alimentar, decoração, abertura, marketing, dentre diversos outros temas. O fórum tem uma interface agradável e bem simplificada, o que colabora para a navegação sem dificuldades.

O que levou a GR a investir em um novo sistema de discussão é a premissa de que a informação e o aprendizado devem estar disponíveis a todas as pessoas que pretendem administrar suas empresas com eficiência e qualidade. 

Convidamos a todos os nossos leitores a conhecerem o novo fórum e colaborar com seu conhecimento, dúvidas e informações relevantes para o mercado de alimentação fora do lar.

http://www.gestaoderestaurantes.com.br/forum/index.php

Um grande abraço e sucesso a todos.

Equipe GR

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Como aumentar o faturamento do seu restaurante com as festas de final de ano

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A ano já está chegando ao fim, mas ainda há tempo de faturar mais com as festas de final de ano. Marcado por festas de natal, ano novo e também confraternizações de empresas, o final do ano pode ser a última oportunidade de faturar um pouco mais e garantir que as metas de faturamento projetadas durante todo o ano sejam atingidas.

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A GR selecionou diversas estratégias já adotadas por restaurantes durante vários anos. Veja as que mais se adequam ao perfil do seu empreendimento e coloque a mão na massa, pois o tempo está curto.

1 – Ceias de Natal

Passar o natal em família é uma tradição, mas ir para a cozinha no dia 24 nem tanto. As Famílias estão se rendendo aos prazeres da mesa e da praticidade na hora de confraternizar o natal. Restaurantes oferecem pacotes com ceia de natal completa, inclusive com opções variadas no cardápio podendo ser escolhida pelo cliente antecipadamente.

2 – Baladas gastronômicas

Final de ano é tempo de alegria e comemorar nunca é demais. Alguns restaurantes estão adotando as baladas gastronômicas como boa estratégia para atrair mais público. Uma balada mais intimista, mas com alegria e descontração e petiscos com um bom conceito gastronômico é a investida de muitos restaurantes. Cobrando um preço único por pessoa, o cliente desfruta de música ao vivo ou eletrônica, degusta pratos e petiscos oferecidos pela casa e até mesmo um pequeno espaço para dançar. Bares e restaurantes localizados em cidades turísticas tem grandes possibilidades de ganhos com esta estratégia.

3 – Ano Novo

O Reveillon é o evento que tem se popularizado muito entre os restaurantes. Festas acompanhadas com os tradicionais pratos de final de ano, espumantes e sobremesas não podem faltar. Restaurantes cobram a partir de R$ 130,00 por pessoa por uma noite de muita fartura de de comidas, bebidas e de muita alegria.

4 – Confraternizações de empresas

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As confraternizações de empresas são um dos eventos que garantem maior lucratividade para os restaurantes. Sempre com muitas pessoas e com liberdade para comer e beber à vontade, os eventos empresariais costumam fechar pacotes bem atrativos. Oferecer uma estrutura especial para estes eventos pode ser o grande diferencial para atrair as empresas. Áreas mais reservadas no salão com telão e microfone para discursos e agradecimentos são adorados pelos empresários. Encaixar estes eventos em dias de menor movimento de 2ª a 4ª feira podem garantir uma renda extra para o restaurante.

Dicas:

Segundo o Gestor Gastronômico, Alison Figueiredo da GR Treinamento em gestão de Restaurantes e gastronomia, os restaurantes que querem lucrar mais com as festas de final de ano devem se preparar com antecedência. Deve-se pensar muito ao montar um pacote de serviços para o cliente, conhecer o seu perfil é fundamental para saber o que irá compor o cardápio e garantir a venda do evento. Monte pelo menos 3 pacotes, para atender a diversas necessidades dos clientes, como preço, requinte e serviços extras.

Outro ponto levantado é a estratégia de venda dos pacotes. Começar a comercializar os pacotes o mais cedo possível pode garantir casa cheia durante todo o mês de dezembro. A divulgação é peça essencial para vender o seu evento, distribua folders para os clientes e empresas na região, explorando também as redes sociais.

Seja maleável ao negociar o pacote com seu cliente, oferecendo uma champanhe de cortesia, uma torta de sobremesa ou uma localização especial da sua mesa.

Esforço e dedicação valem à pena para este último mês do ano, pois garantir um faturamento acima de 40% do habitual é comum para restaurantes que trabalham bem seus eventos nesta data.

A GR disponibiliza em seu manual “Administrando Restaurantes e Bares” uma planilha para você calcular o custo dos eventos em seu estabelecimento. Para adquirir basta clicar aqui

Fonte: GR ( www.gestaoderestaurantes.com.br )

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