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60 Modelos de Balcões para Bares e Restaurantes

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Catálogo gratuito com 60 modelos de balcões para bares e restaurantes. Para fazer o download gratuito do catálogo acesse nossa área de Downloads clicando aqui.

22062016

 

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Quanto investir para montar um restaurante?

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A primeira pergunta feita por todo empreendedor que planeja montar um restaurante ou bar é: Quanto investir para montar um restaurante?.

A princípio todos querem uma resposta imediata para sanar esta dúvida e descobrir se os recursos financeiros que possuem será suficiente para bancar o investimento, mas a resposta para este questionamento exigirá um pouco mais de esforço para que a decisão de montar ou não um empreendimento gastronômico seja tomada.

09062016

 O primeiro passo a ser tomado é elaborar um Plano de Negócios. Não pense que um Plano de Negócios é um relatório de alta complexidade feito apenas por grandes executivos. Você é completamente capaz de preencher um plano de negócios. Mas afinal, porque fazer um plano de negócios? É no plano de negócio que você fará o levantamento completo do modelo do negócio que pretende montar e poderá extrair informações valiosas ao concluí-lo.

Primeiramente devemos detalhar como é o empreendimento que desejamos montar, que tipo de serviço irá oferecer, como será a infra-estrutura do local, a equipe de colaboradores, os equipamentos, a decoração, o cardápio, a reforma, o enxoval, os móveis e por aí vai. Neste primeiro cenário, as ideias podem tomar asas e em seguida ir para o papel.

Com o conceito inicial do empreendimento no papel vamos partir para a realidade e levantar todas as informações sólidas de que precisamos para saber se o empreendimento dos seus sonhos pode ser colocado em prática ou se necessitará de alguns ajustes.

Comece pesquisando os imóveis na área onde pretende montar seu empreendimento e obtenha os valores médios de aluguéis, pois eles terão grande impacto na sua despesa fixa mensal, exceto se você pretende adquirir um imóvel, neste caso o valor de aquisição terá uma parcela significativa no investimento inicial.

Defina um cardápio, mesmo que de forma primordial para levantar os tipos de cocções que o estabelecimento necessitará. Frituras, assados, grelhados, churrascos, caldos, etc. Tudo terá influencia direta quando for realizar orçamento de equipamentos e utensílios. Por falar em equipamentos, evite trabalhar com estimativas, esta é hora de arregaçar as mangas e fazer orçamentos in loco. Visite lojas do setor, faça um levantamento de preços, sonde sobre a qualidade dos utensílios, móveis e equipamentos.

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A reforma é outra parte fundamental que terá participação direta no capital de investimento. Reforma não é feita só de pintura. Em muitos casos paredes serão removidas, o encanamento e a parte elétrica necessitarão sofrer adaptações, portas, pisos, dentre vários outros quesitos precisam da reforma precisam se adequar ao seu orçamento.

Há itens que passam despercebidos pelos marinheiros de primeira viagem, por isso pesquisar bastante sobre o tema é fundamental. Caso o imóvel onde se pretende montar o restaurante não tenha sido um anteriormente, será necessário realizar adaptações específicas para o imóvel como instalação de coifas, ar condicionado, acesso para deficientes, banheiros para dois gêneros dentre outros.

Por fim, um dos mais importantes, mas desprezados por empreendedores de primeira viagem é o capital de giro necessário para manter o estabelecimento por pelo menos de 3 a 6 meses. Estabelecimentos recém-inaugurados, nem sempre atingem o ponto de equilíbrio nos dois primeiros meses, mas é preciso possuir um capital de giro suficiente para manter os funcionários e repor os estoques.

Seguindo estes passos você terá uma ótima oportunidade de iniciar um empreendimento que esteja dentro da sua realidade orçamentária com grandes chances de se tornar um negócio sólido num curto espaço de tempo.

fonte: http://www.gestaoderestaurantes.com.br

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”

Delivery para Restaurantes

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Se realizada de forma eficiente, entrega em domicílio pode ser uma boa estratégia para aumentar as vendas.

Estabelecimentos do ramo de alimentação podem investir no sistema delivery, uma vez que muitos clientes optam pela entrega em domicílio. Comum para lanchonetes e pizzarias, a alternativa vem ganhando espaço no ramo de refeições mais elaboradas. Também existem negócios focados somente no delivery, sem portas abertas para a rua.
Mesmo sendo uma excelente opção para conquistar o consumidor, que muitas vezes escolhe o delivery como uma forma fácil para fazer uma refeição, o empreendedor deve oferecer um serviço de qualidade, com base na agilidade e bom atendimento. Caso contrário, pode ver seu modelo de entregas em domicílio fracassar.

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Entrega sem atrasos

O delivery deve ser eficiente, para que a comida não chegue fria ao cliente. Além de quentes, os alimentos devem ter boa aparência. No transporte, a comida pode se misturar, por isso é necessário fazer testes de embalagens. Use recipientes (que podem ser de plástico, isopor ou mesmo alumínio) resistentes e os coloque dentro de outra embalagem, feita de papelão. Esses cuidados devem minimizar impactos que porventura ocorram durante o transporte.

Entregadores eficientes

Essa etapa influi diretamente na satisfação do cliente. Estabeleça um tempo para fazer a entrega. O empresário pode terceirizar o serviço, ou pode contratar sua própria equipe de entrega. Porém, é só com a experiência que o empreendedor pode identificar o modelo que melhor o atende.

Cadastro de clientes

O cadastro é um mecanismo fundamental para agilizar o atendimento. No primeiro contato do cliente, o atendente deve registrar no computador dados como nome, endereço e telefone de contato. Com esse cadastro, será possível identificá-lo rapidamente na próxima compra.

Taxa de entrega

É melhor definir a região a ser atendida do que atender toda a cidade e cobrar uma alta taxa para entrega. Para um pequeno negócio, o ideal é começar atendendo bairros próximos e de fácil acesso. O cliente precisa saber que a entrega é um serviço que não faz parte do preço da refeição e, por isso, é fundamental que o atendente informe o valor da taxa no momento do pedido.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/

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COMO ESCOLHER A CADEIRA IDEAL PARA RESTAURANTES E BARES

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Para receber bem seus clientes boas cadeiras e mesas são itens fundamentais. Elas são importantes para aumentar o nível de satisfação que podemos proporcionar. Sua escolha merece ser feita com cuidado e seguindo critérios que auxiliem a fazer a opção certa.

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CADEIRA É CADEIRA… NÃO É?

Uma cadeira projetada e construída para o uso residencial possivelmente estará muito danificada em poucos meses de uso profissional. As cadeiras e mesas em ambientes profissionais são submetidas a exigências muito mais severas. São arrastadas com peso sobre elas, batidas e usadas intensiva e continuamente. Em contrapartida uma cadeira feita para uso profissional terá uma enorme durabilidade se usada em uma residência. Em um restaurante o tempo de uso de uma cadeira pode chegar a até 2500 horas/ano ou 1500% a mais que em uso residencial.

Fica mais fácil então entender por que as cadeiras residenciais e as profissionais são produtos totalmente diferentes, apesar de que ambas em princípio servem apenas para sentar.

Respondendo a pergunta:

— Não, cadeiras não são todas iguais!

• E agora, qual é a melhor?

• Como acertar no momento da definição do investimento nestes equipamentos?

Relacionamos em seguida algumas características de ordem prática, que podem orientar a melhor compra de cadeiras para restaurantes e bares.

1. QUALIDADE

A escolha das cadeiras e mesas deve assegurar que não seja necessário fechar o salão para reforma dos móveis durante um bom tempo. Parar seu salão de atendimento apenas um ano após sua instalação por que o mobiliário deve ser reformado significa prejuízo. Avaliar a relação “Custo X Benefício” durante o processo de escolha das cadeiras é muito importante.

2. A MATÉRIA PRIMA

Materiais resistentes como a madeira maciça devem ser preferidos, pois com o adequado acabamento ela tem uma grande durabilidade. Uma boa cadeira em madeira, com os cuidados devidos, tem uma excelente vida útil. O aço é uma outra opção, mas que perde para a madeira por não oferecer o charme e a sensação de conforto dos móveis em madeira. Em ambientes quimicamente agressivos, úmidos ou litorâneos o aço se degrada rapidamente, diminuindo muito a durabilidade do investimento. A madeira é um material nobre e resistente, e sua boa aparência depende de como for feito o acabamento.

3. ACABAMENTO E MANUTENÇÃO

O tipo de material e acabamentos usados na fabricação são importantes para maior facilidade na manutenção. Para diminuir os custos algumas empresas fazem o acabamento da madeira com produtos mais baratos à base de nitrocelulose. Isto diminui o custo de produção, e consequentemente o preço de venda, mas diminui também a vida-útil da cadeira e aumenta ainda o custo de manutenção. Cadeiras e mesas pintadas com produtos à base de nitrocelulose tendem a apresentar manchas esbranquiçadas principalmente nos pés devido ao contato com a umidade e produtos de limpeza.

Cadeiras profissionais devem ser fabricadas com materiais mais duráveis, diminuindo o custo operacional. Sua pintura deve ser feita preferencialmente com produtos à base de poliuretano ou poliester, mais resistentes ao desgaste e ao ataque de produtos químicos.

4. RENOVAÇÃO DOS AMBIENTES

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O design dos ambientes de atendimento é um importante elemento à serviço do marketing e do processo de venda. Quando uma empresa não renova suas instalações perde mercado com isso. A renovação em ambientes comerciais não deve ser encarada como custo, mas sim como investimento em um importante canal de comunicação com seus clientes. Os móveis devem ter uma durabilidade adequada, para que a melhor relação custo/benefício seja alcançada.

Em um estabelecimento em que a decoração seja refeita por exemplo a cada dez anos é adequado que a primeira renovação parcial do acabamento dos móveis seja feita após de 3 a 5 anos, contemplando trocas de tecidos, repinturas, etc.

A “longevidade” da decoração de um ambiente varia conforme as características do empreendimento e deve ser feita preferencialmente com a orientação de um arquiteto ou designer de interiores.

5. DESIGN DE INTERIORES

Sóbria, clássica, alegre, jovem, típica, temática, etc, a arquitetura de interiores de um restaurante deve estar em sintonia com a proposta de marketing e o seu público alvo.

Na escolha das cadeiras não é diferente, o design das cadeiras deve estar em sintonia com a proposta de ambientação e design do salão.

6. CONFORTO

Maior conforto significa clientes mais satisfeitos. Se o cliente permanecer mais tempo sentado à mesa, este tempo adicional vai repercutir no aumento do consumo e do faturamento do empreendimento; então o conforto é fundamental.

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7. ANTROPOMETRIA CORRETA

A Antropometria e a Ergonometria estudam as relações de medidas do corpo humano, e dão subsídios para o design dos produtos funcionais. Apenas 1 ou 2 cm de diferença na altura ou um grau de erro na inclinação do espaldar pode ser a diferença entre uma cadeira confortável ou não. Projetos de qualidade são os passos iniciais para se produzir móveis de qualidade.

A ideia de que cadeiras com braço ocupam mais espaço do que as sem braço é errada. O espaço para cada pessoa à mesa deve ser de 70 a 85cm, independentemente do modelo de cadeira, salvo sejam usadas cadeiras muito largas.

8. MOBILIDADE

A mobilidade é uma qualidade fundamental para que uma cadeira além de bonita seja “facilitadora” das atividades de hotelaria, gastronomia e eventos. A cadeira deve ser resistente, o que não significa que se possa dobrar a espessura de seus componentes para conseguir a resistência necessária, ou corre-se o risco de criar cadeiras que somente os super-heróis possam levantar. Devem ser leves o suficiente para que se possa levantar apenas com uma mão.

9. FACILIDADE DE PEGA

Para que esta mobilidade possa estar assegurada, além do peso moderado o design deve prever abertura para encaixar a mão no espaldar. Modelos de cadeiras em que se necessita das duas mão para levantar devem ser evitados em ambientes profissionais.

10. PERNAS COM AVANÇO MODERADO

Tropeçar na perna de uma cadeira ao passar ao seu lado é muito desagradável. Quando isso acontece com muita frequência com um determinado modelo de cadeira pode haver exagero no avanço das pernas em relação as dimensões do espaldar ou do assento, o design está errado. Mas o avanço bem dosado tem uma importante função, que é a de conferir maior estabilidade, evitando virar para os lados e principalmente para trás quando o usuário se inclina apoiando a cadeira apenas nas pernas anteriores.

11. EMPILHABILIDADE

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No dia-a-dia da hotelaria e da gastronomia o lay-out do salão muda frequentemente. A opção por cadeiras empilháveis é estratégica, por facilitar muito a operação cotidiana destes salões.

O empilhamento pode ser diretamente no chão ou em plataformas com rodízios. Existem modelos de carrinhos e plataformas com piso inclinado e apoio lateral, que aumenta a quantidade de cadeiras por pilha.

 

 

 

12. ESTOFADAS OU NÃO?

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Entre as técnicas de design de cadeiras existe o conceito de “conforto duro”, que oferece conforto ao usuário por meio de um projeto criterioso com o uso inteligente dos parâmetros antropométricos. Em gastronomia pode-se aplicar cadeiras não estofadas em estabelecimentos para refeições rápidas como cafés ou fast-foods. Entretanto estes critérios podem ser revistos quando o café tem como proposta oferecer acesso a web por Wi-Fi ou quando estiver instalado em uma livraria. Em restaurantes e hotéis um modelo de cadeira com assento estofado é a melhor escolha, pois seus ambientes são projetados para tempos de permanência maiores. O estofamento no espaldar da cadeira é uma questão diretamente relacionada ao projeto de interiores e estilo pretendido.

13. CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS

Estatisticamente se observa que o peso das pessoas está aumentando ano após ano, e todo estabelecimento deve estar preparado para receber pessoas maiores. Assim, quando a linha de design de interiores do seu salão pedir cadeiras com braço, é conveniente que algumas cadeiras sem braço estejam disponíveis também, livrando assim clientes maiores do constrangimento de ficarem presos entre os braços da cadeira ao se levantar. Uma cadeira dedicada para uso profissional deve estar preparada para clientes com peso maior que a média. Devendo ser dimensionadas para pesos próximos a 150kg sem que haja riscos de acidentes.

14. DIMENSIONAMENTO

A circulação entre as cadeiras e mesas deve ser adequada para a maior eficiência de um salão de restaurante, hotel ou centro de eventos. Para que os clientes e a equipe de atendimento possam circular com facilidade, evitando acidentes e congestionamentos. Em ambientes mais sofisticados circulações maiores agregam valor ao ambiente.

15. SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade econômica das empresas está cada vez mais associada à sustentabilidade ambiental e social com que atua. O “marketing verde” é uma tendência em expansão. Quando uma empresa opta por desenvolver as suas atividades com respeito ao meio ambiente, ela está cumprindo o seu papel social, mas está também comunicando aos seus clientes que é ambientalmente responsável, e à partir deste momento passa a ser considerada pelo consumidor de forma especial.

16. MADEIRA ECOLÓGICA

O aumento na produção de móveis em madeira proveniente de plantio ambientalmente correto contribui para a redução do aquecimento global. O uso destes tipos de madeiras, como o eucalipto por exemplo, resulta na diminuição da exploração das florestas nativas, e consequentemente num significativo aumento do número de novas florestas em crescimento no planeta.

Para crescer as árvores consomem o dióxido de carbono disponível na atmosfera. A madeira é composta em média por 49% de carbono e assim o uso de produtos em madeira é uma forma eficiente de se fazer o “sequestro de carbono”. Enquanto para produzir plásticos e metais se utiliza energia elétrica e/ou combustíveis fósseis, para produzir madeira a natureza utiliza a abundante e limpa energia solar, responsável pela fotossíntese nas árvores. Os “Selos Verdes”, como o FSC (Forest Stewardship Council), emitidos por ONGs e instituições ambientais certificam a origem da madeira provenientes de manejo sustentável, e outros produtos ecologicamente corretos.

Se a idéia é adotar uma postura ecologicamente correta em um estabelecimento, o mobiliário deve ser produzido com madeira certificada, e para cadeiras uso profissional madeiras macias como o pinus devem ser evitadas, pois com o uso prolongado este material tende a apresentar problemas nos encaixes das peças. Espécies mais duras como o eucalipto são mais adequadas.

Fonte: http://www.movelariaparanista.com.br/

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