Gerenciamento

Manual de Conduta para Restaurantes e Bares

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A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

manual de conduta para restaurantes

As diretrizes estabelecidas pela empresa esclarecem para os colaboradores quais são seus objetivos no mercado e difundem a cultura da empresa idealizada por seus gestores. Para que isto aconteça efetivamente é necessário adotar estratégias para difundir estas práticas entre seus colaboradores.

O manual de conduta orienta o colaborador na condução de suas ações relacionadas ao ambiente de trabalho, ao uso de equipamentos de segurança, ao atendimento ao cliente, no relacionamento com fornecedores e nas questões que envolvem ética e integridade.

Formato: E-book
Páginas: 73
Editora: GR Gestão de Restaurantes

Descrição do Produto

Veja detalhadamente o que voce econtra produto:

Sumário
1 – Introdução
2 – A quem se destina o manual de Conduta
3 – Elaboração do Manual de Conduta
3.1 – Carta do Diretor
3.2 – Missão, Visão e Valores
3.3 – Conduta da equipe de Líderes
3.4 – Conduta de Comunicação com a mídia
3.5 – Conduta nas práticas empregatícias
3.5.1 – Plano de carreira
3.5.2 – Idade mínima para contratação e Trabalho infantil
3.5.3 – Apoio ao equilíbrio entre vida e trabalho
3.5.4 – Conduta na Contratação de Terceiros
3.6 – Conduta de Integridade
3.6.1 – Conflitos de interesse
3.6.2 – Diretrizes para dar ou receber presentes e entretenimento
3.6.3 – Informações sobre os concorrentes
3.7 – Conduta sobre as Informações confidenciais da empresa
3. 8 – Condutas Individuais dos Colaboradores
3.8.1 – Assédio no local de trabalho
3.8.2 – Drogas ilícitas e álcool
3.8.3 – Condutas com a jornada de trabalho
3.8.4 – Conduta em caso de faltas
3.8.5 – Conduta com as informações transmitidas à empresa
3.8.6 – Conduta no atendimento ao cliente
3.8.7 – Conduta com a higiene e apresentação pessoal
3.9 – Conduta com os Fornecedores
3.10 – Conduta com os Bens da empresa
4.0 – Comprovante de recebimento do Manual de Conduta

8 hábitos dos donos de restaurante de sucesso

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1. PRIMEIRO VOCÊ TEM UM NEGÓCIO, DEPOIS UM RESTAURANTE

 É fácil de ser arrastado para os ideais românticos e fantásticos do que significa ser um dono de restaurante. Mas a realidade é que, para fazer parte do time de donos de restaurante de sucesso, você precisa ser uma pessoa de negócios, muitas vezes implacável e, acima de tudo, com um grande espírito empreendedor.
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Donos de restaurante de sucesso sabem que é preciso unidade, paixão, longas horas de dedicação, experiência, dinheiro e tempo para criar algo significativo e duradouro. Se essas habilidades não são o seu ponto forte, então o ideal seria contratar um parceiro de negócios confiável e capaz de ser essa pessoa para o seu negócio.

2. SEUS FUNCIONÁRIOS SÃO SEU INVESTIMENTO MAIOR

 É um clichê, mas eu não poderia deixar de dizer que, para ter um negócio bem sucedido, você precisa investir fortemente nas pessoas que mantêm este negócio vivo. Em uma indústria onde as mudanças no emprego são constantes, compensação financeira e boa comida não são suficientes para manter um funcionário feliz o suficiente para ficar em um emprego.

Donos de restaurante bem sucedidos sabem que, para manter seus empregados, eles precisam dedicar-se  a quem eles são como pessoa, bem como ao seu crescimento pessoal e profissional. Programas de incentivo, reuniões semanais ou mensais, eventos de pessoal e a criação de uma política de portas abertas são fundamentais, se você deseja manter sua equipe feliz e saudável.

3. VOCÊ NÃO PRECISA REINVENTAR A RODA

 Quando se trata de menu, a chave é fazer tudo com qualidade, mas sem extravagâncias. Vivemos em um tempo em que as extravagâncias gastronômicas são uma coisa normal, mas o que o cliente realmente valoriza em sua experiência é que os sabores sejam deliciosos e o serviço consistente.

Donos de restaurante de sucesso pensam em por que um cliente escolheria seus hambúrgueres e batatas fritas em lugar de escolher o de outros, por exemplo. A resposta está na oferta de algo original, mas consistente – algo que eles terão apenas em seu restaurante. Isso vai desde o sabor da comida até a decoração do estabelecimento.

Lembre-se: um profissional de sucesso pensa em cada detalhe.

4. CONHEÇA SEU ENTORNO

 O seu objetivo final é proporcionar uma experiência diferente de qualquer outra coisa, mas isso ainda deve ser feito de forma consciente, considerando o entorno. Um dono de restaurante de sucesso não vai abrir uma hamburgueria com a cara do Mc Donald’s próximo, a menos que tenha uma criatividade nunca vista antes e inove muito.

A realidade é que todos os outros restaurantes, cafetarias, pizzarias ou bares são uma concorrência e estar consciente do que está ocorrendo em seu entorno é um elemento que certamente contribuirá para o sucesso de seu restaurante.

5. SEJA RESPONSÁVEL

 Donos de restaurante de sucesso sabem que, se quiserem alcançar o sucesso, eles precisam criar metas mensuráveis, realistas e precisas. Esta retaguarda irá mantê-los preparados para todas as decisões que eles precisarão fazer no dia-a-dia. A taxa de falência na indústria dos restaurantes é alta, e muitas vezes, circunstâncias como as flutuações no clima financeiro ou mudanças nas tendências de alimentos podem afetar o sucesso de um negócio.

Neste caso, um plano detalhado e bem pensado o fará alcançar as metas que estabeleceu para si e sua equipe de forma mais fácil e sustentável.

6. SEJA REFERÊNCIA PARA OS FUNCIONÁRIOS

Uma característica crucial dos donos de restaurante de sucesso é ter boas habilidades de gerenciamento de estresse. Ser proprietário de um restaurante é uma atividade de alta-tensão, porque este ramo é imprevisível – tudo pode mudar a qualquer momento. Por conta disso, é preciso que você seja um líder que transmite confiança e constância para seus funcionários.

Outra característica dos donos de restaurante de sucesso que você vai querer reproduzir é saber servir os seus funcionários da mesma maneira que você espera que seus funcionários sirvam os seus clientes.

Ao oferecer à sua equipe uma experiência excepcional de emprego através da formação, educação, horários flexíveis e equilíbrio entre trabalho e vida saudável, você está garantindo que esta experiência excepcional também estará presente em todos os aspectos do seu negócio.

7. DONOS DE RESTAURANTE DEVEM SER EMPÁTICOS

 Profissionais bem sucedidos reconhecem que cada aspecto de seu restaurante é crucial para o seu sucesso, por isso, buscam conhecer cada função como se fosse sua. Eles conhecem o menu, conhecem todos os funcionários, estão familiarizados com a cozinha do chef, estão envolvidos com folha de pagamento, sabem a programação de limpeza, conhecem os fornecedores de alimentos, e investem tempo para satisfazer  seus clientes.

Um dono de restaurante de sucesso olha para seu estabelecimento como uma máquina bem lubrificada, onde, mesmo sem uma peça, o resto não deixaria de funcionar.

8. SEJA UM ETERNO APRENDIZ

 A coisa mais importante que um dono de restaurante de sucesso pode fazer é questionar, procurar ajuda, pesquisar, estudar e estar sempre aberto a sugestões. Um profissional de sucesso não tem medo de ouvir críticas, porque é assim que ele cresce e faz as coisas melhorarem da próxima vez.

Ele também faz da pesquisa uma prioridade, aprendendo sobre as tendências da indústria e opções de alimentos sazonais. Donos de restaurante de sucesso são curiosos não apenas sobre o que acontece no mundo dos restaurantes, mas sobre negócios em geral.

Através de sua humildade, eles chegam aos outros influenciadores da indústria de restaurantes para colaborar com idéias, compartilhar sucessos e fracassos, e, finalmente, aprender com eles.

Por fim, donos de restaurante bem sucedidos são sempre curiosos para saber mais sobre novas tecnologias e sobre as ferramentas. Eles sabem que elas podem melhorar a experiência de seu cliente, aumentando a eficiência de seus funcionários e tornando sua rotina mais simples e agradável. Sem medo do novo, abraçam inovações com os braços abertos rumo ao sucesso.

Fonte: http://www.ecomanda.com.br/blog/donos-de-restaurante-de-sucesso

Bares e restaurantes cobram 13% de gorjeta e mudança causa polêmica entre clientes

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A mudança na Lei que regulamenta as gorjetas dos garçons tem dividido opiniões entre clientes nos restaurantes de São Paulo. Se você não checar a conta, pode estar pagando mais pela gorjeta e nem ter percebido. A nova legislação que já está em vigor desde maio faz com que os tradicionais 10% se transformem em 13%.

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A gorjeta é opcional. “Acho completamente errado”, disse Erik Malagrino, ilustrador. Já o comerciante Luis Alberto Miele concorda. “Acho justo porque eu tenho negócio próprio e sei que não é fácil, as despesas têm que ser cobertas e não adianta a gente fingir que ela não existe.”

Antes de maio, nenhum imposto era cobrado. Agora a empresa retém parte da gorjeta para pagar encargos como INSS e FGTS. Para compensar, alguns restaurantes da cidade já estão cobrando de 12% a 13% sobre a conta.

Um dos restaurantes pretende aumentar a taxa de serviço nos próximos dias, mas o dono deixa claro que quem decide se paga ou não é o cliente. “Ele pode optar por não pagar ele integralmente ou ele pode pagar uma parte desse serviço”, disse Danilo.

O diretor do Sindicato de Bares e Restaurantes diz que a maioria dos estabelecimentos ainda não cobra o novo valor da gorjeta. “Vai demorar um tempinho, vai ser um problema. Nós estamos num momento de crise, a maior parte dos bares e restaurante estão trabalhando com margens reduzidíssimas ou sem margens”, disse Denis Rezende, diretor do sindicato.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/bares-e-restaurantes-cobram-13-de-gorjeta-e-mudanca-causa-polemica-entre-clientes.ghtml

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9 perguntas para entender a nova lei das gorjetas

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De acordo com as novas regras da Lei Nº 13.419 – chamada de “Lei da gorjeta” – aprovada em março de 2017, empresas enquadradas no regime de tributação do Simples poderão reter até 20% das gorjetas para pagar encargos sociais, previdenciários e trabalhistas relativos às gorjetas contabilizadas. Demais empresas podem reter até 33% .

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Confira 9 perguntas para entender as novas regras: Tudo que você precisa saber para entender a nova regulamentação da gorjeta

1. Quais serão os encargos nas empresas Simples (retenção de até 20%) e nas demais (retenção de até 33%)?

Primeiramente, é importante esclarecer que a lei prevê que a gorjeta passe a ser destacada como remuneração e não incorporada ao salário. Na prática, isso significa que as gorjetas não servem de base de cálculo para parcela de aviso prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado. Outro ponto que merece amplo esclarecimento é que os encargos trabalhistas, sociais e previdenciários não incidem sobre o valor total da gorjeta: eles incidem somente sobre o percentual já descontados até 20% no caso do Simples, e até 33% no caso das empresas fora do Simples. Por exemplo, se o funcionário receber R$1.000,00 mensais de gorjeta, os encargos incidirão sobre R$800,00 (no caso de a empresa ser enquadrada no Simples) e sobre R$670,00 (no caso de a empresa estar fora do Simples). Dito isso, para as empresas enquadradas no Simples, são estes os encargos com respectivos percentuais: Férias, FGTS (8%) e 13º salário (8,3%). Já para as empresas que não se enquadram no Simples, são estes: Férias, FGTS (8%), 13º salário (8,3%) e INSS (28%).

2. Restaurante não cobra gorjeta, como fica?

A empresa pode continuar sem cobrar a gorjeta, não há nada que impeça isso. Mas há de se observar duas situações distintas:

1ª) A empresa não sugere a gorjeta, mas permite que seus funcionários a recebam. Esta é a denominada gorjeta espontânea. Neste caso, os valores a serem retidos, os critérios de distribuição e anotação na carteira serão definidos nos acordos coletivos de trabalho. Não há nenhuma mudança no salário fixo promovida pela nova legislação. O que deve ser observado é que o salário não poderá ser inferior ao mínimo da categoria e não poderá ser pago com parte da gorjeta. Em função da indefinição dos critérios relacionados à gorjeta espontânea, a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) sugere que as empresas que “não cobravam” a gorjeta, deixando ao critério do cliente, passem a indicar o percentual. Nesta situação, a lei é clara e a insegurança jurídica é baixa. É válido frisar que a gorjeta não tem um valor estabelecido (pode ser qualquer porcentagem da compra).

 2º) A empresa não sugere a gorjeta, impede formalmente a sua cobrança e pune os funcionários que desobedecem a norma. Neste caso, a empresa não tem nenhuma alteração promovida pela nova lei, uma vez que esta era única situação em que juridicamente a não-aceitação da gorjeta era acatada pelos tribunais.

3. O projeto regula a gorjeta apenas para garçons? A forma de distribuição precisa ser registrada no sindicato?

O rateio pode ser feito entre todos os funcionários que prestam serviço direto ao consumidor final, e não somente aos garçons. A forma de distribuição será decidida em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho. Na ausência destes, serão definidos em Assembleia Geral de Trabalhadores.

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4. Como fica a situação das gorjetas pagas no cartão de crédito ou débito junto com a conta uma vez que temos a despesa da taxa da operadora do cartão?

A retenção prevista em lei é para o pagamento de encargos sociais, previdenciários e trabalhistas. Os custos operacionais dos cartões são de responsabilidade das empresas.

5. No caso de 13º e férias, a empresa será obrigada a incorporar mais essa despesa na sua folha, considerando a média dos valores distribuídos como gorjeta?

Sim, 13º e férias referentes às gorjetas recebidas deverão ser pagos aos empregados. No entanto não haverá nenhum ônus para a empresa uma vez que os valores para arcar com tais pagamentos serão descontados da gorjeta paga pelo cliente.

6. A nova lei da gorjeta pode ser inclusa na folha de pagamento? E de que maneira?

Sim, a gorjeta deve ser inclusa na folha de pagamento como remuneração. A lei determina que ao final do ano, a empresa inclua na carteira de trabalho, além do salário fixo, a média dos valores de gorjeta pagos nos últimos doze meses. (Artigo 2º, Item III, parágrafo 8º). O pagamento deve ser feito direto na folha e destacado separadamente no contracheque.

7. Vou precisar cobrar 10% de forma obrigatória?

A empresa não é obrigada a cobrar o percentual de gorjeta, mas este controle é bastante complexo para evitar problemas trabalhistas. Seria necessário estabelecer um termo de conduta com todos os funcionários proibindo-os de aceitar gorjeta e haver uma fiscalização rigorosa por parte do empresário, punindo quem não cumprir a sugestão. Se na sua empresa os procedimentos acima não forem observados desde o início, a justiça do trabalho considera que a gorjeta recebida pelos empregados já estaria incorporada aos salários e a empresa já teria que arcar com todos os custos previdenciários, sociais e trabalhistas. A sugestão da Abrasel é que todas as empresas do setor passem a indicar este valor na conta (que pode ser maior ou menor que 10%), pois a lei aborda com clareza somente a gorjeta sugerida. As regras para a gorjeta espontânea não estão definidas na lei aprovada; os valores e regras desta modalidade passam a ser definidas em convenção coletiva pelos sindicatos.

8. As gorjetas dadas por fora como ficam?

Antes da regulamentação, mesmo as empresas que nunca sugeriram o valor da gorjeta na conta não estavam protegidas juridicamente. A sugestão da Abrasel é que todas as empresas do setor passem a indicar este valor na conta (que pode ser maior ou menor que 10%), pois a lei aborda com clareza somente a gorjeta sugerida. As regras para a gorjeta espontânea não estão definidas na lei aprovada; os valores e regras desta modalidade passam a ser definidas em convenção coletiva pelo sindicato.

9. As comissões e/ou gorjetas serão incorporadas ao salário fixo para efeito de rescisão?

A gorjeta não é incorporada ao salário, ela é considerada remuneração e deverá ser destacada no contracheque. As retenções previstas na nova lei para cobrir os encargos previdenciários, sociais e trabalhistas são suficientes para arcar com os mesmos, computados aí todos os custos demissionais, inclusa a multa do FGTS. Por integrar remuneração e não o salário, as gorjetas não servem de base de cálculo para parcela de aviso prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado.

Fonte: http://blog.fispalfoodservice.com.br/9-perguntas-para-entender-nova-regulamentacao-da-gorjeta/

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Como controlar as vendas de cartão de crédito em seu restaurante

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A gestão de um restaurante é uma das atividades que mais exigem da versatilidade do administrador, afinal a sua atenção deve estar voltada diariamente para o controle do estoque, a liderança da equipe e a gestão financeira do empreendimento. Após uma longa jornada de operação no restaurante, mesmo após o apagar das chamas dos fogões, o administrador é uma das peças que ainda permanece no estabelecimento para fechar o caixa, conferir os lançamentos e por muitas vezes se debruçar em meio a tantos papéis em busca das diferenças de caixa.

Um dos grandes segredos dos restaurantes de sucesso está no controle, por este motivo a conferência do caixa deve ser diária para que as diferenças sejam encontradas, corrigidas e se possível evitadas. Entretanto o grande volume de transações diárias pode colaborar para que erros e informações se percam durante o processo, dentre eles a conferência dos lançamentos de cartões de crédito e vouchers. Sem sombra de dúvidas a principal modalidade de pagamento utilizado no mercado é o cartão, pois além de facilitar, oferece segurança para o cliente final, entretanto para o administrador nem sempre é simples identificar se as vendas realizadas via cartão foram devidamente registradas, além disso o grande volume de papeis não colabora em nada no momento de conferir os lançamentos.

A GR foi em busca de soluções que poderiam facilitar a vida do administrador neste processo de conferência e descobrimos que há soluções que podem trazer bastante praticidade para o dia-a-dia do seu negócio. Uma novidade encontrada no mercado foi o aplicativo Tiquei, uma solução que agrega todas as informações das operadoras de cartão em um único local. Em entrevista ao nosso portal, o gerente de Negócios Digitais da Accesstage, empresa desenvolvedora do Tiquei, nos explica melhor sobre o funcionamento do aplicativo.

tiqueiGR: o que é o Tiquei?

Gleison: “.. O Tiquei é um aplicativo que consolida todas as informações de vendas e recebimentos por cartão de crédito, débito e vouchers em um único local. O app utiliza como fonte de dados, as informações geradas pelas próprias operadoras com as quais cada cliente trabalha.”

GR: Como surgiu a ideia de desenvolver um aplicativo como o Tiquei?

Gleison: ”Essa ideia foi de nosso CEO, que queria aproveitar o Know How da empresa em conciliação de vendas por cartão e levar essa tecnologia para o pequeno varejo de forma simples.

GR: De que forma esta consolidação de informações é importante para o cliente que utiliza o Tiquei?

Gleison: “Além de auxiliar o comerciante na gestão financeira de seu estabelecimento, nossos clientes registraram um ganho de tempo de aproximadamente 40% nas tarefas de controle das vendas realizadas com cartões de débito, crédito ou vouchers e na previsão de recebimento. O app tem uma utilização muito intuitiva, as informações são disponibilizadas com poucos cliques e na palma da mão. Pelo próprio smartphone o cliente confere as vendas realizadas por todas as bandeiras de cartões de crédito e débito sem precisar somar os tickets do caixa ou acessar o site de cada uma das operadoras para conferir os extratos de lançamento. No final do dia basta comparar a relação de vendas do caixa com os dados informados no app do Tiquei. É fantástico!!”

Os gestores contemporâneos possuem uma rotina com foco na produtividade e na gestão eficiente do seu negócio. O surgimento de soluções inovadoras, como o Tiquei, que utilizam dados na nuvem e disponibilizam para o cliente informações rápidas e objetivas tem colaborado bastante para a evolução no modelo de gestão de negócios gastronômicos, como restaurante e bares.

Colaborador:

ACCESSTAGE ( Tiquei )
Site: www.tiquei.com.br
Tel: (11) 97551.8030

 

Procedimento Operacional padronizado para Restaurantes – POP

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O procedimento operacional padronizado, também conhecido como POP é um documento que detalha todas as operações necessárias para a realização de uma tarefa dentro de restaurantes e bares com o objetivo de garantir a qualidade e a segurança da produção. Nesta vídeo-aula conheça todos os detalhes sobre este procedimento, como deve ser aplicado e tenha acesso ao modelo do POP disponível em nossa biblioteca virtual.

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Problemas na gerência do restaurante? Saiba como contorná-los

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Conheça métodos para contornar tanto problemas na gerência quanto na rotina do restaurante
Gerenciar um restaurante não é tarefa fácil. É preciso ter organização, controle, responsabilidade e muito jogo de cintura. Não é à toa que o gerente é uma das peças mais importantes desses estabelecimentos, como já mostramos em outro artigo. Mas isso não significa que ele está sozinho no trabalho de gerenciar a casa.

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Mesmo com todo o cuidado e dedicação, alguns problemas ainda podem acontecer. Na verdade, é certo que até o melhor dos gerentes vai cometer um deslize em algum momento, e o mesmo serve para a equipe ou até o proprietário do negócio.

Anote alguns métodos que a Inffel vem percebendo como eficazes para resolver problemas na gerência de diferentes restaurantes.

1 – Crie um planejamento e siga-o

Com ajuda dos membros mais proativos e experientes da equipe, defina as necessidades da casa e como as tarefas podem ser divididas durante a semana.
A partir de então, os funcionários precisam seguir esse planejamento, sendo que o gerente é o responsável por garantir que eles o cumpram.

2 – Se tiver problemas, fale

Esconder o jogo não vai fazer nenhum problema ser solucionado. É mais provável que o oposto aconteça.
No caso do gerente, fale diretamente com o funcionário responsável pelo desentendimento em questão. No caso de problemas relativos à qualidade dos produtos, fornecedores ou fatores que dizem respeito ao restaurante, dirija-se ao proprietário – de preferência com alguma sugestão para contornar o imprevisto.
No caso do proprietário, vá direto ao ponto tanto com o funcionário problemático quanto com o gerente. Se o problema é grande e tem impacto sobre todos os empregados, reúna a equipe e seja honesto. Como o interesse de todos é ver o restaurante prosperar, devem tomar providências (dentro das suas áreas de atuação) para fazê-lo voltar aos trilhos.
Já no caso do funcionário, a atitude mais correta é reportar o problema ao gerente. Ele é o encarregado de coordenar as ações da equipe, inclusive quando as coisas não saem como o planejado.

3 – Afaste os encrenqueiros

Um funcionário que não consegue se dar bem com nenhum outro e é fonte constante de problemas é tudo de que um restaurante não precisa. Um chef arrogante ou um gerente desagradável, idem.
A maneira mais prática de lidar com problemas na gerência de um restaurante é evitar que eles sejam criados. E nada melhor para fazer isso do que afastar energias improdutivas.


Decisões que impliquem a equipe devem ser discutidas com a equipe

Ex. 1: Foi decidido que, de agora em diante, o restaurante não venderá mais seu hambúrguer de frango.
Ex. 2: O proprietário está em dúvida quanto ao prato do dia de quinta-feira.
Ex. 3: O gerente está pensando em rearranjar as tarefas da equipe.


Apesar de apresentarem situações diferentes, os três exemplos se parecem em um aspecto – dizem respeito à equipe do restaurante.
Seja para consultar a opinião dos funcionários ou para repassar decisões que já foram tomadas, é preciso reunir a equipe inteira e expor os problemas, dúvidas ou novas regras. Isso poupará tempo e evitará confusões futuras.

4 – Resolva a situação de uma vez

Se aconteceu algum problema ou mal-entendido entre os funcionários, não espere a situação fugir do controle. Sentem-se para conversar, promova um encontro entre as partes envolvidas.
Não deixe que uma discussão se transforme em algo mais sério, que pode comprometer o trabalho da equipe.

5 – Assuntos não relacionados ao trabalho ficam fora do restaurante

A partir do momento em que se entra no local de trabalho (no caso, o restaurante), é preciso se portar como um profissional. Indiretas, sabotagens e fofocas não podem ocupar o espaço que seria destinado à realização das tarefas diárias da casa.
Os funcionários precisam ter essa premissa em mente – e, caso afetações pessoais entrem em cena, lembre-os disso.

6 – União, acima de tudo

Proprietários, gerentes e membros da equipe devem ser parceiros. É preciso saber amparar uns aos outros e trabalhar em conjunto para alcançar o bom gerenciamento do restaurante.

Essas são algumas estratégias para resolver problemas na gerência e na rotina de um restaurante. Você já passou por alguma situação complicada com o seu estabelecimento? Se sim, como conseguiu contorná-la? Compartilhe sua experiência conosco, vamos tornar a gerência de restaurantes mais colaborativa!

Fonte: http://www.inffel.com/problemas-na-gerencia-saiba-como-contorna-los/

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