Higiene e Limpeza

Inspeção Sanitária em restaurante: como se comportar?

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Descubra a melhor maneira de agir antes e durante a inspeção sanitária no seu restaurante

A Resolução nº 216 da Anvisa traz o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Assim, cabe aos profissionais da Vigilância Sanitária fiscalizar se os bares e restaurantes do município estão seguindo todas as determinações previstas em lei.

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A visita de um fiscal pode causar certo nervosismo, principalmente para proprietários e gerentes de primeira viagem.

Por isso, preparamos um passo a passo de como se comportar durante a inspeção sanitária do seu restaurante.

1. Antecedência
A inspeção sanitária em restaurantes costuma acontecer sem aviso prévio, sendo mais recorrente em períodos de maior fluxo de clientes pela região (Ano Novo, Carnaval, eventos esportivos, etc). Se já fazem oito meses que a vigilância sanitária bateu na sua porta – ou se depois desse tempo nenhum fiscal apareceu ainda –, já está na hora de começar a preparar a casa para ser novamente avaliada.
Assim você ganha tempo para checar todos os itens e conferir se está tudo em ordem, podendo fazer eventuais reparos a tempo.

2. Oriente seus Funcionários
Eles precisam estar constantemente atentos aos cuidados no manuseio dos alimentos, à limpeza do ambiente, entre outros aspectos que transformam um restaurante num local saudável. Mas também é preciso orientá-los sobre como se comportarem durante a inspeção sanitária.
A rotina precisa se manter, porém de forma mais cuidadosa. Afinal, estão sendo avaliados. Não é hora de apontar culpados ou resolver questões antigas. Durante a inspeção sanitária, a equipe precisa trabalhar em conjunto. Os acertos se fazem depois.

3. Seja Solícito
Tentar esconder o jogo, impedir o recolhimento de material (levar amostras dos alimentos mantidos na cozinha, por exemplo, é uma prática comum da Vigilância Sanitária) ou evitar responder às perguntas do fiscal só vai deixá-lo em maus lençóis.
Contribua para que a inspeção sanitária do restaurante ocorra como se deve. Afinal, é a saúde dos seus clientes que está em jogo.

4. Siga as Instruções Recomendadas
Quando alguma irregularidade é identificada, a Anvisa dá um prazo (em geral, de alguns meses) para que o restaurante ajuste os itens problemáticos. Para isso, dão uma série de instruções de como esse ajuste deve ser feito.
Siga as orientações recebidas e as coloque em prática o mais breve possível.

5. Aprenda com os Erros
Inspeções sanitárias em restaurantes são uma boa maneira de perceber problemas de gestão que estavam camuflados em meio à rotina do estabelecimento.
Preste atenção ao que for apontado: mantenha o que está adequado e corrija aquilo que foge às normas.
A reputação do seu restaurante agradece.

Fonte: http://www.artigos-barerestaurantes.com.br/

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Lavadoras de louças para restaurantes são um investimento, não despesas.

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Muitos restaurantes se sentem relutantes na aquisição de máquinas de lavar louças; em sua grande maioria os dois principais motivos são o valor do investimento e o consumo energético. Esta insegurança não se justifica, as lavadoras de louça atuais proporcionam uma grande economia para restaurantes e bares. Veja como seu restaurante pode economizar utilizando uma lava-louças:

 – Não é necessário realizar a pré-lavagem das louças antes de colocar na lava louças.

– Não se atente ao custo da lava-louças, mas sim à economia que ela proporcionará ao seu restaurante. Com uma lava-louças seu estabelecimento é capaz de economizar uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente à esta tarefa, considerando-se a economia com a folha de pagamento, encargos trabalhista e a diminuição da rotatividade de mão de obra o investimento se recupera em um curto espaço de tempo.

– O padrão de higienização da lava-louça garante ciclos rápidos de lavagem e os pratos e talheres serão sempre higienizados na temperatura ideal.

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– Ao contrário do que se pensa, as lavadoras de louças economizam muita água. Algumas lavadoras consomem até menos de um litro de água por ciclo, tarefa que seria completamente impossível de se realizar manualmente com apenas um litro de água. Consequentemente seu empreendimento terá um reflexo direto na economia de água, justificando mais uma vez o investimento.

 14062016A– Mas e os custos com energia elétrica e detergentes? Levando-se em conta toda a economia gerada com mão de obra e consumo de água, a elevação do custo energético não chega a 10% da economia obtida com a lava-louças. Com relação aos detergentes, os preços são bem mais em conta que no passado. Quando as lava-louças chegaram ao Brasil na década de 70, os detergentes eram todos importados, o que tornava bem oneroso lavar louças. Atualmente no Brasil existem vários fabricantes de detergentes, o que colaborou bastante para que possuam preços bem mais acessíveis.

 – Por fim outra economia gerada com a utilização de lava-louças é a quebra de pratos e copos que diminui consideravelmente devido à pouca manipulação por parte dos colaboradores durante a lavagem.

– As lava-louças atuais possuem ciclos de lavagem extremamente rápidos e com capacidades variadas, algumas possuem um ciclo de lavagem de 15 pratos, ou 20 copos ou 150 talheres por minuto. Considerando este ciclo é possível perceber a grande quantidade de utensílio que podem ser higienizados em apenas uma hora de operação.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”

Soluções eficientes para economia de água em restaurantes

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A crise hídrica vivida no Brasil parece não estar apenas de passagem, segundo especialistas em gestão de recursos hídricos o país necessitará de pelo menos três anos para começar a sair da crise. Isto contando com bons índices no volume de chuvas. Mas crises como a falta de água, por exemplo, também são importantes para despertar nas pessoas e empresas o interesse pela melhoria em setores que até então eram ignorados. Em se tratando de restaurantes a cozinha é um deles. A água na cozinha dos restaurantes mudou seu trajeto, os ralos deixaram de ser seu único destino e o conceito de que torneira que jorra muita água é a que lava melhor já foi por água abaixo.

 

05032015ASobre equipamentos eficientes para economia de água nos deparamos com uma novidade no mercado que vem caindo no gosto dos restaurantes. Um equipamento com aparência discreta mas com tecnologia alemã tem despertado o interesse de donos de restaurantes não só pela sua eficiência em lavabilidade de copos mas também pela economia de água gerada por este processo que pode chegar a até 70%. Chamado de Spulboy, o equipamento possui dois recipientes, o primeiro onde o copo sujo é inserido para retirada das impurezas e o segundo recipiente para o enxague. O que nos despertou tanta curiosidade foi como o equipamento poderia gerar uma economia entre 60% e 70% de água na lavagem de copos.

Em busca de respostas tivemos acesso ao equipamento e podemos constatar algumas características.

1 – Quando o copo é colocado no recipiente de enxague o fluxo de água faz o enxague por completo em no máximo dois segundos, isto mesmo, dois segundos. Ao retirarmos o copo do recipiente o fluxo de água é interrompido instantaneamente.

2 – Todo o processo de lavagem e enxague do copo acontece em apenas 4 segundos, aumentado em muito a eficiência dos colaboradores que passam a ter uma autonomia de higienização de 15 copos por minuto.

3 – O recipiente de lavagem, onde fica o sabão é renovado automaticamente enquanto o copo é enxaguado no segundo recipiente.

4 – O número de quebra de copos também diminui bastante.

5 – A instalação é muito fácil e não necessita energia elétrica para o funcionamento.

Para entender melhor todo o processo você encontrará neste site do distribuidor um vídeo demonstrando a utilização do equipamento.

05032015Mesmo com equipamentos tão econômicos na lavagem de copos não podemos nos esquecer de que a água dispensada por estes equipamentos ainda pode ser reutilizada para a lavagem de pisos e descargas nos banheiros. Você pode armazenar esta água em grandes bombonas ou até mesmo em caixas d’água. Caso deseje enviar a água de reuso para uma caixa d’agua existem no mercado as chamadas bombas submersas que bombeiam a água automaticamente para recipientes que estejam em níveis superiores. A grande vantagem destas bombas é que não há a necessidade de se preocupar em ligá-las ou desligá-las. As mesmas já possuem um sistema de boia que aciona ou desliga a bomba de acordo com o volume de água do recipiente.

É possível perceber que sistemas eficientes para a economia de água são uma realidade no mercado. A necessidade agora é da conscientização individual e coletiva em valorizar os recursos naturais, aprendendo a utilizá-los com eficiência, somente assim saberemos o seu verdadeiro valor.

Colaboração:

05032015CHOGASERV SERVIÇOS PARA HOTELARIA
E GASTRONOMIA LTDA (SPULBOY)
(21) 3216-9555
www.spulboy.com.br
comercial.hotelplus@pluslink.com.br

 

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Cortes e acidentes de trajeto são as principais causas de acidentes em restaurantes

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Um estudo apresentado pela Revista Brasileira de Saúde Ocupacional realizado pelas professoras do Curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP,  Raquel Aparecida Casarotto e Luciane Frizo Mendes demonstra que cortes e acidentes de trajeto são os acidentes que ocorrem com maior frequência dentro de cozinhas industriais. O estudo faz um levantamento do conjunto de características que podem causar  acidentes de trabalhos típicos.

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Alguns acidentes de trabalho estão relacionados com o desenvolvimento da tarefa em si, como cortes e queimaduras. Outros relacionam-se à falta de manutenção adequada dos equipamentos, como choques elétricos, preensões e amputações. Outros ainda devem-se às condições ambientais inadequadas, como, excesso de água no chão, sistema de drenagem ineficiente e piso com material inadequado. Cerca de 8% dos pacientes atendidos em centros de queimaduras são trabalhados de cozinhas, e grande parte por escaldo dos pés ou tornozelos.

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Os acidentes de trajeto ocorrem principalmente por um fluxo desordenado dentro das cozinhas, causando trombadas e ou escorregões devido à falta de limpeza frequente do piso. O grande risco destes tombos estão relacionados principalmente à atividade que é executada no momento do acidente. Na maioria das vezes os funcionários estão carregando panelas quentes ou portanto facas.

Para minimizar os riscos de acidentes dentro das cozinhas industriais é fundamental que toda a equipe passe por um treinamento para que possam realizar suas atividades sempre visando a segurança individual e coletiva durante as tarefas. É preciso conscientização de que a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) é fundamental para sua própria segurança. É comum encontrarmos dentro das cozinhas funcionários que não utilizam luvas de aço para corte de carnes, ausência de aventais importantes também para minimizar os efeitos de queimaduras e utilização de calçados inadequados incompatíveis para as atividades.

Fonte: GR – www.gestaoderestaurantes.com.br

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GR Lança novo Fórum de discussão

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A GR lançou no dia 26 de novembro um novo fórum de discussão

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O novo fórum de discussão é muito dinâmico e interativo, permitindo aos usuários interagir com outros donos de restaurantes e profissionais do setor. As discussões do fórum estão separadas por categorias, o que facilitará em muito a leitura e o aprendizado através do tema desejado, que passam pela administração financeira, operacional, segurança alimentar, decoração, abertura, marketing, dentre diversos outros temas. O fórum tem uma interface agradável e bem simplificada, o que colabora para a navegação sem dificuldades.

O que levou a GR a investir em um novo sistema de discussão é a premissa de que a informação e o aprendizado devem estar disponíveis a todas as pessoas que pretendem administrar suas empresas com eficiência e qualidade. 

Convidamos a todos os nossos leitores a conhecerem o novo fórum e colaborar com seu conhecimento, dúvidas e informações relevantes para o mercado de alimentação fora do lar.

http://www.gestaoderestaurantes.com.br/forum/index.php

Um grande abraço e sucesso a todos.

Equipe GR

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