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COMO ESCOLHER A CADEIRA IDEAL PARA RESTAURANTES E BARES

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Para receber bem seus clientes boas cadeiras e mesas são itens fundamentais. Elas são importantes para aumentar o nível de satisfação que podemos proporcionar. Sua escolha merece ser feita com cuidado e seguindo critérios que auxiliem a fazer a opção certa.

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CADEIRA É CADEIRA… NÃO É?

Uma cadeira projetada e construída para o uso residencial possivelmente estará muito danificada em poucos meses de uso profissional. As cadeiras e mesas em ambientes profissionais são submetidas a exigências muito mais severas. São arrastadas com peso sobre elas, batidas e usadas intensiva e continuamente. Em contrapartida uma cadeira feita para uso profissional terá uma enorme durabilidade se usada em uma residência. Em um restaurante o tempo de uso de uma cadeira pode chegar a até 2500 horas/ano ou 1500% a mais que em uso residencial.

Fica mais fácil então entender por que as cadeiras residenciais e as profissionais são produtos totalmente diferentes, apesar de que ambas em princípio servem apenas para sentar.

Respondendo a pergunta:

— Não, cadeiras não são todas iguais!

• E agora, qual é a melhor?

• Como acertar no momento da definição do investimento nestes equipamentos?

Relacionamos em seguida algumas características de ordem prática, que podem orientar a melhor compra de cadeiras para restaurantes e bares.

1. QUALIDADE

A escolha das cadeiras e mesas deve assegurar que não seja necessário fechar o salão para reforma dos móveis durante um bom tempo. Parar seu salão de atendimento apenas um ano após sua instalação por que o mobiliário deve ser reformado significa prejuízo. Avaliar a relação “Custo X Benefício” durante o processo de escolha das cadeiras é muito importante.

2. A MATÉRIA PRIMA

Materiais resistentes como a madeira maciça devem ser preferidos, pois com o adequado acabamento ela tem uma grande durabilidade. Uma boa cadeira em madeira, com os cuidados devidos, tem uma excelente vida útil. O aço é uma outra opção, mas que perde para a madeira por não oferecer o charme e a sensação de conforto dos móveis em madeira. Em ambientes quimicamente agressivos, úmidos ou litorâneos o aço se degrada rapidamente, diminuindo muito a durabilidade do investimento. A madeira é um material nobre e resistente, e sua boa aparência depende de como for feito o acabamento.

3. ACABAMENTO E MANUTENÇÃO

O tipo de material e acabamentos usados na fabricação são importantes para maior facilidade na manutenção. Para diminuir os custos algumas empresas fazem o acabamento da madeira com produtos mais baratos à base de nitrocelulose. Isto diminui o custo de produção, e consequentemente o preço de venda, mas diminui também a vida-útil da cadeira e aumenta ainda o custo de manutenção. Cadeiras e mesas pintadas com produtos à base de nitrocelulose tendem a apresentar manchas esbranquiçadas principalmente nos pés devido ao contato com a umidade e produtos de limpeza.

Cadeiras profissionais devem ser fabricadas com materiais mais duráveis, diminuindo o custo operacional. Sua pintura deve ser feita preferencialmente com produtos à base de poliuretano ou poliester, mais resistentes ao desgaste e ao ataque de produtos químicos.

4. RENOVAÇÃO DOS AMBIENTES

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O design dos ambientes de atendimento é um importante elemento à serviço do marketing e do processo de venda. Quando uma empresa não renova suas instalações perde mercado com isso. A renovação em ambientes comerciais não deve ser encarada como custo, mas sim como investimento em um importante canal de comunicação com seus clientes. Os móveis devem ter uma durabilidade adequada, para que a melhor relação custo/benefício seja alcançada.

Em um estabelecimento em que a decoração seja refeita por exemplo a cada dez anos é adequado que a primeira renovação parcial do acabamento dos móveis seja feita após de 3 a 5 anos, contemplando trocas de tecidos, repinturas, etc.

A “longevidade” da decoração de um ambiente varia conforme as características do empreendimento e deve ser feita preferencialmente com a orientação de um arquiteto ou designer de interiores.

5. DESIGN DE INTERIORES

Sóbria, clássica, alegre, jovem, típica, temática, etc, a arquitetura de interiores de um restaurante deve estar em sintonia com a proposta de marketing e o seu público alvo.

Na escolha das cadeiras não é diferente, o design das cadeiras deve estar em sintonia com a proposta de ambientação e design do salão.

6. CONFORTO

Maior conforto significa clientes mais satisfeitos. Se o cliente permanecer mais tempo sentado à mesa, este tempo adicional vai repercutir no aumento do consumo e do faturamento do empreendimento; então o conforto é fundamental.

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7. ANTROPOMETRIA CORRETA

A Antropometria e a Ergonometria estudam as relações de medidas do corpo humano, e dão subsídios para o design dos produtos funcionais. Apenas 1 ou 2 cm de diferença na altura ou um grau de erro na inclinação do espaldar pode ser a diferença entre uma cadeira confortável ou não. Projetos de qualidade são os passos iniciais para se produzir móveis de qualidade.

A ideia de que cadeiras com braço ocupam mais espaço do que as sem braço é errada. O espaço para cada pessoa à mesa deve ser de 70 a 85cm, independentemente do modelo de cadeira, salvo sejam usadas cadeiras muito largas.

8. MOBILIDADE

A mobilidade é uma qualidade fundamental para que uma cadeira além de bonita seja “facilitadora” das atividades de hotelaria, gastronomia e eventos. A cadeira deve ser resistente, o que não significa que se possa dobrar a espessura de seus componentes para conseguir a resistência necessária, ou corre-se o risco de criar cadeiras que somente os super-heróis possam levantar. Devem ser leves o suficiente para que se possa levantar apenas com uma mão.

9. FACILIDADE DE PEGA

Para que esta mobilidade possa estar assegurada, além do peso moderado o design deve prever abertura para encaixar a mão no espaldar. Modelos de cadeiras em que se necessita das duas mão para levantar devem ser evitados em ambientes profissionais.

10. PERNAS COM AVANÇO MODERADO

Tropeçar na perna de uma cadeira ao passar ao seu lado é muito desagradável. Quando isso acontece com muita frequência com um determinado modelo de cadeira pode haver exagero no avanço das pernas em relação as dimensões do espaldar ou do assento, o design está errado. Mas o avanço bem dosado tem uma importante função, que é a de conferir maior estabilidade, evitando virar para os lados e principalmente para trás quando o usuário se inclina apoiando a cadeira apenas nas pernas anteriores.

11. EMPILHABILIDADE

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No dia-a-dia da hotelaria e da gastronomia o lay-out do salão muda frequentemente. A opção por cadeiras empilháveis é estratégica, por facilitar muito a operação cotidiana destes salões.

O empilhamento pode ser diretamente no chão ou em plataformas com rodízios. Existem modelos de carrinhos e plataformas com piso inclinado e apoio lateral, que aumenta a quantidade de cadeiras por pilha.

 

 

 

12. ESTOFADAS OU NÃO?

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Entre as técnicas de design de cadeiras existe o conceito de “conforto duro”, que oferece conforto ao usuário por meio de um projeto criterioso com o uso inteligente dos parâmetros antropométricos. Em gastronomia pode-se aplicar cadeiras não estofadas em estabelecimentos para refeições rápidas como cafés ou fast-foods. Entretanto estes critérios podem ser revistos quando o café tem como proposta oferecer acesso a web por Wi-Fi ou quando estiver instalado em uma livraria. Em restaurantes e hotéis um modelo de cadeira com assento estofado é a melhor escolha, pois seus ambientes são projetados para tempos de permanência maiores. O estofamento no espaldar da cadeira é uma questão diretamente relacionada ao projeto de interiores e estilo pretendido.

13. CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS

Estatisticamente se observa que o peso das pessoas está aumentando ano após ano, e todo estabelecimento deve estar preparado para receber pessoas maiores. Assim, quando a linha de design de interiores do seu salão pedir cadeiras com braço, é conveniente que algumas cadeiras sem braço estejam disponíveis também, livrando assim clientes maiores do constrangimento de ficarem presos entre os braços da cadeira ao se levantar. Uma cadeira dedicada para uso profissional deve estar preparada para clientes com peso maior que a média. Devendo ser dimensionadas para pesos próximos a 150kg sem que haja riscos de acidentes.

14. DIMENSIONAMENTO

A circulação entre as cadeiras e mesas deve ser adequada para a maior eficiência de um salão de restaurante, hotel ou centro de eventos. Para que os clientes e a equipe de atendimento possam circular com facilidade, evitando acidentes e congestionamentos. Em ambientes mais sofisticados circulações maiores agregam valor ao ambiente.

15. SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade econômica das empresas está cada vez mais associada à sustentabilidade ambiental e social com que atua. O “marketing verde” é uma tendência em expansão. Quando uma empresa opta por desenvolver as suas atividades com respeito ao meio ambiente, ela está cumprindo o seu papel social, mas está também comunicando aos seus clientes que é ambientalmente responsável, e à partir deste momento passa a ser considerada pelo consumidor de forma especial.

16. MADEIRA ECOLÓGICA

O aumento na produção de móveis em madeira proveniente de plantio ambientalmente correto contribui para a redução do aquecimento global. O uso destes tipos de madeiras, como o eucalipto por exemplo, resulta na diminuição da exploração das florestas nativas, e consequentemente num significativo aumento do número de novas florestas em crescimento no planeta.

Para crescer as árvores consomem o dióxido de carbono disponível na atmosfera. A madeira é composta em média por 49% de carbono e assim o uso de produtos em madeira é uma forma eficiente de se fazer o “sequestro de carbono”. Enquanto para produzir plásticos e metais se utiliza energia elétrica e/ou combustíveis fósseis, para produzir madeira a natureza utiliza a abundante e limpa energia solar, responsável pela fotossíntese nas árvores. Os “Selos Verdes”, como o FSC (Forest Stewardship Council), emitidos por ONGs e instituições ambientais certificam a origem da madeira provenientes de manejo sustentável, e outros produtos ecologicamente corretos.

Se a idéia é adotar uma postura ecologicamente correta em um estabelecimento, o mobiliário deve ser produzido com madeira certificada, e para cadeiras uso profissional madeiras macias como o pinus devem ser evitadas, pois com o uso prolongado este material tende a apresentar problemas nos encaixes das peças. Espécies mais duras como o eucalipto são mais adequadas.

Fonte: http://www.movelariaparanista.com.br/

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Restaurantes driblam a crise adotando sistemas de delivery

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O momento delicado pelo qual passa o nosso país, com o aumento da energia elétrica, água, transportes e outros custos básicos da nossa economia reflete diretamente no bolso do consumidor. Quem trabalha com alimentação fora lar como restaurantes, bares e similares também já notou a mudança no volume de vendas. O orçamento do consumidor já não permite tantos restaurantes como antes e mesmo quando decidem visitá-los agora estão mais seletivos em suas escolhas.

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Há quem não abra mão de uma boa comida do seu restaurante preferido, mas o gasto com bebidas, taxas de serviços e aquela estendida até mais tarde, pois o papo com os amigos está muito bom, pode extrapolar o seu orçamento e o cliente acaba pensando duas vezes antes de sair de casa.

Foi pensando nisto que diversos restaurantes estão adotando o modelo de delivery como forma de manter seus clientes sempre por perto e ainda garantir o aumento do faturamento. Mas o modelo de delivery já existe a anos, o que o torna eficiente atualmente é a tecnologia atuando como aliada a este modelo.

Web Sites e aplicativos de delivery para restaurantes vem revolucionando este mercado, oferecendo comodidade ao cliente e eficiência para os restaurantes. Lucas Marcomini, coordenador de Marketing da Neemo, empresa fabricante de sistemas de delivery para restaurantes nos explica melhor a funcionalidade e os benefícios que este modelo pode trazer tanto para o cliente quanto para os estabelecimentos.

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“O sistema de delivery é uma ferramenta com funcionalidades muito atraentes, possibilita recebimento de pedidos via website e aplicativo exclusivos do estabelecimento sem cobrança de taxas por pedido, por isso a sua grande aceitação no mercado. O cardápio também pode ser incorporado a um site já existente e até mesmo utilizado como website do restaurante, apresentando detalhes como fotos, descrição detalhada do prato, variações, horário de funcionamento, localização e etc.

O restaurante recebe os pedidos em seu computador com notificações e diversos recursos de gerenciamento e o cliente também acompanha o andamento do seu pedido com o recebimento de notificações via e-mail. O principal benefício é o de explorar um mercado que está em expansão. O aplicativo de delivery tende a aproximar e fidelizar o cliente com o estabelecimento, pois o restaurante pode enviar mensagens promocionais para seus clientes e dispará-las no momento mais oportuno em dias e horários de pouco movimento.” Afirma Lucas.

Podemos observar que o delivery está se modernizando e se adaptando ao cotidiano cosmopolita, trazendo a praticidade na palma da mão, gerando novas oportunidades de negócios para restaurantes que até então não imaginavam explorar este mercado.

Colaboração:
16072015BNEEMO – DESENVOLVIMENTO MOBILE SOB MEDIDA 
Site: http://www.neemo.com.br
E-mail: comercial@neemo.com.br
Tel: (014) 3274-2087

 

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Quer automatizar seu negócio? Leia antes o manual sobre as soluções fiscais em seu estado.

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A AFRAC (Associação Brasileira de Automação Comercial)  elaborou um manual que traz diversos esclarecimentos sobre as soluções fiscais em todo o brasil. Para quem pretende automatizar seu restaurante, bar ou lanchonete vale conhecer detalhadamente como funciona a automação comercial no seu estado e quais os direitos e obrigações para o seu negócio. Para fazer o download do manual basta clicar aqui.

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A tentação do delivery

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Conceito operacional trazido profissionalmente para o Brasil na década de 80, o serviço de entrega em domicílio ou Delivery, como é conhecido, hoje está presente em parte significativa dos estabelecimentos de alimentação do país, nas mais diversas formas.

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No entanto, o que para muitos pode parecer simples e natural, como entregar na casa dos clientes o que o restaurante já produz, na realidade é uma operação cara, trabalhosa e de difícil manutenção.

Considerando o fato de que o cliente do Delivery procura por conveniência, rapidez, qualidade e boa relação custo benefício, nesta ordem, é preciso o tempo todo: estar acessível, ser eficiente e rápido na operação e oferecer produto de qualidade por um preço que seja visto como justo.

Quando falo em manter-se acessível, me refiro a divulgar o estabelecimento e ter meios para atender os clientes que o procurarem. Quando falo em rapidez, me refiro a ter entregadores, equipamentos e gestão disso de forma adequada à escala pretendida. Quando falo em qualidade, me refiro a ter o produto similar ao que o cliente tem como referência no próprio restaurante e melhor do que o produto dos concorrentes, independentemente do processo de entrega. Quando falo em preço justo, me refiro a ter o melhor preço que o estabelecimento possa praticar sem que seja questionável pela depreciação que o serviço de entrega costuma gerar na experiência do cliente.

Isso tudo é possível e viável desde que se tenha consciência que o Delivery é uma operação que exige conhecimento técnico, Know How e tecnologia para ser efetivamente relevante e valer o investimento de tempo e de recursos financeiros que demanda.

É preciso saber como divulgar em uma época onde o acesso aos clientes por ações que não sejam de mídia estão cada vez mais difíceis e o tempo dos flyers e panfletos está chegando ao fim;

É preciso ter um canal de acesso para os clientes sendo que nos dia de hoje é praticamente obrigatório estar acessível pela internet e pelos aplicativos de telefones celulares;

É preciso ter profissionais específicos e treinados para o atendimento, organização e despacho de pedidos;

É preciso ter produtos próprios para entrega e suas respectivas embalagens;

É preciso ter entregadores e conhecimento das exigências legais e técnicas para prestar o serviço;

É preciso, apesar de todos os pontos mencionados acima e outros, poder praticar um preço competitivo e criar promoções de venda;

Nos últimos 20 anos, tive a oportunidade de acompanhar o mercado delivery de perto e presenciar muitos casos de sucesso e a construção de grandes negócios fundamentados exclusivamente neste segmento. Mas também testemunhei histórias de insucesso de grandes “players” que se aventuraram a entrar no segmento de entrega sem conhecer o negócio e que em decorrência disso o trataram de forma simplista.

Na maior parte das vezes, as diferenças entre os casos de sucesso e os de insucesso foram: a consciência de que o Delivery não é uma operação simples e a procura de conhecimento, aprendizado e soluções sobre a gestão e a operação do negócio.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br

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O DISQUE MARMITEX VIROU UM RESTAURANTE

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O programa de microcrédito da Fomento Paraná ajudou a empreendedora Laudiceia Oliveira Andrade, moradora de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, a mudar de vida em pouco mais de dois anos.

Laudiceia foi assistente administrativa na prefeitura de Pinhais por dez anos, mas deixou o emprego fixo para trabalhar como vendedora autônoma. Chegou a abrir uma sorveteria, que não prosperou devido ao clima, e os clientes sugeriram que ela entrasse no ramo de refeições e entregasse refeições para empresas.

“O disque marmitex surgiu de uma necessidade dos fregueses. Todos perguntavam por que eu não fazia refeições”, conta ela. Laudiceia sabia que seria uma boa oportunidade, mas esbarrava na falta de recursos para dar início ao empreendimento.

“Procurei uma linha de crédito barata para montar uma cozinha industrial e poder ter meu próprio empreendimento”, recorda.

E foi a Fomento Paraná, instituição financeira de desenvolvimento do Governo do Estado, que ajudou Laudiceia a transformar o que era um sonho em realidade. Ela foi à Agência do Trabalhador, onde descobriu o programa Bom Negócio Paraná, que oferece um curso de capacitação gerencial. Com o certificado do curso em mãos conseguiu financiamento da Fomento com juros ainda mais baixos. Laudiceia também se formalizou como Micro Empreendedora Individual (MEI).

Com os recursos do financiamento, equipou a cozinha e abriu o Disk Marmitex da Lau. O início do empreendimento foi tímido. “No primeiro dia, em 2013, vendi apenas 12 marmitas e deu medo”, diz ela. Mas logo a satisfação dos clientes com a qualidade das refeições se transformou em recomendação para outras pessoas e o negócio começou a crescer.

Uma nova oportunidade apareceu com uma amiga, que começou a construir um ponto comercial no endereço ao lado de onde funcionava o disque marmitex, no bairro Maria Antonieta. “Ela insistiu por quatro meses para eu abrir um restaurante. Mas era muita responsabilidade”, afirma a empreendedora, que resolveu encarar o desafio, desta vez com recursos próprios.

Em maio Laudiceia abriu o restaurante, que tem capacidade para atender até 100 clientes de uma vez. E a cada dia o número é maior. “Chego a vender mais de duzentas refeições em um dia. Não imaginava tanta demanda”, comemora Laudiceia. “Sem o crédito da Fomento Paraná, eu não teria nem começado”, afirma. “Agora já imagino o restaurante funcionando em um imóvel próprio e, quem sabe, até abrir filiais”, enfatiza.

MAIS CRÉDITO – Desde 2011 a Fomento Paraná firmou mais de 12,2 mil contratos e liberou R$ 242,4 milhões de reais para apoiar empreendedores da indústria, do comércio e do setor de serviços, além de pequenos agricultores, em todas as regiões do Estado. Desse total, R$ 94 milhões são relativos a contratos de financiamento de microcrédito (operações de até R$ 15 mil).

Podem ser financiados projetos de investimento fixo (obras/reformas, aquisição de móveis, máquinas e equipamentos); capital de giro associado ao projeto principal (mercadorias para revender e matéria-prima para produzir); e uma combinação entre capital fixo e de giro.

Os financiamentos têm prazo de 36 meses para pagamento e possuem as menores taxas de juros do mercado, variando entre 0,61% a 1,17% ao mês.

As taxas são menores para empreendedores que apresentam certificados de participação em cursos de capacitação gerencial, como o Bom Negócio Paraná, entre outros, oferecidos por entidades parceiras.

Fonte: Governo do Estado do Paraná

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