Investimento

De garçom a dono de restaurante

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Seu Trasso chegou ao País sem falar português, mas superou essa e outras dificuldades para vencer no Brasil

É com a sabedoria de quem já viveu um pouco de tudo na vida que Thrassyvoulos Georgio Petrakis, 95 anos, administra o Acrópoles, uma espécie de templo da gastronomia grega no Brasil. Há 53 anos, seu Trasso, apelido adotado para facilitar o contato, é responsável pelas receitas que atraem centenas de pessoas ao Bom Retiro, um bairro de São Paulo. Fiel às tradições gregas, o empresário conquistou o paladar de políticos, artistas e obteve fama mundial.

treinamento restaurante“Não esperava tanto sucesso. Mas é muito compensador quando as pessoas pedem para eu mesmo ir para a cozinha fazer uma salada”, conta.

A popularidade do Acrópoles é grande, mas por trás desse reconhecimento não há mistérios: existe, sim, muito trabalho, dedicação e o envolvimento de seu Trasso, que não abre mão de participar da rotina do estabelecimento.

Por volta das 7h30, o empreendedor já está no batente. Sua jornada de trabalho é extensa e contempla praticamente todas as funções que permitem ao restaurante funcionar sete dias da semana. Ele vai ao mercado para assegurar a qualidade dos ingredientes, coordena a cozinha, prepara pratos, atua como garçom e ainda bate papo com os clientes.

“Se você quer ter qualquer tipo de negócio, precisa permanecer no local”, ensina.

Seguindo um modelo de gestão peculiar, onde a percepção se sobrepõe aos ensinamentos da escola – ele estudou apenas três anos –, o imigrante iniciou sua trajetória como garçom do restaurante que hoje é dono. “Aprendi tudo o que podia e me envolvia em todas as atividades. Com o tempo, acabei me tornando sócio e depois proprietário”, relembra.

Para tornar o Acrópoles referência gastronômica em um mercado com tantas opções como o de São Paulo, o grego não seguiu uma cartilha pronta. Foram os erros e acertos que o ensinaram. Mais do que isso. Sua trajetória permeada de obstáculos – ele chegou ao País sem falar o idioma – o ensinou a valorizar o poder da superação.

“O mais importante em um restaurante, além da qualidade, é o serviço. Para dar certo é preciso saber o que o cliente deseja e isso a gente descobre conversando com eles”, recomenda.

De forma ativa, lúcida e original, o empresário ensina uma das filhas a conduzir o restaurante. As dificuldades são encaradas sempre com muita paciência e sabedoria. “Quando alguém fala algo que não gosto, fico quieto. Dependendo da reclamação, finjo que não escutei”, conta. E foi assim que seu Trasso se esquivou de falar sobre o fechamento da filial do Acrópoles, um negócio concebido com a ajuda da filha. “Não deu certo”, resume, desviando em seguida para algo mais ameno. “O importante é que eu me divirto muito trabalhando.”

O que acertei
Oferecer serviço de qualidade todos os dias. Se um cliente chega ao Acrópoles deve ser sempre bem atendido. Isso é levado a sério pelo restaurante e vale até mesmo para uma pessoa que pede apenas para usar o banheiro. A filosofia do restaurante, não por acaso, é saber que aqueles que são bem recebidos, voltam.

O que errei
Abrir uma filial do restaurante em um bairro nobre de São Paulo.O negócio foi criado com a ajuda da família, mas não replicou o sucesso da matriz, que funciona no Bom Retiro. Seu Trasso não fala muito sobre o episódio, prefere destacar que no empreendedorismo é importante fazer aquilo que se gosta.

Uma dica
Para abrir um restaurante, a pessoa precisa desenvolver uma experiência mínima no segmento. Antes de entrar no ramo, o empresário diz que já tinha trabalhado com o setor na Grécia. Seu Trasso ensina também que é preciso monitorar todas as áreas que permitem ao local funcionar bem durante todos os dias da semana.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,de-garcom-a-dono-de-restaurante,1947,0.htm

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A felicidade de ser dona do próprio restaurante

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Quando era ‘meninoca’, como ela diz, Felicidade não gostava muito do seu nome. Até tentou que as pessoas a chamassem de Conceição (sobrenome por parte de mãe), mas não pegou. Hoje, com 89 anos, a empreendedora está sempre sorrindo no restaurante que foi batizado em sua homenagem.

 

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O Dona Felicidade vai completar 18 anos em dezembro e atende uma média de 4 mil pessoas por mês em São Paulo. Ao servir pratos simples, mas que prezam pela qualidade, o local vende 500 feijoadas e 350 quilos de bacalhau por mês.

As receitas da Dona Felicidade foram responsáveis pelo direcionamento do negócio da família. Quando casou, em 1945, com Manoel Bastos, o marido não queria que a mulher trabalhasse e sempre manteve outras atividades com sócios. “Minha vontade sempre foi ter um negócio nosso. Ele não me aceitava atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos”, lembra a empresária.

 

O primeiro negócio foi uma mercearia, que ficou instalada em dois lugares antes de alcançar o reconhecimento com o nome de ‘Pé pra fora’. O casal e os cinco filhos moravam na parte de cima e os pratos que Dona Felicidade levava para o marido almoçar começaram a chamar a atenção dos clientes. O jeito foi descer o fogão para atender a demanda do consumidor.

De bar e mercearia, o local passou a servir refeições e ganhou ainda mais fama. Depois da morte do patriarca em 1986, Dona Felicidade e dois filhos, Sérgio e Toninho, ainda continuaram oito anos na administração até venderem o ponto.
A mudança para a Vila Romana foi feita em 1996 com a inauguração do restaurante Dona Felicidade, em um espaço oito vezes maior que o anterior.

“Meu pai dizia: o cliente podia reclamar do preço, mas não podia reclamar da comida. Porque o dia que ele tiver dinheiro ele volta e come. Mas se ele reclamar da comida, nem com dinheiro ele volta”, lembra Sérgio. Atualmente, o local conta com a supervisão e simpatia de Dona Felicidade diariamente. “Eu adoro isso aqui. Eu vou ficar sozinha em casa fazendo o que? Prefiro lidar com gente”, afirma a empreendedora.

Um acerto
Para Dona Felicidade, o acerto foi ela ter insistido com o marido para o casal abrir um negócio só deles. A vontade existia desde o casamento, mas Manoel não queria que a mulher trabalhasse. “Ele não me admitia atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos.” A primeira empresa foi uma mercearia e o sucesso veio com os pratos preparados por ela.

Um erro
Mãe e filhos não apontaram um erro que comprometeu gravemente o negócio. Sérgio afirma que eles sempre tiveram o pé no chão e agiram com cautela. “Demos umas cabeçadas, não acertamos tudo. Tivemos erros de percurso que foram corrigidos na rota, nada que prejudicasse. Conforme eles foram acontecendo, nós fomos acertando”, afirma Toninho.

Uma dica
A família nunca pensou em mudar de segmento. Depois de seis anos com o restaurante Dona Felicidade, eles aproveitaram uma oportunidade e abriram o bar Tiro Liro. “Não é tudo mil maravilhas. Quem quer entrar no ramo terá que se dedicar e trabalhar muito”, afirma Toninho. “Não existe zona de conforto. A concorrência está aí”, completa Sérgio.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,a-felicidade-de-ser-dona-do-proprio-restaurante,5108,0.htm

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Colabore com a nossa Pesquisa

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Jovem abre 2º restaurante em meio à crise e comemora sucesso em Cuiabá

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Irapuan Carvalho inaugurou o 1º negócio aos 23 anos e 4 anos depois, o 2º. Ele tem uma tapiocaria e um bistrô que serve comida nordestina e cuiabana.

 O empresário Irapuan Carvalho, de 28 anos, tem muito a comemorar com o sucesso dos seus empreendimentos. A tapiocaria que abriu há seis anos em Cuiabá atravessou a crise e ainda o motivou a abrir um segundo negócio, em 2015, em sociedade com os pais. Com a tapiocaria e o bistrô, ambos na Rua 24 de Outubro, no Bairro Popular, na capital, ele emprega 18 pessoas.
Foi aos 23 anos que Irapuan de origem nordestina inaugurou o primeiro estabelecimento, que tem como carro-chefe a tapioca. À época, investiu R$ 60 mil. Parte do dinheiro era fruto das economias. Outra foi emprestada dos pais.

Ele lembra que não teve tempo de sentir medo. “Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”, lembrou.

Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”
Irapuan Carvalho, empresário

O negócio começou pequeno na Rua 24 de Outubro, em Cuiabá. A irmã de Irapuan e outros dois funcionários o ajudavam. Os clientes aumentaram e o espaço ficou pequeno. Com fila de clientes na entrada, ele decidiu mudar de prédio.

O empreendimento não foi inaugurado durante a crise financeira, mas sobreviveu ao momento difícil. “Não foi fácil, porque nesse período o preço dos insumos aumentaram muito. Antes, se gastava R$ 100, na crise o preço dobrou”, contou.

Para Irapuan, ser empreendedor é tirar os sonhos do papel e colocá-los em prática. A formação acadêmica dele auxiliou nas tomadas de decisão e administração do negócio.

Como a maioria dos jovens que entram na faculdade, teve dificuldades para escolher a profissão que seguiria. “Terminei o ensino médio com 15 anos. É muito cedo para decidir uma carreira, o que você fará na vida”, disse.

A primeira opção foi cursar administração, mas não era o que queria. Na época, ele não tinha a ambição de administrar a própria empresa. Irapuan ficou um ano afastado do curso e decidiu trabalhar como bancário.

Por causa do emprego, passou a viajar e conhecer novos lugares. “Eram novas experiências, comidas diferentes e paisagens que me inspiraram a tomar a decisão de empreender”, afirmou. A paixão pela cozinha também teve influência no caminho que ele escolheu seguir. “Nessa época começou a aflorar minha vontade de ter um restaurante”, completou.

O sonho de Irapuan, no entanto, ainda não estava totalmente concretizado. O que ele queria mesmo era montar um restaurante “para envolver as pessoas com novos conceitos e novas ideias”. Os pais dele, que até então moravam no interior de Mato Grosso, decidiram se mudar para a capital e incentivaram o filho a colocar o projeto em prática.

Em 2015, juntos, eles abriram um bistrô na mesma rua, na capital, e se tornaram sócios. O novo restaurante serve pratos com influência da comida nordestina e cuiabana.

Atualmente, Irapuan divide as funções nos dois estabelecimentos. Executa todas as funções de elaborar o cardápio a ajudar na cozinha. “Tive que aprender a montar caixa d’água e consertar telhado”, brincou.

A receita do sucesso dele é o comprometimento e o amor ao trabalho. “Sempre foquei muito, sendo empregado ou empregador. Mas hoje sinto o peso de ter meu próprio negócio. Primeiro porque é meu sonho. Segundo porque eu tenho a consciência de que emprego pessoas que têm obrigações”, declarou.

A vontade é crescer ainda mais. Porém, o Irapuan de hoje, aos 28 anos, tem o pé no chão, mas arriscaria tudo de novo como há cinco anos. Entre os planos atuais dele está concluir o curso de gastronomia.

Pesquisa
Uma pesquisa intitulada “Os Donos do Negócio no Brasil”, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios de 2014 (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta em em Mato Grosso há cerca de 100 mil jovens donos do próprio negócio.

O economista Anderson Nunes acredita que o crescimento de jovens no mercado empresarial se dê pelo perfil visionário da chamada “Geração Y”, formada por pessoas nascidas a partir dos anos 90.

“Esses jovens não tem tempo a perder. Daqui a uns anos não veremos mais pessoas dessa geração trabalhando durante 20 ou 30 anos em uma única empresa. Para eles, a maior forma de satisfação pessoal é a realização do próprio negócio”, contou.

Segundo ele, a carreira pública já não é mais algo tão cobiçado por esses jovens, “existe uma grande frustração no setor, apesar de ainda ser algo concorrido e devido as faltas de oportunidade no setor privado muitos preferem a liberdade de abrir um próprio negócio”, relatou.

A presença dos jovens é cada vez maior, principalmente no novo modelo de alimentação de rua, como os food trucks e bike foods, por exemplo. A informação é confirmada pela pesquisa do Sebrae, que também aponta alta de jovens investidores em startups, atividades ligadas à saúde e ao turismo, principalmente ecoturismo e esportes radicais.

Mato Grosso possui mais de 2 mil restaurantes e similares. O setor mais procurado pelos jovens empreendedores ocupa a 7º colocação entre os que representam destaque na economia do estado, segundo o Sebrae.

De acordo com Anderson, o setor de alimentação tende a crescer no estado, pois, apesar de não liderar a economia, outros setores dependem indiretamente dele.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2017/03/jovem-abre-2-restaurante-em-meio-crise-e-comemora-sucesso-em-cuiaba.html

Perfil empreendedor: Robinson Shiba, do China in Box

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Uma das maneiras mais interessantes de analisar experiências e manter-se motivado para suas metas empreendedoras é conhecer o perfil empreendedor de quem deu certo, analisando não apenas as dificuldades pelas quais um determinado empresário passou, mas também suas estratégias de superação.

Pensando nisso, você já conhece a história de Robinson Shiba, do China In Box? Descubra agora!

Stir-fried vegetables with tofu

As dificuldades iniciais

Robinson Shiba era estudante de Odontologia no Brasil quando viajou com amigos para os Estados Unidos, onde tinha o intuito de ficar pelo período de um ano e aprimorar seu inglês. Só que no meio desta temporada, o jovem foi assaltado e perdeu todo o dinheiro que guardava em sua doleira — uma espécie de bolsa delgada, que é escondida sob a calça ou camisa, bem junto ao corpo do usuário. Passando por apertos financeiros, Shiba não desistiu de sua aventura e dos estudos, e passou a trabalhar na cozinha de alguns restaurantes como lavador de pratos e, mais tarde, como entregador de pizzas e outros alimentos de fast food, para se sustentar no país.

O espírito empreendedor acionado

O ano era 1986, e foi quando Shiba percebeu as vantagens do consumo de comida pronta nos Estados Unidos. Ele analisou bem a situação, e seu espírito empreendedor foi acionado, de modo que visualizou a atividade como uma tendência que em breve chegaria ao Brasil e ele poderia participar desta iniciativa até então inovadora por aqui. Enquanto permanecia nos Estados Unidos, passou a estudar os modelos de fast food com delivery que deram certo, desde a produção até a entrega, e como poderia fazer melhorias.

A ideia para um novo negócio

Quando Shiba retornou ao Brasil, em 1988, já havia pensado na ideia de adaptar o modelo para entregar comida chinesa em caixinhas, mas passou ainda mais quatro anos estudando e pesquisando maneiras de aprimorar o negócio, até abrir a primeira unidade do China in Box no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. A total confiança no negócio fez com que o pai do empresário vendesse um apartamento por um terço do preço, a fim de levantar capital para investir na marca. Uma das melhorias que Shiba implementou está relacionada à certeza que os clientes poderão ter em relação à higiene da cozinha e dos alimentos, um problema que o empresário identificou quando trabalhou fora do país. Por isso, as cozinhas das unidades China in Box ficam à mostra para os consumidores, separadas da área de atendimento apenas por um vidro, através do qual as pessoas podem ver todo o processo de preparo e manuseio do que será servido.

A transformação do negócio em franquia

O pequeno negócio em Moema deu tão certo que não tardaram os pedidos para transformar a empresa em rede de franquias. E os pedidos cresciam cada vez mais, acompanhando o êxito que a China in Box paulistana conquistava. Após uma consultoria, Shiba aderiu ao modelo de franchising em 2000 e expandiu a rede em uma velocidade impressionante. Mais tarde, Shiba tornou-se sócio de um restaurante japonês, o Gendai, que também passou a abrir unidades em vários estados brasileiros. Desde 2007, ambas as marcas foram incorporadas ao grupo Trendfoods, do qual Shiba é presidente, e que controla também o restaurante Owan, que é especializado em comida oriental (chinesa, japonesa e tailandesa), e a rede de restaurantes dedicados à culinária italiana Brevitá — que aproveita o sistema de delivery em embalagens plásticas reutilizáveis, que podem ser levadas ao freezer e ao forno micro-ondas.

Vinte e quatro anos depois de lavar pratos e entregar pizzas nos Estados Unidos, Shiba tornou-se dono da maior rede de fast food chinês atuante na América Latina, possuindo 160 lojas franqueadas, com uma marca presente em mais de 70 cidades brasileiras, distribuídas em 22 estados.

Agora que já sabe como Robinson Shiba aprendeu e incorporou estratégias de negócios, como ele as aplicou em seu próprio empreendimento e fez seu negócio crescer, fica mais fácil se  entusiasmar e colocar suas ideias em prática. Ou você ainda tem alguma dúvida se deve seguir seu senso empreendedor? Veja aqui o que falta para você abrir ou expandir o seu negócio e, caso ainda tenha alguma dúvida, deixe um comentário e divida suas experiências com a gente!

Fonte: https://www.asaas.com/blog/perfil-empreendedor-robinson-shiba-do-china-in-box/

Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

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Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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60 Modelos de Balcões para Bares e Restaurantes

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Catálogo gratuito com 60 modelos de balcões para bares e restaurantes. Para fazer o download gratuito do catálogo acesse nossa área de Downloads clicando aqui.

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Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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