Investimento

Comece 2018 com um Controle Financeiro organizado em seu restaurante

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Um dos maiores desafios na administração de um restaurante é realizar o controle financeiro eficiente e bem organizado. O controle financeiro da empresa é fundamental para que ela se mantenha competitiva no mercado e garanta o equilíbrio do caixa, que evitará surpresas e dificuldades de gestão.

Um restaurante que possui um controle financeiro bem estruturado tem sempre em mãos informações muito relevantes sobre sua situação atual como por exemplo o volume de faturamento, diário, mensal e anual e consegue analisar com agilidade o equacionamento entre suas receitas e despesas além de ser capaz de identificar quais são suas contas a pagar e a receber para um determinado período.

Os custos operacionais e de matéria-prima são as principais fontes de despesas dos restaurantes e por isto necessitam de um acompanhamento frequente para que os custos não ultrapassem as estimativas estabelecidas. Por isto é necessário um acompanhamento constante do C.M.V (Custo da Matéria Prima), um índice fundamental para quem trabalha com o comércio de alimentação fora do lar.

Aproveite para começar o ano de 2018 com um controle financeiro organizado em seu restaurante. A GR disponibiliza para seus clientes uma ferramenta de Análise e Controle Financeiro para restaurantes e bares. Uma ferramenta de utilização bem objetiva, com foco nos resultados e de fácil análise com gráficos, fluxo de caixa, controle de C.M.V, controle de custos operacionais e muito mais. Além disto, acompanha um manual de instrução para que seja possível aprender com facilidade como preencher as planilhas e analisar os resultados.

 

 

 

 

 

 

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Confira os melhores cursos para melhorar a gestão do seu restaurante

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A “GR Treinamento em Gestão de Restaurantes e Gastronomia” é uma empresa focada na educação profissional e qualificação de pessoas e empresas atuantes no mercado gastronômico. Atuando a 10 anos no mercado a GR disponibiliza cursos em diversas áreas do setor gastronômico com o objetivo de profissionalizar, especializar e qualificar pessoas na gestão e operação de seu negócio. Nossa empresa atende a restaurantes, bares, pizzarias, cafeterias dentre outros.

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Vivendo o negócio

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O chef Biba Fernandes, atualmente, é proprietário de dois restaurantes: o Chiwake e o Chicama. Com grande experiência nas cozinhas, o profissional tem mostrado como o gosto por aquilo que se faz é capaz de proporcionar ótimos resultados para os negócios.

Para se estabelecer, ele passou por alguns desafios que precisaram ser superados. Em especial, Fernandes ressalta a introdução de algo novo no mercado. “Quando abri o Chiwake, a maior dificuldade foi a aceitação do público. Foi difícil tirar a impressão que as pessoas tinham de que a cozinha peruana era comida mexicana. Há 10 anos, muita gente não sabia o que era comida peruana. Então, essa chegada de uma cozinha nova, de um local que o brasileiro não dava muito valor, causou um pouco de desconfiança do público no início”, afirmou.

Em entrevista para a revista Food Service News, o chef falou mais a respeito da sua experiência na área, de como foi conquistando o seu espaço, daquilo que acredita e também dos seus planos.

Food Service News: Como você iniciou na área?
Biba Fernandes: Comecei com o restaurante japonês Expresso Sushi, em Porto de Galinhas, o qual mantive por 11 anos. Em uma das reformas que fizemos, precisamos ir a Maceió para comprar algumas luminárias e acabamos conhecendo o restaurante peruano Wanchako. Eu fiquei apaixonado pela culinária. Depois de algumas conversas, conseguimos fechar uma consultoria com a chef e proprietária da casa, Simone Bert. Passei sete meses aprendendo diretamente com ela na cozinha, e depois de um ano comecei a desenvolver meu próprio cardápio já no Chiwake. Além do Chiwake, que completou 10 anos, decidi abrir há três anos o Chicama.

FSN: Quais foram os principais desafios vividos em sua história profissional?
BF: O primeiro desafio foi o nascimento da minha filha justamente quando estávamos montando o Chiwake e eu tive que viajar para Maceió. Eu passava a semana inteira lá, de segunda a sábado, então só a via uma vez na semana. Foi muito difícil. Outro desafio foi a mudança de vida. Eu vivia numa praia e de repente decidi expandir para um negócio maior. Mudei para a capital e passei a viver das 8h da manhã à 1h da madrugada dentro da cozinha. Comecei do início, lavando e cortando, para depois chegar à bancada e poder cozinhar. Quando abri o Chiwake, a maior dificuldade foi a aceitação do público. Foi difícil tirar a impressão que as pessoas tinham de que a cozinha
peruana era comida mexicana. Há 10 anos, muita gente não sabia o que era comida peruana. Então, essa chegada de uma cozinha nova, de um local que o brasileiro não dava muito valor, causou um pouco de desconfiança do público no início. No geral, também foi difícil introduzir uma cozinha nova num mercado onde já existem vários restaurantes muito bons. Entrar com uma proposta nova é sempre mais complicado. Além disso, tem as dificuldades que o país oferece para quem é empresário.

FSN: E as conquistas?
BF: Para mim, a principal foi ter me apaixonado por um talento que estava escondido dentro de mim: o amor por cozinhar. Depois, o que mais me deixa feliz é a resposta do público. Eu dou muito valor ao retorno que o cliente me dá. Não gosto de falar em prêmios porque eles são muito subjetivos. Eu posso ser o melhor para você, mas não ser o melhor para o outro. Para o nosso trabalho é positivo, claro, mas eu não vejo isso como o principal. Não acho que a competição seja a melhor coisa. Acho que, na verdade, a melhor resposta para quem cozinha é quando a pessoa que come a sua comida lhe chama e diz: “que comida maravilhosa”. Acho que isso vale muito mais que qualquer prêmio.

FSN: Como você enxerga a área de alimentação fora do lar atualmente no Brasil?
BF: Hoje em dia está havendo uma mudança em relação às refeições. O Brasil ainda carrega em si esse vínculo de comer dentro do lar, mas a rotina do dia a dia está mudando os hábitos das pessoas terem que comer fora de casa porque não tem suporte ou tempo suficiente para ir em casa. Com isso, de uns anos para cá, os clientes ficaram muito mais exigentes. Hoje não tem espaço para amadorismo. O cliente está procurando por comida boa, atendimento bom. Vai se destacar quem tiver excelência no atendimento e comida gostosa com preço justo. Há restaurantes de todos os tipos de culinária do mundo, mas acho que o segredo para se manter no segmento é o profissionalismo. Isso porque ninguém fica em pé somente cozinhando. Tem que cozinhar, administrar… É um conjunto de coisas.

FSN: Para você, quais são os principais pontos que ainda precisam ser trabalhados no segmento?
BF: O primeiro é mão de obra qualificada, tanto de garçom quanto de cozinha. No ramo da gastronomia hoje temos muito cursos em faculdades, mas, na verdade, eles não preparam as pessoas efetivamente para estarem na cozinha. Cerca de 90% dos estudantes que vão para o restaurante estagiar pedem pra sair no segundo dia e querem estágio no escritório. A faculdade ensina uma coisa que não é real, onde eles ficam lá no ar- condicionado… Mas o ritmo numa cozinha real é totalmente diferente. Outra coisa importante é que qualquer pessoa hoje quer ter um diploma e a faculdade de gastronomia dura apenas dois anos. Então, muita gente cursa para obter o diploma; falta o amor pelo trabalho.

FSN: Como se destacar no mercado?
BF: Acho que os pontos principais são oferecer um bom serviço, com qualidade no atendimento e conforto para os clientes no estabelecimento; qualidade na matéria-prima, que resulta numa comida boa, e empenho pelo negócio. É preciso viver o negócio.

FSN: Como fidelizar os consumidores?
BF: Aqui cabe a mesma resposta da pergunta anterior… Excelência no serviço, qualidade no atendimento e na matéria-prima.

FSN: Em sua opinião, quais são as boas características que um chef deve ter?
BF: Liderança, humildade – saber que você nunca sabe tudo e sempre estará aprendendo; você aprende diariamente desde o garçom, ao subchef e gerente – e amor pelo que faz.

FSN: Como é o seu dia a dia de trabalho?
BF: Normalmente eu acordo e vou para os restaurantes. Começo a ver a preparação de molhos, vejo o que minha equipe já fez e dou continuidade. Converso com o garçom, com o gerente, faço o acompanhamento com as compras na cozinha, analiso qualidade da feira, vejo se o produto está chegando com a qualidade que tem que chegar. Como a minha esposa e sócia, Manuella, fica na área mais burocrática e administrativa, o meu trabalho é basicamente analisar os produtos, criar pratos novos, elaborar menus para eventos e sempre procurar pela melhor matéria-prima e frescor de produtos.

FSN: Quais são os seus planos em médio e em longo prazo?
BF: Eu pretendo dar continuidade ao que já estou fazendo e tentar melhorar as coisas que eu faço. Estou trabalhando com consultoria, fazendo cardápios para pousadas e restaurantes. Não espero montar nenhum outro restaurante, estou satisfeito com os dois que já tenho. Quero desenvolver outras coisas, como a elaboração de cardápios para outros estabelecimentos. Quero pesquisar muito e aprender cada vez mais. Eu tenho alguns cursos em vista nesse sentido para crescer profissionalmente; até já marquei um curso em São Paulo com o chef francês Laurent Suaudeau.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/vivendo-o-negocio/

Restaurantes correm atrás de produtividade para sobreviver

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Depois de ver o negócio crescer o dobro do PIB brasileiro em duas décadas, donos de bares e restaurantes, como Lamberto Percussi, são compelidos a entender de gestão

De janeiro a maio deste ano, os custos de operação de uma das mais tradicionais casas de massas e vinhos de São Paulo, a Vinheria Percussi, localizada há mais de 30 anos no coração do bairro de Pinheiros, deram um salto.

Os custos com água subiram 36%, energia elétrica, 25%, gás, 19% e aluguel, 9%, na comparação com igual período de 2015. Incluindo os ingredientes, os custos do restaurante subiram 15%, em média, nos primeiros cinco meses deste ano.

Sucede que foi justamente neste período que os consumidores reduziram ou simplesmente cortaram a alimentação fora de casa. O faturamento real do Vinheria Percussi caiu 10,4% e, a margem de lucro, 31%, no período.

Diante desses números, Lamberto Percussi, sócio proprietário da Vinheria Percussi, teve de lidar com um tema que, com a crise, passou a ser essencial em qualquer negócio e que os restaurantes pouco se preocupavam: produtividade.

Percussi reduziu o quadro de funcionários de 30 para 24 em um ano, deu início a um programa para a troca de lâmpadas que consomem menos energia e passou a usar sensores.

Somente com a troca de lavanderia que estava acostumado a utilizar havia anos, obteve uma redução de 40% nos custos com o serviço para lavagem de toalhas de mesa.

“Os processos nos restaurantes brasileiros não são muito produtivos. Não existe cultura, educação para ser produtivo no Brasil. Falta mão de obra mais especializada capaz de usar equipamentos de uma forma mais eficiente”, afirma Percussi.

Levantamento com 360 restaurantes de São Paulo recém- realizado pela Sebrae-SP expõe exatamente o que Percussi tem vivido no seu dia a dia.

As duas principais dificuldades relacionadas com as finanças do negócio, de acordo com os donos de restaurantes, são arcar com os custos de energia elétrica e água, além de pagar impostos.

Fechar o mês com resultado positivo aparece em terceiro lugar nas citações dos empresários consultados, seguido por dificuldades para renovação de equipamentos e separar as contas da pessoa física e da jurídica.

O fato de o dono do restaurante ainda misturar a conta da empresa com a conta pessoal é um dos maiores indicadores da falta de profissionalização do negócio no país, de acordo com consultores especializados em alimentação fora de casa.

Passou da hora, reconhecem eles, de os restaurantes brasileiros enfrentarem a questão. Depois de 20 anos, o mercado de alimentação fora de casa, que inclui bares, restaurantes e padarias, diminuiu em 2015 e deve encolher ainda mais neste ano.

De acordo com levantamento da Abia, associação que reúne a indústria da alimentação, as vendas (já descontada a inflação) de alimentos e bebidas para o mercado de alimentação fora de casa caíram 1,7% no ano passado, para R$ 143,7 bilhões, sobre 2014.

Sérgio Molinari, fundador da Food Consulting, consultoria especializada em estudar o mercado de alimentação fora de casa, estima, para este ano, uma queda ainda maior, de 1,9% nas vendas da indústria de alimentos e bebidas para o setor.

“Durante 20 anos, as vendas de bares, restaurantes, lanchonetes e padarias vinham crescendo mais do que o PIB (Produto Interno Bruto) – cerca de 8% ao ano. Isso fez com que os donos de estabelecimentos focassem muito mais na receita do que em ferramentas de gestão”, diz Molinari.

O resultado é que a rentabilidade média dos estabelecimentos caiu entre três e quatro pontos percentuais no último ano. “Quem conseguia operar com uma taxa de lucro de 15% a 18%, agora trabalha com 11% ou 14%. Isso faz muita diferença em um negócio que é, principalmente, tocado por famílias”, diz Molinari.

Entre 2015 e 2017,entre 5% e 6% do total de bares, restaurantes, lanchonetes e padarias espalhados pelo país deverão fechar as portas por falta de competitividade.

Isso equivale ao fechamento de cerca 50 mil a 60 mil estabelecimentos – o saldo entre os estabelecimentos que abrem e que fecham no período, de acordo com Molinari.

Levantamento conduzido pela Food Consulting em fevereiro passado já apontava que 56% dos restaurantes consultados registravam redução de faturamento e de lucro. Outros 15% estavam lucrando e faturando mais, apesar da crise.

É nesse grupo, que fez a lição de casa, de acordo com Molinari, que os empresários que querem continuar competindo no setor têm de se espelhar.

“O consumidor está muito mais exigente e, com o orçamento mais apertado, ganham os restaurantes que conseguiram manter o padrão de serviço e de comida e buscaram alternativas de ingredientes e fornecedores para manter a operação saudável”, afirma.

O corte de custos, diz ele, é essencial em qualquer época, quando a economia vai mal ou vai bem, assim como o trabalho para evitar desperdícios, um dos grandes problemas dos restaurantes ainda hoje ano Brasil.

“Já cheguei a um ponto que não consigo mais reduzir a operação. Preciso de nova tecnologia para produzir mais gastando menos”, admite Percussi.

CUSTOS

O simples corte de custos, sem uma contrapartida de incremento produtivo do quadro de funcionários, pode afetar negativamente a qualidade de um serviço, de acordo com Alexandre Horta, consultor de varejo.

Se o número de funcionários de um restaurante ou de uma loja for reduzido, diz, é preciso aumentar a produtividade do pessoal que ficou para que a qualidade do serviço não se altere.

Nas pesquisas que têm feito com donos de restaurantes, Molinari diz que é nítido o despreparo dos empresários para lidar com aumentos de custos.

“O que mais assusta é ver que os gestores não realizam práticas, como, por exemplo, administrar os custos de mercadorias que vendem. Se eles vendem R$ 100 mil por mês, não sabem o custo do que estão vendendo”, diz Molinari.

As pesquisas mostram também, de acordo com ele, que, para os donos de restaurantes, investimento geralmente é custo, e não benefício para o negócio.

Neste momento, os donos de restaurantes não tem outra alternativa, se não “arregaçar as mangas e fazer o que eles menos gostam de fazer, que é cuidar da gestão do negocio.”

CARDÁPIO

A gestão de um restaurante começa pela elaboração do cardápio, de acordo com consultores do Sebrae- SP.

Depois de definido, o empresário precisa identificar a melhor forma de agilizar o processo de produção na cozinha. A estrutura física precisa ser feita de forma que haja fluidez no recebimento de produtos, no preparo e na distribuição dos pratos para os clientes.

“Se o negócio tem em seu cardápio produtos que podem ser produzidos mecanicamente ou por meio de equipamentos e menos funcionários, ele poderá ser um estabelecimento com maior capacidade produtiva e, por consequência, com maior capacidade de venda podendo ter um faturamento melhor com um custo de mão de obra mais barato”, diz Karyna Muniz, consultora do Sebrae-SP.

Para os negócios que tenham um cardápio e processos mais dependentes de mão de obra do que de equipamentos, de acordo com Karyna, é preciso levar em conta a questão da padronização dos processos por meio de treinamento e capacitação dos colaboradores e também os deveres com os colaboradores em relação às condições de salubridade no ambiente de produção.

Para que o negócio de restaurante dê certo a partir de agora, não basta gostar de cozinhar. É preciso entender de gestão.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/gestao/restaurantes-correm-atras-de-produtividade-para-sobreviver

 

Vale a pena investir em plataformas de pedidos on-line para meu restaurante?

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Nesta vídeo-aula você será capaz de identificar se é viável investir em plataformas de pedidos on-line para seu restaurante, além de conhecer as principais plataformas, as taxas cobradas e os prós e contras de utilizar estas plataformas para vender comida on-line. Você não pode perder.

Fonte: http://www.gestaoderestaurantes.com.br

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Eles criaram um novo modelo de hamburgueria

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A rede Bullguer apostou em lanches de qualidade e preços acessíveis para competir no concorrido mercado gourmet.

Na foto, Thiago Koch e Ricardo Santini, sócios-fundadores da lanchonete

 

Há cerca de cinco anos, a cidade de São Paulo foi invadida por uma onda de hamburguerias.

A relação dos paulistanos com os hambúrgueres é longa. Mas essa nova leva de lanchonetes, chamadas de “gourmet” ou artesanais, tinham uma proposta diferente: trazer ingredientes nobres para os sanduíches convencionais.

Esses novos negócios se diferenciavam das redes de fast-food pela qualidade dos produtos e, por isso, podiam cobrar valores mais altos. Em alguns endereços da cidade, os lanches não saiam por menos de R$ 45.

O conceito atraiu muitos clientes. E diversos novos restaurantes surgiram com essa proposta. Logo, as hamburguerias “gourmet” viraram carne de vaca.

Somente em São Paulo, o número de lanchonetes com essas características cresceu 500% em 2015, de acordo com o levantamento feito pela Consultoria Instituto Gastronomia.

Quem ousaria abrir mais uma hamburgueria depois desse boom?

Pois três amigos decidiram acreditar nesse segmento. E no ano passado faturam 18 milhões. Mas para ter sucesso, eles apostaram em um modelo diferente.

LANCHE DA BULLGUER: BONS INGREDIENTES E PREÇOS ACESSÍVEIS

Alberto Abbondanza, 33 anos, Ricardo Santini, 32, e Thiago Koch, 33, se conheceram na época da escola e cada um seguiu um caminho diferente na vida.

O primeiro foi fazer faculdade de música, o segundo de administração e o último seguiu pelos caminhos da gastronomia.

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Santini é de uma família de comerciantes e empresários. Desde os 14 anos, ele abre novos negócios de tempos em tempos. Ele já teve de tudo: banca de jornal, sorveteria, bar, pizzaria e padaria.

Em 2010, ele abriu um bar com Abbondanza. Após alguns anos de funcionamento, eles decidiram que era hora de partir para um novo segmento. Chamaram Koch para a nova empreitada.

O trio começou a fazer pesquisas de mercado. A ideia inicial era montar uma hamburgueria “gourmet”.

FAST CASUAL

Logo, eles abandonaram o plano. Após uma viagem e alguns estudos, perceberam que podiam se diferenciar da concorrência oferecendo produtos de qualidade com preços mais acessíveis.

É o chamado Fast Casual, que mistura a praticidade e a cozinha rápida do Fast-Food com uma comida mais requintada.

O capital inicial veio do próprio bolso dos três sócios e de amigos que apostaram na ideia.

Em 2015, a primeira unidade da Bullguer foi inaugurada na Vila Nova Conceição, bairro da zona sul que tem um dos metros quadrados mais caros da cidade.

“O rico também gosta do bom e barato”, afirma Santini. “Ninguém gosta de pagar caro, ainda mais em um período de crise.”

Em poucos meses, o restaurante já estava vendendo quatro vezes mais do que o esperado pelos sócios. Rapidamente, a Bullguer entrou nas listas gastronômicas da cidade.

A segunda unidade foi a da Vila Madalena.  Hoje, são seis restaurantes, e mais um que será inaugurado em Jundiaí nos próximos meses, o primeiro endereço fora da capital. Todos são próprios.

As lojas têm uma decoração moderninha com elementos industriais, como canos aparentes.

“Todo o dinheiro que entra não é dividido pelos sócios. Investimos na expansão do negócio”, afirma Santini. “Por isso, pulamos de uma para seis lojas em menos de dois anos.”

A meta é fechar o ano com 12 restaurantes. Para 2018, a expectativa é dobrar o número de unidades.

A principal dificuldade, agora, é crescer e manter o mesmo padrão de atendimento e de qualidade dos lanches.

“Hoje, temos mais pessoas para treinar e precisamos ter mais controle da operação”, afirma Koch. “Meu maior medo é olhar para o nosso produto e ver que ele não tem mais nossa identidade.”

CHAVE DO SUCESSO

Koch acredita que a Bullguer entrou no momento certo no mercado, no lugar correto e com uma política de preço certeira.

“Ficamos no meio termo entre aquelas lanchonetes de bairro que cobram barato, mas não tem um lanche bom, e aquelas que vendem os hambúrgueres gourmet”, afirma.

Os preços dos lanches variam entre R$18 e R$24.

Um dos trunfos da Bullguer para conseguir manter esses valores está no cardápio enxuto. São apenas oito opções de sanduiches de hambúrguer e duas de hot dog.

Com poucas variações de ingredientes, é possível comprar em maiores quantidades e negociar melhores preços com os fornecedores. Assim, a rede está crescendo e abocanhando a concorrência.

Quando questionado se mercado de hamburguerias está saturado? Santini responde na lata: “Com certeza. Vejo novas hamburguerias abrindo todos os dias”, afirma.

Mas, pelo o jeito, sempre tem um espacinho para quem está disposto a oferecer o bom e barato.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/negocios/eles_criaram_um_novo_modelo_de_hamburgueria

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O cliente como chefe

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Com uma abordagem diferenciada, Pizza Makers faz muito sucesso ao propor que os consumidores montem suas próprias receitas

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Na hora de saborear uma pizza, muitas dúvidas costumam surgir em relação aos sabores a serem escolhidos, todos eles já pré-determinados. No entanto, nem sempre é necessário que seja assim. É justamente isso o que propõe o Pizza Makers. Localizado em São Paulo, o lugar tem uma proposta diferenciada: disponibiliza 32 ingredientes para que as pessoas possam selecionar os seus preferidos e, assim, produzir a sua própria receita. Tudo isso com muita rapidez.

“Acredito fortemente que o principal fator diferencial do Pizza Makers é a relação com nossos clientes. O Pizza Makers é um lugar onde queremos que o cliente se sinta especial, onde ele é o chefe e, nós, os executores. Queremos que nossos clientes possam reinventar seus sabores favoritos de pizza”, ressalta Gregorio Machado, proprietário do estabelecimento. “Nosso diferencial está no carinho e na paixão que temos pelo nosso negócio, olhando e cuidando de cada detalhe, com foco no cliente e na capacitação da nossa equipe. O frescor dos alimentos, a qualidade, o sabor, a massa fina e crocante, agregados ao serviço impecável, com preço justo, tudo isso reunido é a nossa receita de sucesso. Acreditamos que o atendimento é a maior prioridade. Queremos sempre que nosso cliente tenha uma experiência incrível em poder montar sua própria pizza do jeito que ele bem entender. Em apenas dois minutos, o produto já está pronto para ser servido”, completa.

Início

Machado relata que a ideia surgiu por meio das experiências dele nos Estados Unidos, no período em que morou no país. Lá, ele observou a existência de vários serviços rápidos e personalizados. Mas as coisas não aconteceram de uma hora para a outra. No ano de 2015, como o profissional já tinha o desejo há muito tempo de ter um empreendimento no ramo alimentar, ele planejou abrir um restaurante mexicano com mais dois amigos de infância, mas o negócio acabou não saindo do papel.

Após pensar em outros tipos de investimentos, como quiosque ou food truck, os planos para o Pizza Makers começaram a nascer. Foi em um jantar de família, em que as pessoas conversavam a respeito do sucesso de marcas que propõem a montagem do próprio prato, que o pensamento voltou-se para o lado da pizza feita pelo próprio cliente.

“Realmente, quando vi a ideia, enlouqueci. Era espetacular, e tive a visão que isso, um dia, seria um case de sucesso. No começo, a ideia era criar somente um quiosque de pizza, mas, com o passar do tempo, fui acreditando cada vez mais, vi o tamanho da oportunidade que tinha em mãos, e decidi pensar maior, sonho grande. Assim, elaborei um Business Plan, nada muito sofisticado, mas com uma visão de cinco anos e um racional econômico/financeiro. Dessa forma, começamos a procura por pontos em shopping. Um ponto importante para transformar o sonho em plano de execução foi sempre procurar especialistas, gente boa do mercado para aterrissar o sonho grande e dar formato a ele. O Emmanuel e a Diris, da Studioino, colaboraram nesse processo.

De uma ideia, um rabisco e várias conversas: assim nasceu o Pizza Makers”, conta ele.

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Êxito

Com uma loja moderna e descolada, o sucesso logo apareceu. De acordo com o profissional, os consumidores têm dado retornos incríveis. “Acho que conseguimos alcançar o que estávamos querendo com o Pizza Makers”, diz Machado.

Diversas pessoas têm sido atraídas pela ideia do negócio, independentemente da idade. São indivíduos que querem produtos frescos e de qualidade, com um atendimento que é impecável. “A pizza é o grande astro, deliciosa, faz um enorme sucesso, além do calzone e saladas, que o cliente também pode montar à sua vontade. O público é bem diverso, desde alguém que queira algo mais leve, como uma salada, ou pizza de massa integral com queijo branco, abobrinha e tomate, ou aquele cliente que quer todos os 32 ingredientes na sua pizza. Outra opção para o cliente é poder escolher as receitas clássicas, preparadas com o mesmo carinho. A massa é um dos segredos do Pizza Makers. O chef Shimura, amigo da família, também ajudou na sua receita. Sendo assim, após várias adaptações e testes, gerou-se a receita exclusiva da massa, preparada e fermentada na loja. Normalmente, o período de fermentação é de 36 horas, o que propicia um sabor inigualável, além da crocância”, ressalta.

E os pedidos dos clientes também costumam ser bastante diversificados. Cada um acaba solicitando uma pizza bem diferente do outro. Para Machado, é justamente essa a diversão da casa, cujo slogan preferido é: sua criatividade, nosso melhor ingrediente.
“Temos visto de tudo, desde clientes que querem uma pizza com cobertura de muçarela de búfula com tomatinhos cereja e azeitonas pretas até o cliente que gosta do sabor do atum com gorgonzola. A expressão do cliente quando a pizza sai do forno é gratificante, pois sente que fez sua obra de arte. Depois que experimenta então, aí, sim, fica muito satisfeito.

Após a pizza sair do forno, o cliente pode colocar ainda rúcula, tomate seco, manjericão, e dar um toque final com pimenta calabresa, orégano, alho picado frito e azeite. Tudo à vontade, ao seu gosto”, destaca ele.

Dia a dia

Ter um negócio como esse, no entanto, também exige saber lidar com os desafios. Um deles, por exemplo, é sempre ter agilidade para que as pizzas possam ser entregues em dois minutos para os clientes. Manter o atendimento impecável e a qualidade e o frescor dos componentes do prato são também desafios citados por Machado. Para isso, há o investimento em muito treinamento e em replicar o modelo todos os dias com a equipe. “O desafio é crescer mantendo a identidade do frescor, da modernidade e da geração Makers”, salienta o profissional, que também fala a respeito dos benefícios de manter um negócio como esse. “A satisfação de empreender é algo que precisa ser experimentado, não tem nada igual. Saber da responsabilidade de servir mais de 2.600 pizzas no terceiro mês de operação é uma realização, além do mais, sem nenhuma reclamação e com muitos elogios. É muito gratificante. Ter uma equipe de nove pessoas felizes e acreditando no projeto, sabendo dos planos de crescimento, tudo isso é muito realizador”, diz.

Para se destacar no mercado, segundo Machado, é necessário que sempre se tenha em mente o fator inovação. Além disso, é importante procurar parceiros e fornecedores que estejam alinhados a essa estratégia e ter foco no negócio. De acordo com o profissional, isso faz com que o modelo possa ser escalado e ter relevância. Ele também destaca que a rentabilidade do negócio é fundamental.

Já para fidelizar os consumidores, Machado conta que três coisas são focadas: o atendimento, que é “exemplar, sempre com um sorriso no rosto e sinergia com o cliente. Entrar na vibe dele faz com que tenhamos uma identificação muito grande”; a qualidade dos produtos, com a exclusiva receita makers e também a paixão pelo o que se faz.

Escolha

Outro fator que contribui para o sucesso do negócio é uma boa localização. Machado relata que a escolha por ponto em shopping foi a oportunidade de servir uma pizza de qualidade a um valor que é justo, de forma rápida e eficiente, em praças de alimentação.

“Hoje em dia, as praças de alimentação são lotadas de hamburguerias, grelhados, comidas japonesas e pratos feitos; reparamos nos shoppings essa lacuna e nos especializamos nisso, fazer a melhor pizza e não simplesmente fazer uma oferta infinita de alimentos e também a pizza”, relata.

Fornos

Além do ponto comercial, os fornos utilizados também contribuem com a qualidade dos alimentos, conforme explica Machado. “Apoiar-se em empresas e fornecedores de alta tecnologia é essencial. Encontramos essa parceria na Prática Produtos, os fornos FORZA se adequaram perfeitamente ao que procurávamos no mercado. Eles são simples de operar, contam com rapidez, robustez e entregam um produto de alta qualidade. Os fornos são o coração da nossa operação, por isso mesmo têm um destaque especial na loja, além da amassadeira e do abridor de disco de pizzas. A Prática nos apoiou e nos apoia”, conta.

Planos

Para este ano, a meta da empresa é a inauguração de mais quatro unidades. Em longo prazo, Machado destaca que pode-se dizer que ela será a maior e melhor rede de pizzaria do Brasil. “A primeira loja foi inaugurada em meados de dezembro do ano passado e, em meados de maio, teremos a inauguração da segunda loja Pizza Makers no Shopping Market Place, do grupo Iguatemi. Vamos cumprir a meta de aberturas de lojas neste ano”, afirma.

Segmento

Para o profissional, o mercado de alimentação fora do lar atualmente está em plena expansão. Ele frisa que os clientes buscam comida boa, de qualidade, com rapidez e atenção no atendimento, tudo isso a um preço justo. “para o Pizza Makers, o olhar é de oportunidade e crescimento”, diz. “A maior dificuldade encontrada principalmente na praça de alimentação de shoppings são as inúmeras ofertas dos demais operadores de alimentação, mas, ao mesmo tempo, é uma oportunidade, porque a grande variedade de opções propicia uma saudável luta para melhor atender os clientes, e é nessa linha que os melhores se destacarão. Acreditamos que, fazendo nosso produto na melhor qualidade possível e sempre visando o melhor atendimento ao cliente, conseguiremos fidelizá-los”, finaliza.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/o-cliente-como-chefe/

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