Leis e regulamentos

Quer abrir um restaurante ou bar? Veja 10 dicas para se dar bem.

Posted on Updated on

Abrir um restaurante ou bar faz parte do sonho de muitas pessoas que desejam ter o próprio negócio. Grande parte destas pessoas não possuem um direcionamento correto ao abrir um restaurante ou bar e acabam enfrentando dificuldades que poderiam ter sido evitadas. Um bom planejamento é a chave de tudo. Veja 10 dicas que a GR preparou para você se dar bem neste mercado.

opening-soon_background

1 – Plano de Negócio
Não importa qual o tipo de negócio você irá montar, pode ser uma lanchonete num imóvel de 5 metros quadrados ou um restaurante de 600 metros quadrados. Tudo começa com o plano de negócios. Através dele será possível fazer um levantamento do capital a ser investido, o detalhamento do investimento em equipamentos, obras, móveis, decoração e a viabilidade do negócio também é identificada, bem como outros fatores como o prazo de retorno do investimento e o capital de giro necessário.

2 – Estude o mercado
Você encontrou um imóvel que se encaixa perfeitamente nos seus planos, isto é ótimo, mas conheça o mercado à sua volta para ter a certeza de que há demanda para o negócio que pretende montar.  Você pode querer abrir um restaurante de comida árabe ou um barzinho com grelhados, mas isto é realmente o que seu público alvo deseja? O próprio público pode lhe dar um direcionamento do que fará mais sucesso naquela região. Faça uma pesquisa e avalie os anseios do seu público-alvo e também as características locais como vias de acesso, estacionamentos, concorrência.

3 – Imóvel
O imóvel que você pretende comprar ou alugar precisa estar dentro do zoneamento para a atividade comercial que você necessita. Antes de assinar o contrato, consulte a prefeitura da sua cidade para saber qual o enquadramento do seu imóvel. Isto evitará muita dor de cabeça. A estrutura do imóvel deve ser capaz de se adequar à necessidade de um restaurante ou bar. Achar que dá pra montar uma cozinha num cômodo de 10 metros quadrados pode ser impossível dependendo do tipo de restaurante. Há diversos fatores que devem ser observados como passagens de dutos e coifas e adaptações de pontos de energia e água. Consulte um profissional do setor para receber uma orientação prévia.

4 – Qualificação
Pretende montar um restaurante ou bar mas não tem nenhuma experiência? Qualifique-se. O mercado é agressivo e não reserva espaço para amadores. Um curso de gestão financeira, conhecimentos básicos de cozinha, atendimento ao cliente e boas práticas de manipulação de alimentos podem ser boas escolhas para não se dar mal neste setor.

5 – Foco
É muito comum que marinheiros de primeira viagem queiram abraçar o mundo e na incerteza se o negócio dará certo, montam um pizzaria que vende também churrasco, self-service e sushi. Se for para ser um restaurante self-service que seja focado neste serviço e faça o melhor. Se pretende montar uma casa de massas especialize-se nisso e sirva as melhores massas. O público é muito exigente e sabe identificar um restaurante ou bar que serve de tudo mas que nada é bem feito.

6 – Concorrência
Entrar no negócio de alimentação fora do lar sem conhecer a concorrência é dar um tiro no escuro. Estude seu concorrente à fundo. Identifique seu pontos positivos e negativos e principalmente onde você pode superá-lo para brigar de igual para igual.

7 – Foco no cardápio
Novos empreendedores do ramo de alimentação fora do lar deixam para montar o cardápio quando estão finalizando a fase de obras. Um grande erro. O cardápio deve ser pensado na fase de elaboração do plano de negócios. É com o cardápio e a expectativa de vendas que será possível dimensionar equipamentos e projetar a cozinha adequadamente.

8 – Custos
No ramo de alimentação fora do lar custo se mede diariamente. Só assim é possível identificar perdas em excesso, desperdícios e compras a preços elevados.

9 – Segurança
Não permita gambiarras em seu estabelecimento. Fios desprotegidos, ausência de canalização do gás, pisos escorregadios, são os principais motivos de afastamentos ou incêndios. Zele pela segurança dos seus clientes e colaboradores.

10 – Perfil
Não basta querer ter um restaurante, é preciso avaliar se você possui um perfil apropriado para o tipo de negócio que está querendo montar. Donos de restaurantes e bares podem ter mudanças drásticas de rotina à qual não estão habituados, podendo se tornar um fator de stress. Muitos tem seu horário modificado, passando a trabalhar à noite, de madruga e nos finais de semana, ficando mais ausente da família ou abrindo mão de eventos familiares. Outros tem dificuldades no relacionamento com o cliente ou funcionários, passando por picos elevados de stress pelo qual não sofriam anteriormente. 

Fonte:  GR www.gestaoderestaurantes.com.br

banner_como_montar_restaurante

GR Lança novo Fórum de discussão

Posted on Updated on

A GR lançou no dia 26 de novembro um novo fórum de discussão

27112014

O novo fórum de discussão é muito dinâmico e interativo, permitindo aos usuários interagir com outros donos de restaurantes e profissionais do setor. As discussões do fórum estão separadas por categorias, o que facilitará em muito a leitura e o aprendizado através do tema desejado, que passam pela administração financeira, operacional, segurança alimentar, decoração, abertura, marketing, dentre diversos outros temas. O fórum tem uma interface agradável e bem simplificada, o que colabora para a navegação sem dificuldades.

O que levou a GR a investir em um novo sistema de discussão é a premissa de que a informação e o aprendizado devem estar disponíveis a todas as pessoas que pretendem administrar suas empresas com eficiência e qualidade. 

Convidamos a todos os nossos leitores a conhecerem o novo fórum e colaborar com seu conhecimento, dúvidas e informações relevantes para o mercado de alimentação fora do lar.

http://www.gestaoderestaurantes.com.br/forum/index.php

Um grande abraço e sucesso a todos.

Equipe GR

banner_adm_restaurantes

Banheiro adaptado: conheça as normas

Posted on

Fique atento e saiba como não errar no momento de executar o projeto de reforma ou construção de um banheiro acessível

Oferecer banheiros adaptados aos clientes de bares e restaurantes, desde dezembro de 2000, deixou de ser diferencial para se tornar uma obrigação. Segundo Teresa Amaral, superintendente do Instituto Brasileiro de Direitos da Pessoa com Deficiência (ABDD), a Lei Federal nº 10.098, publicada nessa época, determina normas gerais e critérios básicos para garantir a acessibilidade das pessoas com deficiência, incluindo regras que dizem respeito a banheiros adaptados.

26092014

As obras de construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo, o que inclui os bares e restaurantes, exigem cuidados específicos e devem ser executadas de modo que tornem o ambiente acessível. Além disso, precisam estar de acordo com as Normas Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Porém, muitos desses cuidados às vezes passam despercebidos pelos empresários. “Em alguns casos, o proprietário do estabelecimento constrói o banheiro adaptado, por exemplo, no segundo andar do seu bar ou restaurante, sem garantir a acessibilidade dessa pessoa para o piso superior. Nesse caso, seria necessário um elevador”, explica Teresa Amaral.

De acordo com ela, no Brasil, 25% da população tem algum tipo de deficiência. Ao oferecer locais acessíveis para esse público, o empresário estará garantindo a dignidade dessas pessoas, bem como tornando seu negócio universalmente acessível.

Exigências
As especificações para a correta execução de um projeto de banheiro adaptado estão reunidas na norma NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Segundo a arquiteta Angélica Coutinho, na regulamentação está descrito qual o espaço indicado em um corredor para circulação de cadeiras de rodas, como utilizar os símbolos internacionais de acesso, os alertas luminosos que devem ser usados para informar deficientes auditivos e a sinalização tátil a ser instalada no piso para auxiliar quem não enxerga.

Entre os itens que devem ser observados, os projetos devem garantir o livre acesso ao banheiro, o que significa não ter obstáculos no caminho que criem qualquer impedimento. “É importante atentar para a altura correta da pia, do vaso sanitário, largura das portas e todas as medidas relacionadas ao banheiro regidas pela norma”, explica.

A arquiteta orienta que a porta do banheiro acessível, por exemplo, deve ter no mínimo 80 centímetros de largura. Precisa, ainda, ser adotada soleira em rampa e o espaço interno precisa ter o giro da cadeira livre, ou seja, para uma rotação de 360º é preciso 1,50 metro de diâmetro. As louças são especiais e devem estar dentro das normas de segurança. O vaso sanitário deve estar instalado a uma altura entre 43 centímetros e 45 centímetros do piso acabado – medido a partir da borda superior sem o assento. Já a pia deve ser suspensa e sua borda superior estar entre 78 centímetros e 80 centímetros de altura em relação ao piso acabado, devendo a parte inferior ser livre de obstáculos e respeitar a altura livre mínima de 73 centímetros.

Todo o projeto, incluindo a legalização e execução, tem custo a partir de R$ 5 mil, segundo Angélica Coutinho. Porém, ela frisa que esse valor varia de acordo com o tamanho do banheiro, tipo de materiais usados e projeto escolhido pelo cliente.

A arquiteta ressalta que a acessibilidade deve ser levada em consideração não só para deficientes, mas também para pessoas com mobilidade reduzida: gestantes, idosos e portadores de próteses temporárias.

Fonte: Revista Bares & Restaurantes nº98

banner_como_montar_restaurante

GR inova com novo sistema de busca de fornecedores para restaurantes e bares

Posted on

Restaurantes e bares de todo o Brasil, contam com mais um aliado para compor sua base de fornecedores de produtos e serviços. Com o novo sistema lançado pela GR no dia 03 de setembro, fornecedores poderão cadastrar suas empresas e oferecer seus produtos e serviços a restaurantes de todo o Brasil. A tecnologia envolvida na elaboração do sistema é de última geração, com layout adaptável para computadores, tablets e smartphones. Além disso aferramenta proporciona buscas amplas baseadas em palavras-chave ou regionalizadas podendo pesquisar por estado, cidade e categoria de produtos e serviços. Com esta novaferramenta a GR pretende oferecer o maior banco de dados de fornecedores do Brasil para o setor de alimentação fora do lar.

03092014

Segundo Alison Figueiredo, diretor da GR, esta ferramenta não é uma conquista individualizada da empresa, mas uma conquista de todos os gestores de restaurantes que tem enorme dificuldade para encontrar fornecedores, seja nas proximidades do seu restaurante ou até mesmo do outro lado do país. O Guia de Fornecedores pode ser utilizado acessando o site da empresa www.gestaoderestaurantes.com.br

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

Profissão de cozinheiro aguarda lei

Posted on

Abaixo-assinado pede votação do projeto que regulamenta a função, hoje parado no Senado

Está circulando na internet, no site de petições Change.org, um abaixo assinado que pede a regulamentação da profissão de cozinheiro. Isso porque a lei 6.049, que prevê essa regulamentação, aguarda ser votada no Congresso Nacional desde que foi proposta, em 2005. Com a regulamentação, a profissão poderá ter, por exemplo, um piso salarial unificado.

26082014a
Pelo projeto, só poderá exercer a profissão quem comprovar a realização de cursos em instituições oficiais ou privadas. Mas quem já trabalha como cozinheiro por pelo menos três anos antes da promulgação da lei ficará dispensado de fazer cursos.

O projeto estabelece que o cozinheiro é o profissional que manipula e prepara alimentos em empresas de hospedagem, restaurantes, bares e similares, hospitais, escolas, indústrias, residências e similares.

Para o coordenador do curso de gastronomia do Centro Universitário Estácio de Sá, Danilo Simões, a profissão precisa sim da regulamentação, pois os profissionais que atuam na área sofrem com um piso salarial baixo, condições de trabalho por vezes insalubres e horários estendidos pela madrugada afora, sem controle, sem folgas, entre outros problemas.

“Apesar de a profissão ter ganhado status com a figura do chef de cozinha, que é aquele cozinheiro que ocupa o cargo de liderança ou é o próprio dono do restaurante, a maioria ainda trabalha muito, e arduamente, horas a fio de pé, em temperaturas que oscilam muito fortemente entre o quente o frio”, fala o professor. Mesmo assim, a procura pela profissão é grande. Somente na Estácio de Sá, são cerca de 800 alunos.

Na prática. Muitos já estão no mercado antes de se formar, seja como empregado, seja abrindo seu próprio negócio. O ex-aluno da Estácio de Sá Fábio Melo abriu seu restaurante em Conselheiro Lafaiete, no Campo das Vertentes, onde mora. O Afonso’s Restaurante é especializado em comida italiana e carnes, com capacidade para 86 pessoas. Fábio tem 14 funcionários, sendo três cozinheiros. Mesmo hoje sendo patrão, ele quer que a profissão de cozinheiro seja regulamentada. “É preciso regulamentar, principalmente para se garantir um salário adequado. Aqui em Conselheiro Lafaiete, paga-se um piso 8% maior que o de Belo Horizonte, então o mercado é bom para a categoria. Mas isso não é assim em todo lugar”, conta. Em seu restaurante, Melo compensa o domingo trabalhado com duas folgas na semana. Os empregados cumprem as 44 horas semanais. “E eu também ponho a mão na massa”, comenta.

Abaixo-assinado

Autor: Comitê Permanente da Gastronomia Brasileira

Petição: Regulamentar a lei 6.049/2005
Onde assinar: Site de abaixo-assinados Change.org
www.change.org

No Facebook:
Comitê Permanente da Gastronomia Brasileira
facebook.com/cpgbr?fref=ts

Fonte: http://www.otempo.com.br/

banner_como_montar_restaurante

Garçom não poderá mais servir nada sem a autorização do cliente no Rio

Posted on

Nova lei proíbe que garçom sirva pratos e bebidas que não foram pedidos. Produto colocado na mesa a contragosto do cliente não precisará ser pago.

No Rio de Janeiro, uma nova lei proíbe que os garçons de bares e restaurantes coloquem na mesa dos clientes comidas e bebida sem serem chamados. Geralmente, isso é quase automático. O cliente chega e o garçom começa a servir.

02062014a

“Linguiça, pão, carne e cerveja. Vários tipos de bebida estão sendo oferecidos na mesa. Realmente, é um pouco complicado nesse sentido porque, por vezes, a gente não pede e eles já estão trazendo”, aponta o consultor imobiliário Pedro Abecassis.

No estado do Rio de Janeiro, esse incômodo acabou. Incômodo? “Eu, como consumidora, não me sinto agredida pelos garçons oferecerem bebida e petiscos. Eu acho que é um comportamento bem carioca dos bares”, confessa a jornalista Janaína Cardoso.

Anova lei começou a valer na quinta-feira (29). O garçom não pode mais servir nada sem a autorização do cliente, como couvert, bebida e sobremesa.

Segundo a nova lei, o produto que o cliente receber na mesa sem ter pedido será considerado cortesia ou amostra grátis e o consumidor não será obrigado a pagar. Para ser atendido, só da maneira tradicional: gritando “garçom!”.

Em São Paulo, uma lei semelhante proíbe a cobrança pelo couvert se não for um pedido do cliente.

A nova lei não incomodou o sindicato que representa os bares e restaurantes do Rio. “Eu acho que esta lei é boa porque ela vem para dar mais transparência na relação entre o cliente e o restaurante”, afirma Fernando Blower, vice-presidente do Sindicato dos Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro.

A polêmica rendeu entre os consumidores. “Se tiver vontade, realmente você pede”, acredita a vendedora Tuane Matos. “Vai fazer a gente ficar agora toda hora chamando o garçom para ele vir até a mesa”, fala o arquiteto Diogo Malfi.

Agora, vai ser preciso ficar toda hora chamando o garçom para vir até a mesa. O garçom Antonio, acostumado a servir generosamente à clientela, terá que se adaptar. “O cliente chega e já sirvo a linguiça, tradicional, que é o nosso couvert da casa”, conta o garçom Antonio Paulo Araújo.

Fonte: http://g1.globo.com/

banner_cardapio_rest_ss