Montando um Restaurante

Confira os melhores cursos para melhorar a gestão do seu restaurante

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A “GR Treinamento em Gestão de Restaurantes e Gastronomia” é uma empresa focada na educação profissional e qualificação de pessoas e empresas atuantes no mercado gastronômico. Atuando a 10 anos no mercado a GR disponibiliza cursos em diversas áreas do setor gastronômico com o objetivo de profissionalizar, especializar e qualificar pessoas na gestão e operação de seu negócio. Nossa empresa atende a restaurantes, bares, pizzarias, cafeterias dentre outros.

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1- Administrando Restaurantes e Bares

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2 – Análise e Controle Financeiro para Restaurantes

 

 

 

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3 – Planejamento de Cardápios para Restaurantes

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4 – Elaboração de Ficha Técnica para Restaurantes

 

 

 

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5 – Formação de preço de venda para restaurantes e bares

 

 

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6 – Restaurante de Sucesso!! 50 Estratégias para lucrar mais

 

 

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7 – Como montar um restaurante

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8 – Cardápios para Restaurantes Self-service

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Smart Rede: uma máquina de cartão que pode sair cara?

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A Rede, uma das maiores empresas do ramo de máquinas de cartão no Brasil, decidiu modernizar os seus aparelhos. Ao que parece visando competir diretamente com a Cielo Lio, a Smart Rede é um misto de tablet e terminal de pagamento que traz modernidade ao seu ponto de venda.

Mas, será que esta é mesmo uma alternativa interessante para a sua frente de caixa?

Smart Rede tem design inovador

A primeira coisa que você vai notar quando vir a Smart Rede é o seu design inovador. Ela conta com duas telas, o que permite que lojistas e clientes acompanhem a transação ao mesmo tempo.

Ela vem com bateria embutida, alto-falantes (com controle de volume), câmera, microfone, porta micro USB, antena NFC, leitor de QR code e código de barras, além do leitor de cartão e impressora de comprovante de pagamento. Isso significa dizer que esta máquina de cartão está pronta para aceitar diversas formas de pagamento, inclusive as mais modernas.

O seu processador quad-core permite o uso agregado a vários aplicativos voltados para a realização e controle das atividades financeiras de seu negócio. De fábrica, ela já vem com o app Pagamentos (que permite o recebimento de pagamentos e emissão de relatórios), o app Rede (para antecipção de saldos e outras ações financeiras) e o app do internet banking Itaú Empresas.

A sua conexão com a internet acontece via 3G, Wi-Fi ou cabo Ethernet (IP banda larga) e de forma independente, pois ela já vem com chip 3G de fábrica – ou seja, ela não precisa de celular para funcionar. Porém, diferente da sua maquininha Mobile Rede, o seu tamanho e design não é ideal para mobilidade, sendo mais adequado para lojas físicas.

Máquina de cartão da Rede aceita diversas formas de pagamento

Já que esta solução parece ter vindo para substituir as tradicionais máquinas de cartão da Rede, não é de se espantar que ela conte com o amplo portfólio de cartões de crédito e débito oferecidos pela empresa.

A Smart Rede faz vendas no débito, crédito à vista, parcelamento, e também aceita voucher (cartões-refeição e benefícios) e faz recarga de celular.

As bandeiras aceitas no débito e crédito são Visa, MasterCard, Hiper, Elo, UnionPay, Cabal e Banescard; e, no crédito, você contará com Discover, Diners Club, JCB, Mais!, Coopercard, Sorocred, e Credz.

Os vouchers disponíveis precisam ser negociados diretamente com as bandeiras para habilitação e negociação de taxas. São eles: Ticket, Sodexo, VR, GrenCard, Verocheque, UpPlan, Nutricash, Cooperland, BNBclube, Cabal, Sorocred e Alelo.

Taxas e custos não estão disponíveis no site

Apesar de, do ponto de vista tecnológico, a Smart Rede parecer ser uma solução atraente, especialmente para quem atende clientes exigentes, o fato é que não se sabe se isso tudo pode acabar saindo caro.

O site da empresa não informa quais os custos e taxas envolvidos, nem se é preciso assinar contrato de locação ou qual documentação deve ser apresentada. Apenas o telefone da Central de Atendimento é disponibilizado com a informação de que a máquina de cartão está disponível apenas para algumas regiões do Brasil – sem especificar quais.

Também se sabe que é possível solicitar a antecipação de saldos de forma avulsa ou programada, além de optar pelo Plano Flex e receber as vendas no crédito após 2 dias úteis. Porém, não há maiores detalhes sobre isso em termos de procedimentos e taxas envolvidas.

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Fique atento

Assim, fica claro que a Smart Rede é um produto inovador, e que será interessante ver se ela ou a Cielo Lio vai se tornar a preferida das lojas físicas de grande porte.

Já para microempreendedores, pequenos empresários e autônomos, esta não deve ser uma alternativa interessante, pois é pouco provável que o seu custo total seja acessível diante de tantas funcionalidades. Ela também é muito grande para quem quer algo que possa levar no bolso ou na bolsa.

Além disso, vale ressaltar que você ficará dependente da Rede em termos de aplicativos. Ainda que desenvolvedores privados estejam sendo convidados para criar apps para a Smart Rede, o sistema sempre contará apenas com soluções aprovadas pela mesma e você poderá passar por dificuldades se quiser usar um sistema PDV alternativo, por exemplo.

Fonte: https://br.mobiletransaction.org/smart-rede/

(tags: restaurantes)

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O cliente como chefe

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Com uma abordagem diferenciada, Pizza Makers faz muito sucesso ao propor que os consumidores montem suas próprias receitas

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Na hora de saborear uma pizza, muitas dúvidas costumam surgir em relação aos sabores a serem escolhidos, todos eles já pré-determinados. No entanto, nem sempre é necessário que seja assim. É justamente isso o que propõe o Pizza Makers. Localizado em São Paulo, o lugar tem uma proposta diferenciada: disponibiliza 32 ingredientes para que as pessoas possam selecionar os seus preferidos e, assim, produzir a sua própria receita. Tudo isso com muita rapidez.

“Acredito fortemente que o principal fator diferencial do Pizza Makers é a relação com nossos clientes. O Pizza Makers é um lugar onde queremos que o cliente se sinta especial, onde ele é o chefe e, nós, os executores. Queremos que nossos clientes possam reinventar seus sabores favoritos de pizza”, ressalta Gregorio Machado, proprietário do estabelecimento. “Nosso diferencial está no carinho e na paixão que temos pelo nosso negócio, olhando e cuidando de cada detalhe, com foco no cliente e na capacitação da nossa equipe. O frescor dos alimentos, a qualidade, o sabor, a massa fina e crocante, agregados ao serviço impecável, com preço justo, tudo isso reunido é a nossa receita de sucesso. Acreditamos que o atendimento é a maior prioridade. Queremos sempre que nosso cliente tenha uma experiência incrível em poder montar sua própria pizza do jeito que ele bem entender. Em apenas dois minutos, o produto já está pronto para ser servido”, completa.

Início

Machado relata que a ideia surgiu por meio das experiências dele nos Estados Unidos, no período em que morou no país. Lá, ele observou a existência de vários serviços rápidos e personalizados. Mas as coisas não aconteceram de uma hora para a outra. No ano de 2015, como o profissional já tinha o desejo há muito tempo de ter um empreendimento no ramo alimentar, ele planejou abrir um restaurante mexicano com mais dois amigos de infância, mas o negócio acabou não saindo do papel.

Após pensar em outros tipos de investimentos, como quiosque ou food truck, os planos para o Pizza Makers começaram a nascer. Foi em um jantar de família, em que as pessoas conversavam a respeito do sucesso de marcas que propõem a montagem do próprio prato, que o pensamento voltou-se para o lado da pizza feita pelo próprio cliente.

“Realmente, quando vi a ideia, enlouqueci. Era espetacular, e tive a visão que isso, um dia, seria um case de sucesso. No começo, a ideia era criar somente um quiosque de pizza, mas, com o passar do tempo, fui acreditando cada vez mais, vi o tamanho da oportunidade que tinha em mãos, e decidi pensar maior, sonho grande. Assim, elaborei um Business Plan, nada muito sofisticado, mas com uma visão de cinco anos e um racional econômico/financeiro. Dessa forma, começamos a procura por pontos em shopping. Um ponto importante para transformar o sonho em plano de execução foi sempre procurar especialistas, gente boa do mercado para aterrissar o sonho grande e dar formato a ele. O Emmanuel e a Diris, da Studioino, colaboraram nesse processo.

De uma ideia, um rabisco e várias conversas: assim nasceu o Pizza Makers”, conta ele.

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Êxito

Com uma loja moderna e descolada, o sucesso logo apareceu. De acordo com o profissional, os consumidores têm dado retornos incríveis. “Acho que conseguimos alcançar o que estávamos querendo com o Pizza Makers”, diz Machado.

Diversas pessoas têm sido atraídas pela ideia do negócio, independentemente da idade. São indivíduos que querem produtos frescos e de qualidade, com um atendimento que é impecável. “A pizza é o grande astro, deliciosa, faz um enorme sucesso, além do calzone e saladas, que o cliente também pode montar à sua vontade. O público é bem diverso, desde alguém que queira algo mais leve, como uma salada, ou pizza de massa integral com queijo branco, abobrinha e tomate, ou aquele cliente que quer todos os 32 ingredientes na sua pizza. Outra opção para o cliente é poder escolher as receitas clássicas, preparadas com o mesmo carinho. A massa é um dos segredos do Pizza Makers. O chef Shimura, amigo da família, também ajudou na sua receita. Sendo assim, após várias adaptações e testes, gerou-se a receita exclusiva da massa, preparada e fermentada na loja. Normalmente, o período de fermentação é de 36 horas, o que propicia um sabor inigualável, além da crocância”, ressalta.

E os pedidos dos clientes também costumam ser bastante diversificados. Cada um acaba solicitando uma pizza bem diferente do outro. Para Machado, é justamente essa a diversão da casa, cujo slogan preferido é: sua criatividade, nosso melhor ingrediente.
“Temos visto de tudo, desde clientes que querem uma pizza com cobertura de muçarela de búfula com tomatinhos cereja e azeitonas pretas até o cliente que gosta do sabor do atum com gorgonzola. A expressão do cliente quando a pizza sai do forno é gratificante, pois sente que fez sua obra de arte. Depois que experimenta então, aí, sim, fica muito satisfeito.

Após a pizza sair do forno, o cliente pode colocar ainda rúcula, tomate seco, manjericão, e dar um toque final com pimenta calabresa, orégano, alho picado frito e azeite. Tudo à vontade, ao seu gosto”, destaca ele.

Dia a dia

Ter um negócio como esse, no entanto, também exige saber lidar com os desafios. Um deles, por exemplo, é sempre ter agilidade para que as pizzas possam ser entregues em dois minutos para os clientes. Manter o atendimento impecável e a qualidade e o frescor dos componentes do prato são também desafios citados por Machado. Para isso, há o investimento em muito treinamento e em replicar o modelo todos os dias com a equipe. “O desafio é crescer mantendo a identidade do frescor, da modernidade e da geração Makers”, salienta o profissional, que também fala a respeito dos benefícios de manter um negócio como esse. “A satisfação de empreender é algo que precisa ser experimentado, não tem nada igual. Saber da responsabilidade de servir mais de 2.600 pizzas no terceiro mês de operação é uma realização, além do mais, sem nenhuma reclamação e com muitos elogios. É muito gratificante. Ter uma equipe de nove pessoas felizes e acreditando no projeto, sabendo dos planos de crescimento, tudo isso é muito realizador”, diz.

Para se destacar no mercado, segundo Machado, é necessário que sempre se tenha em mente o fator inovação. Além disso, é importante procurar parceiros e fornecedores que estejam alinhados a essa estratégia e ter foco no negócio. De acordo com o profissional, isso faz com que o modelo possa ser escalado e ter relevância. Ele também destaca que a rentabilidade do negócio é fundamental.

Já para fidelizar os consumidores, Machado conta que três coisas são focadas: o atendimento, que é “exemplar, sempre com um sorriso no rosto e sinergia com o cliente. Entrar na vibe dele faz com que tenhamos uma identificação muito grande”; a qualidade dos produtos, com a exclusiva receita makers e também a paixão pelo o que se faz.

Escolha

Outro fator que contribui para o sucesso do negócio é uma boa localização. Machado relata que a escolha por ponto em shopping foi a oportunidade de servir uma pizza de qualidade a um valor que é justo, de forma rápida e eficiente, em praças de alimentação.

“Hoje em dia, as praças de alimentação são lotadas de hamburguerias, grelhados, comidas japonesas e pratos feitos; reparamos nos shoppings essa lacuna e nos especializamos nisso, fazer a melhor pizza e não simplesmente fazer uma oferta infinita de alimentos e também a pizza”, relata.

Fornos

Além do ponto comercial, os fornos utilizados também contribuem com a qualidade dos alimentos, conforme explica Machado. “Apoiar-se em empresas e fornecedores de alta tecnologia é essencial. Encontramos essa parceria na Prática Produtos, os fornos FORZA se adequaram perfeitamente ao que procurávamos no mercado. Eles são simples de operar, contam com rapidez, robustez e entregam um produto de alta qualidade. Os fornos são o coração da nossa operação, por isso mesmo têm um destaque especial na loja, além da amassadeira e do abridor de disco de pizzas. A Prática nos apoiou e nos apoia”, conta.

Planos

Para este ano, a meta da empresa é a inauguração de mais quatro unidades. Em longo prazo, Machado destaca que pode-se dizer que ela será a maior e melhor rede de pizzaria do Brasil. “A primeira loja foi inaugurada em meados de dezembro do ano passado e, em meados de maio, teremos a inauguração da segunda loja Pizza Makers no Shopping Market Place, do grupo Iguatemi. Vamos cumprir a meta de aberturas de lojas neste ano”, afirma.

Segmento

Para o profissional, o mercado de alimentação fora do lar atualmente está em plena expansão. Ele frisa que os clientes buscam comida boa, de qualidade, com rapidez e atenção no atendimento, tudo isso a um preço justo. “para o Pizza Makers, o olhar é de oportunidade e crescimento”, diz. “A maior dificuldade encontrada principalmente na praça de alimentação de shoppings são as inúmeras ofertas dos demais operadores de alimentação, mas, ao mesmo tempo, é uma oportunidade, porque a grande variedade de opções propicia uma saudável luta para melhor atender os clientes, e é nessa linha que os melhores se destacarão. Acreditamos que, fazendo nosso produto na melhor qualidade possível e sempre visando o melhor atendimento ao cliente, conseguiremos fidelizá-los”, finaliza.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/o-cliente-como-chefe/

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Manual de Conduta para Restaurantes e Bares

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A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

manual de conduta para restaurantes

As diretrizes estabelecidas pela empresa esclarecem para os colaboradores quais são seus objetivos no mercado e difundem a cultura da empresa idealizada por seus gestores. Para que isto aconteça efetivamente é necessário adotar estratégias para difundir estas práticas entre seus colaboradores.

O manual de conduta orienta o colaborador na condução de suas ações relacionadas ao ambiente de trabalho, ao uso de equipamentos de segurança, ao atendimento ao cliente, no relacionamento com fornecedores e nas questões que envolvem ética e integridade.

Formato: E-book
Páginas: 73
Editora: GR Gestão de Restaurantes

Descrição do Produto

Veja detalhadamente o que voce econtra produto:

Sumário
1 – Introdução
2 – A quem se destina o manual de Conduta
3 – Elaboração do Manual de Conduta
3.1 – Carta do Diretor
3.2 – Missão, Visão e Valores
3.3 – Conduta da equipe de Líderes
3.4 – Conduta de Comunicação com a mídia
3.5 – Conduta nas práticas empregatícias
3.5.1 – Plano de carreira
3.5.2 – Idade mínima para contratação e Trabalho infantil
3.5.3 – Apoio ao equilíbrio entre vida e trabalho
3.5.4 – Conduta na Contratação de Terceiros
3.6 – Conduta de Integridade
3.6.1 – Conflitos de interesse
3.6.2 – Diretrizes para dar ou receber presentes e entretenimento
3.6.3 – Informações sobre os concorrentes
3.7 – Conduta sobre as Informações confidenciais da empresa
3. 8 – Condutas Individuais dos Colaboradores
3.8.1 – Assédio no local de trabalho
3.8.2 – Drogas ilícitas e álcool
3.8.3 – Condutas com a jornada de trabalho
3.8.4 – Conduta em caso de faltas
3.8.5 – Conduta com as informações transmitidas à empresa
3.8.6 – Conduta no atendimento ao cliente
3.8.7 – Conduta com a higiene e apresentação pessoal
3.9 – Conduta com os Fornecedores
3.10 – Conduta com os Bens da empresa
4.0 – Comprovante de recebimento do Manual de Conduta

Como ter sucesso na Cozinha? 4 dicas que aumentarão sua produtividade!

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A função de uma cozinha industrial é preparar alimentos de maneira rápida e dinâmica, por isso, o ambiente deve proporcionar higiene, funcionalidade, qualidade e produtividade.

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Mas, o que é produtividade?

Produtividade é a relação de tudo que é produzido e os meios empregados. Está relacionada à eficiência e ao tempo.

Por exemplo, uma cozinha produtiva é aquela que consegue entregar todos os pratos solicitados com o melhor aproveitamento de recursos disponíveis e no menor tempo possível.

Através da produtividade é possível avaliar a capacidade do sistema produtivo e o grau em que são aproveitados os recursos. A melhor produtividade constitui uma maior rentabilidade para a empresa.

Confira 4 dicas de como melhorar a produtividade da sua cozinha profissional e, como consequência, ter mais lucro:

Na Cozinha tem equipe motivada?

Produtividade envolve uma série de fatores tais como:

  • Qualidade
  • Quantidade de matérias-primas empregadas
  • Atualização tecnológica utilizada (máquinas, equipamentos)
  • Habilidade profissional dos empregados
  • Condições ambientais

Contudo, entre todos esses fatores, um destaca-se: o grau de interesse com que os empregados utilizam sua capacidade para obter um aumento na quantidade e qualidade do rendimento de suas tarefas.

Atualmente, um dos maiores desafios das organizações é criar um ambiente de trabalho motivador para os seus funcionários. Estudos comprovam que pessoas desmotivadas tendem a diminuir os seus níveis de produtividade.

De fato, se o contexto laboral não promover níveis de satisfação proporcionais ao esforço investido no desempenho das tarefas. Há uma tendência natural para a desmotivação e consequente queda da produtividade. Lembre-se que ninguém chega lá sozinho. E não é só a ajuda financeira que pode conduzir o seu restaurante ao lucro. Sem a vontade de seus colaboradores e os bons serviços prestados por eles, dificilmente se alcança o sucesso.

Nesse sentido, a motivação é tão importante quanto a qualidade dos pratos.

Desenvolver programas de incentivo, proporcionar um local de trabalho agradável e uma remuneração adequada podem ser pontos que faltavam para despertar na equipe aquele sentimento de união e fazer todos vestirem a camisa da empresa.

Fazer o colaborador se sentir importante, respeitado e valorizado é uma receita que dá certo no que diz respeito à motivação.

Layout eficiente

Todo planejamento de uma cozinha profissional deve ser feito com o objetivo de gerar o melhor fluxo possível de trabalho.
O layout dos equipamentos deve ser baseado no fluxo de processos e pessoas.

Ao criar o design da sua cozinha profissional deve-se dar prioridade à praticidade, afinal de contas, sem um layout que permita a fácil circulação de pessoas, dificilmente os resultados atingirão seus objetivos.

Além disso, o layout deve considerar todas as práticas que serão aplicadas no ambiente, com o intuito de simplificar e agilizar os processos.

Por exemplo: Não faz sentido que na área de preparo de sobremesas o funcionário encarregado tenha que atravessar a cozinha inteira para ir até uma geladeira pegar um ingrediente.

Tudo tem que estar perto e à mão. Para isso, o layout da cozinha deve ser elaborado a fim de garantir toda essa dinâmica, sempre evitando a contaminação cruzada, tão frequente em cozinhas mal planejadas. Um bom layout traz eficácia a operação, evitando excesso de mão de obra e desperdício de tempo e espaço.

A cozinha deve ser encarada como um verdadeiro processo de produção, com tempos, métodos e processos bem determinados.

Segurança e normas

Uma cozinha profissional é um local com vários riscos, sendo assim a segurança é fator primordial de produtividade e deve começar desde o projeto inicial.

Com o avanço da tecnologia os equipamentos também estão melhor preparados para evitar acidentes.

A segurança será garantida por um layout bem elaborado, com profissionais treinados e procedimentos implantados, além de equipamentos bem produzidos dentro das normas de segurança do mercado.

As cozinhas profissionais precisam atender a diversas exigências. A Resolução RDC de número 216, de 15 de setembro de 2014 da Anvisa, que cita o regulamento técnico de boas práticas para os serviços do setor de alimentação.

Com a função de garantir as melhores condições de higiene na preparação dos pratos.

É importante também que a cozinha tenha um alvará ambiental, um alvará dos bombeiros e outro de funcionamento.

Equipamentos e tecnologia

A tecnologia está presente em todas as atividades profissionais hoje em dia.

Seja qual for o meio de atuação, sem dúvida nenhuma ele se adaptou às novas ferramentas e equipamentos que, em suma, chegaram para ajudar todo o processo de trabalho.

No setor food service não é diferente.

Restaurantes, pizzarias, bares, padarias e similares apostam na modernização e no uso da tecnologia para aumentar sua produtividade e reduzir seus custos.

Não é preciso ter uma estrutura grande para adquirir alguns equipamentos necessários para a operação, basta otimizar bem os espaços disponíveis. É importante que a instalação elétrica seja bem dimensionada e que preveja toda a carga elétrica dos equipamentos, assim como é necessária que a instalação de água chegue a alguns pontos específicos do maquinário.

Outra grande vantagem de se ter aparelhos mais modernos na cozinha é poder reduzir o número de funcionários do estabelecimento sem prejudicar a operação.

Com um treinamento para o manuseio das máquinas, o gestor pode ter um aumento de produtividade na sua equipe.

Curiosidade:

Uma das técnicas de gestão de tempo/produtividade mais usadas no mundo surgiu da cozinha: a técnica Pomodoro.

A técnica foi inspirada em um timer de cozinha em formato de tomate (pomodoro em italiano) e consiste em dividir e cronometrar blocos de tempo para o desenvolvimento de atividades. N

Nesse tempo determinado, focar 100% na atividade que está sendo executada. Buscar sempre fazer o melhor é importante, mas essa meta não pode se tornar uma obsessão. Por isso, ao considerar as metas do seu negócio, não seja exigente demais a ponto de torná-las inalcançáveis e gerar frustrações na equipe.

Como está a produtividade da sua equipe? O que você tem feito para que ela seja mais produtiva?

Compartilhe conosco a sua experiência e caso tenha alguma dúvida, deixe um comentário!

Fonte: http://blog.lojabrazil.com.br/produtividade-cozinha-industrial/

A felicidade de ser dona do próprio restaurante

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Quando era ‘meninoca’, como ela diz, Felicidade não gostava muito do seu nome. Até tentou que as pessoas a chamassem de Conceição (sobrenome por parte de mãe), mas não pegou. Hoje, com 89 anos, a empreendedora está sempre sorrindo no restaurante que foi batizado em sua homenagem.

 

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O Dona Felicidade vai completar 18 anos em dezembro e atende uma média de 4 mil pessoas por mês em São Paulo. Ao servir pratos simples, mas que prezam pela qualidade, o local vende 500 feijoadas e 350 quilos de bacalhau por mês.

As receitas da Dona Felicidade foram responsáveis pelo direcionamento do negócio da família. Quando casou, em 1945, com Manoel Bastos, o marido não queria que a mulher trabalhasse e sempre manteve outras atividades com sócios. “Minha vontade sempre foi ter um negócio nosso. Ele não me aceitava atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos”, lembra a empresária.

 

O primeiro negócio foi uma mercearia, que ficou instalada em dois lugares antes de alcançar o reconhecimento com o nome de ‘Pé pra fora’. O casal e os cinco filhos moravam na parte de cima e os pratos que Dona Felicidade levava para o marido almoçar começaram a chamar a atenção dos clientes. O jeito foi descer o fogão para atender a demanda do consumidor.

De bar e mercearia, o local passou a servir refeições e ganhou ainda mais fama. Depois da morte do patriarca em 1986, Dona Felicidade e dois filhos, Sérgio e Toninho, ainda continuaram oito anos na administração até venderem o ponto.
A mudança para a Vila Romana foi feita em 1996 com a inauguração do restaurante Dona Felicidade, em um espaço oito vezes maior que o anterior.

“Meu pai dizia: o cliente podia reclamar do preço, mas não podia reclamar da comida. Porque o dia que ele tiver dinheiro ele volta e come. Mas se ele reclamar da comida, nem com dinheiro ele volta”, lembra Sérgio. Atualmente, o local conta com a supervisão e simpatia de Dona Felicidade diariamente. “Eu adoro isso aqui. Eu vou ficar sozinha em casa fazendo o que? Prefiro lidar com gente”, afirma a empreendedora.

Um acerto
Para Dona Felicidade, o acerto foi ela ter insistido com o marido para o casal abrir um negócio só deles. A vontade existia desde o casamento, mas Manoel não queria que a mulher trabalhasse. “Ele não me admitia atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos.” A primeira empresa foi uma mercearia e o sucesso veio com os pratos preparados por ela.

Um erro
Mãe e filhos não apontaram um erro que comprometeu gravemente o negócio. Sérgio afirma que eles sempre tiveram o pé no chão e agiram com cautela. “Demos umas cabeçadas, não acertamos tudo. Tivemos erros de percurso que foram corrigidos na rota, nada que prejudicasse. Conforme eles foram acontecendo, nós fomos acertando”, afirma Toninho.

Uma dica
A família nunca pensou em mudar de segmento. Depois de seis anos com o restaurante Dona Felicidade, eles aproveitaram uma oportunidade e abriram o bar Tiro Liro. “Não é tudo mil maravilhas. Quem quer entrar no ramo terá que se dedicar e trabalhar muito”, afirma Toninho. “Não existe zona de conforto. A concorrência está aí”, completa Sérgio.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,a-felicidade-de-ser-dona-do-proprio-restaurante,5108,0.htm

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Quais os Melhores Sistemas de Exaustão para Cozinhas Industriais?

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A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas estabelece, através da NBR 14518, como devem ser os sistemas de exaustão para cozinhas industriais. Ao precisar implantar um sistema desse tipo, portanto, é necessário encontrar uma empresa especializada, que possa desenvolver o sistema dentro das normas e, além disso, oferecer toda a assistência técnica, seguindo as orientações do projeto e oferecendo o controle ambiental e a segurança necessária para a cozinha industrial e seus trabalhadores.

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Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem atender a todos os princípios e normas regulamentadoras, uma vez que se trata de um ambiente gerador de poluentes, além de ser uma área de riscos iminentes, principalmente de incêndio, que deve ser mantido sob controle, com a utilização de equipamentos específicos.

O ar da cozinha industrial deve ser reciclado, mantendo o conforto das pessoas que ali trabalham, oferecendo também o conforto necessário, no caso de a cozinha industrial ser diretamente ligada ao restaurante, o que exige que os sistemas de exaustão para cozinhas industriais não deixem chegar os odores aos locais interligados, oferecendo um ambiente em condições de uso e de higiene.

Como funcionam os sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem fazer a remoção e o tratamento de vapores e gases provenientes do processo de cocção dos alimentos, livrando o ambiente da fumaça e dos odores, proporcionando renovação constante de ar e mantendo a temperatura da cozinha dentro de limites de conforto térmico.

Dessa forma, o projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais deve ser composto de equipamentos que possam captar, tratar e conduzir os vapores e gases da cozinha para o ambiente externo, enviando-os para a atmosfera depois de tratados, possuindo ainda um sistema de insuflamento do ar externo para o interior, repondo o ar eliminado pelo sistema de exaustão.

O projeto dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem levar em consideração a necessidade de insuflar o ar no ambiente em volume menor do que o eliminado, mantendo sempre o ambiente da cozinha com pressão negativa, o que irá forçar o ar a entrar no ambiente, evitando, desta maneira, a dispersão dos odores dentro da cozinha e em suas áreas adjacentes.

Equipamentos dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais utilizam-se dos seguintes equipamentos:

  • Coifa, ou captor, onde têm início os sistemas de exaustão para cozinhas industriais, sendo instalado sobre os equipamentos de cocção, sugando o ar de toda a área. As coifas podem ser central, ou de ilha, utilizada em áreas onde a cocção é feita no centro da cozinha; coifa de parede, em áreas que exigem essa localização; coifas de aspiração frontal, específica para equipamentos que geram maior quantidade de gordura; coifa wahs-pull, com sistema de lavagens incorporado; ou coifa push-pull, com sistema de insuflamento de ar incorporado, gerando uma cortina de ar em suas extremidades;
  • Rede de dutos para condução dos gases e vapores, que devem ser fabricados em chapas de aço carbono, aço inoxidável ou, em determinados casos, em aço galvanizado;
  • Dumper de regulagem de vazão, instalado para equalização e ajustes de vazão de ar;
  • Dumper corta-fogo, aplicado para prevenir incêndios nos sistemas de exaustão de cozinhas industriais;
  • Exaustor, que é usado para gerar a energia e movimentar o ar, sendo apresentados em dois modelos: o exaustor centrífugo, tipo caracol, que apresenta nível de ruído mais baixo, possui vida longa maior e é de fácil manutenção; e exaustor axial, de carcaça tubular, que deve ser usado com restrições, em sistemas de exaustão e cozinhas industriais mais simples, já que não possui pressão suficiente para eliminar o ar de ambientes maiores. O sistema axial apresenta maior ruído e é de difícil manutenção, não sendo indicado para sistemas de exaustão de gorduras.
  • Caixa de ventilação, usada para insuflamento de ar nos sistemas de exaustão para cozinhas industriais;
  • Equipamentos de tratamento de ar, que fazem o tratamento dos gases, fuligens e vapores antes de descarrega-los na atmosfera;
  • Despoluidores atmosféricos e extratores de gordura, fazendo a retenção e tratamento dos vapores e fuligens antes de dispersá-los na atmosfera. O mais usados são os lavadores, o precipitador eletrostático e os filtros de carvão ativado, que devem ser escolhidos no projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais de acordo com a necessidade de produção.
  • Terminais de descarga, usados para descarga e dissipação dos gases e protegendo contra a entrada de água no sistema;
  • Grelhas e venezianas, aplicadas para insuflamento, exaustão e descarga de ar;
  • Quadro elétrico, que centraliza o comando e proteção dos motores elétricos do sistema;
  • Sistema de extinção de incêndio, geralmente usados em estabelecimentos maiores, como hotéis, shoppings, centros comerciais, onde existe muita movimentação de pessoas e onde se pratica economia múltipla

É importante ter em vista, nos projetos de sistemas de exaustão para cozinhas industriais, que o tamanho dos equipamentos seja respeitado, definidos de acordo com a vazão do sistema, já que a utilização de equipamentos abaixo da capacidade dirá reduzir a eficiência do sistema como um todo.

fonte:https://www.ohub.com.br/