Montando um Restaurante

A felicidade de ser dona do próprio restaurante

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Quando era ‘meninoca’, como ela diz, Felicidade não gostava muito do seu nome. Até tentou que as pessoas a chamassem de Conceição (sobrenome por parte de mãe), mas não pegou. Hoje, com 89 anos, a empreendedora está sempre sorrindo no restaurante que foi batizado em sua homenagem.

 

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O Dona Felicidade vai completar 18 anos em dezembro e atende uma média de 4 mil pessoas por mês em São Paulo. Ao servir pratos simples, mas que prezam pela qualidade, o local vende 500 feijoadas e 350 quilos de bacalhau por mês.

As receitas da Dona Felicidade foram responsáveis pelo direcionamento do negócio da família. Quando casou, em 1945, com Manoel Bastos, o marido não queria que a mulher trabalhasse e sempre manteve outras atividades com sócios. “Minha vontade sempre foi ter um negócio nosso. Ele não me aceitava atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos”, lembra a empresária.

 

O primeiro negócio foi uma mercearia, que ficou instalada em dois lugares antes de alcançar o reconhecimento com o nome de ‘Pé pra fora’. O casal e os cinco filhos moravam na parte de cima e os pratos que Dona Felicidade levava para o marido almoçar começaram a chamar a atenção dos clientes. O jeito foi descer o fogão para atender a demanda do consumidor.

De bar e mercearia, o local passou a servir refeições e ganhou ainda mais fama. Depois da morte do patriarca em 1986, Dona Felicidade e dois filhos, Sérgio e Toninho, ainda continuaram oito anos na administração até venderem o ponto.
A mudança para a Vila Romana foi feita em 1996 com a inauguração do restaurante Dona Felicidade, em um espaço oito vezes maior que o anterior.

“Meu pai dizia: o cliente podia reclamar do preço, mas não podia reclamar da comida. Porque o dia que ele tiver dinheiro ele volta e come. Mas se ele reclamar da comida, nem com dinheiro ele volta”, lembra Sérgio. Atualmente, o local conta com a supervisão e simpatia de Dona Felicidade diariamente. “Eu adoro isso aqui. Eu vou ficar sozinha em casa fazendo o que? Prefiro lidar com gente”, afirma a empreendedora.

Um acerto
Para Dona Felicidade, o acerto foi ela ter insistido com o marido para o casal abrir um negócio só deles. A vontade existia desde o casamento, mas Manoel não queria que a mulher trabalhasse. “Ele não me admitia atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos.” A primeira empresa foi uma mercearia e o sucesso veio com os pratos preparados por ela.

Um erro
Mãe e filhos não apontaram um erro que comprometeu gravemente o negócio. Sérgio afirma que eles sempre tiveram o pé no chão e agiram com cautela. “Demos umas cabeçadas, não acertamos tudo. Tivemos erros de percurso que foram corrigidos na rota, nada que prejudicasse. Conforme eles foram acontecendo, nós fomos acertando”, afirma Toninho.

Uma dica
A família nunca pensou em mudar de segmento. Depois de seis anos com o restaurante Dona Felicidade, eles aproveitaram uma oportunidade e abriram o bar Tiro Liro. “Não é tudo mil maravilhas. Quem quer entrar no ramo terá que se dedicar e trabalhar muito”, afirma Toninho. “Não existe zona de conforto. A concorrência está aí”, completa Sérgio.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,a-felicidade-de-ser-dona-do-proprio-restaurante,5108,0.htm

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Quais os Melhores Sistemas de Exaustão para Cozinhas Industriais?

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A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas estabelece, através da NBR 14518, como devem ser os sistemas de exaustão para cozinhas industriais. Ao precisar implantar um sistema desse tipo, portanto, é necessário encontrar uma empresa especializada, que possa desenvolver o sistema dentro das normas e, além disso, oferecer toda a assistência técnica, seguindo as orientações do projeto e oferecendo o controle ambiental e a segurança necessária para a cozinha industrial e seus trabalhadores.

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Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem atender a todos os princípios e normas regulamentadoras, uma vez que se trata de um ambiente gerador de poluentes, além de ser uma área de riscos iminentes, principalmente de incêndio, que deve ser mantido sob controle, com a utilização de equipamentos específicos.

O ar da cozinha industrial deve ser reciclado, mantendo o conforto das pessoas que ali trabalham, oferecendo também o conforto necessário, no caso de a cozinha industrial ser diretamente ligada ao restaurante, o que exige que os sistemas de exaustão para cozinhas industriais não deixem chegar os odores aos locais interligados, oferecendo um ambiente em condições de uso e de higiene.

Como funcionam os sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem fazer a remoção e o tratamento de vapores e gases provenientes do processo de cocção dos alimentos, livrando o ambiente da fumaça e dos odores, proporcionando renovação constante de ar e mantendo a temperatura da cozinha dentro de limites de conforto térmico.

Dessa forma, o projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais deve ser composto de equipamentos que possam captar, tratar e conduzir os vapores e gases da cozinha para o ambiente externo, enviando-os para a atmosfera depois de tratados, possuindo ainda um sistema de insuflamento do ar externo para o interior, repondo o ar eliminado pelo sistema de exaustão.

O projeto dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais devem levar em consideração a necessidade de insuflar o ar no ambiente em volume menor do que o eliminado, mantendo sempre o ambiente da cozinha com pressão negativa, o que irá forçar o ar a entrar no ambiente, evitando, desta maneira, a dispersão dos odores dentro da cozinha e em suas áreas adjacentes.

Equipamentos dos sistemas de exaustão para cozinhas industriais

Os sistemas de exaustão para cozinhas industriais utilizam-se dos seguintes equipamentos:

  • Coifa, ou captor, onde têm início os sistemas de exaustão para cozinhas industriais, sendo instalado sobre os equipamentos de cocção, sugando o ar de toda a área. As coifas podem ser central, ou de ilha, utilizada em áreas onde a cocção é feita no centro da cozinha; coifa de parede, em áreas que exigem essa localização; coifas de aspiração frontal, específica para equipamentos que geram maior quantidade de gordura; coifa wahs-pull, com sistema de lavagens incorporado; ou coifa push-pull, com sistema de insuflamento de ar incorporado, gerando uma cortina de ar em suas extremidades;
  • Rede de dutos para condução dos gases e vapores, que devem ser fabricados em chapas de aço carbono, aço inoxidável ou, em determinados casos, em aço galvanizado;
  • Dumper de regulagem de vazão, instalado para equalização e ajustes de vazão de ar;
  • Dumper corta-fogo, aplicado para prevenir incêndios nos sistemas de exaustão de cozinhas industriais;
  • Exaustor, que é usado para gerar a energia e movimentar o ar, sendo apresentados em dois modelos: o exaustor centrífugo, tipo caracol, que apresenta nível de ruído mais baixo, possui vida longa maior e é de fácil manutenção; e exaustor axial, de carcaça tubular, que deve ser usado com restrições, em sistemas de exaustão e cozinhas industriais mais simples, já que não possui pressão suficiente para eliminar o ar de ambientes maiores. O sistema axial apresenta maior ruído e é de difícil manutenção, não sendo indicado para sistemas de exaustão de gorduras.
  • Caixa de ventilação, usada para insuflamento de ar nos sistemas de exaustão para cozinhas industriais;
  • Equipamentos de tratamento de ar, que fazem o tratamento dos gases, fuligens e vapores antes de descarrega-los na atmosfera;
  • Despoluidores atmosféricos e extratores de gordura, fazendo a retenção e tratamento dos vapores e fuligens antes de dispersá-los na atmosfera. O mais usados são os lavadores, o precipitador eletrostático e os filtros de carvão ativado, que devem ser escolhidos no projeto de sistemas de exaustão para cozinhas industriais de acordo com a necessidade de produção.
  • Terminais de descarga, usados para descarga e dissipação dos gases e protegendo contra a entrada de água no sistema;
  • Grelhas e venezianas, aplicadas para insuflamento, exaustão e descarga de ar;
  • Quadro elétrico, que centraliza o comando e proteção dos motores elétricos do sistema;
  • Sistema de extinção de incêndio, geralmente usados em estabelecimentos maiores, como hotéis, shoppings, centros comerciais, onde existe muita movimentação de pessoas e onde se pratica economia múltipla

É importante ter em vista, nos projetos de sistemas de exaustão para cozinhas industriais, que o tamanho dos equipamentos seja respeitado, definidos de acordo com a vazão do sistema, já que a utilização de equipamentos abaixo da capacidade dirá reduzir a eficiência do sistema como um todo.

fonte:https://www.ohub.com.br/

10 maneiras de aproveitar espaços pequenos em restaurantes e bares

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Só quem tem um restaurante ou bar sabe como é importante aproveitar cada espaço do salão para garantir mais uma mesa. Se o estilo de decoração do estabelecimento é rústico, moderno, despojado ou tropical, não importa, há aplicações para todos os gostos. O que não vale é deixar o cliente ir embora. Confira 10 formas de aproveitar aquele espaço esquecido em seu restaurante ou bar.

Colabore com a nossa Pesquisa

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Jovem abre 2º restaurante em meio à crise e comemora sucesso em Cuiabá

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Irapuan Carvalho inaugurou o 1º negócio aos 23 anos e 4 anos depois, o 2º. Ele tem uma tapiocaria e um bistrô que serve comida nordestina e cuiabana.

 O empresário Irapuan Carvalho, de 28 anos, tem muito a comemorar com o sucesso dos seus empreendimentos. A tapiocaria que abriu há seis anos em Cuiabá atravessou a crise e ainda o motivou a abrir um segundo negócio, em 2015, em sociedade com os pais. Com a tapiocaria e o bistrô, ambos na Rua 24 de Outubro, no Bairro Popular, na capital, ele emprega 18 pessoas.
Foi aos 23 anos que Irapuan de origem nordestina inaugurou o primeiro estabelecimento, que tem como carro-chefe a tapioca. À época, investiu R$ 60 mil. Parte do dinheiro era fruto das economias. Outra foi emprestada dos pais.

Ele lembra que não teve tempo de sentir medo. “Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”, lembrou.

Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”
Irapuan Carvalho, empresário

O negócio começou pequeno na Rua 24 de Outubro, em Cuiabá. A irmã de Irapuan e outros dois funcionários o ajudavam. Os clientes aumentaram e o espaço ficou pequeno. Com fila de clientes na entrada, ele decidiu mudar de prédio.

O empreendimento não foi inaugurado durante a crise financeira, mas sobreviveu ao momento difícil. “Não foi fácil, porque nesse período o preço dos insumos aumentaram muito. Antes, se gastava R$ 100, na crise o preço dobrou”, contou.

Para Irapuan, ser empreendedor é tirar os sonhos do papel e colocá-los em prática. A formação acadêmica dele auxiliou nas tomadas de decisão e administração do negócio.

Como a maioria dos jovens que entram na faculdade, teve dificuldades para escolher a profissão que seguiria. “Terminei o ensino médio com 15 anos. É muito cedo para decidir uma carreira, o que você fará na vida”, disse.

A primeira opção foi cursar administração, mas não era o que queria. Na época, ele não tinha a ambição de administrar a própria empresa. Irapuan ficou um ano afastado do curso e decidiu trabalhar como bancário.

Por causa do emprego, passou a viajar e conhecer novos lugares. “Eram novas experiências, comidas diferentes e paisagens que me inspiraram a tomar a decisão de empreender”, afirmou. A paixão pela cozinha também teve influência no caminho que ele escolheu seguir. “Nessa época começou a aflorar minha vontade de ter um restaurante”, completou.

O sonho de Irapuan, no entanto, ainda não estava totalmente concretizado. O que ele queria mesmo era montar um restaurante “para envolver as pessoas com novos conceitos e novas ideias”. Os pais dele, que até então moravam no interior de Mato Grosso, decidiram se mudar para a capital e incentivaram o filho a colocar o projeto em prática.

Em 2015, juntos, eles abriram um bistrô na mesma rua, na capital, e se tornaram sócios. O novo restaurante serve pratos com influência da comida nordestina e cuiabana.

Atualmente, Irapuan divide as funções nos dois estabelecimentos. Executa todas as funções de elaborar o cardápio a ajudar na cozinha. “Tive que aprender a montar caixa d’água e consertar telhado”, brincou.

A receita do sucesso dele é o comprometimento e o amor ao trabalho. “Sempre foquei muito, sendo empregado ou empregador. Mas hoje sinto o peso de ter meu próprio negócio. Primeiro porque é meu sonho. Segundo porque eu tenho a consciência de que emprego pessoas que têm obrigações”, declarou.

A vontade é crescer ainda mais. Porém, o Irapuan de hoje, aos 28 anos, tem o pé no chão, mas arriscaria tudo de novo como há cinco anos. Entre os planos atuais dele está concluir o curso de gastronomia.

Pesquisa
Uma pesquisa intitulada “Os Donos do Negócio no Brasil”, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios de 2014 (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta em em Mato Grosso há cerca de 100 mil jovens donos do próprio negócio.

O economista Anderson Nunes acredita que o crescimento de jovens no mercado empresarial se dê pelo perfil visionário da chamada “Geração Y”, formada por pessoas nascidas a partir dos anos 90.

“Esses jovens não tem tempo a perder. Daqui a uns anos não veremos mais pessoas dessa geração trabalhando durante 20 ou 30 anos em uma única empresa. Para eles, a maior forma de satisfação pessoal é a realização do próprio negócio”, contou.

Segundo ele, a carreira pública já não é mais algo tão cobiçado por esses jovens, “existe uma grande frustração no setor, apesar de ainda ser algo concorrido e devido as faltas de oportunidade no setor privado muitos preferem a liberdade de abrir um próprio negócio”, relatou.

A presença dos jovens é cada vez maior, principalmente no novo modelo de alimentação de rua, como os food trucks e bike foods, por exemplo. A informação é confirmada pela pesquisa do Sebrae, que também aponta alta de jovens investidores em startups, atividades ligadas à saúde e ao turismo, principalmente ecoturismo e esportes radicais.

Mato Grosso possui mais de 2 mil restaurantes e similares. O setor mais procurado pelos jovens empreendedores ocupa a 7º colocação entre os que representam destaque na economia do estado, segundo o Sebrae.

De acordo com Anderson, o setor de alimentação tende a crescer no estado, pois, apesar de não liderar a economia, outros setores dependem indiretamente dele.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2017/03/jovem-abre-2-restaurante-em-meio-crise-e-comemora-sucesso-em-cuiaba.html

Perfil empreendedor: Robinson Shiba, do China in Box

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Uma das maneiras mais interessantes de analisar experiências e manter-se motivado para suas metas empreendedoras é conhecer o perfil empreendedor de quem deu certo, analisando não apenas as dificuldades pelas quais um determinado empresário passou, mas também suas estratégias de superação.

Pensando nisso, você já conhece a história de Robinson Shiba, do China In Box? Descubra agora!

Stir-fried vegetables with tofu

As dificuldades iniciais

Robinson Shiba era estudante de Odontologia no Brasil quando viajou com amigos para os Estados Unidos, onde tinha o intuito de ficar pelo período de um ano e aprimorar seu inglês. Só que no meio desta temporada, o jovem foi assaltado e perdeu todo o dinheiro que guardava em sua doleira — uma espécie de bolsa delgada, que é escondida sob a calça ou camisa, bem junto ao corpo do usuário. Passando por apertos financeiros, Shiba não desistiu de sua aventura e dos estudos, e passou a trabalhar na cozinha de alguns restaurantes como lavador de pratos e, mais tarde, como entregador de pizzas e outros alimentos de fast food, para se sustentar no país.

O espírito empreendedor acionado

O ano era 1986, e foi quando Shiba percebeu as vantagens do consumo de comida pronta nos Estados Unidos. Ele analisou bem a situação, e seu espírito empreendedor foi acionado, de modo que visualizou a atividade como uma tendência que em breve chegaria ao Brasil e ele poderia participar desta iniciativa até então inovadora por aqui. Enquanto permanecia nos Estados Unidos, passou a estudar os modelos de fast food com delivery que deram certo, desde a produção até a entrega, e como poderia fazer melhorias.

A ideia para um novo negócio

Quando Shiba retornou ao Brasil, em 1988, já havia pensado na ideia de adaptar o modelo para entregar comida chinesa em caixinhas, mas passou ainda mais quatro anos estudando e pesquisando maneiras de aprimorar o negócio, até abrir a primeira unidade do China in Box no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. A total confiança no negócio fez com que o pai do empresário vendesse um apartamento por um terço do preço, a fim de levantar capital para investir na marca. Uma das melhorias que Shiba implementou está relacionada à certeza que os clientes poderão ter em relação à higiene da cozinha e dos alimentos, um problema que o empresário identificou quando trabalhou fora do país. Por isso, as cozinhas das unidades China in Box ficam à mostra para os consumidores, separadas da área de atendimento apenas por um vidro, através do qual as pessoas podem ver todo o processo de preparo e manuseio do que será servido.

A transformação do negócio em franquia

O pequeno negócio em Moema deu tão certo que não tardaram os pedidos para transformar a empresa em rede de franquias. E os pedidos cresciam cada vez mais, acompanhando o êxito que a China in Box paulistana conquistava. Após uma consultoria, Shiba aderiu ao modelo de franchising em 2000 e expandiu a rede em uma velocidade impressionante. Mais tarde, Shiba tornou-se sócio de um restaurante japonês, o Gendai, que também passou a abrir unidades em vários estados brasileiros. Desde 2007, ambas as marcas foram incorporadas ao grupo Trendfoods, do qual Shiba é presidente, e que controla também o restaurante Owan, que é especializado em comida oriental (chinesa, japonesa e tailandesa), e a rede de restaurantes dedicados à culinária italiana Brevitá — que aproveita o sistema de delivery em embalagens plásticas reutilizáveis, que podem ser levadas ao freezer e ao forno micro-ondas.

Vinte e quatro anos depois de lavar pratos e entregar pizzas nos Estados Unidos, Shiba tornou-se dono da maior rede de fast food chinês atuante na América Latina, possuindo 160 lojas franqueadas, com uma marca presente em mais de 70 cidades brasileiras, distribuídas em 22 estados.

Agora que já sabe como Robinson Shiba aprendeu e incorporou estratégias de negócios, como ele as aplicou em seu próprio empreendimento e fez seu negócio crescer, fica mais fácil se  entusiasmar e colocar suas ideias em prática. Ou você ainda tem alguma dúvida se deve seguir seu senso empreendedor? Veja aqui o que falta para você abrir ou expandir o seu negócio e, caso ainda tenha alguma dúvida, deixe um comentário e divida suas experiências com a gente!

Fonte: https://www.asaas.com/blog/perfil-empreendedor-robinson-shiba-do-china-in-box/

Como montar um Restaurante

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Já em sua 2ª Edição: O livro “Como montar um Restaurante” traz informações necessárias para os empreendedores que desejam investir na atividade gastronômica. O início de um novo empreendimento gastronômico exige conhecimentos em várias áreas como a preparação de um plano de negócios, compra de equipamentos, contratação de pessoal, gestão do negócio entre várias outras.

É neste contexto que o livro busca auxiliar os leitores com informações objetivas, práticas a fim de direcioná-los nesse processo de abertura de um novo negócio.

Passando por todos os setores de um restaurante como cozinha, salão de vendas, estoque, marketing, administração, o leitor poderá adquirir com este livro informações estratégicas e utilizá-lo como referência no seu dia-a-dia



Editora: Gestão de Restaurantes
Autor: Alison Alves Figueiredo
Ano: 2010
Edição: 2
Número de páginas: 150
Formato: Médio
Tipo: impresso

 Conteúdo do Livro:

1 – Apresentação
2 – O Empreendimento
2.1 – Definindo o Tipo de Empreendimento
2.2 – Sistema de Funcionamento
3 – Conceitos iniciais para elaboração do cardápio
3.1 – A escolha do cardápio
3.1.1 – Aquisição dos produtos ou matéria-prima
3.1.2 – Público alvo
3.1.3 – Estudo da Viabilidade para o cardápio
3.1.4 – Equipamentos necessários para a produção dos pratos do cardápio
3.1.5 – Fatores relevantes para a elaboração de um cardápio
3.1.6 – Composição do cardápio
3.1.7 Características do layout do cardápio
3.1.8 – Ficha Técnica
4 – Formação de Preços
4.1 – Exemplo prático de formação de preços
4.2 – Fatores relevantes para a formação do preço de venda
5 – Viabilidade do Negócio
5.1 – Perfil do Empreendedor
6 – Plano de negócios
6.1 – Objetivo
6.2 – Estrutura
6.3 – Elaboração do Plano de Negócios
6.3.1 – Sumário
6.3.2 – Sumário Executivo
6.3.3 – Informações dos Sócios
6.4 – Descrição da Empresa
6.4.1 – Dados Cadastrais
6.4.2 Missão da Empresa
6.4.3 Atividade da Empresa
6.5 – Forma Jurídica
6.6 – Regime Tributário
6.7 – O capital Social da Empresa
6.8 – Definição do Público Alvo
6.9 – A concorrência
6.10 – Definição do ponto de venda
6.11 – Estrutura Física
6.12 – Equipe de colaboradores
6.13 – Investimento Financeiro
6.13.1 – Investimento
6.13.2 – Custos Fixos
6.13.3 – Capital de Giro
6.13.4 – Investimentos Pré-operacionais
6.14 – Investimento Total
6.15 – Calculando o Lucro
7 – Processo de Abertura da Empresa
7.1 – Documentação necessária
7.2 – Contrato Social
7.3 – Órgãos de Registro
8 – Em caso de compra de estabelecimento
9 – Recursos Humanos
9.1 – Contratação de Pessoal
9.1.1 – Roteiro de Entrevista de Candidato
9.2 – Critérios para uma boa entrevista
9.3 – Roteiro de entrevista
9.4 – Análise da Entrevista
9.5 – Procedimentos operacionais para a contratação
9.6 – Custo do Funcionário
10 – Principais características e qualificações necessárias para os cargos
de Gerente e Chef de cozinha
10.1 – Chefe de Cozinha 
10.2 – Gerente de Restaurante
10.3 – Lista geral de equipamentos e utensílios
11 – Equipamentos, móveis e Utensílios
11.1 – Equipamentos para cozinha industriais
11.2 – Como dimensionar seus equipamentos
11.3 – Área de Recebimento e Pré Higienização
11.4 – Área Armazenamento ou Estocagem
11.5 – Área de Preparação
11.6 – Área de Cocção
11.7 – Área de Lavação
11.8 – Distribuição de Alimentos
11.9 – Limpeza
11.10 – Utensílios
11.11 – Uniforme e Acessórios
11.12 – Móveis para o salão
11.13 – Sanitário
11.14 – Escritório
12 – Projetando o layout do Restaurante
12.1 – Projetos complementares 
12.2 – Planejamento da Cozinha
12.3 – Planejamento do Salão
13 – Ergonomia
13.1 – Ergonomia na cozinha e estoques
13.2 – Ergonomia no salão
14 – Procedimentos operacionais de cada setor
14.1 – Cozinha
14.2 – Salão
14.3 – Estoque
15 – Uniformes
16 – Compras e Fornecedores
16.1 – Características do Comprador
16.2 – Modelo de Cotação e Preços
16.3 – Modelo de Pedido de Compra
17 – Estoque
17.1 – Características Físicas do Estoque
17.1.1 – Estoque Seco
17.1.2 – Estoque Frio
17.1.3 – Controle de Estoque
17.2 – Estoques máximo e mínimo
17.2.1 – Estoque mínimo
17.2.2 – Estoque máximo
17.2.3 – Ponto de Pedido
17.3 – Intervalo dos pedidos
18 – Marketing
18.1 – Identidade Visual e Marca
18.2 – Estratégias de Marketing para Restaurantes
18.2.1 – Meios de Comunicação
18.2.2 – Eventos e campanhas 126
19 – Automatizando o restaurante
19.1 – Automação
19.2 – Processo do Sistema de automação
19.3 – Escolhendo o fornecedor do sistema de automação
19.4 – Contratando o Sistema ideal
19.5 – Equipamentos do sistema de automação
20 – Segurança Alimentar
20.1 – Custos e Benefícios do controle de qualidade
20.2 – Fatores contribuintes para contaminação de alimentos
20.2.1 – Tipos de Contaminação
20.3 – Risco de contaminação dos alimentos
20.4 – Vias de Transmissão
20.5 – Doenças transmitidas por alimentos
20.6 – Boas Práticas de Fabricação
20.6.1 – Recebimento
20.6.2 – Armazenamento
20.6.3 – Termômetros
20.6.4 – Manipulação
20.6.5 – Preparação
20.7 – Controle de Pragas
20.8 – POP ( Procedimento operacional padrão )

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