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Como a customização de produtos pode fazer seu restaurante ter mais sucesso?

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Muitas são as estratégias que possibilitam ao seu negócio se destacar diante da concorrência. Quando pensamos em restaurantes, algumas são básicas e já esperadas, como a arrumação, a higiene, o bom atendimento e a qualidade. Já outras, mais especiais e específicas, podem não ser tão óbvias, mas nem por isso deixam de ser muito importantes. Entre elas está a customização de produtos.

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São várias possibilidades de customizar para fortalecer a sua marca dentro e fora do seu estabelecimento, ajudando a trazer mais clientes e, consequentemente, a aumentar a sua fatia de mercado.

Quer saber como isso funciona, além de obter dicas preciosas de tipos de produtos que podem (e devem) ser personalizados? Você veio ao lugar certo! Portanto, sem mais delongas, vamos a elas:

A importância da customização de produtos para o mercado

Basta olhar em volta para perceber que, mesmo em cidades pequenas, a concorrência vem crescendo. Entre marcas próprias e grandes cadeias, cada vez mais os brasileiros vem investindo e empreendendo. E o ramo alimentício, por ser algo básico — afinal, todo mundo precisa comer — acaba constando entre os preferidos e clássicos negócios.

A concorrência é grande e, por isso mesmo, é preciso estudar para oferecer diferenciais que ajudem a clientela a escolher o seu estabelecimento dentre todas as possibilidades apresentadas no entorno.

Falamos no início que o básico (qualidade, atendimento, higiene) é esperado por quem vai a um restaurante e precisa estar presente. A diferenciação dos demais aspectos, então, vai ficar a cargo de materiais e estratégias que demonstrem um cuidado extra com a sua marca.

Como a customização de produtos pode trazer clientes para o seu negócio?

A pergunta acima pode ser respondida de forma muito clara e objetiva: por meio da comunicação visual, será possível impactar de forma direta e positiva a experiência do cliente dentro do seu restaurante. Basta se colocar no lugar do consumidor indeciso para poder ter a certeza.

Provavelmente, você já esteve na situação que descreveremos a seguir: você vai a um centro ou praça de alimentação e lá escolhe um restaurante. Entre o básico e os diferenciais, acaba percebendo que a sua experiência foi fantástica e com certeza desejaria repetir e até indicar para os amigos e familiares. Porém, a memória é algo complicado e é muito provável que, depois de um tempo, a confusão tome conta e pode ser que o nome do restaurante se perca.

Portanto, quanto mais a marca estiver presente no campo de visão do cliente e em materiais que ele possa levar com ele, maiores as chances de que esse nome fique marcado para o futuro. Isso significa que a customização de produtos pode — e deve — ajudar na tarefa de fazer com que os clientes retornem, além de também fazer com que a marca do seu restaurante seja indicada, fazendo com que novas pessoas conheçam e aprovem o seu negócio.

Como as customizações diferenciam um negócio

Além disso, a customização de produtos faz com que um estabelecimento saia do patamar do óbvio para alcançar outro: o do cuidado. Você provavelmente já ouviu falar que a perfeição está nos detalhes e essa pérola de sabedoria popular não poderia estar mais certa.

Ao entrar em um bom restaurante, notamos que o esmero fica a cargo daquilo que percebemos num primeiro momento como parte do conjunto, mas que aos poucos começa a tomar forma através da personalização de produtos. Quando são feitas com qualidade, permitem a publicidade da sua marca, dos seus serviços especiais (delivery, buffet para eventos, catering), da sua participação em mídias sociais (perfis e fanpages), mensagens de marketing e contatos. Ou seja: são formas de fazer propaganda sem ter a necessidade de terceirização desse serviço.

Algumas alternativas de produtos que podem ser customizados

Agora que já foram delineadas algumas das possibilidades que podem existir na personalização de produtos para o seu restaurante, que tal conhecer algumas peças de comunicação visual que podem carregar o seu logo e suas mensagens para a clientela junto com boas comidas e bebidas?

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Bandeja de degustação

Muitas empresas fazem parcerias, principalmente em momentos de alta rotatividade (alta temporada nos destinos turísticos), para apresentação de novos produtos e de marcas que constam no menu. As bandejas de degustação entram aí como uma possibilidade de fazer uma propaganda ao mesmo tempo em que oferece um mimo aos seus clientes.

Aliás, essa é uma técnica que pode inclusive ser utilizada nos momentos de maior movimento, quando podem se formar pequenas filas de espera na porta, transformando um momento normalmente estressante em algo muito mais agradável.

Jogo americano Personalizado

Quem tem um restaurante ou mesmo lanchonete sabe que a rapidez para a limpeza da mesa para os próximos clientes é ponto estratégico para atender mais e melhor. Só que isso não significa que basta colocar uma folha de papel sem nenhuma personalização, algo que pode, inclusive, dar uma aparência de desleixo ao lugar.

A partir do momento em que oferecemos uma solução personalizada, com o logo e uma boa arte, fica possível melhorar até mesmo a aparência dos pratos servidos e do restaurante como um todo. Uma aquisição fantástica!

Urna Promocional

Muitas vezes, uma boa estratégia para conquistar mais vendas é por meio do sorteio de produtos ou serviços. Só que nada mais feio do que usar uma urna sem nenhuma indicação da ação que está acontecendo, ou, pior, quando ela é feita reaproveitando uma caixa de papelão. Não falamos que a perfeição está nos detalhes? Investir em uma urna com sua marca, personalizada, é com certeza um cuidado que não vai passar despercebido pela sua clientela.

Bolachas para chopp e bebidas

Pcurso restauranterincipalmente nos meses mais quentes do ano, a refrescância de uma bebida bem gelada é quase uma necessidade. Chopp quente? Nem pensar! Então, que tal investir em uma bolacha personalizada para preservar o mobiliário ao mesmo tempo em que aproveita para fazer publicidade da sua marca? Quase tão irresistível quanto o gelo estalando em um calor de 40 graus.

Portanto, aproveite a personalização de produtos para poder se diferenciar e conquistar a clientela, oferecendo o cuidado com materiais bem produzidos e que farão diferença no ambiente do seu restaurante.

Fonte: https://www.petink.com.br/customizacao-de-produtos/

Fispal – Feira de Food Service para Restaurantes e Bares

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Fispal Food Service realiza 33ª edição em São Paulo

O maior encontro do setor de alimentação fora do lar na América Latina em 2017 ocorre entre 6 e 9 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). É a 33ª Fispal Food Service. São mais de 1,5 mil marcas em exposição e uma programação que inclui o Fórum Gestão à Mesa, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), com a abordagem de temas atuais do segmento e as tendências do mercado de alimentação fora do lar.

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Realizada há mais de 30 anos no Brasil, a feira promete apresentar o que há de mais recente e inovador em soluções para restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, distribuidores, lojistas e toda a cadeia do segmento food service, como é chamado o mercado de alimentação fora do lar.

Além das novidades em maquinário, equipamentos, acessórios e utensílios, a Fispal Food Service promoverá atividades voltadas à gestão, ao conhecimento e conteúdo, que serão capitaneadas por importantes nomes do setor. Ronaldo Ayres, mestre pizzaiolo conhecido como Senhor Pizza, encabeça o projeto Escola da Pizza, com conteúdo que trata de gerenciamento de estoque, práticas de manipulação de alimentos, atendimento ao cliente, inovação e técnicas de venda. Rogério Shimura (foto), referência em panificação no Brasil e padeiro do ano pela Revista Veja SP, comandará atividades direcionadas a gestores e proprietários de padarias e indústrias de panificação.

Clélia Iwaki, diretora da Fispal Food Service (organizada pela Informa Exhibitions), destaca:

“Somos a única feira a atender toda a cadeia de alimentação fora do lar, por isso nosso empenho constante em trazer as mais inovadoras soluções do segmento aliadas a conhecimento sobre a gestão do negócio. É nosso principal papel na contribuição para o crescimento, informação e desenvolvimento do setor.”

Fórum Gestão à Mesa

Com o propósito de promover conteúdo de qualidade direcionado à cadeia de alimentação fora do lar, a Fispal Food Service realiza o Fórum Gestão à Mesa, em parceria com a Abrasel, nos dias 6 e 7 de junho.

No dia 6, terça-feira, serão discutidos temas como inovações no menu, atendimento ao público, como atrair novos clientes e fidelizar aqueles já conquistados, estratégias de marketing, a alimentação fora do lar como espaço de socialização e gerenciamento de redes sociais. Ideias em inovação poderão ser aplicadas na atividade prática que encerra a programação do dia, às 17 horas. Os temas serão conduzidos por Sérgio Molinari, fundador e diretor da Food Consulting, Tatti Maeda, especialista em social media, Márcio Martinelli, da Blue Box Comunicação, que desenvolve ações para clientes como McDonald’s, e Daniela Borges, da Idearia, direcionada para comunicação de bares e restaurantes.

Na quarta-feira, 7 de junho, o foco é a gestão de bares e restaurantes com temas de gestão financeira e fluxo de caixa, gestão do negócio e administração, gestão de perdas e Legislação e Tributos. Os assuntos são apresentados por Benny B. Goldenberg, sócio e gerente do Restaurante Arturito, e Percival Maricato, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel-SP).

“Nosso objetivo é que todos se beneficiem de experiências bem-sucedidas no segmento. Serão atividades dinâmicas e com apresentação de cases para trazer ao profissional que participa da feira novas óticas sobre a gestão de seu negócio”, completa Clélia Iwaki.

A 33ª edição da Fispal Food Service ocorre em paralelo à Fispal Sorvetes, à Fispal Café e ao ExpoVinis Brasil – o principal evento de vinhos na América Latina. As feiras são complementares e formam um panorama completo do setor, trazendo um amplo cenário das inovações e tendências em produção, insumos, maquinário e acessórios. O salão internacional do vinho complementa o calendário de feiras voltadas à cadeia produtiva de alimentos e bebidas, apresentando os destaques do promissor mercado vitivinícola aos profissionais já envolvidos na cadeia de Food service, ampliando, assim, os intercâmbios que as feiras promovem.


  Serviço
  • O quê: Fispal Food Service 2017
  • Quando: 6 a 9 de junho (de 6 a 8 das 13h às 21h e dia 9 das 13h às 20h)
  • Onde: Expo Center – Norte Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme/São Paulo-SP
  • Como: informações, credenciamento e novidades em www.fispalfoodservice.com.br e visitante.ffs@informa.com

Fonte: http://revistabeerart.com/news/fispal-2017

Colabore com a nossa Pesquisa

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Produtos com datas de validade próximas ao vencimento: o que fazer?

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Ela, então, pega todos os ingredientes e os coloca na bancada. Um deles estava escondido dentro da dispensa, lá atrás, praticamente esquecido. Para a surpresa dessa senhora, ele vencerá no dia seguinte. E agora? Usar ou não usar o produto?

validade alimentos restaurante

Comum dentro dos lares, esse fato também acontece em estabelecimentos de alimentação fora do lar como restaurantes, bares e cafeterias. Devido a vários motivos, ingredientes ficam estocados por muito tempo e quando vão ser utilizados estão próximos da sua data de vencimento.

O estabelecimento pode usá-los ou a melhor atitude é jogá-los fora? Devem ser prato principal ou funcionam somente como acompanhamento? Certamente, são muitas as dúvidas de gestores de estabelecimentos do ramo.

Diz-se que após o prazo de validade o produto ainda pode ser utilizado sem problemas. Mas esse ato não é aconselhado, principalmente quando se trata da alimentação de muitas pessoas.

É o que afirma Laura Alonso, nutricionista supervisora da RM Soluções, empresa especializada em qualidade, higiene e segurança alimentar. Segundo ela, após o prazo o produto pode perder a garantia de qualidade nos aspectos sanitários e sensoriais.

A data de validade dos alimentos é sempre estabelecida pelos fabricantes e fiscalizada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Logo, todo produto que está dentro da data de validade está apto para o consumo e pode ser utilizado na preparação dos pratos sem nenhum problema.

Porém, vale lembrar que, mesmo estando dentro do prazo de validade, o responsável pela preparação do prato deve sempre observar as condições do ingrediente e da embalagem e, em caso de coloração não usual do ingrediente, sinais de mofo, latas amassadas ou danificadas, aconselha-se descartar.

E em alguns casos, mediante a visita da vigilância sanitária, o estabelecimento pode receber uma multa pesada.

Como não ter em estoque alimentos próximos do vencimento?

Se seu estabelecimento tem produtos em estoque próximos à data de vencimento, a primeira ação a ser tomada é melhorar o planejamento de utilização, visto que produtos armazenados próximos da data de vencimento indicam claro sinal de que houve algum erro na gestão do estoque.

Neste contexto, a nutricionista cita que “a melhor forma de evitar o desperdício de alimentos devido ao prazo de validade expirado é realizar, em primeiro lugar, um bom controle, sempre alinhado ao planejamento”.

Também é importante que você sempre compre a quantidade adequada de determinado produto para determinado período. Portanto, planeje o quanto do produto irá precisar para um período e compre somente o necessário.

O que fazer com produtos próximos da data de validade?

Como já dito, é essencial que se tenha controle sobre a data de vencimento dos produtos que estão estocados. Com isso, ao observar que determinado ingrediente dentro do seu estoque está próximo do vencimento, procure elaborar pratos que o utilizem.

O termo mais usado para uma boa gestão de estoque em bares e restaurantes (principalmente em self service) é o seguinte: faça seu estoque girar, ou seja, utilize os ingredientes mais “antigos” e armazene os mais novos.

Laura Alonso sugere que em restaurantes, o produto deve ser inserido no cardápio como componente ou se, em baixo volume, agregando sabor ou decoração a um prato.

A profissional completa: “no caso de produto para venda, a opção é realizar promoções e colocá-lo na linha de frente para rápida saída”. Tais ações são muito importantes, pois diminuirão o desperdício de alimentos e o prejuízo financeiro do estabelecimento.

No entanto, “o produto pode ser utilizado sem problemas caso faça parte de uma refeição que será servida no dia ou dentro do período de validade (do produto que está para vencer)”. Porém, ela não recomendaria a inserção em pré-fabricações ou em produtos que serão congelados ou consumidos em datas muito longas.

Para a profissional, dependendo do processo em que o produto final for obtido, poderá haver alteração em suas características.

Quando ficar atento?

Existem no mercado de alimentação fora do lar ótimos softwares de gestão de restaurantes e bares, que se bem conduzidos e programados, avisarão ao gestor sobre os produtos que estão próximos de atingir a data de validade, indicando que devem ser usados mais rapidamente.

Porém, para Laura, há variáveis que devem ser consideradas. “O sinal de alerta depende do produto, do volume em estoque e média de clientes atendidos”.

Para finalizar, a nutricionista afirma que devemos confiar em datas de validade dos produtos manipulados no local e principalmente na gestão de estoque para evitar excessos.

Fonte: https://www.sebraeinteligenciasetorial.com.br/produtos/noticias-de-impacto/produtos-com-datas-de-validade-proximas-ao-vencimento:-o-que-fazer/58a2ef7937a6ad1800ab4fa4

Custos fixos e variáveis de um restaurante: passo a passo para reduzir

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Quem empreende no ramo da alimentação tem na gestão financeira um desafio diário. No início, lidar com números pode assustar, mas tem solução. Conhecer os custos fixos e variáveis de um restaurante é o primeiro passo para organizar o caixa, planejar as compras, reduzir gastos e evitar prejuízos que ameacem o crescimento ou mesmo a continuidade dos negócios.

Principais custos fixos e variáveis de um restaurante

A seguir, vamos entender quais são os principais custos fixos e variáveis de um restaurante e conferir dicas para apertar os gastos em cada um deles. As orientações são de José Carlos Lucentini, mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e autor dos livros Gestão Operacional de Preços e Custos em Restaurantes (2014) e Gestão, Economia e Finanças na Alimentação (2015), da Editora Livre Expressão.

Custos fixos se repetem todo mês

As despesas nessa categoria não se diferenciam nos restaurantes daquelas aplicadas à média das micro e pequenas empresas. Ao contrário dos custos variáveis, que mudam conforme a produção e as vendas, os fixos se mantêm, independentemente se foram negociadas 400 ou 500 refeições diárias, por exemplo. Conheça os principais:

Aluguel

 

Com o restaurante já instalado, é muito provável que o gasto com aluguel (e talvez condomínio) represente uma despesa significativa no seu orçamento. Afinal, ter um ponto comercial bem localizado, com espaço físico suficiente para comportar toda a estrutura (entre estoque, produção e atendimento) e em condições atrativas ao público tem seu preço.

Você pode tentar negociar os valores e utilizar bem seus argumentos para isso, mas não há garantia de sucesso. A melhor estratégia para reduzir custos com essa despesa está na escolha do local. O espaço precisa responder ao que o empreendimento necessita – nada além ou aquém disso. Seu atual ponto segue esse requisito?

Contas básicas

 

Os valores a cada mês até mudam um pouco, mas esse é um custo fixo, pois não há como fugir das despesas com água, luz, telefonia, internet e televisão por assinatura, se for o caso. Cada fatura tem uma data de vencimento e, se não houver o devido controle das contas e um pagamento for esquecido, no período seguinte arca-se com os juros.

Se você quer implantar uma redução de custo nas contas básicas, há dois caminhos: primeiramente, negocie com as operadoras, verifique se há pacotes mais acessíveis e, no caso da televisão, se há como cortar canais para diminuir o tamanho da despesa; em segundo lugar, adote e estimule práticas de consumo consciente, poupando água e energia elétrica – o que se refletirá nas cifras cobradas.

administrando restaurantes

 

Salário e benefícios

 

A folha de pagamento está entre os custos fixos mensais mais importantes em um restaurante. Afinal, como define Lucentini, o investimento em mão de obra é fator-chave para um colaborador motivado e um cliente satisfeito, dobradinha imprescindível para o sucesso de um empreendimento no ramo alimentício.

No salário, não há como economizar: é preciso se adequar ao mercado. Mas essa não é a única despesa. O vale-transporte, por exemplo, pode representar até 14% da folha de pagamento se o colaborador depende de várias conduções para chegar ao trabalho. Já o convênio médico, quando ofertado, pode sofrer reajustes de até 25% ao ano, afetando o faturamento. Pesquise para encontrar a solução mais em conta.

Custos variáveis são relacionados à matéria-prima

Os alimentos são a matéria-prima do seu negócio. Ainda que compre a mesma quantia todos os meses, esse será um custo variável, pois seu preço está sujeito às mais diversas influências, das econômicas às climáticas.

Enquanto a inflação oficial fechou 2015 em 10,67%, os itens de gênero alimentício, dependendo da região do país, estão entre 13% e 18% mais caros. Já produtos como feijão e leite sofreram reajustes que se aproximam dos 50% no ano, lembra Lucentini. A carne bovina também, a depender do tipo de corte utilizado na sua cozinha.

O que acontece na prática é que o preço das matérias-primas no segmento de alimentação é puxado por mais de um tipo de inflação, além da tradicional, medida por órgãos federais. A chamada inflação climática é bastante conhecida: chuva e frio resultam em perda de qualidade e alta no custo. Já a inflação por demanda, conforme Lucentini, ocorre quando o preço de determinado produto se eleva em razão de uma data comemorativa, como o peru de Natal.

A forma como o cardápio é montado também é determinante no faturamento. Restaurantes comerciais, do tipo bufê, que atuam no varejo, estão mais sujeitos a essa particularidade do que aqueles voltados à coletividade, que servem refeições a empresas. Como exemplo, ele cita que a maior participação de carne bovina gera um custo mais alto do que se o estabelecimento privilegiasse pratos com frango.

Para reduzir gastos com matéria-prima, a sugestão é que o responsável pelas compras do restaurante – que pode ser o próprio dono – faça uma projeção de vendas, ou seja, de refeições servidas, por tipo de prato e os componentes das receitas.

O planejamento ideal é aquele que é realizado com pelo menos 30 a 45 dias de antecedência. “No momento em que identifica o que vai comprar, percebe tendências de preços de matéria-prima”, diz. É com essa informação que pode providenciar substituições, como a do feijão moreninho pelo preto ou mesmo pela lentilha, por exemplo.

Combata as fontes de prejuízo

Da escolha de fornecedores à gestão do estoque, várias são as possíveis fontes de prejuízo em um restaurante. Planejamento e controle são as armas do empreendedor para reduzir perdas.

A primeira ameaça ao caixa está na compra e recebimento da matéria-prima. Sem conhecimento sobre a mercadoria, você pode comprar um produto e receber outro. Lucentini dá como exemplo o tomate: os frutos visíveis na caixa podem ser do tipo mais nobre e caro, como você escolheu, mas logo abaixo terem sido substituídos por outros mais baratos e de menor qualidade e durabilidade. Se não identificar, é prejuízo na certa.

Quer mais um exemplo? Analise o frango que chega congelado até o seu restaurante: qual a quantidade de gelo que acompanha o produto e afeta o seu peso? Você pode estar pagando por algo que não recebeu e, de quebra, adquirir uma quantia de carne insuficiente para atender ao seu planejamento.

No estoque, a situação é igualmente delicada. Em serviços de alimentação, o desafio é controlar a alta rotatividade para não faltar matéria-prima e evitar o desperdício de alimentos com menor saída. Além de integrar o estoque ao seu registro de vendas, outra boa prática é fazer uma inspeção física rotineira (leia-se diária).

Se parece um tanto exagerado, fique com o alerta de Lucentini: apenas os hortifrutigranjeiros podem representar 25% do custo, pois são os itens mais suscetíveis ao desperdício (as carnes vêm logo em seguida). “Muitas vezes, o empresário tem mais dinheiro em estoque do que no banco. O seu cofre está ali”, compara.

Controle é vital na gestão de um restaurante

Os desafios de gestão em um restaurante ou serviço de alimentação são muitos. Como você pôde ver neste artigo, há variáveis diversas que incidem sobre os custos, exigindo uma organização financeira rígida por parte do empresário.

Na hora de controlar seu caixa e integrar processos, pode ser válido recorrer a um sistema informatizado de gestão, o que otimiza tempo e permite acompanhar de maneira mais fácil a realidade das suas finanças e do seu estoque.

Converse com seu contador, mas não abdique de suas obrigações como empreendedor. Se ter um restaurante de sucesso é uma meta, você precisa entender e acompanhar os detalhes da administração do negócio.

Fonte: https://blog.contaazul.com/custos-fixos-e-variaveis-de-um-restaurante-passo-a-passo-para-reduzir

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Acidente durante acendimento de réchaud com álcool em gel em Belo Horizonte alerta para os perigos deste combustível

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Um cliente teve queimaduras de segundo e terceiro grau em um acidente ocorrido durante a tentativa de reabastecimento de um réchaud em um restaurante self-service localizado, no bairro Floresta, em Belo Horizonte, no dia 10 de janeiro. Segundo o relato de testemunhas, a equipe do estabelecimento não sabia o que fazer e o extintor de incêndio não funcionou na primeira tentativa, o que agravou o fato. O consumidor teve queimaduras em 20% do corpo, esteve internado no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva – CTI e segue hospitalizado.

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Casos similares de acidentes no acendimento de réchauds com o uso de álcool líquido ou em gel como combustíveis são facilmente encontrados em matérias veiculadas pela imprensa na internet. Estas notícias jornalísticas relatam óbitos, invalidez permanente e indenizações de valores exorbitantes pagas pelas empresas responsáveis pelos danos.

Embora o uso de álcool em gel como combustível para réchauds seja mais garantido do que a forma líquida, ele também não é seguro, pois pode gerar explosão. A pedido da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais – Abrasel em MG, um estudo realizado pela Agência de Gestão Integrada em Segurança de Alimentos – Agisa testou a eficácia da pastilha de álcool sólido como combustível deste equipamento no final de 2016. O relatório apontou que a pastilha de álcool sólido é eficiente para o aquecimento dos alimentos, não oferece o risco de combustão espontânea, não libera cheiro e fumaça durante o uso e apresenta inflamabilidade menor em relação ao álcool líquido e ao álcool gel.

O mesmo estudo apontou que o álcool sólido em pastilhas tem tempo de queima 50% mais rápido e preço 50% mais elevado quando comparado ao álcool em gel. Mas, embora o custo-benefício não seja o melhor, ele é o único dos combustíveis que garante a segurança dos clientes e dos colaboradores dos restaurantes.

Recomendações da Abrasel

Nunca utilize o álcool líquido como combustível para réchauds.

Nunca manipule álcool diretamente sobre a chama ativa do fogareiro do réchaud: deve-se aguardar a comleta inativação da chama para que o fogareiro seja reabastecido. O ideal é utilizar outro fogareiro que ainda não tenha sido utilizado, estando este completamente frio e sem chamas.

Não abasteça com antecedência os fogareiros: o álcool (tanto líquido quanto em gel) é volátil e cria-se uma atmosfera que pode causar explosões durante o acendimento. O ideal é realizar o abastecimento do fogareiro imediatamente antes do uso.

Antes de retirar os fogareiros acessos/quentes, elimine totalmente as chamas com o uso dos abafadores. Após este procedimento, com o auxílio de pinças adequadas ou luvas térmicas, armazene os fogareiros em local afastado de chamas ou faíscas e em local arejado.

Em todas as etapas de manipulação do álcool em gel, evite o contato direto do produto com o corpo.

Considerando o estudo realizado pela Agisa, a Abrasel recomenda aos estabelecimentos do setor de alimentação fora o lar o uso do álcool sólido em pastilhas, o réchaud elétrico ou ainda o vidro termoelétrico. Além disso, a associação aconselha também que os bares, restaurantes e similares conheçam e implementem a legislação de segurança, obtenham o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB, mantenham em dia a manutenção dos seus extintores de incêndio, treinem sua equipe para lidar com situações de emergência e que não deixem de fazer o seguro de responsabilidade civil.

Fonte: Abrasel

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Restaurantes – Compra e Venda – Classificados

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Restaurantes a venda
Restaurantes a venda

 

Restaurante Novo em Nova Iguaçú – R$ 800.000
Nova Iguaçú/RJ
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Bar e Rest – Espeto na Parilla – R$ 1.300.000,00
São Paulo/SP
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Restaurante e Casa de Shows  – R$ 2.000.000,00
Grande São Paulo/SP
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HAMBURGUERIA DELIVERY – R$ 90,000
Blumenau/SC
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