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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”

Delivery para Restaurantes

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Se realizada de forma eficiente, entrega em domicílio pode ser uma boa estratégia para aumentar as vendas.

Estabelecimentos do ramo de alimentação podem investir no sistema delivery, uma vez que muitos clientes optam pela entrega em domicílio. Comum para lanchonetes e pizzarias, a alternativa vem ganhando espaço no ramo de refeições mais elaboradas. Também existem negócios focados somente no delivery, sem portas abertas para a rua.
Mesmo sendo uma excelente opção para conquistar o consumidor, que muitas vezes escolhe o delivery como uma forma fácil para fazer uma refeição, o empreendedor deve oferecer um serviço de qualidade, com base na agilidade e bom atendimento. Caso contrário, pode ver seu modelo de entregas em domicílio fracassar.

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Entrega sem atrasos

O delivery deve ser eficiente, para que a comida não chegue fria ao cliente. Além de quentes, os alimentos devem ter boa aparência. No transporte, a comida pode se misturar, por isso é necessário fazer testes de embalagens. Use recipientes (que podem ser de plástico, isopor ou mesmo alumínio) resistentes e os coloque dentro de outra embalagem, feita de papelão. Esses cuidados devem minimizar impactos que porventura ocorram durante o transporte.

Entregadores eficientes

Essa etapa influi diretamente na satisfação do cliente. Estabeleça um tempo para fazer a entrega. O empresário pode terceirizar o serviço, ou pode contratar sua própria equipe de entrega. Porém, é só com a experiência que o empreendedor pode identificar o modelo que melhor o atende.

Cadastro de clientes

O cadastro é um mecanismo fundamental para agilizar o atendimento. No primeiro contato do cliente, o atendente deve registrar no computador dados como nome, endereço e telefone de contato. Com esse cadastro, será possível identificá-lo rapidamente na próxima compra.

Taxa de entrega

É melhor definir a região a ser atendida do que atender toda a cidade e cobrar uma alta taxa para entrega. Para um pequeno negócio, o ideal é começar atendendo bairros próximos e de fácil acesso. O cliente precisa saber que a entrega é um serviço que não faz parte do preço da refeição e, por isso, é fundamental que o atendente informe o valor da taxa no momento do pedido.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/

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Restaurantes têm alternativas além do prato na mesa

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Restaurantes investem em empórios e produtos com a marca própria para fidelizar o cliente e aumentar o faturamento

É difícil ampliar o faturamento de um restaurante limitando-se, apenas, ao atendimento realizado pelo garçom. Nesse cenário, cresce a oferta de serviços relacionados ao canal, como é o caso do serviço de entrega, de levar para casa ou, ainda, da venda de produtos, sejam eles de marca própria ou multimarcas comercializadas ali mesmo no estabelecimento, em um ‘puxadinho’ construído para abrigar um balcão de vendas.

ENTREVISTA/TATI LUND (((ESPECIAL DO PME SOBRE NEGÓCIOS RELACIONADOS À ALIMENTAÇÃO)))De acordo com o sócio–diretor de foodservice da GS&MD – Gouvêa de Souza, Sergio Molinari, em geral, todo tipo de casa que serve alimentação é caracterizada por ter uma capacidade de produção maior que a sua lotação. Além disso, os custos de ocupação pressionam os resultados do negócio, principalmente em cidades de médio e grande portes. “Depender de muito espaço para servir tende a encarecer o negócio. Alternativas que combinem otimizar a capacidade de produção, um espaço (que seja o) menor possível e um giro alto também traz rentabilidade.”

O especialista afirma que quando ocorre o tripé representado por eficiência, custo alto de ocupação e demanda do consumidor por conveniência e praticidade esse tipo de solução de restaurante integrado com loja pode ser uma tendência. “Isso funciona super bem, especialmente quando existem dois componentes: qualidade e reputação de marca”, completa. Sergio Molinari ainda destaca que servir aquilo que o cliente vê na prateleira incrementa a experiência de consumo e traz elementos de credibilidade, intimidade e conforto maior para o consumidor.

É isso que ocorre no .Org, no Rio de Janeiro. Criado pela nutricionista Tati Lund, o local tem uma lojinha que vende os produtos que ela costuma usar no cardápio, como chocolate, chás especiais, molho de tomate e farinhas alternativas. “É uma forma de agregar valor para as coisas que usamos, de mostrar esses produtos e ainda as pessoas poderem levar para casa também”, conta.

A necessidade de aprender a cozinhar surgiu no meio da faculdade de nutrição, quando Tati optou pela dieta vegetariana. Depois de terminar o curso, ela foi para Nova York aprender sobre culinária saudável e trabalhar em restaurantes do segmento. “Quando voltei para o Brasil já vim com a ideia de abrir o negócio. Aqui é muito mais que um restaurante. Aqui é uma filosofia de vida porque envolve muito mais do que somente colocar o prato em cima da mesa. Seguimos alguns conceitos básicos: tudo aqui é integral, fresco, orgânico, local, sazonal e não processado”, explica Tati Lund.

Todos os dias a empresária recebe propostas para abertura de franquias, mas isso não está nos planos. O projeto que existe é lançar um produto, que ela prefere não revelar no momento, com a marca própria .Org no ano que vem.

Já os sócios do restaurante The Dog Haüs pretendem concretizar a abertura do empório no fim do ano, ao lado da loja no Itaim Bibi, em São Paulo. A ideia de investir em produtos para a montagem do hot-dog em casa existe desde o início do negócio. “Além de fidelizar a marca, é uma forma de alavancar as vendas. Desde o começo, a clientela pedia: você vende essa salsicha? Mas não foi porque muita gente pediu que resolvemos fazer. Sempre tivemos essa ideia”, conta Shemuel Shoel, um dos sócios.

No espaço serão vendidos seis tipos de salsicha, dois tipos de pães, quatro sabores de molho e outros ingredientes extras – todos com a marca The Dog Haüs. Para 2015, a empresa prepara o lançamento da franquia.

Alerta. Para quem pretende investir em uma loja dentro do próprio restaurante, o coordenador do curso de gastronomia da FMU, Marcelo Malta, faz um alerta: é importante trabalhar as contas da loja e do restaurante separadamente.

“Muitas vezes o sucesso de um mascara o prejuízo de outro”, pontua o professor. “Se a empresa tem uma diferenciação no produto, produz algo com assinatura ou tem capacidade de produzir uma experiência de consumo diferenciada, vale a pena considerar esse modelo mais sofisticado. Mas isso não é nem de longe a maioria dos estabelecimentos do Brasil”, afirma Molinari. 

Fonte: http://pme.estadao.com.br/

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Restaurantes cortam custos para ter competitividade nas festas natalinas

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Trocar fornecedores, incrementar o delivery e até diminuir gastos com colaboradores viram estratégia de proprietários de estabelecimentos para garantir fluxo de clientes no final do ano

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Com menor consumo nos bares e restaurantes, empresários do setor projetam queda na rentabilidade
Foto: Antônio Milena/Estadão Conteúdo

São Paulo – Após alta substancial dos custos operacionais, os bares e restaurantes buscam formas de minimizar as perdas de 2015. Do bom e velho ‘amigo secreto’ aos grandes jantares natalinos, o plano é trocar fornecedores, apostar no delivery e até demitir para tentar fechar o ano em linha com 2014

Com a perspectiva de ter queda de 30% na procura por confraternizações no final do ano, o Armazém Paulista está reformulando os pacotes focados no público empresarial. “Em outubro a gente costumava ter todos os dias fechados para confraternização, mas como este ano muitos empresários estão cortando custos criamos pacotes mais acessíveis”, afirmou ao DCI o sócio do Armazém Paulista, Denilson Castanho.

Segundo o empresário, as confraternizações ajudam muito, mas a instabilidade econômica faz com que esse momento seja de incerteza ao segmento. “Esse é o pior ciclo econômico desde que comecei no setor há 18 anos”.

De acordo com o executivo, o lazer, onde se enquadra os bares e restaurantes, é um dos primeiros cortes que as pessoas fazem em momentos de crise e incerteza econômica, somada à perspectiva de queda na procura, a rentabilidade da operação será impactada no fechamento do ano. “Em conversas com os sócios decidimos que vamos ter que reduzir em 15% o quadro de funcionários [o empresário tem outras operações] para enxugar os custos e evitar repasses maiores ao cliente.”

Dados mais recentes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) de São Paulo apontam que o faturamento médio no setor em São Paulo caiu 8,39% no primeiro trimestre de 2015, em comparação ao mesmo período de 2014. Além disso, o quadro de pessoal foi reduzido em 4,5%, o que acarreta em mais custos para os estabelecimentos. Somado a isso, uma pesquisa realizada pela Nielsen apontou que 63% dos consumidores reduzem os custos com as idas a bares e restaurantes quando sentem que os preços estão mais altos. O corte ‘nas saídas de casa’ fica à frente da redução dos gastos com vestuário e acessórios, por exemplo, mencionado por 53% dos consumidores.

Iniciativas

Além da redução dos custos operacionais, os empresários do setor têm criado alternativas para minimizar os efeitos negativos do pessimismo do consumidor. “Estamos procurando clientes fora dos shoppings, onde se concentra 90% das nossas operações, para minimizar a queda nas vendas”, afirmou ao DCI a diretora da rede franquias do Big X Picanha, Rita Poli.

A executiva explicou que até junho as vendas estavam indo bem, mas em agosto a retração acendeu o sinal de alerta na rede. “A retração em agosto foi de 10% e de lá para cá temos criados ações para atrair o consumidor dos nossos concorrentes”, disse. Uma das medidas implementadas no Big X Picanha foi intensificar as promoções. “Ampliamos a linha de combos – venda casada comida mais bebida – e reduzimos os preços cerca de 10%”, explicou a executiva. Com isso a rede espera, ao menos, empatar com o crescimento que a rede teve em 2014. “Não vemos um cenário de crescimento, estamos tentando empatar com o que conseguimos em 2014, que foi crescimento real de 19% na rede toda.”

Novos fornecedores

A substituição de fornecedores, já que alguns aumentaram em 10% os preços dos produtos, também foi implementada na rede. “Alguns quiseram reduzir os preços, os que não quiseram, estão sendo substituídos”, enfatizou Rita.

No Sassá Sushi, rede de restaurantes com cinco unidades, a substituição dos fornecedores também foi empregada como forma de reduzir os custos operacionais. “Temos nos preocupado mais com a eficiência das nossas operações”, explicou o proprietário da rede, Alexandre Saber.

O empresário afirmou que a rentabilidade da operação será 15% menor este ano, e ele acredita que o final do ano o delivery, que já desponta com crescimento de 15%, pode ser utilizada para as confraternizações de final de ano. “O empresário, ao invés de ir a uma das unidades com os funcionários, pode pedir refeições e confraternizar na própria empresa”, explicou ele.

Saber afirmou ainda que a alta do dólar agora tem sido a maior preocupação na rede. “O salmão vem do Chile, logo, é vendido em dólar.”

Flávia Milhassi

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COMO ESCOLHER A CADEIRA IDEAL PARA RESTAURANTES E BARES

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Para receber bem seus clientes boas cadeiras e mesas são itens fundamentais. Elas são importantes para aumentar o nível de satisfação que podemos proporcionar. Sua escolha merece ser feita com cuidado e seguindo critérios que auxiliem a fazer a opção certa.

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CADEIRA É CADEIRA… NÃO É?

Uma cadeira projetada e construída para o uso residencial possivelmente estará muito danificada em poucos meses de uso profissional. As cadeiras e mesas em ambientes profissionais são submetidas a exigências muito mais severas. São arrastadas com peso sobre elas, batidas e usadas intensiva e continuamente. Em contrapartida uma cadeira feita para uso profissional terá uma enorme durabilidade se usada em uma residência. Em um restaurante o tempo de uso de uma cadeira pode chegar a até 2500 horas/ano ou 1500% a mais que em uso residencial.

Fica mais fácil então entender por que as cadeiras residenciais e as profissionais são produtos totalmente diferentes, apesar de que ambas em princípio servem apenas para sentar.

Respondendo a pergunta:

— Não, cadeiras não são todas iguais!

• E agora, qual é a melhor?

• Como acertar no momento da definição do investimento nestes equipamentos?

Relacionamos em seguida algumas características de ordem prática, que podem orientar a melhor compra de cadeiras para restaurantes e bares.

1. QUALIDADE

A escolha das cadeiras e mesas deve assegurar que não seja necessário fechar o salão para reforma dos móveis durante um bom tempo. Parar seu salão de atendimento apenas um ano após sua instalação por que o mobiliário deve ser reformado significa prejuízo. Avaliar a relação “Custo X Benefício” durante o processo de escolha das cadeiras é muito importante.

2. A MATÉRIA PRIMA

Materiais resistentes como a madeira maciça devem ser preferidos, pois com o adequado acabamento ela tem uma grande durabilidade. Uma boa cadeira em madeira, com os cuidados devidos, tem uma excelente vida útil. O aço é uma outra opção, mas que perde para a madeira por não oferecer o charme e a sensação de conforto dos móveis em madeira. Em ambientes quimicamente agressivos, úmidos ou litorâneos o aço se degrada rapidamente, diminuindo muito a durabilidade do investimento. A madeira é um material nobre e resistente, e sua boa aparência depende de como for feito o acabamento.

3. ACABAMENTO E MANUTENÇÃO

O tipo de material e acabamentos usados na fabricação são importantes para maior facilidade na manutenção. Para diminuir os custos algumas empresas fazem o acabamento da madeira com produtos mais baratos à base de nitrocelulose. Isto diminui o custo de produção, e consequentemente o preço de venda, mas diminui também a vida-útil da cadeira e aumenta ainda o custo de manutenção. Cadeiras e mesas pintadas com produtos à base de nitrocelulose tendem a apresentar manchas esbranquiçadas principalmente nos pés devido ao contato com a umidade e produtos de limpeza.

Cadeiras profissionais devem ser fabricadas com materiais mais duráveis, diminuindo o custo operacional. Sua pintura deve ser feita preferencialmente com produtos à base de poliuretano ou poliester, mais resistentes ao desgaste e ao ataque de produtos químicos.

4. RENOVAÇÃO DOS AMBIENTES

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O design dos ambientes de atendimento é um importante elemento à serviço do marketing e do processo de venda. Quando uma empresa não renova suas instalações perde mercado com isso. A renovação em ambientes comerciais não deve ser encarada como custo, mas sim como investimento em um importante canal de comunicação com seus clientes. Os móveis devem ter uma durabilidade adequada, para que a melhor relação custo/benefício seja alcançada.

Em um estabelecimento em que a decoração seja refeita por exemplo a cada dez anos é adequado que a primeira renovação parcial do acabamento dos móveis seja feita após de 3 a 5 anos, contemplando trocas de tecidos, repinturas, etc.

A “longevidade” da decoração de um ambiente varia conforme as características do empreendimento e deve ser feita preferencialmente com a orientação de um arquiteto ou designer de interiores.

5. DESIGN DE INTERIORES

Sóbria, clássica, alegre, jovem, típica, temática, etc, a arquitetura de interiores de um restaurante deve estar em sintonia com a proposta de marketing e o seu público alvo.

Na escolha das cadeiras não é diferente, o design das cadeiras deve estar em sintonia com a proposta de ambientação e design do salão.

6. CONFORTO

Maior conforto significa clientes mais satisfeitos. Se o cliente permanecer mais tempo sentado à mesa, este tempo adicional vai repercutir no aumento do consumo e do faturamento do empreendimento; então o conforto é fundamental.

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7. ANTROPOMETRIA CORRETA

A Antropometria e a Ergonometria estudam as relações de medidas do corpo humano, e dão subsídios para o design dos produtos funcionais. Apenas 1 ou 2 cm de diferença na altura ou um grau de erro na inclinação do espaldar pode ser a diferença entre uma cadeira confortável ou não. Projetos de qualidade são os passos iniciais para se produzir móveis de qualidade.

A ideia de que cadeiras com braço ocupam mais espaço do que as sem braço é errada. O espaço para cada pessoa à mesa deve ser de 70 a 85cm, independentemente do modelo de cadeira, salvo sejam usadas cadeiras muito largas.

8. MOBILIDADE

A mobilidade é uma qualidade fundamental para que uma cadeira além de bonita seja “facilitadora” das atividades de hotelaria, gastronomia e eventos. A cadeira deve ser resistente, o que não significa que se possa dobrar a espessura de seus componentes para conseguir a resistência necessária, ou corre-se o risco de criar cadeiras que somente os super-heróis possam levantar. Devem ser leves o suficiente para que se possa levantar apenas com uma mão.

9. FACILIDADE DE PEGA

Para que esta mobilidade possa estar assegurada, além do peso moderado o design deve prever abertura para encaixar a mão no espaldar. Modelos de cadeiras em que se necessita das duas mão para levantar devem ser evitados em ambientes profissionais.

10. PERNAS COM AVANÇO MODERADO

Tropeçar na perna de uma cadeira ao passar ao seu lado é muito desagradável. Quando isso acontece com muita frequência com um determinado modelo de cadeira pode haver exagero no avanço das pernas em relação as dimensões do espaldar ou do assento, o design está errado. Mas o avanço bem dosado tem uma importante função, que é a de conferir maior estabilidade, evitando virar para os lados e principalmente para trás quando o usuário se inclina apoiando a cadeira apenas nas pernas anteriores.

11. EMPILHABILIDADE

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No dia-a-dia da hotelaria e da gastronomia o lay-out do salão muda frequentemente. A opção por cadeiras empilháveis é estratégica, por facilitar muito a operação cotidiana destes salões.

O empilhamento pode ser diretamente no chão ou em plataformas com rodízios. Existem modelos de carrinhos e plataformas com piso inclinado e apoio lateral, que aumenta a quantidade de cadeiras por pilha.

 

 

 

12. ESTOFADAS OU NÃO?

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Entre as técnicas de design de cadeiras existe o conceito de “conforto duro”, que oferece conforto ao usuário por meio de um projeto criterioso com o uso inteligente dos parâmetros antropométricos. Em gastronomia pode-se aplicar cadeiras não estofadas em estabelecimentos para refeições rápidas como cafés ou fast-foods. Entretanto estes critérios podem ser revistos quando o café tem como proposta oferecer acesso a web por Wi-Fi ou quando estiver instalado em uma livraria. Em restaurantes e hotéis um modelo de cadeira com assento estofado é a melhor escolha, pois seus ambientes são projetados para tempos de permanência maiores. O estofamento no espaldar da cadeira é uma questão diretamente relacionada ao projeto de interiores e estilo pretendido.

13. CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS

Estatisticamente se observa que o peso das pessoas está aumentando ano após ano, e todo estabelecimento deve estar preparado para receber pessoas maiores. Assim, quando a linha de design de interiores do seu salão pedir cadeiras com braço, é conveniente que algumas cadeiras sem braço estejam disponíveis também, livrando assim clientes maiores do constrangimento de ficarem presos entre os braços da cadeira ao se levantar. Uma cadeira dedicada para uso profissional deve estar preparada para clientes com peso maior que a média. Devendo ser dimensionadas para pesos próximos a 150kg sem que haja riscos de acidentes.

14. DIMENSIONAMENTO

A circulação entre as cadeiras e mesas deve ser adequada para a maior eficiência de um salão de restaurante, hotel ou centro de eventos. Para que os clientes e a equipe de atendimento possam circular com facilidade, evitando acidentes e congestionamentos. Em ambientes mais sofisticados circulações maiores agregam valor ao ambiente.

15. SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade econômica das empresas está cada vez mais associada à sustentabilidade ambiental e social com que atua. O “marketing verde” é uma tendência em expansão. Quando uma empresa opta por desenvolver as suas atividades com respeito ao meio ambiente, ela está cumprindo o seu papel social, mas está também comunicando aos seus clientes que é ambientalmente responsável, e à partir deste momento passa a ser considerada pelo consumidor de forma especial.

16. MADEIRA ECOLÓGICA

O aumento na produção de móveis em madeira proveniente de plantio ambientalmente correto contribui para a redução do aquecimento global. O uso destes tipos de madeiras, como o eucalipto por exemplo, resulta na diminuição da exploração das florestas nativas, e consequentemente num significativo aumento do número de novas florestas em crescimento no planeta.

Para crescer as árvores consomem o dióxido de carbono disponível na atmosfera. A madeira é composta em média por 49% de carbono e assim o uso de produtos em madeira é uma forma eficiente de se fazer o “sequestro de carbono”. Enquanto para produzir plásticos e metais se utiliza energia elétrica e/ou combustíveis fósseis, para produzir madeira a natureza utiliza a abundante e limpa energia solar, responsável pela fotossíntese nas árvores. Os “Selos Verdes”, como o FSC (Forest Stewardship Council), emitidos por ONGs e instituições ambientais certificam a origem da madeira provenientes de manejo sustentável, e outros produtos ecologicamente corretos.

Se a idéia é adotar uma postura ecologicamente correta em um estabelecimento, o mobiliário deve ser produzido com madeira certificada, e para cadeiras uso profissional madeiras macias como o pinus devem ser evitadas, pois com o uso prolongado este material tende a apresentar problemas nos encaixes das peças. Espécies mais duras como o eucalipto são mais adequadas.

Fonte: http://www.movelariaparanista.com.br/

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