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Alimentação fit é negócio de sucesso

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Comer bem é o lema das empresas que trabalham com um cardápio mais saudável. As opções se adaptam às preferências dos clientes

Beatriz Penaforte deu vida à empresa Amor A Liberdade Gastronômica. Vende marmitas, tortas, coxinhas e até pastéis light

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De olho nas necessidades de quem quer se alimentar de forma mais saudável, há quem aposte na comercialização de produtos orgânicos e naturais. Seguindo a pegada da comida light, nascem as marmitarias fit. O cardápio é desenvolvido de acordo com as preferências e hábitos alimentares dos clientes.

“Alimentação saudável em qualquer lugar” é o lema da microempresária Juliana Maria. Ao identificar que o mercado cearense carecia de locais “especiais”, resolveu criar o Expresso Light. Trata-se de um serviço delivery de saladas. O negócio já tem dois anos. “Foi uma questão de oportunidade, porque aqui, até então, não tinha nada parecido. Fomos pioneiros no delivery de saladas. Em outras cidades, já era uma realidade bem forte. Então aliei as oportunidades ao fato de eu ser vegetariana e resolvi entrar no ramo”, explica Juliana.

Ela investiu R$ 7 mil para concretizar o projeto, que, de início, teve a cozinha da sua casa como local para produzir as saladas. Como a demanda de pedidos “bombando”, logo nos primeiros meses, foi preciso locar um espaço. Segundo ela, o retorno chegou em curto prazo. “Foi muito rápido (lucro), até pelo fato de não existir nada parecido aqui. Acredito que o mercado não esteja tão veloz, porque existem mais opções e o investimento hoje tem de ser superior”, pontua.

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Com mais de 15 opções no cardápio, de R$ 18 a R$ 24, além de sucos, saladas de frutas, molhos especiais, a Expresso Light atende 150 pedidos por dia. No período da noite, oferece sanduíches naturais e sopas, tudo sem glúten ou lactose. Para quem deseja entrar no segmento, Juliana afirma que é preciso doses de persistência. “Se você tiver coragem, abra o negócio; se tiver resiliência, permanece no mercado. Busquei informações e tive auxílio de uma nutricionista na produção do cardápio”, esclarece a jovem. O próximo passo é abrir um restaurante vegetariano no próximo ano.

Cozinha Fit

Com o objetivo ter uma alimentação mais leve, as sócias Milena Monteiro e Carolina Carvalho observaram uma janela de oportunidades para ingressar no segmento. Criaram a Integral Fit (Marmitaria Integral), que conta com dois anos de funcionamento.

Foram investidos R$ 12 mil na formatação da empresa. “No começo, iniciamos no apartamento da Milena. Foi muito difícil, porque trabalhávamos com espaço reduzido. Não tínhamos sistema próprio para fazer entregas”, lembra.

O retorno do público acerca dos produtos é significativo. Os produtos comercializados são a marmita fit, no valor de R$ 19, além de lanches saudáveis. Até coxinhas e pastéis saudáveis entram no cardápio. A Integral Fit conta com nutricionista.

Carol afirma que, para ingressar no ramo, é preciso ficar integrado com assuntos relacionados à alimentação saudável. “Tem que gostar muito de comer bem e estar sempre atento às novas formas e métodos de alimentação saudável. Gostar de seguir um plano alimentar e ver os resultados disso. Acompanhamos vários clientes que têm resultados satisfatórios. Isso nos motiva, tanto na esfera profissional quanto pessoal”.

Fonte: http://www.opovo.com.br/

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Pensando em montar um Food Truck? Saiba onde montar.

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Os Food Trucks estão invadindo as ruas e transformando o conceito de comida de rua em boa gastronomia. Esta modalidade de negócio está em expansão e visando um novo nicho de mercado algumas empresas se especializaram na fabricação dos Food Trucks. Veja aqui alguns dos maiores fabricantes destas cozinhas ambulantes selecionados pela GR. E não se esqueça de visitar o nosso Guia de Fornecedores para encontrar fornecedores de alimentos, utensílios, equipamentos e serviços clicando aqui

 

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Bumerangue Reboques
São Paulo/SP
Telefone: (11) 2958-3001
Site: www.bumeranguereboques.com.br

 

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FAG Brasil
São Caetano do Sul/SP
Telefone: (11) 2311-1548
Site: www.fagbrasil.com

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Future INBOX
São Paulo/SP
Telefone: (11) 2059-2980
Site: www.futureinbox.com.br

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Truckvan Unidades Móveis
São Paulo/SP
Telefone: (11) 2635-1133
Site: www.truckvan.com.br

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Universal Carrocerias
Osasco/SP
Telefone: (11) 3592-3274
Site: www.universalkit.com.br

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Athos Brasil
Baurú/SP
Telefone: (14)  2108-1600
Site: www.athosbrasil.com.br

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ICEBOX
São Paulo/SP
Telefone: (11) 2954-4592
Site: www.icebox.com.br

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Restaurantes centenários são casos isolados no país – mas será que existe a fórmula da imortalidade?

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Estabelecimentos duradouros tornaram-se exceção no Brasil, especialmente nas grandes cidades. Sobreviver aos 12 primeiros meses, cada vez mais, vira motivo de comemoração. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), cerca de 35% dos novos empreendimentos fecham antes do primeiro ano; a marca sobe para quase 50% quando o prazo aumenta para dois anos. Quando se fala em uma década, só 3 entre 100 se mantêm vivos. Em suma, poucos ficam antigos. A maioria fica velha e morre.

Para Percival Maricato, dirigente da Abrasel de São Paulo, esse script de malogros costuma repetir padrões. “Tudo começa com a ideia de que basta gostar de cozinhar para ser bem-sucedido. De que o dinheiro vem fácil. Há muita ilusão e pouca informação. Depois, vem a realidade, com aluguéis, capital de giro, mão de obra, concorrência acirrada, cartões de crédito…” Maricato faz uma curiosa analogia entre restaurantes e pessoas. Para ele, dez anos, nos dias atuais, já são uma marca respeitável. “É o equivalente a uma pessoa com 60 anos. Já deu tempo de ver e viver muitas coisas.”

Centenários.
No Brasil, raríssimos restaurantes passam dos cem anos. O Leite, no Recife, de inspiração portuguesa, conta 132 anos. O Gambrinus, de Porto Alegre, 125. Em São Paulo, a cantina Capuano completou 107 (o Carlino é anterior, foi fundado em 1881, mas ficou fechado por três anos). No Rio, a lista é mais generosa: o Rio Minho tem 130 anos, o Bar Luiz chegou aos 128 e a Confeitaria Colombo aos 120. “O passado imperial e de capital da República contribuem para que o Rio respeite mais as tradições. Em São Paulo, existe a cultura da novidade, sempre derrubando e construindo”, arrazoa Maricato.

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Contudo, extrapolando o âmbito dos negócios, será que existe a fórmula da imortalidade? Comida, ambiente, carisma pessoal, localização, o que pesa mais? É possível esgrimir argumentos em todas as direções. Pensemos no Tour D’Argent, de 1582. Talvez seja sua vista imbatível de Paris. Ou quem sabe sua receita-assinatura, o caneton à la presse, o patinho prensado e numerado. O raciocínio do “prato ícone”, por sua vez, pode conduzir ao Botín, de 1725, que ainda atrai multidões a Madri por causa de seu leitão assado. Por outro lado, o que explica a longevidade do luxuoso Tavares, de Lisboa, aberto desde 1784, que sempre foi um português de perfil afrancesado, sem maiores estandartes culinários? E, se é para falar de ausência de relevância gastronômica, como analisar que o genericamente austríaco St. Peter Stiftskeller, em Salzburgo, funcione desde 803 (isso mesmo, sem o “1”)?

É bem provável que a pergunta – o mistério da perenidade – não tenha resposta. Se algum espertalhão porventura chegar a uma síntese (alguém acredita?), vai simplesmente clonar o modelo e ficar milionário. Restaurateurs mais experientes costumam sair pela tangente e afirmar: quando se abre um negócio, mesmo que esteja tudo certo, do planejamento ao ponto, da comida ao estudo da clientela, da gestão ao serviço, ainda assim os riscos de fracasso são enormes. Não são poucos os episódios de casas com péssima cozinha e grande sucesso comercial; ou de lugares com ótima comida, instigantes mensagens gastronômicas, que fecham por falta de movimento. A explicação, então, será que resvala para o campo do misticismo, da sorte, da graça divina? Também não.

Teorizando sobre possíveis definições de um clássico (neste caso, na literatura), o poeta e ensaísta americano Ezra Pound (1885-1972) chegou a algumas formulações que, sem favor, poderiam ser aplicadas a outras áreas. Para o autor, um clássico se estabelece como tal não por seguir rigidamente regras e formatos. Mas, sim, “devido a uma certa juventude eterna e irreprimível”. O que, no caso dos restaurantes centenários, não tem a ver com metamorfoses nem adesões constantes às modas – inclusive porque a maioria deles não lida com vanguardas nem se arrisca a propor novos padrões. Indo mais longe, seria possível dizer que eles remontam a uma era mais simples, em que o fundamental era “cozinhar bem e cativar o comensal”. Sem muitas preocupações com marketing, questões trabalhistas, inseguranças jurídicas e spreads bancários.

Ofício.
Quem sabe, então, a referida “juventude” se traduza no velho clichê de exercer o ofício (mais do que a arte) com renovado frescor. Tenha a ver com a percepção de que um negócio “com alma” depende da busca de uma verdade gastronômica, seja ela qual for, e do respeito à própria identidade. E de um trabalho cotidiano que é intenso, geralmente pouco glamouroso, que abarca o zelo pela qualidade e a sintonia com o cliente. Elementos reais que, mesmo em tempos de construção de imagem pública e de estratégias de storytelling, nenhuma agência externa consegue reproduzir em laboratório.

Fonte: Estadão – Paladar

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Quer abrir um restaurante ou bar? Veja 10 dicas para se dar bem.

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Abrir um restaurante ou bar faz parte do sonho de muitas pessoas que desejam ter o próprio negócio. Grande parte destas pessoas não possuem um direcionamento correto ao abrir um restaurante ou bar e acabam enfrentando dificuldades que poderiam ter sido evitadas. Um bom planejamento é a chave de tudo. Veja 10 dicas que a GR preparou para você se dar bem neste mercado.

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1 – Plano de Negócio
Não importa qual o tipo de negócio você irá montar, pode ser uma lanchonete num imóvel de 5 metros quadrados ou um restaurante de 600 metros quadrados. Tudo começa com o plano de negócios. Através dele será possível fazer um levantamento do capital a ser investido, o detalhamento do investimento em equipamentos, obras, móveis, decoração e a viabilidade do negócio também é identificada, bem como outros fatores como o prazo de retorno do investimento e o capital de giro necessário.

2 – Estude o mercado
Você encontrou um imóvel que se encaixa perfeitamente nos seus planos, isto é ótimo, mas conheça o mercado à sua volta para ter a certeza de que há demanda para o negócio que pretende montar.  Você pode querer abrir um restaurante de comida árabe ou um barzinho com grelhados, mas isto é realmente o que seu público alvo deseja? O próprio público pode lhe dar um direcionamento do que fará mais sucesso naquela região. Faça uma pesquisa e avalie os anseios do seu público-alvo e também as características locais como vias de acesso, estacionamentos, concorrência.

3 – Imóvel
O imóvel que você pretende comprar ou alugar precisa estar dentro do zoneamento para a atividade comercial que você necessita. Antes de assinar o contrato, consulte a prefeitura da sua cidade para saber qual o enquadramento do seu imóvel. Isto evitará muita dor de cabeça. A estrutura do imóvel deve ser capaz de se adequar à necessidade de um restaurante ou bar. Achar que dá pra montar uma cozinha num cômodo de 10 metros quadrados pode ser impossível dependendo do tipo de restaurante. Há diversos fatores que devem ser observados como passagens de dutos e coifas e adaptações de pontos de energia e água. Consulte um profissional do setor para receber uma orientação prévia.

4 – Qualificação
Pretende montar um restaurante ou bar mas não tem nenhuma experiência? Qualifique-se. O mercado é agressivo e não reserva espaço para amadores. Um curso de gestão financeira, conhecimentos básicos de cozinha, atendimento ao cliente e boas práticas de manipulação de alimentos podem ser boas escolhas para não se dar mal neste setor.

5 – Foco
É muito comum que marinheiros de primeira viagem queiram abraçar o mundo e na incerteza se o negócio dará certo, montam um pizzaria que vende também churrasco, self-service e sushi. Se for para ser um restaurante self-service que seja focado neste serviço e faça o melhor. Se pretende montar uma casa de massas especialize-se nisso e sirva as melhores massas. O público é muito exigente e sabe identificar um restaurante ou bar que serve de tudo mas que nada é bem feito.

6 – Concorrência
Entrar no negócio de alimentação fora do lar sem conhecer a concorrência é dar um tiro no escuro. Estude seu concorrente à fundo. Identifique seu pontos positivos e negativos e principalmente onde você pode superá-lo para brigar de igual para igual.

7 – Foco no cardápio
Novos empreendedores do ramo de alimentação fora do lar deixam para montar o cardápio quando estão finalizando a fase de obras. Um grande erro. O cardápio deve ser pensado na fase de elaboração do plano de negócios. É com o cardápio e a expectativa de vendas que será possível dimensionar equipamentos e projetar a cozinha adequadamente.

8 – Custos
No ramo de alimentação fora do lar custo se mede diariamente. Só assim é possível identificar perdas em excesso, desperdícios e compras a preços elevados.

9 – Segurança
Não permita gambiarras em seu estabelecimento. Fios desprotegidos, ausência de canalização do gás, pisos escorregadios, são os principais motivos de afastamentos ou incêndios. Zele pela segurança dos seus clientes e colaboradores.

10 – Perfil
Não basta querer ter um restaurante, é preciso avaliar se você possui um perfil apropriado para o tipo de negócio que está querendo montar. Donos de restaurantes e bares podem ter mudanças drásticas de rotina à qual não estão habituados, podendo se tornar um fator de stress. Muitos tem seu horário modificado, passando a trabalhar à noite, de madruga e nos finais de semana, ficando mais ausente da família ou abrindo mão de eventos familiares. Outros tem dificuldades no relacionamento com o cliente ou funcionários, passando por picos elevados de stress pelo qual não sofriam anteriormente. 

Fonte:  GR www.gestaoderestaurantes.com.br

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Fatores que motivam pessoas a investir em restaurantes

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Quando pretendemos investir em um novo negócio, somos motivados por diversos fatores, sejam eles financeiros, emocionais ou estratégicos. Na compra de restaurantes há fatores específicos que levam os futuros empreendedores a optarem por esta modalidade de negócio. Veja a seguir os principais motivos apontados por compradores:

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1 – Garantia de trabalho

A situação econômica do país pode parecer estável, mas tem seus altos e baixos. Nestes momentos de oscilações a incerteza de se manter empregado é cada vez maior. Conviver com esta insegurança de poder estar sem emprego no dia seguinte, leva muitas pessoas a investirem em seu próprio negócio e uma destas opções é comandar um restaurante.

2 – Qualidade de vida

A concorrência no mercado é acirrada e no trabalho o funcionário sofre as mesmas pressões impostas pelo mercado como cumprimento de metas, horários rígidos, ou seja, pressão a todo o momento. O alto índice de stress levam as pessoas a cogitar a possibilidade de trabalhar em seu próprio negócio. A flexibilidade de horários, o poder na tomada de decisões e mais tempo com a família, são motivos que favorecem na decisão de adquirir seu próprio restaurante. Em todo caso, é preciso conhecer bem sobre o tipo de restaurante que pretende adquirir para não se tornar escravo do seu próprio negócio.

3 – Paixão pela gastronomia

O simples e mais puro prazer pela gastronomia também é um importante motivo para a escolha deste ramo. Muitos empreendedores não pensam no investimento apenas pelo retorno financeiro, mas também por proporcionar grande satisfação em gerir um negócio que gera prazer aos clientes.

4 – Retorno financeiro

Quando o empreendimento é bem gerido o retorno financeiro é uma consequência. Com o resultado de um bom trabalho o dono do seu próprio negócio pode se recompensar com um aumento de salário. Isto nem sempre acontece quando você é o funcionário de uma empresa. Como funcionário, conseguir um aumento de salário é sempre árduo, pois exige boa produtividade, reconhecimento da empresa e um momento favorável da economia.

5 – Garantia de aposentadoria

O brasileiro passa anos e anos de sua vida financiando um sistema de aposentadoria com a esperança de se aposentar e viver com tranquilidade esta nova etapa de sua vida. Mas a realidade é bem diferente, pois o retorno deste investimento mal dá para sobreviver com dignidade. Possuir seu próprio empreendimento e através dele garantir uma boa aposentadoria é a alternativa encontrada por muitas pessoas. Além da possibilidade de deixar um patrimônio e uma fonte de renda para garantir a segurança financeira para toda a família.

6 – Controle sobre seu próprio negócio

O poder na tomada de decisões do seu próprio negócio é um fator bastante motivador para aqueles com perfil empreendedor. Muitas pessoas com este perfil tiveram que aguardar longos anos para colocar todas as suas ideias em prática, já que na empresa onde trabalhavam nem sempre tinham suas ideias discutidas e muito menos aplicadas no negócio, mesmo que você tivesse convicção de que elas trariam grandes benefícios para a empresa.

Este conteúdo faz parte do manual “Como comprar um restaurante e fazer um bom negócio”. Saiba mais sobre o manual em nossa loja virtual.

Fonte: GR www.gestaoderestaurantes.com.br

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Cortes e acidentes de trajeto são as principais causas de acidentes em restaurantes

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Um estudo apresentado pela Revista Brasileira de Saúde Ocupacional realizado pelas professoras do Curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP,  Raquel Aparecida Casarotto e Luciane Frizo Mendes demonstra que cortes e acidentes de trajeto são os acidentes que ocorrem com maior frequência dentro de cozinhas industriais. O estudo faz um levantamento do conjunto de características que podem causar  acidentes de trabalhos típicos.

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Alguns acidentes de trabalho estão relacionados com o desenvolvimento da tarefa em si, como cortes e queimaduras. Outros relacionam-se à falta de manutenção adequada dos equipamentos, como choques elétricos, preensões e amputações. Outros ainda devem-se às condições ambientais inadequadas, como, excesso de água no chão, sistema de drenagem ineficiente e piso com material inadequado. Cerca de 8% dos pacientes atendidos em centros de queimaduras são trabalhados de cozinhas, e grande parte por escaldo dos pés ou tornozelos.

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Os acidentes de trajeto ocorrem principalmente por um fluxo desordenado dentro das cozinhas, causando trombadas e ou escorregões devido à falta de limpeza frequente do piso. O grande risco destes tombos estão relacionados principalmente à atividade que é executada no momento do acidente. Na maioria das vezes os funcionários estão carregando panelas quentes ou portanto facas.

Para minimizar os riscos de acidentes dentro das cozinhas industriais é fundamental que toda a equipe passe por um treinamento para que possam realizar suas atividades sempre visando a segurança individual e coletiva durante as tarefas. É preciso conscientização de que a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) é fundamental para sua própria segurança. É comum encontrarmos dentro das cozinhas funcionários que não utilizam luvas de aço para corte de carnes, ausência de aventais importantes também para minimizar os efeitos de queimaduras e utilização de calçados inadequados incompatíveis para as atividades.

Fonte: GR – www.gestaoderestaurantes.com.br

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5 motivos que demonstram porque é necessário medir os resultados do seu restaurante

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Depois de mais um ano de muito trabalho dedicado ao seu restaurante, você se senta numa das mesas no final do expediente, como companhia apenas o silêncio dos talheres. E qual o pensamento que vem à sua cabeça quando você pensa no ano que passou?

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“Este ano foi de muito trabalho, mas deu pra pagar as contas” ou “Nossa, o ano passou tão rápido, tanta coisa que queria fazer no restaurante e não fiz” ou ainda “Será que este ano ainda sobrevivo neste negócio? O movimento precisa melhorar.”

Os raciocínios acima normalmente são de pessoas que de alguma forma falharam ou vem falhando constantemente na condução de seus restaurantes. Muitos se sentem como num carro de fórmula 1, pronto para a largada sem saber qual do inúmeros botões apertar.

O motivo pelo qual você não consegue dar a partida no carro de formula 1 é o mesmo pelo qual você não consegue alavancar o crescimento do seu estabelecimento, falta de planejamento, controle e treinamento. Estes são fatores fundamentais para a condução de qualquer negócio.

Veja a seguir porque a utilização de informações para gerenciar o seu restaurante é crucial para o seu desenvolvimento e sucesso.

1. Se você deseja melhorar o desempenho do seu negócio, o primeiro passo é a medição. É através da medição que você conseguirá avaliar como está sendo o desempenho do empreendimento. Se você consegue responder à pelo menos 50% das perguntas abaixo, saiba que está no caminho certo, mas precisar manter-se sempre atento buscando uma melhoria constante. Mas se você não sabe responder ao menos 50% destas perguntas, o sinal de alerta está piscando. É necessário uma mudança de postura imediata antes que seu negócio não dure até o próximo ano.

- Você projetou metas de vendas mensalmente para seu restaurante no ano passado?
- Você sabe dizer qual foi o percentual de crescimento do seu restaurante?
- Você consegue identificar qual foi o custo operacional do seu negócio e qual o percentual em relação ao ano anterior?
- Consegue ainda identificar gastos de forma estratificada, ou seja, quando gastei no ano com insumos, impostos, recursos humanos, etc?

2. Conhecer o preço de custo do seu produto é fundamental para identificar perdas, margens de lucro incoerentes, desperdícios e até mesmo roubos. Muitos empresários sabem dizer qual o preço de custo do refrigerante ou da cerveja, mas não sabem dizer qual o preço de custo do prato que vendem, ou até mesmo qual a participação do custo de toda a matéria-prima em relação ao seu faturamento.

3. Números positivos indicam também o bom desempenho da equipe de colaboradores. Colaboradores bem treinados e afinados com a política da empresa, tendem a colaborar muito para evitar desperdícios, tem ótimo padrão de produtividade e como reconhecimento pelo bom trabalho também recebem recompensas extras pela participação no bom desempenho. Certa vez identificamos um enorme gasto na compra de copos no restaurante que prestávamos assessoria. Buscando respostas identificamos que eram quebrados cerca de 2 a 3 copos diariamente pelos funcionários da lavação. Com intervenções no método de lavação dos copos reduzimos a quebra para 1 copo a cada 3 dias. Uma economia de quase 60 copos ao mês, totalizando 720 copos ao ano. Em dados monetários o cliente economizou aproximadamente R$ 2500,00 ao ano.

A identificação do gasto excessivo com a compra de copos se deu única e exclusivamente porque havia controle de custos bem documentado no restaurante. Considerando a infinidade de atividades realizadas com matérias-prima  e equipamentos   dentro de um restaurante diariamente é possível identificar perdas constantes.

4. A Medição leva a decisões mais inteligentes. Com números, as decisões podem ser mais baseadas em fatos concretos, deixando de lado tomadas de decisão levadas por fatores emocionais como stress ou empolgação. Se você pretende fazer um investimento em uma reforma ou na compra de novos equipamentos seu próprios números lhe dirão qual a sua capacidade financeira para adquirí-los, inclusive se você possui potencial para comprá-los à vista ou através de financiamentos.

5. Medição leva a uma melhor compreensão de seu negócio. Um gestor que não conhece bem os seus números não conhece bem o seu negócio, não sabe onde pretende chegar.

Fonte: GR – www.gestaoderestaurantes.com.br

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GR Lança novo Fórum de discussão

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A GR lançou no dia 26 de novembro um novo fórum de discussão

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O novo fórum de discussão é muito dinâmico e interativo, permitindo aos usuários interagir com outros donos de restaurantes e profissionais do setor. As discussões do fórum estão separadas por categorias, o que facilitará em muito a leitura e o aprendizado através do tema desejado, que passam pela administração financeira, operacional, segurança alimentar, decoração, abertura, marketing, dentre diversos outros temas. O fórum tem uma interface agradável e bem simplificada, o que colabora para a navegação sem dificuldades.

O que levou a GR a investir em um novo sistema de discussão é a premissa de que a informação e o aprendizado devem estar disponíveis a todas as pessoas que pretendem administrar suas empresas com eficiência e qualidade. 

Convidamos a todos os nossos leitores a conhecerem o novo fórum e colaborar com seu conhecimento, dúvidas e informações relevantes para o mercado de alimentação fora do lar.

http://www.gestaoderestaurantes.com.br/forum/index.php

Um grande abraço e sucesso a todos.

Equipe GR

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Como aumentar o faturamento do seu restaurante com as festas de final de ano

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A ano já está chegando ao fim, mas ainda há tempo de faturar mais com as festas de final de ano. Marcado por festas de natal, ano novo e também confraternizações de empresas, o final do ano pode ser a última oportunidade de faturar um pouco mais e garantir que as metas de faturamento projetadas durante todo o ano sejam atingidas.

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A GR selecionou diversas estratégias já adotadas por restaurantes durante vários anos. Veja as que mais se adequam ao perfil do seu empreendimento e coloque a mão na massa, pois o tempo está curto.

1 – Ceias de Natal

Passar o natal em família é uma tradição, mas ir para a cozinha no dia 24 nem tanto. As Famílias estão se rendendo aos prazeres da mesa e da praticidade na hora de confraternizar o natal. Restaurantes oferecem pacotes com ceia de natal completa, inclusive com opções variadas no cardápio podendo ser escolhida pelo cliente antecipadamente.

2 – Baladas gastronômicas

Final de ano é tempo de alegria e comemorar nunca é demais. Alguns restaurantes estão adotando as baladas gastronômicas como boa estratégia para atrair mais público. Uma balada mais intimista, mas com alegria e descontração e petiscos com um bom conceito gastronômico é a investida de muitos restaurantes. Cobrando um preço único por pessoa, o cliente desfruta de música ao vivo ou eletrônica, degusta pratos e petiscos oferecidos pela casa e até mesmo um pequeno espaço para dançar. Bares e restaurantes localizados em cidades turísticas tem grandes possibilidades de ganhos com esta estratégia.

3 – Ano Novo

O Reveillon é o evento que tem se popularizado muito entre os restaurantes. Festas acompanhadas com os tradicionais pratos de final de ano, espumantes e sobremesas não podem faltar. Restaurantes cobram a partir de R$ 130,00 por pessoa por uma noite de muita fartura de de comidas, bebidas e de muita alegria.

4 – Confraternizações de empresas

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As confraternizações de empresas são um dos eventos que garantem maior lucratividade para os restaurantes. Sempre com muitas pessoas e com liberdade para comer e beber à vontade, os eventos empresariais costumam fechar pacotes bem atrativos. Oferecer uma estrutura especial para estes eventos pode ser o grande diferencial para atrair as empresas. Áreas mais reservadas no salão com telão e microfone para discursos e agradecimentos são adorados pelos empresários. Encaixar estes eventos em dias de menor movimento de 2ª a 4ª feira podem garantir uma renda extra para o restaurante.

Dicas:

Segundo o Gestor Gastronômico, Alison Figueiredo da GR Treinamento em gestão de Restaurantes e gastronomia, os restaurantes que querem lucrar mais com as festas de final de ano devem se preparar com antecedência. Deve-se pensar muito ao montar um pacote de serviços para o cliente, conhecer o seu perfil é fundamental para saber o que irá compor o cardápio e garantir a venda do evento. Monte pelo menos 3 pacotes, para atender a diversas necessidades dos clientes, como preço, requinte e serviços extras.

Outro ponto levantado é a estratégia de venda dos pacotes. Começar a comercializar os pacotes o mais cedo possível pode garantir casa cheia durante todo o mês de dezembro. A divulgação é peça essencial para vender o seu evento, distribua folders para os clientes e empresas na região, explorando também as redes sociais.

Seja maleável ao negociar o pacote com seu cliente, oferecendo uma champanhe de cortesia, uma torta de sobremesa ou uma localização especial da sua mesa.

Esforço e dedicação valem à pena para este último mês do ano, pois garantir um faturamento acima de 40% do habitual é comum para restaurantes que trabalham bem seus eventos nesta data.

A GR disponibiliza em seu manual “Administrando Restaurantes e Bares” uma planilha para você calcular o custo dos eventos em seu estabelecimento. Para adquirir basta clicar aqui

Fonte: GR ( www.gestaoderestaurantes.com.br )

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