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Motivação eleva a produtividade

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Empregados envolvidos com o negócio rendem mais, são mais rápidos e querem permanecer no emprego por longo período

05052015A

Como garantir que os funcionários serão mais comprometidos com o trabalho? Como conseguir que trabalhem com mais agilidade, produzindo mais em menos tempo? Como podem otimizar a operação das tarefas? Para muitos especialistas a resposta é somente uma: motivação. Esse tema ganhou destaque nos últimos anos, com definições e apresentações de diferentes técnicas e fórmulas. No entanto, não há uma “receita de bolo” a ser seguida. Motivar os funcionários é um desafio que requer dedicação do empresário – não é diferente no setor de bares e restaurantes, que tem grande índice de rotatividade nas equipes.

Quem defende essa ideia, aposta que a motivação precisa estar alinhada às necessidades de cada empregado. É um trabalho pessoal e que vai influenciar diretamente na produtividade. Para Andrea Huggard, diretora da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), cada pessoa se motiva por razões e de formas diferentes. Com isso, precisa de estímulos distintos. “A principal conduta para motivar é estar próximo aos funcionários para entender suas demandas – o que pode envolver melhorias na rotina de trabalho e até um maior reconhecimento do trabalho prestado. Muitas vezes, soluções bastante simples podem fazer a diferença”, afirma.

Daniela do Lago, mestre em Administração e professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), tem a mesma opinião e ressalta que o primeiro passo para motivar equipes é considerar a individualidade e as expectativas dos empregados. Ela defende um conceito simples: “Motivação não é um estado de espírito e não pode ser confundida com animação. Motivação é motivo para ação. O colaborador tem que ter uma razão para estar ali e fazer seu trabalho da melhor maneira possível”, explica.

Nesse sentido, garçons, cozinheiros, atendentes e gerentes podem ser mais produtivos se o dono do bar ou restaurante souber valorizar e recompensar a atuação de cada um deles. Os principais fatores que interferem diretamente na produtividade e que fazem com que um empregado lento trabalhe mais rápido estão ligados à qualidade de vida dos colaboradores, ao ambiente de trabalho em que estão inseridos, aos benefícios pessoais e às recompensas financeiras.

De acordo com pesquisa realizada pela consultoria especializada em gestão de carreira, Right Management, que entrevistou cerca de 30 mil pessoas de 15 países, (sendo 100 delas brasileiras), a motivação dos colaboradores é uma peça fundamental para o sucesso de um negócio. O levantamento identificou que pessoas motivadas são 50% mais produtivas. Outro estudo, realizado pela Universidade de Harvard foi além e revelou que empregados desmotivados conseguem manter seus empregos, mas rendem apenas de 20 a 30% de sua capacidade de trabalho. Enquanto isso, os funcionários motivados rendem de 80 a 90%.

“Quando o funcionário sente-se privilegiado e gratificado pelo que está exercendo, sua energia é concentrada, o que eleva sua capacidade de produção, bem como a confiança na empresa”, explica a psicóloga Karina Cervi.

Andrea Huggard também destaca a relação íntima entre motivação e produtividade. “Um funcionário motivado quer oferecer mais à empresa porque se identifica com o trabalho. Ele, geralmente, vai além do que é exigido em sua função, porque deseja que a empresa dê certo.”

Rotatividade x motivação

Além dos ganhos em produtividade, o investimento em ações de motivação reduz a rotatividade, problema enfrentado por muitos estabelecimentos do setor de bares e restaurantes. Gestores e empregadores reconhecem que o alto turnover prejudica o bom andamento dos negócios. Afinal, os estabelecimentos precisam dedicar tempo e esforço no treinamento de novos funcionários – que demandam de um a três meses para conseguirem desempenhar suas funções de forma satisfatória – e há os prejuízos decorrentes da redução de produtividade e até mesmo as despesas de acertos trabalhistas.

“É importante que o empresário saiba selecionar e administrar sua equipe, demonstrando confiança e motivação, pois é ele o responsável pelo ritmo, bem-estar e atuação dos funcionários”, alerta a psicóloga Karina Cervi.

Já para Andrea Huggard, mesmo os estabelecimentos de pequeno porte podem investir em ações de motivação para manter um quadro de empregados fiéis. “A conduta motivadora sempre reduz a rotatividade, independentemente do tamanho da empresa. As pessoas sempre procuram trabalhar em lugares onde se sentem apreciadas, entendidas e reconhecidas. Passamos grande parte do nosso dia no trabalho e a ideia é estar em um ambiente acolhedor, sobretudo nos tempos atuais”, conclui.

Fonte: http://www.pa.abrasel.com.br/

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4 Dicas para montar uma cozinha industrial

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Diversos ramos de negócio dependem de uma cozinha industrial de alta qualidade. É o caso de restaurantes, hotéis e muitos outros tipos de empreendimentos.

05052015

Diversos ramos de negócio dependem de uma cozinha industrial de alta qualidade. É o caso de restaurantes, hotéis e muitos outros tipos de empreendimentos. Com uma estrutura adequada, é possível ter mais sucesso ao preparar, armazenar e oferecer produtos alimentícios. Por isso, preparamos 4 dicas para montar uma cozinha industrial adequada e eficaz.


Veja 4 dicas para montar uma cozinha industrial

1. Documentação necessária para funcionar

Além de escolher um local estratégico no ambiente, a cozinha industrial deve funcionar apenas depois que você conseguir os documentos necessários, como alvará ambiental, alvará dos bombeiros e alvará de funcionamento. Dessa forma, você poderá se dedicar a outras etapas da montagem da sua cozinha industrial, sem se preocupar com possíveis problemas legais.

Para evitar qualquer tipo de transtorno, faça o que estiver ao seu alcance para garantir que a cozinha industrial do seu negócio seja capaz de produzir alimentos com bastante higiene, sem deixar de lado a qualidade, a produtividade e a funcionalidade do local.

2. Projeto elaborado de modo organizado

Ao montar uma cozinha industrial, você precisa criar um projeto elaborado com o máximo de organização, começando pelo trabalho de engenheiros e arquitetos, que possam desenvolver projetos considerando todas as necessidades do negócio, inclusive levando em conta o orçamento disponível. Se a sua situação financeira estiver apertada e o tempo para terminar não for o suficiente, é melhor adiar o começo da obra, com a finalidade de esperar pelo momento mais propício para uma montagem que proporcione resultados melhores.

Em geral, os profissionais responsáveis pelo projeto devem analisar questões como a demanda, a partir de uma estimativa da clientela do negócio, além do fluxo de processos que serão aplicados na cozinha industrial e o tipo de refeição que fará parte da produção e da distribuição. Assim, é possível projetar o ambiente mais adequado, bem como os equipamentos e todos os outros itens necessários para o funcionamento desejado.

3. Design prático

Ao criar o design da sua cozinha industrial, você deve dar prioridade à praticidade, afinal de contas, sem um layout que permita a fácil circulação de pessoas, dificilmente os resultados atingirão seus objetivos. Além disso, o layout do ambiente deve considerar todas as práticas que serão aplicadas no ambiente, com o intuito de simplificar e agilizar os processos. Uma cozinha ambiental não deve, por exemplo, fazer com que os funcionários permaneçam sempre no mesmo lugar.

Outra recomendação diz respeito à localização do lixo, visto que as lixeiras não devem estar posicionadas muito perto de onde os alimentos ficam armazenados ou onde são preparados para consumo. E nada de deixar fornos e fogões perto dos refrigeradores.

Para garantir um ambiente funcional e com menos riscos para a segurança dos trabalhadores, é essencial optar por pisos antiderrapantes, o que é uma medida de prevenção contra eventuais escorregões, além de tornar a limpeza mais eficiente.  E já que estamos falando sobre limpeza, não se esqueça de manter uma distância entre a comida e os materiais usados para limpar o local.

Outras precauções incluem o uso de sinalizadores, para avisar quando pisos estiverem molhados, e proteção de lâmpadas, que precisam conter globos, uma vez que resíduos não podem cair nos alimentos caso uma das lâmpadas estoure.

4. Escolha de equipamentos de ótima qualidade

É fundamental que os equipamentos escolhidos sejam de ótima qualidade. Alguns dos equipamentos mais comuns e mais usados em cozinhas industriais são: geladeiras, armários, coifas e pass through, os quais são colocados entre o fogão e a prateleira onde os alimentos ficam devidamente conservados até que sejam levados por garçons.

Para finalizar, avalie o seu orçamento e considere todos os itens acima na hora de investir o seu dinheiro ao montar uma cozinha industrial.

Fonte: http://www.industriahoje.com.br/

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Por que o mercado da pizza cresce enquanto outras fast foods declinam?

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Consumidores parecem ver o alimento originário da Itália como uma opção mais saudável, além de ser viável financeiramente

16042015A

Em 2014, pela primeira vez em 12 anos, a receita anual da rede global McDonald’s declinou. Dentre as várias possíveis explicações, uma matéria veiculada no site The Economist aponta a tendência por parte do consumidor de procurar alternativas mais saudáveis como um motivo plausível para a mudança. A exceção para esse novo cenário em que alimentos que fazem bem a saúde substituem lanches baratos é a pizza. No último bimestre do ano passado, por exemplo, a rede de pizzarias Domino’s obteve crescimento de 14% nas vendas, em relação ao ano anterior.

Queridinha dos brasileiros e popular globalmente, a pizza parece ser considerada mais saudável do que hambúrgueres pelos consumidores, permanecendo economicamente viável e tão prática quanto um Big Mac. Desde o século XVIII na Itália, quando alguém teve a ideia de colocar tomate sobre massa de pão, a pizza é uma forma barata e rápida de se alimentar.

O prato foi popularizado e internacionalizado no século XX, por imigrantes italianos, e se espalhou vertiginosamente pelo mundo especialmente após a Segunda Guerra Mundial. Seus atrativos, portanto, não são de hoje, mas a pergunta é, quais exatamente são eles? Por que em uma sociedade que cada vez mais tende ao fitness – pelo menos essa é a realidade ocidental – a pizza permanece responsável por um mercado em crescimento?

The Economist aponta alguns motivos: como já dito, consumidores não se sentem tão culpados comendo pizza, que pode ser recheada com vegetais e opções mais condizentes com o bem estar do corpo. Mas a chave do sucesso do prato é a sua flexibilidade. As possibilidades de recheio e incrementos para a pizza são inúmeras e podem facilmente se adaptar às realidades de cada local.

No Brasil, se faz pizza de todo tipo: frango com catupiry – uma das favoritas – com banana e canela, brigadeiro, e até comidas típicas de certas regiões, como a carne seca e a carne de sol. Redes de pizzarias inovam com bordas recheadas, por exemplo, e restaurantes independentes investem em sabores criados na casa. Tudo para fidelizar o cliente inovando o produto que ele já ama, de forma a manter o interesse. Assim, a pizza reina soberana: com menu variado e preço acessível, há escolhas para todos os gostos e bolsos.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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O McDonald’s não vende hambúrguer; e a Kopenhagen não vende chocolate

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O que você responderia se perguntassem, agora, o que vende o McDonald’s? Comida, seria a resposta da maioria. E a Kopenhagen: chocolate certamente apareceria entre as principais alternativas.

Certo e errado ao mesmo tempo.

16042015

Para quem está pensando em começar um negócio, há uma dica importantíssima que é preciso seguir. E acredite, isso pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso da sua proposta de negócio. Antes de pensar em qualquer coisa, é preciso definir qual é o seu negócio.

De acordo com os especialistas, isso faz parte da estratégia da sua empresa e além de definir, é preciso ampliar essa proposta para você saber exatamente o que faz e para quem faz e como comunica isso para quem pode comprar seu produto. Portanto, nesse exercício, você terá sempre que definir uma ‘visão restrita’ e uma ‘visão ampla’. É por isso que as respostas das duas primeiras perguntas estão certas e erradas ao mesmo tempo.

Calma, fica mais fácil com exemplos.

McDonald’s
A rede norte-americana de hambúrgueres, famosa em todo mundo e principal referência no segmento de fast-food na visão restrita de definição de seu negócio vende alimentos. Certo. Mas a empresa também vende agilidade – você já tentou pedir algo ‘especial para você’ na rede e viu quanto tempo demora para ser atendido? -, mas também a tal da felicidade. Quer ser feliz? Venha comer com a gente! Essa é a visão ampla que falamos acima.

Kopenhagen
A empresa brasileira vende chocolates, é claro. Mas vende mais do que isso. Vende também presentes. Você não vai até uma loja apenas para comprar um docinho depois do almoço. Normalmente, a rede é uma opção viável quando você tem que presentar alguém com algo que tenha algum significado. Ela vende, portanto, mais do que barrinhas.

A lista é grande. E podemos até simplificar o exercício

Harley-Davidson
Visão restrita do negócio: vender motocicletas
Visão ampla: vender um estilo de vida

Estrela
Visão restrita: brinquedos
Visão ampla: alegria

E por aí vai……

Fonte: http://blogs.pme.estadao.com.br/

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Restaurantes agregam valor à venda do vinho em taça utilizando métodos inovadores; conheça a nova opção

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O cara entra em um restaurante e pede uma taça de vinho. Quem pensou que isso seria uma piada está perdoado. Pedir uma taça de vinho em muitos restaurantes sempre pareceu algo engraçado, pelo menos entre os aficionados por vinho. Rótulos comuns que custam escandalosamente caro fazem com que no geral seja mais econômico pedir uma garrafa inteira em vez de duas ou três taças, mesmo que a pessoa vá beber pouco.

Nos restaurantes que levam o vinho bastante a sério, no entanto, métodos que facilitam a venda de vinho em taça evoluíram a um ritmo vertiginoso na última década, oferecendo aos clientes muito mais opções do que os onipresentes chardonnay e pinot grigio.

Apesar de pedir vinhos servidos em taça quase nunca valer a pena estritamente no sentido monetário, os sommeliers têm procurado maneiras de agregar valor a essa opção. Mais e mais restaurantes têm oferecido vinhos em barrilete, o que ajuda a vender em taça por preservar bebidas que deteriorariam em garrafas abertas. Outros acham maneiras de servir sempre algo novo, como no Bar Boulud perto do Lincoln Center, em Nova York, onde Michael Madrigale, o sommelier, toda a noite abre um vinho de alta qualidade, sempre de garrafa grande, tipo magnum ou duplo magnum, para ser vendido em taça.

Agora há um novo dispositivo, chamado Coravin, que pode revolucionar os tipos de vinhos que os restaurantes podem disponibilizar em taça. O Coravin parece resolver um problema que aflige a humanidade desde que o primeiro vinho foi armazenado em uma ânfora: como preservar a bebida aberta e exposta a seu arqui-inimigo, o oxigênio?

O sistema de barril procura dar conta desse problema, mas de uma forma deselegante. Ele usa um gás parecido com o nitrogênio – que tanto empurra o vinho para a saída quanto ocupa o espaço vazio, impedindo a oxidação.

Esse método, no entanto, só é bom para vinhos relativamente simples que se destinam a ser consumidos ainda novos e podem ser armazenados em barris pelos produtores. E quanto aos vinhos para os quais é vantajoso passar por um processo de envelhecimento na garrafa?

Ao longo dos anos, experimentou-se vários sistemas, desde o simples VacuVin, um dispositivo para bombear o ar de uma garrafa de vinho aberta, até sistemas complexos de refrigeração e conservação destinados a prolongar a vida útil das garrafas, uma vez que as rolhas tivessem sido removidas. Por uma razão ou outra, nenhuma delas deu certo.

Já o Coravin, que parece combinar funções de microscópio, furadeira e pistola, faz o truque de extrair o vinho de uma garrafa sem abri-la de fato. Como isso funciona?

Uma agulha fina, longa e oca é introduzida na garrafa através da proteção metálica e da rolha. Em seguida, o gás argônio (inofensivo, incolor e insípido) é bombeado pela agulha, criando uma pressão na garrafa que empurra o vinho para fora através da mesma agulha. Quando a quantidade desejada de vinho é servida, a agulha é retirada, deixando o argônio no lugar do líquido subtraído, o que impede a oxigenação. A rolha então se recompõe sozinha, selando o vinho. O método não funciona com tampa de rosca nem rolha artificial.

14042015C

Testei vinhos de garrafas abertas cinco ou seis meses antes e não vi sinais de oxidação ou degradação ? diz Thomas Pastuszak, diretor de vinhos do NoMad, de Nova York, que, juntamente com uma dúzia de outros restaurantes de todo o país, está usando o Coravin para oferecer mais vinhos servidos em taça.

Se o Coravin funcionar como se espera, ele pode favorecer a oferta de vinhos envelhecidos e caros em taça, mesmo que não haja um público muito grande para esses rótulos. Desde meados de agosto, quando começou a usar o Coravin no NoMad, Pastuszak já tem uma carta de cerca de 30 vinhos que não se imaginava que pudessem vir a ser pedidos em taça.

Que tal, por exemplo, experimentar um Château-Grillet, vinho branco raro do norte do Rio Reno produzido em quantidades mínimas? A garrafa custa US$ 525, mas por “apenas” US$ 110 você pode beber uma taça. Ou talvez você queira provar um Barbaresco de 28 anos. A taça do Produttori del Barbaresco de 1985 sai por US$ 60; a garrafa, por US$ 280.

Os preços dos vinhos em taça podem parecer astronômico, mas na verdade compram cerca de um quarto de garrafa, disse Pastuszak, servido em um decantador pequeno ao lado das mesas. Acrescente uma história para contar enquanto o serve, e o produto se torna atraente.

Pastuszak contou que três engenheiros foram almoçar recentemente em seu restaurante e cada um deles pediu uma taça de um Château Rayas de 1997, o Châteuaneuf-du-Pape, que, custando US$ 140 a taça, é o vinho NoMad mais caro servido com o Coravin.

? Eles gostaram tanto dele que compraram uma garrafa ? contou.

Não consigo imaginar o Coravin em um ambiente doméstico, sendo usado, como alguns sugerem, para saborear lentamente uma garrafa rara e cara durante meses ou mesmo anos. No entanto, se usado conscientemente, o Coravin pode tornar muito mais entusiasmante a carta de vinhos vendidos em taça.

? Ele dá aos clientes mais jovens a oportunidade de provar algo que talvez não tenham a oportunidade de experimentar por conta própria ? avalia Pastuszak. ? Eles podem não estar dispostos a bancar uma garrafa do mesmo vinho, mas talvez queiram pedir uma taça. Isso pode ser algo de grande valor para eles, não em termos financeiros, mas em termos de experiência.

Fonte: http://revistadonna.clicrbs.com.br/

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Restaurante fatura com cardápio vegetariano

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14042015A

Com o objetivo de levar mais opções de receitas ao público vegetariano, Wilson Grassi montou o Cantina Barão, no bairro Campos Elíseos, em São Paulo.

Após algum tempo, o empresário fez mudanças no estabelecimento, retirando todas as opções de carne. Após se tornar totalmente vegetariano, o restaurante recebeu um novo sócio, seu amigo Fernando Ibnez.

Para que a clientela não diminuísse com as mudanças, os sócios consultaram os ativistas Mônica Buava, Guilherme Carvalho e Carol Caliman .Com a isso, algumas mudanças foram feitas: o nome passou a se chamar Barão Natural e a comunicação ficou focada nos benefícios da alimentação vegetariana.

O restaurante teve como meta em três meses aumentar para 100 o número de clientes no almoço, através de preços acessíveis. Além de conseguir cumprir esse objetivo, o faturamento aumentou 60%.“As pessoas começaram a vir e conhecer, deixaram de lado o preconceito com a comida vegetariana”, conta Mônica.

Os ativistas passaram a ser consultores definitivos para o restaurante e o restaurante tornou-se uma rede. De acordo com os empreendedores, 80% da clientela não é vegetariana. “Nosso principal objetivo é oferecer uma alimentação saudável, saborosa e de preço acessível” , finaliza Mônica.

Fonte: Revista PEGN

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