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Fispal – Feira de Food Service para Restaurantes e Bares

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Fispal Food Service realiza 33ª edição em São Paulo

O maior encontro do setor de alimentação fora do lar na América Latina em 2017 ocorre entre 6 e 9 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). É a 33ª Fispal Food Service. São mais de 1,5 mil marcas em exposição e uma programação que inclui o Fórum Gestão à Mesa, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), com a abordagem de temas atuais do segmento e as tendências do mercado de alimentação fora do lar.

treinamento restaurante

Realizada há mais de 30 anos no Brasil, a feira promete apresentar o que há de mais recente e inovador em soluções para restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, distribuidores, lojistas e toda a cadeia do segmento food service, como é chamado o mercado de alimentação fora do lar.

Além das novidades em maquinário, equipamentos, acessórios e utensílios, a Fispal Food Service promoverá atividades voltadas à gestão, ao conhecimento e conteúdo, que serão capitaneadas por importantes nomes do setor. Ronaldo Ayres, mestre pizzaiolo conhecido como Senhor Pizza, encabeça o projeto Escola da Pizza, com conteúdo que trata de gerenciamento de estoque, práticas de manipulação de alimentos, atendimento ao cliente, inovação e técnicas de venda. Rogério Shimura (foto), referência em panificação no Brasil e padeiro do ano pela Revista Veja SP, comandará atividades direcionadas a gestores e proprietários de padarias e indústrias de panificação.

Clélia Iwaki, diretora da Fispal Food Service (organizada pela Informa Exhibitions), destaca:

“Somos a única feira a atender toda a cadeia de alimentação fora do lar, por isso nosso empenho constante em trazer as mais inovadoras soluções do segmento aliadas a conhecimento sobre a gestão do negócio. É nosso principal papel na contribuição para o crescimento, informação e desenvolvimento do setor.”

Fórum Gestão à Mesa

Com o propósito de promover conteúdo de qualidade direcionado à cadeia de alimentação fora do lar, a Fispal Food Service realiza o Fórum Gestão à Mesa, em parceria com a Abrasel, nos dias 6 e 7 de junho.

No dia 6, terça-feira, serão discutidos temas como inovações no menu, atendimento ao público, como atrair novos clientes e fidelizar aqueles já conquistados, estratégias de marketing, a alimentação fora do lar como espaço de socialização e gerenciamento de redes sociais. Ideias em inovação poderão ser aplicadas na atividade prática que encerra a programação do dia, às 17 horas. Os temas serão conduzidos por Sérgio Molinari, fundador e diretor da Food Consulting, Tatti Maeda, especialista em social media, Márcio Martinelli, da Blue Box Comunicação, que desenvolve ações para clientes como McDonald’s, e Daniela Borges, da Idearia, direcionada para comunicação de bares e restaurantes.

Na quarta-feira, 7 de junho, o foco é a gestão de bares e restaurantes com temas de gestão financeira e fluxo de caixa, gestão do negócio e administração, gestão de perdas e Legislação e Tributos. Os assuntos são apresentados por Benny B. Goldenberg, sócio e gerente do Restaurante Arturito, e Percival Maricato, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel-SP).

“Nosso objetivo é que todos se beneficiem de experiências bem-sucedidas no segmento. Serão atividades dinâmicas e com apresentação de cases para trazer ao profissional que participa da feira novas óticas sobre a gestão de seu negócio”, completa Clélia Iwaki.

A 33ª edição da Fispal Food Service ocorre em paralelo à Fispal Sorvetes, à Fispal Café e ao ExpoVinis Brasil – o principal evento de vinhos na América Latina. As feiras são complementares e formam um panorama completo do setor, trazendo um amplo cenário das inovações e tendências em produção, insumos, maquinário e acessórios. O salão internacional do vinho complementa o calendário de feiras voltadas à cadeia produtiva de alimentos e bebidas, apresentando os destaques do promissor mercado vitivinícola aos profissionais já envolvidos na cadeia de Food service, ampliando, assim, os intercâmbios que as feiras promovem.


  Serviço
  • O quê: Fispal Food Service 2017
  • Quando: 6 a 9 de junho (de 6 a 8 das 13h às 21h e dia 9 das 13h às 20h)
  • Onde: Expo Center – Norte Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme/São Paulo-SP
  • Como: informações, credenciamento e novidades em www.fispalfoodservice.com.br e visitante.ffs@informa.com

Fonte: http://revistabeerart.com/news/fispal-2017

Colabore com a nossa Pesquisa

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Sete tendências do setor para 2017

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Perda zero, novo ingrediente e comida artesanal estão entre os itens da lista

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Início de ano costuma inspirar previsões e tendências que podem ou não se concretizar. O texto abaixo, divulgado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, estima comportamento do setor de gastronomia em 2017.

1.BYOB a sigla em inglês BYOB é uma abreviação para Build Your Own Bowl, algo como “monte sua própria tigela”. As chances de você gostar desse tipo de comida são enormes, ainda mais se você trabalha fora de casa e precisa se alimentar sem exageros, cuidando da gordura ou carboidrato. A ideia é simples: você faz suas escolhas entre vários ingredientes como verdes, carnes, massa, tofu, arroz, shitake, feijão, molhos e o atendente monta seu pedido em uma tigela. Este formato já é um sucesso nos Estados Unidos, onde muito norte-americanos têm escolhido combinar ingredientes asiáticos, mexicanos, italianos como uma opção de comida fresca e mais saudável.

2. Perda Zero Cozinhas dispensam uma quantidade enorme de alimentos diariamente. Vários chefs têm se pronunciado contra o desperdício e criado novos produtos com valor comercial baseados nas “perdas” e nos ingredientes com aparência “nem tão bonita”. O movimento, que tem apoio de pessoas famosas e grandes nomes da cozinha internacional, chama a atenção para tornar o uso de alimentos como um recurso de maior propósito para sociedade.

3. Produtos artesanais baseados em nichos de mercado já tiveram um expressivo aumento de volume, principalmente as bebidas como cervejas, cafés e sucos. Novos segmentos devem surgir com bom potencial de negócios como, por exemplo, sorvetes e chocolates artesanais. A criatividade de misturar sabores variados somada à versatilidade de produzir pequenos lotes de produtos, ganhará adeptos em nichos de mercado rapidamente.

4. Novos (e bons) ingredientes. De acordo com o relatório de 2016 da associação norte-americana Specialty Food Association (SFA), novos ingredientes devem surgir e serão muito conhecidos do mercado de alimentação por conta da sua rica capacidade nutricional, sabor agradável e sustentabilidade. É o caso das algas marinhas que são ricas em fibras, iodo e antioxidantes, são abundantes na natureza e têm baixo impacto ambiental. Nessa mesma trilha, surgem outros ingredientes como o inhame roxo e alimentos fermentados que também trazem benefícios à saúde e têm sabores agradáveis.

5. Saudável. Diante de uma crescente taxa de sobrepeso da população brasileira, onde mais de 53% dos adultos estão acima do peso, e de que metade das principais causas de morte sofrem influência direta da alimentação, é inevitável que o mercado de alimentação saudável continue prosperando no Brasil. Mais consumidores buscam opções saudáveis e estarão menos tolerantes aos ingredientes artificiais. Alguns varejistas preparam suas cadeias de suprimentos para trabalhar com ingredientes de origem conhecida e certificada, além de privilegiarem fornecedores locais e, ainda, alguns adaptarem seus processos para utilização de alimentos frescos, reduzindo, assim, o uso de alimentos enlatados e congelados.

6. Novos vegetarianos. Se você acha que os alimentos vegetarianos não têm sabor e são sem graça, melhor reconsiderar suas referências. Alimentos sem carne surgem com novas receitas, ingredientes poderosos e criativos que vão além de uma filosofia ou estilo de vida, tornando-se opções extremamente competitivas, saborosas, econômicas, livres de hormônios e com vários benefícios à saúde. Surgem consumidores conhecidos como “novos vegetarianos” que escolhem esse tipo de alimento para reduzir o consumo de carne.

7. Pop-up. Não se surpreenda se você ver surgir, e desaparecer, rapidamente novos restaurantes em casas vazias ou pontos comerciais disponíveis, assim como novas praças de alimentação com food trucks e instalações temporárias em terrenos livres ou estacionamentos. Os restaurantes temporários, também conhecidos como pop-ups, são novos meios favoritos dos chefs para expor suas criações culinárias contando com a alta atenção da sociedade ao redor de uma novidade, mas sem investir na estrutura pesada de um restaurante fixo.

Fonte: O Diário

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Fim do rodízio de espeto? Churrasco personalizado flexibiliza cardápio, agrada clientela e reduz desperdício de carne em 20%

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Imagine um rodízio de churrasco sem passadores de espeto. Um rodízio personalizado, onde o cliente escolhe o que, como e quanto vai comer. Um rodízio escolhido a dedo pelo cliente, com um cardápio variado, e que não represente custo adicional, ao contrário, permita um consumo mais democrático, de melhor qualidade e, que, de quebra, ainda ajude você a reduzir em 20% o desperdício do seu estabelecimento. Imaginou?

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Acredite, o novo formato de vender churrasco já existe e tem obtido bons resultados em São Paulo, deixando os donos dos estabelecimentos e os clientes para lá de satisfeitos. O “rodízio a la carte”, por assim dizer, começou a ser pensado pelos sócios da rede Grill Hall em 2014, e hoje, atende uma unidade modelo na zona leste da capital paulista.

Inspirados por uma tradicional churrascaria argentina, o modelo nasceu da necessidade de reduzir despesas em tempos de crise – uma realidade para o mercado de churrascarias que amarga um déficit de público nos últimos anos – mas agradou tanto os clientes que se renderam à personalização que já virou diferencial competitivo.

Como funciona?

O método é bem simples. E por isso mesmo, os donos do estabelecimento, se orgulham em ter implementado e estarem colhendo bons frutos.

Dentre as opções, o cliente pode escolher entre oito cortes de carne, dois tipos de linguiça, dois tipos de peixes, dois cortes de suínos, duas opções de corte de frango e um corte de cordeiro. As peças de até 190 gramas vêm fatiadas em duas partes em pratos. Segundo o administrador da rede, William Kramer, umas das ideias é que os consumidores pudessem compartilhar as carnes. E o cliente pode pedir o corte que quiser quantas vezes quiser.

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Essa opção reduziu o desperdício de proteínas antes deixados nos espetos ou aquecidos sem necessidade. “Como agora o cliente escolhe o que quer apenas aquele corte vai para a grelha e de acordo com o paladar do cliente”, explica Kramer. Antes com o sistema de garçons passando nas mesas, era preciso deixar muitos alimentos já preparados à espera dos consumidores.

Itens como batatas-fritas, arroz e queijos, por exemplo ainda são servidos por alguns garçons. Porém, boa parte dos alimentos foram colocados em ilhas e réchauds. Além do desperdício de carne, o projeto ainda economiza em mão de obra. Segundo Kramer, o novo método requer 15 funcionários a menos trabalhando no estabelecimento. Com isso, foi possível melhorar a qualiÖcação da equipe, apostar em melhores condições de salários e benefícios para também fidelizar o time de garçons que se mantém fiel a casa. “É o que costumo dizer, se tu não quer problema no salão, esteja disposto a pagar mais do que a média de mercado para as peças-chave de seu estabelecimento”.

A taxa de retorno dos clientes tem sido alta. Uma pesquisa interna realizada durante o pagamento da conta indica que aproximadamente 95% deles aprovam o novo formato, em parte pela não interrupção do garçom oferecendo os cortes a todo o momento durante a refeição. Outros 5% – chamados de tradicionais, acostumados com o rodízio comum ainda resistem. Eles sentam e querem ser servidos, mas acredito que é uma questão de perceber a relação custo x benefício.

Opinião compartilhada por Kramer: “ainda falta paciência do público em ir à churrascaria e escolher a carne e saber a quantidade certa a pedir”. Mesmo com esse desafio em “educar” os consumidores, ambos os sócios afirmam que churrascarias sem espetos ou passadores são o futuro.

Fonte: http://fispalfoodservice.com.br/blog/

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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

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Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Chopeira self-service? Novidade pode mudar o jeito de beber cerveja

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15072016Apreço pela boa cerveja e profundo conhecimento em tecnologia. Esses dois ingredientes foram fundamentais para os irmãos João e Mateus Bodanese, radicados em Florianópolis, criarem um produto que pretende revolucionar a maneira como os brasileiros degustam e se divertem nas rodas de cerveja. Batizado de myTapp, é um sistema eletrônico capaz de transformar qualquer chopeira em uma máquina self-service. O funcionamento é simples e prático. O consumidor utiliza um cartão pré-pago para desbloquear a máquina e então coloca quanto quer da bebida no copo, sem precisar do garçom.

Essa novidade começou a funcionar há poucos meses, mas já traz resultados. Ao permitir que o consumidor compre apenas aquilo que vai beber, a chopeira eletrônica dá autonomia aos clientes. É possível, por exemplo, servir somente 100 ml. “O controle no consumo individual do self-service conquistou um público novo, que até então conhecia poucas opções de cervejas. O sistema permite que a pessoa deguste vários tipos da bebida até escolher o que mais gosta”, explicou João.

Quando chega ao bar, o cliente coloca um crédito no cartão pré-pago (pode ser um token). Cada vez que ele pegar uma cerveja, vai descontar daquele valor o que ele consumiu. Se serviu 125 ml, paga por isso. A cada copo é possível acompanhar quanto você gastou e qual seu saldo.

Os benefícios da myTapp se estendem para a interação entre os usuários. Nos bares onde o produto vem sendo utilizado percebeu-se claramente como a chopeira eletrônica vira o centro de bate-papo e aproxima desconhecidos. Quem já usa o sistema, por exemplo, se dispõe a ajudar os “novatos”. Além disso, consumidores trocam opiniões sobre os tipos de cerveja disponíveis e fazem recomendações uns aos outros. “Atende muito bem ao público que gosta de ir a bares para ficar em pé, circular no ambiente e conhecer novas pessoas”, explica João.

Ideia inspirada nos Estados UnidosA ideia surgiu em 2014 quando João estava na Califórnia para um mestrado em Engenharia de Automação e Sistemas. Certa noite, ele foi com um amigo a um happy hour e se surpreendeu. Todo o bar funcionava no sistema self-service, com 44 chopeiras eletrônicas.
Na mesma hora, João tirou uma foto e enviou ao irmão Mateus, outro fã de cerveja.

De volta ao Brasil, João juntou forças com o irmão, engenheiro elétrico, no sonho de montar o próprio bar. O primeiro projeto era seguir o conceito americano: um pub todo automatizado. Os irmãos Bodanese iniciaram os estudos de viabilidade. O resultado foi desanimador. Sairia muito caro montar um bar e ainda desenvolver o sistema self-service do zero. Diante da dificuldade, se perguntaram: por que abrir um bar apenas para clientes de Florianópolis se podemos vender a tecnologia para o Brasil inteiro? Então, focaram apenas no desenvolvimento da chopeira eletrônica, acionando seus conhecimentos de tecnologia adquiridos durante a faculdade de engenharia. Os irmãos fundaram a startup myTapp e ganharam a companhia de mais três sócios: Guilherme Lima dos Santos, Thiago Ramos dos Santos  e Renan Torres.

O primeiro protótipo começou a funcionar na cervejaria Bode Brown, de Curitiba. Depois de um período de testes, o produto caiu nas graças dos clientes. A Bode Brown mantém atualmente um contêiner com 20 chopeiras eletrônicas. Em São Paulo, a myTapp  desenvolve parceria com uma grande cervejaria brasileira para popularizar o self-service em todo o país. Ainda em estágio embrionário, o projeto deve ganhar escala a partir de 2017.

A mudança no happy hour

Sucesso já garantido está na chopeira eletrônica instalada na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, local que reúne várias empresas do setor. Por lá tem mesa de sinuca, redes para relaxar, minicopa, pufes, lounge e, desde o início do ano, quatro torneiras da myTapp. O produto confere ainda mais descontração no ambiente corporativo e dá aos funcionários uma nova opção para relaxar. Quem curte essa nova cultura é a publicitária Bruna Pires.

15072016AA chopeira mudou a dinâmica do happy hour e facilitou o convívio entre os colegas. Se antes sempre era preciso organizar um encontro no bar após o expediente, agora basta subir a escada, colocar chope no copo e iniciar a roda de conversa. “Depois de alguma reunião importante, da conquista de um novo parceiro ou de um dia corrido, vamos até lá bater um papo e descansar. É simples, barato e prático”, conta.

O self-service instalado no prédio dá mais autonomia para tomar um chope quando quiser, sem precisar combinar com alguém. “Muitas vezes vou sozinha e se tiver outra pessoa na chopeira começamos a conversar”, diz Bruna.

O uso da máquina, porém, não fica restrito aos encontros fora do expediente. É comum ver reuniões sendo realizadas próximas da myTapp e com copos de chope distribuídos entre laptops e documentos. Sim, cerveja também pode combinar com trabalho.

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”