Novidade

Sistema de Delivery on-line e as vantagens deste serviço para os restaurantes

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imageA modalidade de delivery já é conhecida pelos brasileiros há muitos anos. A grande novidade que vem ganhando a atenção de clientes que utilizam este tipo de serviço é realizar o seu pedido via internet. Os motivos que vem atraindo novos clientes para esta nova modalidade de delivery são vários, como explica Daniel Mantovani, diretor Executivo da Pizzaria e Cia.

“Existem várias vantagens, a maior delas é a comodidade que o sistema de delivery on-line passa para o cliente. O cliente pode escolher o produto e pagar sem demora, de forma simples e fácil.”

Quem nunca se deparou com algum tipo de transtorno ao ligar para uma pizzaria para fazer um pedido? Telefone ocupado ou fazer a telefonista ler todo o cardápio para o cliente são alguns deles. Mas com o sistema de delivery on-line todos estes problemas deixam de existir. O cliente ao acessar o site da pizzaria, tem todo o cardápio a um clique, além de não precisar fazer nenhuma ligação o cliente realiza seu próprio cadastro, efetua o pagamento de forma segura ou pode optar por pagar no ato da entrega.

Outra grande vantagem deste serviço é o agendamento de pedidos. Se o cliente quiser chegar em casa e logo em seguida receber sua pizza ou se for receber alguns amigos em casa à noite e já quiser deixar tudo preparado, basta entrar no site da sua pizzaria favorita que utiliza o sistema de delivery on-line e fazer o agendamento. O cliente pode acompanhar o status do pedido a qualquer momento. Rápido e prático não?

Ainda Segundo Daniel Mantovani o sistema oferece vários outros benefícios também para os donos do Restaurante que utilizam este sistema. Com mais de 50 funções administrativas o proprietário pode enviar códigos promocionais, criar inúmeras formas de promoções, enquetes, banners e o sistema tem até um formulário para a contratação de novos funcionários. Além disso o sistema coloca a disposição do restaurante outra ferramenta importante que é a compra coletiva.

A facilidade na utilização do sistema também é um grande diferencial. Todas as ferramentas são auto-intuitivas, permitindo ao cliente ou ao administrador do site utilizá-las sem nenhuma dificuldade.

“…Hoje temos clientes que tiram mais de 200 pedidos por mês somente pelo delivery on-line.

Além disso essa forma de delivery é uma opção que veio para ficar. O comércio eletrônico se tornou realidade e quem deixar para depois pode perder espaço para a concorrência, isso porque muitos já estão aderindo ao serviço….”

Com tanta comodidade e facilidade os pedidos via internet vem crescendo bastante. Empresas aumentam até 30% de seu faturamento com o novo sistema. Uma pesquisa realizada pela Infomoney informa que 40% dos consumidores aceitam pagar mais pelos alimentos desde que os restaurantes melhorassem em alguns aspectos.

Existem inúmeras empresas que oferecem o sistema de Delivery On-line, mas qual o diferencial que a “Pizzaria e Cia” possui em relação à concorrência?

“…Nosso diferencial é o foco na real necessidade das empresas que utilizam nosso serviço. Nosso sistema é hospedado no próprio domínio do cliente (Dono do Restaurante ), isso faz com que o cliente final fidelize o delivery, não tendo a possibilidade de acessar o site da concorrência. Oferecemos suporte On-line 16 horas por dia através de nossa ferramenta de WEBDESK. Hospedamos o site na melhor empresa de hospedagem da América Latina e não cobramos hospedagem. Por fim o cliente que contrata o nosso sistema recebe treinamento sempre que necessário…”

A GR foi em busca de empresários que utilizam o sistema da Pizzaria&Cia para saber como é a operacionalização do sistema por parte da empresa. O Sr. Jonatham da Pizzaria Predileta destacou o que mudou após a implantação do sistema.

“…Hoje atendo cerca de 200 pedidos online por mês e só consigo dar conta graças a esse excelente site desenvolvido por eles. Nele posso criar diversas promoções exclusivas para o pedido online, tenho a integração do site com meu sistema assim quando o cliente faz uma compra online tenho a opção de já sair direto impresso na minha impressora, mas o sistema também disponibiliza um aviso sonoro avisando sobre a chegada de um novo pedido e eu mesmo mando imprimir. Estou bastante satisfeito com o resultado do investimento…”

 

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O Site Gestão de Restaurantes lança seu novo livro “Como montar um Restaurante”

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image O livro “Como montar um Restaurante” traz informações necessárias para os empreendedores que desejam investir na atividade gastronômica. O início de um novo empreendimento gastronômico exige conhecimentos em várias áreas como a preparação de um plano de negócios, compra de equipamentos, contratação de pessoal, gestão do negócio entre várias outras.

É neste contexto que o livro busca auxiliar os leitores com informações objetivas, práticas a fim de direcioná-los nesse processo de abertura de um novo negócio.
Passando por todos os setores de um restaurante como cozinha, salão de vendas, estoque, marketing, administração, o leitor poderá adquirir com este livro informações estratégicas e utilizá-lo como referência no seu dia-a-dia. Você pode adquirí-lo acessando nossa loja virtual no endereço http://www.gestaoderestaurantes.com.br/loja_virtual.html

E para promover este grande lançamento estaremos sorteando um exemplar do livro “Como montar um restaurante”. Para participar é simples, basta seguir o Gestão de Restaurantes no twitter e twittar a seguinte frase:

O @site_gr está sorteando um exemplar do livro“Como montar um restaurante”. ACESSE http://migre.me/150Ui e RT #Como-montar-um-restaurante

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Nome exóticos de Restaurantes. Pra não dizer engraçados – Parte 2

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image Dando continuidade ao nosso primeiro post sobre nomes exóticos (e engraçados) de Restaurantes e Bares, recebemos sugestões de vários leitores que acompanham nosso blog. Vocês podem ver nos comentários do post. Então seguem as sugestões enviadas por eles e várias outras que encontramos por todo o Brasil

“Sussega Madalena – Goiânia”

“Nú ceu – Brasília”

“Sa-fadinha Pizzaria – Goiânia”

“Nas nuvens – Goiânia”

“BARRACA DO PAU MOLE e BARRACA DO PAU DURO”
São 2 bares distintos em João Pessoa ao lado do Hotel tropical e prá completar é uma ao lado da outra. Curiosidade: as vezes não tem ninguem na barraca do Pau mole.”

“Aqui em Miracatu tem um bar com o nome: “O COICE DA CABRA””

“Aqui em Blumenau (SC) tem um barzinho chamado Bar do Defunto.”

“No farol de santa marta tem um bar chamado Boicagô!! ”

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“Mastu Bar” esse é o nome.

“Miau: churrasquinhos de raça”

“Anus 60”

“Whiskrytório”

“A toxa do Bastião”

“Se pagar ninguém apanha”

“Se eu cozinho ninguém come”

“Herança Maldita”

“Habeas Copos”

“Churrasquinho Siamês”

“Comeu, morreu” esse eu mesmo vi em Parnamirim – RN

e você conhece algum? Manda pra gente contato@gestaoderestaurantes.com.br

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Pizzas sem Glúten – Um novo mercado

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Technorati Marcas: ,

image Milhares de pizzarias no mundo já respondem à demanda por opções isentas de glúten nos cardápios – e se beneficiam deste mercado que só tende a crescer. No Brasil já existem pioneiros.

 

 

O mercado de produtos e serviços voltados aos consumidores que devem seguir uma dieta isenta glúten tem testemunhado uma explosão de crescimento sem precedentes, cerca de 25-30% ao ano em alguns países. Uma das razões principais é o aumento na taxa de diagnóstico da doença celíaca, uma doença causada por uma reação auto-imune ao glúten – uma proteína presente no trigo, cevada e centeio – que requer dos portadores a eliminação completa do glúten da dieta por toda a vida. Estima-se que cerca de 0.5 a 1% das população dos países – incluindo o Brasil – onde a doença foi estudada seja portadora. Embora o diagnóstico ainda seja deficiente, basta fazer as contas para se ter uma idéia do tamanho deste mercado (ao qual ainda se somam ainda familiares e amigos da população de celíacos, bem como aqueles consumidores que evitam o glúten por outras razões médicas – como intolerantes e adeptos da dieta sem glúten e sem caseína).

image Seguindo esta tendência, é cada vez maior o número de pizzarias que oferecem opções de pizzas sem glúten para seus clientes. Nos Estados Unidos, as pizzas sem glúten já podem ser encontradas em grandes cadeias como a Uno Chicago Grill, Boston Pizza, Pizza Fusion, Garlic Jim’s Gourmet Pizza, Picazzo’s Gourmet Pizza – bem como centenas de restaurantes independentes. No Canada, cadeias como a Pizza Pizza fizeram inicialmente testes em poucas unidades e se surpreenderam com a demanda, levando-a a expandir a oferta de pizzas sem glúten aos mais de 600 estabelecimentos desta rede. E a situação não é diferente na Europa. Na Espanha, por exemplo, é possível pedir pizza sem glúten para entrega (Telepizza), ou ir jantar em um dos vários estabelecimentos da Pizza Jardim. E na Itália – país da pizza – a empresa DS Pizza Point já fornece massas de pizza sem glúten (bem como treinamento) para mais de 270 pizzarias do país.

Pioneiros no Brasil

O sul do Brasil parece ser pioneiro na oferta de pizzas sem glúten. Duas pizzarias em Florianópolis e uma no Rio Grande do Sul já as oferecem em seus cardápios. No caso de Alexandre di Bernardi, dono da Cantina Di Bernardi (Florianopolis), o contato com a culinária sem glúten começou quando a Associação de Celíacos de Santa Catarina (Acelbra-SC) lhe perguntou sobre a possibilidade de desenvolvimento de uma massa de pizza que fosse gostosa e pudesse ser consumida pelos celíacos. Segundo Alexandre “a Associação e seus membros ficaram tão agradecidos e felizes com a pizza que passei a oferecer a pizza sem glúten – que é preparada e aquecida separadamente para evitar contágio com outros itens que contém glúten – diretamente no cardápio da Cantina”. Desde então a oferta de opções sem glúten em seu cardápio já aumentou, e inclui massas (como nhoque e fuzzili) e agora a estréia da panqueca sem glúten, com receita da casa.

image A Lorenzos Pizzaria também oferece pizzas sem glúten desde que abriu, em 2003. O dono, Gustavo Lorenzo, conhece de perto as privações alimentares – e sociais – que vem junto com a doença celíaca já que convive com a doença em sua família. Ele mesmo passou por um perído de previções alimentares enquanto investigava as causas de algumas alergias alimentares. Segundo Gustavo, “ao ver as dificuldade enfrentadas por estes pacientes e principalmente os transtorno sociais que eles sofrem decidi oferecer um pouco de alívio. Fiquei profundamente sensibilizado ao entender das privações dos celíacos e por isso decidi dar um pouco de minha contribuição”. Na Lorenzo, toda a manipulação da pizza para celíacos é feita por funcionários que não entram em contato com farinha, e a pizza é feita num forno separado dentro da cozinha, onde não há o uso de produtos com glúten.

Estas são boas notícias para os celíacos. Mas também para os donos de estabelecimentos que oferecem estas opções. Clientes como os celíacos costumam ser extremamente fiéis. Para estas pessoas, a existência deste tipo de restrição alimentar se traduz na necessidade de comer somente em casa ou em alguns poucos lugares. Portanto, quando estas pessoas encontram um lugar que pode oferecer-lhes opções seguras de alimentação, compatíveis com suas dietas, elas tornam-se fregueses freqüentes e fiéis. Esse estabelecimento será também o local onde essas pessoas irão levar seus amigos e sua família quando forem comer fora. Portanto, ao oferecer opções para esta parcela da população, o estabelecimento poderá tornar-se um ponto de encontro freqüente para essas pessoas, seus amigos e suas famílias, abrindo assim as portas para centenas de novos clientes.

Fonte: http://news.specialgourmets.com/pt/

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Ficha Técnica para Restaurantes

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Technorati Marcas: ,,

ficha_tecnicaA ficha técnica é um dos mais importantes documentos para o restaurante. É através dele que se registra todo o processo de elaboração dos pratos, bem como das matérias primas utilizadas, suas quantidades e seu valor total de produção.

Pode ser dividida basicamente em duas partes.
A primeira, gerencial, identifica todos os custos de matéria-prima inerentes aquela preparação (ficha técnica de custo).
A segunda, operacional, identifica todas as estapas da produção do prato, além de exibir uma fotografia do prato montado (ficha técnica de receituário).

A ficha técnica tem como funções básicas:

  • Registrar quantidades de matéria-prima utilizadas nas preparações;
  • Padronizar quantidades de matéria-prima nas preparações;
  • Padronizar a montagem e apresentação dos pratos;
  • Identificar os custos de produção;
  • Registrar os processos de produção;
  • Manter um histórico das preparações do restaurante;
  • Permitir a comparação das informações de consumo;
  • Facilitar as projeções de compras e especificações de mercadorias;
  • Controlar os volumes de matéria-prima requisitados;
    • Comparar as informações de consumo com as informações de vendas.

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Como transformar seu ponto num sucesso de público

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Por José Roberto Luppino

O ponto comercial responde pelo fracasso do negócio? Em parte, sim. Muitos colocam na localização a culpa pelo malogro do negócio, mas especialistas e empresários mostram que, além de um bom endereço, é necessário buscar o diferencial e o exclusivo, para cativar clientes e encontrar a sustentabilidade do empreendimento.

ponto_1.jpgCardápio definido. Mesas postas. Panelas borbulhando na cozinha. Tudo absolutamente checado em cada detalhe, para receber o mais importante personagem da história de um restaurante: o cliente. Ele virá?
A resposta depende de uma série de fatores que leva a clientela a decidir-se por um ou por outro restaurante. Diante de tamanha concorrência no setor, vários motivos influenciam na escolha e têm peso decisivo para o sucesso ou o fracasso do negócio, incluindo sua localização ou o ponto comercial. Estar situado em um ponto conveniente pode ser uma questão de sobrevivência nesse ramo, sobretudo em regiões metropolitanas e nas grandes cidades, onde os restaurantes surgem com impressionante rapidez, porém desaparecem na mesma velocidade. Mesmo assim, lembram os especialistas – a escolha do ponto comercial nem sempre recebe o devido tratamento.

O valor de um imóvel (compra ou aluguel) influi sobremaneira na decisão, porém muitas vezes errônea, o que leva a perdas irrecuperáveis dos investimentos. Mas existem outros fatores que devem ser estudados: os acessos, a visibilidade, os ruídos, os vizinhos, o fluxo de pessoas e a incômoda concorrência. “Escolher um ponto comercial requer estudos
detalhados, onde muitas variáveis são combinadas para se chegar a um correto diagnóstico” explica João Abdalla Neto, consultor de marketing do Sebrae-SP, entidade nacional de apoio aos micros e pequenos negócios. Tudo se resume a detalhes técnicos, que muitas vezes passam batidos aos olhos do investidor. Pense naquela curva chinfrim. Pois bem, esse detalhe viário pode diminuir ou retirar toda a visibilidade do restaurante.
Mas existem outras barreiras – naturais ou da infra-estrutura urbana – que fazem um ponto comercial difícil ou sem atrativos, o que requer maiores investimentos na promoção
e comunicação do restaurante. Quando nada cresce no local, tem-se o chamado ponto “micado”, termo defendido por uns e rebatido por outros. Ladeiras acentuadas ponto_2.jpgatrapalham. Linhas de trem, grades divisórias de faixas de trânsito, corredores de ônibus, pistas de tráfego local, bancas de revistas, calçadões, falta de estacionamento etc. também
representam problemas. Viadutos? Nem pensar. Melhor manter-se distante deles, pois depreciam o meio ambiente urbano, como o Elevado Costa e Silva (Minhocão), em São Paulo, e as vias elevadas, na zona portuária do Rio de Janeiro. Ponto de ônibus pode ser um entrave ou não, depende do perfil do restaurante. Os mais populares e os botecos levam vantagens nesse caso, mas uma casa de nível mais alto pode ter a sua carteira de
clientes diminuída pelo costumeiro caos de uma parada de coletivos.

Vários tipos de vizinhos podem se tornar um problema, como as casas funerárias, que definitivamente não combinam com culinária. Para Abdalla Neto, não existe ponto micado. Ou seja, tudo depende de haver coincidência entre as propostas do empreendimento com o perfil da região escolhida e dos potenciais clientes, como o poder de consumo e receptividade a determinados produtos e serviços. Esses dados são obtidos por meio de pesquisa de campo, onde todas as variáveis de viabilidade são aferidas e compõem um pacote de informações decisivas para a sustentabilidade do restaurante. “Informação é tudo”, resume.

A fim de ilustrar, o consultor do Sebrae relembra o caso de um empresário que – por causa do baixo preço do aluguel e excelente localização – comprou um restaurante em frente ao Fórum de Santana, na capital paulista, que três meses depois se mudou para outro prédio. O vendedor sabia da iminente transferência. O comprador desavisado amargou prejuízos, com a queda de fluxo de transeuntes. “Faltou pesquisa antes da tomada de decisão”, diz Abdalla Neto. Transformar pontos desfavoráveis em recantos atrativos pode ser muito penoso, mas não impossível. Requer investimentos pesados – financeiros e institucionais – na promoção do diferencial, da exclusividade. Portanto, o local deve ser escolhido mediante conceitos consagrados no mercado. No final dos anos
90, a cozinheira baiana Dadá transformou seu restaurante Tempero da Dadá (rebatizado como Varal da Dadá) em um sucesso nacional de crítica e de público. Detalhe: o restaurante da Dadá fica no bairro Federação, no Alto das Pombas, uma das zonas mais pobres de Salvador e, teoricamente, um ponto desfavorável. O diferencial, como discorrem os especialistas, está na alquimia de sabores e aromas que vem da cozinha e na capacidade da proprietária de se expor, com seu modo simples e sorriso farto, na mídia
especializada no setor, sobretudo na televisão. Resultado: uma segunda casa foi aberta no coração do Centro Histórico do Pelourinho, que preenche todos os requisitos de um bom ponto: visibilidade, acesso e com um fluxo de pessoas sem nenhuma pressa e com poder de consumo. Mas nem todo mundo tem uma pata de coelho no bolso. Para entrar no ramo ou mesmo para ampliar o restaurante, com a firmeza requerida, pode-se recorrer a um rol de metodologias científicas.

“O primeiro passo será definir o ponto_3.jpgpúblico-alvo e levantar todas as informações possíveis, focar todos os esforços no cliente potencial” diz o consultor da Faculdade Senac de Turismo e Hotelaria, Alexandre Mota – um especialista em gestão para turismo e hotelaria. Definido o público-alvo, estudada a concorrência, a escolha do ponto comercial deve ser norteada pela combinação do trinômio: local, visibilidade e acesso. “Nada adianta estar numa superesquina, mas com acesso difícil”, diz Mota. Quando os fundamentos não são observados – e isso se mostra muito freqüente – a chance de o negócio sair errado tende a ser maior. Culpa do ponto? Nem sempre. Um trabalho de reposicionamento pode diagnosticar os problemas. Além do ponto, um cardápio mal elaborado, a ambientação em desacordo com o perfil do público, os preços inadequados ao público-alvo, o atendimento incorreto, podem ser o portão para a chegada da crise. Todos esses fundamentos balizaram a montagem do recém-inaugurado Aneto, com capacidade para 380 pessoas, num ponto comercial do Jabaquara, em São Paulo, onde outros três empreendimentos sucumbiram tempos atrás. Em dois meses, a casa contabiliza mais de 500 clientes por dia, que buscam o bufê no sistema por quilo, elaborado pelo chefe Carlos Soares, que tem passagem por diversos templos brasileiros da gastronomia brasileira. Por um bom tempo, a empresária Elza Nunes (do tradicional Dona Lucinha) estudou e observou minuciosamente o comportamento do público-alvo do Aneto, estimado em mais de 12 mil executivos e funcionários de grandes empresas, bancos e multinacionais da região. “São pessoas que passam o dia todo sentadas no escritório e que buscam um cardápio muito leve e trocado diariamente, com pratos das cozinhas brasileira e internacional”, conta Elza Nunes.banner_como_montar_restaurante

Uma pesquisa de mercado preparou o caminho para a abertura de O Chefão, na cidade de Americana, no interior de São Paulo, num ponto de um restaurante que fechou as portas 20 anos atrás. Instalado num casarão de sete décadas, dos tempos áureos do café, com 900 metros de área construída, em um terreno de 2 mil metros quadrados, a casa ostenta quatro ambientes: um fone-bar, uma pizzaria, um sushi-bar e uma choperia na parte externa e jardim. Na média, o público está entre 600 e 800 pessoas/dia, podendo chegar a 1.200 clientes/dia nos finais de semana. “Uma pesquisa mostrou que esse era o local ideal, mas precisava de uma ampla reforma. Decidimos bancar o investimento para oferecer um local diferente, especial, e está dando muito certo”, conta Ivan Ângelo Bankoff, um dos quatro sócios-proprietários. “O público busca experiências agradáveis;
o restaurante deve estar preparado para isso”, diz Alexandre Mota do Senac. Nesse quesito, o Café Girondino mostra-se insuperável ao resgatar uma parte da história paulistana e do glamour do ciclo cafeeiro. Encravado no centro velho da cidade de São Paulo, que passa por um processo de revitalização, o café-restaurante-choperia recria o ambiente de um café de mesmo nome, que funcionou entre 1822 e 1917. Móveis, mesas, cadeiras, balcões, piso e escadaria foram produzidos depois de intensas pesquisas em acervos fotográficos de museus e bibliotecas. Tem boa visibilidade, oferecida pelo espaço amplo e aberto do Largo São Bento, é facilmente acessível para pedestres, por estar numa ponta de rua fechada aos veículos e na saída de uma estação do metrô. O Café Girondino convive com intenso fluxo diurno (pelo centro paulistano circulam 3 milhões de pessoas/dia) e com um imenso vazio humano durante a noite. Somando o público do cafezinho e restaurante, são mais de 1.500 pessoas por dia. “Há muito preconceito em relação ao ponto, por estar no centro. Mas conquistamos nosso público-alvo: pessoas
que circulam na região ou trabalham no centro velho e buscam um restaurante de nível acima da concorrência”, diz o sócio-proprietário Carlos Alberto Messias.

Fonte: Cozinha Profissional

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Negócio Fechado – Caldeirão do Huck

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(Atenção: Alguns leitores têm deixado recados nos “comentários” como se estivessem entrando em contato com o Caldeirão do Huck. Gostaria de esclarecer que este blog não possui nenhum vínculo com o Caldeirão do Huck. Para participar do quadro informe-se no link www.globo.com/caldeirao )

negocio0.jpgDesde o início da civilização, o homem teve descobertas ecriações que mudaram a história da humanidade: o fogo, a roda, a escrita, a eletricidade ou, para algumas pessoas, a escova progressiva. Sem dúvidas, fomos nos adaptando e criando várias fórmulas que facilitaram muito a nossa vida. Contudo, tem uma fórmula que ainda não foi desvendada: a fórmula do sucesso. Tudo bem que o sucesso é relativo, mas, se há um lugar onde o sucesso tem um significado claro, é no mundo dos negócios. A fórmula é simples: sucesso é igual a lucro. Alcançar o resultado final dessa equação é o objetivo de mais de 13 milhões de brasileiros, afinal, o nosso país é o décimo mais empreendedor do planeta. Ter um negócio está longe de ser uma tarefa fácil. Mas, se depender do Caldeirão, isso está prestes a mudar! Nós reformamos carros, transformamos casas e agora vamos tirar negócios do vermelho!

Nossa primeira sociedade foi num restaurante. Para ajudá-lo nessa missão, Huck convocou um dos 50 melhores chefs de cozinha do mundo: ninguém mais, ninguém menos que Alex Atala.

Toda a criatividade administrativa e empreendedora do apresentador, somada ao conhecimento, talento e habilidades culinárias do consagrado chef de cozinha, estiveram a serviço da família Melilli, que há 54 anos possui um restaurante no bairro de Santa Cecília, São Paulo. O lugar se chamava Donat’s Atelier Gastronômico.

A história da família Melilli começa na cidade de Faeto, na Itália, com o Nonno Antonio, Nonna Giovana e seus seis filhos. Depois da segunda guerra mundial, a família Melilli escolheu a cidade de São Paulo como seu novo lar. Cozinheira de mão cheia, Nonna Giovana resolveu compartilhar seus talentos culinários com o restante do bairro de Santa Cecília e eles abriram uma fábrica de macarrão e um restaurante. Surgiram então as “Massas Caseiras Donats”, cantina e rotisseria. E não é que o negócio deu certo? Tanto que eles estamparam capas de revistas e jornais e até exportaram suas massas para o Japão.

Mas, apesar do sucesso, depois que Nonno Antonio e Nonna Giovana deixaram a família, o negócio começou a afundar… Dos 6 filhos, apenas o Mário resolveu continuar trabalhando no restaurante. Apesar das dificuldades, o Donat’s continuava de pé, mas não seria por muito tempo. Pensando nisso, a Tarsila e a Carolina, sobrinhas do Mário, escreveram uma carta pra gente. Tudo que elas queriam era resgatar a tradição da família e fazer o Donat’s relembrar seus tempos de casa cheia. A união deles chamou nossa atenção e por isso eles foram escolhidos como os primeiros empreendedores do Negócio Fechado.

Huck e Atala foram ao Donat´s como clientes comuns e pediram quase tudo que havia no cardápio, para desespero do garçom, que não anotou direito o pedido, e para a cozinheira Laura, que ficou tonta por ter que fazer tantas coisas diferentes ao mesmo tempo. Foi uma confusão danada! Na hora de servir, pão velho, entradas suspeitas, vinho estilo suco de uva e talheres sujos. Atala percebeu que a salada em sua maioria era composta por produtos em conserva, a lasanha estava com gosto de geladeira, o frango à passarinho estava sem tempero, a batata foi frita com óleo velho… Enfim, o único que se salvou um pouco foi o bife à parmegiana.

negocio1.jpgDepois do prato principal, finalmente eis que chega o tão esperado tio Mário. Conhecendo melhor esta figura simpática, ficou claro para nós que o Donat´s não se tratava mais de um negócio, mas sim de um passatempo. Tio Mário aceitou a nossa sociedade, Huck e Atala tinham um longo caminho a percorrer para transformar aquele lugar num negócio saudável e rentável.

Depois de uma péssima noite de sono, nosso pequeno apresentador e o badalado chef chegaram à conclusão de que precisariam de sangue novo para tocar o restaurante. Huck e Atala convocaram as sobrinhas do tio Mário para conversar e tentar achar uma solução. Elas contaram que o Marinho, filho do Tio Mario, já teve um bar e agora estava trabalhando num banco. “Liga pro Marinho agora!!!”banner_como_montar_restaurante

Marinho aceitou a nossa proposta de assumir a administração do estabelecimento e deixar o Tio Mário como mestre de cerimônia. Com outro ânimo, nossa equipe partiu para o Donat´s para conversar com o chefe da família. Como num filme, o pai passava o bastão para filho. O sonho dos dois se realizava ali, diante das nossas câmeras.

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Huck saiu de cena, Atala assumiu o comando. A partir dali a brincadeira acabou, havia muito trabalho a ser feito. Era preciso começar do zero. Como teste, convidamos a nossa própria equipe para almoçar. Atala deixou a bagunça correr solta, como um médico, tentando diagnosticar as doenças. Era o dia da observação. Foi um caos!
Um italiano cansado, duas sobrinhas preocupadas e um filho pronto para assumir os negócios. Uma família unida e um restaurante à beira da falência. A história da família Melilli era incrível, mas eles teriam que se esforçar muito para o negócio não ficar no passado.

negocio3.jpgDepois de uma necessária lavação de roupa suja entre os membros da família, Alex achou melhor fechar temporariamente o restaurante. Hora de todos pegarem na vassoura, esponja e muito desinfetante para fazer uma limpeza geral no lugar. Saia óleo de todos os lados, impressionante.

Alex precisava mostrar aos novos administradores do negócio que não estava ali para brincar. Afinal, a sociedade com o Caldeirão acaba em 6 dias, o restaurante não. Nesse negócio é imprescindível que tudo funcione em sintonia, como uma orquestra, todos os dias. O foco dos administradores tem ser constante. A televisão funciona como uma grande janela. Mas, assim como ela pode ajudar, pode ser fatal para o negócio se os donos não estiverem 100% comprometidos.

Depois da sabatina do chef, Carol (sobrinha) e Marinho entenderam a gravidade da situação e começaram encarar com seriedade os problemas. Atala deixou como incumbência para os dois uma reestruturação da equipe do restaurante. Eles mandaram todo mundo embora e contrataram novos funcionários. A única que permaneceu foi a cozinheira Laura, uma guerreira que se mostrou bastante aberta às mudanças.
negocio4.jpgLimpeza feita, equipe nova, faltava cuidar do item principal do restaurante: o cardápio. Mas, antes de cozinhar, eles precisavam aprender a comprar. Por isso, o dia começou na feira. Foi complicado. Muitas dúvidas, muitas compras e pouca iniciativa.

Preparar um cardápio exige organização. É preciso medir as quantidades, cortar, picar e armazenar corretamente os ingredientes. Esse é um processo fundamental em qualquer restaurante. Apesar de trabalhar há 3 anos como cozinheira do Donat´s , a Laura nunca tinha feito isso antes. A idéia era montar um cardápio típico de uma cantina italiana. Para isso era preciso ficar atento aos detalhes. Numa cozinha quase tudo pode ser aproveitado.

negocio5.jpgMarinho e Carol melhoraram, mas ainda estavam longe do ideal. Um dia antes da reinauguração foi feito mais um teste. O jantar foi por conta deles, Alex Atala e Luciano Huck eram apenas mais dois exigentes clientes. Enquanto isso, o clima na cozinha estava meio amargo. Carol e Marinho não conseguiam se entender. Não adiantava fugir, nem se desesperar, era preciso dormir pensando onde haviam errado e como podiam não repetir os erros na reabertura do restaurante.

negocio6.jpgO primeiro dia da vida nova da família Melilli chegou e a nossa sociedade estava chegando ao fim. Para garantir que a casa estivesse cheia, preparamos panfletos e camisas do novo restaurante. Convocamos a família inteira para sair pelo bairro divulgando a reinauguração. Nossa parte foi feita, agora a bola está com eles! Negócio Fechado?

Para visualizar os videos clique nos links a seguir:

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Fonte: Globo.com

E aí, o que vocês acharam do quadro “Negócio Fechado”? Coloquem suas opiniões nos comentários. Um abraço

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