Recursos Humanos

Uniformes, Qual o melhor para minha equipe?

Postado em Atualizado em

image O GR foi em busca de especialistas no assunto para ajudá-lo na escolha do melhor uniforme para sua equipe. O uniforme é um dos cartões de visita de um Restaurante. Quando você entra em um estabelecimento e se depara com uma equipe com os uniformes todos padronizados, limpos e bem passados, já sabemos que se importam com seus clientes e também com seus funcionários. Mas existem alguns detalhes que devem ser observados na hora de escolher o uniforme de sua brigada. Desde a cozinha ao atendimento. Dentro da área de manipulação e produção de alimentos é recomendada a cor branca e o tecido 100% algodão, que proporciona maior conforto e segurança para o funcionário. O tecido 100% algodão oferece maior resistência a pegar fogo e portanto é mais recomendado para uso em produção que envolva chama. O tecido misto também pode ser usado pois a trama contém algodão que oferece alguma segurança. Não devem ser usados os tecidos 100% poliéster ou outros sintéticos que são bastante inflamáveis. Na área de atendimento são mais recomendados os tecidos mistos (algodão e poliéster), pois possuem maior durabilidade e consistência das cores. Os tecidos mistos ou sintéticos têm cores mais firmes que não desbotam com facilidade e muitas vezes podem ser usados após a lavagem quase sem passar. Hoje você encontra facilmente empresas para bordar a marca de seu restaurante nos uniformes. Nada como um charme a mais. Nas guarnições de mesa (toalhas e etc…), sugerimos o tecido “PANAMÁ GOLD”,  que é 100% poliéster e alia alta durabilidade, consistência de cores e padronagens diferenciadas. Possui ainda a opção de 3,00 metros de largura que permite uma grande variedade de tamanhos de toalhas sem emendas. Com relação aos calçados, para uso intenso com água são sugeridos as botas de borracha. Onde há menos presença de água podem ser as botinas de couro e os tênis de courino.    banner_manual_conduta

Anúncios

Advertência, suspensão ou demissão?

Postado em Atualizado em

Technorati Marcas: ,,

image Se o funcionário cometer uma falta, maltratar um cliente ou desrespeitar um colega, o empresário deve tomar alguma atitude, evitando que esse tipo de ocorrência se generalize. Pode, por exemplo, nos casos de faltas mais leves, chamar o funcionário para conversar, mostrando seu erro. Se já houve essa conversa ou se a falta teve alguma gravidade, cabe, então, advertir o funcionário verbalmente ou por escrito. Nesse momento, mais uma conversa pode ajudar, indicando o erro, a conseqüência e a necessidade da advertência.

Uma sucessão de faltas leves ou uma falta de maior gravidade pode justificar uma suspensão ou demissão. Para essas punições, que são mais enérgicas, a empresa deve se preparar, juntando testemunhas, documentos ou outros meios de prova, para que possa usá-los em caso de reclamação trabalhista.

Uma sucessão de faltas leves ou duas de média gravidade podem ser consideradas faltas graves e justificar suspensão ou até demissão.

A empresa deve aplicar advertências ou suspensões por escrito e, então, exigir que o funcionário reconheça que o original lhe foi entregue. Essas advertências e recibos devem ser guardados em arquivos. Caso o funcionário não queira assinar, a empresa deve procurar por duas pessoas, que viram o mesmo se recusar, para testemunhar.

Se ocorrer algo mais grave e não aparecer culpado, como, por exemplo, um furto, a empresa pode abrir um procedimento administrativo e ouvir os funcionários do setor, individualmente.

Esse comportamento irá demonstrar a preocupação com o fato e poderá contribuir para intimidar o faltoso e evitar repetição.

Se houver uma reclamação trabalhista, em que o funcionário alegue ter sido demitido sem justa causa, fica fácil para a empresa provar que isso não é verdade. Basta exibir os avisos de advertência, dizendo a que faltas corresponde cada um deles. Isso costuma impressionar o juiz.

Ao aplicar penas disciplinares, o empresário ou o gerente, que age como um juiz, tem de ser justo e razoável, para que o outro juiz – o do Trabalho – lhe dê razão. Deve também não esquecer de recolher prova, pois ela poderá ser necessária no futuro.

A experiência mostra que a melhor forma de evitar problemas disciplinares é aplicar uma boa entrevista na hora de selecionar os funcionários e, em seguida, formar uma cultura empresarial, ou seja, uma equipe coesa, qualificada, motivada, consciente, que vista a camisa.

Fonte: http://www.revistabareserestaurantes.com.br

banner_manual_conduta

Uniformes para Restaurante

Postado em Atualizado em

Procurando modelos de uniformes para garçons, cozinheiros, antendentes e outros? Pesquisei na internet alguns modelos para auxiliá-los em suas escolhas. Espero que gostem.

image image image image

image image

image image

image image

image image

image image

image image
Fonte: http://www.classicuniformes.com.br

image image

image image

image image

image image

image image

image image
fonte: http://www.pallavitino.com.br

 

banner_manual_conduta

Uniformes são essenciais? Sim ou não. Por quê?

Postado em Atualizado em

paula_gouvea

(x) Sim ( ) Não

No setor de restaurantes, desde o cumim até mesmo o próprio chef de cozinha devem usar uniforme. Primeiramente, para diferenciá-los dos clientes, e depois para que os clientes saibam, por exemplo, quem
é o garçom. Penso também que os uniformes devem
ser padronizados. É interessante evitar o tradicional
(gravata borboleta, camisa branca e calça preta), pois é inconveniente que um garçom esteja usando a mesma roupa que um cliente. Para evitar
isso, usamos no Spettaculo um uniforme personalizado, com um avental que leva no peito um logo da casa. A melhor opção para os garçons do salão é a cor preta, pois evita que fiquem feios e apareçam sujeiras, passando um aspecto melhor . Já o avental na cor branca é mais utilizado para o setor da cozinha. Isso porque a cor transmite um aspecto de limpeza. O uniforme também é um sinal de respeito com o cliente. Em lojas de roupas é muito comum alguém confundir cliente com vendedor e acabar criando uma situação chata para todos. Isso não
pode acontecer em um restaurante. Um freqüentador jamais pode ser confundido com um garçom. E é inaceitável que o cliente fique
pesquisando no salão quem é garçom e quem não é. O uniforme tem de ser característico, não deixar dúvidas de que determinada pessoa é funcionário da casa. A aparência física também pode ser incluída
como item do uniforme. O garçom não pode estar com barba, cabelo comprido ou com a cara amassada. E para finalizar, vale lembrar que o sorriso também é parte essencial do “uniforme”.

Paula Gouveia é proprietária do Spettaculo Restaurante.
Estrada Itapecerica, 1778 – São Paulo,
SP – Equipe do salão: 20 pessoas. Refeições servidas diariamente no restaurante: 150 couverts.
www.spettaculo.com.br

joao_vergueiro (x) Sim ( ) Não

O uso dos uniformes é essencial para os profissionais que lidam com alimentos, por questões de higiene e segurança. A doma, que deve ser 100% algodão, serve para bloquear e absorver o calor do fogo. As mangas compridas protegem a pele do contato com a gordura quente. O tecido da calça deve ser fino e leve. As cores, que variam entre branco, preto e xadrez distinguem a hierarquia do profissional. As calças brancas são geralmente usadas pelos faxineiros, as xadrezes, pelo cozinheiro, e as pretas usadas pelos chefs. O avental é de extrema importância para que o uniforme seja mantido limpo, além de bloquear a entrada do calor. O calçado é importante para a segurança. O ideal é que seja de couro, com ferro nas pontas para prevenir as quedas de panelas pesadas sobre os pés. O salto serve para manter a coluna no lugar, a sola de madeira, para que se possa pisar com firmeza e evitar o desgaste do solado e, debaixo do sapato, é necessário haver borrachas para evitar a condução de energia. Quanto às luvas, geralmente, são utilizados quatro tipos: as básicas, para lavar louças;
as de malha de ferro, para retirar resíduos e manusear facas afiadas; as térmicas de amianto, para retirar as panelas do fogo; e as cirúrgicas, para preparações que exijam a manipulação direta, por exemplo, a mistura de uma massa. Já o chapéu é importante para proteger os alimentos da queda de cabelos.

João Vergueiro Leme é chef e sócio do Restaurante
Rôti. Rua Lisboa, 191 – São Paulo, SP –
Equipe do salão: seis pessoas. Refeições servidas diariamente no restaurante: 60 bufês e 40 à la carte.
roti@rotirestaurante.com.br

carlos_bettencourt (x) Sim ( ) Não

O uniforme pode ser considerado tão importante
quanto a própria comida em um restaurante. Imagine
como seria chegar a um restaurante e não saber quem é o garçom. É parte essencial no serviço. A preocupação do A bela Sintra com os uniformes nos levou a encomendar modelos exclusivos com o estilista Walter Rodrigues. Isso porque acreditamos que um uniforme bem-feito e em harmonia com os ambientes da casa é uma demonstração de
respeito com o cliente. Para diferenciar o serviço, cada função deve ter um uniforme diferente. O cliente precisa diferenciar mäître, garçom, cumim e sommelier. O conceito de uniforme também abrange outros aspectos como educação, higiene e bom humor. Todos precisam ter um excelente conhecimento da casa, para saber oferecer ao cliente exatamente o que ele deseja. O garçom é o representante da casa para o cliente, a impressão que ele deixar é a impressão que o cliente vai ter
da casa. Daí a importância de seu relacionamento, sua aparência e seu uniforme. Detalhes como falar o português corretamente, a pronúncia certa de cada prato, e uma boa postura também fazem a diferença. Enfim, o uniforme não é só uma roupa, é um conjunto de ações que se espera do funcionário de um restaurante. Para isso, o clima da casa deve
ser harmônico e o serviço padronizado.

Carlos Bettencourt é restauranteur do A bela
Sintra. Estrada de Itapecirica, 1778 – São
Paulo, SP –
Equipe do salão: 50 pessoas. Refeições servidas diariamente no restaurante: 200 couverts
www.abelasintra.com.br

Fonte: Cozinha Profissional

E em seu Restaurante? Seus funcionários trabalham uniformizados? Você acha que valeu a pena? Participe…

banner_manual_conduta