Segurança Alimentar

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Produtos com datas de validade próximas ao vencimento: o que fazer?

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Ela, então, pega todos os ingredientes e os coloca na bancada. Um deles estava escondido dentro da dispensa, lá atrás, praticamente esquecido. Para a surpresa dessa senhora, ele vencerá no dia seguinte. E agora? Usar ou não usar o produto?

validade alimentos restaurante

Comum dentro dos lares, esse fato também acontece em estabelecimentos de alimentação fora do lar como restaurantes, bares e cafeterias. Devido a vários motivos, ingredientes ficam estocados por muito tempo e quando vão ser utilizados estão próximos da sua data de vencimento.

O estabelecimento pode usá-los ou a melhor atitude é jogá-los fora? Devem ser prato principal ou funcionam somente como acompanhamento? Certamente, são muitas as dúvidas de gestores de estabelecimentos do ramo.

Diz-se que após o prazo de validade o produto ainda pode ser utilizado sem problemas. Mas esse ato não é aconselhado, principalmente quando se trata da alimentação de muitas pessoas.

É o que afirma Laura Alonso, nutricionista supervisora da RM Soluções, empresa especializada em qualidade, higiene e segurança alimentar. Segundo ela, após o prazo o produto pode perder a garantia de qualidade nos aspectos sanitários e sensoriais.

A data de validade dos alimentos é sempre estabelecida pelos fabricantes e fiscalizada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Logo, todo produto que está dentro da data de validade está apto para o consumo e pode ser utilizado na preparação dos pratos sem nenhum problema.

Porém, vale lembrar que, mesmo estando dentro do prazo de validade, o responsável pela preparação do prato deve sempre observar as condições do ingrediente e da embalagem e, em caso de coloração não usual do ingrediente, sinais de mofo, latas amassadas ou danificadas, aconselha-se descartar.

E em alguns casos, mediante a visita da vigilância sanitária, o estabelecimento pode receber uma multa pesada.

Como não ter em estoque alimentos próximos do vencimento?

Se seu estabelecimento tem produtos em estoque próximos à data de vencimento, a primeira ação a ser tomada é melhorar o planejamento de utilização, visto que produtos armazenados próximos da data de vencimento indicam claro sinal de que houve algum erro na gestão do estoque.

Neste contexto, a nutricionista cita que “a melhor forma de evitar o desperdício de alimentos devido ao prazo de validade expirado é realizar, em primeiro lugar, um bom controle, sempre alinhado ao planejamento”.

Também é importante que você sempre compre a quantidade adequada de determinado produto para determinado período. Portanto, planeje o quanto do produto irá precisar para um período e compre somente o necessário.

O que fazer com produtos próximos da data de validade?

Como já dito, é essencial que se tenha controle sobre a data de vencimento dos produtos que estão estocados. Com isso, ao observar que determinado ingrediente dentro do seu estoque está próximo do vencimento, procure elaborar pratos que o utilizem.

O termo mais usado para uma boa gestão de estoque em bares e restaurantes (principalmente em self service) é o seguinte: faça seu estoque girar, ou seja, utilize os ingredientes mais “antigos” e armazene os mais novos.

Laura Alonso sugere que em restaurantes, o produto deve ser inserido no cardápio como componente ou se, em baixo volume, agregando sabor ou decoração a um prato.

A profissional completa: “no caso de produto para venda, a opção é realizar promoções e colocá-lo na linha de frente para rápida saída”. Tais ações são muito importantes, pois diminuirão o desperdício de alimentos e o prejuízo financeiro do estabelecimento.

No entanto, “o produto pode ser utilizado sem problemas caso faça parte de uma refeição que será servida no dia ou dentro do período de validade (do produto que está para vencer)”. Porém, ela não recomendaria a inserção em pré-fabricações ou em produtos que serão congelados ou consumidos em datas muito longas.

Para a profissional, dependendo do processo em que o produto final for obtido, poderá haver alteração em suas características.

Quando ficar atento?

Existem no mercado de alimentação fora do lar ótimos softwares de gestão de restaurantes e bares, que se bem conduzidos e programados, avisarão ao gestor sobre os produtos que estão próximos de atingir a data de validade, indicando que devem ser usados mais rapidamente.

Porém, para Laura, há variáveis que devem ser consideradas. “O sinal de alerta depende do produto, do volume em estoque e média de clientes atendidos”.

Para finalizar, a nutricionista afirma que devemos confiar em datas de validade dos produtos manipulados no local e principalmente na gestão de estoque para evitar excessos.

Fonte: https://www.sebraeinteligenciasetorial.com.br/produtos/noticias-de-impacto/produtos-com-datas-de-validade-proximas-ao-vencimento:-o-que-fazer/58a2ef7937a6ad1800ab4fa4

Boas Práticas – Contaminação cruzada

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 Prevenção da contaminação cruzada

     A contaminação cruzada é a transferência de contaminantes entre superfícies, alimentos e/ou mucosas. O exemplo clássico disso é representado pela contaminação de alimentos cozidos que são armazenados junto a alimentos in natura. Durante muito tempo, apenas esse tipo de contaminação era visto como contaminação cruzada.

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As fontes de uma contaminação cruzada podem ser:

Matérias primas e insumos:

     Especialmente aqueles que chegam em seus estados brutos, in natura, que não passaram por tratamento térmico ou higienização. É natural a presença de alguns contaminantes nesses produtos e o desafio é impedir seu contato com superfícies ou outros alimentos.

Processo de fabricação

     Pode favorecer ou não a contaminação de produtos. O preparo de determinadas receitas pode apresentar etapas em que há maior possibilidade de contaminação e o fluxo desordenado de preparo é o maior exemplo de processo que favorece a contaminação de alimentos.

Equipamentos e utensílios

     Estão envolvidos diretamente com o fracionamento ou preparo de determinados alimentos e sua higiene influenciará na contaminação dos alimentos. Alguns utensílios foram criados exatamente para evitar a contaminação cruzada, como tábuas de corte e facas coloridas.

Ambiente

     Influência na contaminação cruzada também pela higiene geral. O armazenamento de produtos em equipamentos de conservação a frio (geladeiras, freezers) pode ser um grande responsável pela contaminação de alimentos.

Manipuladores

     Mãos mal higienizadas e hábitos inadequados levam à maioria das contaminações de alimentos.

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Proteção contra contaminação do produto

     Além da contaminação microbiológica, há outras contaminações, especificamente químicas e físicas, que podem ocorrer com frequência em áreas de produção ou comercialização de alimentos. As principais fontes de contaminação química e física de alimentos são equipamentos, utensílios e ambientes.

     Equipamentos podem contaminar alimentos com peças (porcas, parafusos) que se soltam quando não há um sistema de manutenção preventiva. Uma forma de prevenir a contaminação por perigos físicos é o descarte de determinados utensílios quando se quebram. Exemplos são a cesta de metal da fritadeira e a pá de mistura da batedeira industrial. “Habilidosamente”, esses utensílios danificados são “costurados” com pedaços de arames, que se desprendem com facilidade e contaminam os alimentos.

     O gotejamento de óleos lubrificantes que não possuem grau alimentício (eles são atóxicos, criados especialmente para o uso em indústria e empresas de alimentos) ou de fluidos de refrigeração provoca graves contaminações químicas. O uso inadequado de saneantes, já abordado aqui, também pode provocar a contaminação química de alimentos. A guarda em local exclusivo e a capacitação dos funcionários quanto ao uso previnem esta contaminação.

     Já o ambiente contribui para a contaminação química e física dos alimentos especialmente através de insetos e pragas. Como vimos, as pragas são consideradas contaminantes físicos e podem levar praguicidas (perigos químicos) aos produtos alimentícios. Portanto, um controle integrado de pragas tem função de prevenir mais do que insetos e pragas.

Manejo de resíduos

     Em qualquer setor de alimentos e serviços, o manejo de resíduos é considerado um dos aspectos mais importantes, mas somente nos setores de Indústria e Distribuição é que seu controle será determinado como POP ou PPHO.

     A empresa deve garantir formas seguras de acondicionamento primários, que acontece dentro das áreas de recebimento, fracionamento, produção e empacotamento de produtos, e secundário, quando todos os resíduos de todos os setores são deixados para recolhimento feito por empresa especializada.

     No acondicionamento primário, todo o lixo sólido deve ser depositado em recipiente apropriado, identificado, com tampa sem acionamento manual, revestido com saco plástico resistente e que não permita vazamentos. O material dos recipientes também deve ser resistente, como aço inoxidável ou o plástico.

     Ter tampas sem acionamento manual, porém, não significa fazer uso exclusivo de lixeiras com tampas acionadas por pedal. Apesar de ser esta forma mais acessível, há outras formas de garantir que as mãos não serão usadas para abrir e fechar tampas, por exemplo, recipientes cujas tampas são acionadas por sensores e, ainda, tampas vaivém que possuem alças para acionamento destas com os cotovelos.

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     Lixeiras separadas para resíduos orgânicos e recolhimento de materiais recicláveis devem estar disponíveis e devidamente identificadas. É responsabilidade de cada um a separação e reciclagem do lixo, minimizando este problema mundial.

     A retirada do lixo das áreas de produção deve ser feita diariamente ou sempre que necessário por meio de caixas com rodízios fechadas ou outro artifício que evite a contaminação dos alimentos. Preferencialmente, os horários de retirada do lixo e os de entrada dos alimentos não devem coincidir.

     É importante ressaltar que a área de depósito final do lixo não deve se comunicar com a área por onde entram as matérias-primas ou qualquer área de armazenamento ou preparo dos alimentos.

     Logo após a retirada do lixo das áreas de produção, os recipientes e outros equipamentos que tenham tido contato com ele devem ser higienizados, incluindo o piso da área de coleta.

     Resíduos devem ser mantidos em locais com climatização apropriada, de modo a evitar a proliferação de microrganismos e servir como chamariz de pragas. Essa medida torna-se obrigatória especialmente quando a coleta externa não acontece todos os dias.

     Uma área separada deve ser usada para depósito de lixo reciclável. Da mesma forma, estes locais devem ser constituídos de materiais resistentes e laváveis, sendo incluídos em plano de higiene da empresa. As portas devem permanecer fechadas, evitando o acesso de insetos, roedores e animais.

     Sempre que necessário, o produtor deve contratar empresas especializadas na remoção de resíduos não recolhidos pelo serviço público. Um exemplo é o óleo usado, que deve ser acondicionado em recipientes apropriados e recolhidos por empresas terceirizada, prevenindo a contaminação do meio ambiente.

Gerenciamento

     O monitoramento dos procedimentos descritos pode ser realizado através de um único check list, aplicado periodicamente por supervisor. A periodicidade vai variar de acordo com a empresa – quanto mais não conformidades detectadas, maior a frequência de monitoramento e vice-versa.

     Um dos itens que ajudarão na verificação, além da leitura crítica dos check lists preenchidos, é a capacitação periódica dos colaboradores quanto aos procedimentos de manejo de resíduos. Novos treinamentos também farão parte da lista de ações corretivas, que incluem ainda a aquisição de novas lixeiras e a higiene destas e dos locais de armazenamento de resíduos.

Fonte: http://gastronomianews.com/gastronomia/boas-praticas-contaminacao-cruzada/

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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

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Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Inspeção Sanitária em restaurante: como se comportar?

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Descubra a melhor maneira de agir antes e durante a inspeção sanitária no seu restaurante

A Resolução nº 216 da Anvisa traz o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Assim, cabe aos profissionais da Vigilância Sanitária fiscalizar se os bares e restaurantes do município estão seguindo todas as determinações previstas em lei.

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A visita de um fiscal pode causar certo nervosismo, principalmente para proprietários e gerentes de primeira viagem.

Por isso, preparamos um passo a passo de como se comportar durante a inspeção sanitária do seu restaurante.

1. Antecedência
A inspeção sanitária em restaurantes costuma acontecer sem aviso prévio, sendo mais recorrente em períodos de maior fluxo de clientes pela região (Ano Novo, Carnaval, eventos esportivos, etc). Se já fazem oito meses que a vigilância sanitária bateu na sua porta – ou se depois desse tempo nenhum fiscal apareceu ainda –, já está na hora de começar a preparar a casa para ser novamente avaliada.
Assim você ganha tempo para checar todos os itens e conferir se está tudo em ordem, podendo fazer eventuais reparos a tempo.

2. Oriente seus Funcionários
Eles precisam estar constantemente atentos aos cuidados no manuseio dos alimentos, à limpeza do ambiente, entre outros aspectos que transformam um restaurante num local saudável. Mas também é preciso orientá-los sobre como se comportarem durante a inspeção sanitária.
A rotina precisa se manter, porém de forma mais cuidadosa. Afinal, estão sendo avaliados. Não é hora de apontar culpados ou resolver questões antigas. Durante a inspeção sanitária, a equipe precisa trabalhar em conjunto. Os acertos se fazem depois.

3. Seja Solícito
Tentar esconder o jogo, impedir o recolhimento de material (levar amostras dos alimentos mantidos na cozinha, por exemplo, é uma prática comum da Vigilância Sanitária) ou evitar responder às perguntas do fiscal só vai deixá-lo em maus lençóis.
Contribua para que a inspeção sanitária do restaurante ocorra como se deve. Afinal, é a saúde dos seus clientes que está em jogo.

4. Siga as Instruções Recomendadas
Quando alguma irregularidade é identificada, a Anvisa dá um prazo (em geral, de alguns meses) para que o restaurante ajuste os itens problemáticos. Para isso, dão uma série de instruções de como esse ajuste deve ser feito.
Siga as orientações recebidas e as coloque em prática o mais breve possível.

5. Aprenda com os Erros
Inspeções sanitárias em restaurantes são uma boa maneira de perceber problemas de gestão que estavam camuflados em meio à rotina do estabelecimento.
Preste atenção ao que for apontado: mantenha o que está adequado e corrija aquilo que foge às normas.
A reputação do seu restaurante agradece.

Fonte: http://www.artigos-barerestaurantes.com.br/

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Lavadoras de louças para restaurantes são um investimento, não despesas.

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Muitos restaurantes se sentem relutantes na aquisição de máquinas de lavar louças; em sua grande maioria os dois principais motivos são o valor do investimento e o consumo energético. Esta insegurança não se justifica, as lavadoras de louça atuais proporcionam uma grande economia para restaurantes e bares. Veja como seu restaurante pode economizar utilizando uma lava-louças:

 – Não é necessário realizar a pré-lavagem das louças antes de colocar na lava louças.

– Não se atente ao custo da lava-louças, mas sim à economia que ela proporcionará ao seu restaurante. Com uma lava-louças seu estabelecimento é capaz de economizar uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente à esta tarefa, considerando-se a economia com a folha de pagamento, encargos trabalhista e a diminuição da rotatividade de mão de obra o investimento se recupera em um curto espaço de tempo.

– O padrão de higienização da lava-louça garante ciclos rápidos de lavagem e os pratos e talheres serão sempre higienizados na temperatura ideal.

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– Ao contrário do que se pensa, as lavadoras de louças economizam muita água. Algumas lavadoras consomem até menos de um litro de água por ciclo, tarefa que seria completamente impossível de se realizar manualmente com apenas um litro de água. Consequentemente seu empreendimento terá um reflexo direto na economia de água, justificando mais uma vez o investimento.

 14062016A– Mas e os custos com energia elétrica e detergentes? Levando-se em conta toda a economia gerada com mão de obra e consumo de água, a elevação do custo energético não chega a 10% da economia obtida com a lava-louças. Com relação aos detergentes, os preços são bem mais em conta que no passado. Quando as lava-louças chegaram ao Brasil na década de 70, os detergentes eram todos importados, o que tornava bem oneroso lavar louças. Atualmente no Brasil existem vários fabricantes de detergentes, o que colaborou bastante para que possuam preços bem mais acessíveis.

 – Por fim outra economia gerada com a utilização de lava-louças é a quebra de pratos e copos que diminui consideravelmente devido à pouca manipulação por parte dos colaboradores durante a lavagem.

– As lava-louças atuais possuem ciclos de lavagem extremamente rápidos e com capacidades variadas, algumas possuem um ciclo de lavagem de 15 pratos, ou 20 copos ou 150 talheres por minuto. Considerando este ciclo é possível perceber a grande quantidade de utensílio que podem ser higienizados em apenas uma hora de operação.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Empresa investe em infraestrutura para produção de cursos de gestão de restaurantes e gastronomia

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Empresa focada em treinamento e qualificação de gestores de restaurante, a GR Gestão de Restaurantes inova mais uma vez. Com sua nova sede em Belo Horizonte a empresa investiu em um estúdio gastronômico visando proporcionar um treinamento mais dinâmico, moderno e abrangente. Referência na oferta de conteúdo para gestão gastronômica, a GR possui atualmente um dos sites mais populares da internet para quem busca conteúdo nesta área. Com mais de 60.000 visitantes mensais, oferece informações sobre o mercado, treinamentos, livros e outros serviços para o setor gastronômico.

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Alison Figueiredo, fundador da GR ressalta. “O mercado de alimentação fora do lar tem um crescimento anual em torno de 10%. É um mercado em constante crescimento. O ramo de alimentação fora do lar possui suas complexidades e exige qualificação e conhecimento por parte dos empreendedores. Este é o nosso objetivo. Oferecer treinamento de qualidade desde a implantação até a operação do estabelecimento. O ano de 2015 foi um ano de muito empenho e dedicação na elaboração desta nova infra-estrutura. Pretendemos com o novo estúdio oferecer treinamento e qualificação aos donos e gestores de restaurantes em todo território nacional. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos, principalmente em vídeo, para tornar o aprendizado mais eficiente.”