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Dedetização de restaurantes: por que é fundamental

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A importância em manter um restaurante longe de pragas urbanas é fundamental para a frequência do consumidor, bem como a sua saúde. Um restaurante que não contêm as condições mínimas de higiene tanto para o funcionário quanto para o cliente, pode ser processado.

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O restaurante ao mesmo tempo em que proporciona pratos para os clientes degustarem, oferece banquetes para as pragas. Isso porque, lá há muita comida acumulada, restos de comida, alimentos fora da validade e muito lixo.

Alguns cuidados para evitar as pragas

  • Lixo: O lixo pode ser o grande vilão para o aumento de pragas no restaurante. É necessário que se tenha uma coleta separada de acordo com cada material e que esse lixo não fique muito tempo acumulado, principalmente quando forem restos de comida;
  • Bagunça: O restaurante precisa de uma organização. Tanto no espaço onde recebe o cliente, quanto na cozinha onde são preparados os pratos. Visualmente deve estar sempre intacto, com pouca poluição visual, e na cozinha atentar para limpeza periódica dos armários que contêm os alimentos. Já na geladeira, diariamente deve ser feito uma vistoria para verificar se há algum alimento podre ou estragado;
  • Triagem de material: Assim que começar a receber os produtos de limpeza ou os próprios alimentos, deve ser separado aquele material que trouxe a mercadoria, como caixas de papelão, sacolas plásticas. Neste caso, baratas, ratos e outras pragas gostam de se alojar. Por isso, assim que o material estiver vazio, coloque-o imediatamente no lixo ou para reciclagem.
  • Limpeza da caixa de gordura: Em restaurantes onde o volume de preparo de comida costuma ser bem maior, mande fazer a limpeza da caixa de gordura pelo menos uma vez por mês. É através dela que muitas pragas costumam entrar e causar danos terríveis para o ambiente e alimentos, sem muitas vezes o funcionário enxergar, pois elas costumam atacar principalmente à noite;
  • Limpeza diária: A limpeza diária é tão importante porque pode evitar muitas pragas. Assim que o expediente encerrou, deve-se chamar a equipe para fazer a limpeza do local, lavando, arrastando móveis, limpando geladeira;
  • Dedetização: É importante o proprietário ter uma empresa de confiança de dedetização para chamar o serviço pelo menos a cada dois meses. Aproveite o dia em que o restaurante não abre para fazer esse trabalho e que de alguma forma vai garantir mais segurança para os funcionários e clientes.

A importância da dedetização no restaurante

Vale lembrar que existe uma resolução que dever ser cumprida pelos proprietários de restaurantes, que estabelece a limpeza e o controle de pragas. A resolução é a seguinte: Resolução de Diretoria Colegiada RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004.

Quando o proprietário contrata a empresa especializada neste ramo, confia a ele o trabalho de fazer o controle das pragas. Antes de qualquer início é feito um levantamento sobre as supostas pragas que estão dentro do restaurante.

Somente um profissional especializado consegue fazer este serviço altamente recomendado. Além de utilizar as melhores ferramentas e agentes, saberá como identificar as pragas e assim eliminá-las.

Importante ressaltar que esse serviço é recomendo e deve ser feito por empresas de dedetização e não pelo funcionário que não tem as condições e conhecimentos específicos sobre dedetização.

Além de garantir boa higiene, o restaurante estará por algum tempo livre das pragas e passando maior segurança aos clientes.

Lembrando, que o serviço de dedetização é importante também, devido ao fato de muitas pessoas se contaminarem em restaurantes, o que pode ocasionar no fechamento do estabelecimento.

Dados mostram que, no Brasil, entre 4,5 e 4,8% das internações do Sistema Único de Saúde nos anos de 1998 a 2001 foram diagnósticos com infecções intestinais causados por cólera, febre tifoide, amebíase, dentre outras devido a problemas com pragas em restaurante. Por isso, todo cuidado é pouco.

Fonte: https://www.dedetizadora.srv.br/dedetizacao-de-restaurantes-por-que-e-fundamental/

Boas Práticas – 5 Procedimentos Importantes para Manter as Boas Condições Higiênico Sanitárias do Restaurante

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Diariamente em uma cozinha industrial, são preparados diversos alimentos que terão como destino final o consumidor. Contudo, é preciso ter bastante atenção desde o recebimento da matéria prima até a distribuição da preparação, para que possa ser garantida a entrega de um alimento seguro.

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O alimento é considerado seguro quando não oferece perigo para a saúde do consumidor, podendo este perigo ser de origem química, física e/ou microbiológico. Para garantir essa segurança temos que seguir 5 passos dentro do estabelecimento, são eles:

1) Boas Práticas de Higiene Pessoal

Um dos índices mais altos de contaminação está relacionado a má higienização das mãos e ao asseio pessoal dos funcionários.

Lavar as mãos é uma ação muito importante para o controle da contaminação de alimentos. Deve-se lavar as mãos antes de iniciar o trabalho, na troca de atividades, após ir ao banheiro, quando manusear lixo, ou quando há alguma sujeira ou contaminação nas mãos.

Já para o asseio pessoal é correto manter unha curta, sem esmalte e limpa; vestir o uniforme no ambiente de trabalho e mantê-lo sempre limpo; retirar todos os adornos (piercing, brinco, relógio, aliança, entre outros); manter cabelos presos e fazer o uso de touca descartável para proteção.

2) Higienização dos Produtos Alimentícios

Hortifrútis que serão consumidos crus podem representar um risco de contaminação, portanto é preciso lavar muito bem em água corrente e deixá-los imersos em solução clorada para que possa ser eliminado qualquer tipo de microrganismo que possa causar doenças.

É importante lembrar também que antes de usar um produto industrializado é preciso lavar a embalagem com água e sabão.

3) Cuidados no Recebimento dos Alimentos

O produto pode chegar ao estabelecimento já deteriorado ou deteriorar durante este processo, por isso, é importante que os responsáveis pelo recebimento se atentem a temperatura em que o alimento esta sendo entregue, nas condições dos produtos, das embalagens, do entregador e do veículo de entrega. Se alguma dessas etapas estiverem inadequadas é preciso restringir a entrada do produto no local e exigir a adequação do fornecedor.

4) Higiene do Ambiente de Trabalho

A má conservação de móveis e utensílios na cozinha pode facilitar a proliferação de microrganismos ou possibilitar a contaminação, devido à dificuldade de higienização.

Utensílios como potes, tábuas para corte, talheres, entre outros, devem estar em perfeito estado de conservação sem rachaduras ou fissuras. Estes mesmos cuidados devem ser realizados para os armários, balcões e mesas.

5) Armazenamento de Alimentos

Grande parte dos diferentes tipos de microrganismos podem se desenvolver em uma ampla faixa de temperatura que varia entre 2°C e 70°C, sendo a temperatura ótima de crescimento para a maioria dos microrganismos entre 30°C e 45°C (GERMANO e GERMANO, 2015). Para evitar a multiplicação descontrolada é preciso garantir a temperatura de conservação dos alimentos.

Alimentos congelados devem ser mantidos em temperaturas inferiores a -18°C, enquanto os alimentos refrigerados em geral devem ser conservados em temperatura inferior a 10°C, exceto peixes e carnes que necessitam de temperaturas menores para garantir a conservação adequada. É importante ressaltar que se for armazenado diferentes tipo de alimentos em um mesmo equipamento, este deve ser ajustado sempre para o alimento que necessite de menor temperatura.

Os alimentos devem sempre ser armazenados em potes ou travessas fechados com tampa ou embalados em plástico filme, e também obedecendo o seguinte critério: alimentos crus ou não higienizados na parte inferior do equipamento, alimentos pré-preparados na parte intermediária e alimentos prontos para consumo na parte superior do equipamento.

É importante também sempre armazenar os alimentos no sistema PVPS (Primeiro que Vence Primeiro que Sai), assim evita-se que o alimento ultrapasse o prazo de validade dentro do estabelecimento, prevenindo desperdício e perdas financeiras.

Além das recomendações acima é importante conhecer a legislação sanitária que abrange seu muncípio e sempre disponibilizar treinamentos de boas práticas de higiene e manipulação a todos os colaboradores de seu estabelecimento.

Por: Marília Fernandes, Nutricionista Coordenadora da Qualinut Assessoria em Higiene e Qualidade dos Alimentos.​

Fonte: http://www.marketingnutricional.com.br/emfoco-foodservice.html#seguranca

6 dicas para otimizar a comunicação visual de seu restaurante

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Além de ter um belo cardápio e um excelente atendimento, você já pensou em cuidar de perto da comunicação visual de seu restaurante? E com uma clientela cada vez mais conectada e em busca não apenas de pratos de qualidade, mas também de experiências agradáveis, cuidar desse ponto não é apenas uma escolha, é uma questão de sobrevivência em um mercado extremamente competitivo.

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Mas, então, como fazer para melhorar a comunicação visual de seu restaurante? Como fazer para deixá-lo mais atrativo para o público-alvo? É bastante simples: confie nessas dicas que vamos mostrar aqui no post. Quer saber quais são? Vamos lá!

Use placas para passar informações importantes aos clientes

Independentemente do tamanho do seu restaurante, é importante não deixar o cliente perdido ali dentro para que ele não tenha que perguntar a um garçom algumas informações básicas e não desista de comer naquele lugar.

Use adesivos ou placas para informar onde ficam os banheiros e sobre a existência de rede Wi-Fi. Inclusive, informe através deles a senha da internet para os seus clientes — lembre-se de que hoje em dia a maioria das pessoas dá uma olhada nas redes sociais e e-mails enquanto aguarda seus pratos. Indique corretamente onde ficam os banheiros e não se esqueça de informar logo na entrada quais são os tipos de pagamento, as bandeiras de cartões de crédito e de vale-refeição que são aceitos no estabelecimento.

Tenha em mente que tudo isso faz parte da experiência do cliente em seu restaurante e uma simples dificuldade em saber alguma informação pode estragar tudo.

Preocupe-se com a acessibilidade

Muitos donos se esquecem de pensar em quem tem necessidades especiais, como pessoas com deficiência, idosos, gestantes e obesos. E isso é algo que pode ser facilmente planejado ou corrigido através da comunicação visual de seu restaurante.

Indique com adesivos quais são as mesas preparadas para esse tipo de cliente e informe se existe ou não um banheiro projetado para atendê-los. Tenha em mente que esses clientes são extremamente importantes e que, como a maioria dos estabelecimentos acaba por deixá-los de lado, aquele que faz um belo trabalho acaba conquistando a clientela.

Customize os seus acessórios

Mesmo que o cliente já tenha feito o pedido e esteja satisfeito com o seu restaurante, provavelmente você quer que ele volte mais vezes, certo? E que forma é melhor para fazer isso do que com um bom trabalho de branding?

Termo conhecido do mundo do marketing, o branding é um mix de comunicação que ajuda o cliente a estabelecer uma relação afetiva com a sua marca através do reconhecimento de seus padrões. É algo bastante efetivo em trazer lucros para os negócios. Mas como fazer isso em um restaurante? O uso de acessórios personalizados, como jogos americanos e bolachas de chopp é uma das maneiras.

Como é bastante importante manter o contato do cliente com a sua marca, nada melhor do que colocá-la em pontos estratégicos como esses onde ele pode reconhecê-la de maneira bastante orgânica e natural

Deixe bem à vista qual é o cardápio principal do dia

Cavaletes, quadros escritos com giz de cera, jogo americano personalizado, totens com formato de um chef de cozinha, etc. O que não faltam são opções para avisar aos clientes de antemão qual é o seu prato principal do dia. E como podemos ver até em boards do Pinterest, existem diversas maneiras muito criativas de se fazer isso, seja com um estilo mais antigo, uma mistura de madeira e adesivos e até cartazes colados diretamente na parede.

Quando você avisa facilmente para o cliente qual é o prato do dia, você agiliza o pedido dele, melhora a experiência com a marca e ainda atrai novos clientes para o seu restaurante.

Mostre a personalidade do seu serviço através da decoração

Outra maneira muito importante de trabalhar o branding da sua empresa e criar uma boa experiência para os seus clientes é por meio da decoração.

Responsável não apenas por deixar um restaurante bonito, a decoração deve ser pensada para trazer tranquilidade para a pessoa enquanto ela está comendo e ainda passar a mensagem da sua empresa. Por isso, o uso de adesivos para decorar ou modificar paredes e janelas pode ser uma saída interessante — e até barata — para o seu restaurante.

E assim como mostramos no tópico anterior, o Pinterest pode ser uma interessante rede social para trazer ideias de como usar adesivos para esse tipo de decoração, como esse, onde os donos do restaurante usaram o material para informar as bebidas da casa e esse outro, onde simularam uma arte feita com giz em uma parede pintada de preto.

Em todos esses casos, a decoração, além de combinar e deixar o ambiente mais atrativo, também informa os clientes e ajuda a manter a identidade da marca sempre presente no lugar. E isso é extremamente importante.

Avise aos clientes sobre as promoções da casa

Se o seu restaurante tem promoções especiais para alguns horários ou dias da semana, é importante avisar ao seu cliente sobre isso. E existem boas formas de fazer isso através da comunicação visual.

Coloque cavaletes diferentes na porta avisando quem passa por ali sobre essas promoções, coloque banners promocionais do lado de dentro do restaurante avisando algum desconto e use até mesmo pequenos cubos em cada mesa para informar sobre um happy hour promocional ou outro tipo de desconto.

Lembre-se de que promoções são uma ótima maneira de atrair ainda mais clientes, mas que, antes de qualquer coisa, é bastante importante que eles saibam quando é que elas acontecem.

Capaz de melhorar as vendas, o atendimento e, principalmente, a experiência do cliente com a sua marca, a comunicação visual de seu restaurante é uma ferramenta muito importante para você atingir esse objetivo.

Fonte: https://www.petink.com.br/comunicacao-visual-de-seu-restaurante/

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De garçom a dono de restaurante

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Seu Trasso chegou ao País sem falar português, mas superou essa e outras dificuldades para vencer no Brasil

É com a sabedoria de quem já viveu um pouco de tudo na vida que Thrassyvoulos Georgio Petrakis, 95 anos, administra o Acrópoles, uma espécie de templo da gastronomia grega no Brasil. Há 53 anos, seu Trasso, apelido adotado para facilitar o contato, é responsável pelas receitas que atraem centenas de pessoas ao Bom Retiro, um bairro de São Paulo. Fiel às tradições gregas, o empresário conquistou o paladar de políticos, artistas e obteve fama mundial.

treinamento restaurante“Não esperava tanto sucesso. Mas é muito compensador quando as pessoas pedem para eu mesmo ir para a cozinha fazer uma salada”, conta.

A popularidade do Acrópoles é grande, mas por trás desse reconhecimento não há mistérios: existe, sim, muito trabalho, dedicação e o envolvimento de seu Trasso, que não abre mão de participar da rotina do estabelecimento.

Por volta das 7h30, o empreendedor já está no batente. Sua jornada de trabalho é extensa e contempla praticamente todas as funções que permitem ao restaurante funcionar sete dias da semana. Ele vai ao mercado para assegurar a qualidade dos ingredientes, coordena a cozinha, prepara pratos, atua como garçom e ainda bate papo com os clientes.

“Se você quer ter qualquer tipo de negócio, precisa permanecer no local”, ensina.

Seguindo um modelo de gestão peculiar, onde a percepção se sobrepõe aos ensinamentos da escola – ele estudou apenas três anos –, o imigrante iniciou sua trajetória como garçom do restaurante que hoje é dono. “Aprendi tudo o que podia e me envolvia em todas as atividades. Com o tempo, acabei me tornando sócio e depois proprietário”, relembra.

Para tornar o Acrópoles referência gastronômica em um mercado com tantas opções como o de São Paulo, o grego não seguiu uma cartilha pronta. Foram os erros e acertos que o ensinaram. Mais do que isso. Sua trajetória permeada de obstáculos – ele chegou ao País sem falar o idioma – o ensinou a valorizar o poder da superação.

“O mais importante em um restaurante, além da qualidade, é o serviço. Para dar certo é preciso saber o que o cliente deseja e isso a gente descobre conversando com eles”, recomenda.

De forma ativa, lúcida e original, o empresário ensina uma das filhas a conduzir o restaurante. As dificuldades são encaradas sempre com muita paciência e sabedoria. “Quando alguém fala algo que não gosto, fico quieto. Dependendo da reclamação, finjo que não escutei”, conta. E foi assim que seu Trasso se esquivou de falar sobre o fechamento da filial do Acrópoles, um negócio concebido com a ajuda da filha. “Não deu certo”, resume, desviando em seguida para algo mais ameno. “O importante é que eu me divirto muito trabalhando.”

O que acertei
Oferecer serviço de qualidade todos os dias. Se um cliente chega ao Acrópoles deve ser sempre bem atendido. Isso é levado a sério pelo restaurante e vale até mesmo para uma pessoa que pede apenas para usar o banheiro. A filosofia do restaurante, não por acaso, é saber que aqueles que são bem recebidos, voltam.

O que errei
Abrir uma filial do restaurante em um bairro nobre de São Paulo.O negócio foi criado com a ajuda da família, mas não replicou o sucesso da matriz, que funciona no Bom Retiro. Seu Trasso não fala muito sobre o episódio, prefere destacar que no empreendedorismo é importante fazer aquilo que se gosta.

Uma dica
Para abrir um restaurante, a pessoa precisa desenvolver uma experiência mínima no segmento. Antes de entrar no ramo, o empresário diz que já tinha trabalhado com o setor na Grécia. Seu Trasso ensina também que é preciso monitorar todas as áreas que permitem ao local funcionar bem durante todos os dias da semana.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,de-garcom-a-dono-de-restaurante,1947,0.htm

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Quais os treinamentos fundamentais dos colaboradores em restaurante?

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Os restaurantes das empresas representam grandes dificuldades quando o assunto é relações corporativas. Sabemos que os colaboradores em restaurantes devem estar sempre capacitados para proporcionar um serviço de qualidade. Sabemos também que, pela norma regulamentadora nº 24 do Ministério do Trabalho e Emprego (NR24), negócios com mais de 300 funcionários estão obrigados a oferecer esse serviço de restaurante na empresa.

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Por isso, na dúvida, muitas empresas optam por contratar esse tipo de serviço com profissionais qualificados para realizar o treinamento. Mas ainda assim, na hora de escolher um novo ou avaliar a gestão atual, é preciso verificar se o fornecedor está atento aos treinamentos fundamentais para garantir a qualidade do serviço prestado.

É sobre isso que falaremos a seguir.

Relacionamento com o cliente

Um dos tópicos a serem levados em consideração no treinamento dos colaboradores é a qualidade da relação com o cliente.

A capacitação deve estimular uma relação de respeito e empatia, com doses de bom humor, paciência, atenção e transparência. Não basta apenas olhar nos olhos do cliente, mas também ter empatia e compreender o ponto de vista dele.

Padronização do atendimento

Os treinamentos devem estar relacionados à qualidade dos produtos, por isso devem concentrar esforços na uniformização dos serviços, incluindo não apenas o atendimento ao cliente, mas também fichas técnicas padrões e manipulação de alimentos.

Essa atenção deve perpassar também as formas de abordagem, a postura, os uniformes, a montagem dos cardápios etc., sempre prezando pela segurança, higiene e satisfação do cliente.

Responsabilidades dos colaboradores em restaurantes

Além disso, os colaboradores devem estar preparados para agir de maneira adequada em diferentes situações.

Nesse sentido, por mais que os treinamentos para gerentes e responsáveis trabalhem a gestão de crises, todos os funcionários devem estar preparados para assumir responsabilidades e resolver problemas.

Também vale lembrar que toda a dinâmica de treinamentos deve explorar todos esses pontos de maneira conjunta, para que os colaboradores compreendam todas as dinâmicas dos processos de atendimento, de ponta a ponta.

Um toque a mais na qualidade

Em muitos casos, podemos aproveitar também o conhecimento de funcionários veteranos para estimular os mais jovens e aproveitar a experiência adquirida.

Focar nos anseios e expectativas dos colaboradores é uma das premissas para uma gestão de pessoas com resultados para a empresa, por isso vale investir na qualificação dos funcionários.

Cursos e desenvolvimento de habilidades específicas para cada função, como noções de sistema, atendimento, manuseio e segurança são alguns desses pontos.

Mas para que façam efeito, os treinamentos devem ser frequentes e a supervisão do trabalho deve ser constante e, como dissemos, o foco deve estar na segurança, higiene e satisfação do cliente.

Por isso, para garantir a qualidade dos serviços e do atendimento, escolha a empresa certa para administrar seu restaurante corporativo, priorizando aquelas que ofereçam respostas rápidas com projetos abrangentes e boas referências no mercado.

Fonte: http://blog.exal.com.br/quais-os-treinamentos-fundamentais-dos-colaboradores-em-restaurante/

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A felicidade de ser dona do próprio restaurante

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Quando era ‘meninoca’, como ela diz, Felicidade não gostava muito do seu nome. Até tentou que as pessoas a chamassem de Conceição (sobrenome por parte de mãe), mas não pegou. Hoje, com 89 anos, a empreendedora está sempre sorrindo no restaurante que foi batizado em sua homenagem.

 

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O Dona Felicidade vai completar 18 anos em dezembro e atende uma média de 4 mil pessoas por mês em São Paulo. Ao servir pratos simples, mas que prezam pela qualidade, o local vende 500 feijoadas e 350 quilos de bacalhau por mês.

As receitas da Dona Felicidade foram responsáveis pelo direcionamento do negócio da família. Quando casou, em 1945, com Manoel Bastos, o marido não queria que a mulher trabalhasse e sempre manteve outras atividades com sócios. “Minha vontade sempre foi ter um negócio nosso. Ele não me aceitava atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos”, lembra a empresária.

 

O primeiro negócio foi uma mercearia, que ficou instalada em dois lugares antes de alcançar o reconhecimento com o nome de ‘Pé pra fora’. O casal e os cinco filhos moravam na parte de cima e os pratos que Dona Felicidade levava para o marido almoçar começaram a chamar a atenção dos clientes. O jeito foi descer o fogão para atender a demanda do consumidor.

De bar e mercearia, o local passou a servir refeições e ganhou ainda mais fama. Depois da morte do patriarca em 1986, Dona Felicidade e dois filhos, Sérgio e Toninho, ainda continuaram oito anos na administração até venderem o ponto.
A mudança para a Vila Romana foi feita em 1996 com a inauguração do restaurante Dona Felicidade, em um espaço oito vezes maior que o anterior.

“Meu pai dizia: o cliente podia reclamar do preço, mas não podia reclamar da comida. Porque o dia que ele tiver dinheiro ele volta e come. Mas se ele reclamar da comida, nem com dinheiro ele volta”, lembra Sérgio. Atualmente, o local conta com a supervisão e simpatia de Dona Felicidade diariamente. “Eu adoro isso aqui. Eu vou ficar sozinha em casa fazendo o que? Prefiro lidar com gente”, afirma a empreendedora.

Um acerto
Para Dona Felicidade, o acerto foi ela ter insistido com o marido para o casal abrir um negócio só deles. A vontade existia desde o casamento, mas Manoel não queria que a mulher trabalhasse. “Ele não me admitia atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos.” A primeira empresa foi uma mercearia e o sucesso veio com os pratos preparados por ela.

Um erro
Mãe e filhos não apontaram um erro que comprometeu gravemente o negócio. Sérgio afirma que eles sempre tiveram o pé no chão e agiram com cautela. “Demos umas cabeçadas, não acertamos tudo. Tivemos erros de percurso que foram corrigidos na rota, nada que prejudicasse. Conforme eles foram acontecendo, nós fomos acertando”, afirma Toninho.

Uma dica
A família nunca pensou em mudar de segmento. Depois de seis anos com o restaurante Dona Felicidade, eles aproveitaram uma oportunidade e abriram o bar Tiro Liro. “Não é tudo mil maravilhas. Quem quer entrar no ramo terá que se dedicar e trabalhar muito”, afirma Toninho. “Não existe zona de conforto. A concorrência está aí”, completa Sérgio.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,a-felicidade-de-ser-dona-do-proprio-restaurante,5108,0.htm

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Banco de horas: Como implementar no seu restaurante

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Você sabe o que é o banco de horas? É um sistema legal, que está dentro da legislação trabalhista, para compensar as horas extras — feitas pelos funcionários — com folgas. Isso pode ser conferido no artigo 59 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), depois que a Lei 9.601 foi homologada em 1998.

Na época, essa flexibilização foi de extrema importância já que o país estava passando por um regime de recessão econômica e, por isso, o banco de horas passou a ser uma alternativa para manter o trabalhador dentro da empresa sem ter a necessidade de demiti-lo.

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Esse regime de compensação de horários se tornou tão bom que, mesmo depois que o cenário econômico melhorou, a lei continuou em vigor, e milhares de empresas hoje em dia trabalham com ele.

Se você quiser saber como implementá-lo no seu restaurante, continue por aqui que nós vamos te dar algumas dicas!

1. Verifique se esse regime é o ideal para seu restaurante

O banco de horas é muito bom, mas ele precisa se adequar às necessidades da empresa. Ele pode ser utilizado, por exemplo, em situações em que o fluxo produtivo está abaixo do normal e é possível dispensar o funcionário antes do horário. Assim, essas horas não trabalhadas podem ficar num banco de horas para quando a empresa estiver num período de alta produtividade.

2. Converse com o sindicato

O banco de horas é um sistema diferente da compensação simples, que pode ser feita de forma individual. Nesse caso, os responsáveis da empresa precisarão entrar em contato com o sindicato para realizar a negociação das normas que serão aplicadas: horários, períodos de compensação, valor da hora trabalhada e outros direitos.

Porém, é preciso ficar atento para alguns detalhes que existem na lei. Por exemplo, alguns tipos de trabalhadores não podem fazer parte do banco de horas.

Os que trabalham em atividades insalubres ou perigosas (a não ser que haja autorização da autoridade de segurança e higiene do Ministério do Trabalho) ou os trabalhadores que ainda têm menos de 18 anos de idade são alguns exemplos.

3. Fique de olho na lei

Além do fato de que alguns grupos estejam impossibilitados de trabalhar nessa modalidade de compensação, há outros requisitos que devem ser respeitados para que o contrato com o sindicato esteja devidamente de acordo com o que exige a lei. Sendo assim, você precisa seguir alguns requisitos:

  • a jornada de trabalho máxima é de até 10 horas, exceto para os trabalhadores que trabalham em regime de escala;
  • jornada semanal de no máximo 44 horas;
  • a compensação de horas deve ser realizada em até 12 meses;
  • o empregado tem o direito de acompanhar o seu saldo no banco de horas;
  • deve ter previsão em acordo coletivo ou convenção.

Caso a quantidade de horas não for compensada dentro do período de 1 ano, as que ainda restarem devem ser pagas em dinheiro aos funcionários.

Gostou de saber mais sobre o banco de horas? Comente este post e conte para a gente como você pretende implementar essa modalidade no seu restaurante!

Fonte: http://blog.infokings.com.br/banco-de-horas-saiba-como-implementar-no-seu-restaurante/

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