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Quando o sócio responde pessoalmente por dívidas ou infrações na empresa

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Sócios majoritários e minoritários podem evitar que a dívida da empresa atinja o patrimônio pessoal

image As sociedades de responsabilidade limitada têm esse “limitada” cada vez menos respeitado. A finalidade desse modelo empresarial é permitir que o investidor aplique e arrisque apenas parte de seu capital. Na prática, com a cada vez mais aceita “teoria da desconsideração da pessoa jurídica”, o sócio pode tanto ter seus bens penhorados em ações contra a empresa, como pode até responder a ações penais. Os juízes justificam: o Estado defere ao particular o direito de montar a empresa, mas a esse direito corresponde a obrigação de conduzi-la corretamente, pagando dívidas que assume.
Pelo novo Código Civil, o empresário só deveria responder por dívidas da empresa quando faz confusão entre seu patrimônio particular e o do negócio ou comete desvio de finalidade. Então alguns juízes consideram que só nos casos de infrações mais graves se pode dirigir a cobrança de débitos contra a empresa para as pessoas físicas dos sócios. Mas outra corrente acha que fechar a empresa sem pagar as dívidas já é uma infração que justifica a chamada do sócio para responder pessoalmente.
Este entendimento existe há muito tempo na Justiça do trabalho e atualmente se espalha pela Justiça civil (débitos com fornecedores, por exemplo) e fiscal. O resultado pode ser negativo para o desenvolvimento nacional, pois nada mais razoável que os investidores terem alguma segurança para retirar uma fração de seu patrimônio e correr risco apenas por essa fração. Se não for assim, todo mundo vai aplicar em bancos e os resultados serão desastrosos.

A diferença entre sócio-gerente e não gerente

A desconsideração da pessoa jurídica deveria primeiro ser feita contra os sócios-gerentes, ou majoritários, mas na prática isso também não acontece, especialmente na Justiça do trabalho, em que quem tem 0,1% e nunca compareceu à empresa é tão apenado como quem tem 99,9% e a administra. Nas varas cível ou fiscal há uma maior distinção entre culpados e não culpados, gerentes e não gerentes, beneficiários ou não, majoritários e minoritários, mas muitas vezes isso não ocorre e a penhora, por exemplo, recai sobre o primeiro deles que tiver bens localizados pelo oficial de Justiça ou então contas em banco encontradas por meio da penhora on-line.

Como evitar

Já nas ações penais, como as de apropriação indébita de verbas previdenciárias ou sonegação de tributos, a lei e os juízes exigem a individualização dos atos considerados ilícitos. Se um sócio não participou do ato, não pode responder penalmente. A autoria tem que ser demonstrada e provada.
Para escapar desses percalços, o empresário deve tomar precauções na administração, evitando “confusão patrimonial” e “desvio de finalidade”, assim como cumprir leis e manter-se nos limites do contrato social, agir com responsabilidade, manter contabilidade escorreita e documentos que demonstrem tudo isso.
Para evitar ações penais como as referidas acima, se a empresa vai mal financeiramente, deve-se demonstrar que não se apossou de dinheiro do INSS ou do governo, mas apenas se deixou de pagar, por não ter tido recursos suficientes, que foram usados os que havia para pagar aluguéis, fornecedores, funcionários e que nada se retirou ou então se retirou o suficiente para sobreviver. Nesse caso, documentos bem preparados serão imprescindíveis à absolvição.
Fonte: http://www.revistabareserestaurantes.com.br

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Passa-se o ponto

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Existe uma crença popular que diz que aluguel é dinheiro jogado fora. Será?

Por Eder Capobianco

image Por necessidade, ou opção, muitos restaurantes trabalham com ponto alugado. É o ideal? Depende, pois é necessário avaliar cada caso. Adquirir um imóvel pode ser um bom investimento, mas, na maioria das vezes, eles não estão à venda ou são caros demais, o que poderia até inviabilizar a montagem do restaurante. Além do que, corre-se o risco do empreendimento não deslanchar, e o dinheiro usado na compra ser mais um prejuízo.

Considerando essas situações, alugar um ponto comercial torna-se uma facilidade. “A grande parcela dos empresários destina o capital para a implantação, fluxo de caixa e gestão, e não para aquisição de um imóvel. Uma das razões para essa postura é a facilidade e agilidade de desmobilização, caso o  estaurante tenha de migrar para outro endereço”, analisa Marcos Massaranduba, consultor para a área de alimentação fora do lar.

Achara casa certa pode nem sempre ser uma tarefa muito fácil. O mercado não é tão amplo, e a localização do imóvel é crucial para o sucesso do empreendimento. Grandes centros, ruas movimentadas ou locais tradicionais são os preferidos de quem quer abrir um restaurante, mas as possibilidades podem se expandir. “Em Campos de Jordão existem restaurantes afastados do centro, mas em rotas turísticas. Então o ponto se torna interessante e viável”, comenta Luis Alberto de Carvalho Ribeiro, corretor da Euro Negócios, na cidade que é conhecida como a Suíça brasileira.

NEGOCIANDO OS DETALHES
Depois de escolhido o imóvel ideal,ou o mais próximo disto, começa a negociação do contrato de locação. As cláusulas e os custos não se restringem apenas aos valores do aluguel. “A cobrança de ‘luvas’ (valor adicional cobrado do locatário para assinatura do contrato, fora o aluguel) pelo locador no contrato inicial é permitida pela Lei do Inquilino”, explica Geraldo Beire Simões, advogado especializado em Direito Imobiliário, presidente da Associação Brasileira de Advogados do Mercado Imobiliário (Abami) e um dos co-autores da Lei do Inquilino.
“Em Campos de Jordão existem muitos restaurantes afastados do centro, mas em rotas turísticas. Então o ponto se torna interessante e viável”
Luis Alberto de Carvalho Ribeiro corretor

Quando os empreendedores do restaurante Mundo das Pizzas, que fica na Granja Viana, grande São Paulo, alugaram um ponto em um centro comercial da região, não foi necessário o pagamento das “luvas”, mas isso não significa que a negociação tenha sido fácil. “Tivemos problemas com o ex-dono (no local já funcionava uma pizzaria) que não tinha pago algumas contas. Tivemos de fazer toda a reforma sem luz e água”, conta Daniel Tozetti, um dos quatro sócios da casa. Quem arcou com o prejuízo foi oproprietário do imóvel. “Ele tinha de me entregar o imóvel em condições de funcionamento”, lembra o locatário.banner_como_comprar_um_restaurante
Ainda é preciso pensar em fatores externos, que podem prejudicar, e muito, o seu negócio, como uma grande reforma pública, ou ações naturais que independem da sua vontade ou precaução. “Nesses casos, tem de estar tudo previsto em contrato, porque são coisas que fogem da normalidade. O proprietário se exime de toda responsabilidade e, em algumas situações, isso seria de certa forma uma condição para o contrato”, pondera Ribeiro.
INVESTINDO EM MELHORIAS
Não é impossível, mas pode-se dizer que não é simples encontrar uma casa preparada para abrigar um restaurante. “As reformas e melhorias são inevitáveis, e necessárias, para o bom funcionamento do negócio. Praticamente não existem imóveis prontos para receber um estabelecimento de foodservice”, avisa o consultor Marcos Massaranduba. O que isso significa? Uma determinada quantia terá de ser empregada para adaptar o local às necessidades de um empreendimento de alimentação fora do lar. O estaurante terá de possuir um espaço amplo, razoavelmente planejado, atender às normas e legislação vigentes, entre outros critérios. “Questões como acessibilidade para deficientes, zoneamento,carga e descarga de mercadorias, estacionamento para clientes, se não forem consideradas na avaliação, podem inviabilizar o negócio”, completa o consultor.
Para colocar o taurante Mundo das Pizzas em funcionamento, algumas reformas tiveram de ser feitas. “A cozinha estava fora da lei, tivemos de fazer um lavatório ao lado do forno e construir um exaustor”, lembra Talita Tozetti, outra sócia. E não parou por aí. Uma completa mudança da área do salão foi projetada. “Para dar outra cara ao lugar, trocamos a luminária e o revestimento da parede, além da pia e torneira do banheiro”, revela Valdeir Leite Junior, também sócio.
No caso da pizzaria, o valor da reforma foi abatido, em parte, dos primeiro aluguéis. Mas isso nem sempre acontece. “Fique certo de que se não houver todos os detalhes no contrato,o locatário não terá direito a ser indenizado pelos custos das benfeitorias que efetuar no imóvel”, esclarece Simões. Se tudo correr como o planejado, o movimento da casa compensará o gasto. Nesse caso, os especialistas consultados foram unânimes em dizer o tempo de contrato mais indicado: cinco anos, é o ideal.
“A grande parcela dos empresários destina o capital para a implantação, fluxo de caixa e gestão, e não para aquisição de um imóvel”
Marcos Massaranduba, consultor

RENOVAÇÃO DE CONTRATO
Uma prática comum no mercado imobiliário é a cobrança de “luvas” para a formulação de um novo acordo. Antes de qualquer coisa, esteja ciente de que esta exigência é ilegal na renovação, ao contrário do que acontece quando o primeiro acordo é feito. “O que a lei proíbe é a cobrança de qualquer valor para a renovação da locação, porque é direito do locatário ver renovado o contrato, mediante a propositura da Ação Renovatória”, esclarece Simões, que garante que se o contrato a ser renovado for de cinco anos, ou os acordos já feitos somados chegarem a este tempo, dificilmente se perde o direito à renovação. Vale ainda estar três anos ininterruptos explorando o mesmo ramo de atividade.

Operando há cerca de oito meses, o Mundo das Pizzas optou por um contrato curto, com apenas um ano de duração, mas tomou atitudes para se precaver. “Nosso contrato é auto-renovável por mais um ano, e não prevê o pagamento de “luvas”, revela Andréa Cássia Fernandes, quarta sócia da casa. Para Ribeiro, o segredo para o bom entendimento  entre as partes é simples. “Se você alugou o imóvel, e começou a explorar o fundo de comércio (instalações, nome do estabelecimento, reputação, freguesia, crédito etc.), e está indo bem,dificilmente o proprietário vai querer o ponto de volta. Ele quer cliente pontual, que paga em dia.”

imageComo nem tudo são flores, pode acontecer do contrato não poder ser renovado. Em alguns casos, a Lei garante ao locatário o direito à indenização, como, por exemplo, se a renovação não ocorrer em razão de uma melhor proposta de terceiro. Nessa situação,é possível pedir um ressarcimento por prejuízos e lucros cessantes, que podem incluir as despesas com a mudança e a desvalorização do fundo de comércio.
Para evitar dor de cabeça no futuro, fica a dica: consulte um especialista antes de fechar o negócio. “Antes da assinatura do contrato de locação, para minimizar os riscos, cada qual, locador e locatário, devem ter o acompanhamento de uma assessoria jurídica. Ela irá sinalizar os riscos e sanar eventuais dúvidas”, finaliza Massaranduba.

“A cobrança de ‘luvas’ pelo locador na contratação inicial da locação é permitida pela Lei do Inquilino”
Geraldo Beire Simões, advogado

Fonte: http://www.cozinhaprofissional.com.br

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Música ao vivo: como fazer um bom contrato

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image A apresentação de música ao vivo é uma das formas mais usadas para atrair clientes. No entanto, é preciso analisar todos os custos e problemas possíveis ao contratar o serviço

Um grande número de empresas do setor de bares e restaurantes adota a música ao vivo como forma de entreter ou atrair clientes. Em algumas, a música é prioritária, fundamental; em outras ela é apenas uma espécie de fundo, destinada a tornar o ambiente mais agradável, às vezes mais romântico. Há também os estabelecimentos que preferem ter músico como empregado (cada vez em menor número), os que contratam regularmente, por meses seguidos, e os que contratam eventualmente. Alguns preferem músico solo, ou duplas, no máximo trios, e outros optam por bandas ou orquestras, orquestras.
Em qualquer caso, sempre é importante combinar detalhes da relação, como direitos e obrigações; valores a serem pagos; como e quando; o que vai acontecer no caso de atraso dos músicos e conseqüentes problemas para a casa; quem deve atender aos órgãos públicos e pagar taxas e tributos; quem se responsabiliza pelo equipamento seu transporte, conservação, conserto (se for o caso); como fica o consumo dos músicos e seus auxiliares; como as partes poderão rescindir o contrato (se assim o desejarem); se é melhor cobrar o valor a ser pago dos músicos cobrando couvert artístico, ingressos ou esperar que o pagamento decorra do maior movimento propiciado pela divulgação.
Se houver vizinhos e o isolamento acústico não for dos melhores, convém combinar minuciosamente o volume do som, pois há músicos que só sabem ou querem se apresentar em tom elevado. Isso pode causar atritos no estabelecimento e também com vizinhos, estimulando- os a chamar a polícia ou órgãos de fiscalização, que, além de multarem, poderão fechar a casa.

Um dos grandes problemas que ocorre se as apresentações se repetirem por muito tempo é a possível reclamação trabalhista e o reconhecimento do vínculo, com conseqüências desastrosas para a casa. Convém deixar claríssimo no contrato que a relação é entre partes autônomas. Para evitar problemas, é ideal não manter os mesmos músicos por muito tempo, realizar o contrato através de empresa regularizada que represente os músicos e pedir nota fiscal ao fazer pagamentos.
Outra questão que deve ser pensada e posta nos custos é o valor a ser cobrado pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), que pode chegar a mais de 10% da receita obtida com ingressos ou couvert artístico, além de multas, se não se obtiver antes a autorização para uso das músicas. Dessa forma, os artistas que tiverem composições próprias poderão apresentar-se sem ter de pagar essa taxa.
Muitas vezes, a apresentação exige ensaios, passagem de som e instalação de equipamentos. O que é feito horas antes ou até no dia anterior. Nesse caso, o estabelecimento deve disponibilizar o local para os músicos fazerem essa preparação e convém que horários e outras normas também sejam estipuladas.banner_manual_conduta

Se o equipamento é do estabelecimento, isso deve ser colocado no contrato, assim como a relação das partes que o compõem, e a obrigação do contratado devolvê-lo íntegro. Se o equipamento for dos músicos, deve-se colocar que estes são responsáveis por aqueles, inclusive, pelo transporte, manutenção, desaparecimento ou estrago, isentando o estabelecimento de qualquer responsabilidade.
Outro item que deve ser combinado é o que acontecerá caso os músicos atrasem a apresentação, o que sempre causa transtornos para o estabelecimento. Pode-se estipular uma multa por tempo de atraso, descontando do valor total a ser pago, e, se o atraso for por tempo excessivo, o estabelecimento poderá dispensar a apresentação e cobrar multa mais elevada e até indenização por perdas materiais e dano moral.
Que ninguém esqueça que os clientes, embevecidos com a música, tendem a consumir menos. Por esse motivo, um atraso suportável pode ser conveniente, assim como intervalos espaçosos ou até mais de um intervalo. O resultado é uma noite mais agradável ORIENTAÇÃO JURÍDICA Bares&Restaurantes 25 para o cliente, repouso para os músicos e mais faturamento no caixa.

As casas onde há apresentação de música ao vivo, geralmente, são proibidas para menores. Isso deve ser esclarecido aos músicos, vendedores de ingressos, porteiros etc. Muitas vezes as autoridades responsáveis podem conceder um alvará e, nesse caso, o cuidado é para não permitir que o menor tenha acesso a bebidas alcóolicas.

Couvert artístico ou cobrança de ingresso?

O proprietário do estabelecimento deve prever o custo total da apresentação e onde irá buscar recursos. Ele pode cobrar ingressos, couvert ou não cobrar nada, esperando que, do afluxo maior de clientes que poderá advir da apresentação, haverá um aumento de receita suficiente para cobrir esses custos. Ou então, aguardando que os benefícios venham da divulgação do estabelecimento, o que não deixa de ser um ganho.
O couvert artístico ou o ingresso, se forem cobrados, devem ter seu valor exposto em todo o material de divulgação e, no dia, na porta da casa, em lugar visível, para que os clientes não aleguem infração ao Código do Consumidor e se recusem a pagar.
Muitas vezes, há clientes que vão sempre a um mesmo bar, independentemente da música. Há até aqueles que acham que a música só os atrapalha. Então, não é conveniente cobrar couvert artístico, como também não é bom tentar fazê-lo com pessoas que chegam ao fim da apresentação ou saem logo depois que ela se inicia. Isso deve ficar claro no contrato com os músicos, ou seja, que eles não poderão forçar clientes a pagar couvert artístico, se não o desejarem.

Pode-se estipular que cada parte terá direito a isentar um certo número de pessoas do pagamento do couvert e até do ingresso, isenção essa que poderá ajudar a encher a casa ou premiar clientes e amigos. No caso de ingressos, ambas as partes poderão vendê-los antecipadamente e até combinar comissões para quem os vender. Devem estar em contato permanente para não vender mais do que a lotação permite.
Para decidir sobre a cobrança de couvert ou ingresso, é bom conhecer os tributos a serem pagos por cada modalidade. É fora de dúvida que se deve recolher o ISS sobre o valor arrecadado, mas a alíquota pode ser diferente, dependendo da cidade. Previdência e Receita Federal podem aparecer, também, exigindo suas quotas.

Datas boas e ruins

Ao marcar um evento, o empresário deve analisar bem a data, pois os resultados poderão ser frustrantes, se, por exemplo, a apresentação cair na véspera de um feriado prolongado, dia de um grande jogo, final de telenovela ou data de entrega do Oscar.
Há quem ache que, com divulgação intensa, a casa pode registrar um movimento que não existiria caso não houvesse a apresentação. Afinal, onde irá quem não gosta de futebol ou da entrega do Oscar? Para isso, a divulgação tem de ser massiva, para atingir mesmo essas poucas pessoas, que preferirão um outro programa.

Se as apresentações de determinados músicos são rotineiras, isso também ajuda a atrair clientes, pois eles já sabem que, em determinado dia, a apresentação ocorrerá, não sendo atraído pela publicidade. O lado ruim – como, por exemplo, um pianista que toca todas as quartas-feiras durante um ano em determinado restaurante – é que isso geralmente é considerado relação de emprego. Então é melhor registro em carteira que contrato de autônomo, o que só leva a constituir um perigoso passivo.

Divulgação

Que ninguém se esqueça de que sem publicidade não haverá resultado. Músicos e estabelecimento, no momento do contrato, podem ver como ambos contribuirão para a divulgação da apresentação e para a atração de clientes, resultado que todos desejam.

Em geral, músicos ou empresários do segmento sabem de nichos específicos, programas de TV, cadernos jornalísticos, programas de rádio etc. que dão mais resultados. Uns ou outros poderão relacionar os amigos com que contam na imprensa, convidá- los para a apresentação, enfim, unirem-se sinergicamente para tudo dar certo. Divulgação, mesmo que não vá atrair muitos clientes devido a alguns fatores (dia de um grande jogo de futebol etc.), sempre é bom para ambas as partes.
A maneira mais comum, acessível e barata para difundir a apresentação é por folhetinhos, internet, cartazes, boca a boca, telemarketing, se possível. Mas, conforme o caso, pode-se pagar por um “tijolinho” em jornais ou revistas de circulação na cidade, ou tentar obter a adesão de alguma rádio, que poderá aparecer como copatrocinadora do evento, ajudando a divulgá-lo.
Mais sobre organização e divulgação de eventos pode ser encontrado nos livros de marketing e de promoção de nosso editor, publicados pelo Senac e pela Abrasel.

 

Contrato para execução de música ao vivo

De um lado o Bar ………….., com sede na Rua ………….., doravante denominado contratante e de outro ………….., músico com estúdio, sede/ escritório ou residência na Rua ………….., RG ………….. CPF ………….., doravante denominado contratado, resolvem assinar o presente contrato, para os fins e sob as normas que seguem:

1- O contratante é um estabelecimento tipo bar noturno, cuja finalidade é oferecer entretenimento aos clientes, inclusive música interpretada ao vivo, o que faz regularmente, com vários músicos.

2- O contratado, sendo músico que toca ………….. (instrumentos, ou que canta…), oferece no mercado esse tipo de entretenimento, na qualidade de profissional e empreendedor autônomo.

3- Deliberam as partes que o contratado passará a se apresentar no contratante, às ………….. (dia da semana), das …. às …. horas, com intervalo das …. às …. horas, de …./…./2008, até …./…./2008 (o contrato também poderá ser por tempo indeterminado, com previsão de rescisão se uma das partes notificar a outra com x dias de antecedência).

4- As apresentações do contratado serão pagas com a arrecadação obtida pelo couvert artístico a ser cobrado, que as partes estipulam em R$ ……….. (ou serão pagas pelo valor de R$ ……, valor esse do qual serão descontadas taxas e tributos que incidirem).

5- O contratado será responsável pelos músicos, equipamentos e instrumentos necessários à apresentação.

6- O contratado responderá pelo comportamento e remuneração dos músicos e seus auxiliares, ficando claro que nem o contratado, nem os demais músicos e auxiliares desejam ou manterão qualquer tipo de vínculo com o contratante, especialmente, de ordem trabalhista.

7- Ficará sob responsabilidade do contratado todos os ônus, multas, taxas, tributos, encargos, trabalho etc., causados por sua atividade ou que forem necessárias para a regularização das apresentações, inclusive junto ao ECAD, Ordem dos Músicos, prefeitura e outros órgãos públicos e privados, assim como demais despesas decorrentes das apresentações.

9- O som e a apresentação deverão ser de ótima qualidade, o volume não poderá incomodar vizinhos ou impedir conversas em tom normal dentro do estabelecimento e, muito menos, infringir posturas municipais ou de ordem pública.

10- Todas as despesas que o contratado ou seus auxiliares cobrarem do contratante, assim como prejuízos causados por comportamento inadequado ou prejudiciais à empresa, deverão ser ressarcidas pelo contratado imediatamente, ficando o contratante, desde já, autorizado a descontar esses valores das somas a serem pagas e cobrando o restante, se for o caso, posteriormente (ou então esclarecer o valor de consumo liberado e o que poderá ser consumido).

11- O presente contrato terá duração de ……, podendo as partes rescindi-lo quando lhes interessar, bastando notificar a outra com uma semana de antecedência.

12- As partes elegem o foro da cidade de ……………….. dirimir controvérsias oriundas deste contrato.

E por estar assim avençada a presente em três vias de igual teor, para um mesmo fim, na presença de duas testemunhas.

(Nome da cidade), ……… de ……………………….. de ……….

…………………………………………
contratante

…………………………………………
contratado
1ª testemunha

2ª testemunha

Obs: note que só colocamos aqui normas básicas. Muitas outras podem ser adaptas com base no texto do artigo e outras peculiaridades da contratação.

Fonte: http://www.revistabareserestaurantes.com.br

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Café Temperado

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Ingredientes
3 xícaras (chá) de Café 3 Corações Solúvel, forte e quente, feito com 7 colheres (chá)
2 favas de baunilha abertas ao meio
4 cravos da índia
4 colheres (sopa) de creme de leite fresco
Gelo moído
Açúcar a gosto

Modo de Preparo
– Coloque o café quente sobre a baunilha e os cravos da índia e deixe descansar por uma hora
– Coe o café e adicione o creme de leite
– Adoce a gosto
– Coloque o gelo moído nos copos altos, acrescente a mistura e sirva com canudos

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Pesquisa sobre Automação em Restaurantes

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image A Revista Cozinha Profissional realizou no mês de fevereiro um pesquisa referente à Automação de Restaurantes. A pesquisa foi realizada junto ao universo de seus assinantes que gira em torno de 10.000 restaurantes em todo o território brasileiro.

Seu principal propósito foi o de identificar e mensurar os seguintes itens:

Qual o percentual de restaurantes automatizados;
Os porquês dos restaurantes não se automatizarem;
Quais os principais motivos para a não-automação.

Abaixo você vê os resultados, mas se preferir poderá ver no site da Cozinha Profissional os dados abaixo em Gráficos.

Qual o tipo de atendimento?
À la carte – 65,2%
Quilo – 30,4%
Bufê – 28,3%

Quantos Lugares possui a casa?
Até 25 – 6,8%
de 26 a 50 – 25,09%
de 51 a 75 – 4,5%
de 76 a 100 – 22,7%
de 101 a 150 – 16%
mais de 200 – 18,2%

Quantas refeições são servidas diariamente?
Almoço
Até 20 – 12,2%
de 21 a 50 – 22%
de 51 a 100 – 24,4%
de 101 a 150 – 24,4%
de 151 a 200 – 2,4%
mais de 200 – 14,6%

Jantar
Até 20 – 3,4%
de 21 a 50 – 31%
de 51 a 100 – 27,6%
de 101 a 150 – 6,9%
de 151 a 200 – 17,2%
mais de 200 – 13,8%

Seu restaurante está automatizado em sua operação comercial?
Sim – 54,3%
Não – 45,7%

Se sua resposta foi negativa, por favor indique os motivos:
Todos os controles que tenho são feitos manualmente – 44,4%
Não tenho necessidade de processos de automação – 33,3%
Os preços do sistemas estão muito acima do que posso pagar – 33,3%
Outro motivo(favor especificar) – 16,7%
Os fornecedores que contatei não apresentavam produtos com a qualidade que meu restaurante necessitava – 16,7%
Não conheço nenhum fornecedor – 16,7%
Tenho funcionário de confiança que faz os controles do restaurante – 11,1%
Já tentei automatizar o restaurantes, mas o resultado final não foi bom – 5,6%

Se o seu restaurante está automatizado, indique, por favor, as áreas contempladas no sistema:
Caixa – 95,5%
Salão(mesas) – 86,4%
Controle Financeiro – 77,3%
Estoque – 77,3%
Cozinha – 68,2%
salão (balcão) – 63,6%
Compras – 59,1%
Delivery – 36,4%

Indique, por favor, as diferenças percebidas e/ou mensuradas com o processo:
Consegui mais eficiência na operação – 95%
Consegui melhorar o controle financeiro – 85%
Consegui diminuir o tempo de atendimento ao cliente – 75%
Consegui reduzir o percentual de desperdício – 60%

O software que você utiliza imprime ou coloca em display automaticamente os itens pedidos na cozinha?
Sim: 71,4%
Não: 28,6%

O que melhor descreve a sua compra do sistema?
Compramos o software e os equipamentos de empresas diferentes – 55%
Compramos o software e os equipamentos da mesma empresa – 45%

Há quanto tempo seu restaurante tem o sistema instalado?
Até 1 ano – 19%
2 anos – 23,8%
3 anos – 9,5%
4 anos – 4,8%
5 anos ou mais – 42,9%

A empresa que forneceu o sistema fez a instalação e treinamento?
Sim – 85,7%
Não – 14,3%

Por favor, faça uma avaliação dos serviços prestados:

Treinamento
Excelentes – 9,5%
Bons – 28,6%
Satisfatórios – 28,6%
Fracos – 28,6%
Péssimos – 4,8%

Sistemas
Excelentes – 23,8%
Bons – 47,6%
Satisfatórios – 23,8%
Fracos – 4,8%
Péssimos – 0%

Suporte
Excelentes – 14,3%
Bons – 28,6%
Satisfatórios – 28,6%
Fracos – 19%
Péssimos – 9,5%

Como você classifica o preço pago pelo seu sistema em comparação com outros?
Muito mais caro – 0%
Um pouco mais caro – 26,3%
Equivalente – 47,4%
Mais barato – 26,3%

Como você avalia o processo de emissão dos pedidos?
Muito fácil – 21,1%
Fácil – 57,9%
Poderia ser mais fácil – 21,1%
Complicado – 0%

Como você avalia a agilidade do sistema na emissão dos pedidos e da conta?
Muito Rápido – 22,2%
Rápido – 50%
Poderia ser mais rápido – 27,8%
Lento – 0%

Como você avalia a complexidade de fazer mudanças no programa, como inclusão de novos pratos no cardápio ou alteração de preços?
Muito Fácil- 21,1%
Fácil- 52,6%
Poderia ser mais fácil- 26,3%
Complicado- 0%

Como você avalia as seguintes performances:

Relatórios
Ótimos – 10,5%
Bons – 47,4%
Satisfatórios – 26,3%
Fracos – 10,5%
Nunca utilizei – 5,3%

Controle de Pedidos
Ótimos – 21,1%
Bons – 42,1%
Satisfatórios – 26,3%
Fracos – 5,3%
Nunca utilizei – 5,3%

Controle de Estoque
Ótimos – 11,1%
Bons – 50%
Satisfatórios – 16,7%
Fracos – 5,6%
Nunca utilizei – 16,7%

Não percam. Em breve apresentaremos mais pesquisas.

Fonte: http://www.cozinhaprofissional.com.br

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Promoções para Restaurantes – Parte 2

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Cartões especiais, fidelidade ou Vips

card Bares, restaurantes e casas noturnas podem distribuir para clientes ou determinados públicos um cartão especial, fidelidade ou VIP, concedendo alguns benefícios, como ter acesso gratuito e sem espera na fila; algum tipo de desconto; prioridade para reservas; ou facilidades para realizações de eventos. Sempre é bom colocar prazo de validade.

Devem ser cartões muito bem feitos e atraentes, plastificados ou de material de boa qualidade e resistente, de tal forma que não só quem os receba sinta vontade de guardá-los e exibi-los orgulhosamente, como também tenha certa durabilidade e dificultem sua falsificação.

No cartão devem constar, com clareza, os direitos do cliente. Muitas vezes as casas noturnas distribuem cartões para atrair clientes; porém, às sextas-feiras e sábados, ou em qualquer dia, quando começam a lotar, tentam barrar na porta seus portadores, o que pode ser tido como ilegal perante o CDC. Essa possibilidade deve constar do cartão e até de convites simples.

O cartão VIP pode ter as mesmas condições do ingresso grátis: valer para determinados dias, horários – por exemplo, para quem chegar até as 22 horas -, produtos ou condições. Se é para o almoço, pode ser dado com validade de segunda a sexta, excluindo sábado e domingo, que são dias nobres em alguns estabelecimentos. Nos restaurantes a quilo, às vezes sábado e domingo é que são dias fracos. A data de validade pode ser só para esses dias, se bem que a promoção não tenha o mesmo efeito nesse tio de restaurante.

Nos cartões, cupons, vales, etc., sempre é bom, se for o caso, mencionar que a promoção não inclui bebidas, manobrista, serviço de garçons, acumular promoções, etc. O cartão é usado como um brinde, visando fidelizar o cliente. O restaurante Pucci, em São Paulo, aproveitando a proximidade de uma unidade do Banco Itaú, com mais de dois mil funcionários, fez um acordo de fornecer-lhes um cartão fidelidade, dando 20% de desconto no almoço, preços diferenciados para eventos e, no happy hour, isenção de consumação mínima.

Com isso, o Pucci tornou-se um verdadeiro centro social dos funcionários do banco e vive lotado. Por sua vez, como os funcionários têm um bom desconto e lotam a maioria das mesas no almoço, o proprietário pode cobrar um peço um pouco mais elevado aos demais clientes. Usa-se muito um cartão em que o cliente que faz uma refeição em um restaurante recebe um selo. Quando acumula oito ou dez selos, ganha uma refeição de brinde.

Quando o cartão é muito bonito, o cliente o conserva na carteira, e, ao visualizá-lo, associa-o ao estabelecimento. O cartão VIP pode ser destinado a alguma categoria diferenciada de clientes. A Pizza Hut criou um press card, ou seja, um cartão especial para jornalistas, que dá direito a desconto de 50% no preço. A rede procura aproveitar o potencial desses clientes para estimular uma possível divulgação de seus produtos.

Os cartões são uma forma de pagamento e irão, cada vez mais, variar de tipo e benefícios. Um dos tipos que prolifera é o que permite desconto em folha de pagamento do cliente ou que v em pré-carregado, como acontece com celulares pré-pagos. Até mesmo os vales-refeições seguem por esse caminho.

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O cardápio é a receita do sucesso

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Você quer montar um restaurante atraente? Comece pelo cardápio. É o mapa da mina! O tipo de comida define tudo e traduz a riqueza cultural do país. A dica é do consultor de hotelaria Luiz Henrique Marcondes. Ele acompanhou a reportagem do Pequenas Empresas Grandes Negócios em três restaurantes de comida regional em São Paulo. Uma viagem bem gostosa…

– A alma do negócio está justamente no cardápio. É o cardápio, o menu, que determina o restaurante. Esse cardápio que vai determinar a louça que vai servir o prato, o talher, o tipo de funcionários… Quanto mais complexo o prato que está no cardápio, mais experiente o recurso humano. Ele é a alma do nosso negócio, é o livrinho de cabeceira. Não se começa o restaurante sem antes pré-determinar o cardápio, explica Luiz Henrique Marcondes, consultor de hotelaria.

É o cardápio que define o estilo do restaurante de Maria Lúcia Nunes, mais conhecida como dona Lucinha. Ex-professora de uma escola rural em Minas Gerais, ela se inspirou nos lanches que os alunos levavam de casa no tempo em que lecionava.

– Uma mandioca com melado, que é um grande alimento! Uma garapa, que é um caldo de cana, um café de garapa, uma rapadura com farinha, um fubá suado, um cuscus…, diz dona Lucinha, dona do restaurante mineiro.

Dona Lucinha foi ainda mais longe. Fez uma pesquisa sobre as origens da cozinha mineira e trouxe para a mesa as influências que os índios, os africanos e os portugueses deixaram no Brasil.

– A comida é muito boa! É tipo a comida da casa da mãe da gente, né?, atesta o cliente José Pedro.

Cardápios de comida com estilo caseiro também foram o ponto de partida em um restaurante goiano, onde o prato principal é o arroz com pequi. Em um outro restaurante paraense que serve pato no tucupi, peixes como tambaqui e tucunaré, além de sobremesas feitas com frutas típicas da região. O desafio é trazer os ingredientes certos, sem que o custo do transporte pese no preço dos pratos.

– Eu faço muito sacrifício para não repassar esse custo. Eu driblo isso pressionando fornecedores em Belém. Achatando, fazendo com que o preço seja baixo para o transporte não agregar um custo maior, fala Paulo Leite, dono do restaurante paraense.

– É difícil fazer a pesquisa pela distância. Mais difícil ainda é você manter o dia-a-dia. Isso ele mantém com muita qualidade. Ele transferiu esse know how de como manusear esses ingredientes exóticos e deu continuidade a isso com uma variedade muito grande, diz o consultor.

Fazer o cliente entrar no clima da região é uma estratégia importante nesse ramo. Tudo no restaurante lembra o interior do Brasil.

– Ele é rústico e simples no atendimento, na decoração… Ele faz com que as pessoas se sintam em um sítio ou em um rancho goiano de fato, como é o nome, fala o consultor.

O dono do restaurante, Vantuir Fernandez, nasceu no interior de Goiás e se identifica muito com a música de uma dupla sertaneja. Ele trabalhou no local durante 12 anos como garçom, comprou o ponto do seu antigo patrão e apostou na fidelidade dos clientes.

– É uma casa de 30 anos de tradição aqui em São Paulo. É praticamente onde se reúne aquilo que a gente considera como família, declara Vantuir Fernandez, empresário.

– A gente se sente à vontade. É como se fizesse parte da nossa casa, atesta Débora Cotrim Castilho, cliente.

Da região do Amazonas, chegam outros sabores e mudam os sons.

Geralmente, quem vai a um restaurante típico procura também saber mais sobre a cultura da região. O empresário aproveitou essa curiosidade para levar aos finais de semana um grupo de música Carimbó, folclore típico da região do Pará.

– Você não precisa viajar para lá, para sentir esse clima do Amazonas, esse clima paraense…, diz a cliente Carla Lima.

A decoração é outro ponto importante em um restaurante de comida regional. Lá, a intenção é fazer os freqüentadores conhecerem um pouco de Belém do Pará. Uma lojinha com produtos típicos lembra o famoso mercado Ver-o-Peso.

– Os próprios paraenses se encantam quando eles vêem o Ver-o-Peso, o mini-Ver-o-Peso. Eu tenho essas garrafadas aqui maravilhosas, conta Adla Aidar, dona do restaurante paraense.

– Se você agregar elementos culturais, como você viu a minha pequena venda de sabonetes, de perfumes, aquelas coisas do Pará. E também uma decoração que te remeta aquela região, eu acho que você agrega valores culturais para quem vem te visitar, diz Paulo Leite.

– Ele teve uma preocupação também de trazer as cerâmicas, as águas de cheiro, os cheirinhos, os óleos, que é muito típico dessa região. Ele se preocupou com detalhes. Ele serve em cima do sousplat, uma cerâmica muito rica. Tem uma preocupação como um todo, de trazer a riquíssima cultura da Amazônia, fala Luiz Henrique Marcondes.

Já o restaurante mineiro fica em um casarão de estilo colonial que imita as construções do século 18. Dentro, cada detalhe da decoração lembra as fazendas mineiras.

– O público é atento aos detalhes. Aprendeu a exigir. Não subestime seu público quando for montar seu restaurante, aconselha o consultor Luiz Henrique Marcondes.

Fonte: http://pegntv.globo.com

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