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Placas de Banheiro

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Technorati Marcas:

Bom pessoal. Segue aí mais algumas placas de banheiro. As imagens foram enviadas pelo nosso leitor Lucas Pêgo. Valeu Lucas

Quem tiver mais algumas envie para gestao_de_restaurantes@yahoo.com.br

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Profissionalize-se

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image Resolvi fazer uma coleta dos Cursos de Gastronomia e similares que podemos encontrar por esse brasilzão à fora. Espero que possam ajudar na escolha dos que procuram por uma qualificação neste ramo. Caso haja alguma instituição que eu não tenha mencionado me informe que publicarei mais adiante.

 

São Paulo

Senac
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Águas de São Pedro
Site: http://www.sp.senac.br

Senac
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Campos do Jordão
Site: http://www.sp.senac.br

Senac
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Santo Amaro
Site: http://www.sp.senac.br

Hotec – Faculdade de Tecnologia em Hotelaria, Gastronomia e Turismo
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: São Paulo
Site: http://www.hotec.com.br

Unip – Universidade Paulista
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: São Paulo
Site: http://www2.unip.br

FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: São Paulo
Site: http://portal.fmu.br/tecnologos/gastronomia

Universidade Anhembi Morumbi
Curso: Gastronomia
Cidade: São Paulo
Site: http://www.anhembi.br

Universidade Cruzeiro do Sul – UNICSUL
Curso: Gastronomia
Cidade: São Paulo
Site: http://www.portalunicsul.com.br

CEUNSP – Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Itú
Site: http://www.ceunsp.edu.br

Universidade do Sagrado Coração – USC
Curso: Gastronomia
Cidade: Baurú
Site: http://www.usc.br/

Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Santos
Site: http://www.unimonte.br

Faculdade Editora Nacional – FAENAC
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: São caetano do Sul
Site: www.faenac.edu.br

Universidade de Sorocaba – UNISO
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Sorocaba
Site: www.uniso.br

Universidade São Judas Tadeu – USJT
Curso: Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: São Paulo
Site: www.usjt.br

Universidade Metodista de São Paulo – UMESP
Curso: Tecnologia em Gastronomia
Cidade: São Bernardo do Campo
Site: www.umesp.edu.br

Rio de Janeiro

Universidade Estácio de Sá – UNESA
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia e Culinária
Cidade: Rio de Janeiro
Site: www.estacio.br

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro- UNIRIO
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Rio de Janeiro
Site: http://www.unirio.br/

Mato Grosso

Universidade de Cuiabá – UNIC
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Cuiabá
Site: http://www.unic.br

Centro Universitário Cândido Rondon – UNIRONDON
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Cuiabá
Site: www.unirondon.br

Minas Gerais

Faculdade Estácio de Sá
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Belo Horizonte
Site: http://www.bh.estacio.br/gastronomia.asp

Santa Catarina

Univali – Universidade do Vale do Itajaí
Curso: Bacharel em Gastronomia
Cidade: Balneário Camboriú
Site: http://www.univali.br

Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Florianópolis
http://www.unisul.br

Faculdades Integradas Associação de Ensino de Santa Catarina – FASSESC
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Florianópolis
Site: http://assesc.com.br

Paraná

Centro Universitário de Maringá – CEUMAR
Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Maringá
Site: http://www.cesumar.br

Espírito Santo

Faculdade Novo Milênio – FNM
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Vila Velha
Site: www.novomilenio.br

Pernambuco

Faculdade Maurício de Nassau – FMN
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Recife
Site: www.mauriciodenassau.edu.br

Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE
Curso: Gstronomia e Segurannça Alimentar
Cidade: Recife
Site: www.ufrpe.br

Goiás

Faculdade Cambury
Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia
Cidade: Goiania
Site: www.cambury.br

Distrito Federal

Centro Universitário Euro-Americano – UNIEURO
Curso Superior de Tecnologia em Gestão em Gastronomia
Cidade: Brasília
Site: www.unieuro.edu.br

Rio Grande do Sul

Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS
Curso Superior de Tecnologia em Gestão em Gastronomia
Cidade: São Leopoldo
Site: http://www.unisinos.br

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Aquecedores a gás garantem o movimento desde os restaurantes de luxo e sua alta gastronomia aos bares mais descontraídos.

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Technorati Marcas: ,,,

Marcelo Jucá

image Já é inverno e aparentemente o frio chegou de vez. Por mais que muitos prefiram ficar debaixo do cobertor, os que se aventurarem a sair de casa não vão congelar na mesa do restaurante. As receitas de inverno entram no cardápio, comidas quentes tomam lugar e festivais de gastronomias invadem os bares.

Com diversos modelos no mercado, os aquecedores garantem que a gastronomia em São Paulo continue em alta, e os estabelecimentos mantenham um clima agradável para o público, evitando broncas do pessoal que quer ficar longe da janela.

O diretor de marketing do bar Prainha Paulista, Sergio Lopes, explica que os aquecedores a gás são um ótimo investimento para certos tipos de estabelecimentos. Ele usa como exemplo o próprio bar, que possui uma área externa onde boa parte da clientela gosta de ficar.
Para fugir do frio, Sergio explica que “Nós fechamos os toldos, deixando apenas um corredor de ar – que é a entrada – e distribuímos nossos quatro aquecedores entre as mesas. Dessa forma deixamos o cliente numa situação mais agradável”.

De acordo com Jorge Masuda, gerente administrativo da General Heater, empresa especializada em produtos de aquecimento a gás, realmente há uma alta demanda de restaurantes interessados em adquirir aquecedores.

Investimento e funcionamento

Jorge Masuda conta que o mercado dispõe de diversos aquecedores, e que os donos de restaurantes e bares podem escolher os modelos que funcionem melhor em cada ambiente, seja um restaurante de alta gastronomia ou um bar descontraído.
Os mais tradicionais como afirma Jorge, ainda são os que têm formato de torre com funcionamento a gás. “Esse tipo de produto é muito procurado porque o calor refletido pelo anel superior chega a alcançar uns 3 metros, com uma temperatura de até 23º”.
Sergio Lopes confirma a funcionalidade do aquecedor. “Ele supre a necessidade de nosso ambiente e público”. E completa que a escolha pelo aquecedor a gás e não o elétrico tem a ver com a mobilidade e consumo de energia.

Um ponto interessante a ser comentado é que esse modelo possui um sistema de segurança automático que corta a circulação do gás em duas ocasiões: “Quando não há nenhuma circulação de ar no ambiente, o gás é cortado, ou então quando o aquecedor sofre um certo grau de inclinação”, explica Jorge Masuda.

Aquecedores internos
Para ambientes internos, não basta fechar a janela. Para cortar a sensação de frio Jorge recomenda o uso de outro tipo de aquecedor, apesar do modelo de torre ser bem comum também em ambientes fechados.

Mais discreto e móvel, o aquecedor pode ser colocado estrategicamente nos cantos do ambiente, “provocando para a pessoa que entra no local uma sensação semelhante à de uma lareira. É um calor intenso, uma potência maior e mais concentrada”, explica Jorge.
Além de um bom aquecedor para agradar o público, Sergio, do Prainha, conclui que as comidas de inverno e os vinhos e bebidas destiladas dão o toque final para a gastronomia de São Paulo continuar aquecida.

Serviço
Bar Prainha Paulista
www.prainhapaulista.com.br
General Heater
www.generalheater.com.br

Fonte: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br

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Tipos de Copos

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image Copo Americano:

é o copo do povão, com todo o respeito. Para se tomar uma boa cerveja na “padoca” o copo americano é indispensável.

 

 

imageCopo Baloon:
algumas vezes esta denominação é utilizada erroneamente para o copo do tipo snifter. Trata-se de um copo versátil servindo desde coquetéis, cervejas até vinhos. Atualmente, para coquetéis o copo do tipo hurricane é mais utilizado. 450 à 600 ml.

image Brandy snifter ou copo de conhaque:

o nome é uma alusão ao ato de de se inalar os aromas do cognac e outros brandies. Tradicionalmente este copo tem a haste curta e o bojo arredondado de modo que a palma da mão possa aquecer o copo e assim desprender o bouquet da bebida. Atualmente os produtores de cognacs têm direcionado o seu marketing para que se beba estes famosos brandies também com gelo, como é comum nos EUA. Neste caso o copo mais apropriado seria um on-the-rocks. É também conhecido como copo napoléon. Com tamanhos desde 100 até 1.500 ml.
image Caneca de Chopp:

as mugs disputam com as tulipas a preferência dos bebedores de chope. Muitas vezes são armazenadas em congeladores e existem nos mais diversos formatos e tamanhos, sendo algumas gigantescas, utilizadas principalmente em festivais.

 

imageCognac / Sommelier:

diferentemente do copo brandy snifter, este copo não é tão bojudo e tem a haste mais alta. Próprio para a degustação de cognacs. 180 ml.

 

 

image Coquetel / Martini:

a tradicional taça de coquetel é imprescindível em qualquer bar. A sua sofisticação e elegância ímpar contrasta com uma silueta de linhas retas e sóbrias. Traduz todo o glamour dos anos de reinado dos coquetéis clássicos. Serve coquetéis gelados (mas sem gelo), não combina muito bem com decorações mais vistosas e nem com canudos, mesmo que cortados. De 90 à 180 ml.

 

image Coffee mug:

também chamado de toddy ou caneca para hot drinks, é usada específicamente para coquetéis quentes, como o irish coffee. 450 ml.

 

 

image Cordial, pony ou cálice/taça de licor:

um dos souveniers prediletos da clientela que gosta de embolsar (literalmente) lembranças dos restaurantes. Existem nos mais diversos formatos, tendo em geral de 35 à 60 ml.

 

 

imageFlute:

esta taça fina e elegante, que tem o formato parecido com uma flauta, substituiu a antiga taça de champagne (semelhante à uma taça martini um pouco mais arredondada) justamente por reter por mais tempo o perlage que se desprende do champagne ou espumante. Serve de 180 à 280 ml.

 

image Highball:
é o tradicional copo long drink para servir bebidas destiladas ou coquetéis refrescantes com bastante gelo e adicionando-se club soda, água, refrigerante ou suco. Os mais esguios são chamados de collins, numa referência à família de drinques do mesmo nome. 250 à 410 ml.

 

image Hurricane:

copo feito sob medida para servir coquetéis tropicais e refrescantes. Combina com as mais extravagantes decorações e pode ser substituido pelo baloon, menos usado atualmente. 450 ml.

 

 

 

image Margarita:

copo específico para se servir o coquetel margarita, principalmente se for frozen. Em algumas marcas a haste tem o formato de um cacto. De 350 à 500 ml.

 

 

image Old fashioned:

clássico copo para servir whisky puro ou com gelo, também muito usado para vários coquetéis, como o próprio old fashioned. Tem de 180 à 350 ml.

 

image On-the-rocks:

também chamado de double old-fashioned, tem um formato mais apropriado para servir bebidas com gelo, conforme sugere o seu nome. Em geral, de 350 ml.

 

imagePilsener / Copo de cerveja:

semelhante a tulipa, sendo no entanto mais alto e com design mais sofisticado. De 350 à 500 ml.

 

 

 

image Rocks:

uma variação dos tipos on-the-rocks e old-fashioned. Têm se popularizado no país com a proliferação de redes de restaurantes americanos. 250 à 350 ml.

 

 

image Sherry:

em inglês é o mesmo que xerez (ou jerez) e é o copo usado para servir vinhos fortificados. Além do próprio xerez, o madeira e o vinho do porto. Também pode substituir o copo do tipo cordial para servir licores ou ainda para grappa. 90 à 180 ml.

 

 

image Shot:

é o típico copo do cowboy americano e é também chamado de yankee shot. Serve bebidas sem gelo e geralmente puras, mas também pode-se preparar coquetéis em camadas neste pequeno copo que tem de 35 à 60 ml. O seu similar brasileiro é o copo de pinga, muito popular em cachaçarias, botecos e padarias.

 

image Tulipa:

disputa com a caneca a preferência para se beber chope. Muito popular no Brasil, é encontrada em quase todos os bares. Entre 350 e 370 ml.

 

 

 

 

 

image Tumbler:

também chamado de cooler, é o tipo de copo para long ou tall drinks, servidos com bastante gelo, tanto para bebidas puras como para coquetéis refrescantes com misturas de sucos, água ou refrigerantes. Pode ser substituído pelo highball. 300 à 450 ml.

 

image Vinho:

tinto, branco, bordeaux, bourgogne, chianti, rosé, beaujolais. A variedade de copos para vinhos é quase proporcional à variedade de vinhos disponíveis. Exageros à parte, muitos especialistas sugerem que, principalmente para iniciantes, basta um tipo de copo para o serviço de vinhos, desde que observadas algumas “regras”. Cristal fino transparente, incolor, liso, haste longa e com a abertura ligeiramente estreitada.

 

image Vodka / Steinhäger:

copo semelhante ao shot porém um pouco mais alongado, é tradicionalmente usado para servir destilados gelados, porém sem gelo, mas também pode ser usado para tequila pura e outras bebidas.

 

As medidas dos copos utilizados nesta relação visam apenas ser uma referência do tamanho destes copos, uma vez que constumam variar de um fabricante para outro.

Existem outros tantos tipos de copos que não constam desta relação por considerarmos que os que aqui estão abrangem a maior parte deles.

Fonte: http://www.imigrantesbebidas.com.br

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Limpeza é fundamental!

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Technorati Marcas: ,,

A utilização dos produtos adequados e de qualidade para cada finalidade de limpeza é essencial para a correta higienização e desinfecção do ambiente

Por Patrícia Xavier

image A limpeza de um restaurante é tudo.Quem resume a importância do ambiente limpo e desinfectado é o gerente geral do restaurante Antiquarius de São Paulo, Evaldo Aragão de Melo.

Ele conta que a opção é feita pelo melhor produto de limpeza, mesmo que custe mais caro. “Nós escolhemos os produtos pela qualidade, vale a pena pagar mais se for eficaz”, diz ele. Evaldo controla o estoque dos produtos de limpeza todos os dias e o setor de compras faz as encomendas uma vez por semana. “São vários fornecedores, de cada um, compramos um produto diferente. Encomendamos o desinfetante em galões de cinco litros e usamos diluído na água. Para limpar os azulejos, a cozinha e o banheiro, usamos produtos tradicionais de limpeza, que também são vendidos em galões”,explica Evaldo. O álcool também é usado na limpeza do banheiro e das mesas.

Evaldo ressalta a preocupação em guardar os produtos de limpeza longe dos alimentos. E para que os clientes encontrem o restaurante sempre limpo, a equipe realiza toda a faxina pelo menos três vezes por dia. “A limpeza é feita quando não há clientes. Limpamos quando o restaurante fecha à uma hora da manhã, depois é feita uma faxina geral de manhã e outra depois do almoço”, completa o gerente.

No restaurante Cantaloup, também em SãoPaulo, a limpeza da cozinha é realizada duas vezes ao dia e após o fechamento. No salão, a faxina é feita antes do almoço e do jantar. Durante o dia, olixo fica armazenado em uma câmara refrigerada e depois do fechamento, na madrugada, é retirado por uma empresa especializada. Assim como o Antiquarius, o restaurante Cantaloup também possui diversos fornecedores de produtos de limpeza.”A escolha dos fornecedores é feita pela qualidade dos produtos que oferecem e pelo preço. Vale a pena pagar mais caro em troca de um produto de qualidade”, afirma a gerente de compras, Cleide Maria Gardilin. As compras dos produtos de limpeza são feitas em média oito vezes por mês.”Nos banheiros e no salão, usamos desinfetante e na cozinha, detergente neutro”, explica Cleide. “É fundamental que o restaurante esteja limpo para receber os clientes. Além do mais, é uma forma de preservação dos materiais”, finaliza.

imageA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu um regulamento técnico de boas práticas para serviços de alimentação. Segundo as normas, para evitar a contaminação dos alimentos, o local de trabalho deve ser limpo e organizado e a limpeza deve ser feita sempre ao final das atividades de trabalho, exceto em casos excepcionais. Isso sem falar na importância da higiene pessoal do colaborador que vai trabalhar diretamente com os alimentos. A Anvisa alerta que nunca devem ser guardados produtos de limpeza junto com alimentos, porque os desinfetantes e detergentes possuem substâncias tóxicas que podem causar contaminação.A Agência recomenda ainda que os restaurantes evitem comprar produtos de limpeza clandestinos. Os produtos de limpeza regularizados devem ter no rótulo o número de registro no Ministério da Saúde ou uma frase que informe que foi notificado na Anvisa. Para evitar que insetos e outros animais sejam atraídos para o local de preparo dos alimentos, a recomendação é que a cozinha tenha lixeiras de fácil limpeza, com tampa e pedal, e que o lixo seja sempre retirado em sacos bem fechados.

Entendidas as normas, é só escolher o fornecedor e arregaçar as mangas para a limpeza. A Bralimpia é uma das empresas que fabrica e comercializa equipamentos para a limpeza profissional. Para a cozinha, por exemplo, possuem carros funcionais, baldes espremedores de duas águas, fibras de limpeza, coletores com tampa e pedal para evitar o contato dos operadores com a contaminação. A empresa fornece seus produtos pela rede de distribuidores.Heitor Mazziero, do setor de Marketing da Bralimpia, orienta. “Procure soluções profissionais e não produtos de aventureiros. Além de conseguir resultados realmente melhores, sua empresa economizar á água, produtos químicos e diminuição nas faltas por problemas de saúde”.

imageA Melhoramentos oferece uma linha de sabonetes anti-sépticos e sabonetes líquidos sem fragrância, além de um álcool em gel 70% para limpeza e higienização dos locais. Segundo a empresa, todos os produtos são entregues no estabelecimento, muitas vezes até, no máximo, 24 horas após o pedido. Os produtos especiais para a área da cozinha e banheiro são papel toalha interfolhado, papel toalha em rolo com folhas duplas e simples, pano não-tecido antibactéria, sabonetes e loções. O gerente de produtos da Melhoramentos, Paulo Alexandre Bastos de Queiroz, dá a dica para a utilização dos produtos. “O mais importante é a pessoa ter o conhecimento do produto, ou seja, treinamento, afinal, com as informações necessárias, o usuário saberá a dose correta e a melhor forma de usar o produto em questão. Além de higienizar corretamente, você evitará a chamada ‘contaminação cruzada’, ou seja, limpar várias coisas com o mesmo pano de limpeza, por exemplo”.

A Ecolab orienta sempre o uso de produtos profissionais de limpeza porque possuem sistemas fechados de diluição, maior segurança na utilização, além de assessoria da equipe de vendas e melhor custo final do litro diluído. A empresa faz as entregas no restaurante, mas os produtos também podem ser encontrados na rede de distribuidores autorizados.

Para que sejam alcançados bons resultados de limpeza, a gerente de produto foodservice da Ecolab, Bruna Reitembach, orienta. “Alguns clientes às vezes procuram um único detergente para a lavagem de louças e para a limpeza do piso, por exemplo. Isso não é recomendado, pois cada fórmula tem uma finalidade específica para atingiras diferentes sujidades de louças e pisos. Oferecemos limpadores para pisos, detergentes para lavagem manual de louças, detergentes sólidos para máquinas de lavar louças, desengordurantes, sabonetes para lavagem das mãos e desinfetantes para finalidades específicas”.

A linha de produtos da Prolim é dividida em higiene pessoal, químicos para limpeza e higienização profissional e controle de insetos. Para a higienização das mãos, a empresa oferece um sabonete bactericida e quando não houver sujidade visível nas mãos, a antissepsia a seco pode ser feita com a utilização de um higienizador instantâneo. Os químicos concentrados para limpeza profissional são formulados para cada tipo de sujidade, como: remoção de crostas de gorduras, inclusive carbonizadas, desinfecção de todos os tipos de superfícies, detergente e secante para lavagem de louças, talheres e utensílios para uso em máquinas lavadoras, desinfetante clorado para sanitização de frutas, verduras, legumes e utensílios de cozinha e um produto para controle e eliminação de insetos. Para a manipulação dos produtos químicos, é necessário o uso de equipamentos de proteção, como óculos e luvas.A assistente de Marketing da Prolim, Bruna Silva, dá as orientações para a limpeza específica dos banheiros.”O ambiente sanitário exige duas ações. Recomendamos um poderoso desengordurante para todos os tipos de superfícies laváveis. Para a desinfecção, orientamos o uso dos desinfetantes concentrados que têm como ativo o quaternário de amônia, altamente eficaz na desinfecção de ambientes sanitários”. As vendas dos produtos da Prolim são feitas por meio de consultores
técnicos.

Fonte: http://www.cozinhaprofissional.com.br

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Pesquisa sobre Higiene e limpeza

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A pesquisa Higiene e Limpeza foi realizada em fevereiro de 2008 pela revista Cozinha Profissional junto ao universo de seus assinantes em todo o território brasileiro.

Seu principal propósito foi o de identificar e mensurar os seguintes itens:

– Quais os tipos de produtos utilizados na higienização e limpeza dos restaurantes;
– Onde são adquiridos os produtos de higiene e limpeza;
– Como é feita a limpeza nos diversos setores dos restaurantes.

Abaixo você vê os resultados, mas se preferir poderá ver no site da Cozinha Profissional os dados abaixo em Gráficos.

A limpeza de seu restaurante é terceirizada?
Não – 100%
Sim – 0%

Com que freqüência é feita a higienização e limpeza das seguintes áreas de seu restaurante?

Cozinha
1 vez ao dia – 13,8%
2 vezes ao dia – 44,8%
3 vezes ao dia – 37,9%
4 ezes ou mais – 3,4%

Finalização
1 vez ao dia – 33,3%
2 vezes ao dia – 44,4%
3 vezes ao dia – 14,8%
4 ezes ou mais – 7,4%

Sanitário dos Funcionários
1 vez ao dia – 57,1%
2 vezes ao dia – 35,7%
3 vezes ao dia – 3,6%
4 ezes ou mais – 3,6%

Sanitário dos Clientes
1 vez ao dia – 21,4%
2 vezes ao dia – 35,7%
3 vezes ao dia – 25,0%
4 ezes ou mais – 17,9%

E estas áreas como são cuidadas?

Caixas D’água
Mensalmente – 3,8%
Trimestralmente – 23,1%
Semestralmente – 73,1%
Anualmente – 0%
Ás vezes – 0%

Caixas de Gordura
Mensalmente – 44,4%
Trimestralmente – 25,9%
Semestralmente – 14,8
Anualmente – 3,7%
Ás vezes – 11,1%

Existe escala de limpeza afixada em local de fácil visualização?
Não – 64,3%
Sim – 35,7%

Quais tipos de produtos são utilizados na higienização e limpeza de seu restaurante?
Produtos industriais de uso profissional – 86,2%
Produtos industriais de linha doméstica – 24,1%
Produtos caseiros – 0%

Onde são adquiridos estes produtos?
Em distribuidores – 75,9%
No varejo (supermercados) – 17,2%
Direto do fabricante – 17,2%

Como são tratadas a higienização e a limpeza em seu restaurante?
É um assunto sobre o qual exigimos total dedicação de nossos colaboradores – 93,3%
Em nossa opinião elas são o “cartão de visita” de nosso restaurante – 90,0%
Além do aspecto da segurança alimentar, reforçam o marketing de qualquer restaurante – 86,7%
Como um tema de extrema importância – 86,7%
Procuramos trabalhar sempre com os melhores fornecedores – 60,0%
Não economizamos recursos neste sentido – 53,3%
Independente da ANVISA, temos normas tão exigentes quanto as dela – 40,0%
temos uma equipe interna e permanente de fiscalização – 33,3%
É um assunto rotineiro como qualquer outro – 30,0%

Seu restaurante tem um checklist relativo aos procedimentos de higienização e limpeza?
Sim – 51,7%
Não –  48,3%

Os procedimentos de higienização e limpeza são fiscalizados e referendados por um responsável?
Sim – 86,2%
Não – 13,8%

Você procura estimular a visita dos clientes à cozinha de seu restaurante?
Sim – 44,8%
Não – 55,2%

Seu restaurante costuma ser fiscalizado por agentes da ANVISA com vistas ao cumprimento de suas normas de higiene e limpeza?
Sim – 67,9%
Não – 32,1%

Quem você considera seu “melhor fiscal” em relação aos assuntos ligados à higiene e limpeza de seu estabelecimento?
Você mesmo – 78,6%
Seus clientes – 64,3%
Seus colaboradores – 39,3%
A ANVISA – 7,1%

Fonte: http://www.cozinhaprofissional.com.br

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Restaurantes que mantém seus banheiros bem cuidados garantem agrados de clientes que se preocupam com a limpeza do local

Postado em Atualizado em

por Marcelo Jucá

image Por muito tempo, o banheiro nos restaurantes foi considerado, de uma maneira geral, como uma coisa secundária, que existia somente pela questão da necessidade dos clientes. Hoje, no entanto, essa visão mudou. Além da higiene – uma decência mínima – outras questões são abordadas, como o uso da tecnologia, o conforto e a decoração.

Fátima Barnabé, arquiteta especializada da Deca, confirma que de uns 5 ou 6 anos pra cá, a preocupação aumentou muito porque “ter um banheiro em ordem valoriza o espaço. É uma preocupação com o conforto e higiene”.

Os novos empreendimentos gastronômicos baseiam a estrutura do seu banheiro como uma extensão da casa, voltando sua decoração de acordo com o ideal dos outros ambientes.
A tendência atual, explica Fátima, é de conseguir deixar o ambiente tão agradável quanto ao da casa do cliente.

image A preocupação com o banheiro
Se um novo restaurante decidir montar seu banheiro com azulejos brancos e nada mais, contanto que esteja limpo, tudo bem. Mas tem lugar que decidiu investir na decoração e contou com a ajuda de designers para a elaboração de ambientes originais.

Um desses casos é do banheiro do Boa Bistrô, que teve a decoração do Studio Manus. As proprietárias Graziela Calfat e Ivana Morretin explicam o conceito da casa. “Queríamos fazer um lugar super agradável, cheiroso e relaxante com vista para o jardim, e, sobretudo, divertido, onde as pessoas pudessem interagir escrevendo coisas nas paredes com giz colorido e deixando o seu marco (como em banheiros públicos de escola, etc.) e ao mesmo tempo se entreter e se inspirar com as frases alheias. Enfim um lugar transformador, onde a pessoa entra de um jeito e sai com um estado de espírito melhor”.

Fátima Barnabé lembra que “agora o banheiro agrega outros valores”. Ou seja, que se deve dar importância a alguns detalhes, tais como a questão da iluminação do local. “Mulher vai ao banheiro para retocar a maquiagem, então a luz tem que estar adequada, pois senão ela fica retocando e retocando, e acaba saindo de lá com uma maquiagem muito forte”.

Fátima ainda destaca que a tendência dos banheiros é de ter uma louça mais clara, “geralmente branca”, e em alguns casos, “se faz uma brincadeira com o branco e preto”. O uso de cores claras também ajuda na questão da higiene, o tópico mais importante.

Sandra Santorsula, gerente de marketing do restaurante Chácara Santa Cecília, confirma que “Além de condições de higiene perfeita, o banheiro de um restaurante deve estar em localização adequada e de fácil acesso para todos os tipos de clientes, inclusive deficientes. A placa de identificação deve ser legível e a decoração do ambiente integrada com a comunicação visual dos outros espaços do restaurante. Além, obviamente, do número de banheiros estar adequado ao tamanho da casa”.

Localização e Acessibilidade
Em diversos restaurantes, é comum a cozinha e o banheiro dividirem uma mesma parede, ou em outro caso, serem próximos. A arquiteta Fátima Barnabé explica que isso ocorre por uma simples questão de “conveniência técnica”, pela questão dos encanamentos, “pela área hidráulica, a passagem dos canos”, completa.

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As áreas, em muitos casos, acabam sendo próximas, no entanto uma não compromete a outra. “Quem vai ao banheiro gosta de privacidade, então é melhor que seja num canto. As áreas podem ser totalmente independentes, apesar de próximas”, diz Fátima.
Nesses casos de proximidade, o odor é um dos principais pontos a serem tratados. Muitas casas usam gelo, ventilação artificial, sprays de odor e etc, mas o ideal, segundo Fátima, é manter um funcionário responsável image
de plantão. “Isso é muito importante, pois deixar alguém limpar só uma vez ao dia, não tem jeito, vai ficar muito sujo ao final do dia”.
Outra questão a ser tratada é o fácil acesso para deficientes. Por mais que o tema esteja em pauta, Fátima não vê muito avanço nesse assunto, afirmando que a adaptação sempre fica pela metade. “O espaço é tão apertado
(para o cadeirante) que a pessoa entra de frente e tem que sair de ré”.

Por outro lado, a preocupação do arquiteto da Chácara Santa Cecília, José Renato Nogueira Vessoni, foi imagede preservar a maioria das árvores existentes no terreno.
“Na planta original, o banheiro principal estava projetado em um espaço onde teríamos que sacrificar uma árvore de aproximadamente 30 anos. Fiel ao conceito da casa, José Renato, não só adequou o projeto, como ainda, criou uma parede de vidro, de onde é possível se apreciar a árvore que continua em seu lugar original”, explica a gerente de marketing Sandra.

Um toque de imaginação

Dois banheiros curiosos de se conhecer são os da Pizzaria Ditha Maria e do Cigana Bar.
Na Ditha, a situação pode ser tida como engraçada. Depois daquele pedaço de pizza, bate a vontade de ir ao banheiro. O que o cliente vai encontrar lá é um varal com peças íntimas penduradas. Calma. Não é de qualquer um, ou de um cliente atrasado.

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A proprietária da casa, Izabel Barata, explica a razão da decoração. “Antigamente algumas pessoas lavavam suas roupas intimas e penduravam no banheiro para secar. Quando escolhemos as peças, procuramos de pessoas mais idosas e bem surradas, porém muito limpas, dando a sensação de estarmos no sitio da vovó”.
Segundo Izabel, a reação do público é positiva. “Adoram e acham muito interessantes. No banheiro dos homens a reposição das peças é constante”.

Já no Cigana Bar, o conceito vai para outro lado, mas não menos curioso. A artista plástica e uma das sócias da casa, Raquel Gomes, conta que a original decoração da casa surgiu “Após uma grande pesquisa sobre os ciganos, houve uma enorme vontade de fazer uma releitura sobre este povo festivo, nômade, fiel à seus valores e crenças e guardião da liberdade. A decoração foi realizada dentro destes princípios, lembrando que por onde os ciganos passavam com suas caravanas, deixavam seus ‘rastros’ jogando flores e fragrâncias florais produzidas por eles”.

Raquel, que também foi a responsável pelo projeto do banheiro, afirma que “Os clientes adoram os banheiros, sempre recebemos elogios. Gostam das cores, dos desenhos e dos tachos de cobre transformados em cuba, utilizados tanto pelos homens como pelas mulheres”.

Fonte: http://gastronomiaenegocios.uol.com.br

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