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Manual de Conduta para Restaurantes e Bares

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A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

A convivência em sociedade é pautada de direitos e deveres entre os cidadãos. O que nos guia e nos mantém dentro dos padrões aceitáveis para a sociedade são as leis, um conjunto de normas recolhidas e escritas, baseadas na experiência das relações humanas. Assim como em sociedade, dentro das empresas também deve existir um conjunto de direitos e deveres capazes de orientar os colaboradores para que os objetivo de gestão da empresa e o relacionamento com seu público, seja ele interno (colaboradores) ou externo (clientes e fornecedores)

manual de conduta para restaurantes

As diretrizes estabelecidas pela empresa esclarecem para os colaboradores quais são seus objetivos no mercado e difundem a cultura da empresa idealizada por seus gestores. Para que isto aconteça efetivamente é necessário adotar estratégias para difundir estas práticas entre seus colaboradores.

O manual de conduta orienta o colaborador na condução de suas ações relacionadas ao ambiente de trabalho, ao uso de equipamentos de segurança, ao atendimento ao cliente, no relacionamento com fornecedores e nas questões que envolvem ética e integridade.

Formato: E-book
Páginas: 73
Editora: GR Gestão de Restaurantes

Descrição do Produto

Veja detalhadamente o que voce econtra produto:

Sumário
1 – Introdução
2 – A quem se destina o manual de Conduta
3 – Elaboração do Manual de Conduta
3.1 – Carta do Diretor
3.2 – Missão, Visão e Valores
3.3 – Conduta da equipe de Líderes
3.4 – Conduta de Comunicação com a mídia
3.5 – Conduta nas práticas empregatícias
3.5.1 – Plano de carreira
3.5.2 – Idade mínima para contratação e Trabalho infantil
3.5.3 – Apoio ao equilíbrio entre vida e trabalho
3.5.4 – Conduta na Contratação de Terceiros
3.6 – Conduta de Integridade
3.6.1 – Conflitos de interesse
3.6.2 – Diretrizes para dar ou receber presentes e entretenimento
3.6.3 – Informações sobre os concorrentes
3.7 – Conduta sobre as Informações confidenciais da empresa
3. 8 – Condutas Individuais dos Colaboradores
3.8.1 – Assédio no local de trabalho
3.8.2 – Drogas ilícitas e álcool
3.8.3 – Condutas com a jornada de trabalho
3.8.4 – Conduta em caso de faltas
3.8.5 – Conduta com as informações transmitidas à empresa
3.8.6 – Conduta no atendimento ao cliente
3.8.7 – Conduta com a higiene e apresentação pessoal
3.9 – Conduta com os Fornecedores
3.10 – Conduta com os Bens da empresa
4.0 – Comprovante de recebimento do Manual de Conduta

Banco de horas: Como implementar no seu restaurante

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Você sabe o que é o banco de horas? É um sistema legal, que está dentro da legislação trabalhista, para compensar as horas extras — feitas pelos funcionários — com folgas. Isso pode ser conferido no artigo 59 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), depois que a Lei 9.601 foi homologada em 1998.

Na época, essa flexibilização foi de extrema importância já que o país estava passando por um regime de recessão econômica e, por isso, o banco de horas passou a ser uma alternativa para manter o trabalhador dentro da empresa sem ter a necessidade de demiti-lo.

treinamento restaurante

Esse regime de compensação de horários se tornou tão bom que, mesmo depois que o cenário econômico melhorou, a lei continuou em vigor, e milhares de empresas hoje em dia trabalham com ele.

Se você quiser saber como implementá-lo no seu restaurante, continue por aqui que nós vamos te dar algumas dicas!

1. Verifique se esse regime é o ideal para seu restaurante

O banco de horas é muito bom, mas ele precisa se adequar às necessidades da empresa. Ele pode ser utilizado, por exemplo, em situações em que o fluxo produtivo está abaixo do normal e é possível dispensar o funcionário antes do horário. Assim, essas horas não trabalhadas podem ficar num banco de horas para quando a empresa estiver num período de alta produtividade.

2. Converse com o sindicato

O banco de horas é um sistema diferente da compensação simples, que pode ser feita de forma individual. Nesse caso, os responsáveis da empresa precisarão entrar em contato com o sindicato para realizar a negociação das normas que serão aplicadas: horários, períodos de compensação, valor da hora trabalhada e outros direitos.

Porém, é preciso ficar atento para alguns detalhes que existem na lei. Por exemplo, alguns tipos de trabalhadores não podem fazer parte do banco de horas.

Os que trabalham em atividades insalubres ou perigosas (a não ser que haja autorização da autoridade de segurança e higiene do Ministério do Trabalho) ou os trabalhadores que ainda têm menos de 18 anos de idade são alguns exemplos.

3. Fique de olho na lei

Além do fato de que alguns grupos estejam impossibilitados de trabalhar nessa modalidade de compensação, há outros requisitos que devem ser respeitados para que o contrato com o sindicato esteja devidamente de acordo com o que exige a lei. Sendo assim, você precisa seguir alguns requisitos:

  • a jornada de trabalho máxima é de até 10 horas, exceto para os trabalhadores que trabalham em regime de escala;
  • jornada semanal de no máximo 44 horas;
  • a compensação de horas deve ser realizada em até 12 meses;
  • o empregado tem o direito de acompanhar o seu saldo no banco de horas;
  • deve ter previsão em acordo coletivo ou convenção.

Caso a quantidade de horas não for compensada dentro do período de 1 ano, as que ainda restarem devem ser pagas em dinheiro aos funcionários.

Gostou de saber mais sobre o banco de horas? Comente este post e conte para a gente como você pretende implementar essa modalidade no seu restaurante!

Fonte: http://blog.infokings.com.br/banco-de-horas-saiba-como-implementar-no-seu-restaurante/

treinamento restaurante

Treinamento da equipe: sua empresa está fazendo isso corretamente?

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image"Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres", afirma especialista

Treinar a equipe, sem dúvida, é um dos mais importantes meios de mantê-la atualizada e capacitá-la para o exercício eficaz e eficiente do trabalho. Muitas organizações, entretanto, acabam se perdendo na forma de fazer isso. E aí a busca por uma solução pode acabar se tornando um problema.

Para o consultor e palestrante Claudio Diogo, especialista em vendas, "não adianta você plantar uma semente em terreno que não é fértil. Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres". Por isso, ele destaca que o primeiro passo para que um treinamento dê resultados é, antes de tudo, saber contratar corretamente a equipe.

"Elas investem corretamente a partir do momento em que treinam as pessoas certas no momento certo. Ou seja, eu considero que se elas contrataram de maneira correta elas já deram um passo muito importante em termos de treinamento", complementa.

Em entrevista ao Administradores.com, o especialista detalha esse e aborda outros assuntos sobre os famosos treinamentos. Confira.

Treinamentos: as empresas estão fazendo isso corretamente?

Elas investem corretamente a partir do momento em que treinam as pessoas certas no momento certo. Ou seja, eu considero que se elas contrataram de maneira correta elas já deram um passo muito importante em termos de treinamento. Os problemas são as empresas que só investem em treinamento e não na contratação. Elas só têm o resultado esperado em uma pequena parcela a partir do momento que contratam corretamente e investem certo.

Afinal, para que serve um treinamento? Basta levar um especialista para falar sobre algum tema relevante ao dia a dia dos profissionais?

Não adianta nada. Não adianta você plantar uma semente em terreno que não é fértil. Se você não tem as pessoas contratadas da maneira correta, não adianta trazer uma grande personalidade para fazer milagres. Para um treinamento ser produtivo, ele precisa ser feito para as pessoas certas, da forma certa e sob medida para atender as reais necessidades de cada um. Treinamentos genéricos quase não funcionam. Se as pessoas mensurassem treinamentos não fariam treinamentos genéricos. Para um treinamento funcionar, primeiro deve-se avaliar as habilidades, os pontos fracos dos integrantes da equipe e que você consegue desenvolver com treinamento. Depois, quando você consegue dividir isso, que é muito básico, você dá um passo brutal e passa a atender as verdadeiras necessidades de cada um dos integrantes dos treinamentos. No fim das contas, o que interessa é que treinamentos genéricos não sensibilizam pessoas, enquanto que treinamentos feitos sob medida conseguem isso, o que faz toda a diferença.

Como é, normalmente, a receptividade dos funcionários aos treinamentos? Às vezes, a abordagem não agrada e acaba não dando resultados…

Quando um treinamento diz respeito a um grande interesse de qualquer ser humano, esse treinamento passa a causar um grande interesse. Para quem adora pesca, você fala de pesca e causa um grande interesse. Ou seja, você precisa descobrir o que causa um grande interesse em seus vendedores. Assim, antes de contratar um treinamento, conheça sua equipe e entenda o que ela gosta e o que ela precisa. Quais são as ferramentas de que ela precisa? Como pode produzir mais? O que precisa para produzir mais?

Quais são suas dicas para as empresas que buscam treinamentos?

1 – Saiba pra onde você vai. Tenha um planejamento e crie uma causa.

2 – Contrate pessoas que possam se sensibilizar pela sua causa.

3 – Ensine essas pessoas a conquistar essa causa. A vontade delas de seguir sua causa será visceral.

4 – Conduza essas pessoas a buscar essa causa. Ou seja, regue as plantas. Preparou o terreno, plantou a semente, fez com que ela crescesse e em seguida fez a manutenção? Grandes chances de conseguir obter a produtividade total das pessoas envolvidas.

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