Decoração

30 estilos de decoração para restaurantes

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Os restaurantes e seus estilos definem o tipo de comida servida em seu ambiente. Esta é uma forma de marketing utilizada para atrair o público alvo para o seu negócio. As cores possuem uma função muito importante no estilo e decoração de um restaurante, elas são fundamentais para alcançar o público planejado, assim como os toques de madeira, vidro, espelho, metal e iluminação, que criam contrastes e clima.

Entenda como se beneficiar de cada um destes itens e faça um passeio pela nossa galeria de imagens para criar inspiração.

As cores ideais para cada tipo de restaurante

Existem dois tipos de tons que definem o ambiente do seu restaurante e o tornam mais convidativos, são os tons quentes e os tons frios. Entenda mais sobre cada um deles:

Tons Quentes

Os tons quentes das cores definem um ambiente mais infantil, pois são alegres. Isto não significa que não devem ser usadas em ambientes adultos, mas sim que, devem ser dosadas de acordo com a idade do público que o restaurante pretende atrair. Estas cores são: Vermelho, laranja, amarelo, verde e suas variações.

Para equilibrar ons tons quentes fica bem contrastar com os tons metálicos. Eles podem aparecer no balcão, luminárias, espelhos e mesas.

Tons frios

Os tons frios definem um ambiente mais sério, por isso são indicados para restaurantes que pretendem atrair adultos. Pessoas que saem direto do escritório para comer, marcam encontros de negócio ou simplesmente encontram os amigos depois de um dia longo de trabalho. Estes tons são: Preto, branco, azul e suas variações.

Os toques de madeira aquecem os ambientes frios, e combinam com qualquer uma delas. Criam um contraste e favorecem conforto. A madeira fica bem no piso, mesas, balcões ou forração de parede.

Como definir o estilo do restaurante

O estilo deverá ser definido a partir do seu público alvo:

  • Público infantil: Cores vibrantes e muito coloridas contrastadas com madeira clara no piso, balcão mesas. Estilo infantil.
  • Público juvenil: Cores vibrantes contrastadas com cores frias (amarelo e chumbo, pink e preto, vinho, verde, roxo, vermelho e amarelo). Estilo casual ou estilo moderno e casual.
  • Público adulto: Cores frias contrastadas com toques de madeira, ou, uma cor quente contrastada com madeira ou metal. Estilo clássico, estilo pub, estilo minimalista, estilo moderno.

Se você tiver um tema definido pelo menu ou cardápio do seu restaurante, por exemplo, italiano, japonês ou indiano, convém seguir o estilo do país, com toques típicos da região.

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30 estilos de decoração para restaurantes

Tijolos e Xadrez

Samambaias

 

Madeira

 

Moderno

 

Fachada

Madeira e Vermelho

Tubulações à mostra

 

Antigo e Moderno

 

Piso de Cimento Queimado

 

Madeira e Tijolos

 

Madeira e Creme

Madeira

 

Luminárias Contraastantes

 

Luminárias Coloridas

 

Fachada

 

Moderno e Jovem

Chique e Moderno

 

Estilo Caseiro

Almofadas

 

Banquetas

Luminárias

Fachada

Estilo Oriental

 

Estilo Clássico

Estilo Caseiro

 

Decoração de Teto

 

Cadeiras Bambú

 

Cadeiras Personalizadas

Restaurante ao ar livre

Fonte: http://franquiaempresa.com/2014/09/30-estilos-de-decoracao-para-restaurantes.html#prettyPhoto

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COMO ESCOLHER A CADEIRA IDEAL PARA RESTAURANTES E BARES

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Para receber bem seus clientes boas cadeiras e mesas são itens fundamentais. Elas são importantes para aumentar o nível de satisfação que podemos proporcionar. Sua escolha merece ser feita com cuidado e seguindo critérios que auxiliem a fazer a opção certa.

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CADEIRA É CADEIRA… NÃO É?

Uma cadeira projetada e construída para o uso residencial possivelmente estará muito danificada em poucos meses de uso profissional. As cadeiras e mesas em ambientes profissionais são submetidas a exigências muito mais severas. São arrastadas com peso sobre elas, batidas e usadas intensiva e continuamente. Em contrapartida uma cadeira feita para uso profissional terá uma enorme durabilidade se usada em uma residência. Em um restaurante o tempo de uso de uma cadeira pode chegar a até 2500 horas/ano ou 1500% a mais que em uso residencial.

Fica mais fácil então entender por que as cadeiras residenciais e as profissionais são produtos totalmente diferentes, apesar de que ambas em princípio servem apenas para sentar.

Respondendo a pergunta:

— Não, cadeiras não são todas iguais!

• E agora, qual é a melhor?

• Como acertar no momento da definição do investimento nestes equipamentos?

Relacionamos em seguida algumas características de ordem prática, que podem orientar a melhor compra de cadeiras para restaurantes e bares.

1. QUALIDADE

A escolha das cadeiras e mesas deve assegurar que não seja necessário fechar o salão para reforma dos móveis durante um bom tempo. Parar seu salão de atendimento apenas um ano após sua instalação por que o mobiliário deve ser reformado significa prejuízo. Avaliar a relação “Custo X Benefício” durante o processo de escolha das cadeiras é muito importante.

2. A MATÉRIA PRIMA

Materiais resistentes como a madeira maciça devem ser preferidos, pois com o adequado acabamento ela tem uma grande durabilidade. Uma boa cadeira em madeira, com os cuidados devidos, tem uma excelente vida útil. O aço é uma outra opção, mas que perde para a madeira por não oferecer o charme e a sensação de conforto dos móveis em madeira. Em ambientes quimicamente agressivos, úmidos ou litorâneos o aço se degrada rapidamente, diminuindo muito a durabilidade do investimento. A madeira é um material nobre e resistente, e sua boa aparência depende de como for feito o acabamento.

3. ACABAMENTO E MANUTENÇÃO

O tipo de material e acabamentos usados na fabricação são importantes para maior facilidade na manutenção. Para diminuir os custos algumas empresas fazem o acabamento da madeira com produtos mais baratos à base de nitrocelulose. Isto diminui o custo de produção, e consequentemente o preço de venda, mas diminui também a vida-útil da cadeira e aumenta ainda o custo de manutenção. Cadeiras e mesas pintadas com produtos à base de nitrocelulose tendem a apresentar manchas esbranquiçadas principalmente nos pés devido ao contato com a umidade e produtos de limpeza.

Cadeiras profissionais devem ser fabricadas com materiais mais duráveis, diminuindo o custo operacional. Sua pintura deve ser feita preferencialmente com produtos à base de poliuretano ou poliester, mais resistentes ao desgaste e ao ataque de produtos químicos.

4. RENOVAÇÃO DOS AMBIENTES

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O design dos ambientes de atendimento é um importante elemento à serviço do marketing e do processo de venda. Quando uma empresa não renova suas instalações perde mercado com isso. A renovação em ambientes comerciais não deve ser encarada como custo, mas sim como investimento em um importante canal de comunicação com seus clientes. Os móveis devem ter uma durabilidade adequada, para que a melhor relação custo/benefício seja alcançada.

Em um estabelecimento em que a decoração seja refeita por exemplo a cada dez anos é adequado que a primeira renovação parcial do acabamento dos móveis seja feita após de 3 a 5 anos, contemplando trocas de tecidos, repinturas, etc.

A “longevidade” da decoração de um ambiente varia conforme as características do empreendimento e deve ser feita preferencialmente com a orientação de um arquiteto ou designer de interiores.

5. DESIGN DE INTERIORES

Sóbria, clássica, alegre, jovem, típica, temática, etc, a arquitetura de interiores de um restaurante deve estar em sintonia com a proposta de marketing e o seu público alvo.

Na escolha das cadeiras não é diferente, o design das cadeiras deve estar em sintonia com a proposta de ambientação e design do salão.

6. CONFORTO

Maior conforto significa clientes mais satisfeitos. Se o cliente permanecer mais tempo sentado à mesa, este tempo adicional vai repercutir no aumento do consumo e do faturamento do empreendimento; então o conforto é fundamental.

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7. ANTROPOMETRIA CORRETA

A Antropometria e a Ergonometria estudam as relações de medidas do corpo humano, e dão subsídios para o design dos produtos funcionais. Apenas 1 ou 2 cm de diferença na altura ou um grau de erro na inclinação do espaldar pode ser a diferença entre uma cadeira confortável ou não. Projetos de qualidade são os passos iniciais para se produzir móveis de qualidade.

A ideia de que cadeiras com braço ocupam mais espaço do que as sem braço é errada. O espaço para cada pessoa à mesa deve ser de 70 a 85cm, independentemente do modelo de cadeira, salvo sejam usadas cadeiras muito largas.

8. MOBILIDADE

A mobilidade é uma qualidade fundamental para que uma cadeira além de bonita seja “facilitadora” das atividades de hotelaria, gastronomia e eventos. A cadeira deve ser resistente, o que não significa que se possa dobrar a espessura de seus componentes para conseguir a resistência necessária, ou corre-se o risco de criar cadeiras que somente os super-heróis possam levantar. Devem ser leves o suficiente para que se possa levantar apenas com uma mão.

9. FACILIDADE DE PEGA

Para que esta mobilidade possa estar assegurada, além do peso moderado o design deve prever abertura para encaixar a mão no espaldar. Modelos de cadeiras em que se necessita das duas mão para levantar devem ser evitados em ambientes profissionais.

10. PERNAS COM AVANÇO MODERADO

Tropeçar na perna de uma cadeira ao passar ao seu lado é muito desagradável. Quando isso acontece com muita frequência com um determinado modelo de cadeira pode haver exagero no avanço das pernas em relação as dimensões do espaldar ou do assento, o design está errado. Mas o avanço bem dosado tem uma importante função, que é a de conferir maior estabilidade, evitando virar para os lados e principalmente para trás quando o usuário se inclina apoiando a cadeira apenas nas pernas anteriores.

11. EMPILHABILIDADE

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No dia-a-dia da hotelaria e da gastronomia o lay-out do salão muda frequentemente. A opção por cadeiras empilháveis é estratégica, por facilitar muito a operação cotidiana destes salões.

O empilhamento pode ser diretamente no chão ou em plataformas com rodízios. Existem modelos de carrinhos e plataformas com piso inclinado e apoio lateral, que aumenta a quantidade de cadeiras por pilha.

 

 

 

12. ESTOFADAS OU NÃO?

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Entre as técnicas de design de cadeiras existe o conceito de “conforto duro”, que oferece conforto ao usuário por meio de um projeto criterioso com o uso inteligente dos parâmetros antropométricos. Em gastronomia pode-se aplicar cadeiras não estofadas em estabelecimentos para refeições rápidas como cafés ou fast-foods. Entretanto estes critérios podem ser revistos quando o café tem como proposta oferecer acesso a web por Wi-Fi ou quando estiver instalado em uma livraria. Em restaurantes e hotéis um modelo de cadeira com assento estofado é a melhor escolha, pois seus ambientes são projetados para tempos de permanência maiores. O estofamento no espaldar da cadeira é uma questão diretamente relacionada ao projeto de interiores e estilo pretendido.

13. CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS

Estatisticamente se observa que o peso das pessoas está aumentando ano após ano, e todo estabelecimento deve estar preparado para receber pessoas maiores. Assim, quando a linha de design de interiores do seu salão pedir cadeiras com braço, é conveniente que algumas cadeiras sem braço estejam disponíveis também, livrando assim clientes maiores do constrangimento de ficarem presos entre os braços da cadeira ao se levantar. Uma cadeira dedicada para uso profissional deve estar preparada para clientes com peso maior que a média. Devendo ser dimensionadas para pesos próximos a 150kg sem que haja riscos de acidentes.

14. DIMENSIONAMENTO

A circulação entre as cadeiras e mesas deve ser adequada para a maior eficiência de um salão de restaurante, hotel ou centro de eventos. Para que os clientes e a equipe de atendimento possam circular com facilidade, evitando acidentes e congestionamentos. Em ambientes mais sofisticados circulações maiores agregam valor ao ambiente.

15. SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade econômica das empresas está cada vez mais associada à sustentabilidade ambiental e social com que atua. O “marketing verde” é uma tendência em expansão. Quando uma empresa opta por desenvolver as suas atividades com respeito ao meio ambiente, ela está cumprindo o seu papel social, mas está também comunicando aos seus clientes que é ambientalmente responsável, e à partir deste momento passa a ser considerada pelo consumidor de forma especial.

16. MADEIRA ECOLÓGICA

O aumento na produção de móveis em madeira proveniente de plantio ambientalmente correto contribui para a redução do aquecimento global. O uso destes tipos de madeiras, como o eucalipto por exemplo, resulta na diminuição da exploração das florestas nativas, e consequentemente num significativo aumento do número de novas florestas em crescimento no planeta.

Para crescer as árvores consomem o dióxido de carbono disponível na atmosfera. A madeira é composta em média por 49% de carbono e assim o uso de produtos em madeira é uma forma eficiente de se fazer o “sequestro de carbono”. Enquanto para produzir plásticos e metais se utiliza energia elétrica e/ou combustíveis fósseis, para produzir madeira a natureza utiliza a abundante e limpa energia solar, responsável pela fotossíntese nas árvores. Os “Selos Verdes”, como o FSC (Forest Stewardship Council), emitidos por ONGs e instituições ambientais certificam a origem da madeira provenientes de manejo sustentável, e outros produtos ecologicamente corretos.

Se a idéia é adotar uma postura ecologicamente correta em um estabelecimento, o mobiliário deve ser produzido com madeira certificada, e para cadeiras uso profissional madeiras macias como o pinus devem ser evitadas, pois com o uso prolongado este material tende a apresentar problemas nos encaixes das peças. Espécies mais duras como o eucalipto são mais adequadas.

Fonte: http://www.movelariaparanista.com.br/

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8 dicas de baixo custo para decorar restaurante

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Um ambiente agradável e convidativo é essencial para os negócios, mas nem sempre nos comprometemos com uma reforma por que pensamos no quanto poderá ficar caro. Uma solução é apelar por alternativas simples, baratas e criativas para renovar o ambiente sem gastar muito. Selecionamos 8 dicas de baixo custo para decorar restaurante, bar ou lanchonete que podem surpreender.

Defina o seu estilo

Todo ambiente precisa ser definido por um estilo. A partir desta etapa você poderá escolher os móveis e a cor da parede sem errar. Observe alguns estilos mais comuns:

  • Clássico: O estilo clássico é baseado nos modelos de decoração da Grécia antiga e Roma. As paredes são altas e adornadas por detalhes em gesso, os móveis devem ser em madeira escura para conferir dramaticidade. Os balcões devem ser em mármore branco para causar  contraste e destaque. As cadeiras desse estilo possuem encosto alto. Você poderá combinar os lustres e luminárias seguindo o mesmo estilo.
  • Moderno: O estilo moderno é composto de um ambiente clean, com linhas retas nos móveis, espelhos e luminosidade.
  • Rústico: O estilo rústico pode ser composto por madeira reutilizada ou gasta, cadeiras de metal simples e piso de concreto ou cerâmica comum.
  • Vintage: O estilo vintage faz referência aos anos 40 ou 50. A decoração é bem colorida e vibrante, e pode ser composta de pisos com cores alternadas, cadeira estofada com material semelhante ao couro e mesas de fórmica. Para decorar o balcão, aparelhos eletrodomésticos em vermelho, amarelo, verde ou preto.
Algumas dicas podem renovar o seu ambiente sem gastar muito dinheiro, observe algumas delas!

Pintura

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Para dar o ponta pé inicial na renovação do seu negócio, comece pela tinta. Escolha o branco ou o pérola para começar. O branco ilumina, amplia e dá a impressão de limpeza no ambiente. Você pode dividir a parede  com e pintar somente a parte cima, compondo a parte inferior da  parede com madeira combinada com o balcão. Esse cuidado confere bom gosto ao ambiente.

Parede

As paredes podem ficar mais estilosas se compostas por elementos enriquecedores como madeira ou papel de parede, mas a madeira é muito cara, e o papel de parede também. Para baratear opte por madeira reutilizada ou tecido. Os tecidos para revestimentos de sofá ou cortina possuem em média, mais de 3 metros de largura e custam bem menos que os papéis de parede disponíveis. Ao optar por um tecido, escolha aquele com textura bem firme. O desenho deve acompanhar o estilo definido, então faça uma pesquisa antes de sair às compras.

Adega de vinhos

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Ter uma adega de vinhos num bar ou restaurante é muito receptivo., mas pode ser muito caro. Para baratear esse custo, opte por uma moldura larga de madeira e acomode em seu centro, canos de PVC cortados e devidamente lixados.

 

 

 

 

Espelhos

Os espelhos refletem luz e ampliam o ambiente, então não poupe espelhos nas paredes do seu restaurante. Eles podem compor as pilastras ou a parede de dentro do balcão. Brinque com as molduras, dependendo do estilo do seu negócio esses espelhos podem ser exibidos como obras de arte.

Cadeiras

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As cadeiras costumam ser muito caras, então prefira adquirir cadeiras e mesas usadas para reformar. As vezes uma mão de tinta alcança o objetivo. As cadeiras depois de pintadas ou revestidas com tecido podem ser misturadas dependendo do estilo definido. Outra dica é criar um sofá único ao longo da parede. Faça um encosto estofado e crie uma bancada inteiriça com madeira de  compensado com forro para os cliente poderem se sentar.

Mesas

As mesas de madeira podem ser lixadas e repintadas. É muito mais barato que optar por comprar mesas novas. Use a criatividade e inspire-se de acordo com o estilo que definiu para o ambiente.

Piso

Para ambientes rústicos o ideal são pisos de cimento queimado. O cimento queimado ganhou uma variedade de tons que vão além do cinza, é barato, fácil de limpar e confere requinte ao ambiente.

Para ambientes clássicos o ideal são pisos de cerâmica ou porcelanato, mas para ambientes vintage o  melhor são os pisos de cores alternadas.

Luminárias

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As luminárias vão criar o ambiente aconchegante que se pretende na decoração de seu restaurante.  Escolha luminárias compridas, pois ampliam a visão e o alongam o ambiente. Para baratear o custo das luminárias, procure cestos de plástico em lojas de produtos caseiros e se precisar pinte com tinta spray nos tons prata, branco, preto ou colorido, dependendo do estilo do ambiente. Organize-as ao longo do balcão do bar, ou sobre alguns pontos específicos. Use lâmpadas amarelas.

Aproveite bem todas as dicas para decorar restaurante e faça sucesso com o seu negócio.

Fonte: http://franquiaempresa.com/

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Ideias que podem fazer o seu negócio brilhar

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Integrada ao projeto de arquitetura, a iluminação correta proporciona bem estar e conforto, além de criar o ambiente ideal para o seu restaurante

Quando o assunto é alimentação, uma imagem pode valer mais que mil sabores. Não basta somente oferecer comida saborosa, é preciso produzir pratos de encher os olhos e ter um ambiente aconchegante, com visual atrativo. Primeira impressão da arquitetura, a iluminação pode ser um bom e eficiente instrumento para isso, possibilitando criar climas, valorizar detalhes e desenhar ambiências em bares e restaurantes.

Resultado de diversos fatores estéticos, o que é uma fórmula de sucesso para um, nem sempre se aplica aos demais. Uma atmosfera para o jantar não pode ter tanta luminosidade quanto um espaço destinado ao café da manhã. Nem um barzinho à beira da praia deve ter um projeto de iluminação tão elaborado quanto o de um restaurante luxuoso. “É como colocar muita pimenta na comida errada”, compara o lighting designer Guinter Parschalk, diretor do Studio Ix, escritório especializado em percepção visual e luminotécnica. Ele ressalta que o resultado do aproveitamento da luz deve ser uma equação que leva em consideração quanta luz é ideal para o exercício de determinada atividade no ambiente. “Excesso de luz é tão prejudicial quanto sua ausência”, observa.

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O especialista lembra que a receita ideal para se criar um projeto de iluminação leva mais que a medida certa de luz. É preciso entender o público do estabelecimento, levar em conta aspectos arquitetônicos para a definição do conceito e considerar questões técnicas e elaboradas, como, por exemplo, a luz que incidirá sobre o alimento ou sobre o ambiente como um todo. “Depois de relacionar a necessidade do cliente com o ambiente que ele possui, precisamos tornar o sonho realidade, inovar e, até, causar certa surpresa”, revela. Na hora de definir a iluminação ideal para um bar ou restaurante, Guinter diz que além de conhecer o espaço e suas necessidades, o empresário deve buscar modelos de ambientes que têm a ver com o seu desejo e escolher um bom profissional. “Um serviço dessa natureza, que qualifica o seu restaurante, não pode ser feito por alguém por quem não se tem empatia. Esse profissional precisa entender a relação entre sabor e comida, pois a luz é algo que está muito relacionado a isso tudo. Esse elo é fundamental para se criar fotografias vivas dos ambientes”, reforça.

Um aspecto fundamental, de acordo com o designer, é estar atento aos detalhes, como o horário em que o restaurante funciona. Se o estabelecimento opera de dia, as condições de luz são completamente diferentes. “Para se criar um clima de bistrô na hora do almoço, por exemplo, não se pode ter janelas grandes. Durante o dia, o cliente tem um timing diferente, está energizado, vibrante. À noite, ele está mais relaxado, e essa circunstância deve definir a ambiência de luz do restaurante”, explica.

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Se a luz é a primeira impressão da arquitetura – capaz de criar o clima ideal para um ambiente – sem a iluminação adequada, qualquer investimento em reformas, decoração e bom atendimento cai por terra. Pesquisas demonstram que a luz influencia no comportamento dos consumidores. Níveis mais baixos de iluminação provocam uma diminuição de ruídos, já que as pessoas tendem a falar mais baixo nestes ambientes. Em restaurantes, o tempo de permanência dos clientes também pode ser determinado pelo tipo de iluminação. Para locais onde se espera que o consumidor fique pouco tempo, como restaurantes de fast food, a iluminação é forte, pois estimula a refeição de curta duração. Em cafés e restaurantes de serviços à la carte, os projetos de iluminação buscam propiciar relaxamento e conforto e estimular a permanência prolongada dos clientes.

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Para quem pretende criar ambientes aconchegantes, o ideal é procurar um profissional especializado em luminotécnica. Mas vale lembrar que são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Até para quem não tem dinheiro para investir. “Os recursos de iluminação devem condizer com o espírito da casa. Basta ter certo conhecimento técnico e alguma noção estética, mas o que deve prevalecer é a alma do lugar”, conclui Guinter.

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Fonte: Revista Bares & Restaurantes

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Luxuosos e populares apresentam diferenças nos designs dos salões

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Carol Castro

Restaurantes de luxo e restaurantes de preço popular não se diferenciam apenas pela qualidade ou especialidade e origem dos pratos. Detalhes da mobília e disposição das mesas também influenciam os valores e definem a categoria do local.
Atentos em atender a clientes apressados e sem interesse em passar longos períodos dentro de restaurantes, as redes de self-service e fast food geralmente apostam em mobílias mais simples, com cadeiras menores. Não prezam tanto pelo conforto. Cafés e padarias também apostam em cadeiras menos espaçosas. “Em geral em um restaurante popular, as mesas rodam de cinco a sete vezes por almoço. O cliente senta, come e vai embora. Não é necessário tanto conforto”, explica o arquiteto Marcelo Lima.

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Já em restaurantes luxuosos, as cadeiras tendem a ser maiores e mais confortáveis. Essas casas incentivam a prática do slow food, ou seja, uma alimentação mais demorada, favorecendo a apreciação dos pratos e também do ambiente. “Nesse caso o cliente paga não apenas pela comida, mas também pelo ambiente, pelo luxo. As mesas rodam uma ou duas vezes por almoço “, esclarece Lima.
Há vinte anos trabalhando na área de vendas de móveis para restaurantes, Celso Teixeira Garcia, proprietário da Cia de Produtos, constata essas tendências nas vendas. “Não há aqui um tipo que venda mais, porque cada um pede um estilo. Mas as cadeiras pequenas vão para café e restaurantes pequenos. Já os luxuosos pedem cadeiras maiores e mais confortáveis”, conta Celso.
Outra diferenciação está relacionada ao espaçamento entre as mesas. Em restaurantes requintados, geralmente, há uma preocupação com a privacidade dos clientes, o que reflete em distâncias maiores. Indica-se de 1,20 a 1,65 metros quadrados por lugar no salão de refeições em restaurantes de luxo e de 1,0 a 1,35 metros quadrados àqueles de preços populares. Caso haja serviço de garçom, o espaçamento mínimo deve ser de 0,90 metros e se houver uso de carrinho, 1,35 metros. Para elucidar, Lima cita o paulistano Beldi, que aposta em poucas mesas e grandes espaçamentos.
Esses fatores influenciam o conforto e também os valores dos pratos servidos pela casa. “Quanto maior o luxo, maior o espaçamento, menor a quantidade de mesas, e, portanto, maior o preço dos serviços. Por vezes em casas mais sofisticadas há mais garçons, mais gente para circular o que implica em maiores custos e maiores distâncias entre os clientes”, explica Rosana Freira, professora de Planejamento Físico do curso de Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi.

O restaurante Amici, por exemplo, opta por pequenas distâncias entre as mesas. Para cumprir o objetivo de criar um ambiente intimista e aconchegante, as proprietárias Lucia Collarile e Renata Cruz, chef do restaurante, apostam na aproximação dos clientes. Além disso, toda a decoração intensifica o clima de amizade. Pelas paredes estão distribuídas dezenas de fotos de amigos e parentes. “Nós trouxemos nossos amigos ao restaurante para que os clientes se sintam confortáveis. Sintam-se na casa de amigos”, conta Lucia Collarile.
Vários critérios incidem na categorização de um restaurante. Se o intuito é torná-lo requintado, deve-se prestar atenção a diversos fatores, além do cardápio. Embora existam algumas regras básicas, os critérios de acabamento são diferentes em cada caso, variando de acordo com o objetivo final de cada empresário. Detalhes de ambientação, iluminação, decoração e acústica devem estar ligados ao objetivo e estilo da casa.

Fonte: Gastronomia e Negócios

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