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Quanto preciso para montar um restaurante?

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É muito comum recebermos perguntas de nossos clientes desejando saber se é possível montar um restaurante com uma determinada quantia. Consigo montar um restaurante com 20 mil, 50 mil, 300 mil? É possível sim, montar um restaurante com estes valores de investimento, entretanto é preciso muito mais do que uma simples resposta para chegar a esta conclusão.


A implantação de um novo restaurante requer um planejamento minucioso de todos os custos envolvidos com a implantação e também com o fluxo de caixa, então vamos por partes. Quando pensamos na implantação do restaurante, precisamos avaliar todos os custos envolvidos para que possamos identificar se o valor que possuímos para o investimento é suficiente. É muito importante conhecer de antemão o local onde pretende montar o restaurante pois os custos de reforma podem variar muito de um local para outro. Em seguida é necessário fazer o levantamento de todos os custos que envolvem as questões de legalização, a reforma, a compra de móveis e equipamentos dentre outras despesas

Ainda se tratando de custos de investimento, um valor que é ignorado pelos marinheiros de primeira viagem é o fluxo de caixa necessário para manter o negócio funcionando por um determinado período. Restaurantes novos necessitam de um tempo de amadurecimento até que fique bem frequentado e conhecido em toda a região de atuação e para que seja possível permanecer funcionando e pagando todas as despesas neste período de amadurecimento é necessário um fluxo de caixa, ou seja, uma reserva responsável por manter as despesas mensais até que o empreendimento consiga caminhar com as próprias pernas.

A GR disponibiliza para seus clientes uma planilha que calcula o custo necessário para implantação do restaurante e também uma planilha que calcula o a reserva necessária para o fluxo de caixa neste período inicial. Você pode fazer o download de ambas as ferramentas clicando aqui.

Estas duas planilhas fazem parte do E-book, “Como montar um restaurante”. Neste E-book desenvolvido pela GR você encontrará informações valiosas que o ajudarão a analisar todos os fatores relevantes para montar um restaurante de sucesso. Você pode adquirí-lo aqui.

Quem é assinante premium pode fazer o download do e-book e das planilhas sem custos adicionais neste link. Se você quer se tornar um assinante premium e desfrutar de todo o nosso conteúdo exclusivo para restaurantes e bares, inclusive ter acesso as novas atualizações basta clicar aqui para contratar, mas se prefere conhecer todo o conteúdo disponível para assinantes veja nosso catálogo aqui

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Montar um restaurante do zero ou comprar um pronto?

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Quem pensa em adquirir um restaurante, já teve pensamentos conflitantes entre comprar um restaurante pronto ou começar o negócio do zero. A resposta não é tão simples, pois existem diversas características e riscos inerentes para cada uma destas opções.

A característica individual do empreendedor também deve ser levada em conta para esta tomada de decisão. Restaurantes construídos do zero demandam mais tempo para implantação do negócio, meses de obras, burocracias junto a órgãos públicos, treinamento da equipe, planejamento do cardápio, ou seja, muita dedicação por parte do empreendedor, além de paciência, pois um empreendimento iniciado do zero também exige mais tempo para o amadurecimento do negócio, principalmente nos primeiros meses. Em contrapartida o investimento em um novo restaurante pode ser menor do que adquirir um restaurante já em funcionamento, desde que haja muito planejamento na fase inicial.

Existem algumas vantagens em adquirir um restaurante já em funcionamento, pois diversas etapas podem ser ignoradas em relação à construção de um novo restaurante.

1 – Controle de Custos

Um dos principais motivos para a falência de restaurantes é a má gestão do capital inicial. A obra ficou mais cara do que se esperava e agora o dinheiro disponível para capital de giro será sacrificado para concluir as obras. Em um restaurante já em funcionamento é possível avaliar qual o capital de giro do negócio e como o mesmo já se encontra em funcionamento o giro deste capital se dá imediatamente.

2 – Tempo de mercado

O tempo de mercado do empreendimento é um fator bastante positivo, visto que o novo proprietário não precisará aguardar por 3 a 6 meses de implantação e obras. Um restaurante em funcionamento já possui uma carteira de clientes fidelizada.

3 – Volume de vendas

Um negócio em funcionamento já possui um volume de vendas mensal considerável, algo que evolui paulatinamente para novos empreendimentos, levando de 6 meses a 1 ano para adquirir um volume de vendas satisfatório.

4 – Risco controlado

A Compra de um restaurante existente reduz significativamente o risco associado ao novo empreendimento. Um restaurante existente possui livros caixa, notas fiscais de compra e volume de vendas declarados de onde é possível obter informações sólidas sobre a vitalidade do negócio. Esta comprovação  não acontece com novos restaurantes onde as vendas e despesas são apenas projetadas no plano de negócios.

Se você pretende adquirir um restaurante em funcionamento você não pode deixar de ler o E-book “Como comprar um restaurante e fazer um bom negócio”. Neste E-book desenvolvido pela GR você encontrará informações valiosas que o ajudarão a analisar todos os fatores relevantes para fazer uma boa compra. Você pode adquirí-lo aqui.  Agora se você pretende começar um restaurante do zero nossa sugestão é o Livro “Como montar um restaurante” que traz um vasto conteúdo para os marinheiros de primeira viagem conhecerem o passo-a-passo para montar um restaurante de sucesso. Você pode adquirí-lo clicando aqui.

Quem é assinante premium pode fazer o download destes dois livros sem custos adicionais neste link. Se você quer se tornar um assinante premium e desfrutar de todo o nosso conteúdo exclusivo para restaurantes e bares, inclusive ter acesso as novas atualizações basta clicar aqui para contratar, mas se prefere conhecer todo o conteúdo disponível para assinantes veja nosso catálogo aqui

Planejamento de Cardápio para Restaurantes

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O cardápio é um dos principais responsáveis pelo sucesso de vendas de um restaurante. Seu planejamento exige técnicas e habilidades tanto na criação dos pratos quanto na apresentação do menu. Por trás de um bom cardápio há muitas metodologias implementadas, sejam elas de organização, montagem, marketing, vendas e engenharia do cardápio. O objetivo principal é despertar e aguçar o desejo dos clientes potencializando o poder de venda do cardápio. Neste Guia abordaremos os principais conceitos e técnicas para a criação de um cardápio vencedor tanto para restaurantes alla carte, restaurantes self-service e bares.

O E-book Planejamento de Cardápios auxilia na criação de cardápios para restaurantes. Pode ser utilizado tanto para novos empreendimentos quanto para restaurantes já em funcionamento que necessitam renovar seu cardápio. O manual aborda informações como a criação dos conceitos iniciais para elaboração de um bom cardápio, os tipos de cardápios, estratégias de marketing para a montagem do cardápio, layout do cardápio e uma ferramenta que auxilia a analisar a eficiencia do cardápio nas vendas do restaurante chamada Engenharia de Cardápio. Acompanha este E-book ferramentas para   Engenharia de Cardápio com geração automática dos resultados sem a necessidade de aplicar as fórmulas manualmente. O sistema de engenharia de cardápio auxilia o empreendedor a identificar quais são os pratos mais lucrativos e os pratos que geram pouco lucro e muito trabalho.

Conteúdo do Ebook

  • Principais conceitos para elaboração do cardápio
  • Análise do Público Alvo
  • Estudo da Viabilidade para o cardápio
  • Composição do cardápio
  • Rotatividade do cardápio
  • Dimensionamento da Produção
  • Per Capita
  • Cálculo da produção
  • Reaproveitamento da produção
  • O Layout do cardápio
  • Formato do cardápio
  • Características do layout do cardápio
  • Engenharia do Cardápio
  • Método de Análise do Cardápio
  • Exemplificação do Método de Análise do Cardápio
  • Planilha de Engenharia do Cardápio

cardápio para restaurante

Fonte:http://www,gestaoderestaurantes.com.br

Eles criaram um novo modelo de hamburgueria

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A rede Bullguer apostou em lanches de qualidade e preços acessíveis para competir no concorrido mercado gourmet.

Na foto, Thiago Koch e Ricardo Santini, sócios-fundadores da lanchonete

 

Há cerca de cinco anos, a cidade de São Paulo foi invadida por uma onda de hamburguerias.

A relação dos paulistanos com os hambúrgueres é longa. Mas essa nova leva de lanchonetes, chamadas de “gourmet” ou artesanais, tinham uma proposta diferente: trazer ingredientes nobres para os sanduíches convencionais.

Esses novos negócios se diferenciavam das redes de fast-food pela qualidade dos produtos e, por isso, podiam cobrar valores mais altos. Em alguns endereços da cidade, os lanches não saiam por menos de R$ 45.

O conceito atraiu muitos clientes. E diversos novos restaurantes surgiram com essa proposta. Logo, as hamburguerias “gourmet” viraram carne de vaca.

Somente em São Paulo, o número de lanchonetes com essas características cresceu 500% em 2015, de acordo com o levantamento feito pela Consultoria Instituto Gastronomia.

Quem ousaria abrir mais uma hamburgueria depois desse boom?

Pois três amigos decidiram acreditar nesse segmento. E no ano passado faturam 18 milhões. Mas para ter sucesso, eles apostaram em um modelo diferente.

LANCHE DA BULLGUER: BONS INGREDIENTES E PREÇOS ACESSÍVEIS

Alberto Abbondanza, 33 anos, Ricardo Santini, 32, e Thiago Koch, 33, se conheceram na época da escola e cada um seguiu um caminho diferente na vida.

O primeiro foi fazer faculdade de música, o segundo de administração e o último seguiu pelos caminhos da gastronomia.

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Santini é de uma família de comerciantes e empresários. Desde os 14 anos, ele abre novos negócios de tempos em tempos. Ele já teve de tudo: banca de jornal, sorveteria, bar, pizzaria e padaria.

Em 2010, ele abriu um bar com Abbondanza. Após alguns anos de funcionamento, eles decidiram que era hora de partir para um novo segmento. Chamaram Koch para a nova empreitada.

O trio começou a fazer pesquisas de mercado. A ideia inicial era montar uma hamburgueria “gourmet”.

FAST CASUAL

Logo, eles abandonaram o plano. Após uma viagem e alguns estudos, perceberam que podiam se diferenciar da concorrência oferecendo produtos de qualidade com preços mais acessíveis.

É o chamado Fast Casual, que mistura a praticidade e a cozinha rápida do Fast-Food com uma comida mais requintada.

O capital inicial veio do próprio bolso dos três sócios e de amigos que apostaram na ideia.

Em 2015, a primeira unidade da Bullguer foi inaugurada na Vila Nova Conceição, bairro da zona sul que tem um dos metros quadrados mais caros da cidade.

“O rico também gosta do bom e barato”, afirma Santini. “Ninguém gosta de pagar caro, ainda mais em um período de crise.”

Em poucos meses, o restaurante já estava vendendo quatro vezes mais do que o esperado pelos sócios. Rapidamente, a Bullguer entrou nas listas gastronômicas da cidade.

A segunda unidade foi a da Vila Madalena.  Hoje, são seis restaurantes, e mais um que será inaugurado em Jundiaí nos próximos meses, o primeiro endereço fora da capital. Todos são próprios.

As lojas têm uma decoração moderninha com elementos industriais, como canos aparentes.

“Todo o dinheiro que entra não é dividido pelos sócios. Investimos na expansão do negócio”, afirma Santini. “Por isso, pulamos de uma para seis lojas em menos de dois anos.”

A meta é fechar o ano com 12 restaurantes. Para 2018, a expectativa é dobrar o número de unidades.

A principal dificuldade, agora, é crescer e manter o mesmo padrão de atendimento e de qualidade dos lanches.

“Hoje, temos mais pessoas para treinar e precisamos ter mais controle da operação”, afirma Koch. “Meu maior medo é olhar para o nosso produto e ver que ele não tem mais nossa identidade.”

CHAVE DO SUCESSO

Koch acredita que a Bullguer entrou no momento certo no mercado, no lugar correto e com uma política de preço certeira.

“Ficamos no meio termo entre aquelas lanchonetes de bairro que cobram barato, mas não tem um lanche bom, e aquelas que vendem os hambúrgueres gourmet”, afirma.

Os preços dos lanches variam entre R$18 e R$24.

Um dos trunfos da Bullguer para conseguir manter esses valores está no cardápio enxuto. São apenas oito opções de sanduiches de hambúrguer e duas de hot dog.

Com poucas variações de ingredientes, é possível comprar em maiores quantidades e negociar melhores preços com os fornecedores. Assim, a rede está crescendo e abocanhando a concorrência.

Quando questionado se mercado de hamburguerias está saturado? Santini responde na lata: “Com certeza. Vejo novas hamburguerias abrindo todos os dias”, afirma.

Mas, pelo o jeito, sempre tem um espacinho para quem está disposto a oferecer o bom e barato.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/negocios/eles_criaram_um_novo_modelo_de_hamburgueria

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O cliente como chefe

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Com uma abordagem diferenciada, Pizza Makers faz muito sucesso ao propor que os consumidores montem suas próprias receitas

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Na hora de saborear uma pizza, muitas dúvidas costumam surgir em relação aos sabores a serem escolhidos, todos eles já pré-determinados. No entanto, nem sempre é necessário que seja assim. É justamente isso o que propõe o Pizza Makers. Localizado em São Paulo, o lugar tem uma proposta diferenciada: disponibiliza 32 ingredientes para que as pessoas possam selecionar os seus preferidos e, assim, produzir a sua própria receita. Tudo isso com muita rapidez.

“Acredito fortemente que o principal fator diferencial do Pizza Makers é a relação com nossos clientes. O Pizza Makers é um lugar onde queremos que o cliente se sinta especial, onde ele é o chefe e, nós, os executores. Queremos que nossos clientes possam reinventar seus sabores favoritos de pizza”, ressalta Gregorio Machado, proprietário do estabelecimento. “Nosso diferencial está no carinho e na paixão que temos pelo nosso negócio, olhando e cuidando de cada detalhe, com foco no cliente e na capacitação da nossa equipe. O frescor dos alimentos, a qualidade, o sabor, a massa fina e crocante, agregados ao serviço impecável, com preço justo, tudo isso reunido é a nossa receita de sucesso. Acreditamos que o atendimento é a maior prioridade. Queremos sempre que nosso cliente tenha uma experiência incrível em poder montar sua própria pizza do jeito que ele bem entender. Em apenas dois minutos, o produto já está pronto para ser servido”, completa.

Início

Machado relata que a ideia surgiu por meio das experiências dele nos Estados Unidos, no período em que morou no país. Lá, ele observou a existência de vários serviços rápidos e personalizados. Mas as coisas não aconteceram de uma hora para a outra. No ano de 2015, como o profissional já tinha o desejo há muito tempo de ter um empreendimento no ramo alimentar, ele planejou abrir um restaurante mexicano com mais dois amigos de infância, mas o negócio acabou não saindo do papel.

Após pensar em outros tipos de investimentos, como quiosque ou food truck, os planos para o Pizza Makers começaram a nascer. Foi em um jantar de família, em que as pessoas conversavam a respeito do sucesso de marcas que propõem a montagem do próprio prato, que o pensamento voltou-se para o lado da pizza feita pelo próprio cliente.

“Realmente, quando vi a ideia, enlouqueci. Era espetacular, e tive a visão que isso, um dia, seria um case de sucesso. No começo, a ideia era criar somente um quiosque de pizza, mas, com o passar do tempo, fui acreditando cada vez mais, vi o tamanho da oportunidade que tinha em mãos, e decidi pensar maior, sonho grande. Assim, elaborei um Business Plan, nada muito sofisticado, mas com uma visão de cinco anos e um racional econômico/financeiro. Dessa forma, começamos a procura por pontos em shopping. Um ponto importante para transformar o sonho em plano de execução foi sempre procurar especialistas, gente boa do mercado para aterrissar o sonho grande e dar formato a ele. O Emmanuel e a Diris, da Studioino, colaboraram nesse processo.

De uma ideia, um rabisco e várias conversas: assim nasceu o Pizza Makers”, conta ele.

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Êxito

Com uma loja moderna e descolada, o sucesso logo apareceu. De acordo com o profissional, os consumidores têm dado retornos incríveis. “Acho que conseguimos alcançar o que estávamos querendo com o Pizza Makers”, diz Machado.

Diversas pessoas têm sido atraídas pela ideia do negócio, independentemente da idade. São indivíduos que querem produtos frescos e de qualidade, com um atendimento que é impecável. “A pizza é o grande astro, deliciosa, faz um enorme sucesso, além do calzone e saladas, que o cliente também pode montar à sua vontade. O público é bem diverso, desde alguém que queira algo mais leve, como uma salada, ou pizza de massa integral com queijo branco, abobrinha e tomate, ou aquele cliente que quer todos os 32 ingredientes na sua pizza. Outra opção para o cliente é poder escolher as receitas clássicas, preparadas com o mesmo carinho. A massa é um dos segredos do Pizza Makers. O chef Shimura, amigo da família, também ajudou na sua receita. Sendo assim, após várias adaptações e testes, gerou-se a receita exclusiva da massa, preparada e fermentada na loja. Normalmente, o período de fermentação é de 36 horas, o que propicia um sabor inigualável, além da crocância”, ressalta.

E os pedidos dos clientes também costumam ser bastante diversificados. Cada um acaba solicitando uma pizza bem diferente do outro. Para Machado, é justamente essa a diversão da casa, cujo slogan preferido é: sua criatividade, nosso melhor ingrediente.
“Temos visto de tudo, desde clientes que querem uma pizza com cobertura de muçarela de búfula com tomatinhos cereja e azeitonas pretas até o cliente que gosta do sabor do atum com gorgonzola. A expressão do cliente quando a pizza sai do forno é gratificante, pois sente que fez sua obra de arte. Depois que experimenta então, aí, sim, fica muito satisfeito.

Após a pizza sair do forno, o cliente pode colocar ainda rúcula, tomate seco, manjericão, e dar um toque final com pimenta calabresa, orégano, alho picado frito e azeite. Tudo à vontade, ao seu gosto”, destaca ele.

Dia a dia

Ter um negócio como esse, no entanto, também exige saber lidar com os desafios. Um deles, por exemplo, é sempre ter agilidade para que as pizzas possam ser entregues em dois minutos para os clientes. Manter o atendimento impecável e a qualidade e o frescor dos componentes do prato são também desafios citados por Machado. Para isso, há o investimento em muito treinamento e em replicar o modelo todos os dias com a equipe. “O desafio é crescer mantendo a identidade do frescor, da modernidade e da geração Makers”, salienta o profissional, que também fala a respeito dos benefícios de manter um negócio como esse. “A satisfação de empreender é algo que precisa ser experimentado, não tem nada igual. Saber da responsabilidade de servir mais de 2.600 pizzas no terceiro mês de operação é uma realização, além do mais, sem nenhuma reclamação e com muitos elogios. É muito gratificante. Ter uma equipe de nove pessoas felizes e acreditando no projeto, sabendo dos planos de crescimento, tudo isso é muito realizador”, diz.

Para se destacar no mercado, segundo Machado, é necessário que sempre se tenha em mente o fator inovação. Além disso, é importante procurar parceiros e fornecedores que estejam alinhados a essa estratégia e ter foco no negócio. De acordo com o profissional, isso faz com que o modelo possa ser escalado e ter relevância. Ele também destaca que a rentabilidade do negócio é fundamental.

Já para fidelizar os consumidores, Machado conta que três coisas são focadas: o atendimento, que é “exemplar, sempre com um sorriso no rosto e sinergia com o cliente. Entrar na vibe dele faz com que tenhamos uma identificação muito grande”; a qualidade dos produtos, com a exclusiva receita makers e também a paixão pelo o que se faz.

Escolha

Outro fator que contribui para o sucesso do negócio é uma boa localização. Machado relata que a escolha por ponto em shopping foi a oportunidade de servir uma pizza de qualidade a um valor que é justo, de forma rápida e eficiente, em praças de alimentação.

“Hoje em dia, as praças de alimentação são lotadas de hamburguerias, grelhados, comidas japonesas e pratos feitos; reparamos nos shoppings essa lacuna e nos especializamos nisso, fazer a melhor pizza e não simplesmente fazer uma oferta infinita de alimentos e também a pizza”, relata.

Fornos

Além do ponto comercial, os fornos utilizados também contribuem com a qualidade dos alimentos, conforme explica Machado. “Apoiar-se em empresas e fornecedores de alta tecnologia é essencial. Encontramos essa parceria na Prática Produtos, os fornos FORZA se adequaram perfeitamente ao que procurávamos no mercado. Eles são simples de operar, contam com rapidez, robustez e entregam um produto de alta qualidade. Os fornos são o coração da nossa operação, por isso mesmo têm um destaque especial na loja, além da amassadeira e do abridor de disco de pizzas. A Prática nos apoiou e nos apoia”, conta.

Planos

Para este ano, a meta da empresa é a inauguração de mais quatro unidades. Em longo prazo, Machado destaca que pode-se dizer que ela será a maior e melhor rede de pizzaria do Brasil. “A primeira loja foi inaugurada em meados de dezembro do ano passado e, em meados de maio, teremos a inauguração da segunda loja Pizza Makers no Shopping Market Place, do grupo Iguatemi. Vamos cumprir a meta de aberturas de lojas neste ano”, afirma.

Segmento

Para o profissional, o mercado de alimentação fora do lar atualmente está em plena expansão. Ele frisa que os clientes buscam comida boa, de qualidade, com rapidez e atenção no atendimento, tudo isso a um preço justo. “para o Pizza Makers, o olhar é de oportunidade e crescimento”, diz. “A maior dificuldade encontrada principalmente na praça de alimentação de shoppings são as inúmeras ofertas dos demais operadores de alimentação, mas, ao mesmo tempo, é uma oportunidade, porque a grande variedade de opções propicia uma saudável luta para melhor atender os clientes, e é nessa linha que os melhores se destacarão. Acreditamos que, fazendo nosso produto na melhor qualidade possível e sempre visando o melhor atendimento ao cliente, conseguiremos fidelizá-los”, finaliza.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/o-cliente-como-chefe/

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De garçom a dono de restaurante

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Seu Trasso chegou ao País sem falar português, mas superou essa e outras dificuldades para vencer no Brasil

É com a sabedoria de quem já viveu um pouco de tudo na vida que Thrassyvoulos Georgio Petrakis, 95 anos, administra o Acrópoles, uma espécie de templo da gastronomia grega no Brasil. Há 53 anos, seu Trasso, apelido adotado para facilitar o contato, é responsável pelas receitas que atraem centenas de pessoas ao Bom Retiro, um bairro de São Paulo. Fiel às tradições gregas, o empresário conquistou o paladar de políticos, artistas e obteve fama mundial.

treinamento restaurante“Não esperava tanto sucesso. Mas é muito compensador quando as pessoas pedem para eu mesmo ir para a cozinha fazer uma salada”, conta.

A popularidade do Acrópoles é grande, mas por trás desse reconhecimento não há mistérios: existe, sim, muito trabalho, dedicação e o envolvimento de seu Trasso, que não abre mão de participar da rotina do estabelecimento.

Por volta das 7h30, o empreendedor já está no batente. Sua jornada de trabalho é extensa e contempla praticamente todas as funções que permitem ao restaurante funcionar sete dias da semana. Ele vai ao mercado para assegurar a qualidade dos ingredientes, coordena a cozinha, prepara pratos, atua como garçom e ainda bate papo com os clientes.

“Se você quer ter qualquer tipo de negócio, precisa permanecer no local”, ensina.

Seguindo um modelo de gestão peculiar, onde a percepção se sobrepõe aos ensinamentos da escola – ele estudou apenas três anos –, o imigrante iniciou sua trajetória como garçom do restaurante que hoje é dono. “Aprendi tudo o que podia e me envolvia em todas as atividades. Com o tempo, acabei me tornando sócio e depois proprietário”, relembra.

Para tornar o Acrópoles referência gastronômica em um mercado com tantas opções como o de São Paulo, o grego não seguiu uma cartilha pronta. Foram os erros e acertos que o ensinaram. Mais do que isso. Sua trajetória permeada de obstáculos – ele chegou ao País sem falar o idioma – o ensinou a valorizar o poder da superação.

“O mais importante em um restaurante, além da qualidade, é o serviço. Para dar certo é preciso saber o que o cliente deseja e isso a gente descobre conversando com eles”, recomenda.

De forma ativa, lúcida e original, o empresário ensina uma das filhas a conduzir o restaurante. As dificuldades são encaradas sempre com muita paciência e sabedoria. “Quando alguém fala algo que não gosto, fico quieto. Dependendo da reclamação, finjo que não escutei”, conta. E foi assim que seu Trasso se esquivou de falar sobre o fechamento da filial do Acrópoles, um negócio concebido com a ajuda da filha. “Não deu certo”, resume, desviando em seguida para algo mais ameno. “O importante é que eu me divirto muito trabalhando.”

O que acertei
Oferecer serviço de qualidade todos os dias. Se um cliente chega ao Acrópoles deve ser sempre bem atendido. Isso é levado a sério pelo restaurante e vale até mesmo para uma pessoa que pede apenas para usar o banheiro. A filosofia do restaurante, não por acaso, é saber que aqueles que são bem recebidos, voltam.

O que errei
Abrir uma filial do restaurante em um bairro nobre de São Paulo.O negócio foi criado com a ajuda da família, mas não replicou o sucesso da matriz, que funciona no Bom Retiro. Seu Trasso não fala muito sobre o episódio, prefere destacar que no empreendedorismo é importante fazer aquilo que se gosta.

Uma dica
Para abrir um restaurante, a pessoa precisa desenvolver uma experiência mínima no segmento. Antes de entrar no ramo, o empresário diz que já tinha trabalhado com o setor na Grécia. Seu Trasso ensina também que é preciso monitorar todas as áreas que permitem ao local funcionar bem durante todos os dias da semana.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,de-garcom-a-dono-de-restaurante,1947,0.htm

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A felicidade de ser dona do próprio restaurante

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Quando era ‘meninoca’, como ela diz, Felicidade não gostava muito do seu nome. Até tentou que as pessoas a chamassem de Conceição (sobrenome por parte de mãe), mas não pegou. Hoje, com 89 anos, a empreendedora está sempre sorrindo no restaurante que foi batizado em sua homenagem.

 

restaurante curso

O Dona Felicidade vai completar 18 anos em dezembro e atende uma média de 4 mil pessoas por mês em São Paulo. Ao servir pratos simples, mas que prezam pela qualidade, o local vende 500 feijoadas e 350 quilos de bacalhau por mês.

As receitas da Dona Felicidade foram responsáveis pelo direcionamento do negócio da família. Quando casou, em 1945, com Manoel Bastos, o marido não queria que a mulher trabalhasse e sempre manteve outras atividades com sócios. “Minha vontade sempre foi ter um negócio nosso. Ele não me aceitava atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos”, lembra a empresária.

 

O primeiro negócio foi uma mercearia, que ficou instalada em dois lugares antes de alcançar o reconhecimento com o nome de ‘Pé pra fora’. O casal e os cinco filhos moravam na parte de cima e os pratos que Dona Felicidade levava para o marido almoçar começaram a chamar a atenção dos clientes. O jeito foi descer o fogão para atender a demanda do consumidor.

De bar e mercearia, o local passou a servir refeições e ganhou ainda mais fama. Depois da morte do patriarca em 1986, Dona Felicidade e dois filhos, Sérgio e Toninho, ainda continuaram oito anos na administração até venderem o ponto.
A mudança para a Vila Romana foi feita em 1996 com a inauguração do restaurante Dona Felicidade, em um espaço oito vezes maior que o anterior.

“Meu pai dizia: o cliente podia reclamar do preço, mas não podia reclamar da comida. Porque o dia que ele tiver dinheiro ele volta e come. Mas se ele reclamar da comida, nem com dinheiro ele volta”, lembra Sérgio. Atualmente, o local conta com a supervisão e simpatia de Dona Felicidade diariamente. “Eu adoro isso aqui. Eu vou ficar sozinha em casa fazendo o que? Prefiro lidar com gente”, afirma a empreendedora.

Um acerto
Para Dona Felicidade, o acerto foi ela ter insistido com o marido para o casal abrir um negócio só deles. A vontade existia desde o casamento, mas Manoel não queria que a mulher trabalhasse. “Ele não me admitia atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos.” A primeira empresa foi uma mercearia e o sucesso veio com os pratos preparados por ela.

Um erro
Mãe e filhos não apontaram um erro que comprometeu gravemente o negócio. Sérgio afirma que eles sempre tiveram o pé no chão e agiram com cautela. “Demos umas cabeçadas, não acertamos tudo. Tivemos erros de percurso que foram corrigidos na rota, nada que prejudicasse. Conforme eles foram acontecendo, nós fomos acertando”, afirma Toninho.

Uma dica
A família nunca pensou em mudar de segmento. Depois de seis anos com o restaurante Dona Felicidade, eles aproveitaram uma oportunidade e abriram o bar Tiro Liro. “Não é tudo mil maravilhas. Quem quer entrar no ramo terá que se dedicar e trabalhar muito”, afirma Toninho. “Não existe zona de conforto. A concorrência está aí”, completa Sérgio.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/casos-de-sucesso,a-felicidade-de-ser-dona-do-proprio-restaurante,5108,0.htm

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