Como o layout do restaurante pode influenciar no seu sucesso

Uma das fases mais importantes na contrução de um restaurante é a definição do seu layout na planta baixa. Muitos podem ignorar esta etapa, tomando por conta própria a responsabilidade de dispor mesas, cadeiras, equipamentos, janelas, dentre vários outros fatores.

É importante ter em mente que o layout de todo o restaurante pode influenciar diretamente nas vendas e consequentemente no futuro do negócio, podendo torná-lo promissor ou um verdadeiro fiasco.

Se você está abrindo uma nova operação ou reformando o seu espaço atual, aqui estão algumas dicas sobre como organizar seu layout.

Um tamanho não serve para todos

● Seja fiel ao seu conceito. “Cada conceito é único e tem suas próprias necessidades. Não há nenhum padrão único quando se trata de projetos. Um restaurante especializado em jantares românticos tem necessidades diferentes do que um casual, restaurante familiar.

● Seja flexível. Mesas de diferentes tamanhos são essenciais para reduzir o tempo de espera. Acomodar mais duas pessoas em uma mesa para seis é facilmente resolvido agregando uma mesa de dois lugares. Já em locais onde só se possuem mesas de 4 lugares, uma reserva de 6 pessoas sempre ocupará duas mesas de quatro lugares, deixando dois lugares inutilizados e espaço perdido.

Reduza a lentidão. Uma regra é não ter mesas distantes mais do que 18 metros da área buffet, ou cozinha e bar. Em geral ter uma área de servir mais longe do que isto é um convite ao serviço lento, comida fria, e pobre em reposição de bebidas.

Tente ancorar suas mesas. Os clientes preferem sentar-se com, pelo menos, um dos lados das suas mesas “ancorados” por paredes ou outras estruturas. Os consumidores gostam de olhar para o salão do restaurante, ao invés de sentar em uma mesa no centro sentindo-se como se estivessem em exibição.

Nem tão perto, nem tão longe. Um pesquisa realizada pela Escola de Administração e Hoteleira da Universidade de Cornell nos Estados Unidos, revela que o consumo das mesas também estão relacionados à distância entre elas. Mesas muito próximas umas das outras, causam desconforto ao cliente, levando-o a ficar menos tempo e consumindo menos do que em locais onde há pelo menos 1 metro de distância entre as mesas.

Crie alguns pontos aconchegantes. Considere dividir o seu restaurante em várias pequenas áreas de jantar. As pessoas querem se sentir como se estivessem em um lugar que está bem movimentado e não num enorme salão onde pareça estar às moscas.

Não assopre-os para longe. Se seu restaurante tem uma área externa, verifique com seu engenheiro para ficar atento de que o  ar do exaustor não será despejado diretamente na direção das mesas dos clientes ou na área de espera.

Deixe o trânsito fluir. A preparar uma planta do seu estabelecimento analise o fluxo de trabalho e de clientes para evitar congestionamento de pessoas dentro do estabelecimento. Em restaurantes self-service por exemplo, evite colocar trajetos para cozinha e banheiro cruzando com o fluxo do buffet.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes ( www.gestaoderestaurantes.com.br )

Autor: Alison Alves Figueiredo (Gastrônomo e Pós Graduado em Gestão de Qualidade em Gastronomia)

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Inglês para restaurantes – Aula 22

Aula 22 – Descrevendo comidas típicas brasileiras – 2ª parte

Hello everyone!

Em nossa última postagem iniciamos uma série de artigos que irá te ajudar a descrever pratos típicos da culinária brasileira para clientes estrangeiros. Falamos da Moqueca Baiana e do Tacacá. Hoje, falaremos sobre a nossa famosa feijoada e o acarajé.

Enjoy it!

Feijoada

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Waiter: Excuse me , sir. Are you ready to order?

Customer: Yes, what is a feijoada?

Waiter: It’s a typical Brazilian dish. It’s a stew of black beans and pork meat.

It’s served with rice and collard greens.

Customer: Sounds delicious, I’d like to try it, please.

Waiter: Ok, sir. Anything else?

Customer: No, that will be all.

Waiter: I’ll be right back, sir.

Tradução

Garçom: Desculpe-me, senhor. Você está pronto para pedir?

Cliente: Sim, o que é uma feijoada?

Garçom: É um prato típico brasileiro. É um cozido de feijão preto e carne de porco.

É servido com arroz e couve.

Cliente: Parece delicioso, eu gostaria de experimentar, por favor.

Garçom: Ok, senhor. Mais alguma coisa?

Cliente: Não, isso é tudo.

Garçom: Eu já volto, senhor.

Acarajé / ou vaca atolada

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Waiter: Excuse me , sir. Are you ready to order?

Customer: Yes, what is the Acarajé?

Waiter: It’s a typical Brazilian dish. It’s made of black-eyed peas and deep fried in palm oil, stuffed with shrimp paste.

Customer: Sounds delicious, I’d like to try it, please.

Waiter: Ok, sir. Anything else?

Customer: No, that will be all.

Waiter: I’ll be right back, sir.

Tradução

Garçom: Desculpe-me, senhor. Você está pronto para pedir?

Cliente: Sim, o que é o Acarajé?

Garçom: É um prato típico brasileiro. É feito de feijão-fradinho e frito no azeite de dendê, recheado com pasta de camarão.

Cliente: Parece delicioso, eu gostaria de experimentar, por favor.

Garçom: Ok, senhor. Mais alguma coisa?

Cliente: Não, isso é tudo.

Garçom: Eu já volto, senhor.

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Guilherme

Sócio da Agência Parlare – treinamento em idiomas, que oferece cursos especializados de Línguas estrangeiras para equipes de bares, restaurantes e hotéis; graduado em Tecnologia em Biocombustíveis pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC). Formado em inglês pelas escolas Fisk e Wizard, trabalhou 2 anos como garçom, atendendo clientes estrangeiros de diversas nacionalidades em bares e restaurantes.

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Como realizar o seu sonho de negócio

Pousada, restaurante, confecção e atividades de bem-estar. 60% dos empreendedores brasileiros investem em uma dessas áreas. Para ter sucesso, preste atenção nas histórias e conselhos de quem acertou — e errou

 

Restaurante
Bota aí um tempero
O dono precisa ter faro para acertar no nicho, ponto, prato, atendimento, gestão e imagem

2205Juscelino Pereira, no salão do Piselli: experiência prévia como garçom, maître e sommelier antes de se tornar um empresário bem-sucedido

“Até os 35 anos todo homem deve ter o seu próprio negócio.” Juscelino Pereira cresceu ouvindo esta frase, dita sempre pelo avô nas tardes de domingo, quando ele e os primos se reuniam após os demorados almoços de família para escutar as histórias dos negócios feitos por Vicente Tavico. A um mês de completar 40 anos, Juscelino confessa nunca ter se esquecido da frase durante toda a jornada que o levou de Joanópolis, pequena cidade do interior paulista, até o badalado endereço nos Jardins, em São Paulo, onde funciona seu restaurante, o Piselli.

Como tantas outras histórias de sucesso, a de Pereira também começou com um fracasso. Quando tinha 16 anos resolveu virar produtor. “Decidi apostar em ervilhas, que ninguém plantava, para poder vender ao meu preço.” Pediu emprestado ao pai um hectare de terra, comprou as sementes e esperou a plantação vingar. Pouco antes da colheita, foi até a central de abastecimento de Bragança Paulista, cidade vizinha, e começou a oferecer seu produto. “Fui em uma banca, em outra e vendi quase toda a produção. Voltei pra casa fazendo as contas: ‘Nossa, vou poder comprar meu fusca!’” Três dias depois, partiu com o tio para entregar a mercadoria. Eram cinco e meia da manhã quando recebeu a notícia de um feirante japonês: as ervilhas estavam estragadas, deveriam ter sido colhidas um mês antes.

Decepcionado, resolveu aceitar a proposta para trabalhar no restaurante de um amigo da família, em São Paulo. Era um lugar simples, que servia pratos do dia, como feijoada e dobradinha, e Juscelino trabalhou por dois anos como “faz-tudo” – comprava ingredientes, ficava no caixa, atendia o balcão, ia ao banco e costumava ouvir dos fregueses: “Você gosta de atender, tem potencial pra trabalhar em restaurantes finos, precisa ir para os Jardins”. Nos dias de folga, saía para explorar a cidade. “Quando comecei a andar, a ver aquele monte de gente, pensei: aqui vou ter que construir alguma coisa, ter meu negócio”.

RUMO AOS JARDINS
Mas antes de realizar o seu sonho, Pereira trabalhou muito. Foi ajudante de garçom, garçom e maître, passando de um restaurante a outro numa escalada rumo aos Jardins, que era a sua meta. Até que começou a se interessar pelo mundo dos vinhos e aceitou um salário menor para trabalhar como auxiliar de sommelier do Fasano, um dos restaurantes mais premiados de São Paulo. Logo foi promovido a garçom. Aos 25 anos, foi convidado a ir para uma nova casa do grupo, o Gero, como maître e sommelier. Trabalhava distribuindo sorrisos sem saber que cultivava a futura clientela do seu restaurante. Andava sempre com uma agendinha no bolso, em que anotava o telefone e as preferências de cada cliente. “Quando cheguei aos 30 era gerente do Gero, viajava para o exterior, tinha comprado meu apartamento, meus filhos já eram nascidos. Estava satisfeito, mas as palavras do meu avô ainda ecoavam e decidi que até os 35 teria meu negócio.”

SAIBA MAIS

Pereira começou definindo o conceito do seu restaurante. “Percebi uma brecha no mercado de comida italiana: ou eram cantinas e tratorias ou restaurantes caros. Não existia o meio termo, por isso tomei a decisão de fazer um lugar com o espírito familiar da tratoria, mas um pouco mais refinado. Uma tratoria que pensasse no tipo de copo, na temperatura do ar, na acústica do ambiente, no serviço, na qualidade dos guardanapos e da toalha, na luz e não cobrasse muito caro.” Como não tinha dinheiro suficiente para a empreitada, tentou sem sucesso um empréstimo no banco. Procurou, então, investidores: “Buscava quatro pessoas diferentes, que não se conhecessem e não fossem do ramo, porque queria que fosse do meu jeito, ninguém poderia se intrometer.” Tinha o plano de negócios do Piselli esboçado em duas folhas de papel sulfite. “Minha expectativa de atendimento era de duas mil pessoas por mês e 24 mil ao ano, a um tíquete médio de R$ 60, R$ 70 por pessoa. Esperava um retorno do investimento em 18 meses.” Pereira conseguiu vender as quatro cotas de 10% para clientes dos restaurantes onde trabalhou e que acabaram virando amigos. Com o dinheiro na mão comprou o ponto e fez a reforma do local.

LIÇÕES DE QUEM ERROU
Casa cheia não é sinônimo de negócio rentável

A experiência de dez anos como garçom e gerente da rede Outback Steakhouse, nos Estados Unidos e no Brasil, e como consultor de restaurantes no Rio, não livrou Michel Revy, 32, de cometer erros quando abriu seu próprio restaurante em sociedade com a mãe, em 2005. Especializado em grelhados italianos, o Zest ficava no Jardins, em São Paulo, tinha 70 lugares e funcionava para almoço e jantar. ‘Gastei R$ 250 mil, contratei 25 funcionários, comprei os melhores ingredientes. Mas não tinha fluxo de caixa, usei todo o dinheiro achando que no primeiro mês já teria lucro.’ Depois de quatro meses com movimento fraco, Revy resolveu vender, no almoço, qualquer risoto ou massa do cardápio a R$ 15. ‘O movimento era imenso, vendíamos 100 refeições, mas esse cliente não voltava à noite e nos fins de semana para comer o mesmo prato a R$ 30.’ O restaurante passou a funcionar apenas ao meio-dia e a oferecer pratos mais simples, a R$ 12,90. ‘Lotava, mas rendia entre R$ 20 mil e R$ 25 mil por mês. É um erro comum confundir restaurante cheio com restaurante lucrativo.’ Revy fechou o Zest em 2007 e ficou com dívidas de R$ 60 mil. ‘Multa contratual, fornecedores, cheque especial, ações trabalhistas – pago até hoje.’ Em outubro de 2008 abriu o Pasta & Basta, na Pompeia, zona oeste da capital. ‘Meu público é do bairro, vem a pé.’ No novo restaurante, Revy comanda a cozinha e tem apenas seis funcionários. Fatura R$ 40 mil por mês e sonha em ver o Pasta & Basta espalhado por outros bairros da cidade.

No dia 31 de julho de 2004, o Piselli, que significa “ervilhas” em italiano, abriu as portas. No mesmo dia, Pereira comemorava o aniversário de 35 anos. Um ano depois o restaurante atendia quatro mil pessoas por mês e já estava pago. Hoje, 70 mil pessoas passam pelo Piselli ao ano e gastam, em média, R$ 90. “Nos 18 anos em que trabalhei em outros restaurantes, criei um nome e isso dá credibilidade. Mas é preciso qualidade, não adianta fazer porcaria, porque as pessoas vêm, te dão um abraço e não voltam mais.”

Para tocar o negócio, Pereira precisou aprender a administrar. “O atendimento personalizado sempre foi meu foco, saber o que cada cliente gosta de comer e como gosta. Apanhei muito para entender um fluxo de caixa, implantar orçamento, pensar em impostos e leis trabalhistas.” Para dar conta de tudo, ele passa de 12 a 13 horas no Piselli. Controla dos pratos que saem da cozinha à visibilidade na mídia. O sucesso levou Pereira a abrir outro restaurante. “Há três meses inaugurei o Zena, especializado em focaccias. Gosto muito do prazer de realizar.”

PARA DAR CERTO
Os aspectos essenciais para ter sucesso no setor

>>> NO RESTAURANTE tudo acontece na hora: o cliente pede o prato, a venda está feita e a entrega é imediata. É um negócio desgastante e estressante
>>> NA HORA DE CONTABILIZAR os custos, não esqueça dos desperdícios: as perdas giram em torno de 20% a 30%
>>> É IMPORTANTE saber como cada prato colabora para a formação do lucro
>>> LEMBRE-SE DE QUE o cliente come primeiro “com os olhos”: cuide da apresentação dos pratos tanto quanto do preparo
>>> SE FOR ABRIR um self-service, saiba que as variações diárias do cardápio são determinantes para o sucesso
>>> GOSTAR DE COZINHAR para os amigos nos fins de semana é diferente de passar várias horas por dia, em pé, cozinhando para pessoas que pagam pelo que você faz. Não confunda hobby com trabalho

Fontes: Roberto Braga, autor do livro Gestão da Gastronomia, da Editora Senac e Sérgio Diniz, do Sebrae

CONSELHOS DE MESTRES
Empresários bem-sucedidos dão dicas aos iniciantes

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“Regras sanitárias, questões tributárias e trabalhistas também fazem parte de um restaurante. Contrate a melhor ajuda especializada que puder.”
Roberta Sudbrack, chef e dona do restaurante Roberta Sudbrack

2205b

“Quando comecei, errei ao não estimar a oferta e a demanda, não conseguir fazer um orçamento correto e não ter controle sobre custos.”
Belarmino Iglesias Filho, proprietário do A Figueira Rubaiyat, Porto Rubaiyat e Baby Beef.

2205c

“O sucesso veio com muita dedicação e horas de trabalho. Um restaurante exige atenção constante, de dia, à noite, nos feriados e fins de semana.”
Sergio Arno, proprietário do La Vecchia Cucina e do La Pasta Gialla, entre outros

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Conheça alguns mitos sobre a rentabilidade em Restaurantes

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A compra de quantidades maiores para obter descontos por volume economiza dinheiro? (Mito)

Não. Quando se compra insumos em grandes quantidades é preciso ter um controle extremamente rígido. A possibilidade de sobras, roubos, deterioração, porções maiores e o descuido em geral são mais frequentes em restaurantes com elevados estoques. Muitos restaurantes trabalham com compras inteligentes, comprando apenas o que precisam por um curto período, mesmo que o preço / unidade seja um pouco maior. Neste caso lucra-se mais ao se concentrar sobre o uso do produto.

 

No fechamento do caixa é melhor estar sobrando dinheiro que faltando? (Mito)

Nenhum dos dois pode ser considerados uma boa notícia. Dinheiro excedente é uma indicação frequente de vendas não registradas. Um pesadelo para os gerentes.

 

Manter os custos dos alimentos baixo significa margens de lucro maiores? (Mito)

Muitos dos restaurantes mais rentáveis ​​têm altos custos de alimentos, alguns em até 45%. A questão não é como os custos elevados ou baixos de alimentos são, mas sim quantos de lucro bruto seus itens de menu podem gerar. É por isso que os itens do menu devem ser promovidos com base em sua contribuição para o lucro bruto ao invés de ter um baixo custo de alimentos (em porcentagem).

 

Os latões de lixo na cozinha são as melhores opções para se desfazer das sobras e restos? (Mito)

Gestores experientes utilizam caixas claras para o descarte de comidas e restos da cozinha. Desta forma o gerente pode inspecionar no final de cada turno rapidamente se está havendo disperdício na cozinha e quais os tipos de comida estão retornando nos pratos dos clientes.

 

Fonte: GR Gestão de Restaurantes ( www.gestaoderestaurantes.com.br )

Autor: Alison Alves Figueiredo (Gastrônomo e Pós Graduado em Gestão de Qualidade em Gastronomia)

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Restaurantes – Classificados de Compra e venda

A GR disponibiliza o maior classificados do Brasil para compra e venda de restaurantes de forma gratuira. Confira alguns anúncios disponíveis.

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Bahia

Produto – RESTAURANTE
Valor – a negociar
Cidade – PRAIA DO FORTE
Estado – BA
Nº lugares – 200
Aluguel (Contrato) – 04 anos
Detalhes – Restaurante de comida regional / internacional.Localização estratégica na vila mais charmososa do Brasil. Destino turistico consolidado, selecionado pela FIF

Veja o anúncio completo em: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Distrito Federal

Produto – Churrascaria
Valor – 250.000,00
Cidade – Brasilia
Estado – DF
Área (m²) – 400
Nº lugares – 150
Aluguel (Valor) – 5000,00
Aluguel (Contrato) – 5 anos

Veja o anúncio completo em: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Rio de Janeiro

Produto – Passo Restaurante no Polo Gastronômico da Pedra
Valor – 220.000,00
Cidade – Rio de Janeiro
Estado – RJ
Área (m²) – 430
Nº lugares – 120
Detalhes – Restaurante de Frutos do mar em funcionamento de frente para o mar, com capacidade de 120 pss podendo ser aumentada, com clientela formada.
Todo legalizado, sem dívidas.
Equipamento e pessoal capacitado.
220.000,00 a ceito oferta

Veja o anúncio completo em: www.gestaoderestaurantes.com.br

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São Paulo

Produto – Quiosque Chopp Brahma – Shop. West Plaza
Valor – 320.000,00
Cidade – Sao Paulo
Estado – SP
Nº lugares – 50
Aluguel (Valor) – ~3.000,00
Nº Funcionários – 6
Faturamento Mensal – 45.000,00
Detalhes – Grande investimento 2 quadras no futuro estádio do palmeiras.
Bar na nova área totalmente arborizada de fora do shopping com o Devassa Bar e Café Pelé Arena. Valor já com a luva.Aluguel baixissímo para shopping

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São Paulo (Interior)

 

Produto – RESTAURANTE EM CAMPOS DO JORDÃO – SP
Valor – 850.000,00
Cidade – CAMPOS DO JORDÃO
Estado – SP
Área (m²) – 1400 m2
Nº lugares – 280
Aluguel (Valor) – 7.000,00
Aluguel (Contrato) – 3 anos
IPTU – 235,00 mes
Nº Funcionários – 14
Detalhes – Maravilhoso restaurante Self Service em Capivari, Campos do Jordão, ótima localização, inau gurado ha 5 anos, clientela toda formada, trabalha também com grupos fechados de agências de turismo, cozinha com 80 m2 toda em inox super equipada, câmaras resfriada e congelada. Área total construida 900 m2, único restaurante no bairro capivari com estacionamento próprio para 30 automóveis, buffet com mais de 100 itens, 70 mesas com cadeiras em madeira de alto padrão, totalmente informatizado com 2 balanças, 2 caixas, terminais de lançamento, comandas eletrônicas com código de barras, 16 câmeras em DVR com trinta dias de gravação, sonorização ambiente Arman Kardon. Na temporada de inverno chega a atender 1100 clientes / dia. Só almoço, mas tem muito potencial para trabalhar a noite. Motivo da venda: Estou implantando um loteamento em Minas e preciso me dedicar mais por ser empreendimento de grande porte. Maiores informações tratar direto com o proprietário –

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Antes de Abrir um Restaurante

Abrir em um novo negócio requer bastante planejamento por parte dos empreendedores que apostam grande parte de seus recursos e sonhos. Não existe a fórmula que garanta o sucesso de um novo empreendimento, se tal fórmula existisse não haveriam tantas empresas fechando as portas antes mesmo de dois anos de existência. Mas o planejamento pode ser um grande aliado para minimizar os riscos, aumentando as chances de sucesso num novo empreendimento. Em se tratando de no investimento de um restaurante a história não seria diferente.

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Antes de abrir seu próprio restaurante existem muitos aspectos que precisam ser pensados para assegurar o sucesso.  Aqui esta uma lista para ajuda-lo na abertura do seu novo restaurantes.

Decidindo se ser dono de um restaurante é certo para você.

Ter um restaurante exige trabalho duro. Pode parecer glamoroso e divertido, mas isto tudo se resume em trabalho duro. Pergunte a qualquer um que esteja no ramo de alimentação e eles lhe dirão as longas horas que dedicam a seu negócio. É importante entender todos os vários processos que estão envolvidos em um restaurante. O proprietário é responsável por todos desde o atendimento até a cozinha.

Decidindo o conceito do seu restaurante.

Decidir que tipo de restaurante você vai abrir vai depender de várias coisas. Frequentemente pessoas que querem abrir seu próprio restaurante querem servir o tipo de comida que eles gostam de cozinhar, em uma atmosfera que eles se sentem confortáveis. Mas é preciso ficar atento pois um restaurante existe para atender ao gosto dos clientes e não ao gosto pessoal do empreendedor somente. Já outras pessoas estão interessadas em franquias. Franquias de restaurantes oferecem um número de benefícios, incluindo o nome reconhecido e o marketing. Entretanto muitas franquias de restaurantes não são baratas e os donos devem estar dispostos a seguir uma série de regras rigorosas.

Escolhendo a Localização do seu restaurante.

Localização é vital para o sucesso de qualquer restaurante. Existem muitos fatores a considerar quando estiver procurando pela localização perfeita do seu restaurante, incluindo o tipo da população do local, empresas no local e a acessibilidade.  Quando você encontrar a localização perfeita, você precisa se assegurar de negociar o melhor contrato possível para seu restaurante. Contratos com menos de 3 anos podem ser arriscados para quem busca prosperidade dp negócio.

Escrevendo o Plano de Negócio.

Se precisar buscar crédito no mercado se prepare para um entrevista com o banco, você precisará fazer o trabalho de casa. No seu plano de negócio é onde você irá descrever seu restaurante e como você planeja fazê-lo lucrar, mostrará para seu financiador o que você quer com o negócio. Esteja certo que chegará no banco com todos os documentos necessários, como declaração do imposto de renda, taxas de retorno, e qualquer outro documento que o banco solicitar. O plano de negócios é importante não somente para o banco, mas para o próprio empreendedor, pois é através do plano de negócios que se chegará à conclusão da viabilidade do negócio.

Encontrando o nome perfeito para o restaurante.

O nome do restaurante deve refletir um tema ( Mexicano, Chinês, Continental) , a localização ou simplesmente ser um jogo de palavras. O importante a considerar é a impressão que deixará no seu cliente. Escolha um nome que será fácil para seu cliente lembrar e falar. Nada é mais frustrante do que não encontrar um restaurante na internet ou nas páginas amarelas porque não é capaz de escrever seu nome corretamente.

Escolha do Menu

O seu Menu é uma das partes mais importantes do restaurante. É ele definirá a essência do seu restaurante e será um dos principais motivos para seus clientes voltarem. O layout e o design é tão importante quanto o que está no Menu.  Evite Menu com designs amadores, como com cliparts, xerocados ou feitos a mão. Finalmente, saiba como precificar o seu menu e isto o ajudará a ter uma margem de lucro realista e condizente com seu negócio.

Contratando Pessoal para o Restaurante

Contratar os colaboradores certos é crucial para qualquer novo restaurante. Portante para quem inicia um novo empreendimento contrate pessoal já com experiência. Deixe para treinar pessoas inexperientes numa nova oportunidade de contratação. Comida boa perde muito se o apelo for acompanhado por um serviço ruim.  Experiência conta para posições importantes como chefe de cozinha, gerente, e bartender.

Equipando seu Restaurante.

Equipar a cozinha do seu restaurante, o salão e o bar é a maior parte do seu orçamento. Se seu orçamento é muito limitado procure por equipamentos usados. É importante entender dimensionar bem quais e quantos equipamentos serão necessários, evitando assim cair na armadilha de comprar equipamentos e móveis desnecessários, que podem sair do seu orçamento. Comece pelo básico uma vez que você já os tiver, pode adquirir alguns extras.

Fonte: Gestão de Restaurantes (www.gestaoderestaurantes.com.br)

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Inglês para restaurantes – Aula 21

Aula 21 – Descrevendo comidas típicas brasileiras – 1ª parte

Olá pessoal!

No artigo de hoje ensinaremos como descrever alguns pratos típicos da culinária brasileira a clientes estrangeiros. Muitos deles procuram certos bares ou restaurantes para provar aquela iguaria que só tem por aqui, mas às vezes não sabem ao certo como este prato é feito e quais são seus ingredientes.

Moqueca Baiana

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Customer: I know the moqueca baiana is a typical dish from Bahia, but how is it prepared?

Waiter: It’s a fish stew made with coconut milk, palm oil (dendê oil), garlic, onion, cilantro and bell peppers. It’s delicious!!

Customer: Hummm! Sounds good!

Tradução

Cliente: Eu sei que a moqueca baiana é um prato típico da Bahia, mas como ele é preparado?

Garçom: É um cozido de peixe feito com leite de coco, óleo de dendê, alho, cebola, coentro e pimentão. É delicioso!

Cliente: Hummm! Parece bom!

Tacacá

Customer: What is tacacá?

Waiter: It’s a typical soup from the north of Brazil. It is made with jambu (similar to collard greens), tucupi (a broth made with wild manioc) and dried shrimps. It is served extremely hot in a bow.

Customer: Ok, so I will have tacacá, please!

Waiter: Excellent choice!

Tradução

Cliente: O que é tacacá?

Garçom: É uma sopa típica do norte do Brasil. É feita com jambu (parecido com a couve), tucupi (um caldo feito com mandioca selvagem) e camarão seco. É servido extremamente quente em uma cumbuca.

Cliente: Ok, então eu vou querer tacacá, por favor!

Garçom: Excelente escolha!

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As aulas de inglês para Restaurantes são oferecidas aos leitores do site Gestão de Restaurante em parceria com a Agência Parlare. Para contratar a Agência Parlare vejam os dados abaixo:

Luciana Falcetti – Sócio-diretora da Agência Parlare – treinamento em idiomas, que oferece cursos especializados de Línguas estrangeiras para equipes de bares, restaurantes e hotéis; graduada em Letras pela Universidade de São Paulo (USP). Possui ampla experiência no ensino de Línguas para crianças e adultos, tendo já coordenado cursos de Inglês para garçons e taxistas.

Contatos:

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