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Restaurantes se adaptam para atrair clientes “sozinhos”

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Até algum tempo atrás, jantar sozinho era praticamente sinônimo de pedir qualquer coisa gordurosa para viagem ou escolher um prato no serviço de quarto do hotel.

Com tais opções, evitava-se o constrangimento de se sentar para comer em um restaurante sem companhia – e o risco de ser visto como um “fracassado, sem amigos”.

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Mas com um número crescente de pessoas morando sozinhas, alguns restaurantes nos EUA, Canadá e Europa já estão se adaptando para atrair esses clientes e acabar com o estigma associado àqueles que pedem “mesa para um”.

Só nos Estados Unidos, hoje um em cada sete adultos vive sozinho.

Aaron Allen, especialista de uma empresa da Flórida que presta consultoria para restaurantes de diversos países, diz que são crescentes os esforços para tornar os estabelecimentos mais acolhedores para esse público.

Entre as estratégias adotadas com tal objetivo estariam, segundo Allen, a instalação de mais assentos de frente para o balcão do bar ou cozinha e o treinamento de funcionários para que sejam mais atenciosos com os clientes desacompanhados.

Prazer de comer
Para o empresário restaurateur Stephen Beckta, de Ottawa, um cliente sozinho é “o maior elogio que um restaurante pode receber”.

“Os clientes desacompanhados escolhem nossos estabelecimentos pelo simples prazer de comer – e não porque marcaram um encontro com alguém ou estão participando de uma celebração. Então porque não acolhê-los?”

Seus três restaurantes – o Beckta, o Play e o Gezellig – estão entre os que mais atraem pessoas desacompanhadas na capital canadense.

Além de contar com um grande número de assentos ao balcão, os três estabelecimentos também têm menus degustação, que permitem aos clientes desacompanhados se entreter com pequenas porções de até oito pratos durante o almoço ou jantar.

No Top of the Market, os cozinheiros fazem um “show” para os clientes sentados ao balcão

Os garçons estão sempre prontos para uma conversa com quem está sozinho – mas também evitam incomodar quem não está para muito papo.

“Se você vai jantar sozinho, minha sugestão é que deixe claras suas preferências”, diz Beckta.

“Uma mesa num canto discreto? Um lugar no balcão? Está disposto a conversar ou não quer ser incomodado? Um bom restaurante sempre quer agradar o cliente.”

Mudanças sociais
Allen diz que há uma série de fenômenos sociais por trás do aumento no número de clientes desacompanhados.

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“As taxas de divórcio estão crescendo e as pessoas estão esperando mais tempo antes de se casar”, observa.

“(Como resultado), não só há mais sozinhos no mercado como eles têm mais para gastar com alimentação e a vida em geral.”

Os dados oficiais confirmam que o potencial poder de compra dos que vivem sozinhos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o Escritório de Estatísticas do Trabalho calcula que eles gastem US$ 1,9 trilhão por ano.

Em Nova York e Paris, mais da metade das casas é ocupada por apenas um morador. Em Londres, essa taxa é de quase um terço. Em Estocolmo, quase 60% dos habitantes moram sozinhos.

É claro que muitas dessas pessoas também saem para comer com amigos e parentes, mas cada vez mais são frequentes os que não se importam de reservar uma mesa “para um”.

Show no balcão
O chef Ivan Flores foi contratado no ano passado pelo restaurante Top of the Market, em San Diego, nos Estados Unidos, para fazer mudanças com o objetivo de aumentar o número de pessoas que jantam sozinhas no estabelecimento.

A impressão que ele tinha era que, apesar de o restaurante já ter uma série de assentos em um balcão do qual se podia observar a cozinha, eles não eram muito requisitados porque não havia interação entre os chefs e os clientes.

Hoje, segundo Flores, as pessoas desacompanhadas se sentam nesses lugares para comer “vendo um show”, que inclui demonstrações de técnicas de culinária, degustações gratuitas e conversas com os chefs.

“Nossos clientes sozinhos adoram assistir aos cozinheiros profissionais em ação. E quando há uma pausa, eles começam a fazer perguntas como: ‘Eu fiz esse prato outro dia, mas como posso evitar que queime?’”, diz Flores.

O chef conta que às vezes ele e seus colegas anotam o e-mail de clientes para passar informações nas quais eles estão interessados.

“Fazemos de tudo para que tenham uma noite memorável”, diz Flores.

“Nossos clientes desacompanhados se esquecem de que estão sozinhos. Na realidade, deixam de estar sozinhos no momento em que pisam em nosso restaurante.”

Só mesas individuais
Já para aqueles que realmente querem se sentir sozinhos, há o Eenmaal, um restaurante em Amsterdã que só tem mesas para uma pessoa.

Criado pela designer holandesa Marina van Goor, o restaurante lotou todas as noites desde que foi inaugurado, no ano passado.

Ainda este ano, serão abertas filiais na Antuérpia, em Londres, Berlim e Nova York.

Fonte: http://economia.terra.com.br/

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França lança selo de comida “caseira” em seus restaurantes

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Os restaurantes franceses, a partir desta terça-feira (15), já podem identificar a comida de elaboração “caseira” graças um novo selo específico, medida que pretende agregar valor à cozinha tradicional, mas que ainda não contém o apoio unânime por parte dos chefs.

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Em comunicado, a secretária de Estado de Consumo, Carole Delga, declarou que se trata de “uma medida para valorizar os profissionais e reforçar o atrativo da gastronomia francesa com o objetivo de reconhecer e promover a comida caseira, além de informar melhor os consumidores”.

O requisito indispensável para que um prato seja considerado “caseiro” é que o mesmo seja inteiramente elaborado no local e a partir de produtos crus, como estipula a lei que entrou hoje em vigor. Apesar dos benefícios citados, essa definição gerou certa confusão entre alguns proprietários, já que muitos deles acreditam que a definição de “ingrediente cru” é pouco precisa e não apresentará nada de novo ao seu negócio.

Outro problema concreto destacado pelos profissionais do setor é o dos ingredientes congelados (preparado nos restaurantes) possam ser considerados “caseiros”, enquanto os pratos pré-cozidos ficam de fora do selo.

O presidente da Associação de Restaurantes, Francis Attrazic, explicou ao jornal “Le Parisien” que esse selo distintivo se mostrava necessário, principalmente pelo fato da denominação de “comida caseira” ter se transformado em “um elemento de marketing que não significava mais nada”.

O diretor da empresa de alimentação Gira Conseil, Bernard Boutboul, declarou à emissora “RTL” que “a definição de alimento cru não é nada precisa e, por isso, um pouco de tudo poderia entrar nessa categoria”. Na França há cerca de 135 mil restaurantes que cozinham algum de seus pratos no local e que poderiam receber esta denominação criada para englobar desde estabelecimentos tradicionais até cadeias de fast-food, assim como locais que optam por vender alimentos preparados.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/comida/2014/07/1486222-franca-lanca-selo-de-comida-caseira-em-seus-restaurantes.shtml

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Servindo cervejas e chopps com estilo

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Cada restaurante ou bar tem seu estilo próprio, seja no atendimento, na decoração ou na maneira de servir aquela cerveja ou chopp bem gelado. Alguns estabelecimento tentam transmitir imponência e estilo servindo a bebida em grande canecas de vidro. Já outros preferem requinte, servindo-as em Taças. Ainda há os tradicionais que não dispensam o belo e simples copo de cerveja. Qual deles tem a cara do seu negócio?

CANECAS

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TAÇAS

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COPOS

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14 dicas para ter uma franquia de sucesso no setor de alimentação

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O mercado das franquias de alimentação continua sendo um dos mais procurados por empreendedores interessados pelo franchising. Não à toa. O faturamento do segmento, que conta com mais de 637 redes, é de quase R$ 24 bilhões por ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Apesar do sucesso, é preciso muitos cuidados na hora de abrir uma unidade ou decidir transformar uma empresa em uma rede.

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“No Brasil, ainda enfrentamos a inflação dos alimentos. Além disso, temos de pensar em formas de não passar esses custos para o consumidor e diminuir o desperdício”, afirma Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Outros dois grandes desafios para as franquias de alimentação são a carga tributária e a competição com os negócios informais.

Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com Camargo e Filomena Garcia, sócia da Cherto Consultoria e diretora da Franchise Store, para listar os ingredientes para uma receita de sucesso na hora de abrir uma unidade ou uma rede de franquias. Confira abaixo:

Para quem criar uma rede de franquias

1. Conheça o mercado
Entenda quem serão os seus concorrentes, principalmente os que estão há mais tempo no franchising. Você precisa tentar achar um diferencial para a sua empresa. Pense em tudo: no serviço, no ambiente, no cardápio, no modelo e qualquer outro aspecto que possa conquistar seu cliente logo de cara.

2. Analise o sucesso da sua empresa
Se você quer transformar um negócio existente em uma rede, precisa analisar friamente o sucesso que ele vem tendo. A operação já está consolidada o suficiente? Ela já dá lucro? Será possível replicar esse padrão nas unidades franqueadas?

3. Faça tudo dentro da lei
Não basta sair vendendo unidade para quem aparecer. Estude a Lei de Franchising para formatar sua rede. Buscar a ajuda de consultorias e empresas especializadas ajuda muito a começar bem. Dedique entre seis meses e um ano para esse tipo de análise e aconselhamento.

4. Dedique tempo aos manuais e padronização
Invista na produção de manuais e de processos que sejam compreensíveis e replicáveis pelos seus franqueados. Dedique-se à qualidade de cada passo e capriche nas capacitações e treinamentos.

5. Converse
Marque encontro com donos de outras redes do mesmo segmento. Compartilhe inseguranças, tire dúvidas e tente absorver a sabedoria que eles têm.

6. Defina o papel de cada um
Deixe claro qual será seu papel como franqueador e quais são as atribuições de um franqueado. É importante deixar claro que alguns processos da rede devem permanecer exclusivos – este é um dos pontos essenciais para a consolidação de uma franquia.

7. Mapeie a logística
Seus produtos serão produzidos em uma central e depois transportados? Qual será sua perenidade? Analise esses aspectos para estruturar sua logística e sempre entregar produtos de qualidade.

8. Inove e mude sempre
Para alcançar um lugar seguro nesse mercado e conquistar mais franqueados e clientes, você precisa inovar sempre: então, mantenha-se atento às tendências e faça o possível para sair na frente de seus concorrentes. Busque boas ideias e fique ligado as sugestões de seus franqueados.

Para quem quer abrir uma unidade franqueada

9. Descubra se esse é realmente o seu perfil
Você realmente foi feito para abrir uma franquia (aqui você pode fazer um teste e tentar descobrir)? E mais importante: você tem o perfil do setor de alimentação? Está disposto a ser um empreendedor participativo e colocar a mão na massa, sorvete, hambúrguer ou qualquer outro alimento que você escolher? Pense nessas perguntas antes de sair por aí investindo em uma unidade.

10. Entenda o modelo
Compreenda o nível de complexidade do modelo que você está buscando: o setor de alimentação em franquias oferece operações que precisam de habilidades e capacidades diferentes. Estude com cuidado cada uma delas para saber o que você procura e o que precisará para controlá-las.
11. Converse com outros franqueados
Tirar dúvidas também é um passo importante para quem vai abrir uma unidade. Saiba como é o dia a dia de outros franqueados, levante pontos positivos e negativos da rede que você pretende escolher. E não deixe de alinhar suas expectativas com o próprio franqueador.

12. Conheça o produto e seu público
Conheça bem o produto que você venderá ao comprar uma franquia e para quem você o fará. Isso o ajudará na escolha do ponto ideal, da comunicação e divulgação e no atendimento.

13. Divulgação regional
Capriche em uma divulgação regional e localizada. Faça propagandas em jornais, rádios, ferramentas de pesquisa e redes sociais – se sua rede já não tiver uma política centralizada de marketing digital.

14. Treine e motive sua equipe
A seleção e o treinamento da equipe são pontos fundamentais, já que o serviço e o preparo dos alimentos determinarão o sucesso e aceitação da sua unidade. Lembre-se que nesse setor, a rotatividade pode ser muito grande e o salário não é muito alto, então encontre formas de motivar sua equipe e crie um bom ambiente de trabalho.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

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O segredo para aumentar a receita do seu restaurante pode estar na palma da sua mão

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Os smartphones vieram para fazer uma revolução no modo como as pessoas comunicam entre si. Com os smartphones, houve uma mudança de comportamento no estilo de vida do brasileiro.

 

10072014Desde a substituição do antigo despertador para o alarme do celular, até mesmo a checagem de e-mail e incontáveis aplicativos desenvolvidos para os mais diversos objetivos. A interatividade propiciada pelos smartphones despertou também o interesse das empresas que descobriram com esta nova tecnologia uma importante alternativa para estreitar o relacionamento com seus clientes e aumentar o faturamento do estabelecimento utilizando o seu próprio aplicativo. Mas de que forma seu restaurante pode ser beneficiado com um aplicativo para celular?

Os aplicativos para smartphones oferecem uma grande interação com o usuário, seja para editar fotos, ler notícias ou até mesmo acessar sua conta bancária. Para restaurantes os benefícios são muitos. A GR teve acesso a um aplicativo feito exclusivamente para restaurantes, desenvolvido pela empresa Neemo que nos disponibilizou mais detalhes sobre seu funcionamento e benefícios.

Segundo Lucas Marcomini, da Neemo, o aplicativo proporciona uma série de funcionalidades fazendo assim uma interação entre cliente e restaurante, proporcionando desta forma uma serie de benefícios para ambos. Outra vantagem para bares e restaurantes é a personalização de telas, botões e ícones com a marca e identidade da empresa.

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O app, como vamos chamá-lo a partir de agora, disponibiliza todo o cardápio do restaurante para o cliente e como não bastasse é possível ainda habilitar um recurso que permite que sejam feitos pedidos e pagamento (via PayPal) pelo smartphone. O cliente tem também acesso a uma série de informações como agenda e programação do restaurante, fotos dos pratos e do local, informações como endereço e horário de funcionamento e um canal exclusivo com o restaurante, que pode ser acessado para enviar sugestões ou críticas. Outra funcionalidade muito interessante oferecida pelos smartphones é a “Push Notification” que permite enviar notificações para o usuário do smartphone. No caso deste app, os clientes podem receber informações sobre promoções ou sobre a programação do seu estabelecimento e o melhor de tudo é que não há nenhum custo para o envio destas mensagens.

Para o restaurante as vantagens são muitas, afirma Lucas, da Neemo. A disponibilidade de um cardápio sempre à mão do cliente independente de onde ele esteja abre um novo leque de mercado para o restaurante. Outra grande vantagem é atrair o cliente para seu estabelecimento em dias de pouco movimento enviando mensagens diretamente para o celular informando sobre promoções exclusivas. Por fim, a possibilidade de fornecer ao cliente um canal de comunicação direto com seu estabelecimento permite receber informações importantes para avaliar a satisfação dos clientes com o seu empreendimento.

A utilização do app é bem fácil e intuitiva, tanto para o cliente quanto para o gerenciamento das informações pelo restaurante.

Ter a tecnologia como aliada para fortalecer a marca do seu empreendimento, aumentar seu mercado ou fidelizar clientes já é uma realidade e está ao alcance de todos, ou melhor, na palma da sua mão.

Neemo ainda nos enviou dois cases que mostram os detalhes de como ficam o resultado da personalização dos aplicativos para um bar ou restaurante.

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“A GR conseguiu junto à Neemo um desconto especial para seus leitores neste mês da Copa. Na contratação do aplicativo on-line, será concedido um desconto de R$ 100,00. Para receber o desconto basta digitar a palavra “HEXACAMPEÃO” na página de contratação do aplicativoclicando aqui.”

Colaboração:
imageNEEMO – DESENVOLVIMENTO MOBILE SOB MEDIDA
Site: http://www.neemo.com.br
E-mail: comercial@neemo.com.br
Tel: (014) 3274-2087

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Sócio do Spoleto diz que só ficou rico quando esqueceu o dinheiro

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Eduardo Ourivio estava imerso em dívidas quando acertou a mão e criou com o sócio sua marca de maior sucesso: o Spoleto.  Ourivio estava falido no instante em que inaugurou com o sócio a primeira operação do Spoleto

HR04 SÃO PAULO/SP - 11/06/2014 ENCONTRO PME SPOLETO PME - Eduardo Ourivio, um dos fundadores do Spoleto participa do Encontro PME.  FOTO: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

Os sócios Eduardo Ourivio e Mário Chady colecionaram sete restaurantes, muitos fracassos e dívidas até acertar com o Spoleto e a união do conceito de fast food em um restaurante italiano. Para Ourivio, quebrar foi importante para conquistar maturidade empreendedora.

“No início, éramos muito focados no dinheiro. Ia dormir e ficava pensando o que ia fazer com o dinheiro, em vez de ficar preocupado em como ganhar o dinheiro. O que aprendemos com o Spoleto foi focar no construir, no fazer. Dinheiro é a consequência”, contou Ourivio.

Desde o início, o sonho da dupla era construir uma marca. A escolha foi pela massa italiana e o conceito do negócio contou com a ajuda de um amigo. “Fui visitar um amigo em Miami e ele me mostrou o que fazia com o omelete no café da manhã, com o cliente escolhendo os ingredientes, e que estava fazendo o mesmo na hora do almoço com a massa.” Pronto, estava assim criado o modelo do Spoleto, que desde o início buscou um crescimento rápido por franquias.

Hoje, 15 anos depois, são 337 restaurantes, dentro e fora do Brasil. O negócio faz parte do Grupo Trigo, que ainda engloba a operação brasileira da Domino´ s Pizza e a Koni, de culinária japonesa. Ourivio contou sobre o início dos negócios e os desafios durante o Encontro PME com pequenos empresários. Confira alguns trechos.

Franquia
Conscientes de que o modelo do Spoleto era fácil de ser copiado, Ourivio e Chady buscaram uma expansão rápida por franquias. “Franquia é muito bacana, mas você só ganha dinheiro com muita escala. No mínimo 60 lojas”, pontuou Ourivio.

De acordo com o empresário, a liderança da franquia tem que ser horizontal e não vertical. “O franqueado, para mim, não é um franqueado. É um parceiro incrível. Eles estão ajudando a construir a marca e estamos aprendendo muito. Ter um empresario botando o dedo no seu olho e falando que você está errado não tem preço. Isso é bom. Tenho certeza que nosso negócio é muito melhor do que seria se fosse só de lojas próprias.”

Sociedade
Os sócios do Spoleto são amigos desde a adolescência. Um dava suporte ao outro durante os tempos de dívidas. “Eu não tinha dinheiro para abrir o dia. Cortaram a luz, o gás de casa”, contou Ourivio, relembrando a fase mais difícil. Por essa época, os dois se encontravam de manhã, para começar o dia. Enquanto um falava: “meu irmão, não aguento mais, não vai dar”, o outro respondia: “vamos conseguir virar esse negócio”. “Quando um levantava a bola que estava ruim, o outro se colocava na posição de virar o negócio e torcia para, no dia seguinte, ser o primeiro a reclamar para o outro consolar”, disse.

Ourivio defende uma parceria com sócios com habilidades complementares. Em todos os restaurantes, a dupla manteve sociedades diferentes. Ele chegou a ter cerca de 30 sócios, sendo que 90% deles eram amigos. Do total, o empresário ainda continua amigo de 28. “Colocava amizade na frente de qualquer coisa. Nada vale mais que amizade ou casamento. Brincava com o Mário quando a gente ia quebrar e falava: vamos quebrar, mas vamos escrever um livro de como não perder amigo em uma sociedade e vamos ficar ricos desse jeito.”

Novas marcas
Entre as estratégias de crescimento do grupo está o trabalho com novas marcas. A compra da Koni Store foi efetuada em 2008 com o acerto do modelo de negócio quatro anos depois. “Deixamos de ser temakeria há muito tempo. Se a gente fosse ser hoje só uma temakeria teríamos quebrado. Tudo isso é moda. E moda passa. Você tem que virar hábito de consumo”, disse Ourivio. O grupo também atua como franqueado da Domino´s Pizza e planeja a criação de novas marcas. “Jamais pensamos em ter um limite, em parar de sonhar. Queremos brincar de War e precisamos de uma cultura forte para isso.”

Expansão prevê estreia nos EUA, carne grelhada no cardápio e nova rede
Quando o Spoleto começou, o negócio foi o primeiro a oferecer talher de inox e prato de porcelana na praça de alimentação de shoppings. Hoje, os concorrentes trabalham o mesmo conceito e a marca precisa buscar diferenciais para continuar a trajetória de crescimento. Entre as estratégias do grupo Trigo está em seguir o que o empresário Eduardo Ourivio chama de democratização da culinária. E o caminho para esse resultado passa pelo potencial de consumidores da classe C.

Nesses sentido, Ourivio conta que planeja o lançamento de uma nova marca de restaurante japonês. “Queremos dar uma experiência mais bacana em relação ao preço que o cliente está pagando”, contou. Outra aposta do grupo é começar a servir carne grelhada no Spoleto. “A reação que o cliente teve com prato e talher lá trás, queremos promover com a carne hoje. Não quero vender carne, quero vender a carne que a pessoa fala: ‘uau!’”, contou.

O Spoleto também prepara sua chegada em Orlando, nos EUA, em outubro. “A Flórida como estado é muito pró negócios. Existe a Orlando turística, que é a que eu conhecia, e outra Orlando onde moram 2 milhões de pessoas. Estamos indo para a área dos americanos. Claro que queremos aproveitar os brasileiros que visitam o local, mas o foco principal é testar o modelo para os americanos”, disse Eduardo Ourivio.

E as operações norte-americanas serão na rua, não em shoppings. “A vantagem da rua é que você consegue dar uma experiência mais completa para o consumidor. No shopping, na praça de alimentação, você é um box, consegue vender serviço, produto e uma ‘experiênciazinha’”, completou.

Além do Brasil, o Spoleto tem unidades em operação no México e na Costa Rica. O negócio faz parte do Grupo Trigo, junto com as marcas Domino´s Pizza e Koni Store, de culinária japonesa. No ano passado, o grupo fechou com um faturamento de R$ 732,56 milhões e 482 lojas. Para 2014, a projeção da companhia é a de faturar R$ 885,63 milhões, com a operação de 574 restaurantes em funcionamento.

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“Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do concurso “Melhores Quilos do Brasil”

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Concurso idealizado pela Unilever Food Solutions e realizado em parceria com Abrasel elege os melhores pratos de restaurantes por quilo do País

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Restaurantes por quilo já podem se inscrever no maior festival gastronômico voltado para este segmento realizado no país. As inscrições da terceira edição do concurso “Melhores Quilos do Brasil” estão abertas e vão até 31 de julho. Visibilidade nacional e reconhecimento do mercado, dos clientes e da imprensa estão em jogo: cada estabelecimento pode participar com até cinco pratos diferentes e ter a chance de ser premiado como o melhor na categoria. A ação, idealizada pela Unilever Food Solutions, é realizada em parceria com a Abrasel e conta, este ano, com a parceria da Sodexo.
“Nosso objetivo é atuar como valorizadores do trabalho de cozinheiros e estabelecimentos por quilo, que representam a cultura do nosso país ao fazerem parte do dia a dia de milhões de brasileiros. Queremos contribuir para o desenvolvimento desses restaurantes e seus profissionais para que tenhamos um mercado cada vez mais excelente e inovador”, diz Ricardo Marques, vice-presidente da Unilever Food Solutions.
O Concurso tem abrangência nacional e três etapas para escolher os melhores pratos de restaurantes por quilo do Brasil: a 1ª por voto popular, com a avaliação de clientes, a 2ª etapa com a avaliação de chefs da Unilever Food Solutions e da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) das receitas dos 10 restaurantes mais votados pelos clientes, quando escolherão os três melhores para a final; e a última etapa, que consistirá em uma visita criteriosa a estes estabelecimentos finalistas, quando os chefes provarão o prato e avaliarão aspectos de infraestrutura, segurança dos alimentos e aparência do restaurante.
“O restaurante por quilo é uma invenção dos brasileiros e está presente no dia-a-dia da maior parte da população. Percebemos no ‘Melhores Quilos do Brasil’ uma oportunidade de valorizá-los, de colocá-los na posição de destaque que merecem”, comenta Paulo Solmucci Junior, presidente executivo da Abrasel. “Os resultados do Concurso em 2013 foram surpreendentes e apostamos que a segunda edição terá um poder de mobilização e transformação dos restaurantes ainda maior. Este ano, além dos pratos, os chefs também farão uma análise da operação do restaurante com foco na segurança dos alimentos. É uma oportunidade de incentivar que estes estabelecimentos adotem melhores práticas”, completa.
A primeira edição do concurso, realizada em 2013 em 16 cidades brasileiras, recebeu um total de mais de 117 mil votos aos 1.032 restaurantes participantes e 3.316 receitas inscritas. Os números surpreendem, mas o “Melhores Quilos do Brasil” tem metas ainda mais ousadas para esta edição. “Queremos ir além do número de participantes e pratos inscritos. Sabemos de toda a dedicação e história por trás de cada cozinheiro e estabelecimento e nosso objetivo é compartilhar a emoção e o trabalho em equipe que existe nos bastidores de todo esse movimento. Cada refeição é um momento de experimentação e acreditamos na força que os restaurantes por quilo têm de contribuir por refeições memoráveis”, diz Ricardo Marques.
Para expor as histórias e um pouco dos sentimentos que norteiam esses profissionais, a Unilever Food Solutions lançou um vídeo que retrata o Concurso “Melhores Quilos do Brasil” e a maneira que ele é visto por aqueles que ajudam a construí-lo. Assista aqui.
“Sermos parceiros da Unilever Food Solutions e da Abrasel neste projeto reforça o compromisso da Sodexo de proporcionar crescimento e desenvolvimento aos seus estabelecimentos credenciados, que atendem a milhões de trabalhadores que fazem suas refeições fora de casa diariamente. Temos certeza de que esta iniciativa gerará visibilidade, novos clientes e mais faturamento para todo o setor de food service no Brasil”, afirma Alberto Weisser, diretor de Estabelecimentos da Sodexo Benefícios e Incentivos.

Como participar
Os estabelecimentos interessados em participar do “Melhores Quilos do Brasil” devem realizar sua inscrição pelo telefone 0800 275 8375. Cada restaurante pode cadastrar até cinco pratos diferentes no Concurso.

Fonte: http://www.abrasel.com.br

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