Regulamentação de Gorjeta

Posted Julho 8, 2009 by Alison
Categories: Notícias

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PROJETO DE LEI SOBRE REGULAMENTAÇÃO DA GORJETA SERÁ LEVADO A PLENARIO DA CÂMARA COM EMENDAS QUE NÃO PREJUDIQUEM OS TRABALHADORES E NEM AS EMPRESAS

No dia 16/6 a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou em caráter conclusivo o projeto de lei que cria a regulamentação da taxa de serviço paga sobre despesas em restaurantes, hotéis, bares e similares. Segundo a CCJ, ela deveria ser distribuída integralmente entre os trabalhadores desses estabelecimentos, obrigando o empregador a anotar na carteira de trabalho, além do salário fixo, a quantia recebida com as gorjetas. A proposta aprovada não estipula o percentual da taxa de serviço, determinando que o valor arrecadado deveria ser integralmente distribuído aos funcionários. Ou seja, o pagamento da gorjeta não é obrigatório, mas se a empresa decidir acabar com os 10%, terá que incorporar o valor ao salário do empregado com base nos últimos 12 meses, a não ser que exista outra decisão tomada em convenções ou acordos coletivos.

A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) – entidade representativa do setor de hospedagem e alimentação – sempre defendeu que essa regulamentação poderá trazer sérios problemas às empresas e aos trabalhadores, pois a gorjeta não pode ter caráter de salário ou remuneraçao, porque provoca cobrança de encargos e impostos aos empregadores. O presidente da FNHRBS, Norton Luiz Lenhart, lembra que a gorjeta consentida não é salário, e nunca houve a obrigatoriedade de se fazer a tributação, além do que 97% das empresas do setor são pequenas e micro empresas e que essas não tem condições de suportar mais tributos e encargos. Com isso, reduziriam seu quadro de funcionários, ocasionando demissões e desemprego.

A entidade negocia com o setor laboral há mais de dois anos e sempre houve uma tentativa de acordo. Como o projeto de lei foi aprovado em caráter terminativo, assim deveria ser levado ao Senado Federal, sem passar pelo Plenário da Câmara.

A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, com o apoio da Federação de São Paulo, a de Santa Catarina e a Abrasel, além dos sindicatos que fazem parte da FNHRBS, conseguiu, através de um trabalho intensivo junto aos parlamentares, colher mais de 150 assinaturas na Câmara, revertendo e fazendo com que o projeto seja levado em discussão ao plenário, o que possibilitará que um assunto tão importante seja debatido pelos deputados.

A ação do recolhimento das assinaturas para que fosse feito um requerimento pedindo apreciação à Mesa da Casa para que o projeto fosse levado a plenario, foi orientada pelos deputados federais Edinho Bez (PMDB-SC), Afonso Hamm (PP-RS), Jurandil Juarez (PMDB-AP) e Eduardo Sciarra (DEM-PR). A ação foi feita – onde vale observar que eram necessárias apenas 53 assinaturas, porem a entidade conseguiu que mais de 150 parlamentares assinassem o recurso.

O requerimento foi protocolado hoje pelo deputado Edinho Bez.

O presidente da FNHRBS, Norton Lenhart, frisa que o projeto de lei da forma que foi elaborado não era bom nem para os trabalhadores e nem para as empresas, pois ambos seriam seriamente prejudicados, pois certamente ocorreriam prejuízos irreparáveis para o setor empresarial e laboral e que se hoje já existe uma grande parcela de empresas na informalidade, certamente existirão muito mais com mais essas taxações. Segundo ele, a mão de obra pesa financeiramente na composição de uma empresa e, ocorrendo essa regulamentação do jeito que havia sido aprovada, ocorreria a perda de ambos os lados pois as empresas não conseguirão sobreviver com mais um tributo e os trabalhadores ficarão sem a gorjeta e, pior ainda, sem o emprego.

Indo à discussão em Plenário, há condições de que emendas sejam apresentadas e o projeto torne-se viável e positivo para os empregados e empregadores.


Divulgue

Fonte: www.fnhrbs.com.br

Comprar ou Vender?

Posted Julho 8, 2009 by Alison
Categories: Administração, Compras

Seu novo empreendimento pode estar em nossos Classificados.

classificados Já conhece os “Classificados” do GR? Nele você encontra restaurantes e bares à venda por todo o Brasil e também é possível anunciar móveis e equipamentos usados.

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Araraquara – SP

Bar e Restaurante
R$ 250.000,00
São Paulo – SP

Lancheteria e Restaurante
R$ 135.000,00
Juiz de Fora – MG

BARRIL CACHAÇARIA & PETISCARIA
R$ 75.000,00
Maringá – PR

Bar e Restaurante
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Brasília – DF                      

Bar e Restaurante
R$ 40.000,00
Fortaleza – CE

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Forno a Lenha ou a Gás?

Posted Julho 4, 2009 by Alison
Categories: Estrutura

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Na hora de montar sua pizzaria ou até mesmo colocar um cardápio de pizzas em seu restaurante a primeira pergunta é: Que tipo de forno devo usar?

image O “GR” pesquisou sobre quais as diferenças entre o forno a gás ou a lenha para ajudá-lo a fazer a melhor escolha.

O forno à lenha sem dúvida alguma dá um sabor especial à pizza, sendo o preferido pelas pizzarias mais renomadas. Também é mais econômico que um forno à gás pois mantém-se aquecido por muito mais tempo.

image Desvantagens: Fumaça e sujeira se tornarão comuns. Colabora para o desmatamento ilegal. Constatamos que nas grandes cidades não é tão fácil conseguir lenha de procedência legal comprovada. Outro empecilho é o espaço para armazenamento da lenha, uma vez que ocupa bem mais espaço que cilindros de gás. Se o imóvel é pequeno isto pode pesar na decisão.

O forno à gás garante a limpeza do ambiente evitando fumaça e sujeira. É  ecologicamente correto. O espaço necessário para o gás é mínimo.

Desvantagens: O sabor característico da pizza não é tão aguçado quanto num forno à lenha. O custo do gás também é mais alto que o da lenha.

A SANDEC inova neste quesito colocando no mercado o chamado de “forno flex”, estes fornos trabalham tanto com lenha quanto com gás.

Fornos a Lenha SANDEC
São Paulo – SP
Fone: (11) 2918-5000
E- mail: sf-lenha@bol.com.br
Fornos a lenha, Fornos à lenha e a gás, reformas em geral

Fonte: Redação GR


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Pizzas sem Glúten – Um novo mercado

Posted Julho 1, 2009 by Alison
Categories: Alimentos, Novidade

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image Milhares de pizzarias no mundo já respondem à demanda por opções isentas de glúten nos cardápios – e se beneficiam deste mercado que só tende a crescer. No Brasil já existem pioneiros.

 

 

O mercado de produtos e serviços voltados aos consumidores que devem seguir uma dieta isenta glúten tem testemunhado uma explosão de crescimento sem precedentes, cerca de 25-30% ao ano em alguns países. Uma das razões principais é o aumento na taxa de diagnóstico da doença celíaca, uma doença causada por uma reação auto-imune ao glúten – uma proteína presente no trigo, cevada e centeio – que requer dos portadores a eliminação completa do glúten da dieta por toda a vida. Estima-se que cerca de 0.5 a 1% das população dos países – incluindo o Brasil – onde a doença foi estudada seja portadora. Embora o diagnóstico ainda seja deficiente, basta fazer as contas para se ter uma idéia do tamanho deste mercado (ao qual ainda se somam ainda familiares e amigos da população de celíacos, bem como aqueles consumidores que evitam o glúten por outras razões médicas – como intolerantes e adeptos da dieta sem glúten e sem caseína).

image Seguindo esta tendência, é cada vez maior o número de pizzarias que oferecem opções de pizzas sem glúten para seus clientes. Nos Estados Unidos, as pizzas sem glúten já podem ser encontradas em grandes cadeias como a Uno Chicago Grill, Boston Pizza, Pizza Fusion, Garlic Jim’s Gourmet Pizza, Picazzo’s Gourmet Pizza - bem como centenas de restaurantes independentes. No Canada, cadeias como a Pizza Pizza fizeram inicialmente testes em poucas unidades e se surpreenderam com a demanda, levando-a a expandir a oferta de pizzas sem glúten aos mais de 600 estabelecimentos desta rede. E a situação não é diferente na Europa. Na Espanha, por exemplo, é possível pedir pizza sem glúten para entrega (Telepizza), ou ir jantar em um dos vários estabelecimentos da Pizza Jardim. E na Itália – país da pizza – a empresa DS Pizza Point já fornece massas de pizza sem glúten (bem como treinamento) para mais de 270 pizzarias do país.

Pioneiros no Brasil

O sul do Brasil parece ser pioneiro na oferta de pizzas sem glúten. Duas pizzarias em Florianópolis e uma no Rio Grande do Sul já as oferecem em seus cardápios. No caso de Alexandre di Bernardi, dono da Cantina Di Bernardi (Florianopolis), o contato com a culinária sem glúten começou quando a Associação de Celíacos de Santa Catarina (Acelbra-SC) lhe perguntou sobre a possibilidade de desenvolvimento de uma massa de pizza que fosse gostosa e pudesse ser consumida pelos celíacos. Segundo Alexandre “a Associação e seus membros ficaram tão agradecidos e felizes com a pizza que passei a oferecer a pizza sem glúten – que é preparada e aquecida separadamente para evitar contágio com outros itens que contém glúten – diretamente no cardápio da Cantina”. Desde então a oferta de opções sem glúten em seu cardápio já aumentou, e inclui massas (como nhoque e fuzzili) e agora a estréia da panqueca sem glúten, com receita da casa.

image A Lorenzos Pizzaria também oferece pizzas sem glúten desde que abriu, em 2003. O dono, Gustavo Lorenzo, conhece de perto as privações alimentares – e sociais – que vem junto com a doença celíaca já que convive com a doença em sua família. Ele mesmo passou por um perído de previções alimentares enquanto investigava as causas de algumas alergias alimentares. Segundo Gustavo, “ao ver as dificuldade enfrentadas por estes pacientes e principalmente os transtorno sociais que eles sofrem decidi oferecer um pouco de alívio. Fiquei profundamente sensibilizado ao entender das privações dos celíacos e por isso decidi dar um pouco de minha contribuição”. Na Lorenzo, toda a manipulação da pizza para celíacos é feita por funcionários que não entram em contato com farinha, e a pizza é feita num forno separado dentro da cozinha, onde não há o uso de produtos com glúten.

Estas são boas notícias para os celíacos. Mas também para os donos de estabelecimentos que oferecem estas opções. Clientes como os celíacos costumam ser extremamente fiéis. Para estas pessoas, a existência deste tipo de restrição alimentar se traduz na necessidade de comer somente em casa ou em alguns poucos lugares. Portanto, quando estas pessoas encontram um lugar que pode oferecer-lhes opções seguras de alimentação, compatíveis com suas dietas, elas tornam-se fregueses freqüentes e fiéis. Esse estabelecimento será também o local onde essas pessoas irão levar seus amigos e sua família quando forem comer fora. Portanto, ao oferecer opções para esta parcela da população, o estabelecimento poderá tornar-se um ponto de encontro freqüente para essas pessoas, seus amigos e suas famílias, abrindo assim as portas para centenas de novos clientes.

Fonte: http://news.specialgourmets.com/pt/


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Salada de folhas com julienne de pupunha, camarão e gaspacho

Posted Junho 29, 2009 by Alison
Categories: Receitas

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Ingredientes
2 folhas grandes de
alface-americana
1 folha grande de alface-crespa
1 folha grande de alface-roxa
3 folhas de endívia
1 folha grande de radicchio
5 folhas de rúcula
3 ramos de agrião
Palmito pupunha in natura
cortado a julienne (tirinhas)
4 unidades de camarão
rosa médio
Gaspacho
4 tomates sem pele e
sem sementes
Pimenta tabasco a gosto
Suco de 1 limão
1 col. (sopa) de azeite
Sal a gosto
4 col. (sopa) de molho
de tomate pronto

Modo de fazer
Lave as folhas e em um prato fundo coloque o gaspacho. Monte as folhas por cima dele, iniciando pela alface americana e o radicchio. Coloque uma folha dentro da outra formando um copo e dentro, as outras folhas. Ferver uma panela pequena de água. Tempere o camarão com limão e pimenta do reino e coloque na água por dois minutos. Deixe esfriar, coloque por cima da salada e sirva. Para o gaspacho, junte todos os ingredientes no liquidificador e bata até ficar um molho uniforme. Utilize para temperar a salada.

Fonte: http://www.revistapenseleve.com.br


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Precisando de uma mãozinha para montar sua mesa?

Posted Junho 26, 2009 by Alison
Categories: Atendimento, Decoração

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Minimalismo. Esta é a tendência que dita a regra na decoração, no mundo da moda, nas empresas e, conseqüentemente, nos restaurantes,
principalmente no que diz respeito à montagem de mesas. É isso mesmo, o mundo de hoje não tem mais espaço para mesas imensas, com diversos
tipos de copos, inúmeros talheres, vários tipos de pratos. Hoje, vivemos no modelo chamado de “sob demanda”, em que cada situação é
ajustável conforme a necessidade do cliente. Exceto em eventos e grandes banquetes, em que ainda se usa a chamada mise-en-place
completa, no dia-a-dia dos restaurantes, recomenda-se colocar na mesa só aquilo que será utilizado e, conforme o pedido do cliente, vão
sendo colocados os utensílios adequados. “O que é preciso ter em mente para se montar uma mesa é basicamente o que será servido nela. Por
exemplo, num restaurante à la carte ou mesmo num rodízio, é necessário que a mesa seja montada com o talher-base: garfo e faca de mesa; prato de pão, faca para pão, copo de água e guardanapo.

Se o serviço for empratado, não há a necessidade de colocar o prato de mesa, e no rodízio também não, porque em geral o cliente se serve no bufê. O prato só precisa ser colocado, se a comida vier em bandejas, por exemplo”, explica o professor do Senac, João Correa, que ministra cursos de aperfeiçoamento e capacitação na área de restaurantes. “E, claro, não podemos esquecer do galheteiro, que deve ficar bem ao
centro da mesa, acessível a todos.” (Veja sugestão de montagem de mesa básica ao final da matéria).
A churrascaria Ponteio Grill segue à risca as recomendações de Correa. “Utilizamos esse modelo, pois é o mais prático realmente. Além dos itens citados, por sermos uma churrascaria, acrescentamos o pegador de carne, que fica do lado direito da faca de mesa. Como trata-se de
um padrão, procuramos criar o nosso diferencial no cobre-manchas e no guardanapo, que são na cor salmão”, conta o mäître Miguel Cardoso
Machado. Porém, no salão reservado para eventos do restaurante, é feita uma montagem de mesa com mais itens, pois o cardápio de bebidas
já é preestabelecido. “No salão reservado, utilizamos três tipos de taça: para vinho, champanhe e água, sempre alinhadas no lado direito em diagonal. E, para oferecer um ar mais nobre aos eventos, utilizamos cobre-manchas de renda, velas e flores decorativas”, completa.
Outro restaurante que segue esse modelo de montagem básica é o Livorno, pelo menos para o almoço, em que a casa funciona como
restaurante self-service. “Nosso diferencial é que, como somos uma casa italiana, utilizamos toalha xadrez verde e vermelha, as cores da Itália, e um cobre-manchas laranja, combinando com as paredes da casa”, destaca o gerente Gilvan Lima.

PRATICIDADE E ESTÉTICA
Além de ter em mente o que será servido, o professor João Correa lembra a razão pela qual é feita a montagem das mesas antes da chegada dos clientes. “Em primeiro lugar, para facilitar o trabalho do garçom no atendimento; e, em segundo lugar, para criar um ambiente agradável e atraente para os clientes, por isso, é importante que a montagem
seja prática e impecável”, analisa. Para ele, o que atrai o cliente, mais do que enfeites e ornamentos, é mesmo a arrumação, o alinhamento de todos os elementos da mesa, a toalha bem limpa, passada e esticada, enfim, o asseio e a harmonia entre os itens. “É preciso ter muito cuidado na arrumação da mesa, pois o desleixo pode passar uma péssima imagem do restaurante”, destaca.
A consultora Benedita Ricardo de Oliveira chama a atenção para um detalhe que considera fundamental na mise-en-place. “O guardanapo tem de ser de tecido, mesmo para os restaurantes mais simples e despojados. Guardanapo de papel não é elegante na montagem de uma mesa de bom gosto.”
E o professor ainda adverte sobre a dobra. “Dobras muito diferentes podem ficar bonitas à mesa, mas sugerem que houve uma maior manipulação, portanto, prefira as mais práticas, rápidas de fazer e, portanto, mais higiênicas.”

Passo-a-passo para arrumação da mesa (mise-en-place)

1.Disposição e alinhamento das mesas e cadeiras;
2.Colocação do forro da mesa (quando houver);
3.Colocação das toalhas;
4.Colocação dos cobre-manchas;
5.Colocação dos pratos;
6.Colocação dos talheres;
7.Colocação dos copos;
8.Colocação dos guardanapos;
9.Colocação dos utensílios do ménage (sal, pimenta, azeite etc);
10.Colocação de objetos de ornamentação
(quando houver).

COMO FAZER A MISE-EN-PLACE BÁSICA
Alinham-se as mesas de acordo com o padrão do restaurante, e depois alinham-se as cadeiras, indicando exatamente o lugar dos pratos.
Quando utilizado, o forro deve ser preso às mesas com percevejos ou com elásticos, devendo permanecer bem esticado.
Estendem-se as toalhas sobre as mesas de modo que os vincos centrais coincidam com os centros das mesas e as pontas caiam sobre os pés.
Colocam-se os pratos de mesa diante das cadeiras, de forma que a borda do prato se alinhe com a borda da mesa. No caso de pratos com logotipo, este deve ser voltado para o cliente. (Se for serviço empratado, em que não há a necessidade da colocação do prato, o guardanapo pode ficar no lugar, sobre a mesa).
Dispõem-se os talheres de mesa da seguinte forma: a faca de mesa fica no lado direito do prato, com o corte voltado para ele; o garfo de mesa, no lado esquerdo. Ambos alinhados com o prato e entre si.
O prato para pão é colocado à esquerda e um pouco acima do prato de mesa. Sobre ele vai uma faca de sobremesa (para manteiga), com
o corte voltado para a esquerda. O copo para água fica próximo da ponta da faca e na direção dela. O guardanapo dobrado fica sobre o prato
de mesa. Na ausência deste, o guardanapo fica direto sobre a mesa.
A colocação do saleiro, da pimenteira, do cinzeiro e da ornamentação, quando houver, encerra a mise-en-place básica.

Fonte: Cozinha Profissional


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Projeto quer regulamentar gorjetas de garçom

Posted Junho 20, 2009 by Alison
Categories: Notícias

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O projeto que regulamenta os 10% de gorjeta dos empregados de bares, hotéis, restaurantes, lanchonetes e similares vai chamar a atenção da população, que deve exigir uma postura de responsabilidade social das empresas para que realmente ocorra o repasse da verba aos trabalhadores.

A avaliação é de Ethel Pantuzo, gerente do departamento jurídico do Sinthoresp (Sindicato de trabalhadores no setor de bares e restaurantes de São Paulo). "Finalmente veremos concretizada a esperança dos trabalhadores de ter o valor da gorjeta, que na maioria das vezes eles recebem de forma informal, integrada ao seu contracheque e a sua carteira de trabalho", diz.

O texto, de autoria do deputado Gilmar Machado (PT-MG), prevê que um quinto do total da gorjeta seja destinado a encargos sociais e previdenciários. A proposta, aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara nesta terça-feira (16), diz que as gorjetas serão anotadas na carteira de trabalho, mas separadas do salário.

"Hoje, o salário médio de um trabalhador gira em torno de R$ 700,00. Contudo, nós temos trabalhadores que recebem R$ 2.000, R$ 3.000, R$ 5.000 e até mais. Como muitas das empresas não anotam esses valores na carteira de trabalho, esse trabalhador não é beneficiado com tudo o que é devido dessas verbas", ressalta a advogada.

Para Percival Maricato, diretor jurídico da Abrasel (Associação de Bares e Restaurantes), é indiscutível que a gorjeta seja repassada integralmente ao trabalhador, sem descontos. "Apenas nós somos contra que ela seja considerada salário, porque não é paga como conta prestação de serviço", afirma.

Segundo Maricato, seria mais simples se o repasse dessa verba ao trabalhador ocorresse da mesma maneira como se faz no caso da participação dos lucros e resultados.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/


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Bares e restaurantes questionam a eficiência do Ecad

Posted Junho 17, 2009 by Alison
Categories: Notícias

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image Muitos promoters e donos de bares sabem que devem pagar, mas não sabem exatamente pelo que pagam

Festas, shows, eventos, rádio, TV ou qualquer reunião pública que faça uso de algum tipo de música, deve pagar uma taxa ao Escritório geral de arrecadação e distribuição (Ecad) ou corre o risco de ter o evento interrompido. Muitos promoters e donos de bares sabem que devem pagar, mas não sabem exatamente pelo que pagam." Temos muitos problemas com o pessoal do Ecad". Essa frase da gerente do Bolshoi Pub, Janaína Resende, resume bem a relação dessa instituição com os bares e restaurantes. Segundo ela, além da taxa fixa que é paga mensalmente, os grandes shows são pagos a parte, dependendo do valor do ingresso ou da quantidade de pessoas, e a base de cálculo não é clara para os estabelecimentos.

Não é o que diz o gerente da unidade GO/TO do Ecad, Júlio Cezar Reis, que afirma que todos os estabelecimentos são informados dos cálculos da taxa e de qualquer outra dúvida na hora do cadastramento. "Se os donos desses locais assinam o termo do cadastro, supõe-se que estão cientes do que vão pagar. Se mesmo assim tiverem dúvidas, é só nos procurar", acrescenta.

O Ecad foi instituído pela Lei Federal nº 5.988/73 e mantido pela Lei atual de Direitos Autorais Brasileira – 9.610/98, administrada por dez associações de música responsáveis por realizar a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. A sede fica localizada no Rio de Janeiro e as outras 23 unidades estão espalhadas pelo Brasil, somando um total de 600 funcionários, 84 advogados prestadores de serviços e, aproximadamente, 240 agências autônomas.

Arrecadação

Existem algumas diferenças de valores para músicas ao vivo e som mecânico. Também a forma de arrecadação pode ser direta para os autores, como, por exemplo, em circo e cinemas, e de forma indireta por meio de amostragem, é o caso de rádios e TVs. As músicas estrangeiras também geram essa taxa. A média de distribuição no período de 2001 a 2007 foi 14% para as obras estrangeiras, e 86% para as obras nacionais.

Só em 2007, segundo dados do Ecad, foram arrecadados mais de 300 milhões de reais. Os valores que devem ser pagos pelos usuários de música são calculados de acordo com os critérios do Regulamento de Arrecadação da instituição. Normalmente, os estabelecimentos passam uma lista de músicas que serão tocadas e, feita a base de cálculos do valor do Ecad, o pagamento prévio é efetuado por meio de boleto bancário.

A auxiliar financeira do Café Cancun, Tatiane Alves, diz que não acredita que o valor pago é mandado para os compositores e cantores. "Sinceramente, não acredito nisso", afirmou. Os fiscais do Ecad vão aos estabelecimentos para fiscalizar o teor das músicas enviadas. A frequência da visita dos mesmos não é clara, alguns estabelecimentos os recebem mensalmente e outros nem receberam visita deles este ano.

Ao ser questionado se existe uma prestação de contas para confirmar o repasse que é feito aos músicos e compositores, o gerente da unidade GO/TO do Ecad respondeu que a informação é sigilosa, pessoal e não pode ser repassar. Mas garante que 75% do valor arrecadado é do titular, 18% é para manutenção da instituição e 7% para as associações de músicos.

Em Goiás e Tocantins estão cadastrados cerca de 4.500 estabelecimentos, totalizando uma arrecadação de aproximadamente 550 mil reais mensais. São seis funcionários responsáveis pela fiscalização nesses dois estados, contando também com algumas empresas terceirizadas no interior.

Os Direitos Autorais são prerrogativas em forma de lei que confere ao criador de alguma obra intelectual gozar de benefícios morais, intelectuais e financeiros do usufruto que outras pessoas fazem de sua obra. Assim, poderia se afirmar que cinemas, emissoras de radiofusão abertas e fechadas, lojas comerciais, micaretas, trios, desfiles de escola de samba, estabelecimentos industriais, hotéis e motéis, supermercados, restaurantes, bares, botequins, shoppings centers, aeronaves, navios, trens, ônibus, salões de beleza, escritório, consultórios, clínicas, deveriam pagar essa taxa para o Ecad, mas, na prática, sabe-se que não é assim por falta de fiscalização.

Fonte: http://www.ucg.br


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Fispal Food Service reúne empresas do setor de alimentação fora do lar

Posted Junho 12, 2009 by Alison
Categories: Eventos

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O faturamento da indústria de alimentos e bebidas com as vendas para o food service foi de R$ 58,9 bilhões em 2008, o que representou um crescimento de 15,5% em relação ao ano anterior. Em 2009, a Fispal Food Service – que ocorre de 15 a 18 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo – deve superar os R$ 3 bilhões em negócios gerados pela última edição da feira, fortalecendo ainda mais a posição do Brasil no ranking mundial desta indústria.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o brasileiro gasta 25% do orçamento voltado à alimentação com refeições fora do lar e esse valor deve chegar a 30% até 2012. Outro número que deve crescer é o de indivíduos morando sozinhos: serão quase 10 milhões em três anos. Além disso, a classe C vem se destacando entre os consumidores brasileiros e já registra inclusão relevante no consumo de refeições fora de casa.

Promovida pela Brazil Trade Shows (BTS), a Fispal Food Service tem cerca de 1.500 expositores e deve receber mais de 60 mil visitantes. É a única feira da América Latina que apresenta produtos e soluções para todos os canais da alimentação fora do lar – restaurantes, padarias, bares, lanchonetes, redes de fast-food, sorveterias, supermercados, lojas de conveniência, hospitais, escolas, empresas de catering e de refeições coletivas, hotéis, motéis, clínicas, clubes, cozinhas industriais, bufês e instituições públicas.
Na edição de 2009, a feira acontece simultaneamente à Fispal Tecnologia, por ocasião dos 25 anos da marca Fispal. Ambas integram a Semana Internacional da Alimentação.

NÚMEROS
Feira:
1.500 expositores.
Expectativa de receber mais de 60 mil visitantes.
Estimativa de geração de negócios de aproximadamente R$ 3 bilhões.

Mercado:
R$ 58,9 bilhões foi faturamento da indústria de alimentos e bebidas com as vendas para o food service em 2008.
O mercado de food service cresceu 15,5% no último ano.
O brasileiro gasta 25% do orçamento voltado à alimentação com refeições fora do lar e esse valor deve chegar a 30% até 2012.

Fonte: Gastronomia e negócios


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Seu Restaurante contribui com o Meio-ambiente?

Posted Junho 10, 2009 by Alison
Categories: Higiene e Limpeza

image As mudanças climáticas em nosso planeta são um grande reflexo do desrespeito dos seres humanos com a natureza. Como todos tem a sua margem de culpa, esperamos que a conscientização de cada um também possa reverter este quadro. O GR foi em busca de soluções ecologicamente corretas  que podem ser adotadas por Restaurantes. São soluções na maioria das vezes simples mas que fazem a grande diferença. Se cada restaurante fizer a sua parte, se cada empresa assumir um pouco dessa responsabilidade, teremos um planeta melhor para se viver.

image Reutilização de Óleo
Muitos Restaurantes já adotam esta medida atualmente. O óleo queimado utilizado em fritadeiras principalmente é repassado a empresas responsáveis pela transformação deste óleo em sabão. As empresas podem pagar pelo litro do óleo ou retornar o respectivo valor em sabão para o restaurante.

imageFiltros para chaminés
Atualmente já existem os chamados eco-filtros. São filtros que retêm as impurezas que seriam  despejadas no meio ambiente, além de diminuir o odor de fumaça e gordura para a vizinhança. Estes filtros também são biodegradáveis e descartáveis.

Reaproveitamento de água
Já existem sistemas coletores de água da chuva que armazenam esta água para ser usada em lavagem de calçadas, descargas. Além de ajudar o planeta você diminui o custo em seu restaurante.

image Coleta Seletiva
O lixo deteriorável (biodegradável), composto pelos restos de carne, vegetais, frutas, etc, é separado do lixo restante, podendo ter como destino os aterros sanitários ou entrarem num sistema de valorização de resíduos.

Também as caixas de papelão, vidros, garrafas, latinhas podem ser separadas e entregues à cooperativas que fazem a coleta.


 
E o seu Restaurante faz algo diferente para contribuir com o meio ambiente? Conte pra gente….

Fonte: Gestão de Restaurantes


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