Latest Event Updates

A invasão dos food trucks

Posted on

Febre nos Estados Unidos, os restaurantes sobre rodas começam a ganhar espaço (e fãs) nas ruas brasileiras

26092014b

Com a experiência que tem de cozinha, a peruana Marisabel Woodman, de 26 anos, poderia abrir um restaurante francês chiquérrimo ou um bar com menu degustação a preços exorbitantes. Casada com um brasileiro, Marisabel morou dois anos em Paris. Lá, estudou gastronomia e trabalhou num restaurante com três estrelas do guia Michelin. Quando voltou ao Brasil, foi cozinhar com Alex Atala nos restaurantes D.O.M. e Dalva e Dito. Tem um belo currículo, portanto. Quando resolveu abrir seu negócio, Marisabel declinou da ideia de criar um espaço gastronômico requintado. Optou por cozinhar na rua. Comprou um caminhão e o transformou num restaurante móvel, um food truck, batizado por ela de La Peruana. Foi lá, entre cotoveladas e trombadas, dividindo o espaço de 10 metros quadrados com ela e mais três ajudantes, que aprendi a fazer um ceviche clássico – e descobri como é a vida numa cozinha sobre rodas.

A ideia de Marisabel não é nova. O primeiro food truck surgiu em 1872, na cidade de Providence, nos Estados Unidos. O dono, Walter Scott, vendia tortas e sanduíches para trabalhadores de fábricas. Os operários precisavam de comida barata e rápida – e os sanduíches vendidos em carrinhos eram uma boa opção. Até o começo do ano 2000, os food trucks ainda carregavam o estigma de comida barata, de baixa qualidade. Isso mudou com a crise econômica de 2008, que levou muitos restaurantes a fechar suas portas. Sem opção, alguns chefs investiram na velha modalidade despojada de fazer comida.

Neste ano, mesmo sem crise, a febre chegou ao Brasil. Só em São Paulo, mais de 300 empreendedores pediram autorização para estacionar seus food trucks. O sucesso se repete em outros Estados. Segundo o site Food Truck nas Ruas, que ajuda a localizar os carrinhos, há opções no Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Brasília e Minas Gerais. O principal atrativo para proprietários é o preço. Incluindo o valor do veículo, cozinha e montagem, um food truck custa cerca de R$ 250 mil – mais barato que abrir um restaurante. As refeições saem, em média, por R$ 20. De olho nesse mercado, muitos chefs tentam se adaptar às cozinhas apertadas. Será que eu conseguiria fazer o mesmo?

26092014c

Cozinhar num caminhão não é fácil. O espaço apertado me fez esbarrar nos colegas da cozinha o tempo todo. O calor da chapa e do fogão invade o espaço pequeno – assim como a gordura que evapora das carnes e frituras. Mesmo usando uma touca, saí de lá cheirando a peixe frito. Os ingredientes para fazer os pratos costumam vir pré-preparados de uma cozinha fora do caminhão. Marisabel deixa o peixe cortado em saquinhos, com a quantidade certa. Os molhos usados para temperar o peixe também já estão todos prontos, assim como o purê de batata-doce que acompanha o prato. “O segredo é colocar o sal na medida certa e mexer bem, para o peixe pegar todos os gostos”, diz. Parecia fácil. Pus o peixe no prato e salguei. Adicionei o coentro e a pimenta, mexi bem. Coloquei os outros ingredientes e mexi de novo. Marisabel provou, para ver se eu havia acertado. Exagerei no sal. “Não tem problema, é só colocar mais limão”, disse. Enquanto me ensinava a fazer ceviche, os clientes começaram a aparecer. “Gosto de ver a cara do cliente, de conversar com ele”, diz Marisabel. O que para ela é motivo de alegria, para mim foi motivo de angústia. Não vi nenhuma fila organizada. Normalmente, as pessoas ficam amontoadas na frente do balcão, olhando o que você faz. Alguns continuam na frente do balcão mesmo depois de pedir e atrapalham a fila. Outros se afastam   demais do food truck e obrigam o cozinheiro a berrar várias vezes o mesmo nome. Espaço à parte, a principal diferença entre cozinhar num food truck e numa cozinha comum é esse contato direto com os clientes. Num restaurante, quem lida com as exigências e ansiedades dos clientes são os garçons e gerentes. Num food truck não existe essa barreira. O cozinheiro faz tudo: ouve pedidos, lava louça e lida com as oscilações de humor do público. Assim que terminei de fazer o ceviche, saí correndo da cozinha. Estar lá fora é bem mais confortável.

A rotina que me pareceu infernal  não incomoda outros estreantes na gastronomia. Para ter um food truck de sucesso, não é preciso ter formação sofisticada como Marisabel. Fui conhecer a cozinha do Le Camion, que serve risotos e hambúrgueres em São Paulo. Doni Nascimento, de 44 anos, é o dono. Tinha uma carreira de mais de 20 anos na publicidade, quando mudou de profissão. Fez cursos profissionalizantes de gastronomia, estagiou em alguns restaurantes e resolveu montar o próprio negócio. Apostou no food truck – e acertou. “Tenho eventos praticamente todos os dias”, diz.

Os restaurantes móveis não podem estacionar em qualquer lugar. Para parar na rua, é preciso uma autorização da prefeitura. Ela normalmente é concedida para um ponto fixo – algo que não faz sentido para os food trucks, cujo objetivo principal é estar cada hora num lugar. A solução para esse impasse são os food parks, galpões que servem como estacionamento para vários caminhões de comida. Cada dia, o food truck para num deles, assim percorre a cidade. Ou se instala em diferentes eventos. “A graça é estar cada hora num lugar”, diz Nascimento.

Nascimento me mostrou a estrutura que permite o funcionamento do Le Camion. A cozinha segue o padrão da maioria dos food trucks: na parte da frente, logo abaixo do balcão onde os clientes fazem os pedidos, ficam as geladeiras. Na parte de trás, a pia, uma chapa, um fogão industrial e uma fritadeira. Normalmente, eles também têm um gerador. Em cima do food truck fica uma caixa-d’água, que pode ter de 80 até 300 litros. A água suja que sai da pia vai para outro compartimento e  fica armazenada. Ao fim de cada jornada de trabalho, esse compartimento precisa ser esvaziado. O gás é fornecido por dois botijões embaixo da bancada de trabalho – com um sistema para evitar vazamentos. Depois de conhecer as instalações, pus a touca e lavei as mãos. Fui seguindo as instruções de Nascimento. Dessa vez, não errei. Pelo menos, o cliente não reclamou.

Mesmo com o calor, as trombadas, e eventuais fregueses antipáticos, a experiência de estar dentro de dois food trucks por algumas horas foi divertida e útil, mesmo para uma cozinheira amadora. Aprendi a deixar alimentos pré-prontos e a só dar o acabamento na hora, uma boa dica para quem não tem tempo para cozinhar. Também passei a valorizar minha cozinha. Costumava achar minha pia pequena. Quando voltei para casa, ela me pareceu enorme. Se, em alguns centímetros de pia, consegui fazer um risoto e um ceviche, não há nada que não possa fazer na minha cozinha.

Fonte: http://epoca.globo.com/

banners_cozinha_industrial

7 dicas para administrar bem um restaurante

Posted on

O empresário Daniel Mendez conta como agir para que o empreendimento seja bem-sucedido

Restaurantes são alguns dos empreendimentos de mais difícil sobrevivência no mercado. Quando conseguem se manter ativos por tempo o suficiente para alcançar um certo sucesso, porém, podem ser negócios de grande rentabilidade. Veja abaixo algumas estratégias práticas que  para ser bem-sucedido na administração do seu restaurante:

26092014a

1.Ponha o investimento na conta – Na maioria das franquias de alimentação, o investimento não é levado em conta como parte dos custos.  Não se engane. O custo de investimento tem que ser colocado na conta mensal. Quando você calcula a sua margem de lucro, o que costuma computar como despesa? O custo com mão de obra, matéria-prima, embalagens, mas sem considerar o valor do investimento inicial? Aí é que está a pegadinha da franquia. Você pode estar pagando para trabalhar enquanto amortiza o investimento.

2.Custo se mede diariamente – Em outros setores pode ser diferente, mas no segmento de restaurantes, o acompanhamento diário de custos é fundamental, principalmente por conta do desperdício – produtos jogados fora, embalagens mal fechadas, óleo queimado, etc -. O custo com o pessoal , como pagamento de hora extra e falta de funcionário naquele dia , também precisa ser calculado diariamente. Calcule a diluição dos custos de trabalho pelos dias em que o ponto está aberto – de 20 a 24 dias por mês se for na rua e até 30 por mês, se for no shopping. A margem de 20% que se busca no fast food depende de dois fatores: faturamento e administração da curva de custos. O ideal é abrir no dia sabendo o custo do anterior, pois assim você descobre o problema logo que ele aparece.  Por exemplo, digamos que a máquina de óleo da fritadeira esteja desregulada. Se ontem o custo subiu porque você desperdiçou batatas queimadas, o problema aparece logo e é resolvido. Controle de custo gera eficiência.

3.Treinamento e atitude da liderança – Todo treinamento é bom, mas o melhor de todos é a atitude da liderança. Na questão da limpeza isso fica muito claro. Se o gerente é descuidado, certamente os seus funcionários também serão. Manuais de prática são importantes no processo de capacitação e educação dos colaboradores. Mas se o indivíduo que ocupa o cargo de liderança for antipático fica difícil ensinar a equipe a atender com um sorriso no rosto. Um índice considerado ideal é se usar ao menos 10% das horas trabalhadas em treinamento. Por exemplo, um restaurante que funciona 44 horas por semana, precisa investir 4 horas semanais em treinamento dos colaboradores. Esses momentos servem também para repactuar com a equipe questões como valores e metas. O fim do expediente é bom para combinar as metas do dia seguinte, avaliar resultados e ouvir as pessoas.  O líder tem que ouvir mais do que falar. Minha dica é fazer 20 minutos de treinamento no início do dia e 10 no final. Vale a pena.

4. Segurança no trabalho – Segurança no trabalho começa com o básico, a postura do funcionário. Uma pia baixa, por exemplo, pode deixar o funcionário corcunda. Isso provoca lesão por esforço repetitivo (LER).  Quem quer um restaurante sem acidentes tem que pegar a planta baixa e aplicar um mapa de risco. Abrir uma lata é uma operação de risco, assim como fritar batatas. É fundamental o uso de equipamentos de proteção individual, como luvas de malha de aço e óculos de proteção. Esses alertas têm que ser repetidos em todos os treinamentos. Mais ainda do que falar é importante mostrar. Em cima da fritadeira, coloque um cartaz com quatro ou cinco dicas de como manipular e limpar a máquina com segurança.  Algumas franquias têm indicadores de acidentes, mas a maioria não. É um risco. Se você não fizer este controle, o INSS fará por você.

5.Gestão de tributos e encargos – Quando se trata de impostos e encargos trabalhistas tenha sempre acompanhamento especializado. Se o seu restaurante é parte de uma franquia peça ajuda. Se não é, contrate uma consultoria contábil e tributária. Mesmo seguindo todas as normas é preciso ter um profissional que você possa consultar a cada três meses se atualizar. Afinal, um passivo fiscal grande pode inviabilizar seu negócio. As leis trabalhistas também mudam com freqüência. É difícil ficar por dentro das novidades, acompanhar a pauta do sindicato e ainda evitar pegadinhas como a do cartão de ponto. Quando trabalha mais de seis horas, o funcionário precisa ter uma hora intermediária de parada e obrigatoriamente, ela precisa ser marcada no cartão de ponto. Não adianta registrar um horário britânico, como por exemplo, exatamente do meio-dia à uma da tarde, todos os dias. Até mesmo porque ninguém é relógio. Um juíz do trabalho pode desconfiar que é mentira.

6.Operação mãos limpas – Mais de 90% das intoxicações alimentares são causadas por mãos sujas. Seja qual for a causa, limpeza é fundamental. Um recurso simples que pode ser adotado para fazer com que as pessoas não esqueçam de lavar as mãos, é um relógio com alarme que toca à cada 20 minutos para criar uma rotina. Quando o alarme dispara, todos param para lavar as mãos. Também é muito importante controlar constantemente a temperatura do lugar onde o alimento é armazenado. Se os congelados devem ficar entre – 4 e -18 graus, o freezer não pode ficar acima dos quatro graus negativos nem por um minuto. E atenção aos prazos de validade.  Se a Vigilância Sanitária encontrar um único produto vencido, o responsável pelo restaurante pode ser até preso. Por isso, o controle deve ser constante e diário.

7.Pergunte ao cliente e responda – Ouvir o cliente é fundamental. Mas existem jeitos e jeitos de pedir a opinião dele. Cuidado se for usar uma pesquisa por escrito, porque ela pode se virar contra você, caso não seja dada uma resposta ao cliente insatisfeito. O ideal é responder um por um. Mas como fazer isso se houver mil formulários preenchidos? A pesquisa espontânea é a melhor. Basta apertar um botão no final da refeição. O modelo mais conhecido é o das quatro carinhas: ótimo, bom, regular e fraco. Outra dica é analisar o que o cliente deixa no prato, o chamado índice de resto ingesta. Várias metades de hambúrguer jogadas fora indicam falta de qualidade. Rejeição também se mede pelo peso do lixo. Se a meta é de 25 gramas por cliente, o que passar disso, pode indicar problema de qualidade. Por fim, uma tendência é tirar o pessoal da cozinha e trazer para o salão do restaurante. Assim, quem prepara a comida pode ouvir reclamações e elogios direto do cliente, gerando uma motivação ou mudanças de atitude.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

banner_adm_restaurantes

Banheiro adaptado: conheça as normas

Posted on

Fique atento e saiba como não errar no momento de executar o projeto de reforma ou construção de um banheiro acessível

Oferecer banheiros adaptados aos clientes de bares e restaurantes, desde dezembro de 2000, deixou de ser diferencial para se tornar uma obrigação. Segundo Teresa Amaral, superintendente do Instituto Brasileiro de Direitos da Pessoa com Deficiência (ABDD), a Lei Federal nº 10.098, publicada nessa época, determina normas gerais e critérios básicos para garantir a acessibilidade das pessoas com deficiência, incluindo regras que dizem respeito a banheiros adaptados.

26092014

As obras de construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo, o que inclui os bares e restaurantes, exigem cuidados específicos e devem ser executadas de modo que tornem o ambiente acessível. Além disso, precisam estar de acordo com as Normas Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Porém, muitos desses cuidados às vezes passam despercebidos pelos empresários. “Em alguns casos, o proprietário do estabelecimento constrói o banheiro adaptado, por exemplo, no segundo andar do seu bar ou restaurante, sem garantir a acessibilidade dessa pessoa para o piso superior. Nesse caso, seria necessário um elevador”, explica Teresa Amaral.

De acordo com ela, no Brasil, 25% da população tem algum tipo de deficiência. Ao oferecer locais acessíveis para esse público, o empresário estará garantindo a dignidade dessas pessoas, bem como tornando seu negócio universalmente acessível.

Exigências
As especificações para a correta execução de um projeto de banheiro adaptado estão reunidas na norma NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Segundo a arquiteta Angélica Coutinho, na regulamentação está descrito qual o espaço indicado em um corredor para circulação de cadeiras de rodas, como utilizar os símbolos internacionais de acesso, os alertas luminosos que devem ser usados para informar deficientes auditivos e a sinalização tátil a ser instalada no piso para auxiliar quem não enxerga.

Entre os itens que devem ser observados, os projetos devem garantir o livre acesso ao banheiro, o que significa não ter obstáculos no caminho que criem qualquer impedimento. “É importante atentar para a altura correta da pia, do vaso sanitário, largura das portas e todas as medidas relacionadas ao banheiro regidas pela norma”, explica.

A arquiteta orienta que a porta do banheiro acessível, por exemplo, deve ter no mínimo 80 centímetros de largura. Precisa, ainda, ser adotada soleira em rampa e o espaço interno precisa ter o giro da cadeira livre, ou seja, para uma rotação de 360º é preciso 1,50 metro de diâmetro. As louças são especiais e devem estar dentro das normas de segurança. O vaso sanitário deve estar instalado a uma altura entre 43 centímetros e 45 centímetros do piso acabado – medido a partir da borda superior sem o assento. Já a pia deve ser suspensa e sua borda superior estar entre 78 centímetros e 80 centímetros de altura em relação ao piso acabado, devendo a parte inferior ser livre de obstáculos e respeitar a altura livre mínima de 73 centímetros.

Todo o projeto, incluindo a legalização e execução, tem custo a partir de R$ 5 mil, segundo Angélica Coutinho. Porém, ela frisa que esse valor varia de acordo com o tamanho do banheiro, tipo de materiais usados e projeto escolhido pelo cliente.

A arquiteta ressalta que a acessibilidade deve ser levada em consideração não só para deficientes, mas também para pessoas com mobilidade reduzida: gestantes, idosos e portadores de próteses temporárias.

Fonte: Revista Bares & Restaurantes nº98

banner_como_montar_restaurante

Espaços kids ganham lugar nos restaurantes de Curitiba

Posted on

Movimento nestas casas chega a crescer até 30%. Até academia de ginástica vai abrir lugar para as crianças

Os pais já não podem mais usar os filhos pequenos como desculpa para deixarem de frequentar restaurantes ou ir à academia. Para fidelizar a clientela, estes locais têm apostado na criação de espaços destinados aos pequenos, os chamados espaços kids. Quem já tem este equipamento implantado já percebe um incremento de até 30% na frequência de pais acompanhados dos filhos.

10092014

“Com base nas dificuldades que tínhamos para sair com nossos filhos percebemos que seria uma boa estratégia pensar uma casa para a família”, explica um dos sócios da churrascaria Prime Grill Curityba, Djonathas Vessaro. “A ideia principal é agregar mais serviços e oferecer tranquilidade para os frequentadores do restaurante”, relata.
Inaugurado há um ano e meio, na Rua Mateus Leme, o espaço dedicado aos pequenos já integrava o projeto inicial da churrascaria. Com aproximadamente 20 metros quadrados, o espaço kids oferece às crianças brinquedos que estimulam o raciocínio. Em outubro, será ampliado e terá uma monitora para ajudar no cuidado dos pequenos. “Nós investimos na compra de mais brinquedos e, a partir de outubro, teremos um espaço lego”, conta Vessaro.

No bar e restaurante Taco El Pancho, o Taco Kids foi inaugurado há nove meses. A iniciativa fez com que o número de pais acompanhados de seus filhos aumentasse, principalmente nos fins de semana, em mais de 30%. A criação da seção destinada às crianças foi para atender ao pedido de vários clientes da casa feitos a Elsie e Gustavo Haas, fundadores da casa. “Muitos clientes comentavam sobre a dificuldade de marcar programas à noite por não ter como levar os filhos, o que levou à criação do Espaço Kids, com supervisão de monitores e diversas atividades para crianças de todas as idades”, esclarece Hass.

Com 50 metros quadrados, a área conta com livros infantis, desenhos para colorir, carrinhos, bonecas, brinquedos educativos, pinturas e fantasias. Com uma proposta de trazer alternativas a games, a única presença tecnológica é a de uma TV com canais infantis. O espaço funciona durante todo o horário do Taco, de terça a sábado, das 18 horas à meia-noite. O ambiente foi montado num espaço do salão do restaurante, mais tranquilo, distante do agito da varanda, mais frequentada pelo público que quer agitar. Com grandes janelas em suas paredes, torna fácil a observação das crianças pelos pais.
O restaurante Dom Antônio, em Santa Felicidade, inaugurou o espaço kids no mês passado. “Percebemos que alguns pais, às vezes, acabavam indo embora mais cedo porque tínhamos apenas um parquinho que funcionava no espaço externo do restaurante”, explica Lorena Madalosso, uma das proprietárias do restaurante, que funciona há 28 anos.

O espaço, nos finais de semana, chega a abrigar 50 crianças. Além de briquedos eletroeletrônicos, o novo espaço oferece animacrons, que são brinquedos de mola e jogos de tabuleiro. “Desde que foi inaugurado, percebemos que muitos pais acabaram vindo para conhecer o espaço que foi criado para os filhos”, conta Lorena.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/

planejamento_cardapios

Vem aí a Fispal Food Service Nordeste 2014

Posted on

O público interessado já pode realizar o credenciamento para a principal feira de produtos e serviços para alimentação fora do lar no Nordeste

A Fispal Food Service Nordeste, principal feira de produtos e serviços para alimentação fora do lar no Nordeste, chega a sua 12ª edição em 2014. O evento acontecerá no pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon), entre os dias 4 e 7 de novembro, sempre das 16h às 22h.

FINAL_FOODSERVICE

O objetivo é trazer as últimas novidades para profissionais e proprietários de restaurantes, lanchonetes, padarias, bares, pizzarias, assim como hotéis, supermercados e demais estabelecimentos do segmento alimentício, setor que lidera o ranking em números de redes no franchising brasileiro e que oferece ainda muito espaço para crescer.

Além de apresentar as últimas tendências e lançamentos do setor, a feira oferece aos visitantes a oportunidade de realizar bons negócios, relacionamento e parcerias em um mercado que possui o índice de confiança do empresário nordestino (56,1%) acima da média nacional (52,5%) e que cresce acima da média do País, segundo dados do Banco Central.

“A Fispal Food Service Nordeste é um evento consolidado, referência no mercado e o único em que as empresas têm a oportunidade de encontrar os principais compradores do setor de alimentação fora do lar do Norte e Nordeste. O sucesso se dá pela visitação qualificada, aliada aos números positivos da economia dessas regiões”, afirma o gestor comercial da Feira, Rodrigo da Fonte.

Os visitantes do evento poderão ainda conferir várias atrações especiais, dentre elas, as premiações para as melhores sorveterias, padarias e confeitarias do Nordeste (evento realizado pela Max Foods Multi Negócios e Instituto de Pesquisa Dtafoods) e o ciclo de palestras sobre o setor, que serão proferidas durante as Conferências FISPAL NE.

O evento é gratuito aos profissionais do setor e os interessados já podem realizar o credenciamento pelo site www.fispalfoodservicenordeste.com.br. O credenciamento possibilita o acesso a Fispal Tecnologia Nordeste, evento que acontece paralelamente em mesmo local e que reúne as principais tendências e lançamentos para as indústrias de alimentos e bebidas. Juntas, as feiras apresentarão, em uma área de 20 mil m2, cerca de 320 marcas expositoras e esperam receber um público de 31 mil visitantes.

Sobre a BTS Informa – Parte do Informa Group, a BTS Informa ocupa a segunda posição no ranking das maiores promotoras de eventos no Brasil.  É consolidada como a principal promotora de eventos para a cadeia produtiva de alimentos e bebidas da América Latina. Com um portfólio diversificado de 21 feiras, atua nos mais diversos setores da economia, com marcas que são referência em seus mercados de atuação.  Entre seus eventos estão:  Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, Agrishow, ABF Franchising Expo, Expo Revestir, TecnoCarne, MercoAgro, ForMóbile, SIAL Brazil, ExpoVinis Brasil, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, HOSPITALMED, CardsPayment & Identification e Vitafoods South America. Na área editorial, é responsável pela publicação das revistas: Leite & Derivados, Revista Nacional da Carne, Silk-Screen e Sign – quatro maiores e mais importantes publicações técnicas dos seus segmentos. Para mais informações, visite http://www.btsinforma.com.br

Sobre o Informa Group – O maior provedor mundial de informação especializada e serviços para as comunidades acadêmica e científica, profissional e empresarial. O grupo tem sua sede em Londres e cerca de 100 escritórios em mais de 20 países. As ações do Informa Group estão listadas na Bolsa de Valores de Londres, compondo o índice das 250 maiores companhias. Anualmente, organiza mais de 10 mil eventos, 150 feiras de negócios, publica cerca de 70 mil livros e produz mais de 1500 revistas e publicações acadêmicas. É o maior organizador, reconhecido publicamente, de exposições, eventos e treinamentos em todo o mundo fornecendo oportunidades inspiradoras de mercados e de conhecimento para serem compartilhados. Para mais informações, visite http://www.informa.com

SERVIÇO:

Fispal Food Service – 12ª Feira de Produtos e Serviços para Alimentação Fora do Lar no Nordeste

Data: 4 a 7 de novembro de 2014
Local: Centro de Convenções de Pernambuco – Av. Governador Agamenon Magalhães, s/n – Salgadinho
Horário: 16h às 22h
Site: www.fispalfoodservicenordeste.com.br

Informações para imprensa:
EXECUTIVA PRESS

www.executivapress.com.br
+55 (81) 3221.5926 – 9959.1092 – 9684.9396 – 9698.0116

Atendimento:

Taciana Aymar – producao@executivapress.com.br

Rafaella Sabino – apuracao@executivapress.com.br

Coordenação de atendimento:
Fabiana Galvão – 55 81 9966.4166 – fabiana@executivapress.com.br
Karlla Barbosa – 55 81 9961.7937 – karlla@executivapress.com.br

banner_cardapio_rest_ss

 

GR inova com novo sistema de busca de fornecedores para restaurantes e bares

Posted on

Restaurantes e bares de todo o Brasil, contam com mais um aliado para compor sua base de fornecedores de produtos e serviços. Com o novo sistema lançado pela GR no dia 03 de setembro, fornecedores poderão cadastrar suas empresas e oferecer seus produtos e serviços a restaurantes de todo o Brasil. A tecnologia envolvida na elaboração do sistema é de última geração, com layout adaptável para computadores, tablets e smartphones. Além disso aferramenta proporciona buscas amplas baseadas em palavras-chave ou regionalizadas podendo pesquisar por estado, cidade e categoria de produtos e serviços. Com esta novaferramenta a GR pretende oferecer o maior banco de dados de fornecedores do Brasil para o setor de alimentação fora do lar.

03092014

Segundo Alison Figueiredo, diretor da GR, esta ferramenta não é uma conquista individualizada da empresa, mas uma conquista de todos os gestores de restaurantes que tem enorme dificuldade para encontrar fornecedores, seja nas proximidades do seu restaurante ou até mesmo do outro lado do país. O Guia de Fornecedores pode ser utilizado acessando o site da empresa www.gestaoderestaurantes.com.br

Fonte: GR Gestão de Restaurantes