Últimas notícias do evento

Colabore com a nossa Pesquisa

Postado em Atualizado em

A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Jovem abre 2º restaurante em meio à crise e comemora sucesso em Cuiabá

Postado em

Irapuan Carvalho inaugurou o 1º negócio aos 23 anos e 4 anos depois, o 2º. Ele tem uma tapiocaria e um bistrô que serve comida nordestina e cuiabana.

 O empresário Irapuan Carvalho, de 28 anos, tem muito a comemorar com o sucesso dos seus empreendimentos. A tapiocaria que abriu há seis anos em Cuiabá atravessou a crise e ainda o motivou a abrir um segundo negócio, em 2015, em sociedade com os pais. Com a tapiocaria e o bistrô, ambos na Rua 24 de Outubro, no Bairro Popular, na capital, ele emprega 18 pessoas.
Foi aos 23 anos que Irapuan de origem nordestina inaugurou o primeiro estabelecimento, que tem como carro-chefe a tapioca. À época, investiu R$ 60 mil. Parte do dinheiro era fruto das economias. Outra foi emprestada dos pais.

Ele lembra que não teve tempo de sentir medo. “Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”, lembrou.

Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”
Irapuan Carvalho, empresário

O negócio começou pequeno na Rua 24 de Outubro, em Cuiabá. A irmã de Irapuan e outros dois funcionários o ajudavam. Os clientes aumentaram e o espaço ficou pequeno. Com fila de clientes na entrada, ele decidiu mudar de prédio.

O empreendimento não foi inaugurado durante a crise financeira, mas sobreviveu ao momento difícil. “Não foi fácil, porque nesse período o preço dos insumos aumentaram muito. Antes, se gastava R$ 100, na crise o preço dobrou”, contou.

Para Irapuan, ser empreendedor é tirar os sonhos do papel e colocá-los em prática. A formação acadêmica dele auxiliou nas tomadas de decisão e administração do negócio.

Como a maioria dos jovens que entram na faculdade, teve dificuldades para escolher a profissão que seguiria. “Terminei o ensino médio com 15 anos. É muito cedo para decidir uma carreira, o que você fará na vida”, disse.

A primeira opção foi cursar administração, mas não era o que queria. Na época, ele não tinha a ambição de administrar a própria empresa. Irapuan ficou um ano afastado do curso e decidiu trabalhar como bancário.

Por causa do emprego, passou a viajar e conhecer novos lugares. “Eram novas experiências, comidas diferentes e paisagens que me inspiraram a tomar a decisão de empreender”, afirmou. A paixão pela cozinha também teve influência no caminho que ele escolheu seguir. “Nessa época começou a aflorar minha vontade de ter um restaurante”, completou.

O sonho de Irapuan, no entanto, ainda não estava totalmente concretizado. O que ele queria mesmo era montar um restaurante “para envolver as pessoas com novos conceitos e novas ideias”. Os pais dele, que até então moravam no interior de Mato Grosso, decidiram se mudar para a capital e incentivaram o filho a colocar o projeto em prática.

Em 2015, juntos, eles abriram um bistrô na mesma rua, na capital, e se tornaram sócios. O novo restaurante serve pratos com influência da comida nordestina e cuiabana.

Atualmente, Irapuan divide as funções nos dois estabelecimentos. Executa todas as funções de elaborar o cardápio a ajudar na cozinha. “Tive que aprender a montar caixa d’água e consertar telhado”, brincou.

A receita do sucesso dele é o comprometimento e o amor ao trabalho. “Sempre foquei muito, sendo empregado ou empregador. Mas hoje sinto o peso de ter meu próprio negócio. Primeiro porque é meu sonho. Segundo porque eu tenho a consciência de que emprego pessoas que têm obrigações”, declarou.

A vontade é crescer ainda mais. Porém, o Irapuan de hoje, aos 28 anos, tem o pé no chão, mas arriscaria tudo de novo como há cinco anos. Entre os planos atuais dele está concluir o curso de gastronomia.

Pesquisa
Uma pesquisa intitulada “Os Donos do Negócio no Brasil”, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios de 2014 (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta em em Mato Grosso há cerca de 100 mil jovens donos do próprio negócio.

O economista Anderson Nunes acredita que o crescimento de jovens no mercado empresarial se dê pelo perfil visionário da chamada “Geração Y”, formada por pessoas nascidas a partir dos anos 90.

“Esses jovens não tem tempo a perder. Daqui a uns anos não veremos mais pessoas dessa geração trabalhando durante 20 ou 30 anos em uma única empresa. Para eles, a maior forma de satisfação pessoal é a realização do próprio negócio”, contou.

Segundo ele, a carreira pública já não é mais algo tão cobiçado por esses jovens, “existe uma grande frustração no setor, apesar de ainda ser algo concorrido e devido as faltas de oportunidade no setor privado muitos preferem a liberdade de abrir um próprio negócio”, relatou.

A presença dos jovens é cada vez maior, principalmente no novo modelo de alimentação de rua, como os food trucks e bike foods, por exemplo. A informação é confirmada pela pesquisa do Sebrae, que também aponta alta de jovens investidores em startups, atividades ligadas à saúde e ao turismo, principalmente ecoturismo e esportes radicais.

Mato Grosso possui mais de 2 mil restaurantes e similares. O setor mais procurado pelos jovens empreendedores ocupa a 7º colocação entre os que representam destaque na economia do estado, segundo o Sebrae.

De acordo com Anderson, o setor de alimentação tende a crescer no estado, pois, apesar de não liderar a economia, outros setores dependem indiretamente dele.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2017/03/jovem-abre-2-restaurante-em-meio-crise-e-comemora-sucesso-em-cuiaba.html

Perfil empreendedor: Robinson Shiba, do China in Box

Postado em

Uma das maneiras mais interessantes de analisar experiências e manter-se motivado para suas metas empreendedoras é conhecer o perfil empreendedor de quem deu certo, analisando não apenas as dificuldades pelas quais um determinado empresário passou, mas também suas estratégias de superação.

Pensando nisso, você já conhece a história de Robinson Shiba, do China In Box? Descubra agora!

Stir-fried vegetables with tofu

As dificuldades iniciais

Robinson Shiba era estudante de Odontologia no Brasil quando viajou com amigos para os Estados Unidos, onde tinha o intuito de ficar pelo período de um ano e aprimorar seu inglês. Só que no meio desta temporada, o jovem foi assaltado e perdeu todo o dinheiro que guardava em sua doleira — uma espécie de bolsa delgada, que é escondida sob a calça ou camisa, bem junto ao corpo do usuário. Passando por apertos financeiros, Shiba não desistiu de sua aventura e dos estudos, e passou a trabalhar na cozinha de alguns restaurantes como lavador de pratos e, mais tarde, como entregador de pizzas e outros alimentos de fast food, para se sustentar no país.

O espírito empreendedor acionado

O ano era 1986, e foi quando Shiba percebeu as vantagens do consumo de comida pronta nos Estados Unidos. Ele analisou bem a situação, e seu espírito empreendedor foi acionado, de modo que visualizou a atividade como uma tendência que em breve chegaria ao Brasil e ele poderia participar desta iniciativa até então inovadora por aqui. Enquanto permanecia nos Estados Unidos, passou a estudar os modelos de fast food com delivery que deram certo, desde a produção até a entrega, e como poderia fazer melhorias.

A ideia para um novo negócio

Quando Shiba retornou ao Brasil, em 1988, já havia pensado na ideia de adaptar o modelo para entregar comida chinesa em caixinhas, mas passou ainda mais quatro anos estudando e pesquisando maneiras de aprimorar o negócio, até abrir a primeira unidade do China in Box no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. A total confiança no negócio fez com que o pai do empresário vendesse um apartamento por um terço do preço, a fim de levantar capital para investir na marca. Uma das melhorias que Shiba implementou está relacionada à certeza que os clientes poderão ter em relação à higiene da cozinha e dos alimentos, um problema que o empresário identificou quando trabalhou fora do país. Por isso, as cozinhas das unidades China in Box ficam à mostra para os consumidores, separadas da área de atendimento apenas por um vidro, através do qual as pessoas podem ver todo o processo de preparo e manuseio do que será servido.

A transformação do negócio em franquia

O pequeno negócio em Moema deu tão certo que não tardaram os pedidos para transformar a empresa em rede de franquias. E os pedidos cresciam cada vez mais, acompanhando o êxito que a China in Box paulistana conquistava. Após uma consultoria, Shiba aderiu ao modelo de franchising em 2000 e expandiu a rede em uma velocidade impressionante. Mais tarde, Shiba tornou-se sócio de um restaurante japonês, o Gendai, que também passou a abrir unidades em vários estados brasileiros. Desde 2007, ambas as marcas foram incorporadas ao grupo Trendfoods, do qual Shiba é presidente, e que controla também o restaurante Owan, que é especializado em comida oriental (chinesa, japonesa e tailandesa), e a rede de restaurantes dedicados à culinária italiana Brevitá — que aproveita o sistema de delivery em embalagens plásticas reutilizáveis, que podem ser levadas ao freezer e ao forno micro-ondas.

Vinte e quatro anos depois de lavar pratos e entregar pizzas nos Estados Unidos, Shiba tornou-se dono da maior rede de fast food chinês atuante na América Latina, possuindo 160 lojas franqueadas, com uma marca presente em mais de 70 cidades brasileiras, distribuídas em 22 estados.

Agora que já sabe como Robinson Shiba aprendeu e incorporou estratégias de negócios, como ele as aplicou em seu próprio empreendimento e fez seu negócio crescer, fica mais fácil se  entusiasmar e colocar suas ideias em prática. Ou você ainda tem alguma dúvida se deve seguir seu senso empreendedor? Veja aqui o que falta para você abrir ou expandir o seu negócio e, caso ainda tenha alguma dúvida, deixe um comentário e divida suas experiências com a gente!

Fonte: https://www.asaas.com/blog/perfil-empreendedor-robinson-shiba-do-china-in-box/

RESTAURANTES – COMPRA E VENDA – CLASSIFICADOS

Postado em


OPORTUNIDADE!!!  – R$ 160.000,00
Belo Horizonte/MG
Ver anúncio >>

Vendo restaurante Alemã£o Alto da Boa Vista/ Sto. Amaro – R$  1.300.000,00
São Paulo/SP
Ver anúncio >>

CAFÉ E RESTAURANTE SELF SERVICE – CENTRO OSASCO – R$ 65000,00
OSASCO / SP
Ver anúncio >>

Bar – Alto da Boa Vista – R$ 800.000,00
Ribeirão Preto/SP
Ver anúncio >>

Restaurante em pinheiros / vila madalena  – R$ 300.000,00
São paulo/sp
Ver anúncio >>

Produtos com datas de validade próximas ao vencimento: o que fazer?

Postado em

Ela, então, pega todos os ingredientes e os coloca na bancada. Um deles estava escondido dentro da dispensa, lá atrás, praticamente esquecido. Para a surpresa dessa senhora, ele vencerá no dia seguinte. E agora? Usar ou não usar o produto?

validade alimentos restaurante

Comum dentro dos lares, esse fato também acontece em estabelecimentos de alimentação fora do lar como restaurantes, bares e cafeterias. Devido a vários motivos, ingredientes ficam estocados por muito tempo e quando vão ser utilizados estão próximos da sua data de vencimento.

O estabelecimento pode usá-los ou a melhor atitude é jogá-los fora? Devem ser prato principal ou funcionam somente como acompanhamento? Certamente, são muitas as dúvidas de gestores de estabelecimentos do ramo.

Diz-se que após o prazo de validade o produto ainda pode ser utilizado sem problemas. Mas esse ato não é aconselhado, principalmente quando se trata da alimentação de muitas pessoas.

É o que afirma Laura Alonso, nutricionista supervisora da RM Soluções, empresa especializada em qualidade, higiene e segurança alimentar. Segundo ela, após o prazo o produto pode perder a garantia de qualidade nos aspectos sanitários e sensoriais.

A data de validade dos alimentos é sempre estabelecida pelos fabricantes e fiscalizada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Logo, todo produto que está dentro da data de validade está apto para o consumo e pode ser utilizado na preparação dos pratos sem nenhum problema.

Porém, vale lembrar que, mesmo estando dentro do prazo de validade, o responsável pela preparação do prato deve sempre observar as condições do ingrediente e da embalagem e, em caso de coloração não usual do ingrediente, sinais de mofo, latas amassadas ou danificadas, aconselha-se descartar.

E em alguns casos, mediante a visita da vigilância sanitária, o estabelecimento pode receber uma multa pesada.

Como não ter em estoque alimentos próximos do vencimento?

Se seu estabelecimento tem produtos em estoque próximos à data de vencimento, a primeira ação a ser tomada é melhorar o planejamento de utilização, visto que produtos armazenados próximos da data de vencimento indicam claro sinal de que houve algum erro na gestão do estoque.

Neste contexto, a nutricionista cita que “a melhor forma de evitar o desperdício de alimentos devido ao prazo de validade expirado é realizar, em primeiro lugar, um bom controle, sempre alinhado ao planejamento”.

Também é importante que você sempre compre a quantidade adequada de determinado produto para determinado período. Portanto, planeje o quanto do produto irá precisar para um período e compre somente o necessário.

O que fazer com produtos próximos da data de validade?

Como já dito, é essencial que se tenha controle sobre a data de vencimento dos produtos que estão estocados. Com isso, ao observar que determinado ingrediente dentro do seu estoque está próximo do vencimento, procure elaborar pratos que o utilizem.

O termo mais usado para uma boa gestão de estoque em bares e restaurantes (principalmente em self service) é o seguinte: faça seu estoque girar, ou seja, utilize os ingredientes mais “antigos” e armazene os mais novos.

Laura Alonso sugere que em restaurantes, o produto deve ser inserido no cardápio como componente ou se, em baixo volume, agregando sabor ou decoração a um prato.

A profissional completa: “no caso de produto para venda, a opção é realizar promoções e colocá-lo na linha de frente para rápida saída”. Tais ações são muito importantes, pois diminuirão o desperdício de alimentos e o prejuízo financeiro do estabelecimento.

No entanto, “o produto pode ser utilizado sem problemas caso faça parte de uma refeição que será servida no dia ou dentro do período de validade (do produto que está para vencer)”. Porém, ela não recomendaria a inserção em pré-fabricações ou em produtos que serão congelados ou consumidos em datas muito longas.

Para a profissional, dependendo do processo em que o produto final for obtido, poderá haver alteração em suas características.

Quando ficar atento?

Existem no mercado de alimentação fora do lar ótimos softwares de gestão de restaurantes e bares, que se bem conduzidos e programados, avisarão ao gestor sobre os produtos que estão próximos de atingir a data de validade, indicando que devem ser usados mais rapidamente.

Porém, para Laura, há variáveis que devem ser consideradas. “O sinal de alerta depende do produto, do volume em estoque e média de clientes atendidos”.

Para finalizar, a nutricionista afirma que devemos confiar em datas de validade dos produtos manipulados no local e principalmente na gestão de estoque para evitar excessos.

Fonte: https://www.sebraeinteligenciasetorial.com.br/produtos/noticias-de-impacto/produtos-com-datas-de-validade-proximas-ao-vencimento:-o-que-fazer/58a2ef7937a6ad1800ab4fa4

Custos fixos e variáveis de um restaurante: passo a passo para reduzir

Postado em

Quem empreende no ramo da alimentação tem na gestão financeira um desafio diário. No início, lidar com números pode assustar, mas tem solução. Conhecer os custos fixos e variáveis de um restaurante é o primeiro passo para organizar o caixa, planejar as compras, reduzir gastos e evitar prejuízos que ameacem o crescimento ou mesmo a continuidade dos negócios.

Principais custos fixos e variáveis de um restaurante

A seguir, vamos entender quais são os principais custos fixos e variáveis de um restaurante e conferir dicas para apertar os gastos em cada um deles. As orientações são de José Carlos Lucentini, mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e autor dos livros Gestão Operacional de Preços e Custos em Restaurantes (2014) e Gestão, Economia e Finanças na Alimentação (2015), da Editora Livre Expressão.

Custos fixos se repetem todo mês

As despesas nessa categoria não se diferenciam nos restaurantes daquelas aplicadas à média das micro e pequenas empresas. Ao contrário dos custos variáveis, que mudam conforme a produção e as vendas, os fixos se mantêm, independentemente se foram negociadas 400 ou 500 refeições diárias, por exemplo. Conheça os principais:

Aluguel

 

Com o restaurante já instalado, é muito provável que o gasto com aluguel (e talvez condomínio) represente uma despesa significativa no seu orçamento. Afinal, ter um ponto comercial bem localizado, com espaço físico suficiente para comportar toda a estrutura (entre estoque, produção e atendimento) e em condições atrativas ao público tem seu preço.

Você pode tentar negociar os valores e utilizar bem seus argumentos para isso, mas não há garantia de sucesso. A melhor estratégia para reduzir custos com essa despesa está na escolha do local. O espaço precisa responder ao que o empreendimento necessita – nada além ou aquém disso. Seu atual ponto segue esse requisito?

Contas básicas

 

Os valores a cada mês até mudam um pouco, mas esse é um custo fixo, pois não há como fugir das despesas com água, luz, telefonia, internet e televisão por assinatura, se for o caso. Cada fatura tem uma data de vencimento e, se não houver o devido controle das contas e um pagamento for esquecido, no período seguinte arca-se com os juros.

Se você quer implantar uma redução de custo nas contas básicas, há dois caminhos: primeiramente, negocie com as operadoras, verifique se há pacotes mais acessíveis e, no caso da televisão, se há como cortar canais para diminuir o tamanho da despesa; em segundo lugar, adote e estimule práticas de consumo consciente, poupando água e energia elétrica – o que se refletirá nas cifras cobradas.

administrando restaurantes

 

Salário e benefícios

 

A folha de pagamento está entre os custos fixos mensais mais importantes em um restaurante. Afinal, como define Lucentini, o investimento em mão de obra é fator-chave para um colaborador motivado e um cliente satisfeito, dobradinha imprescindível para o sucesso de um empreendimento no ramo alimentício.

No salário, não há como economizar: é preciso se adequar ao mercado. Mas essa não é a única despesa. O vale-transporte, por exemplo, pode representar até 14% da folha de pagamento se o colaborador depende de várias conduções para chegar ao trabalho. Já o convênio médico, quando ofertado, pode sofrer reajustes de até 25% ao ano, afetando o faturamento. Pesquise para encontrar a solução mais em conta.

Custos variáveis são relacionados à matéria-prima

Os alimentos são a matéria-prima do seu negócio. Ainda que compre a mesma quantia todos os meses, esse será um custo variável, pois seu preço está sujeito às mais diversas influências, das econômicas às climáticas.

Enquanto a inflação oficial fechou 2015 em 10,67%, os itens de gênero alimentício, dependendo da região do país, estão entre 13% e 18% mais caros. Já produtos como feijão e leite sofreram reajustes que se aproximam dos 50% no ano, lembra Lucentini. A carne bovina também, a depender do tipo de corte utilizado na sua cozinha.

O que acontece na prática é que o preço das matérias-primas no segmento de alimentação é puxado por mais de um tipo de inflação, além da tradicional, medida por órgãos federais. A chamada inflação climática é bastante conhecida: chuva e frio resultam em perda de qualidade e alta no custo. Já a inflação por demanda, conforme Lucentini, ocorre quando o preço de determinado produto se eleva em razão de uma data comemorativa, como o peru de Natal.

A forma como o cardápio é montado também é determinante no faturamento. Restaurantes comerciais, do tipo bufê, que atuam no varejo, estão mais sujeitos a essa particularidade do que aqueles voltados à coletividade, que servem refeições a empresas. Como exemplo, ele cita que a maior participação de carne bovina gera um custo mais alto do que se o estabelecimento privilegiasse pratos com frango.

Para reduzir gastos com matéria-prima, a sugestão é que o responsável pelas compras do restaurante – que pode ser o próprio dono – faça uma projeção de vendas, ou seja, de refeições servidas, por tipo de prato e os componentes das receitas.

O planejamento ideal é aquele que é realizado com pelo menos 30 a 45 dias de antecedência. “No momento em que identifica o que vai comprar, percebe tendências de preços de matéria-prima”, diz. É com essa informação que pode providenciar substituições, como a do feijão moreninho pelo preto ou mesmo pela lentilha, por exemplo.

Combata as fontes de prejuízo

Da escolha de fornecedores à gestão do estoque, várias são as possíveis fontes de prejuízo em um restaurante. Planejamento e controle são as armas do empreendedor para reduzir perdas.

A primeira ameaça ao caixa está na compra e recebimento da matéria-prima. Sem conhecimento sobre a mercadoria, você pode comprar um produto e receber outro. Lucentini dá como exemplo o tomate: os frutos visíveis na caixa podem ser do tipo mais nobre e caro, como você escolheu, mas logo abaixo terem sido substituídos por outros mais baratos e de menor qualidade e durabilidade. Se não identificar, é prejuízo na certa.

Quer mais um exemplo? Analise o frango que chega congelado até o seu restaurante: qual a quantidade de gelo que acompanha o produto e afeta o seu peso? Você pode estar pagando por algo que não recebeu e, de quebra, adquirir uma quantia de carne insuficiente para atender ao seu planejamento.

No estoque, a situação é igualmente delicada. Em serviços de alimentação, o desafio é controlar a alta rotatividade para não faltar matéria-prima e evitar o desperdício de alimentos com menor saída. Além de integrar o estoque ao seu registro de vendas, outra boa prática é fazer uma inspeção física rotineira (leia-se diária).

Se parece um tanto exagerado, fique com o alerta de Lucentini: apenas os hortifrutigranjeiros podem representar 25% do custo, pois são os itens mais suscetíveis ao desperdício (as carnes vêm logo em seguida). “Muitas vezes, o empresário tem mais dinheiro em estoque do que no banco. O seu cofre está ali”, compara.

Controle é vital na gestão de um restaurante

Os desafios de gestão em um restaurante ou serviço de alimentação são muitos. Como você pôde ver neste artigo, há variáveis diversas que incidem sobre os custos, exigindo uma organização financeira rígida por parte do empresário.

Na hora de controlar seu caixa e integrar processos, pode ser válido recorrer a um sistema informatizado de gestão, o que otimiza tempo e permite acompanhar de maneira mais fácil a realidade das suas finanças e do seu estoque.

Converse com seu contador, mas não abdique de suas obrigações como empreendedor. Se ter um restaurante de sucesso é uma meta, você precisa entender e acompanhar os detalhes da administração do negócio.

Fonte: https://blog.contaazul.com/custos-fixos-e-variaveis-de-um-restaurante-passo-a-passo-para-reduzir

administrando restaurantes

Cozinha Comercial – Boas práticas e dicas de montagem

Postado em Atualizado em

coz_industrial

botao_loja_virtual

Manual com 60 páginas em arquivo PDF em CD.

Conteúdo do Manual:

1 – O que é uma cozinha Industrial?

2 – Estrutura e Edificação

2.1 – Caixa Dágua

2.2 – Localização

2.3 – PisosTipo de PisoInstalação do Piso

2.4 – Paredes

2.5 – Forros e Tetos

2.6 – Portas e Janelas

2.7 – Iluminação

2.8 – Ventilação

2.9 – Lixo

2.10 – Esgotamento Sanitário

3.0 – Áreas para preparação de alimentos

3.1 – Estoque – Área para armazenamento em temperatura ambiente

3.2 – Área para armazenamento em temperatura controlada

3.3 – Área para higiene/guarda dos utensílios de preparação

3.4 – Área para higiene/guarda dos utensílios de mesa

3.5 – Área para recepção de mercadorias

3.6 – Área para preparo de carnes, aves e pescados

3.7 – Preparo de hortifruti.

3.8 – Área para preparo de massas alimentícias e produtos de confeitaria

3.9 – Área para cocção/reaquecimento

3.10 – Área de consumação

3.11 – Sala da administração

3.12 – Área para guarda de botijões de gás

3.13 – Área para higienização e guarda de material de limpeza ambiental

3.14 – Área/Local para higiene das mãos

3.15 – Fluxo compatível com o “Lay out” para a manipulação correta de alimentos

4.0 – Equipamentos

4.1 – Equipamentos indispensáveis para alguns tipos de cozinha:

5.0 – Utensílios

6.0 – Móveis

7.0 – Sistema de exaustão/sucção

8.0 – Higiene pessoal

8.1 – Estética e asseio

8.2 – Uniformização

8.3 – Higiene das mãos

9.0 – Higiene ambiental

9.1 – Periodicidade de limpeza

9.2 – Etapas obrigatórias no processo de higienização ambiental

9.3 – Não é permitido nos procedimentos de higiene

9.4 – Produtos permitidos para desinfecção ambiental

10.0 – Higiene dos alimentos

10.1. Higiene de hortifrutigranjeiros

10.2 – Produtos permitidos para desinfecção dos alimentos

10.3. Diluições

11.0 – Produção / Manipulação

11.1. Recebimento

11.2. Armazenamento

11.3 Congelamento

11.4 – Descongelamento de carnes, aves e pescados

11.5 Espera pós-cocção

11.6. Refrigeração

11.7.1. Requisitos para refrigeração segura de alimentos que sofreram cocção

11.7.2- Requisitos para refrigeração de alimentos que não sofreram cocção

11.8 – Reconstituição

11.9 – Pré-Preparo/Preparação

11.10 – Armazenamento pós-manipulação

11.11 – Dessalgue

11.12 – Cocção

11.13- Reaquecimento

11.14 – Espera para fornecimento/distribuição

11.15 – Porcionamento

11.16 – Distribuição

11.17 – Sobras

11.18 – Requisitos para reaproveitamento de sobras

12.0 – Critérios de Uso

12.1 – Congelamento

12.2 – Refrigeração

12.3 – Guarda de Amostras

12.4 – Sistema de Etiquetas de identificação

13.0 – Utilização de ovos

13.1 – Na comercialização e na compra

13.2 – Na utilização

13.3 – Na preparação

14.0 – Transporte de Alimentos

15.0 – Uso de termômetros

15.1 – Registro das medições realizadas

16.0 – Bibliografia

 botao_loja_virtual