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Bastidores de cozinhas famosas têm joelhadas, chutes e xingamentos

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No dia 2 de março, uma panela de pressão explodiu e respingou por cozinhas do mundo todo. O jovem Martin Bentzen foi encontrado morto em seu apartamento em Xangai, na China. Aos 32 anos, o ex-cozinheiro do premiado Noma (duas vezes eleito o melhor restaurante do mundo) e que comandava o Napa Wine Bar, teve uma fulminante crise cardíaca. Motivo oficial? A tensão no trabalho. 

 

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Yannick Alléno é acusado de chutes e maus tratos

Aparentemente, a mesma tensão que, semana passada, levou o chef Yannick Alléno às manchetes dos jornais na Europa. Mal ganhou a terceira estrela no Guia Michelin pelo restaurante Pavillon Ledoyen e ele já é acusado de joelhadas, chutes, xingamentos e assédio pela brigada. A revelação foi pelo site France TVinfo. O chef, celebridade recorrente na mídia europeia, contra-atacou: negou, expressou mágoa profunda e processou os autores do “golpe hediondo”, como ele definiu a acusação. Mas este não foi o ponto final.

“Não só porque essas acusações são mentirosas, mas porque elas violam os meus valores, minha concepção do métier, assim como a daqueles que trabalham ao meu lado e, mais genericamente, a dignidade da profissão inteira”, escreveu Alléno. Palavras que não anulam a marca de seus joelhos na coxa de um funcionário acompanhada de um atestado médico.

Em fevereiro deste ano, o mesmo site citou Joël Robuchon, chef mais estrelado do mundo, com 28 condecorações espalhadas por Hong Kong, Las Vegas, Londres, Mônaco, Paris e Tóquio. Segundo um funcionário de seu novo La Grande Maison, em Bordeaux, os maus-tratos, sobretudo verbais, são praxe do grande cozinheiro e do alto escalão de seu império gastronômico. 

A negação de Robuchon foi instantânea e a denúncia perdeu espaço nos meios de comunicação. No entanto, ela aponta um fato: casos de violência na cozinha não são lenda urbana. E chegam a ser banalizados. “Nunca passei por uma situação extrema como panela quente, mas no El Bulli, na Espanha, levei broncas duríssimas. No Alto, nos Estados Unidos, havia sermões sensacionais. A violência verbal acontece bastante, seja bronca, xingamento ou ridicularização”, conta Carlos Bertolazzi, à frente do Zena Caffé, em São Paulo, e do reality “Cozinheiros Sob Pressão” do SBT.

Caldeira do Diabo
Tapas, assédio, horas extras não remuneradas, queimaduras, panelas arremessadas, ausência de pausa para refeições ou para um cafezinho são alegações comuns – daí brigadas mudando o tempo todo. No Brasil, Erick Jacquin, chef exigente e pouco afeito a elogios -mas respeitadíssimo-, já foi famoso por processos e brigas na cozinha. Suas frases engraçadas no reality show “Master Chef” soam menos divertidas no dia-a-dia .

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Chefs acham trabalho com Erick Jacquin bom apredizado

Vivi Araujo, chef do projeto “Não quero joia, quero queijo” e apresentadora do “Vapt Vupt”, programa do Youtube, trabalhou com o francês durão entre 2008 e 2010 no extinto La Brasserie. “Ele era bem exigente, mas nunca uma panela me acertou. Os franceses de modo geral vieram de outra escola. Na França entendi o quanto esse tipo de comportamento e exigência é natural. Nunca o vi cobrar algo desnecessário. Outra coisa: com todos os chefs se leva bronca”, afirma.

Outro que relevou os bastidores foi o chef Wagner Resende, ex-Chef Rouge. “Estou de cabelo branco por causa do Jacquin. Ele é muito perfeccionista. Já me queimou, jogou uma panela no meu peito, nunca me deu moleza. Certo ou errado, foi muito útil. Passei dez anos com ele e aprendi tudo o que sei. Se ele tivesse passado a mão na minha cabeça eu não teria me tornado alguém na cozinha francesa”, garante o cozinheiro – que hoje frequenta a casa do “ex-carrasco”.
Jacquin se defende: “Isso é passado. Aprendi numa escola muito dura e nunca nem imaginei reclamar. E acho que nunca joguei panela. Se alguém vai julgar é a justiça”.

Já Thiago Maeda passou de 2009 a 2012 pelas cozinhas de produção, do Dalva e Dito e do D.O.M., do chef Alex Atala. Hoje à frente do Side, no Itaim Bibi, pode falar de brasileiros e espanhóis renomados. “Com Atala o clima era quente. Hoje dizem que ele está mais tranquilo, mas na produção tive muito prato jogado no chão. Na Espanha, era ainda mais tenso: no restaurante do Martín Berasategui fui queimado com uma colher no pescoço por um chef de partida, um barbudo louco”, revela ele, que passa noites em claro preocupado com a exigência dos clientes, o ritmo e a qualidade de sua produção.

 

26032015FCarlos Bertolazzi já viu cozinheiro dormir sobre batatas

Alex Atala comenta: “Não sou um anjo que caiu do céu, sou linha dura, mas no D.O.M. nunca joguei um prato no chão: minha cozinha é de vidro e é famosa por ser silenciosa. Agora, dar bronca, cobrar, eu cobro”. A tática parece funcionar: seus dois restaurantes foram premiados pela versão brasileira do Guia Michelin, na qual o D.O.M. é o único duas estrelas do País.

Numa toada parecida, Bertolazzi relembra: “Ouvi histórias bizarras, até de cozinheiro obrigado a dormir sobre sacos de batata. Nosso ambiente de trabalho não é calmo, uma coisa é você cozinhar para amigos, outra é ter um cliente pagando por uma refeição perfeita. É muita tensão. E, na pressão, você se queima, se corta, briga e, como chef, exige tudo de cada funcionário. Diria que o cozinheiro tem até conivência com esse tipo de violência”.

A conivência, porém, pode estar com os dias contados. De volta à França, em novembro de 2014, chefs respeitados, incluindo o do Palácio do Eliseu (residência oficial do presidente da república), Guillaume Gomez, assinaram um manifesto contra a violência recorrente e “indigna” nas cozinhas de restaurantes. “É preciso recusar a banalização de pequenas violências  consideradas ritos de iniciação”, afirmou à época o chef Gérard Cagna, um dos “meilleurs ouvriers de France” (melhores operários da França, uma alta honraria do país).

Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/

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Restaurantes mimam clientes com serviço de lavanderia, drinques e macarons

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Ainda não é praxe, mas há casas de São Paulo que servem água filtrada gratuitamente. O La Frontera, o Martín Fierro, o Le Repas e o Le Jazz Brasserie são exemplos. Estes dois últimos, diferentemente dos parentes franceses, cobram pelo pão, mas já deram um passo em relação à maior parte dos bistrôs no Brasil.

Agora há casos de restaurantes que buscam outras formas de mimar o cliente. E conseguem. O Emiliano, dentro do hotel homônimo, na rua Oscar Freire, é prova cabal: ao final dos jantares é comum a oferta de uma caixinha de macarons e, nas noites de sexta e sábado, pão fresco para o café da manhã do dia seguinte. Os habitués ganham atenção extra, recebem taças de vinho, minicakes e bules de chá, além de terem sempre seus aniversários lembrados com presentes – pode ser um moleskine, um aromatizador de ambiente, chinelos personalizados…

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Os macarons são um dos mimos do restaurante Emiliano

O Ecully Gastronomia, em Perdizes, segue a mesma linha. O casal de chefs Juliana Amorim e Guilherme Tse Candido se inspiraram nas passagens por restaurantes como o espanhol El Bulli e o italiano La Credence para pensarem em cortesias especiais. “Como o salão é um jardim, uma das primeiras providências foi disponibilizar repelente para o caso de um mosquito incomodar e mantas para o friozinho que pode bater”, explica a cozinheira.

O restaurante conta também com uma loja da Grand Cru, ou seja, os vinhos têm boa relação custo-benefício, são muito consumidos e não raro vão parar numa camisa… A solução? O Ecully tem parceria com uma lavanderia. Funciona assim: eles emprestam uma camiseta branca novinha em folha enquanto cuidam da roupa suja.

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Juliana e Guilherme, do Ecully: clientes ganham lavanderia

Já o Mimo praticamente cumpre uma obrigação em relação a seu nome. Daí os sagrados amuse bouches gratuitos (pode ser uma coxinha, um pão de queijo, uma sopinha). Além disso, o restaurante nos Jardins vive inventando gracinhas: já deu chope em domingos de verão, drinque temático no Halloween e cupcake no aniversário da casa, sempre presenteia o cliente que faz reserva com uma sobremesa ou um potinho de biscoitos e cria ações como a da próxima Páscoa, na qual não apenas cada pessoa ganha um bolinho de especiarias, como quem doar um ovo de páscoa escolhe uma sobremesa de chocolate.

Entre taças e táxis
No mesmo bairro, o Piselli paramenta os toilettes com balas de ervas, enxaguante bucal, fio dental e escova de dentes descartável; serve petiscos no bar; chama táxis parceiros para quem exagera no álcool. Além disso, costuma preparar mimos em datas como Dia dos Pais, das Mães, das Crianças e dos Namorados: “No próximo Dia da Mulher, inclusive, elas recebem uma taça de rossini (espumante com purê de morango)”, garante o sócio Juscelino Pereira.

Mais afastado, em Santo André, o Empório Hedoniste, misto de loja gourmet, wine bar, padaria e restaurante, é bastante original nos gracejos. Quando há aula de vinhos, jantar harmonizado ou evento fechado, o proprietário, Marcelo Yabiku, dá carona em carro de luxo (na ida e na volta) para aqueles que tomarem uma tacinha. Não bastasse isso, deixa em tempo integral bafômetros à disposição: “Com essas ações, o cliente se avalia e conhece seus limites. Fazemos nossa parte para um consumo seguro e consciente de vinhos e outras bebidas”, justifica ele.

Cortesia carioca

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No carioca Sobe, o coquetel é agrado para quem usa aplicativo

Na nova Comedoria, no Leblon, a chef Kátia Barbosa serve chás gelados à vontade: “Não faço o tradicional mate das praias, mas infusões com pêssego, frutas brasileiras, ervas. É ótimo para o calor que faz no Rio e os clientes têm adorado”, diz a chef.

Já em Botafogo, o premiado Irajá Gastrô, do chef Pedro de Artagão, fez parceria com um aplicativo de motoristas particulares, garantindo duas corridas de R$ 45 gratuitamente. No Jardim Botânico, o novo rooftop Sobe apostou no mesmo esquema, mas oferece apenas uma viagem de até R$ 30. Em compensação, presenteia os clientes que aderem à ideia com um drinque.

Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/

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11 nomes errados de pratos que você vê por aí

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Café “expresso”, massa “fettuttine”, ovo “pochê”. Será que eles são escritos desta forma? Confira esta seleção e acerte sempre na grafia (e no sabor)

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Quem nunca comeu “fettuttine” levante a mão. E “lazanha”? Com certeza você já deve ter reparado: em alguns restaurantes é mais fácil encontrar pratos escritos de forma incorreta no cardápio do que lugar para sentar. Até mesmo os cozinheiros amadores dão aquela escorregada na hora de divulgar o menu que prepararam nas redes sociais, por exemplo.

E ninguém escapa: até nós, nas redações, sofremos com nomes exóticos, estrangeiros ou pouco comuns.

Mas, para tirar qualquer dúvida, selecionamos alguns nomes errados que são comuns de ver nos menus por aí. Afinal, isso também é cultura gastronômica.

Espresso vs Expresso

Diferentemente do café filtrado que demora para pingar, o italianíssimo café espresso fica pronto muito mais rápido. Será por isso que por aqui é chamado de “expresso”? Diferenças na grafia italiana e portuguesa se encontram também em outros itens da culinária. Então, se você for para Itália pedir um café com leite, anote o nome certo: caffelatte. Se você gosta de um café espresso com pouco leite vaporizado, escolha o macchiato. Se você preferir um café encorpado e com sabor intenso, então vá de ristretto.

Affogatto, afogatto ou afogato?

Por incrível que pareça, nenhuma das três versões acima. O correto em italiano é affogato, que significa “afogado”. Mas vamos concordar, essa delícia de sorvete “afogada” no café espresso tem um nome complicado mesmo. Fácil é degustá-la.

Fettuccine e lasagna

Sem querer decepcionar ninguém, “fettuttine” não existe. O correto na língua de Dante é fettuccine, assim como lasagna. A versão que se encontra nos dicionários portugueses, porém, é lasanha. Já “lazanha” não só está errado, mas também não é nada bonito. Para falar verdade, assim como no caso dos cafés, praticamente todos os formatos de macarrão (que na Itália é chamado de pasta) sofrem distorções. Da próxima vez que for ao restaurante peça spaghetti (ou espaguete, em portugês), penne, fusilli, cannelloni, pappardelle ou tagliatelle. Sem se embananar com as duplas.

Muçarela ou mussarela?

Do ponto de vista ortográfico, o correto é muçarela, que é a versão aportuguesada da palavra italiana mozzarella (em português o som “ZZ” é traduzido com “Ç”). Aliás, muitas publicações optaram, por muito tempo, por usar a versão com dois “S” — inclusive aceita por manuais de redação. Mas, do ponto de vista gastronômico, vamos perdoar você se usar “mussarela” só no caso de o produto ser de ótima qualidade.

Croûton

Quer se chique na hora de comer sopa, caldo ou fondue? Chame os cubinhos de pão torrado de croûton. E sobretudo confira se no cardápio o acento circunflexo está no lugar certo.

Entrecôte

Mesmo que o “E” no final não seja pronunciado, o equivalente a contrafilé, em francês, é entrecôte.

Panini e ciabatta

Na Itália, a palavra “panini” identifica um pão genérico com recheio. Ela está no plural. Porém, no Brasil, costuma-se utilizá-la tanto no singular quanto no plural: um panini, dois panini, etc. O que está errado. O correto para o singular seria “panino”. Já o pão ciabatta, na versão original, encontra-se muitas vezes grafado erroneamente “chiabatta” (com “H”), para reproduzir a pronúncia original da palavra em italiano. Mas de tudo isso, o que realmente importa é escolher o recheio certo na hora de fazer um panino. Ou dois panini.

Crème brûlée

Vamos combinar, é muito acento para apenas duas palavras. Mesmo assim essa sobremesa à base de leite, gemas e açúcar queimado, de origem francesa – na verdade espanhóis e ingleses reivindicam a criação – é néctar para o paladar.

Ovo poché

Você já deve ter visto escrito esse termo com acento circunflexo no “E”, mas o correto é “poché”. Lembre-se na hora de pedir esse ovo cozido sem casca e com gema mole.

Fonte: Bom GOurmet

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10 Dicas de Facebook Marketing para Bares e Restaurantes Chamarem mais Clientes no Final de Semana!

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Hoje em dia todo tipo de comércio precisa do Facebook para ganhar notoriedade, mesmo aqueles que são ligados à gastronomia, pois não é pelo fato de trabalhar com comida é que não precisam usar o marketing, muito pelo contrário – é neste tipo de negócio, em que a concorrência é grande é que se precisa sempre fazer a diferença e neste artigo teremos algumas dicas de como usar o Facebook para chamar mais clientes em dias de sábado e domingo, em que a concorrência é cada vez mais feroz.

Um dos grandes erros de quem tem um bar ou um restaurante é justamente por ter uma boa clientela é que não precisam investir de forma consistente no marketing nas redes sociais e é justamente o contrário, pois é nestes tipos de negócios é que temos que investir em redes sociais, pois os bares e restaurantes precisam sempre de pessoas que estejam interagindo e nada melhor do que as redes sociais para que se aumente esta interação e abaixo dez dicas para se usar o Facebook de forma eficaz:

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  1. Criar formas de chamar o público por meio de uma promoção é tudo de bom, ou seja, quem não gosta de economizar dinheiro e ainda aproveitar tudo o que o bar e o restaurante tem de melhor ? Aproveite algumas ferramentas que o Facebook possui para criar promoções e veja a sua clientela aumentar de forma considerável.
  2. Faça com que o cliente sempre interaja com a sua página, ou seja, peça um curtir ou compartilhar algo bem interessante, como uma bela mesa com uma boa cerveja e aperitivos.
  3. Há estabelecimentos comerciais que estão trabalhando com aplicativos que ajudam a fazer os pedidos, portanto crie uma página explicativa sobre o aplicativo e coloque o botão para que os interessados possam curtir esta página.

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4.  Um dos maiores erros de quem tem uma Fan Page é não colocar os dados atualizados, ainda mais quando se deseja fazer promoções todos os fins de semana, portanto pense muito bem em que tipo de promoção que deseja fazer e faça uma boa capa para a sua promoção de fim de semana.

5.  Coloque sempre imagens de boa qualidade e coloque textos bem claros e que não deixe dúvidas para o cliente.

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6. Chame a Atenção das Pessoas e Crie Relacionamento com sua Audiência!

7. Não basta apenas fazer uma boa promoção, é de suma importância que se coloque sempre algo a mais que chame a atenção dos clientes, como música ao vivo ou algum tipo de receita que seja o grande diferencial do bar ou do restaurante.

8.  Faça ações em que os clientes sempre tenham interatividade tanto com os clientes quanto entre os próprios usuário, como por exemplo pedir para que os seus clientes compartilhem o seu material, pois as redes sociais são uma excelente forma de propaganda boca-a-boca.

9. Procure sempre colocar novidades em sua Fan Page.

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9. Faça promoções especiais em finais de semana prolongados e coloque em sua Fan Page bem antes do período.

10. Faça do seu Facebook um grande portal para que os seus clientes sempre esperem pelo próximo fim de semana.

Fonte: http://marketingemidiassociais.com.br/blog/10-dicas-de-facebook-marketing-para-bares-e-restaurantes-chamarem-mais-clientes-no-final-de-semana/

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Como saber se seu restaurante já passou pelo estágio inicial

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Os restaurantes tendem a passar por algumas fases até atingirem a maturidade no seu ciclo de vida. Cada uma destas etapas é composta por diferentes desafios, que devem ser vencidos para que a empresa conquiste o amadurecimento necessário para se estabelecer de vez no mercado.

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A primeira fase chamada de “fase inicial” ou “startup“ é o momento em que a empresa estreia no mercado. Apesar de ser a fase inicial do processo é preciso que o empreendedor já tenha um conceito bem formatado do seu negócio e do seu produto, conhecimento claro do seu segmento e da concorrência, bem como os preços praticados no mercado. Esta é uma fase de muita absorção de conhecimento tanto do seu público quanto do seu produto e é preciso estar atento às mudanças impostas pelo mercado, como aceitação do produto, preços e atendimento. Esta primeira fase tem duração de aproximadamente um ano.

A segunda fase do empreendimento é marcada pela “Organização”. O processo de organização da empresa deve ter início desde o seu primeiro ano de vida, mas é entre o primeiro e o segundo ano que o processo de organização deve estar já fundamentado no dia-a-dia do empreendimento. Quando falamos em organização, estamos estabelecendo a criação de procedimentos e programas de treinamento, a utilização de checklists e rotinas específicas essenciais para a execução de todas as tarefas do restaurante, seja no salão, seja na cozinha. É muito comum nos depararmos com restaurantes com dois ou mais anos de existência que parecem ter aberto suas portas ontem devido tanta desorganização encontrada.

Do terceiro ao quinto ano de vida, a empresa já esta preparada para reduzir processos, já tem uma banco de informações suficientes para possuir um sistema de compras mais eficiente. Esta fase já exige um planejamento estratégico melhor com metas operacionais, projeções de vendas e custos acompanhadas mais de perto.

Na quarta fase o amadurecimento do negócio já está bem visível e o ritmo de crescimento já diminuiu. É a hora de pensar no modelo organizacional da empresa, como a abertura de filiais ou franquias, melhorias no processo de recrutamento, criação de planos de carreira e benefícios.

O que define o amadurecimento do negócio não é apenas a quantos anos ele está inserido no mercado, mas a sua maturidade organizacional. Uma empresa pode ter 5 anos no mercado e não possuir uma estrutura organizacional fundamentada, havendo portanto um grande turnover de colaboradores (rotatividade), falta de incentivos e a repetição dos mesmos problemas enfrentados desde os primeiros anos.

Já empresas que traçam um planejamento  estratégico desde a sua fase inicial, mesmo que necessite remodelá-lo com o passar dos anos e que busca o aprimoramento constante possui muito mais chances de manter-se no mercado após os 5 anos.

Fonte: GR www.gestaoderestaurantes.com.br

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Soluções eficientes para economia de água em restaurantes

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A crise hídrica vivida no Brasil parece não estar apenas de passagem, segundo especialistas em gestão de recursos hídricos o país necessitará de pelo menos três anos para começar a sair da crise. Isto contando com bons índices no volume de chuvas. Mas crises como a falta de água, por exemplo, também são importantes para despertar nas pessoas e empresas o interesse pela melhoria em setores que até então eram ignorados. Em se tratando de restaurantes a cozinha é um deles. A água na cozinha dos restaurantes mudou seu trajeto, os ralos deixaram de ser seu único destino e o conceito de que torneira que jorra muita água é a que lava melhor já foi por água abaixo.

 

05032015ASobre equipamentos eficientes para economia de água nos deparamos com uma novidade no mercado que vem caindo no gosto dos restaurantes. Um equipamento com aparência discreta mas com tecnologia alemã tem despertado o interesse de donos de restaurantes não só pela sua eficiência em lavabilidade de copos mas também pela economia de água gerada por este processo que pode chegar a até 70%. Chamado de Spulboy, o equipamento possui dois recipientes, o primeiro onde o copo sujo é inserido para retirada das impurezas e o segundo recipiente para o enxague. O que nos despertou tanta curiosidade foi como o equipamento poderia gerar uma economia entre 60% e 70% de água na lavagem de copos.

Em busca de respostas tivemos acesso ao equipamento e podemos constatar algumas características.

1 – Quando o copo é colocado no recipiente de enxague o fluxo de água faz o enxague por completo em no máximo dois segundos, isto mesmo, dois segundos. Ao retirarmos o copo do recipiente o fluxo de água é interrompido instantaneamente.

2 – Todo o processo de lavagem e enxague do copo acontece em apenas 4 segundos, aumentado em muito a eficiência dos colaboradores que passam a ter uma autonomia de higienização de 15 copos por minuto.

3 – O recipiente de lavagem, onde fica o sabão é renovado automaticamente enquanto o copo é enxaguado no segundo recipiente.

4 – O número de quebra de copos também diminui bastante.

5 – A instalação é muito fácil e não necessita energia elétrica para o funcionamento.

Para entender melhor todo o processo você encontrará neste site do distribuidor um vídeo demonstrando a utilização do equipamento.

05032015Mesmo com equipamentos tão econômicos na lavagem de copos não podemos nos esquecer de que a água dispensada por estes equipamentos ainda pode ser reutilizada para a lavagem de pisos e descargas nos banheiros. Você pode armazenar esta água em grandes bombonas ou até mesmo em caixas d’água. Caso deseje enviar a água de reuso para uma caixa d’agua existem no mercado as chamadas bombas submersas que bombeiam a água automaticamente para recipientes que estejam em níveis superiores. A grande vantagem destas bombas é que não há a necessidade de se preocupar em ligá-las ou desligá-las. As mesmas já possuem um sistema de boia que aciona ou desliga a bomba de acordo com o volume de água do recipiente.

É possível perceber que sistemas eficientes para a economia de água são uma realidade no mercado. A necessidade agora é da conscientização individual e coletiva em valorizar os recursos naturais, aprendendo a utilizá-los com eficiência, somente assim saberemos o seu verdadeiro valor.

Colaboração:

05032015CHOGASERV SERVIÇOS PARA HOTELARIA
E GASTRONOMIA LTDA (SPULBOY)
(21) 3216-9555
www.spulboy.com.br
comercial.hotelplus@pluslink.com.br

 

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Do fast-food ao gourmet, como ganhar dinheiro com hambúrguer no Brasil

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Provável investidor encontra obstáculos consideráveis que o leva ao nicho mais sofisticado. Mas esse é um setor que vale a pena?

Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial e uma penca de competidores – com propostas, objetivos e tamanhos diferentes. Houve um tempo que hambúrguer, no Brasil, era sinônimo de fast-food, mais precisamente de McDonald’s. Mas os anos se passaram e o setor amadureceu.

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Hoje existem redes de todos os tamanhos, do fast-food ao ‘gourmet’, além dos restaurantes nanicos, sem filiais, com salão para 15, 30, 60 clientes. A disparidade de propostas é tamanha que, na teoria, grandes, médias e pequenas lanchonetes integram um mesmo universo – o chamado ‘ecossistema do hambúrguer’ –, mas, na prática, não competem entre si.

Por isso, quem pensa em investir no setor deve saber que enquanto algumas pontas do segmento enfrentam barreiras de entrada difíceis de serem transpostas, outras, ao contrário, despontam mais acessíveis aos novos empreendedores.

Estão nesta primeira categoria algumas grandes redes de franquias, que optam pelo crescimento orgânico sem a abertura do modelo para novos investidores. McDonald’s e Burguer King são os principais exemplos (leia mais na página ao lado). Os grupos médios, que se expandem de forma moderada e com recursos financeiros de grupos fortemente capitalizados, também jogam no time das oportunidades quase impossíveis.

Por essas e por outras, o que está acessível à maior parte dos empreendedores de ‘carne e osso’ é um modelo de negócio que, não por acaso, ganha destaque ultimamente. São pequenas hamburguerias que têm chamado a atenção dos consumidores por investirem em um cardápio original, apostarem em inovação e demonstrarem um cuidado com os insumos. Nesse posicionamento, o desembolso inicial cai vertiginosamente (para perto de R$ 1 milhão) e o proprietário, se obtiver êxito, pode sonhar com lucros ao término do segundo ou do terceiro ano.
Mas, de acordo com empresários e especialistas, esse é um investimento quase sem perspectivas de ganho em escala. “Eu diria que é muito difícil crescer em número de unidades com uma hamburgueria que hoje é chamada de ‘gourmet’”, sacramenta Enzo Donna, diretor da consultoria ECD.

Para Caio Gouvêa, sócio-diretor de food service da consultoria GS&MD, a complexidade da operação quase que impossibilita projetos ambiciosos de expansão de hamburguerias que não operaram no modelo de fast-food ou não dispõem de um caixa realmente alto para novas incursões.

“A gestão de custos é um desafio monumental. Quando tem um bistrô, um restaurante com chef, o dono tem de centralizar tudo, da compra ao preço final. Agora, vai levar isso para uma rede para ver se funciona? Vai começar a aparecer uma série de outros custos operacionais, você perde a figura do chef e o negócio perde consistência”, destaca o especialista.
Realidade. É agarrando-se ao discurso de Gouvêa que o empresário Renato Veras Junior planejou o início e, agora, os próximos passos da hamburgueria Big Kahuna, há dois anos em operação no Jardim Paulistano. “Esse meu negócio não pode crescer muito, nem abrir franquia”, conta. Veras já teve outros negócios, como uma importadora de bicicletas.

O empreendedor explica que, desde o início da operação, havia oportunidade para ampliar o salão, que atende 60 pessoas simultaneamente. Mas ele pensou melhor no assunto e decidiu otimizar a área extra para a cozinha, que também andava apertada. “Faz parte do charme ser pequeno. Eu aprendi que comércio bom tem de ser lotado”, explica Veras. Ele se lembra com orgulho do dia em que organizou um “festival do bacon”, no segundo semestre do ano passado, e atraiu tanta gente que a fila dava voltas no quarteirão. “O tempo de espera era de quatro horas. Aqui foi uma loucura”, conta.

:::DADOS SOBRE O MERCADO DE HAMBÚRGUER:::
1. As redes de fast-food faturam R$ 22 bilhões em 2013, segundo dados da ECD. As marcas de hambúrgueres representam 51% desse montante.
2. Ainda sem ter um número fechado, o mercado acredita que o segmento cresceu 6% em 2014, a metade do que havia registrado no ano anterior.
3. O lucro final dos sonhos de quem atua nesse ramo gira em torno dos 15%. Mas, hoje, as melhores lanchonetes estão satisfeitas com 8%.
4. Não é barato abrir uma lanchonete especializada. As casas que atualmente se destacam têm investimento inicial a partir de R$ 500 mil.
5. Sessenta por cento do consumo é realizado no local, os outros 40% são por meio do delivery e drive-thru, segundo a GS&MD.

Fonte: Estadão PME

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