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Como a customização de produtos pode fazer seu restaurante ter mais sucesso?

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Muitas são as estratégias que possibilitam ao seu negócio se destacar diante da concorrência. Quando pensamos em restaurantes, algumas são básicas e já esperadas, como a arrumação, a higiene, o bom atendimento e a qualidade. Já outras, mais especiais e específicas, podem não ser tão óbvias, mas nem por isso deixam de ser muito importantes. Entre elas está a customização de produtos.

curso restaurante

São várias possibilidades de customizar para fortalecer a sua marca dentro e fora do seu estabelecimento, ajudando a trazer mais clientes e, consequentemente, a aumentar a sua fatia de mercado.

Quer saber como isso funciona, além de obter dicas preciosas de tipos de produtos que podem (e devem) ser personalizados? Você veio ao lugar certo! Portanto, sem mais delongas, vamos a elas:

A importância da customização de produtos para o mercado

Basta olhar em volta para perceber que, mesmo em cidades pequenas, a concorrência vem crescendo. Entre marcas próprias e grandes cadeias, cada vez mais os brasileiros vem investindo e empreendendo. E o ramo alimentício, por ser algo básico — afinal, todo mundo precisa comer — acaba constando entre os preferidos e clássicos negócios.

A concorrência é grande e, por isso mesmo, é preciso estudar para oferecer diferenciais que ajudem a clientela a escolher o seu estabelecimento dentre todas as possibilidades apresentadas no entorno.

Falamos no início que o básico (qualidade, atendimento, higiene) é esperado por quem vai a um restaurante e precisa estar presente. A diferenciação dos demais aspectos, então, vai ficar a cargo de materiais e estratégias que demonstrem um cuidado extra com a sua marca.

Como a customização de produtos pode trazer clientes para o seu negócio?

A pergunta acima pode ser respondida de forma muito clara e objetiva: por meio da comunicação visual, será possível impactar de forma direta e positiva a experiência do cliente dentro do seu restaurante. Basta se colocar no lugar do consumidor indeciso para poder ter a certeza.

Provavelmente, você já esteve na situação que descreveremos a seguir: você vai a um centro ou praça de alimentação e lá escolhe um restaurante. Entre o básico e os diferenciais, acaba percebendo que a sua experiência foi fantástica e com certeza desejaria repetir e até indicar para os amigos e familiares. Porém, a memória é algo complicado e é muito provável que, depois de um tempo, a confusão tome conta e pode ser que o nome do restaurante se perca.

Portanto, quanto mais a marca estiver presente no campo de visão do cliente e em materiais que ele possa levar com ele, maiores as chances de que esse nome fique marcado para o futuro. Isso significa que a customização de produtos pode — e deve — ajudar na tarefa de fazer com que os clientes retornem, além de também fazer com que a marca do seu restaurante seja indicada, fazendo com que novas pessoas conheçam e aprovem o seu negócio.

Como as customizações diferenciam um negócio

Além disso, a customização de produtos faz com que um estabelecimento saia do patamar do óbvio para alcançar outro: o do cuidado. Você provavelmente já ouviu falar que a perfeição está nos detalhes e essa pérola de sabedoria popular não poderia estar mais certa.

Ao entrar em um bom restaurante, notamos que o esmero fica a cargo daquilo que percebemos num primeiro momento como parte do conjunto, mas que aos poucos começa a tomar forma através da personalização de produtos. Quando são feitas com qualidade, permitem a publicidade da sua marca, dos seus serviços especiais (delivery, buffet para eventos, catering), da sua participação em mídias sociais (perfis e fanpages), mensagens de marketing e contatos. Ou seja: são formas de fazer propaganda sem ter a necessidade de terceirização desse serviço.

Algumas alternativas de produtos que podem ser customizados

Agora que já foram delineadas algumas das possibilidades que podem existir na personalização de produtos para o seu restaurante, que tal conhecer algumas peças de comunicação visual que podem carregar o seu logo e suas mensagens para a clientela junto com boas comidas e bebidas?

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Bandeja de degustação

Muitas empresas fazem parcerias, principalmente em momentos de alta rotatividade (alta temporada nos destinos turísticos), para apresentação de novos produtos e de marcas que constam no menu. As bandejas de degustação entram aí como uma possibilidade de fazer uma propaganda ao mesmo tempo em que oferece um mimo aos seus clientes.

Aliás, essa é uma técnica que pode inclusive ser utilizada nos momentos de maior movimento, quando podem se formar pequenas filas de espera na porta, transformando um momento normalmente estressante em algo muito mais agradável.

Jogo americano Personalizado

Quem tem um restaurante ou mesmo lanchonete sabe que a rapidez para a limpeza da mesa para os próximos clientes é ponto estratégico para atender mais e melhor. Só que isso não significa que basta colocar uma folha de papel sem nenhuma personalização, algo que pode, inclusive, dar uma aparência de desleixo ao lugar.

A partir do momento em que oferecemos uma solução personalizada, com o logo e uma boa arte, fica possível melhorar até mesmo a aparência dos pratos servidos e do restaurante como um todo. Uma aquisição fantástica!

Urna Promocional

Muitas vezes, uma boa estratégia para conquistar mais vendas é por meio do sorteio de produtos ou serviços. Só que nada mais feio do que usar uma urna sem nenhuma indicação da ação que está acontecendo, ou, pior, quando ela é feita reaproveitando uma caixa de papelão. Não falamos que a perfeição está nos detalhes? Investir em uma urna com sua marca, personalizada, é com certeza um cuidado que não vai passar despercebido pela sua clientela.

Bolachas para chopp e bebidas

Pcurso restauranterincipalmente nos meses mais quentes do ano, a refrescância de uma bebida bem gelada é quase uma necessidade. Chopp quente? Nem pensar! Então, que tal investir em uma bolacha personalizada para preservar o mobiliário ao mesmo tempo em que aproveita para fazer publicidade da sua marca? Quase tão irresistível quanto o gelo estalando em um calor de 40 graus.

Portanto, aproveite a personalização de produtos para poder se diferenciar e conquistar a clientela, oferecendo o cuidado com materiais bem produzidos e que farão diferença no ambiente do seu restaurante.

Fonte: https://www.petink.com.br/customizacao-de-produtos/

Fispal – Feira de Food Service para Restaurantes e Bares

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Fispal Food Service realiza 33ª edição em São Paulo

O maior encontro do setor de alimentação fora do lar na América Latina em 2017 ocorre entre 6 e 9 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). É a 33ª Fispal Food Service. São mais de 1,5 mil marcas em exposição e uma programação que inclui o Fórum Gestão à Mesa, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), com a abordagem de temas atuais do segmento e as tendências do mercado de alimentação fora do lar.

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Realizada há mais de 30 anos no Brasil, a feira promete apresentar o que há de mais recente e inovador em soluções para restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, distribuidores, lojistas e toda a cadeia do segmento food service, como é chamado o mercado de alimentação fora do lar.

Além das novidades em maquinário, equipamentos, acessórios e utensílios, a Fispal Food Service promoverá atividades voltadas à gestão, ao conhecimento e conteúdo, que serão capitaneadas por importantes nomes do setor. Ronaldo Ayres, mestre pizzaiolo conhecido como Senhor Pizza, encabeça o projeto Escola da Pizza, com conteúdo que trata de gerenciamento de estoque, práticas de manipulação de alimentos, atendimento ao cliente, inovação e técnicas de venda. Rogério Shimura (foto), referência em panificação no Brasil e padeiro do ano pela Revista Veja SP, comandará atividades direcionadas a gestores e proprietários de padarias e indústrias de panificação.

Clélia Iwaki, diretora da Fispal Food Service (organizada pela Informa Exhibitions), destaca:

“Somos a única feira a atender toda a cadeia de alimentação fora do lar, por isso nosso empenho constante em trazer as mais inovadoras soluções do segmento aliadas a conhecimento sobre a gestão do negócio. É nosso principal papel na contribuição para o crescimento, informação e desenvolvimento do setor.”

Fórum Gestão à Mesa

Com o propósito de promover conteúdo de qualidade direcionado à cadeia de alimentação fora do lar, a Fispal Food Service realiza o Fórum Gestão à Mesa, em parceria com a Abrasel, nos dias 6 e 7 de junho.

No dia 6, terça-feira, serão discutidos temas como inovações no menu, atendimento ao público, como atrair novos clientes e fidelizar aqueles já conquistados, estratégias de marketing, a alimentação fora do lar como espaço de socialização e gerenciamento de redes sociais. Ideias em inovação poderão ser aplicadas na atividade prática que encerra a programação do dia, às 17 horas. Os temas serão conduzidos por Sérgio Molinari, fundador e diretor da Food Consulting, Tatti Maeda, especialista em social media, Márcio Martinelli, da Blue Box Comunicação, que desenvolve ações para clientes como McDonald’s, e Daniela Borges, da Idearia, direcionada para comunicação de bares e restaurantes.

Na quarta-feira, 7 de junho, o foco é a gestão de bares e restaurantes com temas de gestão financeira e fluxo de caixa, gestão do negócio e administração, gestão de perdas e Legislação e Tributos. Os assuntos são apresentados por Benny B. Goldenberg, sócio e gerente do Restaurante Arturito, e Percival Maricato, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel-SP).

“Nosso objetivo é que todos se beneficiem de experiências bem-sucedidas no segmento. Serão atividades dinâmicas e com apresentação de cases para trazer ao profissional que participa da feira novas óticas sobre a gestão de seu negócio”, completa Clélia Iwaki.

A 33ª edição da Fispal Food Service ocorre em paralelo à Fispal Sorvetes, à Fispal Café e ao ExpoVinis Brasil – o principal evento de vinhos na América Latina. As feiras são complementares e formam um panorama completo do setor, trazendo um amplo cenário das inovações e tendências em produção, insumos, maquinário e acessórios. O salão internacional do vinho complementa o calendário de feiras voltadas à cadeia produtiva de alimentos e bebidas, apresentando os destaques do promissor mercado vitivinícola aos profissionais já envolvidos na cadeia de Food service, ampliando, assim, os intercâmbios que as feiras promovem.


  Serviço
  • O quê: Fispal Food Service 2017
  • Quando: 6 a 9 de junho (de 6 a 8 das 13h às 21h e dia 9 das 13h às 20h)
  • Onde: Expo Center – Norte Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme/São Paulo-SP
  • Como: informações, credenciamento e novidades em www.fispalfoodservice.com.br e visitante.ffs@informa.com

Fonte: http://revistabeerart.com/news/fispal-2017

Como reduzir custos com garçons?

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O bom funcionamento de um restaurante é construído em cima de uma equipe comprometida com um atendimento de excelência, bons clientes e alimentos apetitosos. Porém, o investimento contínuo no treinamento de funcionários, que possuem alta rotatividade no setor, pode comprometer o orçamento de alguns restaurantes.

treinamento restaurante

Além disso, uma crise econômica afeta o Brasil e, para enfrentá-la, vale se munir de estratégia, inovações e muita ginga. Felizmente, há alternativas sustentáveis para reduzir gastos sem comprometer a produtividade do seu estabelecimento. Quer saber como reduzir custos em seu restaurante, especialmente com a sua equipe de garçons? Acompanhe!

Por que reduzir gastos?

Os donos de restaurantes sentem na pele os efeitos da crise. Especialistas já a definem como a pior enfrentada pelo mercado nos últimos 20 anos. Em Belo Horizonte, por exemplo, 500 bares, lanchonetes e restaurantes fecharam as portas desde o início de 2015. O custo dos alimentos, que já era alto, especialmente para os que investem em orgânicos, a carga tributária, o preço dos alugueis e da mão de obra aumentaram.

Além disso, também há a concorrência de rua, com o crescimento do movimento de food-trucks. Neste cenário cabe inovar para reduzir custos e manter a qualidade dos serviços.

Medindo a produtividade da sua equipe

Os níveis de produtividade em um restaurante têm grande impacto sobre o faturamento. Para medir a produtividade da equipe de garçons, é necessário fazer uma relação entre as mesas atendidas ou os pedidos feitos e um espaço de tempo. Verifique o tempo médio gasto para o atendimento de cada pedido e ouça atentamente os seus clientes sobre a qualidade do atendimento.

Aumente a motivação de suas equipes

Funcionários comprometidos com o sucesso do negócio são mais ágeis, rendem mais e desejam permanecer no emprego. Cada funcionário é motivado por razões distintas, e é preciso ter uma boa capacidade de diálogo para gerenciá-los bem. Considere a individualidade e as expectativas de cada funcionário. Valorize o trabalho de cada um de seus colaboradores e invista em ações de recompensa. Afinal, eles são agentes essenciais para um ecossistema de sucesso do seu estabelecimento.

Um bom ambiente de trabalho se reflete no clima criado pelo restaurante para os seus clientes. Garantir um bom ambiente de trabalho não só será favorável à produtividade e à qualidade de vida de seus colaboradores como também refletirá na satisfação dos clientes. Pense em oferecer uma experiência gastronômica inesquecível, que estimule a volta de cada um de seus visitantes.

Todas essas ações refletem na diminuição da rotatividade da equipe, problema enfrentado pela maioria dos restaurantes. Assim, gastos como novos treinamentos e despesas com encargos trabalhistas também diminuirão.

Como reduzir gastos através da tecnologia?

Anotar pedidos manualmente pode causar uma série de gargalos no atendimento ao cliente. Além de agilizar este processo e diminuir acidentes causados por erros de caligrafia, a tecnologia traz uma grande economia para bares e restaurantes. As soluções são diversificadas, e atendem desde uma rede de franquias até bistrôs. A automação comercial também possui um apelo sustentável, já que agride menos o planeta através da redução de gastos com papel.

Tablets, smartphones e computadores podem interagir em sistemas integrados, que permitam a organização de pedidos, a distribuição de cupons de descontos e a organização de promoções relâmpago, por exemplo. Através de um mecanismo mais preciso para envio do pedido, a automação ajuda o garçom a atender com qualidade o dobro de mesas que atenderia pelo processo manual. Quem agradece é o cliente: como já divulgamos aqui, de acordo com uma pesquisa feita pela National Restaurant Association, dos Estados Unidos, 70% dos entrevistados afirmam que a tecnologia aumenta a conveniência nos restaurantes.

Gostou de nossas dicas sobre como reduzir custos em seu restaurante? Os tempos parecem difíceis, mas não há nada que um bom instinto empreendedor não enfrente. Confira aqui formas para diminuir custos com restaurantes em tempos de crise e e continue se destacando no mercado!

Fonte: https://blog.goomer.com.br/como-reduzir-custos-com-garcons/

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10 maneiras de aproveitar espaços pequenos em restaurantes e bares

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Só quem tem um restaurante ou bar sabe como é importante aproveitar cada espaço do salão para garantir mais uma mesa. Se o estilo de decoração do estabelecimento é rústico, moderno, despojado ou tropical, não importa, há aplicações para todos os gostos. O que não vale é deixar o cliente ir embora. Confira 10 formas de aproveitar aquele espaço esquecido em seu restaurante ou bar.

Colabore com a nossa Pesquisa

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A GR está realizando uma pesquisa sobre Métodos de Ensino na Gestão de Restaurantes. Se puderem colaborar com nossa pesquisa o link segue abaixo, só leva 1 minutinho. Desde já agradecemos a colaboração de todos

Responda à pesquisa  clicando aqui ou copie e cole o link a seguir em seu navegador.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy7Lj6GWGRG7kl9ZKpAfXubUKdNnIEFZMc4qyRjLkcE7JVhA/viewform

Jovem abre 2º restaurante em meio à crise e comemora sucesso em Cuiabá

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Irapuan Carvalho inaugurou o 1º negócio aos 23 anos e 4 anos depois, o 2º. Ele tem uma tapiocaria e um bistrô que serve comida nordestina e cuiabana.

 O empresário Irapuan Carvalho, de 28 anos, tem muito a comemorar com o sucesso dos seus empreendimentos. A tapiocaria que abriu há seis anos em Cuiabá atravessou a crise e ainda o motivou a abrir um segundo negócio, em 2015, em sociedade com os pais. Com a tapiocaria e o bistrô, ambos na Rua 24 de Outubro, no Bairro Popular, na capital, ele emprega 18 pessoas.
Foi aos 23 anos que Irapuan de origem nordestina inaugurou o primeiro estabelecimento, que tem como carro-chefe a tapioca. À época, investiu R$ 60 mil. Parte do dinheiro era fruto das economias. Outra foi emprestada dos pais.

Ele lembra que não teve tempo de sentir medo. “Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”, lembrou.

Foi na cara e na coragem [que montei o primeiro negócio]. Pedi demissão e dei início a um sonho. Era um misto de perseverança e força de vontade”
Irapuan Carvalho, empresário

O negócio começou pequeno na Rua 24 de Outubro, em Cuiabá. A irmã de Irapuan e outros dois funcionários o ajudavam. Os clientes aumentaram e o espaço ficou pequeno. Com fila de clientes na entrada, ele decidiu mudar de prédio.

O empreendimento não foi inaugurado durante a crise financeira, mas sobreviveu ao momento difícil. “Não foi fácil, porque nesse período o preço dos insumos aumentaram muito. Antes, se gastava R$ 100, na crise o preço dobrou”, contou.

Para Irapuan, ser empreendedor é tirar os sonhos do papel e colocá-los em prática. A formação acadêmica dele auxiliou nas tomadas de decisão e administração do negócio.

Como a maioria dos jovens que entram na faculdade, teve dificuldades para escolher a profissão que seguiria. “Terminei o ensino médio com 15 anos. É muito cedo para decidir uma carreira, o que você fará na vida”, disse.

A primeira opção foi cursar administração, mas não era o que queria. Na época, ele não tinha a ambição de administrar a própria empresa. Irapuan ficou um ano afastado do curso e decidiu trabalhar como bancário.

Por causa do emprego, passou a viajar e conhecer novos lugares. “Eram novas experiências, comidas diferentes e paisagens que me inspiraram a tomar a decisão de empreender”, afirmou. A paixão pela cozinha também teve influência no caminho que ele escolheu seguir. “Nessa época começou a aflorar minha vontade de ter um restaurante”, completou.

O sonho de Irapuan, no entanto, ainda não estava totalmente concretizado. O que ele queria mesmo era montar um restaurante “para envolver as pessoas com novos conceitos e novas ideias”. Os pais dele, que até então moravam no interior de Mato Grosso, decidiram se mudar para a capital e incentivaram o filho a colocar o projeto em prática.

Em 2015, juntos, eles abriram um bistrô na mesma rua, na capital, e se tornaram sócios. O novo restaurante serve pratos com influência da comida nordestina e cuiabana.

Atualmente, Irapuan divide as funções nos dois estabelecimentos. Executa todas as funções de elaborar o cardápio a ajudar na cozinha. “Tive que aprender a montar caixa d’água e consertar telhado”, brincou.

A receita do sucesso dele é o comprometimento e o amor ao trabalho. “Sempre foquei muito, sendo empregado ou empregador. Mas hoje sinto o peso de ter meu próprio negócio. Primeiro porque é meu sonho. Segundo porque eu tenho a consciência de que emprego pessoas que têm obrigações”, declarou.

A vontade é crescer ainda mais. Porém, o Irapuan de hoje, aos 28 anos, tem o pé no chão, mas arriscaria tudo de novo como há cinco anos. Entre os planos atuais dele está concluir o curso de gastronomia.

Pesquisa
Uma pesquisa intitulada “Os Donos do Negócio no Brasil”, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios de 2014 (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta em em Mato Grosso há cerca de 100 mil jovens donos do próprio negócio.

O economista Anderson Nunes acredita que o crescimento de jovens no mercado empresarial se dê pelo perfil visionário da chamada “Geração Y”, formada por pessoas nascidas a partir dos anos 90.

“Esses jovens não tem tempo a perder. Daqui a uns anos não veremos mais pessoas dessa geração trabalhando durante 20 ou 30 anos em uma única empresa. Para eles, a maior forma de satisfação pessoal é a realização do próprio negócio”, contou.

Segundo ele, a carreira pública já não é mais algo tão cobiçado por esses jovens, “existe uma grande frustração no setor, apesar de ainda ser algo concorrido e devido as faltas de oportunidade no setor privado muitos preferem a liberdade de abrir um próprio negócio”, relatou.

A presença dos jovens é cada vez maior, principalmente no novo modelo de alimentação de rua, como os food trucks e bike foods, por exemplo. A informação é confirmada pela pesquisa do Sebrae, que também aponta alta de jovens investidores em startups, atividades ligadas à saúde e ao turismo, principalmente ecoturismo e esportes radicais.

Mato Grosso possui mais de 2 mil restaurantes e similares. O setor mais procurado pelos jovens empreendedores ocupa a 7º colocação entre os que representam destaque na economia do estado, segundo o Sebrae.

De acordo com Anderson, o setor de alimentação tende a crescer no estado, pois, apesar de não liderar a economia, outros setores dependem indiretamente dele.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2017/03/jovem-abre-2-restaurante-em-meio-crise-e-comemora-sucesso-em-cuiaba.html

Perfil empreendedor: Robinson Shiba, do China in Box

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Uma das maneiras mais interessantes de analisar experiências e manter-se motivado para suas metas empreendedoras é conhecer o perfil empreendedor de quem deu certo, analisando não apenas as dificuldades pelas quais um determinado empresário passou, mas também suas estratégias de superação.

Pensando nisso, você já conhece a história de Robinson Shiba, do China In Box? Descubra agora!

Stir-fried vegetables with tofu

As dificuldades iniciais

Robinson Shiba era estudante de Odontologia no Brasil quando viajou com amigos para os Estados Unidos, onde tinha o intuito de ficar pelo período de um ano e aprimorar seu inglês. Só que no meio desta temporada, o jovem foi assaltado e perdeu todo o dinheiro que guardava em sua doleira — uma espécie de bolsa delgada, que é escondida sob a calça ou camisa, bem junto ao corpo do usuário. Passando por apertos financeiros, Shiba não desistiu de sua aventura e dos estudos, e passou a trabalhar na cozinha de alguns restaurantes como lavador de pratos e, mais tarde, como entregador de pizzas e outros alimentos de fast food, para se sustentar no país.

O espírito empreendedor acionado

O ano era 1986, e foi quando Shiba percebeu as vantagens do consumo de comida pronta nos Estados Unidos. Ele analisou bem a situação, e seu espírito empreendedor foi acionado, de modo que visualizou a atividade como uma tendência que em breve chegaria ao Brasil e ele poderia participar desta iniciativa até então inovadora por aqui. Enquanto permanecia nos Estados Unidos, passou a estudar os modelos de fast food com delivery que deram certo, desde a produção até a entrega, e como poderia fazer melhorias.

A ideia para um novo negócio

Quando Shiba retornou ao Brasil, em 1988, já havia pensado na ideia de adaptar o modelo para entregar comida chinesa em caixinhas, mas passou ainda mais quatro anos estudando e pesquisando maneiras de aprimorar o negócio, até abrir a primeira unidade do China in Box no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista. A total confiança no negócio fez com que o pai do empresário vendesse um apartamento por um terço do preço, a fim de levantar capital para investir na marca. Uma das melhorias que Shiba implementou está relacionada à certeza que os clientes poderão ter em relação à higiene da cozinha e dos alimentos, um problema que o empresário identificou quando trabalhou fora do país. Por isso, as cozinhas das unidades China in Box ficam à mostra para os consumidores, separadas da área de atendimento apenas por um vidro, através do qual as pessoas podem ver todo o processo de preparo e manuseio do que será servido.

A transformação do negócio em franquia

O pequeno negócio em Moema deu tão certo que não tardaram os pedidos para transformar a empresa em rede de franquias. E os pedidos cresciam cada vez mais, acompanhando o êxito que a China in Box paulistana conquistava. Após uma consultoria, Shiba aderiu ao modelo de franchising em 2000 e expandiu a rede em uma velocidade impressionante. Mais tarde, Shiba tornou-se sócio de um restaurante japonês, o Gendai, que também passou a abrir unidades em vários estados brasileiros. Desde 2007, ambas as marcas foram incorporadas ao grupo Trendfoods, do qual Shiba é presidente, e que controla também o restaurante Owan, que é especializado em comida oriental (chinesa, japonesa e tailandesa), e a rede de restaurantes dedicados à culinária italiana Brevitá — que aproveita o sistema de delivery em embalagens plásticas reutilizáveis, que podem ser levadas ao freezer e ao forno micro-ondas.

Vinte e quatro anos depois de lavar pratos e entregar pizzas nos Estados Unidos, Shiba tornou-se dono da maior rede de fast food chinês atuante na América Latina, possuindo 160 lojas franqueadas, com uma marca presente em mais de 70 cidades brasileiras, distribuídas em 22 estados.

Agora que já sabe como Robinson Shiba aprendeu e incorporou estratégias de negócios, como ele as aplicou em seu próprio empreendimento e fez seu negócio crescer, fica mais fácil se  entusiasmar e colocar suas ideias em prática. Ou você ainda tem alguma dúvida se deve seguir seu senso empreendedor? Veja aqui o que falta para você abrir ou expandir o seu negócio e, caso ainda tenha alguma dúvida, deixe um comentário e divida suas experiências com a gente!

Fonte: https://www.asaas.com/blog/perfil-empreendedor-robinson-shiba-do-china-in-box/