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Acidente durante acendimento de réchaud com álcool em gel em Belo Horizonte alerta para os perigos deste combustível

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Um cliente teve queimaduras de segundo e terceiro grau em um acidente ocorrido durante a tentativa de reabastecimento de um réchaud em um restaurante self-service localizado, no bairro Floresta, em Belo Horizonte, no dia 10 de janeiro. Segundo o relato de testemunhas, a equipe do estabelecimento não sabia o que fazer e o extintor de incêndio não funcionou na primeira tentativa, o que agravou o fato. O consumidor teve queimaduras em 20% do corpo, esteve internado no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva – CTI e segue hospitalizado.

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Casos similares de acidentes no acendimento de réchauds com o uso de álcool líquido ou em gel como combustíveis são facilmente encontrados em matérias veiculadas pela imprensa na internet. Estas notícias jornalísticas relatam óbitos, invalidez permanente e indenizações de valores exorbitantes pagas pelas empresas responsáveis pelos danos.

Embora o uso de álcool em gel como combustível para réchauds seja mais garantido do que a forma líquida, ele também não é seguro, pois pode gerar explosão. A pedido da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais – Abrasel em MG, um estudo realizado pela Agência de Gestão Integrada em Segurança de Alimentos – Agisa testou a eficácia da pastilha de álcool sólido como combustível deste equipamento no final de 2016. O relatório apontou que a pastilha de álcool sólido é eficiente para o aquecimento dos alimentos, não oferece o risco de combustão espontânea, não libera cheiro e fumaça durante o uso e apresenta inflamabilidade menor em relação ao álcool líquido e ao álcool gel.

O mesmo estudo apontou que o álcool sólido em pastilhas tem tempo de queima 50% mais rápido e preço 50% mais elevado quando comparado ao álcool em gel. Mas, embora o custo-benefício não seja o melhor, ele é o único dos combustíveis que garante a segurança dos clientes e dos colaboradores dos restaurantes.

Recomendações da Abrasel

Nunca utilize o álcool líquido como combustível para réchauds.

Nunca manipule álcool diretamente sobre a chama ativa do fogareiro do réchaud: deve-se aguardar a comleta inativação da chama para que o fogareiro seja reabastecido. O ideal é utilizar outro fogareiro que ainda não tenha sido utilizado, estando este completamente frio e sem chamas.

Não abasteça com antecedência os fogareiros: o álcool (tanto líquido quanto em gel) é volátil e cria-se uma atmosfera que pode causar explosões durante o acendimento. O ideal é realizar o abastecimento do fogareiro imediatamente antes do uso.

Antes de retirar os fogareiros acessos/quentes, elimine totalmente as chamas com o uso dos abafadores. Após este procedimento, com o auxílio de pinças adequadas ou luvas térmicas, armazene os fogareiros em local afastado de chamas ou faíscas e em local arejado.

Em todas as etapas de manipulação do álcool em gel, evite o contato direto do produto com o corpo.

Considerando o estudo realizado pela Agisa, a Abrasel recomenda aos estabelecimentos do setor de alimentação fora o lar o uso do álcool sólido em pastilhas, o réchaud elétrico ou ainda o vidro termoelétrico. Além disso, a associação aconselha também que os bares, restaurantes e similares conheçam e implementem a legislação de segurança, obtenham o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB, mantenham em dia a manutenção dos seus extintores de incêndio, treinem sua equipe para lidar com situações de emergência e que não deixem de fazer o seguro de responsabilidade civil.

Fonte: Abrasel

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Boas Práticas – Contaminação cruzada

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 Prevenção da contaminação cruzada

     A contaminação cruzada é a transferência de contaminantes entre superfícies, alimentos e/ou mucosas. O exemplo clássico disso é representado pela contaminação de alimentos cozidos que são armazenados junto a alimentos in natura. Durante muito tempo, apenas esse tipo de contaminação era visto como contaminação cruzada.

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As fontes de uma contaminação cruzada podem ser:

Matérias primas e insumos:

     Especialmente aqueles que chegam em seus estados brutos, in natura, que não passaram por tratamento térmico ou higienização. É natural a presença de alguns contaminantes nesses produtos e o desafio é impedir seu contato com superfícies ou outros alimentos.

Processo de fabricação

     Pode favorecer ou não a contaminação de produtos. O preparo de determinadas receitas pode apresentar etapas em que há maior possibilidade de contaminação e o fluxo desordenado de preparo é o maior exemplo de processo que favorece a contaminação de alimentos.

Equipamentos e utensílios

     Estão envolvidos diretamente com o fracionamento ou preparo de determinados alimentos e sua higiene influenciará na contaminação dos alimentos. Alguns utensílios foram criados exatamente para evitar a contaminação cruzada, como tábuas de corte e facas coloridas.

Ambiente

     Influência na contaminação cruzada também pela higiene geral. O armazenamento de produtos em equipamentos de conservação a frio (geladeiras, freezers) pode ser um grande responsável pela contaminação de alimentos.

Manipuladores

     Mãos mal higienizadas e hábitos inadequados levam à maioria das contaminações de alimentos.

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Proteção contra contaminação do produto

     Além da contaminação microbiológica, há outras contaminações, especificamente químicas e físicas, que podem ocorrer com frequência em áreas de produção ou comercialização de alimentos. As principais fontes de contaminação química e física de alimentos são equipamentos, utensílios e ambientes.

     Equipamentos podem contaminar alimentos com peças (porcas, parafusos) que se soltam quando não há um sistema de manutenção preventiva. Uma forma de prevenir a contaminação por perigos físicos é o descarte de determinados utensílios quando se quebram. Exemplos são a cesta de metal da fritadeira e a pá de mistura da batedeira industrial. “Habilidosamente”, esses utensílios danificados são “costurados” com pedaços de arames, que se desprendem com facilidade e contaminam os alimentos.

     O gotejamento de óleos lubrificantes que não possuem grau alimentício (eles são atóxicos, criados especialmente para o uso em indústria e empresas de alimentos) ou de fluidos de refrigeração provoca graves contaminações químicas. O uso inadequado de saneantes, já abordado aqui, também pode provocar a contaminação química de alimentos. A guarda em local exclusivo e a capacitação dos funcionários quanto ao uso previnem esta contaminação.

     Já o ambiente contribui para a contaminação química e física dos alimentos especialmente através de insetos e pragas. Como vimos, as pragas são consideradas contaminantes físicos e podem levar praguicidas (perigos químicos) aos produtos alimentícios. Portanto, um controle integrado de pragas tem função de prevenir mais do que insetos e pragas.

Manejo de resíduos

     Em qualquer setor de alimentos e serviços, o manejo de resíduos é considerado um dos aspectos mais importantes, mas somente nos setores de Indústria e Distribuição é que seu controle será determinado como POP ou PPHO.

     A empresa deve garantir formas seguras de acondicionamento primários, que acontece dentro das áreas de recebimento, fracionamento, produção e empacotamento de produtos, e secundário, quando todos os resíduos de todos os setores são deixados para recolhimento feito por empresa especializada.

     No acondicionamento primário, todo o lixo sólido deve ser depositado em recipiente apropriado, identificado, com tampa sem acionamento manual, revestido com saco plástico resistente e que não permita vazamentos. O material dos recipientes também deve ser resistente, como aço inoxidável ou o plástico.

     Ter tampas sem acionamento manual, porém, não significa fazer uso exclusivo de lixeiras com tampas acionadas por pedal. Apesar de ser esta forma mais acessível, há outras formas de garantir que as mãos não serão usadas para abrir e fechar tampas, por exemplo, recipientes cujas tampas são acionadas por sensores e, ainda, tampas vaivém que possuem alças para acionamento destas com os cotovelos.

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     Lixeiras separadas para resíduos orgânicos e recolhimento de materiais recicláveis devem estar disponíveis e devidamente identificadas. É responsabilidade de cada um a separação e reciclagem do lixo, minimizando este problema mundial.

     A retirada do lixo das áreas de produção deve ser feita diariamente ou sempre que necessário por meio de caixas com rodízios fechadas ou outro artifício que evite a contaminação dos alimentos. Preferencialmente, os horários de retirada do lixo e os de entrada dos alimentos não devem coincidir.

     É importante ressaltar que a área de depósito final do lixo não deve se comunicar com a área por onde entram as matérias-primas ou qualquer área de armazenamento ou preparo dos alimentos.

     Logo após a retirada do lixo das áreas de produção, os recipientes e outros equipamentos que tenham tido contato com ele devem ser higienizados, incluindo o piso da área de coleta.

     Resíduos devem ser mantidos em locais com climatização apropriada, de modo a evitar a proliferação de microrganismos e servir como chamariz de pragas. Essa medida torna-se obrigatória especialmente quando a coleta externa não acontece todos os dias.

     Uma área separada deve ser usada para depósito de lixo reciclável. Da mesma forma, estes locais devem ser constituídos de materiais resistentes e laváveis, sendo incluídos em plano de higiene da empresa. As portas devem permanecer fechadas, evitando o acesso de insetos, roedores e animais.

     Sempre que necessário, o produtor deve contratar empresas especializadas na remoção de resíduos não recolhidos pelo serviço público. Um exemplo é o óleo usado, que deve ser acondicionado em recipientes apropriados e recolhidos por empresas terceirizada, prevenindo a contaminação do meio ambiente.

Gerenciamento

     O monitoramento dos procedimentos descritos pode ser realizado através de um único check list, aplicado periodicamente por supervisor. A periodicidade vai variar de acordo com a empresa – quanto mais não conformidades detectadas, maior a frequência de monitoramento e vice-versa.

     Um dos itens que ajudarão na verificação, além da leitura crítica dos check lists preenchidos, é a capacitação periódica dos colaboradores quanto aos procedimentos de manejo de resíduos. Novos treinamentos também farão parte da lista de ações corretivas, que incluem ainda a aquisição de novas lixeiras e a higiene destas e dos locais de armazenamento de resíduos.

Fonte: http://gastronomianews.com/gastronomia/boas-praticas-contaminacao-cruzada/

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Restaurantes – Compra e Venda – Classificados

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Restaurantes a venda
Restaurantes a venda

 

Restaurante Novo em Nova Iguaçú – R$ 800.000
Nova Iguaçú/RJ
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Bar e Rest – Espeto na Parilla – R$ 1.300.000,00
São Paulo/SP
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Restaurante e Casa de Shows  – R$ 2.000.000,00
Grande São Paulo/SP
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HAMBURGUERIA DELIVERY – R$ 90,000
Blumenau/SC
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Como ganhar dinheiro vendendo Marmitex

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Quer saber como ganhar dinheiro vendendo Marmitex? Nossa equipe pesquisou e elaborou um roteiro completo para quem deseja montar o seu próprio negócio e ganhar dinheiro vendendo quentinhas. Vale a pena conferir.

Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex
Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex

Como ganhar dinheiro vendendo Marmitex – Um negócio de baixo investimento

Se você quer saber como ganhar dinheiro vendendo marmitex, nossa equipe fez uma pesquisa neste mercado e elaborou uma série de dicas para quem deseja começar neste negócios.

Um dos segmentos que melhor reagem à crise econômica é o de comidas populares, por isso, vender marmitex é uma opção de negócio de baixo investimento e que tem um grande potencial de lucro nos dias de hoje.

Almoçar em restaurantes hoje em dia é muito caro e os preços das refeições estão sempre subindo, dessa forma o cenário nunca foi tão bom para quem quer ganhar dinheiro vendendo marmitex que por serem mais baratos, são a primeira opção para quem trabalha fora.

Talvez ganhar dinheiro vendendo marmitex seja um dos negócios mais rentáveis do Brasil no segmento de alimentação, mas exige também alguns cuidados. Vamos listar abaixo alguns itens para que você leve em consideração na hora de montar o seu negócio para vender marmitex.

Os segredos para ganhar dinheiro vendendo marmitex

Para quem quer saber como ganhar dinheiro vendendo marmitex vale um aviso. Vender marmitex, as famosas quentinhas, pode parecer uma atividade simples, mas a verdade é que como em qualquer outro negócio, também tem os seus segredos, e nós, da equipe Mulheres Empreendedoras fizemos uma pesquisa para facilitar essa sua iniciativa empreendedora.

Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex
Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex

Para facilitar a vida de quem quer saber como ganhar dinheiro vendendo Marmitex, dividimos este tutorial nos seguintes tópicos:

  1. Planejamento e definição do modelo do negócio
  2. Analise da concorrência e demanda localizada
  3. Buscando um diferencial competitivo
  4. Importância da localização do negócio
  5. Planejamento do cardápio
  6. A arte de saber comprar bem
  7. Criando um ótimo padrão de atendimento
  8. Divulgando seu delivery de marmitex

Dividindo o assunto o assunto dessa forma esperamos ajudar na compreensão do funcionamento do negócio.

Planejamento e definição do modelo do negócio

Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex
Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex

Essencial para o sucesso de qualquer tipo de negócio é planejar em primeiro lugar, pois a estrutura de um negócio de venda de marmitex não é complicada, mas nem por isso você pode deixar de lado a questão do planejamento.

Após estudar e definir que tipo de modelo de negócio você irá criar para vender marmitex, deverá escolher qual a estrutura que você irá precisar. Existem basicamente duas estruturas, a da venda de marmitex a partir de um endereço fixo e o sistema de delivery de marmitex.

Se optar pelo primeiro caso, seu investimento inicial será mais alto, pois você terá que alugar um espaço para atendimento aos clientes, investir em mobiliário e outros itens que irão encarecer o processo. Além disso, você terá que cuidar de toda a parte burocrática, como alvarás e licenças de diversos órgãos.

Para quem está começando e tem pouco dinheiro para investir, a melhor opção é o de delivery, pois a única instalação que irá precisar é o local onde será preparada a comida, e sabemos de vários casos onde as pessoas começaram cozinhando na própria cozinha de casa. Você pode fazer as entregas usando uma bicicleta ou moto, o que também não requer grandes investimentos.

Analise da concorrência e demanda localizada

Pesquise previamente em sua região se existe uma boa demanda por marmitex e se vale a pena montar o seu negócio nesse local. Veja se essa região que você pretende atender tem realmente essa demanda para sustentar o seu negócio.

Outro item importante para quem deseja saber como ganhar dinheiro vendendo marmitex é fazer uma análise da concorrência. Verifique se há outros fornecedores atuando na área e de que maneira eles estão atendendo o mercado. Tente identificar se existem brechas e de que forma pode aproveitar para criar o seu diferencial competitivo.

Buscando um diferencial competitivo

Em tempos de crise, uma das mais importantes dicas para quem deseja saber como ganhar dinheiro vendendo marmitex é buscar a inovação.

Não fique somente na zona de conforto do modelo de negócio tradicional, faça alguma coisa diferente, traga inovações para o seu negócio, ofereça um brinde, como um docinho como brigadeiro ou bolo de pote para sobremesa, um copo de suco.

 

Vá atrás de seus clientes, saia às ruas em busca deles! Uma sugestão talvez seja montar um Marmitex Bike, no modelo dos Food Bikes, uma ótima forma de levar seu produto até onde seus clientes podem estar.

A importância da localização do negócio

Se pretende optar pelo modelo de venda de quentinhas em uma loja, saiba que a localização é fundamental e por isso, busque um local de fácil acesso e grande circulação.

Se o modelo for apenas de delivery, não irá precisar se preocupar tanto com o ponto, pois não chega a ser tão importante assim, mas deve lembrar que é essencial que o local de produção seja perto da área onde você irá atender. Isso reduzirá o tempo de entrega e os custos.

Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex
Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex

Planejamento do cardápio

Outro segredo para quem quer saber como ganhar dinheiro vendendo Marmitex é trabalhar com um cardápio simples e bem elaborado. Pode iniciar com um único prato para depois, conforme a demanda, e conhecendo a preferência da sua clientela, ir aumentando o número de opções.

Ter uma única opção no começo tem uma vantagem, você ganha em termos de escala e com isso consegue preços bem melhores para seus produtos e ao mesmo tempo ganha tempo, podendo dedicar esse tempo a uma maior atenção com o preparo.

A arte de saber comprar bem

Uma das dicas mais importantes para ganhar dinheiro vendendo marmitex é saber onde comprar todos os ingredientes do seu cardápio, com produtos de qualidade e com bom preço, mantendo assim seu custo de produção bem baixo e a margem de lucro alta.

Pesquisar diariamente os preços e sair em busca de promoções para a sua lista de ingredientes é fundamental. Não caia em armadilhas comprando nos mercados mais próximos somente pela comodidade. Fazer suas compras em vários lugares, em função dos preços apresentados, pode ser mais cansativo, mas em compensação, será bem mais lucrativo.

Outra dica que também é importante para ganhar dinheiro vendendo marmitex é buscar sempre os produtos de época, que geralmente estão mais baratos em função da alta oferta no mercado. Isso com certeza vai baratear ainda mais os seus pratos e aumentará sensivelmente sua receita. Busque e elabore um cardápio usando produtos de época.

Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex
Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex

Criando um ótimo padrão de atendimento

No segmento de comida, marmitex, atender bem, com qualidade e rápido é essencial para quem deseja ganhar dinheiro.Lembre que, quem tem fome tem pressa e você não pode bobear na hora de receber seus pedidos e entrega-los.

Ter pelo menos dois telefones para o atendimento e se possível um telefone para suas ligações é muito importante. Outra boa ideia é fazer o atendimento através das redes sociais e também usar o WhatsApp, uma tendência cada vez mais utilizada nesse segmento.

Divulgando seu delivery de marmitex

Para ganhar dinheiro vendendo marmitex, pois quem opta por esse tipo de refeição, geralmente não tem muito tempo sobrando no trabalho, é importantíssimo que você esteja de alguma forma sempre mostrando e lembrando sua marca aos seus consumidores.

Invista em panfletos, pode fazer ímãs de geladeira e alguns outros itens que sejam bastante acessíveis. Você precisa ter uma solução rápida e fácil para o fornecimento das refeições, portanto lembre-se de ter seus contatos sempre disponíveis.

Utilize também para o marketing ativo. Não espere somente que as pessoas te liguem, ligue para elas oferecendo suas opções de refeição, um prato novo, um novo cardápio, uma promoção. Essa é uma estratégia que fará toda diferença, pois a maioria dos vendedores de marmitex não a adota.

Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex
Como ganhar dinheiro com a venda de Marmitex

28 dicas para a elaboração de um cardápio profissional

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O cardápio é uma peça fundamental do restaurante, é ele que apresenta os produtos e divulga a casa para o cliente. É preciso ter cuidados especiais no planejamento de cardápios.

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São necessários para quem planeja:

1 Definição de cor

O cardápio faz parte do restaurante, portanto sua cor/estilo /estética/design gráfico deverá ter alguma relação com a decoração do ambiente.

2 Definição do tipo de letra

Deve-se levar em consideração a luminosidade do restaurante; o tamanho e o tipo de letra são importantes.

3 Tipo de papel

Deve ser resistente e sem brilho para facilitar a visualização.

4 Definição sobre ilustrações

Que tipo de ilustração o cardápio comporta? São importantes bom gosto e senso estético.

5 Divisões (títulos)

Devem seguir a ordem racional de uma refeição:

Entradas frias;
Sopas;
Entradas quentes;
Pescados;
Aves;
Carnes;
Sobremesas
Cada sugestão deve ser acompanhada de explicação resumida do prato, facilitando a escolha.

6 Distribuição de pratos no cardápio

A localização do nome do prato influi em seu nível de vendas. Pesquisas revelam que no cardápio há uma zona nobre – o centro e o lado superior direito – e outra secundária.

7 Definição da colocação dos preços

Os alimentos devem ser listados por ordem crescente de preços a partir dos mais baratos.

8 Elaboração de um “boneco”

Quem planeja cardápio deve fazer um modelo para execução dos serviços de arte final, evitando assim a perda de tempo e dinheiro.

9 Acompanhamento na execução da arte final

Deve haver minuciosa revisão de texto, conferência de tamanho, corte, dobra e tonalidade de cor. A arte final só deve ser aprovada se for levada ao restaurante para conferência de cor, visibilidade e clareza de leitura à luz ambiente.
Um cardápio impresso com muitas falhas compromete a imagem do estabelecimento.

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10 Pesquisas de novos pratos

• Por que não utilizar a criatividade de seu chef de cozinha?
• Por que não pesquisar novos ingredientes?
• Por que não tentar misturar frutas típicas com carnes, aves e peixes?
• Por que não ousar?

11 Sazonalidade

Quais os produtos da época? Durante a estação, legumes, frutas e até mesmo peixes e frutos do mar são de melhor qualidade e mais baratos. Atualmente, porém, os métodos de congelamento e a facilidade de importação e transporte mudaram muito esse conceito.

12 Ofertas de mercado

• O que a concorrência oferece para o mercado consumidos?
• Devo seguir a tendência?

13 Planejar para um período

O cardápio envelhece e deve ser atualizado sempre que se fizer necessário, pois a clientela percebe a preocupação na busca de novidades. Entretanto, os pratos considerados “estrelas” ou “especialidade da casa”, assim como os mais vendidos, não devem ser alterados. Há restaurantes que conservam os seus “carros chefe” por longos anos.

14 Variedades e formas de cocção

Um cardápio deve apresentar uma boa variedade de formas de cocção, permitindo ao cliente amplo leque de escolha, exceção feita a restaurantes temáticos.

15 Variedade de guarnições

É importante que haja uma variedade de guarnições; deve-se ser criativo e sair do binômio batata frita – arroz.

16 Variedade de cores

As pessoas comem primeiro com os olhos; portanto, devem-se levar em consideração a apresentação do prato e a variedade de cores. Imagina a monotonia de um cardápio em que um creme de aspargos é seguido por filé de peixe à milanesa com batatas fritas e coroado com um pudim de leite.

17 Humor

Cuidado com o humor, sobretudo em relação ao nome de pessoas homenageadas em receitas e a sua descrição. Esse aspecto está intimamente ligado à clientela que frequenta o restaurante.

18 Descrição x identificação

Ao escolher um prato, o cliente não é obrigado a saber que filet de saumon à la florentine é um filé de salmão com espinafre como guarnição.
Em muitos restaurantes, a tarefa de explicar a composição do prato cabe ao maître ou garçom. Isso, porém, deve ser cuidadosamente pensado, pois além de exigir bom treinamento do pessoal acarreta demora na escolha do prato.

19 Seriedade e profissionalismo

Deve-se sempre estar atento aos pratos típicos ou clássicos que têm guarnições tradicionais.
Deve ser vendido aquilo que realmente é oferecido. As improvisações nessa área são comuns e afetam a imagem do restaurante. O exemplo mais comum é o onipresente filé ao vinho Madeira – em sua maioria feito com vinho tinto simples.

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20 Escolha do modelo

Deve ser muito criteriosa, levando em conta:
• Estilo do hotel/restaurante;
• Local (piscina?);
• Durabilidade;
• Rotatividade dos pratos sugeridos (três meses?);
• Custo / preço.

21 Limpeza

O cardápio deve passar diariamente por um controle para descartar os que estão rasgados, sujos com rabiscos ou rasurados e amassados.

22 Preço

A fim de evitar mal-entendidos, os preços devem ser específicos, a taxa de serviço quando cobrada deve estar em local bem visível, os menus devem ser trocados quando da alteração de algum preço, para evitar rasuras.

23 Patrocínio

A capa (interior) ou contracapa não devem ser utilizadas para fins publicitários a não ser para marketing da própria empresa.

24 Identificação

O menu, independentemente do nome, deve trazer a identificação do local (nome do hotel/restaurante, endereço, etc.) geralmente na face de fora da contracapa (frente e verso).

25 Marketing

O menu pode ser um excelente marketing da empresa, quando usado apropriadamente (cuidado, pois o contrário também ocorre).

26 Adequação

Ainda que a escolha do modelo do menu seja única, de acordo com o local e o tipo de serviço (salão de chá, coffe shop, bar, restaurante, serviço de andares, etc.), algumas diferenças são interessantes: cor, tamanho, tipo de letra, etc.

27 Quantidade de menus

O número e menus disponível aos clientes deve manter uma proporcionalidade: para 15 mesas = 60 menus). À medida que o número de mesas aumenta, os menus em questão podem diminuir (pois dificilmente teremos lotação completa de um restaurante de maior capacidade, num primeiro momento).

28 Cuidado a observar nos menus

Restaurante
• Ordem correta dos títulos;
• Evitar nomes repetidos, exemplo: Creme Saint-Germain e Creme Saint-Honoré.
• Denominação clássica mais o mesmo ingrediente (tomate); exemplo: Creme Aurora ou Frango à Americana;
• Métodos de preparo, exemplo: a maioria assado, à milanesa ou ensopado;
• Apresentação do prato semelhante, exemplo: Salada panaché ou Macedônia de frutas;
• Guarnições com os mesmos cortes, exemplo: jardineira, dados, juliana, fatias, etc.;
• Uso abusivo do “à”, “ao”, exemplo: Ao gratin, ao molho ou à moda;
• Guarnições de pão, exemplo: sopa com croutons, salada com croutons e entrada com torradas;
• Na sugestão do dia a mesma carne do mesmo corte, exemplo: Filé Chateaubriand, escalopes de filé, Tournedos ou Strogonoff;
• Sabor semelhante, exemplo: couve, couve-flor, brócolis, repolho, etc.;
• Sopas cremosas, exemplo: molhos cremosos, purês, sobremesas cremosas, etc.;
• Massas –farináceos, exemplo: arroz, batatas, tortas, empadões, crepes, panquecas, etc.;
• Demi-glacê, exemplo: molho Madeira e molho ferrugem;
• Bechamel, exemplo: molho Mornay, velouté de ave ou peixe, suprema, etc.;
Observação: Buscar as cores mais variadas na apresentação dos pratos.

Fonte: gastronomianews

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Sete tendências do setor para 2017

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Perda zero, novo ingrediente e comida artesanal estão entre os itens da lista

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Início de ano costuma inspirar previsões e tendências que podem ou não se concretizar. O texto abaixo, divulgado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, estima comportamento do setor de gastronomia em 2017.

1.BYOB a sigla em inglês BYOB é uma abreviação para Build Your Own Bowl, algo como “monte sua própria tigela”. As chances de você gostar desse tipo de comida são enormes, ainda mais se você trabalha fora de casa e precisa se alimentar sem exageros, cuidando da gordura ou carboidrato. A ideia é simples: você faz suas escolhas entre vários ingredientes como verdes, carnes, massa, tofu, arroz, shitake, feijão, molhos e o atendente monta seu pedido em uma tigela. Este formato já é um sucesso nos Estados Unidos, onde muito norte-americanos têm escolhido combinar ingredientes asiáticos, mexicanos, italianos como uma opção de comida fresca e mais saudável.

2. Perda Zero Cozinhas dispensam uma quantidade enorme de alimentos diariamente. Vários chefs têm se pronunciado contra o desperdício e criado novos produtos com valor comercial baseados nas “perdas” e nos ingredientes com aparência “nem tão bonita”. O movimento, que tem apoio de pessoas famosas e grandes nomes da cozinha internacional, chama a atenção para tornar o uso de alimentos como um recurso de maior propósito para sociedade.

3. Produtos artesanais baseados em nichos de mercado já tiveram um expressivo aumento de volume, principalmente as bebidas como cervejas, cafés e sucos. Novos segmentos devem surgir com bom potencial de negócios como, por exemplo, sorvetes e chocolates artesanais. A criatividade de misturar sabores variados somada à versatilidade de produzir pequenos lotes de produtos, ganhará adeptos em nichos de mercado rapidamente.

4. Novos (e bons) ingredientes. De acordo com o relatório de 2016 da associação norte-americana Specialty Food Association (SFA), novos ingredientes devem surgir e serão muito conhecidos do mercado de alimentação por conta da sua rica capacidade nutricional, sabor agradável e sustentabilidade. É o caso das algas marinhas que são ricas em fibras, iodo e antioxidantes, são abundantes na natureza e têm baixo impacto ambiental. Nessa mesma trilha, surgem outros ingredientes como o inhame roxo e alimentos fermentados que também trazem benefícios à saúde e têm sabores agradáveis.

5. Saudável. Diante de uma crescente taxa de sobrepeso da população brasileira, onde mais de 53% dos adultos estão acima do peso, e de que metade das principais causas de morte sofrem influência direta da alimentação, é inevitável que o mercado de alimentação saudável continue prosperando no Brasil. Mais consumidores buscam opções saudáveis e estarão menos tolerantes aos ingredientes artificiais. Alguns varejistas preparam suas cadeias de suprimentos para trabalhar com ingredientes de origem conhecida e certificada, além de privilegiarem fornecedores locais e, ainda, alguns adaptarem seus processos para utilização de alimentos frescos, reduzindo, assim, o uso de alimentos enlatados e congelados.

6. Novos vegetarianos. Se você acha que os alimentos vegetarianos não têm sabor e são sem graça, melhor reconsiderar suas referências. Alimentos sem carne surgem com novas receitas, ingredientes poderosos e criativos que vão além de uma filosofia ou estilo de vida, tornando-se opções extremamente competitivas, saborosas, econômicas, livres de hormônios e com vários benefícios à saúde. Surgem consumidores conhecidos como “novos vegetarianos” que escolhem esse tipo de alimento para reduzir o consumo de carne.

7. Pop-up. Não se surpreenda se você ver surgir, e desaparecer, rapidamente novos restaurantes em casas vazias ou pontos comerciais disponíveis, assim como novas praças de alimentação com food trucks e instalações temporárias em terrenos livres ou estacionamentos. Os restaurantes temporários, também conhecidos como pop-ups, são novos meios favoritos dos chefs para expor suas criações culinárias contando com a alta atenção da sociedade ao redor de uma novidade, mas sem investir na estrutura pesada de um restaurante fixo.

Fonte: O Diário

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Restaurantes – Compra e Venda – Classificados

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Restaurante Delivery Kievs – R$ 150.000
Belo Horizonte – MG
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RESTAURANTE SELF SERVICE – R$ 290.000
Fortaleza – CE
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Lindo Restaurante em Botafogo, todo montado – R$ 650.000
Rio de Janeiro – RJ
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